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UERJ – 2012 101. Regurgitação de alimentos, halitose e crescente dificuldade para engolir vinham causando trans- tornos diários a uma aposentada de 74 anos. Na- quela manhã, mesmo a contragosto, ela realizou a bateria de exames complementares proposta pelo geriatra que a acompanhava. Ao final, foi-lhe su- gerida miotomia endoscópica ao se detectar um divertículo de esôfago, cujo lócus anatômico mais frequente é na região: a) hiatal b) faríngea c) epifrênica d) mesoesofágica ACERTEI ERREI DÚVIDA SES-SC – 2012 102. Em relação às perfurações do esôfago, assinale a alter- nativa INCORRETA: a) os procedimentos endoscópicos constituem a causa mais comum de perfuração esofágica iatrogênica, sen- do a junção gastroesofágica a mais comumente lesada b) o sintoma mais comum é a dor c) a tomografia de tórax é útil para o diagnóstico d) o período de tempo antes da drenagem ou reparo da perfuração representa a influência mais relevante para o prognóstico e) as perfurações de esôfago cervical possuem melhor prognóstico ACERTEI ERREI DÚVIDA Hospital Angelina Caron – 2012 103. Sobre a lesão esofágica como a perfuração do esôfago e as fístulas do esôfago, assinale a alternativa errada: a) os carcinomas de esôfago podem evoluir com fístula esofagobrônquica e é mais comum entre o brônquio esquerdo e a porção média do esôfago b) o tratamento indicado quando tem pneumomedias- tino é a manutenção da via aérea com ventilação mecânica, antibiótico de amplo espectro e drenagem do hemitórax comprometido visto pelo raio X c) o exame radiológico simples do tórax sugere o diag- nóstico na maioria dos pacientes d) podemos encontrar no raio X de tórax, ar ou nível hidroaéreo no mediastino, enfisema de subcutâneo, pneumotórax ou derrame pleural e) a endoscopia digestiva alta não é recomendada como método diagnóstico primário ACERTEI ERREI DÚVIDA Hospital Angelina Caron-PR – 2012 104. Nos pacientes com acalasia do cárdia existe a indica- ção de esofagectomia em qual afirmativa: a) paciente com exame radiológico que mostra megae- sôfago grau II b) displasia de alto grau na biópsia do cárdia c) durante miomectomia ou miectomia ocorrendo abertura da mucosa esofágica d) se persiste queixa de odinofagia após tratamento ci- rúrgico conservador e) nenhuma das anteriores ACERTEI ERREI DÚVIDA SES-RJ – 2012 105. Sobre as patologias que acometem o esôfago, pode- mos afirmar, EXCETO: a) a conduta terapêutica mais adequada para o tratamen- to da acalasia, com megaesôfago grau III (Resende), é a esofagocardiomiotomia com confecção de válvula b) a disfagia é o sintoma mais comum na apresentação do câncer de esôfago c) a conduta terapêutica conservadora é factível em um caso de perfuração de esôfago cervical, desde que o paciente encontre-se estável clinicamente e a perfu- ração esteja bloqueada d) a endoscopia digestiva alta, em casos de ingestão aci- dental de álcali com esofagite cáustica grave, não de- verá ser realizada antes das primeiras 24 horas após o acidente, já que nesse período o risco de perfuração esofágica iatrogênica é maior e proibitivo ACERTEI ERREI DÚVIDA UFPR – Clínica Cirúrgica – 2012 106. Quando ocorre uma onda peristática secundária no esôfago? a) durante a deglutição normal b) em caso de um bolo alimentar não completamente propelido dentro do esôfago c) quando há alteração da inervação intrínseca nos ple- xos mioentéricos d) em caso de anel de Schatzki e) no refluxo duodenogastroesofágico ACERTEI ERREI DÚVIDA UFPR – Clínica Cirúrgica – 2012 107. A injeção de toxina botulínica no esfíncter esofágico in- ferior tem boa resposta na acalasia. Qual é o tempo em que ela fica atuante mantendo o paciente sem disfagia? a) de 3 a 6 meses b) um ano c) dois anos d) ação persistente por períodos maiores que 5 anos e) 2 a 3 semanas e é utilizada no preparo nutricional de pacientes em pré-operatório ACERTEI ERREI DÚVIDA UFPR – Clínica Cirúrgica – 2012 108. Os divertículos dos segmentos médio e inferior do esôfago são: Clínica cirúrgica | Esôfago | Questões para treinamento SJT Residência Médica - 2015144