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1 
 
 
UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP 
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
POLO SUMARÉ-CURSO DE PEDAGOGIA 
 
PEDAGOGIA-LICENTICATURA 
 
 
 
 
Gisela Botelho de Sena 
 
 
 
 
PROJETO INTEGRADOR: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM 
 
 
 
 
 
Disciplinas Norteadoras: Aprendizagem e Desenvolvimento 
Social da Criança, Didática da Alfabetização e do Letramento, 
Didática da Língua Portuguesa, Educação de Jovens e Adultos 
e Prática Pedagógica: Investigação Científica. 
 
Tutora a distancia: Jacqueline Rodrigues Carvalho Grade 
 
 
 
 
 
SUMARÉ-SP 
 
 
2 
 
 
2019 
 
SUMÁRIO 
• Introdução..........................................................................................................3 
• Desenvolvimento...............................................................................................5 
• Considerações Finais........................................................................................8 
• Referências Bibliograficas.................................................................................9 
• Análise Bibliográfica........................................................................................10 
 
 
 
 
3 
 
 
INTRODUÇÃO 
Crianças com dificuldades de aprendizagem podem comprovar atrasos em 
pequenas áreas e por meio desses sinais demonstrados, precisa ser avaliada e 
reavaliada, principalmente, na fase pré-escolar, de modo que o professor tem que 
prestar bastante atenção em diversos aspectos do sujeito e das situações 
apresentadas, por exemplo, na dificuldade para entender ordens, na linguagem e 
comunicação, no cognitivo ao montar quebra cabeça, entre outros. 
Entretanto, a definição e os significados de deficiência, distúrbio, transtorno, 
dificuldade e/ou problema de aprendizagem é uma problemática para os que atuam 
com o diagnóstico, a prevenção e a reabilitação do processo ensino e 
aprendizagem, pois esses são ora divergentes, ora complementares. 
 
A etiologia das dificuldades de linguagem e aprendizagem é diversa e pode 
envolver fatores orgânicos, intelectuais/cognitivos e emocionais (estrutura 
familiar relacional), ocorrendo, na maioria das vezes, uma inter-relação 
entre todos esses fatores. Sabe-se que as dificuldades de aprendizagem 
também podem ocorrer em concomitância com outras condições 
desfavoráveis (retardo mental, distúrbio emocional, problemas sensório-
motores) ou, ainda, ser acentuadas por influências externas, como, por 
exemplo, diferenças culturais, instrução insuficiente ou inapropriada. 
(SCHIRMER; FONTOURA; NUNES, 2004). 
 
Sabe-se que as dificuldades de aprendizagem também podem ocorrer em 
concomitância com outras condições desfavoráveis (retardo mental, distúrbio 
emocional, problemas sensório-motores) ou, ainda, ser acentuadas por influências 
externas, como, por exemplo, diferenças culturais, instrução insuficiente ou 
inapropriada. 
Os transtornos de aprendizagem ou distúrbios (aqui, os termos entendidos 
como sinônimos) são apresentados no DSM-IV e CID10 e se caracterizam em, 
basicamente três grupos: de leitura, da matemática e da expressão escrita, que por 
sua vez, levam às dificuldades de aprendizagem (ERECHIM, 2011). 
Assim, o objetivo geral deste trabalho é compreender as principais teorias e 
abordagens sobre as formas de aprender, a fim de entender os significados e 
definições de deficiência, distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de 
aprendizagem, bem como caracterizar as principais situações presentes na 
 
 
4 
 
 
educação, na busca da promoção de uma escola inclusiva e de qualidade para 
todos. 
Conhecer, compreender e apresentar os conceitos e definições de deficiência, 
distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem, bem como 
caracterizar as principais situações presentes na educação, apontando a definição, 
causas e possíveis tratamentos e analisar as leis de Educação Especial e Inclusiva, 
bem como as teorias e ações para uma escola de qualidade, sem exceções. 
segundo capítulo apresenta um estudo e definições de deficiência, distúrbio, 
transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem, bem como define, 
caracteriza e aponta as principais causas e possíveis tratamentos das situações 
mais presentes na educação. 
Nessa perspectiva, o presente trabalho acadêmico, pretende a partir de uma 
pesquisa, leitura e revisão bibliográfica de obras que contemplem a temática em 
questão, buscando analisar, compreender e contextualizar esses conceitos, a fim de 
compreender cada um, entendo os processos de aprendizagem e não 
aprendizagem, bem como as principais teorias, além de apresentar as principais 
deficiências, distúrbios, transtornos, dificuldade e/ou problema de aprendizagem 
presentes na escola, partindo do princípio que a escola é para todos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
PRÉ-PROJETO 
Tema: Desenvolvimento e Aprendizagem 
Justificativa 
O desenvolvimento e a aprendizagem de um indivíduo acontecem mediante 
as habilidades e capacidades apresentadas pelo mesmo, bem como as influências e 
estímulos recebidos, diante do contexto em que se está envolvido. Dessa forma, 
esses conceitos passam a ser muito relativos, considerando que não são as 
mesmas coisas em momentos, situações e pessoas diferentes e diversas. Aprender 
e desenvolver são, entretanto, conceitos interligados, sendo compreendidos como 
processos constantes de mudanças, por meio de experiências vivenciadas e 
internalizadas, sendo significativa à medida que se estabelece uma relação de 
causa e consequência em determinada realidade. Conforme Legal e Delvan (2011, 
p.14) “desenvolvimento e aprendizagem são processos distintos, mas não se dão 
em separado”. Assim, compreendemos que: 
O desenvolvimento do ser humano é um processo de construção social que 
se dá nas e através das múltiplas interações que um indivíduo estabelece 
desde o seu nascimento, com outras pessoas e, particularmente, com 
aquelas com as quais ele mantém um maior vínculo afetivo. Tais interações 
ocorrem em ambientes organizados e modificados pelos adultos, conforme 
as concepções sobre o desenvolvimento infantil próprias daquela cultura, 
das quais eles se apropriam através de suas experiências anteriores 
(ROSSETTI; FERREIRA et al, 2004). 
Nesse sentido, podemos dizer que, o desenvolvimento humano e a 
aprendizagem sofrem intervenções de diversos fatores que influenciam 
positivamente ou não, tais processos. Essas intervenções podem ser tanto de 
caráter externos, influenciadas por fatores como, por exemplo: localidade, 
temporalidade, ambiente, luz, recursos, materiais, procedimentos, metodologias e 
até mesmo o próprio educador, já que cada pessoa tem sua maneira de transmitir 
conhecimento e ensinar, além de que, apesar do educador usufruir de uma mesma 
essência, cada um tem suas particularidades e características; quanto internas, 
como: atenção, percepção, linguagem, pensamento, inteligência, tempo de inserção 
de novas atividades, sejam elas, social, motora ou cognitiva, faixa etária, 
 
 
6 
 
 
maturidade, motivação e habilidades sociais, comunicativas, deficiências, entre 
outras. 
Nessa perspectiva, o estudo do desenvolvimento humano abrange os 
processos psicobiológicos, o sociocultural, a análise do tempo e da cultura e o 
desdobramento das pessoas. O processo de aprendizagem ou não aprendizagem 
compreende e analisa diversos fatores: O sujeito, a família, a escola, os métodos, a 
sociedade, o contexto histórico, etc., buscando oferecer e subsidiar essas questões 
a fim de promovê-las da melhor forma e superar as dificuldades. 
 
Problema: Dificuldades de aprendizagem na construção de uma escola inclusiva 
Um aspecto relevante para o ensino e o trabalho com as dificuldades de 
aprendizagem está no fato de que Vygotsky (1998) afirma que não há dois modos 
de desenvolvimento, um para deficientes intelectuais e outro para pessoas que não 
têm, enfatizando a ideia de unidadedas leis do desenvolvimento. Isso porque, 
Vygotsky (1998) mostrou que não é possível determinar o nível em que a criança irá 
alcançar e ressalta a importância do enfoque no desenvolvimento das funções 
cognitivas superiores, ao contrário do que se acredita ao se basear o ensino dessas 
crianças com métodos concretos. Assim, cabe à escola oferecer diferentes recursos 
e metodologias, bem como se organizar e reestruturar para uma educação inclusiva, 
favorecendo como um todo o processo ensino e aprendizagem. Dessa forma, o 
autor tem norteado muitos documentos de orientações para o trabalho com 
deficiente ou pessoa com dificuldade de aprendizagem. 
As contribuições de Henri Wallon (1872-1962) 
Henri Wallon buscou compreender o desenvolvimento humano de uma forma 
mais completa, através das emoções, do afeto e do movimento, apontando que as 
condições orgânicas e sociais constituem as atividades de cada estágio, propondo 
cinco deles. 
O estágio impulsivo emocional compreende o sujeito do zero a um ano de 
idade, sendo que até os três meses o bebê está centrado na exploração do corpo e 
sensibilidades, os movimentos garantem a satisfação de suas necessidades. Já dos 
 
 
7 
 
 
quatro aos doze meses os padrões emocionais são diferenciados e inicia-se um 
processo de comunicação pelo corpo (Galvão, 2002). 
O estágio sensório motor e projetivo surge no primeiro ano de vida e se 
estende até os três. É um período de exploração do espaço, acompanhado dos 
gestos e da fala, a discriminação de objetos promove o desenvolvimento afetivo e 
cognitivo (Ide, ibidem). 
No estágio do personalismo ocorre a exploração de si através da oposição e 
sedução, por meio da imitação. A criança inicia o processo de diferenciar-se do 
outro, aprende a dizer não e é egocêntrica. O estágio ocorre a partir dos três anos 
de idade e vai até os seis anos (Galvão, 2002) 
No estágio categorial a diferenciação entre o eu e o outro passa a serem 
claras e definidas, as atividades de agrupamento, de seriação, classificação e 
categorização passa por vários níveis de abstração (Ide, ibidem). 
Por último, dos 11 anos em diante, surge o estágio da puberdade e 
adolescência, surge os conflitos de confronto e autoafirmação, de questionamento e 
internalização de valores, os grupos sociais também aparecem como fatores 
importantes nesse processo (Idem, ibidem). 
Wallon fundamentou ainda leis que regulamentam esses estágios observando 
que há uma interação entre os estágios e uma predominância ou da dimensão 
afetiva ou da dimensão cognitiva, de forma alternada, sendo o desenvolvimento 
motor a manifestação dessa predominância, de forma que essas dimensões vão se 
sincretizando e diferenciando-se de forma mais precisa e coordenada (LEGAL; 
DELVAN, 2011). 
Para este estudioso educar significa promover condições que respeitem as 
leis e regulam o processo de desenvolvimento, mantendo a interação dos conjuntos 
motor, afetivo e social e levando em conta as possibilidades orgânicas e 
neurológicas. Além disso, a afetividade garante o vínculo com o meio social, o que 
favorece o desenvolvimento intelectual. 
 
 
 
 
8 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Concluímos dizendo que a relação entre ensino e aprendizagem não é 
mecânica, não é uma simples transmissão do professor que ensina para o aluno que 
aprende. Ao contrário, é uma relação recíproca na qual se destacam o papel 
dirigente do professor e a atividade dos alunos. 
 O ensino visa estimular, dirigir, incentivar, impulsionar o processo de 
aprendizagem dos alunos, pois tem um caráter eminentemente pedagógico, ou seja, 
o de dar um rumo definido para o processo educacional que se realiza no ambiente 
escolar. 
 A aprendizagem é a assimilação ativa de conhecimentos e de operações 
mentais, para compreendê-los e aplicá-los consciente e autonomamente, é a criação 
de uma forma de conhecimento humano – relação cognitiva entre aluno e matéria de 
estudo desenvolvendo-se sob as condições específicas do processo de ensino 
existe por si mesmo, mas na relação com a aprendizagem. 
 Assim sendo, a aprendizagem tem um vínculo direto com o meio social que 
circunscreve não só as condições de vida do individuo mas também a sua relação 
com o ambiente escolar e o estudo, sua percepção e compreensão das matérias. A 
consolidação dos conhecimentos depende dos significados que eles carregam em 
relação à experiência social do jovem e dos adultos na família, no meio social, no 
trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS 
UMA ALTERNATIVA PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DISCENTE 
DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. Disponível em: 
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf. Acesso em: 23 de 
outubro de 2019. 
 
Dificuldades de Aprendizagem de A à Z. Disponível em: 
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a. Acesso 
em: 23 de outubro de 2019 
A PSICOPEDAGOGIA E SUAS ESTRATÉGIAS FACILITADORAS. 
Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-
psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225. Acesso em 24 de outubro de 
2019. 
 
Distúrbios da fala e da linguagem na infância. Disponível em: 
http://rmmg.org/artigo/detalhes/808. Acesso em 24 de outubro de 2019 
 
O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A CONSTRUÇÃO DE HÁBITOS E 
VALORES PARA UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO TRAN. Disponível em: 
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-
construcao-habitos.htm. Acesso em: 25 de outubro de 2019. 
 
Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial 
Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
84862006000300007. Acesso em: 23 de outubro de 2019. 
 
Afetividade e processo ensino-aprendizagem: contribuições de Henri Wallon 
Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-
69752005000100002 Acesso em: 24 de outubro de 2019. 
 
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
http://rmmg.org/artigo/detalhes/808
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002
 
 
10 
 
 
ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA 
UMA ALTERNATIVA 
PARA O PROCESSO 
DE AVALIAÇÃO 
DISCENTE DOS 
CURSOS 
SUPERIORES DE 
TECNOLOGIA. 
Disponível em: 
http://www.abenge.org.
br/cobenge/arquivos/7/a
rtigos/104305.pdf 
O presente trabalho destaca a importância do uso de 
projetos na construção civil do conhecimento dos alunos, 
atribuindo significado preciso ao conteúdo e à 
transformação da informação que origina os diferentes 
saber para disciplinar, não para disciplina, mítico e de 
senso comum, e na perspectiva que trata de explorar a 
relações entre o objeto de pesquisa e os diferentes 
campos do conhecimento. Dentro desta abordagem, é 
proposta como proposta aos Cursos de Pós-Graduação 
Tecnológica da Federal Centro de Educação Tecnológica 
de Santa Catarina (CEFET/SC), a adoção de projetos 
interdisciplinares, chamados de integrador, para a 
avaliação dos alunos no processo de ensino-
aprendizagem. 
Dificuldades de 
Aprendizagem de A à 
Z. Disponível em: 
https://issuu.com/anace
cilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-
de-a-a. 
Este livro apresenta as descobertas mais importantes 
acerca das funções cerebrais e do processamento da 
informação, cobrindo todos os estágios do 
desenvolvimento. Explora os “mitos” e as “lendas” que 
permeiam este tema. Recurso completo que auxilia tanto 
na escola quanto em casa 
A PSICOPEDAGOGIA 
E SUAS 
ESTRATÉGIAS 
FACILITADORAS. 
Disponível em: 
https://www.portaleduca
cao.com.br/conteudo/ar
tigos/pedagogia/a-
psicopedagogia-e-suas-
estrategias-
facilitadoras/58225 
Neste livro os autores referem-se aos aspectos 
relacionados aos problemas de aprendizagem e nos 
remete a reflexões acerca desse processo. 
O psicopedagogo necessita estar em conjunto com o 
professor para que ambos possam ‘repensar’ novas 
formas de suprir as necessidades específicas de cada 
aluno, ou seja, de forma indissociável, requer muita 
observação e avaliação para conseguirem uma solução 
para os problemas apresentados de acordo com suas 
especificidades psicopedagógicas. Com essa parceria a 
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a
https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225
 
 
11 
 
 
conquista de uma aprendizagem efetiva ocorre de forma 
importante e enriquecedora. 
Tendo como finalidade principal o bem estar do educando 
e seu processo de ensino aprendizagem. 
Nesse contexto é certo que precisamos ser persistentes e 
confiantes atuando como educadores que visam à 
aquisição do conhecimento. 
Precisamos também ser críticos e analíticos para que se 
possa realizar um trabalho de excelência e qualidade, 
transformando o aluno em seres capazes de pensar e agir 
criticamente em sociedade. 
Distúrbios da fala e da 
linguagem na 
infância. Disponível 
em: 
http://rmmg.org/artigo/d
etalhes/808 
Neste livro as autoras Letícia e Vanessa falam sobre os 
distúrbios da fala e da linguagem são doenças prevalentes 
na infância, passíveis de prevenção e tratamento quando 
diagnosticados precocemente. Os pediatras, como 
profissionais responsáveis pela saúde da criança, são os 
primeiros a avaliar o desenvolvimento infantil e, muitas 
vezes, são questionados sobre os aspectos comunicativos 
da criança. Assim, conhecimentos oriundos da 
Fonoaudiologia são abordados no presente artigo com o 
objetivo de orientar o público de pediatras a respeito do 
desenvolvimento e dos distúrbios da comunicação em 
crianças. 
O BRINCAR NA 
EDUCAÇÃO 
INFANTIL: A 
CONSTRUÇÃO DE 
HÁBITOS E VALORES 
PARA UMA 
PROPOSTA DE 
EDUCAÇÃO TRAN. 
Disponível em: 
https://monografias.bras
ilescola.uol.com.br/educ
acao/o-brincar-na-
educacao-infantil-
As crianças exploram o imaginário como um elemento 
intrínseco a sua vida, as brincadeiras, jogos povoam este 
espaço enriquecendo suas vivências com os outros e o 
mundo que a circunda. As brincadeiras e jogos infantis 
têm as suas características e evolução, vão 
desenvolvendo-se de acordo com a fase do 
desenvolvimento inserida a criança e as suas vivências 
com o meio. Desde o período sensório-motor, que a 
http://rmmg.org/artigo/detalhes/808
http://rmmg.org/artigo/detalhes/808
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
 
 
12 
 
 
construcao-habitos.htm criança ao explorar o espaço e descobri-lo ao jogar com 
regras no período pré-operatório já realiza brincadeiras 
sociais. Este trabalho tem o objetivo de construir um 
estudo bibliográfico sobre a temática buscando suporte 
teórico metodológico para proporcionar aos educadores 
de Educação Infantil uma proposta de ação pautada nos 
valores éticos, morais afetivos através das brincadeiras e 
jogos infantis. A metodologia fez-se mediante a pesquisa 
bibliográfica e por meio de textos eletrônicos, os dados 
coletados foram analisados para um aprofundamento 
sobre o tema, o brincar na Educação Infantil. Os 
resultados concretizam-se a partir da construção de uma 
proposta holística do brincar, fundamentando este 
momento como meio de expressão e associação com o 
mundo no qual nos inserimos. Saber os níveis de 
desenvolvimento das crianças bem como, os tipos de 
brincadeiras e jogos torna o trabalho pedagógico valioso a 
professores e alunos, tendo a visão do todo como 
primordial. Segundo Piaget, o jogo inscreve-se dentro de 
um conjunto de ações, acompanhando os estágios de 
desenvolvimento da criança, partindo de patamares 
simples para mais complexos. 
Superando limites: a 
contribuição de 
Vygotsky para a 
educação especial 
Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.or
g/scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S0103-
84862006000300007. 
A presente referência tem como objetivo mostrar a 
contribuição da obra de Vygotsky para o trabalho com 
sujeitos com necessidades educativas especiais. Além de 
oferecer um novo paradigma para a compreensão dos 
problemas desses sujeitos, a obra do autor aponta 
alternativas inovadoras para a educação dos mesmos. 
Numa abordagem dialética e prospectiva do indivíduo e da 
sociedade, Vygotsky centraliza seu trabalho nas 
possibilidades dos sujeitos e não nos seus "déficits" ou 
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007
 
 
13 
 
 
Acesso em: 23 de 
outubro de 2019. 
 
 
limites, mostrando que estes, contrariando o que muitos 
pensam, podem se tornar uma fonte de desenvolvimento. 
 
Afetividade e 
processo ensino-
aprendizagem: 
contribuições de 
Henri Wallon 
Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.or
g/scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S1414-
69752005000100002 
Acesso em: 24 de 
outubro de 2019. 
 
A citação discute conceitos fundamentais da teoria 
walloniana para a compreensão da dimensão afetiva e 
sua relevância no desenvolvimento do processo ensino — 
aprendizagem. A primeira parte analisa o processo ensino 
— aprendizagem como unidade, na qual a relação 
interpessoal professor-aluno é fator determinante. Na 
segunda, é justificada a escolha dessa teoria para iluminar 
a questão da afetividade no processo ensino-
aprendizagem. Na terceira, é discutido o conjunto 
afetividade em seus vários componentes (emoções, 
sentimentos e paixão), bem como o seu papel nos 
diferentes estágios de desenvolvimento. Finalmente, é 
apresentadoum quadro com as principais características 
dos estágios. 
 
 
 
 
 
 
 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002
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	UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
	CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
	POLO SUMARÉ-CURSO DE PEDAGOGIA
	PEDAGOGIA-LICENTICATURA
	A PSICOPEDAGOGIA E SUAS ESTRATÉGIAS FACILITADORAS. Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225. Acesso em 24 de outubro de 2019.

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