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Alessandro Silva Porto Eliana Rubia Lima da Silva Graciela Mônica Farias Hatcherian Mateus Bandeira Mesquita Milena Ferreira Cantuária ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO (AVE) O acidente vascular encefálico é uma doença vascular que acomete o sistema nervoso central tendo como uma das sequelas a espasticidade, que acarreta diversos inconvenientes para os pacientes. Entre os inconvenientes podemos destacar a espasticidade de membros superiores, o qual atrapalha diretamente na função e nas atividades de vida diária. Além da elevada mortalidade, o AVE, é uma doença altamente incapacitante, devido a alterações motoras que ocorre, como a espasticidade. Acarreta diversos inconvenientes para o paciente, como dificuldade de movimentos finos, espasmos de flexão, posturas viciosas, dificuldade de higienização, dor e desenvolvimento de contraturas e retração dos segmentos afetados ETIOLOGIA O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é o termo designado para “infarto” cerebral, devido uma hemorragia ou isquemia, ou seja, perda de função cerebral na região acometida. O AVE isquêmico é o tipo mais comum, cerca de 80%, que resulta em um bloqueio cerebral, levando a isquemia na região. Já o hemorrágico é o resultado da ruptura de um vaso sanguíneo cerebral, corresponde a 20% dos acidentes FATORES DE RISCO Hipertensão; Diabetes tipo 2; Colesterol alto; Sobrepeso; Obesidade; Tabagismo; Uso excessivo de álcool; Idade avançada; SINAIS E SINTOMAS DEPENDEM MUITO DA GRAVIDADE, DO TIPO( ISQUEMICO OU HEMORRÁGICO), DO LOCAL AFETADO E DA EXTENSÃO DA LESÃO. Diminuição ou perda súbita da força da face, braço ou perna de um lado do corpo. Alteração súbita de sensibilidade e formigamento. Perda de visão em um ou nos dois olhos. Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente Instabilidade e desequilíbrios associados a náuseas e vômitos. Tratamento fisioterapia condutas Eletrotermofototerapia Liberação miofascial Exercícios cinesioterapêuticos Alongamentos PNF ( Facilitação neuromuscular proprioceptiva) Treino da Marcha Indicação Órteses Treino das AVD’S. A Utilização de Órtese em MMSS PARA SEQUELAS DE ave Dentre muitos tratamentos descritos na literatura, para espasticidade em MMSS decorrente do AVE, a órtese estática (OE) é utilizada como tratamento auxiliar, devido ao padrão postural em flexão de punho e dedos com o polegar em adução ou espalmado, no qual a OE vai estabilizar o membro (CORREIA et al., 2010; O'DWYER et al., 1996) pacientes com espasticidade em MMSS apresentam padrão postural em flexão de punho, dedos e polegar aduzido ou espalmado, o estudo de Pardini (2006) apud Assumpção citou que a órtese é considerada um recurso essencial na reabilitação da mão, na qual atua impedindo ou corrigindo deformidades já existentes. Materiais utilizados; Cano PVC, velcros, makita aquecedora, Serra, tesoura, folha EVA, cola, Fita dupla- fácil, espuma, lixa, papel e lápis Referências bibliográficas SMIDERLE, F., CAMARGO, C. L. Intervenção fisioterapêutica nas complicações ortopédicas em paciente pós-acidente vascular encefálico. Fortaleza: UNIAMERICA, 2012. Disponível em: http://www.uniamerica.br/arquivos/1seminariofisioterapia/intervencao-avc Fernanda-Carla.pdf >. Acesso em: 15 agos. 2015. https://www.efdeportes.com/efd167/ortese-estatica-para-membros-superiores.htm www.fisioweb.com.br https://revistainterdisciplinar.uninovafapi.edu.br/index.php/revinter/article/view/907 file:///C:/Users/Raimunda/Downloads/Dialnet-AtuacaoDosProfissionaisFisioterapeutasNaReabilitac-6772018.pdf