Ed
há 17 horas
Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a correta sobre a anemia aplástica: a) É considerada rara no Ocidente, com cerca de 1 a 2 casos por milhão de pessoas por ano, mas, no Oriente, tem incidência até três vezes maior, ocorrendo mais frequentemente em pacientes do sexo masculino. - Esta afirmação é verdadeira, pois a anemia aplástica é realmente mais rara no Ocidente e pode ter uma maior incidência em algumas populações do Oriente. b) A origem dessa patologia é essencialmente genética, com alterações no gene JAK2, que participa da transdução de sinal da eritropoetina, trombopoietina e fator estimulador de colônia de granulócitos (G-CSF), entre outras moléculas. - Embora o gene JAK2 esteja associado a algumas neoplasias hematológicas, a anemia aplástica não é tipicamente causada por alterações nesse gene. c) São conhecidos mais de 20 genes envolvidos na etiologia dessa patologia, que tem por característica ser autossômica recessiva. São relatadas, ainda, deformações anatômicas que auxiliam no diagnóstico presuntivo. - A anemia aplástica não é tipicamente classificada como uma condição autossômica recessiva, e a afirmação sobre deformações anatômicas não é precisa. d) A medula óssea analisada via mielograma apresenta-se repleta de reticulina, caracterizando-se como uma fibrose medular persistente que leva a quadros severos de pancitopenia e com sobrevida média de 5 anos. - Na anemia aplástica, a medula óssea é hipocelular, não repleta de reticulina, e a descrição não é correta. e) O gene JAK2 apresenta-se alterado com sintomas clínicos de deformidades anatômicas e herança de. - Esta afirmação não é correta, pois a anemia aplástica não está associada a alterações no gene JAK2. Após a análise, a alternativa correta é a) É considerada rara no Ocidente, com cerca de 1 a 2 casos por milhão de pessoas por ano, mas, no Oriente, tem incidência até três vezes maior, ocorrendo mais frequentemente em pacientes do sexo masculino.