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ALUNA: JAQUELINY KESLIAN NERES DOS SANTOS
MATRICULA:01435636
CURSO: PEDAGOGIA
Organização e Legislação da Educação - 20212.A
Avaliação On-Line 5 (AOL 5) - Atividade Contextualizada
Então, o Estatuto da criança e adolescente aborda direitos e deveres, caso o aluno venha a deteriorar um bem da escola.
Mediante o seu conhecimento perante a lei, ele poderá ser punido por alguma medida socioeducativa?
Está previsto no art. 37, b, na Convenção sobre os Direitos da Criança que dispõe: “nenhuma criança seja privada de sua liberdade de forma ilegal ou arbitrária. A detenção, a reclusão ou a prisão de uma criança, serão efetuadas conforme em conformidade com a lei e apenas com último recurso, e durante o mais breve período de tempo que for apropriado” (BRASIL. Lei n. 8.069/90).
O referido princípio busca orientar a intervenção mínima nas punições, devendo apenas ser castigadas as infrações mais prejudiciais à sociedade e de relevância social mais significativa, devendo ser imposto um castigo proporcional à gravidade do delito. Com isso, a norma penal juvenil somente será utilizada para defender bens jurídicos essenciais de agressões mais gravosas, ou ainda, ser usada de maneira secundaria em condutas que não possam ser tratadas por outros meios de controle social (VÁZQUEZ GONZÁLEZ apud SHECAIRA, 2008, p. 147).
O aluno está acobertado?
O garantismo penal impregna a normativa relativa ao adolescente infrator como forma de proteção desta em face de ação do Estado. A ação do Estado autorizando-se a sancionar o adolescente e infligir-lhe uma medida socioeducativa fica condicionada a apuração dentro do devido processo legal que este agir típico se faz antijurídico e reprovável - daí culpável (SARAIVA, 2002, p.66).
Segundo o Desembargador Napoleão X. do Amarante:
Significa dizer que o fato atribuído à criança ou ao adolescente, embora enquadrável como crime ou contravenção, só pela circunstância de sua idade, não constitui crime ou contravenção, mas, na linguagem do legislador, simples ato infracional. O desajuste existe, mas, na acepção técnico-jurídica, a conduta do seu agente não configura uma ou outra daquelas modalidades de infração, por se tratar simplesmente de uma realidade diversa. Não se cuida de uma ficção, mas de uma entidade jurídica a encerrar a ideia de que também o tratamento a ser deferido ao seu agente é próprio e específico.

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