Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o caso apresentado. Alternativa A: "os níveis pressóricos indicam hipertensão arterial sem necessidade de nova confirmação, com indicação imediata terapêutica medicamentosa." Embora a pressão arterial do paciente esteja elevada (162/92 mmHg e 166/94 mmHg), a diretriz atual recomenda que o diagnóstico de hipertensão arterial deve ser confirmado em pelo menos duas medições em momentos diferentes antes de iniciar tratamento medicamentoso. Portanto, essa alternativa não está correta. Alternativa B: "deveria ter realizado a aferição da pressão arterial na posição ortostática para o correto diagnóstico de hipertensão arterial." A aferição ortostática é importante em casos de suspeita de hipotensão ortostática, mas não é uma prática padrão para o diagnóstico de hipertensão arterial. Portanto, essa alternativa também não é correta. Alternativa C: "possui manifestações clínicas e alterações no exame físico que caracterizam um quadro de urgência hipertensiva." O paciente não apresenta sinais de urgência hipertensiva, como dor torácica, dispneia ou alterações neurológicas. Ele está assintomático e com exame físico normal, então essa alternativa não é correta. Alternativa D: "é necessário aferir a pressão arterial em outro momento para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica." Essa alternativa está correta, pois, de acordo com as diretrizes, é necessário confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica com medições em momentos diferentes. Portanto, a alternativa correta é: D.
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