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1 UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA POLO SUMARÉ-CURSO DE PEDAGOGIA PEDAGOGIA-LICENTICATURA Gisela Botelho de Sena PROJETO INTEGRADOR: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Disciplinas Norteadoras: Aprendizagem e Desenvolvimento Social da Criança, Didática da Alfabetização e do Letramento, Didática da Língua Portuguesa, Educação de Jovens e Adultos e Prática Pedagógica: Investigação Científica. Tutora a distancia: Jacqueline Rodrigues Carvalho Grade SUMARÉ-SP 2 2019 SUMÁRIO • Introdução..........................................................................................................3 • Desenvolvimento...............................................................................................5 • Considerações Finais........................................................................................8 • Referências Bibliograficas.................................................................................9 • Análise Bibliográfica........................................................................................10 3 INTRODUÇÃO Crianças com dificuldades de aprendizagem podem comprovar atrasos em pequenas áreas e por meio desses sinais demonstrados, precisa ser avaliada e reavaliada, principalmente, na fase pré-escolar, de modo que o professor tem que prestar bastante atenção em diversos aspectos do sujeito e das situações apresentadas, por exemplo, na dificuldade para entender ordens, na linguagem e comunicação, no cognitivo ao montar quebra cabeça, entre outros. Entretanto, a definição e os significados de deficiência, distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem é uma problemática para os que atuam com o diagnóstico, a prevenção e a reabilitação do processo ensino e aprendizagem, pois esses são ora divergentes, ora complementares. A etiologia das dificuldades de linguagem e aprendizagem é diversa e pode envolver fatores orgânicos, intelectuais/cognitivos e emocionais (estrutura familiar relacional), ocorrendo, na maioria das vezes, uma inter-relação entre todos esses fatores. Sabe-se que as dificuldades de aprendizagem também podem ocorrer em concomitância com outras condições desfavoráveis (retardo mental, distúrbio emocional, problemas sensório- motores) ou, ainda, ser acentuadas por influências externas, como, por exemplo, diferenças culturais, instrução insuficiente ou inapropriada. (SCHIRMER; FONTOURA; NUNES, 2004). Sabe-se que as dificuldades de aprendizagem também podem ocorrer em concomitância com outras condições desfavoráveis (retardo mental, distúrbio emocional, problemas sensório-motores) ou, ainda, ser acentuadas por influências externas, como, por exemplo, diferenças culturais, instrução insuficiente ou inapropriada. Os transtornos de aprendizagem ou distúrbios (aqui, os termos entendidos como sinônimos) são apresentados no DSM-IV e CID10 e se caracterizam em, basicamente três grupos: de leitura, da matemática e da expressão escrita, que por sua vez, levam às dificuldades de aprendizagem (ERECHIM, 2011). Assim, o objetivo geral deste trabalho é compreender as principais teorias e abordagens sobre as formas de aprender, a fim de entender os significados e definições de deficiência, distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem, bem como caracterizar as principais situações presentes na 4 educação, na busca da promoção de uma escola inclusiva e de qualidade para todos. Conhecer, compreender e apresentar os conceitos e definições de deficiência, distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem, bem como caracterizar as principais situações presentes na educação, apontando a definição, causas e possíveis tratamentos e analisar as leis de Educação Especial e Inclusiva, bem como as teorias e ações para uma escola de qualidade, sem exceções. segundo capítulo apresenta um estudo e definições de deficiência, distúrbio, transtorno, dificuldade e/ou problema de aprendizagem, bem como define, caracteriza e aponta as principais causas e possíveis tratamentos das situações mais presentes na educação. Nessa perspectiva, o presente trabalho acadêmico, pretende a partir de uma pesquisa, leitura e revisão bibliográfica de obras que contemplem a temática em questão, buscando analisar, compreender e contextualizar esses conceitos, a fim de compreender cada um, entendo os processos de aprendizagem e não aprendizagem, bem como as principais teorias, além de apresentar as principais deficiências, distúrbios, transtornos, dificuldade e/ou problema de aprendizagem presentes na escola, partindo do princípio que a escola é para todos. 5 PRÉ-PROJETO Tema: Desenvolvimento e Aprendizagem Justificativa O desenvolvimento e a aprendizagem de um indivíduo acontecem mediante as habilidades e capacidades apresentadas pelo mesmo, bem como as influências e estímulos recebidos, diante do contexto em que se está envolvido. Dessa forma, esses conceitos passam a ser muito relativos, considerando que não são as mesmas coisas em momentos, situações e pessoas diferentes e diversas. Aprender e desenvolver são, entretanto, conceitos interligados, sendo compreendidos como processos constantes de mudanças, por meio de experiências vivenciadas e internalizadas, sendo significativa à medida que se estabelece uma relação de causa e consequência em determinada realidade. Conforme Legal e Delvan (2011, p.14) “desenvolvimento e aprendizagem são processos distintos, mas não se dão em separado”. Assim, compreendemos que: O desenvolvimento do ser humano é um processo de construção social que se dá nas e através das múltiplas interações que um indivíduo estabelece desde o seu nascimento, com outras pessoas e, particularmente, com aquelas com as quais ele mantém um maior vínculo afetivo. Tais interações ocorrem em ambientes organizados e modificados pelos adultos, conforme as concepções sobre o desenvolvimento infantil próprias daquela cultura, das quais eles se apropriam através de suas experiências anteriores (ROSSETTI; FERREIRA et al, 2004). Nesse sentido, podemos dizer que, o desenvolvimento humano e a aprendizagem sofrem intervenções de diversos fatores que influenciam positivamente ou não, tais processos. Essas intervenções podem ser tanto de caráter externos, influenciadas por fatores como, por exemplo: localidade, temporalidade, ambiente, luz, recursos, materiais, procedimentos, metodologias e até mesmo o próprio educador, já que cada pessoa tem sua maneira de transmitir conhecimento e ensinar, além de que, apesar do educador usufruir de uma mesma essência, cada um tem suas particularidades e características; quanto internas, como: atenção, percepção, linguagem, pensamento, inteligência, tempo de inserção de novas atividades, sejam elas, social, motora ou cognitiva, faixa etária, 6 maturidade, motivação e habilidades sociais, comunicativas, deficiências, entre outras. Nessa perspectiva, o estudo do desenvolvimento humano abrange os processos psicobiológicos, o sociocultural, a análise do tempo e da cultura e o desdobramento das pessoas. O processo de aprendizagem ou não aprendizagem compreende e analisa diversos fatores: O sujeito, a família, a escola, os métodos, a sociedade, o contexto histórico, etc., buscando oferecer e subsidiar essas questões a fim de promovê-las da melhor forma e superar as dificuldades. Problema: Dificuldades de aprendizagem na construção de uma escola inclusiva Um aspecto relevante para o ensino e o trabalho com as dificuldades de aprendizagem está no fato de que Vygotsky (1998) afirma que não há dois modos de desenvolvimento, um para deficientes intelectuais e outro para pessoas que não têm, enfatizando a ideia de unidadedas leis do desenvolvimento. Isso porque, Vygotsky (1998) mostrou que não é possível determinar o nível em que a criança irá alcançar e ressalta a importância do enfoque no desenvolvimento das funções cognitivas superiores, ao contrário do que se acredita ao se basear o ensino dessas crianças com métodos concretos. Assim, cabe à escola oferecer diferentes recursos e metodologias, bem como se organizar e reestruturar para uma educação inclusiva, favorecendo como um todo o processo ensino e aprendizagem. Dessa forma, o autor tem norteado muitos documentos de orientações para o trabalho com deficiente ou pessoa com dificuldade de aprendizagem. As contribuições de Henri Wallon (1872-1962) Henri Wallon buscou compreender o desenvolvimento humano de uma forma mais completa, através das emoções, do afeto e do movimento, apontando que as condições orgânicas e sociais constituem as atividades de cada estágio, propondo cinco deles. O estágio impulsivo emocional compreende o sujeito do zero a um ano de idade, sendo que até os três meses o bebê está centrado na exploração do corpo e sensibilidades, os movimentos garantem a satisfação de suas necessidades. Já dos 7 quatro aos doze meses os padrões emocionais são diferenciados e inicia-se um processo de comunicação pelo corpo (Galvão, 2002). O estágio sensório motor e projetivo surge no primeiro ano de vida e se estende até os três. É um período de exploração do espaço, acompanhado dos gestos e da fala, a discriminação de objetos promove o desenvolvimento afetivo e cognitivo (Ide, ibidem). No estágio do personalismo ocorre a exploração de si através da oposição e sedução, por meio da imitação. A criança inicia o processo de diferenciar-se do outro, aprende a dizer não e é egocêntrica. O estágio ocorre a partir dos três anos de idade e vai até os seis anos (Galvão, 2002) No estágio categorial a diferenciação entre o eu e o outro passa a serem claras e definidas, as atividades de agrupamento, de seriação, classificação e categorização passa por vários níveis de abstração (Ide, ibidem). Por último, dos 11 anos em diante, surge o estágio da puberdade e adolescência, surge os conflitos de confronto e autoafirmação, de questionamento e internalização de valores, os grupos sociais também aparecem como fatores importantes nesse processo (Idem, ibidem). Wallon fundamentou ainda leis que regulamentam esses estágios observando que há uma interação entre os estágios e uma predominância ou da dimensão afetiva ou da dimensão cognitiva, de forma alternada, sendo o desenvolvimento motor a manifestação dessa predominância, de forma que essas dimensões vão se sincretizando e diferenciando-se de forma mais precisa e coordenada (LEGAL; DELVAN, 2011). Para este estudioso educar significa promover condições que respeitem as leis e regulam o processo de desenvolvimento, mantendo a interação dos conjuntos motor, afetivo e social e levando em conta as possibilidades orgânicas e neurológicas. Além disso, a afetividade garante o vínculo com o meio social, o que favorece o desenvolvimento intelectual. 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluímos dizendo que a relação entre ensino e aprendizagem não é mecânica, não é uma simples transmissão do professor que ensina para o aluno que aprende. Ao contrário, é uma relação recíproca na qual se destacam o papel dirigente do professor e a atividade dos alunos. O ensino visa estimular, dirigir, incentivar, impulsionar o processo de aprendizagem dos alunos, pois tem um caráter eminentemente pedagógico, ou seja, o de dar um rumo definido para o processo educacional que se realiza no ambiente escolar. A aprendizagem é a assimilação ativa de conhecimentos e de operações mentais, para compreendê-los e aplicá-los consciente e autonomamente, é a criação de uma forma de conhecimento humano – relação cognitiva entre aluno e matéria de estudo desenvolvendo-se sob as condições específicas do processo de ensino existe por si mesmo, mas na relação com a aprendizagem. Assim sendo, a aprendizagem tem um vínculo direto com o meio social que circunscreve não só as condições de vida do individuo mas também a sua relação com o ambiente escolar e o estudo, sua percepção e compreensão das matérias. A consolidação dos conhecimentos depende dos significados que eles carregam em relação à experiência social do jovem e dos adultos na família, no meio social, no trabalho. 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS UMA ALTERNATIVA PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DISCENTE DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. Disponível em: http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf. Acesso em: 23 de outubro de 2019. Dificuldades de Aprendizagem de A à Z. Disponível em: https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a. Acesso em: 23 de outubro de 2019 A PSICOPEDAGOGIA E SUAS ESTRATÉGIAS FACILITADORAS. Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a- psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225. Acesso em 24 de outubro de 2019. Distúrbios da fala e da linguagem na infância. Disponível em: http://rmmg.org/artigo/detalhes/808. Acesso em 24 de outubro de 2019 O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A CONSTRUÇÃO DE HÁBITOS E VALORES PARA UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO TRAN. Disponível em: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil- construcao-habitos.htm. Acesso em: 25 de outubro de 2019. Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 84862006000300007. Acesso em: 23 de outubro de 2019. Afetividade e processo ensino-aprendizagem: contribuições de Henri Wallon Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414- 69752005000100002 Acesso em: 24 de outubro de 2019. http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 http://rmmg.org/artigo/detalhes/808 https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 10 ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA UMA ALTERNATIVA PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DISCENTE DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. Disponível em: http://www.abenge.org. br/cobenge/arquivos/7/a rtigos/104305.pdf O presente trabalho destaca a importância do uso de projetos na construção civil do conhecimento dos alunos, atribuindo significado preciso ao conteúdo e à transformação da informação que origina os diferentes saber para disciplinar, não para disciplina, mítico e de senso comum, e na perspectiva que trata de explorar a relações entre o objeto de pesquisa e os diferentes campos do conhecimento. Dentro desta abordagem, é proposta como proposta aos Cursos de Pós-Graduação Tecnológica da Federal Centro de Educação Tecnológica de Santa Catarina (CEFET/SC), a adoção de projetos interdisciplinares, chamados de integrador, para a avaliação dos alunos no processo de ensino- aprendizagem. Dificuldades de Aprendizagem de A à Z. Disponível em: https://issuu.com/anace cilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem- de-a-a. Este livro apresenta as descobertas mais importantes acerca das funções cerebrais e do processamento da informação, cobrindo todos os estágios do desenvolvimento. Explora os “mitos” e as “lendas” que permeiam este tema. Recurso completo que auxilia tanto na escola quanto em casa A PSICOPEDAGOGIA E SUAS ESTRATÉGIAS FACILITADORAS. Disponível em: https://www.portaleduca cao.com.br/conteudo/ar tigos/pedagogia/a- psicopedagogia-e-suas- estrategias- facilitadoras/58225 Neste livro os autores referem-se aos aspectos relacionados aos problemas de aprendizagem e nos remete a reflexões acerca desse processo. O psicopedagogo necessita estar em conjunto com o professor para que ambos possam ‘repensar’ novas formas de suprir as necessidades específicas de cada aluno, ou seja, de forma indissociável, requer muita observação e avaliação para conseguirem uma solução para os problemas apresentados de acordo com suas especificidades psicopedagógicas. Com essa parceria a http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a https://issuu.com/anacecilia704/docs/dificuldades-de-aprendizagem-de-a-a https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225 11 conquista de uma aprendizagem efetiva ocorre de forma importante e enriquecedora. Tendo como finalidade principal o bem estar do educando e seu processo de ensino aprendizagem. Nesse contexto é certo que precisamos ser persistentes e confiantes atuando como educadores que visam à aquisição do conhecimento. Precisamos também ser críticos e analíticos para que se possa realizar um trabalho de excelência e qualidade, transformando o aluno em seres capazes de pensar e agir criticamente em sociedade. Distúrbios da fala e da linguagem na infância. Disponível em: http://rmmg.org/artigo/d etalhes/808 Neste livro as autoras Letícia e Vanessa falam sobre os distúrbios da fala e da linguagem são doenças prevalentes na infância, passíveis de prevenção e tratamento quando diagnosticados precocemente. Os pediatras, como profissionais responsáveis pela saúde da criança, são os primeiros a avaliar o desenvolvimento infantil e, muitas vezes, são questionados sobre os aspectos comunicativos da criança. Assim, conhecimentos oriundos da Fonoaudiologia são abordados no presente artigo com o objetivo de orientar o público de pediatras a respeito do desenvolvimento e dos distúrbios da comunicação em crianças. O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A CONSTRUÇÃO DE HÁBITOS E VALORES PARA UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO TRAN. Disponível em: https://monografias.bras ilescola.uol.com.br/educ acao/o-brincar-na- educacao-infantil- As crianças exploram o imaginário como um elemento intrínseco a sua vida, as brincadeiras, jogos povoam este espaço enriquecendo suas vivências com os outros e o mundo que a circunda. As brincadeiras e jogos infantis têm as suas características e evolução, vão desenvolvendo-se de acordo com a fase do desenvolvimento inserida a criança e as suas vivências com o meio. Desde o período sensório-motor, que a http://rmmg.org/artigo/detalhes/808 http://rmmg.org/artigo/detalhes/808 https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm 12 construcao-habitos.htm criança ao explorar o espaço e descobri-lo ao jogar com regras no período pré-operatório já realiza brincadeiras sociais. Este trabalho tem o objetivo de construir um estudo bibliográfico sobre a temática buscando suporte teórico metodológico para proporcionar aos educadores de Educação Infantil uma proposta de ação pautada nos valores éticos, morais afetivos através das brincadeiras e jogos infantis. A metodologia fez-se mediante a pesquisa bibliográfica e por meio de textos eletrônicos, os dados coletados foram analisados para um aprofundamento sobre o tema, o brincar na Educação Infantil. Os resultados concretizam-se a partir da construção de uma proposta holística do brincar, fundamentando este momento como meio de expressão e associação com o mundo no qual nos inserimos. Saber os níveis de desenvolvimento das crianças bem como, os tipos de brincadeiras e jogos torna o trabalho pedagógico valioso a professores e alunos, tendo a visão do todo como primordial. Segundo Piaget, o jogo inscreve-se dentro de um conjunto de ações, acompanhando os estágios de desenvolvimento da criança, partindo de patamares simples para mais complexos. Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial Disponível em: http://pepsic.bvsalud.or g/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0103- 84862006000300007. A presente referência tem como objetivo mostrar a contribuição da obra de Vygotsky para o trabalho com sujeitos com necessidades educativas especiais. Além de oferecer um novo paradigma para a compreensão dos problemas desses sujeitos, a obra do autor aponta alternativas inovadoras para a educação dos mesmos. Numa abordagem dialética e prospectiva do indivíduo e da sociedade, Vygotsky centraliza seu trabalho nas possibilidades dos sujeitos e não nos seus "déficits" ou https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-brincar-na-educacao-infantil-construcao-habitos.htm http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007 13 Acesso em: 23 de outubro de 2019. limites, mostrando que estes, contrariando o que muitos pensam, podem se tornar uma fonte de desenvolvimento. Afetividade e processo ensino- aprendizagem: contribuições de Henri Wallon Disponível em: http://pepsic.bvsalud.or g/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S1414- 69752005000100002 Acesso em: 24 de outubro de 2019. A citação discute conceitos fundamentais da teoria walloniana para a compreensão da dimensão afetiva e sua relevância no desenvolvimento do processo ensino — aprendizagem. A primeira parte analisa o processo ensino — aprendizagem como unidade, na qual a relação interpessoal professor-aluno é fator determinante. Na segunda, é justificada a escolha dessa teoria para iluminar a questão da afetividade no processo ensino- aprendizagem. Na terceira, é discutido o conjunto afetividade em seus vários componentes (emoções, sentimentos e paixão), bem como o seu papel nos diferentes estágios de desenvolvimento. Finalmente, é apresentadoum quadro com as principais características dos estágios. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752005000100002 UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA POLO SUMARÉ-CURSO DE PEDAGOGIA PEDAGOGIA-LICENTICATURA A PSICOPEDAGOGIA E SUAS ESTRATÉGIAS FACILITADORAS. Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-psicopedagogia-e-suas-estrategias-facilitadoras/58225. Acesso em 24 de outubro de 2019.