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Pré-escolar, masculino, quatro anos de idade, apresenta tosse seca persistente há um dia, evoluindo para dispneia nas últimas horas, sem febre. Mãe refere quadros semelhantes anteriormente. A criança tem histórico de dermatite e sintomas alérgicos com frequência. Filho único de mãe asmática e pai tabagista.
Nesse caso, qual achado deve ser provavelmente encontrado no exame físico?
(alternativa A) Sibilos inspiratórios e expiratórios difusos.
(alternativa B) Tosse estridulosa e rouquidão.
(alternativa C) Estridor inspiratório audível sem estetoscópio.
(alternativa D) Crepitações finas em ápice pulmonar, unilateral.
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há 7 meses

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há 7 meses

Vamos analisar as alternativas com base no quadro clínico apresentado: A criança tem tosse seca persistente, dispneia, histórico de dermatite e sintomas alérgicos, além de um histórico familiar de asma. Esses fatores sugerem uma possível condição respiratória relacionada à asma ou a uma reação alérgica. Agora, vamos às alternativas: a) Sibilos inspiratórios e expiratórios difusos - Os sibilos são sons respiratórios típicos em casos de obstrução das vias aéreas, como na asma. Dado o histórico da criança, essa é uma possibilidade forte. b) Tosse estridulosa e rouquidão - Esses achados são mais típicos de laringite ou croup, que não se encaixam bem no quadro apresentado. c) Estridor inspiratório audível sem estetoscópio - O estridor é um som respiratório que indica obstrução das vias aéreas superiores, o que não parece ser o caso aqui. d) Crepitações finas em ápice pulmonar, unilateral - As crepitações são mais associadas a pneumonia ou outras condições pulmonares, que não são indicadas no quadro. Diante disso, a alternativa que melhor se encaixa no quadro clínico da criança, considerando o histórico de asma e os sintomas apresentados, é: a) Sibilos inspiratórios e expiratórios difusos.

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Paciente, masculino, 45 anos, foi admitido no departamento de emergência com queixas de fadiga, palidez, perda de peso, falta de apetite e febre de 38,5. Ele relatou que havia notado esses sintomas há cerca de 2 semanas e que estavam piorando. Além disso, ele também tinha notado algumas manchas roxas na pele, especialmente nos braços e pernas. Exame físico revelou palidez cutânea, aumento dos linfonodos cervicais, axilares e inguinais, além de petéquias e equimoses disseminadas pelo corpo. contagem de leucócitos no sangue periférico foi de 20.000/mm³, com predomínio de blastos imaturos (90%). contagem de plaquetas foi de 40.000/mm³, enquanto a hemoglobina estava em 7 g/dL. Os testes de coagulação foram normais. hematologista realizou aspirado de medula óssea e examinou esfregaço do material ao microscópico, identificando frequentes blastos com inclusões citoplasmáticas cristalinas formadas por grânulos azurófilos (lisossomos fundidos), denominadas bastões de Auer.
Baseado no caso acima, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) Trata-se de um caso de Leucemia Mielóide Aguda, provavelmente subtipo LMA-M3 (promielocítica).
(alternativa B) A biópsia de medula óssea ou a biópsia de um linfonodo é exame "padrão-ouro" para a subtipagem das leucemias.
(alternativa C) A presença de Bastões ou Bastonetes de Auer é patogneumônica de diferenciação Linfóide dos blastos leucêmicos.
(alternativa D) exame de imunofenotipagem não está indicado para o diagnóstico do subtipo de Leucemia do caso deste paciente.

Paciente, 65 anos, relata que há dez dias apresentou disfonia, bem como piora da disfagia, astenia e dispneia. Alega emagrecimento de 15 kg nos últimos três meses. Aponta não haver fatores de melhora ou piora para a disfonia. Destaca alimentos sólidos, como fator de piora para a disfagia, sem fatores de melhora; repouso como fator de melhora para a astenia e atividades diárias. Nega uso de medicamentos e doenças prévias. Refere ainda que trabalhou por 30 anos em indústria metalúrgica, e ser tabagista há 40 anos, com carga tabágica de 80 maços/ano. Relata que irmão mais velho teve câncer, qual não sabe especificar.
De acordo caso apresentado, analise as afirmativas a seguir: A suspeita diagnóstica não interfere nas intervenções necessárias que precisam ser dirigidas e dar suporte e apoio as mudanças de estilo de vida e das "escolhas" determinadas socialmente.
II- A abordagem inicial para a avaliação desse paciente é a identificação de condições e/ou problemas auto-referidas, que poderia ter sido reconhecido por meio do preenchimento da Ficha de Cadastro Individual.
III- Os fatores de risco apresentados não se relacionam com a suspeita diagnóstica. É importante apenas orientar paciente quanto ao enfrentamento do tabagismo e do consumo alimentar inadequado.
IV- tabagismo foi principal fator de risco para a doença diagnosticada (neoplasia pulmonar), mas os fatores genéticos e a história familiar de câncer de pulmão (hereditariedade) também favorecem ao desenvolvimento desse tipo de câncer.
(alternativa A) I, e III.
(alternativa B) le III.
(alternativa C) I, II, III e IV.
(alternativa D) e IV.

Maria da Luz, 52 anos, diabética tipo 2, moradora do Engenho Velho, vem a USF para acompanhamento de rotina. Durante a consulta relata a médica que vem com sensação de formigamento nos pés; não está conseguindo mudar alimentação e come doce escondido. Sente tristeza por não poder comer tudo como antes e tem medo de ficar cega ou amputar o pé como sua vizinha. Está sem vontade de caminhar e sair de casa e que de vez em quando esquece de tomar seus medicamentos, pois acha que se tomar diariamente vai ficar dependente.
Diante do relato acima lembrando das ações para o acompanhamento e monitoramento do paciente diabético, assinale a alternativa que compreende esse conjunto de ações com base no caso de D. Maria da Luz.
(alternativa A) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); ameaçar que se não fizer uso correto da medica ão necessitará de amputação; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais e encaminhar para psicóloga.
(alternativa B) Motivar a usuária para modificar hábitos de vida não saudáveis (sedentarismo e estresse); uso correto da medicação prescrita (horários, doses); orientação para as complicações da doença; incentivar a participação de grupos operativos e atividades sociais; encaminhamento para psiquiatra.
(alternativa C) Motivar a usuária para modificar alimentação e estilo de vida; falar que se não fizer uso correto da medicação poderá ter complicações como a amputação; orientar quanto ao controle da glicemia com verificação 3 vezes ao dia do índice glicêmico e encaminhar ao psiquiatra e nutricionista.

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