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a) disfagia cervical esofágica associada a defi ciência de fer- ro-dilatação esofágica e correção do defeito nutricional b) disfagia esofágica devido a anel de Schatzki e refl uxo – dilatação esofágica e inibidor de bomba de prótons c) disfagia severa devido a esfíncter superior esofágico anormal – esofagomiotomia d) acalasia esofágica discreta (tipo I ou II) – dilatação do esfíncter inferior e /ou procinéticos e) espasmo esofágico difuso grave – esofagectomia trans-hiatal ACERTEI ERREI DÚVIDA AMP – 2009 153. Dilatação da parede esofágica, que ocorre mais fre- quentemente em pessoas acima de 50 anos, raramen- te diagnosticada em crianças, mais comum no sexo masculino, tratando-se de doença adquirida, sendo sua incidência de 0,1 a 1,8% nos exames contrastados do aparelho digestivo alto: a) anel de Schatzki b) divertículo de tração c) divertículo epifrênico d) divertículo faringoesofagiano e) membrana esofágica ACERTEI ERREI DÚVIDA SES-DF – Gastroenterologia – 2009 154. O sintoma que mais frequentemente ocorre no diver- tículo do esôfago é a: a) odinofagia b) disfagia c) halitose d) regurgitação e) pirose ACERTEI ERREI DÚVIDA UFG – 2008 155. A esofagopatia chagásica é caracterizada pela acala- sia do esfíncter esofageano inferior e pelo prejuízo nutricio nal que é característico das fases avançadas da doença. Os critérios para o diagnóstico manomé- trico da acalasia nessa doença são: a) ausência do relaxamento do esfíncter inferior do esô- fago em resposta à deglutição e incoordenação das ondas peristálticas esofageanas b) ausência do relaxamento do esfíncter inferior do esôfa- go em resposta à deglutição e elevação da pressão intra- esofágica após administração de um antagonista vagal c) aumento na frequência e amplitude das ondas pe- ristálticas no esôfago e ausência do relaxamento do esfíncter inferior do esôfago após administração de um agonista vagal d) incoordenação de ondas peristálticas esofageanas em resposta à deglutição e dilatação do corpo do esôfago ACERTEI ERREI DÚVIDA UFG – 2007 156. Com relação à lesão de esôfago não neoplásico, é IN- CORRETO afi rmar: a) a síndrome de Mallory-Weis é a ruptura das cama- das mais internas do órgão b) a síndrome de Boerhaave caracteriza-se pela ruptura de todas as camadas do esôfago c) a lesão do segmento torácico é mais comum do que a do segmento cervical d) as lesões traumáticas do esôfago são raras ACERTEI ERREI DÚVIDA SES-SC – 2008 157. Em relação aos divertículos de tração do esôfago, as- sinale a alternativa correta. a) frequentemente causam disfagia b) ocorrem geralmente acima do cricofaríngeo c) fístulas esofagotraqueais são complicações comuns desses divertículos d) podem resultar da presença de processos infl amató- rios cicatriciais circunvizinhos ao esôfago médio e) quando se faz o diagnóstico deste tipo de divertícu- lo, sempre se indica tratamento cirúrgico ACERTEI ERREI DÚVIDA FESP – Clínica Cirúrgica – 2008 158. O esôfago é um tubo muscular que liga a faringe ao estômago. Durante o seu trajeto, ele se relaciona com diversas estruturas e apresenta estreitamentos natu- rais localizados nos seguintes seguimentos: a) 1 médio - 1 distal b) 1 proximal - 2 distals c) 1 proximal - 1 médio - 1 distal d) 1 proximal - 2 médios - 1 distal ACERTEI ERREI DÚVIDA FESP – Clínica Cirúrgica – 2008 159. Uma paciente feminina, com 30 anos de idade, é en- caminhada para tratamento cirúrgico de doença do refl uxo gastroesofágico. Refere asma de início recente, disfagia, impactação de alimentos, vômitos, globus e sufocação noturna. A endoscopia evidenciou sulcos lon- gitudinais e retrações anulares da mucosa esofagiana. O hemograma mostrou eosinofi lia e a pHmetria foi nor- mal. Assinale a alternativa correta em relação à hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais apropriada. a) acalasia, manometria esofageana b) esofagite eosinofílica, biópsia endoscópica c) neoplasia do esôfago, ultrassom endoscópico d) doença do refl uxo gastroesofágico, impedanciome- tria esofágica e) divertículo de Zencker, estudo contrastado do esôfago ACERTEI ERREI DÚVIDA FESP – Clínica Cirúrgica – 2008 160. Paciente com 35 anos com quadro que se iniciou há vários meses com disfagia após a ingestão de liquídos, especialmente os gelados, e posteriormente com dis- fagia a sólidos. Evolui com regurgitação de alimentos não digeridos, perda de peso e infecções pulmonares de repetição. Alivia-se da disfagia com elevação do queixo e extensão do pescoço. O diagnóstico mais provável é: 14 Anatomia, divertículos, acalasia e temas gerais 151