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OSTEOPOROSE Doença osteometabólica mais comum na prática clínica, caracterizada pela: “Dimunição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do osso” Isso então acarreta um risco aumentado de fragilidade e fraturas óssea, causando alta morbidade e impacto nos custos de saúde pública. As fraturas ocasionam: - Dor - Incapacidade física - Deformidades; e - Redução da qualidade e expectativa de vida. EPIDEMIOLOGIA Acomete cerda de 200 milhões de pessoas em todo mundo. Estima-se que, a partir dos 50 anos, cerca de 50% das mulheres e 20% dos homens sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida. As fraturas de quadril são as mais graves - com aumento de 20% na mortalidade após o primeiro ano. Mais de 50% dos que sobrevivem a uma fratura de quadril são incapazes de manter sua independência, e muitos deles necessitam viver em ambientes institucionalizados. OBS: A fratura do fêmur é a mais comum. No Brasil, são escassos dados precisos sobre prevalência de osteoporose, incidência de fraturas e custos relacionados a estes eventos. Grupo mais afetado: - Mulheres na pós-menopausa. Taxa de mortalidade associada a fratura: - Maior nos homens (são mais idosos quando desenvolvem uma fraturas, e, portanto, apresentam mais comorbidades). - Homens são MENOS propensos a receber terapia antirreabsortiva após uma fratura. MICROSCOPIA - Úmero proximal: osso normal. - Trabéculas ósseas acentuadamente reduzidas em número e espessura. ETIOLOGIA Pode ser classificada em: - Primária associada a menopausa ou envelhecimento. - Secundária associada a utilização de medicações ou doenças. CAUSAS DE OSTEOPOROSE SECUNDÁRIA Doenças inflamatórias: - Artrite reumatoide - Doença inflamatória intestinal - LES Doenças da medula óssea: - Mieloma múltiplo - Mastocitose - Leucemia. Síntese defeituosa do tecido conjuntivo: - Osteogênese imperfeita - Síndrome de Marfan Hipogonadismo: - Síndrome de Turner - Síndrome de Klinefelter - Hemocromatose Má absorção: - Doença celíaca - Gastrectomia - Cirurgia Bariátrica - Doença hepática crônica Imobilização: - Doença de Parkinson - Poliomielite - Paraplegia Endocrinopatias: - Diabetes - Hiperparatireoidismo - Hipovitaminose D - Hiperprolactinemia Medicamentos: - Glicocorticoide - Anticonvulsivante - Lítio - Heparina - Pioglitazona. ETIOPATOGENIA Ao longo da vida, o osso passa pelo processo de remodelação óssea: - O osso mais velho é reabsorvido periodicamente por osteoclastos e substituído por um novo osso produzido por osteoblastos. O processo de remodelação óssea, é coordenada e direcionada a um local específico que necessita de reparo pelos osteocitos. Na osteoporose ocorre um desequilíbrio desse processo, em geral tendendo a um aumento da reabsorção (ação osteoclástica) em detrimento da formação (ação osteoblástica). ETIOLOGIA ENVELHECIMENTO Ocorre a elevação do PTH devido a: - Menor produção cutânea de vitamina D - Deficiência na síntese de 1,25 (OH)2 - vitamina D Isso ocorre devido a disfunção renal. - Déficit alimentar - Diminuição na absorção intestinal de cálcio Por diminuição de receptor intestinais da vitamina D. - Entre outros... O aumento do PTH para compensar o déficit de cálcio e vitamina D que leva a uma ativação de novas unidades de remodelação. GLICOCORTICÓIDE O excesso de glicocorticóide (exógeno ou endógeno), irá realizar: - Supressão direta da osteoblastogênese - Estimula forte e rapidamente a apoptose de osteoblastos e osteocitos + Prolonga a vida útil dos osteoclastos. A desregulação do ciclo de remodelação fisiológico, com predomínio dos estímulos que aumentam a atividade osteoclástica (reabsortiva), em detrimento da osteoblástica (formação), leva a um déficit crônico na formação óssea, com perda progressiva da massa óssea e desestruturação da macro e microestrutura ósseas, causando aumento do risco de fraturas. FATORES DE RISCO Idade avançada História familiar de fratura de fragilidade. Antecedente pessoal de fratura prévia NÃO traumática Sedentarismo Baixo peso (IMC <18 Kg/m2) CONDIÇÕES E MEDICAMENTO ASSOCIADOS A BAIXA MASSA ÓSSEA E/OU FRATURAS. Endocrinopatias ou distúrbios metabólicos: - Acromegalia - Gestação - Deficiência de GH - Hipercortisolismo - Hipertireoidismo - Diabetes Mellitus Condições nutricionais e gastrointestinais: - Alcoolismo - Hipocalcemia - Anorexia nervosa - Nutrição parenteral. Medicamentos: - Glicocorticóides - Quimioterapicos - Heparina - Hormônio tireoidiano - Varfarina Doenças do colágeno: - Osteogênese imperfeita - Síndrome de Marfan - Síndrome de Ehlers-Danlos Outros: - AIDS - Espondilite anquilosante - Artrite reumatoide - Talassemia - DPOC - Tabagismo MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A doença é assintomática até a ocorrência de uma fratura por fragilidade Sendo as principais manifestações da osteoporose. Ocorrem com maior frequência em vértebras, seguidas de quadril e rádio distal. Fratura de quadril Corresponde as de maior morbimortalidade, levando a um maior grau de limitação física. Fraturas vertebrais Podem causar dor e limitação, mas em 2/3 dos casos são assintomáticos. - Cifose ou perda de altura podem ser consequência dessas fraturas. EXEMPLO “Osteoporose grave, com acentuadas cifose (corcunda de viúva) e diminuição da altura, secundárias a fraturas de vértebras dorsais”. TIPOS DE FRATURAS VERTEBRAIS: Fratura bicôncava (codfish) Fratura em cunha Fratura compressiva DIAGNÓSTICO Em todo paciente com diagnóstico de osteoporose, deve-se procurar por manifestações clínicas de causas secundárias para a perda de massa óssea: Hipercortisolismo Hiperparatireoidismo Hipertireoidismo Mieloma múltiplo Doença celíaca. OBS: Em homens, deve-se pesquisar queixas relacionadas com o hipogonadismo. DIAGNÓSTICO 1) AVALIAÇÃO CLÍNICA Anamnese: - Avaliar as queixas atuais do paciente. - Avaliar a história reprodutiva - Avaliar o padrão nutricional (ingestão de cálcio) - Antecedentes mórbidos Exame físico: - Avaliar a altura - Mudanças na postura - Sinais de síndrome de Cushing (obesidade central, estrias violáceas, miopatia proximal) - Hipertireoidismo (bócio, taquicardia, tremores, sinais oculares). Investigação laboratorial: - Uma avaliação laboratorial mínima é recomendada para identificar causas NÃO detectáveis nessa propedêutica inicial. - A osteoporose NÃO ocorre associada a nenhuma anormalidade bioquímica característica. - Exames laboratoriais bioquímicos e hormonais são úteis na identificação de causas secundárias de osteoporose. EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS NA INVESTIGAÇÃO DA OSTEOPOROSE PRIMÁRIA Osteoporose sem fratura: - Cálcio - Creatinina - Hemograma - 25-hidroxivitamina D - Calciúria de 24 horas. Osteoporose com fratura por fragilidade (de acordo com suspeita clínica): - Fósforo - PTH - Fosfatase alcalina - TSH - Eletroforese de proteínas - Testosterona - Marcadores de remodelação óssea. DIAGNÓSTICO MARCADORES BIOQUÍMICOS DA REMODELAÇÃO ÓSSEA Traduzem o estado de metabolismo ósseo e podem ser úteis para avaliar: Taxa de perda óssea Risco de fraturas Resposta mais precoce do tratamento. São divididos em: Marcadores de formação óssea Marcadores de reabsorção óssea MARCADORES DE FORMAÇÃO: Fosfatase alcalina Osteocalcina Pró-peptídeos do colágeno tipo I MARCADORES DE REABSORÇÃO ÓSSEA: Fosfatase ácida Hidroprolina Interligadores do colágeno Os marcadores de remodelação óssea aumentados estão associados a um maior risco de fraturas vertebrais e não vertebrais. Outra utilidade dos marcadores é melhorar a adesão ao tratamento, tendo em vista que há como reavaliar a terapêutica instituída com 03 meses, diferente do que ocorre na densitometria, em que a análise é feita após 1 a 2 anos de tratamento. DENSITOMETRIA ÓSSEA - PAPEL NO DIAGNÓSTICO A medida da DMO por absorção de dupla emissão de raios X (DXA) é considerada o teste padrão para o diagnóstico de osteoporose e osteopenia. Para o cálculo da DMO, o aparelho mede: - Conteúdo mineral ósseo (em gramas) - Área óssea (em cm2) Fornecendo, assim, uma densidade areal. Essa característica gera uma das limitações do método, pois não leva em conta o volume ósseo, acabando por subestimar a medida da DMO em indivíduos baixos (< 1,50 m) e superestimar nos mais altos (> 1,90 m). Além da DMO, também fornece duas importantes medidas que auxiliam no diagnóstico: - Escore T - Escore Z Escore T - Reflete o desvio padrão da DMO em relação à média de indivíduos jovens (durante o pico de massa óssea – entre 20 e 30 anos de idade) e é utilizado para o diagnóstico de osteoporose e osteopenia em mulheres na pós-menopausa e homens acima de 50 anos de idade. A Sociedade Internacional de Densitometria Clínica tem admitido o uso do escore T para diagnóstico em mulheres na transição menopausal. - De acordo com a classificação da OMS, o escore T pode ser assim interpretado: Até 1,0 Normal < -1 e > -2,5 Osteopenia ≤ –2,5: osteoporose ≤ –2,5 + uma ou mais fraturas de fragilidade: osteoporose grave ou estabelecida. Escore Z - Reflete a comparação da DMO com a média da população da mesma faixa etária. - Utilizado para o diagnóstico de baixa massa óssea e mulheres na pré-menopausa e nos homens abaixo dos 50 anos de idade, quando ≤ –2,0. - Nesse grupo de pacientes, o termo osteoporose só deve ser estabelecido na vigência de fratura por fragilidade. - Em mulheres na pós-menopausa e homens acima dos 50 anos, um escore Z ≤ – 2,0 pode sugerir a presença de uma causa secundária para a perda de massa óssea, indicando a necessidade de uma investigação mais detalhada. DIAGNÓSTICO Para a determinação das medidas citadas, a densitometria deve mensurar a DMO em locais específicos São esses locais: - L1 - L2 - L3 - L4 - Fêmur - Colo do fêmur - Rádio do antebraço não dominante Contraindicações para DMO Gestação Realização de exame contrastado nos últimos 7 dias (interfere na medida da DMO) Peso acima do limite permitido por cada aparelho. INDICAÇÕES PARA SOLICITAÇÃO DA DENSITOMETRIA ÓSSEA Mulheres maior ou igual a 65 anos Homens maior ou igual a 70 anos Qualquer indivíduo em tratamento para osteoporose (para monitorar a resposta). Qualquer indivíduo sendo considerado para iniciar tratamento farmacológico para osteoporose. Mulheres na transição menopausal com fatores de risco para fraturas. Adulto de qualquer idade e sexo com: - Fratura de fragilidade - Doença ou condição que cause perda de massa óssea. - Uso de medicamentos associados a perda de massa óssea. Mulheres na pós menopausa ou homens <70 anos com qualquer uma das seguintes situações abaixo: - Baixo peso - Fratura de fragilidade prévia - Uso de medicamentos de alto risco para perda de massa óssea. - Doença ou condição que cause perda de massa óssea. DENSITOMETRIA ÓSSEA - PAPEL NO SEGUIMENTO: Deve ser realizada sempre nos mesmos locais e aparelho. Os melhores sítios para comparação da DMO entre dois exames são: - Coluna lombar; seguida do - Fêmur total - O colo do fêmur, por ter menor área, tem menor reprodutibilidade. Para uma eficiente comparação entre dois exames, deve-se avaliar os valores absolutos da DMO. AVALIAÇÃO DE FRATURA VERTEBRAL: Uma das funções do aparelho de densitometria óssea, Serve para pesquisar a presença de fraturas vertebrais durante a medição da DMO. São medidas as 3 alturas de cada vértebra. Indicações: - Mulheres ≥ 70 anos - Homens ≥ 80 anos - História de perda de altura >4 cm. - Fratura vertebral referida MAS NÃO documentada. - Terapia com glicocorticoide equivalente a prednisona ≥5mg/dia por, no mínimo, 3 semanas. OUTROS EXAMES DE IMAGEM TC QUANTITATIVA Mede a densidade volumétrica em coluna e quadril e analisa separadamente ossos cortical e trabecular. Serve para acompanhamento da resposta terapêutica. Exame CARO que expõe o paciente a níveis mais altos de radiação. USG QUANTITATIVA DO CALCÂNEO Útil na predição do risco de fratura, porém NÃO há critérios bem definidos para o diagnóstico de osteoporose. É útil apenas quando a realização da DXA NÃO é possível. DENSITOMETRIA ÓSSEA PERIFÉRICA Mede a DMO de sítios periféricos (calcâneo, antebraço e mãos). Tem a vantagem de ser realizada com aparelhos portáteis. PORÉM sua capacidade de predizer o risco de fratura é menor que a da densitometria convencional. BIOPSIA ÓSSEA Histomorfometria em osso obtido por biopsia óssea: padrão-ouro para o diagnóstico de osteoporose. Técnica complexa e invasiva, o que limita o seu uso. Indicações: - Casos em que os achados clínicos e laboratoriais NÃO permitem o correto diagnóstico diferencial da osteoporose. FERRAMENTAS PARA ESTIMATIVA DE RISCO DE FRATURA Ferramentas utilizando fatores de risco bem documentados para osteoporose têm sido propostas para detectar o risco de fratura e definir o tratamento dos pacientes, especialmente aqueles com osteopenia ou baixa massa óssea. FRAX®: ferramenta desenvolvida pela OMS é o mais difundido e utilizado mundialmente. Estima o risco de fratura em 10 anos, para homens e mulheres, com base na epidemiologia da população em questão e na avaliação de fatores de risco. Pode ser utilizado em locais de difícil acesso à DMO, e como triagem para indicar indivíduos com necessidade de fazer uma DMO. Fatores de risco: - Idade - Sexo - Peso - Altura - Histórico pessoal de fratura - Histórico família de fratura de fêmur - Artrite reumatoide - Uso de glicocorticoide - Tabagismo ativo - Consumo de álcool - Outras causas secundárias TRATAMENTO As medidas para garantir uma boa saúde óssea devem ser iniciadas na infância. Assegurar pico de massa óssea adequado na juventude, reduzir as perdas ao longo da vida e prevenção de quedas são fatores essenciais. Dieta balanceada com quantidades adequadas de proteína, cálcio e outros nutrientes leva à redução da perda óssea. A recomendação diária de cálcio para mulheres na pós-menopausa é de 1.000 a 1.200 mg, preferencialmente obtidos a partir da dieta, sendo a principal fonte o leite e seus derivados. Quando a ingestão dietética é insuficiente, a suplementação deve ser realizada com sais de cálcio. O carbonato de cálcio apresenta a maior porcentagem de cálcio disponível PORÉM sua absorção depende da acidificação do TGI. - Em pacientes com acloridria (Incapacidade de produzir suco gástrico), o citrato de cálcio apresenta melhor absorção sendo a melhor opção. CÁLCIO NOS ALIMENTOS Leite integral (1 copo de 250 ml) 278 de cálcio. Leite desnatado (1 copo de 250 ml) 288 de cálcio. Iogurte (1 copo de 150 g) 243 de cálcio. Queijo muçarela (100 g) 360 de cálcio. Queijo branco (100 g) 100 decálcio. Brócolis cozido (100 g) 40 de cálcio. Damasco (4 unidades - 160g) 117 de cálcio. Figo (2 unidades - 110g) 253 de cálcio. Laranja (1 unidade - 160g) 75 de cálcio. Sardinha enlatada (4 unidades - 100 g) 500 de cálcio. Pão branco (1 fatia - 30g) 53 de cálcio. VITAMINA D O papel da vitamina D na saúde óssea é bem estabelecido, sendo a sua deficiência responsável por defeito na mineralização óssea, com consequentes raquitismo e osteomalácia. A hipovitaminose D pode causar quadros de: - Hiperaratireoidismo secundário -Perda óssea - Fraturas A vitamina D tem influencia também na proliferação celular, desempenho muscular e metabolismo energético. DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D Há alta prevalência de hipovitaminose D no mundo, e portanto, medidas preventivas são recomendadas. Apesar de controvérsia em torno dos níveis séricos ideiais de vitamina D, devem-se considerar o quadro clínico e o risco para a saúde óssea de cada paciente na decisão terapêutica. Tratamento É realizado preferencialmente com vitamina D3. Valores >60 ng/ml NÃO apresentam benefícios comprovados. Valores >100 mg/ml aumentam o risco de hipercalcemia e intoxicação pela vitamina. VITAMINA D A deficiência de vitamina D é um importante fator contribuinte para a osteoporose, por levar: Menor absorção intestinal de cálcio Alteração da microestrutura óssea Diminuição da força muscular. Baixas concentrações de vitamina D tem sido associadas a: Câncer de próstata Câncer de mama Câncer colorretal Diabetes melito Doenças cardiovasculares. Uma quantidade muito pequena de vitamina D está disponível na nossa dieta habitual, em óleos, peixes, gema de ovo e fígado. A exposição solar é um fator bastante importante para a produção de vitamina D e, caso não exista contraindicação, deve ser estimulada. VITAMINA D A reposição de vitamina D, associada ou NÃO a cálcio, reduz o risco de fraturas. Observa-se ainda aumento da força muscular e melhora do equilíbrio, com diminuição do risco de quedas. A atividade física, pela tração exercida pela contração muscular e pelo efeito gravitacional, atua como um agente anabólico no osso. A prática regular de exercícios causa aumento de DMO (Densidade mineral óssea), melhora o equilíbrio, aumenta a força muscular e diminui o risco de quedas. MUDANÇAS DE ESTILO DE VIDA Devemos estimular no paciente: Cessação do tabagismo Evitar consumo excessivo de cafeína e de álcool. Discutir com os pacientes as estratégias para prevenir quedas e melhorar a segurança em casa. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO Inibidores da reabsorção óssea: - Bifosfonados - Estrogenios - Calcitonina - Moduladores seletivos do receptor de estrógeno (SERM) - Denosumabe Estimuladores da formação óssea: - Teriparatia. BIFOSFONADOS Considerados como primeira linha para o tratamento da osteoporose na pós menopausa e em homens acima de 50 anos de idade. Em função de sua baixa absorção intestinal (cerca de 1%), os BF orais devem: - Ser ingeridos com um copo de água pela manhã, em jejum. - Recomenda-se que a alimentação ocorra após pelo menos 30 minutos. - É fundamental que o paciente permaneça sentado ou em pé durante esse período, para que NÃO ocorram lesões esofágicas. OBS: O mais utilizado na prática é o Ibandronato.