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Dona Lúcia, uma mulher de 72 anos, procura ambulatório médico com queixa de dor, inchaço, coceira e vermelhidão nas pernas. Ao examiná-la, médico nota presença de edema, dermatite ocre e uma úlcera cicatrizada com uma pequena região aberta nas pernas.
Ao questionar Dona Lúcia sobre sua história médica, ela relata que tem hipertensão arterial e já teve uma trombose venosa profunda. caso de dona Lúcia trata-se de
(alternativa A) DAOP, a qual é causada pelo estreitamento das veias das pernas, que leva a uma diminuição do fluxo sanguíneo.
(alternativa B) DAOP, a qual é causada pela obstrução das veias das pernas por coágulos sanguíneos, o que leva a um aumento da pressão venosa.
(alternativa C) IVC, a qual é causada pela retenção de líquidos instersticial, o que leva ao aumento da pressão arterial.
(alternativa D) IVC, a qual é causada pela dificuldade do sangue em retornar das pernas para o coração, o que eleva a pressão hidrostática.
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Praticando Para o Saber

há 7 meses

Respostas

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há 7 meses

Vamos analisar as alternativas com base nos sintomas e na história médica de Dona Lúcia. Dona Lúcia apresenta dor, inchaço, coceira, vermelhidão, edema, dermatite ocre e uma úlcera cicatrizada com uma pequena região aberta. Além disso, ela tem um histórico de hipertensão arterial e trombose venosa profunda. 1. Alternativa A: DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica) é caracterizada pelo estreitamento das artérias, não das veias, e não se relaciona diretamente com os sintomas apresentados. 2. Alternativa B: DAOP, como mencionado, não é a condição correta, pois se refere a obstrução arterial, não venosa. 3. Alternativa C: IVC (Insuficiência Venosa Crônica) é caracterizada pela retenção de líquidos intersticiais, mas a relação com a pressão arterial não é a principal causa dos sintomas apresentados. 4. Alternativa D: IVC, que é causada pela dificuldade do sangue em retornar das pernas para o coração, levando ao aumento da pressão hidrostática, está alinhada com os sintomas de inchaço, dor e a presença de úlceras. Diante disso, a alternativa correta é: d) IVC, a qual é causada pela dificuldade do sangue em retornar das pernas para o coração, o que eleva a pressão hidrostática.

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Paciente, masculino, 45 anos, foi admitido no departamento de emergência com queixas de fadiga, palidez, perda de peso, falta de apetite e febre de 38,5. Ele relatou que havia notado esses sintomas há cerca de 2 semanas e que estavam piorando. Além disso, ele também tinha notado algumas manchas roxas na pele, especialmente nos braços e pernas. Exame físico revelou palidez cutânea, aumento dos linfonodos cervicais, axilares e inguinais, além de petéquias e equimoses disseminadas pelo corpo. contagem de leucócitos no sangue periférico foi de 20.000/mm³, com predomínio de blastos imaturos (90%). contagem de plaquetas foi de 40.000/mm³, enquanto a hemoglobina estava em 7 g/dL. Os testes de coagulação foram normais. hematologista realizou aspirado de medula óssea e examinou esfregaço do material ao microscópico, identificando frequentes blastos com inclusões citoplasmáticas cristalinas formadas por grânulos azurófilos (lisossomos fundidos), denominadas bastões de Auer.
Baseado no caso acima, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) Trata-se de um caso de Leucemia Mielóide Aguda, provavelmente subtipo LMA-M3 (promielocítica).
(alternativa B) A biópsia de medula óssea ou a biópsia de um linfonodo é exame "padrão-ouro" para a subtipagem das leucemias.
(alternativa C) A presença de Bastões ou Bastonetes de Auer é patogneumônica de diferenciação Linfóide dos blastos leucêmicos.
(alternativa D) exame de imunofenotipagem não está indicado para o diagnóstico do subtipo de Leucemia do caso deste paciente.

Paciente, 65 anos, relata que há dez dias apresentou disfonia, bem como piora da disfagia, astenia e dispneia. Alega emagrecimento de 15 kg nos últimos três meses. Aponta não haver fatores de melhora ou piora para a disfonia. Destaca alimentos sólidos, como fator de piora para a disfagia, sem fatores de melhora; repouso como fator de melhora para a astenia e atividades diárias. Nega uso de medicamentos e doenças prévias. Refere ainda que trabalhou por 30 anos em indústria metalúrgica, e ser tabagista há 40 anos, com carga tabágica de 80 maços/ano. Relata que irmão mais velho teve câncer, qual não sabe especificar.
De acordo caso apresentado, analise as afirmativas a seguir: A suspeita diagnóstica não interfere nas intervenções necessárias que precisam ser dirigidas e dar suporte e apoio as mudanças de estilo de vida e das "escolhas" determinadas socialmente.
II- A abordagem inicial para a avaliação desse paciente é a identificação de condições e/ou problemas auto-referidas, que poderia ter sido reconhecido por meio do preenchimento da Ficha de Cadastro Individual.
III- Os fatores de risco apresentados não se relacionam com a suspeita diagnóstica. É importante apenas orientar paciente quanto ao enfrentamento do tabagismo e do consumo alimentar inadequado.
IV- tabagismo foi principal fator de risco para a doença diagnosticada (neoplasia pulmonar), mas os fatores genéticos e a história familiar de câncer de pulmão (hereditariedade) também favorecem ao desenvolvimento desse tipo de câncer.
(alternativa A) I, e III.
(alternativa B) le III.
(alternativa C) I, II, III e IV.
(alternativa D) e IV.

Maria da Luz, 52 anos, diabética tipo 2, moradora do Engenho Velho, vem a USF para acompanhamento de rotina. Durante a consulta relata a médica que vem com sensação de formigamento nos pés; não está conseguindo mudar alimentação e come doce escondido. Sente tristeza por não poder comer tudo como antes e tem medo de ficar cega ou amputar o pé como sua vizinha. Está sem vontade de caminhar e sair de casa e que de vez em quando esquece de tomar seus medicamentos, pois acha que se tomar diariamente vai ficar dependente.
Diante do relato acima lembrando das ações para o acompanhamento e monitoramento do paciente diabético, assinale a alternativa que compreende esse conjunto de ações com base no caso de D. Maria da Luz.
(alternativa A) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); ameaçar que se não fizer uso correto da medica ão necessitará de amputação; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais e encaminhar para psicóloga.
(alternativa B) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); uso correto da medicação prescrita (horários, doses); orientação para as complicações da doença; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais; encaminhamento para psiquiatra.
(alternativa C) Motivar a usuária para modificar alimentação e estilo de vida; falar que se não fizer uso correto da medicação poderá ter complicações como a amputação; orientar quanto ao controle da glicemia com verificação 3 vezes ao dia do índice glicêmico e encaminhar ao psiquiatra e nutricionista.

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