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BASES CONCEITUAIS DOS MODELOS DE GESTÃO
FGV gabarito (9)
Uma das mudanças de maior relevância na adoção de novos modelos de gestão é a transformação de uma visão mecânica reducionista em uma visão holística e integradora, com o espaço para a inteligência intuitiva e a criação de conhecimento.
As organizações sobreviverão e terão vantagem competitiva se forem capazes de atrair e reter os melhores trabalhadores do conhecimento.
Para que trabalhadores do conhecimento se tornem uma real vantagem competitiva, é necessário, por exemplo, que tenham:
	R:
	competência para o autogerenciamento e a autonomia.
A empresa vista como um organismo vivo adota um olhar mais humano para a organização e para os que dela fazem parte. Ela é vista como uma comunidade de indivíduos que buscam atuar com sustentabilidade e agregar valor nas atividades que executam.
Uma empresa sob o enfoque de um organismo vivo:
	R:
	adapta-se às condições ambientais.
A figura a seguir representa o modelo organizacional de Noel Tichy:
Segundo esse modelo de composição organizacional, é CORRETO afirmar que:
	R:
	a estrutura organizacional é dependente da estratégia.
Bartlett e Ghoshal analisaram dois modelos de gestão antagônicos. Um deles focado em estratégia, estrutura e sistemas, e outro que prioriza os propósitos, os processos e as pessoas.
Uma empresa que adota um modelo de gestão com foco em estratégia, estrutura e sistemas:
	R:
	incentiva a interação entre dirigentes e colaboradores.
As origens da Administração remontam aos primórdios da civilização. Muitos dos conceitos de gestão atualmente estudados tiveram suas origens em precedentes históricos, que respaldaram o modo como muitos administradores resolvem seus problemas nos dias de hoje. Saindo de uma sociedade agrária, passamos pela revolução industrial e chegamos, nos dias atuais, a uma sociedade do conhecimento.
O trabalhador da sociedade do conhecimento se caracteriza por:
	R:
	ser criativo e flexível diante da ambiguidade e da incerteza.
A análise de cenários é um conceito de origem militar que passou a ser amplamente utilizado como ferramenta de gestão. Ela permite que estratégias sejam estabelecidas considerando-se um contexto futuro, identificando fatores que podem impulsionar o negócio em meio a um cenário competitivo.
Segundo Schwartz, a análise de cenários deve ser feita sob três enfoques:
	R:
	otimista, pessimista, continuísta.
Em 1914, Henry Ford desenvolveu um sistema de fabricação em massa para sua empresa e revolucionou a indústria automobilística. O sistema baseou-se em uma linha de produção composta de uma esteira rolante que conduzia os automóveis, e cada funcionário produzia uma parte dos veículos, sem precisar se mover. Esse sistema ficou conhecido como Fordismo.
Podemos afirmar que o Fordismo segue um modelo de:
	R:
	sistema mecânico, pois os funcionários são vistos apenas como peças substituíveis.
A criação e o estudo de cenários têm por objetivo aumentar a capacidade de percepção dos tomadores de decisão para que cumpram seu papel de forma estratégica, buscando compreender o significado dos acontecimentos e sua complexidade.
Elaborar estudos de cenários é importante porque:
	R:
	aumenta o nível de consciência e melhora a qualidade das decisões.
Elliott Jacques realizou estudos acompanhando a evolução dos indivíduos na organização. Ele constatou que, quanto mais um indivíduo fosse capaz de formular objetivos, de elaborar e executar um planejamento e de fazer nele as mudanças necessárias, maiores seriam seu nível de abstração, seu horizonte de visão e sua capacidade de assumir cargos gerenciais de níveis cada vez mais elevados. Além disso, Jacques também observou que a capacidade de trabalho de um indivíduo tem uma correlação direta com a idade cronológica.
Essa constatação nos leva a concluir que:
	R:
	a capacidade de abstração é fundamental para níveis decisórios mais elevados.
A eficácia de uma organização costuma ser tomada como o grau em que ela realiza seus objetivos. A organização eficaz é a que faz as coisas certas, aquilo que a leva ao alcance de sua estratégia. A busca da eficácia organizacional leva a empresa a estabelecer uma prioridade de valores, isto é, o que ela irá enfatizar em seu modo de ação.
Nesse contexto, estabelecer metas significa:
	R;
	focalizar aquilo que é importante.

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