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Analise as seguintes assertivas:
I. A nua-propriedade dos imóveis pode ser objeto de hipoteca.
II. Extingue-se o penhor pela confusão.
III. o proprietário de uma construção-base poderá ceder a superfície superior ou inferior de sua construção a fim de que titular da laje mantenha unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo.
São falsas
I. A nua-propriedade dos imóveis pode ser objeto de hipoteca.
II. Extingue-se o penhor pela confusão.
III. o proprietário de uma construção-base poderá ceder a superfície superior ou inferior de sua construção a fim de que titular da laje mantenha unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo.
a) apenas uma
b) apenas duas
c) todas
d) nenhuma
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há 18 horas

Respostas

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há 18 horas

Vamos analisar cada assertiva para identificar quais são falsas: I. A nua-propriedade dos imóveis pode ser objeto de hipoteca. Falso. A hipoteca recai sobre o imóvel pleno, não sobre a nua-propriedade isoladamente. II. Extingue-se o penhor pela confusão. Verdadeiro. A confusão ocorre quando o credor e o devedor se tornam a mesma pessoa, extinguindo o penhor. III. O proprietário de uma construção-base poderá ceder a superfície superior ou inferior de sua construção a fim de que o titular da laje mantenha unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo. Verdadeiro. Isso está previsto na legislação sobre direito de laje, permitindo a criação de unidades autônomas sobrepostas. Portanto, a única falsa é a I. Resposta correta: a) apenas uma.

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Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
I. Aquele que, por quinze anos, sem interrupção, nem oposição, possuir como seu um imóvel, adquire-lhe a propriedade, independentemente de título e boa- fé; podendo requerer ao juiz que assim o declare por sentença, a qual servirá de título para o registro no Cartório de Registro de Imóveis.
II. Aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como sua, por dez anos ininterruptos, sem oposição, área de terra em zona rural não superior a vinte e cinco hectares, tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a propriedade.
III. Aquele que exercer, por 2 (dois) anos ininterruptamente e sem oposição, posse indireta, com exclusividade, sobre imóvel urbano de até 250m² (duzentos e cinquenta metros quadrados) cuja propriedade divida com ex-cônjuge ou ex- companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio integral, ainda que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.
IV. Estende-se ao possuidor o disposto quanto ao devedor acerca das causas que obstam, suspendem ou interrompem a prescrição, as quais também se aplicam à usucapião.
a) Todas as assertivas estão incorretas.
b) Apenas duas assertivas estão corretas.
c) Apenas uma assertiva está correta.
d) Todas as assertivas estão corretas.
e) Apenas três assertivas estão corretas.

FGV 2023 PGM Niterói Analista Processual Quando Antônio, ainda no início de sua carreira profissional, fico desempregado, seu pai, Carlos, preocupado com suas condições de sustento deu a ele em usufruto um pequeno sítio de sua propriedade no interior do estado, pelo prazo de cinco anos. O imóvel conta com uma casa ampla, de dois andares, e um pomar, cuja produção periódica de frutos é suficiente para atender ao comércio local. Carlos imaginou, assim, que a constituição do usufruto em favor do filho ofereceria a este, no mínimo, uma moradia adequada e uma possível fonte de renda até que ele conseguisse se reerguer. Regularmente constituído o usufruto, Antônio mudou-se imediatamente para sítio. Verificando que a casa era grande demais apenas para ele, Antônio alugou andar superior, por prazo determinado, para seu amigo Lúcio, que desejava morar naquela área. Embora tenha sido um inquilino adimplente durante a maior parte do tempo, Lúcio deixou de pagar aluguéis referente aos últimos três meses do contrato de locação, findo qual desocupou imóvel, algumas semanas antes do advento do termo final do usufruto. Dia depois de esgotado prazo do usufruto, e tendo se reequilibrado financeiramente, Antônio agora se prepara para devolver imóvel ao pai.
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b) Antônio ainda pode colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, mas não pode mais cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos e ainda não pagos;
c) Antônio não pode mais colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, mas ainda pode cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos e não pagos;
d) Antônio ainda pode colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, bem como cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos ainda não pagos;
e) nenhum fruto poderia ter sido colhido do pomar por Antônio ao longo do cinco anos, pois o usufruto somente permite a fruição que não acarreta diminuição da substância da coisa.

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