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Paciente do sexo masculino, 63 anos de idade, compareceu ao posto de saúde para reunião do grupo de idosos. Paciente sem queixas, aposentado, realiza atividades domésticas sem limitações. Faz uso regular em domicílio de rosuvastatina para dislipidemia diagnosticada há cerca de 5 anos. Na história familiar apresenta pai falecido com 71 anos devido complicações após acidente vascular encefálico e mãe falecida aos 81 anos por sepse de foco pulmonar, ambos eram hipertensos. Ao exame físico: paciente corado, hidratado, anictérico, sem edemas. pressão arterial (PA) 162 X 92 mmHg (membro superior esquerdo, sentado), PA 166 X 94 mmHg (membro superior direito, sentado), frequência cardíaca 76 bpm, frequência respiratória 18 irpm. Ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas normofonéticas, sem desdobramentos, sem sopros. Tórax de conformação anatômica, sem sinais de esforço respiratório. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. Frêmito tóraco-vocal fisiológico, simétrico. Abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, indolor, sem massas ou visceromegalias. Sobre este caso, é correto afirmar que:
(alternativa A) os níveis pressóricos indicam hipertensão arterial sem necessidade de nova confirmação, com indicação imediata terapêutica medicamentosa.
(alternativa B) deveria ter realizado a aferição da pressão arterial na posição ortostática para o correto diagnóstico de hipertensão arterial.
(alternativa C) possui manifestações clínicas e alterações no exame físico que caracterizam um quadro de urgência hipertensiva.
(alternativa D) é necessário aferir a pressão arterial em outro momento para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica.
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Questões Para a Compreensão

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o caso apresentado. Alternativa A: "os níveis pressóricos indicam hipertensão arterial sem necessidade de nova confirmação, com indicação imediata terapêutica medicamentosa." Embora a pressão arterial do paciente esteja elevada (162/92 mmHg e 166/94 mmHg), a diretriz atual recomenda que o diagnóstico de hipertensão arterial deve ser confirmado em pelo menos duas medições em momentos diferentes antes de iniciar tratamento medicamentoso. Portanto, essa alternativa não está correta. Alternativa B: "deveria ter realizado a aferição da pressão arterial na posição ortostática para o correto diagnóstico de hipertensão arterial." A aferição ortostática é importante em casos de suspeita de hipotensão ortostática, mas não é uma prática padrão para o diagnóstico de hipertensão arterial. Portanto, essa alternativa também não é correta. Alternativa C: "possui manifestações clínicas e alterações no exame físico que caracterizam um quadro de urgência hipertensiva." O paciente não apresenta sinais de urgência hipertensiva, como dor torácica, dispneia ou alterações neurológicas. Ele está assintomático e com exame físico normal, então essa alternativa não é correta. Alternativa D: "é necessário aferir a pressão arterial em outro momento para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica." Essa alternativa está correta, pois, de acordo com as diretrizes, é necessário confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica com medições em momentos diferentes. Portanto, a alternativa correta é: D.

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Paciente, masculino, 45 anos, foi admitido no departamento de emergência com queixas de fadiga, palidez, perda de peso, falta de apetite e febre de 38,5. Ele relatou que havia notado esses sintomas há cerca de 2 semanas e que estavam piorando. Além disso, ele também tinha notado algumas manchas roxas na pele, especialmente nos braços e pernas. Exame físico revelou palidez cutânea, aumento dos linfonodos cervicais, axilares e inguinais, além de petéquias e equimoses disseminadas pelo corpo. contagem de leucócitos no sangue periférico foi de 20.000/mm³, com predomínio de blastos imaturos (90%). contagem de plaquetas foi de 40.000/mm³, enquanto a hemoglobina estava em 7 g/dL. Os testes de coagulação foram normais. hematologista realizou aspirado de medula óssea e examinou esfregaço do material ao microscópico, identificando frequentes blastos com inclusões citoplasmáticas cristalinas formadas por grânulos azurófilos (lisossomos fundidos), denominadas bastões de Auer.
Baseado no caso acima, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) Trata-se de um caso de Leucemia Mielóide Aguda, provavelmente subtipo LMA-M3 (promielocítica).
(alternativa B) A biópsia de medula óssea ou a biópsia de um linfonodo é exame "padrão-ouro" para a subtipagem das leucemias.
(alternativa C) A presença de Bastões ou Bastonetes de Auer é patogneumônica de diferenciação Linfóide dos blastos leucêmicos.
(alternativa D) exame de imunofenotipagem não está indicado para o diagnóstico do subtipo de Leucemia do caso deste paciente.

Paciente, 65 anos, relata que há dez dias apresentou disfonia, bem como piora da disfagia, astenia e dispneia. Alega emagrecimento de 15 kg nos últimos três meses. Aponta não haver fatores de melhora ou piora para a disfonia. Destaca alimentos sólidos, como fator de piora para a disfagia, sem fatores de melhora; repouso como fator de melhora para a astenia e atividades diárias. Nega uso de medicamentos e doenças prévias. Refere ainda que trabalhou por 30 anos em indústria metalúrgica, e ser tabagista há 40 anos, com carga tabágica de 80 maços/ano. Relata que irmão mais velho teve câncer, qual não sabe especificar.
De acordo caso apresentado, analise as afirmativas a seguir: A suspeita diagnóstica não interfere nas intervenções necessárias que precisam ser dirigidas e dar suporte e apoio as mudanças de estilo de vida e das "escolhas" determinadas socialmente.
II- A abordagem inicial para a avaliação desse paciente é a identificação de condições e/ou problemas auto-referidas, que poderia ter sido reconhecido por meio do preenchimento da Ficha de Cadastro Individual.
III- Os fatores de risco apresentados não se relacionam com a suspeita diagnóstica. É importante apenas orientar paciente quanto ao enfrentamento do tabagismo e do consumo alimentar inadequado.
IV- tabagismo foi principal fator de risco para a doença diagnosticada (neoplasia pulmonar), mas os fatores genéticos e a história familiar de câncer de pulmão (hereditariedade) também favorecem ao desenvolvimento desse tipo de câncer.
(alternativa A) I, e III.
(alternativa B) le III.
(alternativa C) I, II, III e IV.
(alternativa D) e IV.

Maria da Luz, 52 anos, diabética tipo 2, moradora do Engenho Velho, vem a USF para acompanhamento de rotina. Durante a consulta relata a médica que vem com sensação de formigamento nos pés; não está conseguindo mudar alimentação e come doce escondido. Sente tristeza por não poder comer tudo como antes e tem medo de ficar cega ou amputar o pé como sua vizinha. Está sem vontade de caminhar e sair de casa e que de vez em quando esquece de tomar seus medicamentos, pois acha que se tomar diariamente vai ficar dependente.
Diante do relato acima lembrando das ações para o acompanhamento e monitoramento do paciente diabético, assinale a alternativa que compreende esse conjunto de ações com base no caso de D. Maria da Luz.
(alternativa A) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); ameaçar que se não fizer uso correto da medica ão necessitará de amputação; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais e encaminhar para psicóloga.
(alternativa B) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); uso correto da medicação prescrita (horários, doses); orientação para as complicações da doença; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais; encaminhamento para psiquiatra.
(alternativa C) Motivar a usuária para modificar alimentação e estilo de vida; falar que se não fizer uso correto da medicação poderá ter complicações como a amputação; orientar quanto ao controle da glicemia com verificação 3 vezes ao dia do índice glicêmico e encaminhar ao psiquiatra e nutricionista.

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