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(
INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ESTRELA DA MANHÃ
Rua Júlio Castilhos, 1456, Cristo Rei – CEP 95880-000 – Fone Fax: (51) 3712-1588
E-mail
: ieeem@msbnet.com.br
) 
MINIESTÁGIO
1. Dados de identificação: 
Nome da aluna: Juliana Moraes Meirelles
Email: jujuhmome@hotmail.com
Escola formadora: Instituto Estadual de Educação Estrela da Manhã
Endereço: Rua Júio de Castilhos, 1456, Bairro Cristo Rei, Estrela – RS
Diretora: Marisa Görgen
Vice-diretora: Angela Maria Schossler
Professor (a) Orientador (a): Carla Souza
Turma: Aproveitamento de Estudos2 (AE2)
Ano: 2019
Escola de aplicação: Escola Estadual de Ensino Fundamental de Pinhal
Diretor (a): Benta Morais
Endereço: S/N –Pinhal - Interior, Bom Retiro do Sul - RS, 95870-000
Email: escoladepinhal@yahoo.com.br
2. Caracterização do município de Bom Retiro do Sul
· Histórico
Chamado de “O pesqueiro do Vale”, reconhecido pela pesca artesanal, Bom Retiro do Sul é banhado pelo Rio Taquari.
Bom Retiro do Sul é conhecido pelas suas belezas naturais e pela hospitalidade dos habitantes. O município tem como principal destaque turístico a Barragem Eclusa, construída na década de setenta.
· Origem do nome
O nome de Bom Retiro do Sul provém de um morro onde reuniam o gado da fazenda a fim de dar-lhe sal. Como o morro tinha esta finalidade, chamaram-no de um “Bom Retiro” para o gado. Há uma versão que diz ser o nome uma homenagem ao doutor Luiz Pereira de Couto Ferraz, Visconde de Bom Retiro, parlamentar e Ministro do Império do Brasil.
No dia 1° de janeiro de 1945, por força da lei que proibia as denominações geográficas homógrafas, o nome foi trocado para INHANDAVA, palavra indígena com significado de “Águas que correm”.
Anos mais tarde por imposição do povo e pela iniciativa do Legislativo Municipal representado pelo Sr. Álvaro Haubert, a vila voltou a se chamar “Bom Retiro”, mas com o acréscimo de “do Sul”.
· Fazendas que deram origem ao município:
-Fazenda Geraldo Castano Pereira, em frente à ponte de Vila Mariante;
-Fazenda Capitão Miguel, que pertencente a Manoel Rodrigues Ramos;
-Fazenda dos Barros, fundada por Antônio Israel Ribeiro;
-Fazenda Gomes, estabelecida por Manoel Bittencourt, no Morro dos Gomes que ao terminar a construção de sua casa, partiu para a Guerra do Paraguai.
Anos depois, foram se estabelecendo outras fazendas, como:
 -Fazenda Aurora à margem direita do arroio Capivara;
-Fazenda Chico Mathias, fundada pelo Tenente Francisco Mathias de Souza e Ávila, também situada à margem do arroio Capivara.
- Fazenda Juliana, cujo nome se deve a Juliana Maria de Menezes, esposa de Valeriano Francisco de Souza. Desde então, a fazenda e a casa grande continuam na família, sendo passada adiante por herança.
Além dessas grandes fazendas existiam algumas menores tais como:
- Fazenda Espanhola: Ficava situada à beira do rio, entre a Fazenda Geraldo e a Fazenda Capitão Miguel.
-Fazenda dos Silva Jorge. Foi uma das fazendas mais antigas, localizada entre as Fazendas Capitão Miguel e Pedreira. Foi fundada por Manoel da Silva Jorge, que era casado com dona Antônia Maria de Bittencourt, pais do Barão de Antonina e Barão de Ibicuí.
-Fazenda dos Maria: Localiza-se no Faxinal dos Maria (Pedreira dos Maria) nas proximidades das Fazendas Geraldo e Espanhola, fundada pelo português João Antônio Maria, senhor de muitas terras e muitos escravos.
	
· Fundação Colonial:
O núcleo colonial de Bom Retiro do Sul é de 15 de março de 1887, quando Jacob Arnt adquiriu deAdolfo Ribeiro a primeira colônia, passada a escritura no primeiro notariado da cidade de Taquari. Um tempo depois Cristiano Fett adquiriu meia colônia. Antônio I. Ribeiro, Henrique Arnt, Jacob Arnt e Jorge Fett compraram mais colônias de propriedades de Adolfo Ribeiro, sendo essas divididas em chácaras e terrenos fundando o povoado.
	
· Localização geográfica:
Localiza-se a uma latitude 29°36’32”sul e a uma longitude de 51°56’35” oeste, estando a uma latitude de 35 metros. Sua área é de 102,78 km² e sua população estimada pelo site do IBGE no ano de 2017 é de 11.472 habitantes.
· Economia
O ramo calçadista é por anos considerado o mais forte na cidade, dando emprego e renda fixa a muitas famílias. Existem vários ateliês de calçado. Outro ramo é a criação de gado, frigoríficos, madeireiras e comércio lojista. Atualmente a base do município se mantem pelo setor coureiro calçadista, setor da alimentação, seguido pela agricultura.
Referência:
· Site oficial do município de Bom Retiro do Sul. Disponível em: A cidade, Histórico <HTTP:/http://www.bomretirodosul.rs.gov.br/secao. php?id=1> Acesso em: 06 abr. 2018. 
3. Caracterização da escola:
A Escola Estadual de Ensino Fundamental de Pinhal localiza-se em Bom Retiro do Sul na localidade de Pinhal, atende 64 alunos matriculados do 1° ao 9° anos do ensino fundamental.
A escola é mantida pela Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul.
Atualmente é dirigida pela diretora Benta Morais e Coordenada pela professora CarlineGauer. A escola está funcionando no turno da manhã, tendo 6 professores em sala. 
Não há data certa da criação da escola há somente os decretos oficiais, há relatos de ex alunos e funcionários de que a escola funciona cerca de 80 anos e que essa documentação se perdeu ao longo do tempo.
Atos oficiais:
a) Decreto n° 2343, de 18 de março de 1947, diário Oficial de 18 de março de 1947 – transforma em Escola Rural;
b) Decreto n° 19.818, de agosto de 1969, Diário Ofical de 16 de agosto de 1969 – reclassificação; 
c) Decreto de n° 20.925, 22 de janeiro de 1971, Diário Oficial de 22 de janeiro de 1971 – classifica em Escola Rural de primeira entrância;
d) Portaria n° 29.996. de 03 de julho de 1980 – reorganiza para Escola Estadual de Pinhal – 1° a 4° série; 
e) Portaria n° 14.329, de 21 de novembro de 1985, Diário Oficial de 02 de dezembro de 1985 - reorganiza para Escola Estadual de 1° grau Incompleto de Pinhal;
f) Portaria de Autorização de Funcionamento da sexta série n°00223, de 09 de fevereiro de 1990, Diário Oficial de 04 de junho de 1990;
g) Portaria n° 00325, de 12 de março de 1991, Diário Oficial de 25 de março de 1991 – Autorização de funcionamento, a partir de 1991 a 1992, da 7° e 8° séries;
h) Portaria n° 00320, de 15 de dezembro de 2000, Resolução CEED/n° 253/2000 – designa como Escola Estadual de Ensino Fundamental de Pinhal.
i) Parecer CEED – Aprova o regimento Escolar – Ensino Fundamental.
Projeto Politico pedagógico
O projeto apresentado foi desenvolvido após diagnóstico da realidade desta população, discussões conjuntas entre a direção, professores, alunos, funcionários e a comunidade escolar, de acordo com o que prevê s LDB N° 9394/96.
A filosofia da escola é “ Originalidade, criatividade, humanização e integração”
O PPP da EEEF de Pinhal foi pautado após intensa reflexão e discussão sobre a finalidade da escola na comunidade, partindo de dados coletados na pesquisa sócio antropológica da qual participaram todos segmentos desta comunidade escolar.
A escola desenvolve atividades integradas e críticas da realidade desta na qual a escola está inserida dando um significado maior para as aprendizagens. 
Análise da realidade
Verifica-se que a maioria dos pais dos alunos são trabalhadores assalariados, empregados em granjas, estabelecimentos comerciais, cooperativas, atelieres de calçados e frigoríficos. Nenhuma família vive com renda exclusiva proveniente da agricultura. Algumas famílias possuem negócio próprio (mini mercado e agropecuária) e alguns pais são aposentados.
A escolaridade média dos pais é de ensino fundamental incompleto. Não foi registrado nenhum analfabeto na comunidade escolar. 
Verifica-se predominância da religião católica.
A maioria das famílias reside em bairros da área urbana do município sendo que os respectivos alunos deslocam-se para a escola com o transporte coletivo que transporta, além dos alunos, funcionários da empresa Minuano, cuja sede fica na localidade de Pinhal. As demais famílias residem na localidade ou localidades próximas.As formas de deslocamento dos alunos para escola apontadas na pesquisa foram: ônibus da empresa Minuano, a pé, de bicicleta, e raros trazidos pelos pais de automóvel.
A grande maioria das famílias cultiva horta em casa. E cerca de 25% delas também cria animais e desenvolve alguma atividade ligada a agricultura. 
Atualmente todas as famílias comparecem a escola, seja para buscar boletins, participar de reuniões ou eventos promovidos pela escola.
Concepções:
Concepção da educação no campo
A identidade da escola do campo é definida pela sua vinculação às questões inerentes a sua realidade, ancorando-se na temporalidade e saberes próprios dos educandos, associando a questões sobre à qualidade social, vida coletiva, à ciência, e a tecnologia. A educação no campo é uma modalidade de ensino que prima pelo desenvolvimento com bases na sustentabilidade econômica, social, ambiental e de respeito e preservação das identidades culturais dos povos do campo.
De currículo e de conhecimento
A escola se propõe trabalhar através de níveis de aprendizagem, sendo uma reorganização de tempos e espaços na escola, organizando-se em quatro etapas: alfabetização, pós-alfabetização, iniciação em pesquisa e aperfeiçoamento em pesquisa e iniciação cientifica.
O educando precisa pensar, questionar, refletir, compreender e atuar, tornando-se um ser autônomo e consciente de seu papel. A escola deve ser um espaço agradável, para que haja prazer ao frequenta-lo.
De níveis de aprendizagem
NÍVEL I – Alfabetização: compreendendo alunos de 6 a 8 anos.
NÍVEL II – Pós-alfabetização: compreendendo alunos de 9 a 10 anos.
NÍVEL III – Iniciação em Pesquisa: compreendendo alunos de 11 a 12 anos.
NÍVEL IV – Aperfeiçoamento em Pesquisa e iniciação Cientifica: compreendendo alunos de 13 a 14 anos.
Objetivos
Da educação no campo
Promover um projeto social educacional que conceda aos povos do campo uma proposta pedagógica voltada às expectativas do educando a partir do mundo em que este está inserido.
Ensino Fundamental
-Desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
-Compreensão do ambiente natural e social, do sistema politico, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
Fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
Metodologia
A metodologia que a escola adota leva em conta a interdisciplinaridade e a dialogicidade, tendo por princípio que o conhecimento é construído coletivamente através da ação entre o sujeito e o meio.
Para os que iniciam o ensino fundamental utilizamos como base os direitos de aprendizagem discutidos no Pacto Nacional de Alfabetização garantidos na LDBEN 9.394 no art. 32.
Transversalidade
A transversalidade diz respeito à possibilidade de estabelecer, na prática educativa, uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados e as questões da vida real e de suas transformações ( aprender da realidade e na realidade). Os temas transversais dão sentido social a procedimentos e conceitos próprios da áreas convencionais, superando assim o aprender apenas pela necessidade escolar de “ passar de ano” .
Áreas do conhecimento
a) Linguagens;
b) Ciências Humanas;
c) Ciências da Natureza;
d) Matemática;
e) Ensino Religioso.
Avaliação
 	Compreende a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade do aluno.
As técnicas e os instrumentos utilizados na avaliação do aproveitamento do aluno são diversificados, elaborados por cada professor, atendendo às peculiaridades dos alunos, oportunizando avaliação adequada às diferentes habilidades desenvolvidas.
Expressão de resultados
NÍVEL I – parecer descritivo trimestral - 1° e 2° ano. No 3° ano a expressão dos resultados trimestrais será realizada através dos conceitos: CRA, CSA, CPA.
NÍVEL II, III, IV – Conceitos: CRA, CPA, CSA. Os conceitos CRA e CPA serão acompanhados de parecer descritivo.
Para obter aprovação o aluno de atingir CSA em todas as áreas do conhecimento.
Alunos com necessidades especiais é fornecido um parecer descritivo onde são registrados os avanços e possíveis encaminhamentos no processo de aprendizagem.
Conselho de classe participativo
A escola oportuniza aos alunos e a comunidade escolar o conselho de classe participativo que é realizado trimestralmente nas turmas com o objetivo de fazer uma avaliação das atividades desenvolvidas. O conselho de classe também pode ter a presença dos pais.
Calendário Escolar
 É feito anualmente, seguindo as orientações da Secretaria Estadual de Educação e em consonância com a legislação vigente. Nele estão previstos os dias letivos, feriados ( municipais, estaduais e federais), divisão de trimestres e períodos de exames finais, bem como os dias de formação continuada de professores. O mesmo é construído coletivamente e aprovado pela comunidade escolar em assembleia e homologado pela mantenedora.
	
Reunião Pedagógica
	As reuniões pedagógica são semanais, realizadas fora do horário de aula, normalmente a noite, nas quais são esclarecidas dúvidas, elaboração de projetos, estudos didáticos e pedagógicos, resolução de problemas de rotina e recados administrativos. 
Espaços da EEEF DE PINHAL
 	Na escola é oferecido um espaço amplo e arborizado, contendo horta e estufa. Há a casa de vegetação conhecida como sala de projetos é um espaço pedagógico utilizado para o desenvolvimento do projeto de Agroecologia, existente na escola desde 2002. Espaço utilizado para atividades didáticas, sendo elas curriculares ou extra curriculares, ligadas a vida do campo e também cedida para comunidade ou EMATER em eventos de parceria com a escola.
 	A casa de vegetação, popularmente chamada de estufa é um espaço pedagógico no qual são produzidas mudas de hortaliças e cultivadas verduras e legumes utilizados na alimentação escolar.
Espaço físico está assim definido:
- Entrada: salas de aula, secretaria, sala dos professores/sala de informática e banheiros.
 Parte Central: saguão com espaço para brincadeiras em dia de chuva, apresentações, reuniões, contendo mesa de pingpong e pembolim.
· Pracinha
· Horta
· Estufa
· Quadra de esportes
4. Caracterização da turma:
	A turma é multisseriada, composta por doze alunos, quatro alunos do primeiro ano, cinco alunos do segundo ano e nove alunos do terceiro. Os alunos mantiveram-se acomodados em fileiras, constatei que a turma mantém uma linha tradicional conforme a conduta da professora em sala de aula.
	Os alunos do primeiro ano demonstram algumas dificuldades na leitura de frases, os do segundo ano formam algumas frases já os alunos do terceiro ano são mais ágeis em todas as atividades, com exceção de dois alunos que demoram muito para copiar atividades passadas no quadro, necessitando de intervenções da professora.
Percebi durante as observações, que a turma adora ouvir histórias, ficam muito atentos e curiosos. 
	A professora distribui as atividades separadamente e vai auxiliando nas mesas, circulando pela sala, sanando dúvidas e dificuldades.
	Os alunos que não concluem as atividades levam de tema para casa sendo corrigido no dia seguinte.
 
PROJETO
CONSCIÊNCIA NEGRA
TEMA
ENCANTAMENTO AFRICANO
JUSTIFICATIVA
 	Desde o início dos tempos vemos que nossa história é marcada por conflitos, desigualdades e tudo mais que possa estar ligado às diferenças existentes. O preconceito é um dos problemas vivenciados com mais frequência, passado de geração para geração, levando consigo a hostilidade e o sentimento de exclusão.
 	Trabalhar histórias africanas permitirá um resgate das nossas origens, sensibilizando aos alunos que a cultura africana nos trouxe muitas contribuições na nossa língua, culinária, costumes... formando a identidade de nosso país.
 	Dia 20 de novembro é o Dia da Consciência negra, dedicando o mês de novembro,um dia para refletir sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade. Em meio à diversidade de valores e culturas na qual estamos inseridos, faz-se necessário repensarmos nossas ações diante das atitudes de desrespeito.
 	 Assim sendo, percebe-se a necessidade de um trabalho constante desde os anos iniciais, proporcionando debates, momentos de reflexão e valorização da cultura Africana, compreendendo sua importância para diálogo e convivência harmônica com a diversidade.
 	A legislação vigente, Lei Nº 10.639, de 9 de janeiro 2003 que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, “...para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática ’História e Cultura Afro-Brasileira’”, CONSTITUIÇÃO FEDERAL.
OBJETIVOS
· Promover a reflexão a respeito da igualdade racial respeitando as diferenças;
· Desconstruir o conceito de que os africanos eram naturalmente escravos, identificando que eles foram escravizados por outros povos;
· Identificar que a cultura negra está presente no nosso cotidiano, reconhecendo-a, através da música, arte, língua, vestimentas, culinária etc.;
· Conhecer as tradições africanas, valorizando-as;
· Conversar a respeito da discriminação e preconceitos baseados na aparência das pessoas, desenvolvendo o respeito às diferenças.
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM
· Hora do conto de Abayomi de Elba Lyrian;
· Confecção das bonecas Abayomis;
· Música: África – Palavra cantada;
· Localização da África no mapa mundi;
· Caixa de curiosidades sobre a África (costumes, culinária etc.);
· Hora do conto de Obax (André Neves);
· Confecção da árvore BAOBÁ, observando as partes de uma árvore;
· Atividade com o dado: Tranças de Zaila
· Pintura das flores para afixar nas árvores com frases, desenhos, palavras que representem um mundo respeitoso, sem discriminação;
· Confecção das Máscaras africanas;
· Teatro com as máscaras;
· Histórias matemáticas envolvendo o tema;
· Brincadeiras africanas;
· Hora do conto “Tudo bem ser diferente” (Toddy Parr);
· Confecção de um livro coletivo (releitura de “Tudo bem ser diferente”).
· Lanche coletivo de pratos típicos da África.
AVALIAÇÃO
 A avaliação acontecerá em qualquer momento do processo educativo, de forma contínua e diagnóstica; com a intenção primordial de rever a própria prática docente criando novas possibilidades para estimular os alunos a desenvolverem suas potencialidades levando em conta, principalmente, os avanços individuais e a participação no desenvolvimento de todas as atividades (de acordo com as peculiaridades de cada aluno e nível de aprendizagem, levando em conta que a turma é multisseriada) no decorrer do projeto.
PLANEJAMENTO SEMANAL 
	
ROTINA
 07h30min – Início da aula
 10h15min – Lanche
 10h30min – Recreio
 10h45min – Volta às atividades
 11h30min – Término da aula
PLANO DE AULA N°1 (Segunda-feira)
Objetivos coletivos:
· Conhecer a tradição das bonecas Abayomi, aprendendo seu significado através da hora do conto.
· Entender de forma lúdica sobre a escravidão e as injustiças cometidas contra os africanos e afro-brasileiros ouvindo a história.
· Valorizar a cultura africana, desenvolvendo a criatividade, motricidade fina, através da confecção da Abayomi.
Objetivos 1° ano:
· Conhecer o gênero textual acróstico, aumentado o seu repertório de conhecimentos linguísticos e textuais.
· Desenvolver a observação e imaginação desenhando sua Abayomi.
· Identificar alguns animais da savana, quantificando-os 
Objetivos 2° ano:.
· Desenvolver habilidades de leitura, identificando palavras por meio de símbolos secretos.
· Desenvolver a observação e imaginação desenhando sua Abayomi.
Objetivos 3° ano:
· Criar um texto utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos, desenvolvendo a escrita e imaginação.
· Resolver problemas matemáticos, desenvolvendo o raciocínio lógico.
Desenvolvimento:
1- Hora da biblioteca: Entrega e retirada de livros para leitura.
2- Lanche de casa
3- Atividades de rotina: Ajudantes do dia, calendário do dia e como estava o tempo, pintaremos de azul caso chuva e amarelo sol, os alunos irão registrar no caderno. No quadro: 
DIA 04 DE NOVEMBRO DE 2019.
 MENINAS:
 MENINOS:
 MEU NOME É:
4- Introdução: Falarei sobre a nossa semana de aula e sobre o que iremos trabalhar: CONSCIÊNCIA NEGRA, comemorado no dia 20 de novembro. Explicarei que Consciência Negra é o ato de conhecer, valorizar e respeitar o negro como pessoa, como cidadão e como parte de nós, brasileiros. Afinal, somos todos humanos, então sejamos mais Humanos. Seja em nossa cor de pele, cabelo, nossa assinatura, nossa língua, música ou culinária, todos nós recebemos muito da África, o dia 20 de novembro é uma data de reflexão sobre nossas origens e sobre toda a contribuição dos negros na sociedade. E aprenderemos essa semana sobre este assunto.
5- Hora do conto: Contarei a linda história ABAYOMI que de forma lúdica, retrata a escravidão. Quando os negros vieram da África para o Brasil como escravos, atravessaram o Oceano Atlântico numa viagem muito difícil. As crianças choravam assustadas, porque viam a dor e o desespero dos adultos. As mães negras, então, para acalentar suas crianças, rasgavam tiras de pano de suas saias e faziam bonecas com elas para as crianças brincarem. Essas bonecas são chamadas de Abayomi, são pequenas bonecas pretas, feitas de pano e sem costura alguma, apenas com nós ou tranças. A boneca Abayomi valoriza a cultura africana e contribui para o reconhecimento da cultura afro-brasileira, pois faz parte da herança cultural dos negros africanos para o Brasil.  A palavra Abayomi significa: encontro feliz, ou encontro precioso, aquele que traz felicidade e alegria.
 Quando você dá uma boneca Abayomi para alguém, esse gesto significa que você está oferecendo o que você tem de melhor para essa pessoa.
 A palavra Abayomi, do ioruba, significa aquele que traz felicidade e alegria. Quer dizer encontro precioso: abay = encontro e omi = precioso. Depois da história iremos fazer uma oficina de Abayomi para embelezarmos nossa porta da sala de aula. Irei passando e auxiliando na confecção. Após a semana concluída os alunos irão levar para casa presenteando alguém.
6- ATIVIDADES POR TURMA
1° ano
1- A primeira atividade será um acróstico da palavra ABAYOMI da bonequinha da história os alunos copiarão do quadro no caderno.
2- Atividade de quantificação dos animais.
OBSERVE A CENA:
 AGORA RESPONDA:
1) QUANTAS ZEBRAS HÁ NA CENA?_____
2) QUANTAS GIRAFAS?_____
3) QUANTOS ELEFANTES?_____
4) QUANTOS ANIMAIS AO TODO APARECEM NA CENA?
5) QUANTAS BAOBAS?_____
6) AGORA PINTE A CENA.
3- Também farão uma ilustração da sua Abayomi no caderno.
2 ° ano
1- Depois desvendar o código de alguns nomes de animais africanos.
2- Farão ilustração da sua Abayomi no caderno
3° ano
1- Crie um texto contando uma aventura com você e sua boneca Abayomi, você poderá criar um nome para ela. Relembrarei sobre a estrutura de um texto. Que ele deverá ter inicio, meio e fim, dando exemplos.
2- HISTÓRIAS MATEMÁTICAS:
· Na turma da professora Cátia tem 12 alunos. Na aula de hoje cada aluno confeccionou 2 Abayomis. Ao todo quantas bonecas foram confeccionadas? 
Cálculo: 
Resposta:
· Num porto chegaram 2 navios com 150 pessoas em cada para desembarcar. Chegaram mais 3 navios 130 pessoas em cada. Quantas pessoas chegaram ao todo?
Cálculo:
Resposta:
· José tem 9 dezenas de quadradinhos de tecidos preto e 7 dezenas de tecidos coloridos para confecção de abayomis. Deu para Francisco 44 quadrados de tecido preto e 16 tecidos coloridos. Quantos tecidos pretos e coloridos José ficou?
Cálculo:
Resposta:
PLANO DE AULA N°2 (Terça-feira)
Objetivos coletivos:
· Conhecer as característicasdo povo africano e algumas curiosidades sistematizando e socializando conhecimentos.
· Identificar no mapa do mundo os países africanos, conhecendo-os.
· Exercitar a escrita de palavras com o apoio da música, desenvolvendo a percepção auditiva e a consciência fonológica.
Objetivos 1° ano:
· Desenvolver o gosto pela leitura e escrita através da cruzadinha, relembrando algumas curiosidades da caixa.
· Identificar o número do dado pegando a quantidade certa de trancinhas, desenvolvendo habilidades de soma.
Objetivos 2° ano:
· Interpretar a imagem aprimorando a criatividade, imaginação e escrita.
· Identificar o número do dado pegando a quantidade certa de trancinhas, desenvolvendo habilidades de soma.
Objetivo 3° ano:
· Resolver problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até três ordens, com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, utilizando estratégias pessoais.
· Produzir frases, aprimorando a escrita.
Desenvolvimento:
1- Atividades de rotina: Ajudantes do dia, calendário do dia e como estava o tempo, pintaremos de azul caso chuva e amarelo sol, os alunos irão registrar no caderno. No quadro: 
DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2019.
 MENINAS:
 MENINOS:
 MEU NOME É:
Organizaremos a sala em círculo. 
2- Música: “África” do Palavra cantada.
Letra: 
Quem não sabe onde é o Sudão
saberá
A Nigéria o Gabão
Ruanda
Quem não sabe onde fica o Senegal,
A Tanzânia e a Namíbia,
Guiné Bissau
Todo o povo do Japão
Saberá
De onde veio o
Leão de Judá
Alemanha e Canadá
Saberão
Toda a gente da Bahia
sabe já
De onde vem a melodia
Do ijexá
o sol nasce todo dia
Vem de lá
Os alunos receberam uma folha com a música. Escutaremos a música, a cantaremos, cada um poderá ler um parágrafo e iremos conversar um pouco. Farei alguns questionamentos.
· Vocês conhecem essa música?
· Sobre o que ela fala?
· O que vocês sabem sobre a África?
· Quais países africanos são citados na música?
Levarei um globo para mostrar a localização da África no mundo e procuraremos juntos os países citados na música. Explicarei que a África é um continente, assim como o continente americano, e que ela tem diferentes países. Na música, são citados, oito países dos 53 existentes na África atualmente. Mostrarei, no mapa, as regiões da África de onde eles saíram e as regiões do Brasil onde aportaram. Falarei um pouco sobre esta imigração. 
-CAIXA DAS CURIOSIDADES DA ÁFRICA: Depois da análise do mapa na rodinha apresentarei para os alunos uma caixa contendo fichas de curiosidades sobre a África (costumes, vestimentas, culinária, instrumentos musicais, bandeira da África, palavras desconhecidas da música...). Os alunos irão ler compartilhando com os colegas discutindo sobre as curiosidades e irão colando em um cartaz para expor na sala para observarmos ao longo da semana.
Atividades por turma:
 1° ano
CRUZADINHA
2° ANO
O povo africano é um povo alegre, colorido que adora dançar e cantar. Analise a imagem e forme frases sobre ela.
3° ano
1- Os alunos irão criar 5 frases no caderno sobre as 5 curiosidades que mais lhes chamaram atenção.
2- Cálculos relembrando o mapa da África que observamos no mapa.
Atividade de matemática 1° e 2° ano
-Tranças de Zaila
Esta atividade será de colocar as tranças de Zaila relembrando a linda menina da história da Abayomi contada na aula anterior. Colocarei em cima da mesa inúmeras trancinhas feitas de lã, os alunos deverão jogar o dado e pegar o numero correspondente de trancinhas para colar em Zaila, que irão receber em uma folha a4 grande. Terá primeira e segunda rodada. Os alunos irão registrar em uma tabelinha que receberão para colar. Depois da atividade poderão colorir e criar um corpo para Zaila. 
-Rosto de Zaila que os alunos receberão para por as tranças. 
-Tabela para registro:
	1°RODADA
	2°RODADA
	 TOTAL
	
	
	
 Atividade coletiva
Jogo  cantado
· Dividirei a turma em 2 equipes.
· Convidarei um aluno de cada equipe para ir à frente.
· Utilizando a música “ÁFRICA”, os alunos deverão ficar atentos as partes em que a professora parar a música. 
· Quando parar, os alunos deverão encontrar fichas com a palavra que dá sequência na música e colar no quadro que estará dividido. Quem chegar primeiro e colar a palavra certa pontuarão para sua equipe.
· Vale pedir ajuda para os colegas.
· Um aluno vai registrando a pontuação das equipes.
· Ganha a equipe que pontuar mais.
PLANO DE AULA N° 3 (quarta-feira)
Objetivos coletivos:
· Conhecer a cultura das Máscaras africanas confeccionando-as.
· Expressar-se através da apresentação, desenvolvendo a oralidade e desinibição.
· Desenvolver a criatividade e imaginação, confeccionando as máscaras.
Objetivos 1° ano
Objetivos 2° ano:
· Confeccionar o jogo de dominó, conhecendo as comidas típicas africanas.
Objetivos 3° ano:
· Ler e interpretar o texto, descobrindo as palavras que encaixam corretamente.
Desenvolvimento:
1- Atividades de rotina: Ajudantes do dia, calendário do dia e como estava o tempo, pintaremos de azul caso chuva e amarelo sol, os alunos irão registrar no caderno. No quadro: 
DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2019.
 MENINAS:
 MENINOS:
 MEU NOME É:
2- Máscaras africanas: 
-Todos os alunos receberão um texto sobre as máscaras africanas e faremos a leitura dele. Em seguida conversaremos sobre o texto.
Apresentarei algumas imagens de como elas são e em seguida as confeccionaremos.
 Levarei as máscaras feitas de papelão e os alunos irão pintá-las com tinta preta. Os alunos poderão ir ao pátio escolher folhas, pedras, alguns elementos da natureza para enfeitá-las será disponibilizado folhas colorid.
- Os alunos se organizarão em duplas ou trios, farão um pequeno teatro apresentando algo que já aprenderam sobre a África e irão apresentar aos colegas utilizando as máscaras africanas.
Atividades para o tema de casa por turma
1° ano e 2° ano
	 - O primeiro e segundo ano levarão como tarefa o dominó da culinária africana, eles terão que construir e na próxima aula trazer para jogar com os colegas durante o término de atidades e contar se conhece ou já comeu.
3° ano
 -Irá receberá o texto “SER NEGRO”, autor Robélia Aragão, faltando partes que deverão desvendar qual palavra colocar na lacuna, escrevendo a lápis. Corrigiremos na próxima aula.
PLANO DE AULA: Educação Física
Brincadeiras Africanas
Dados de identificação
· TURMA: 1°, 2° e 3° (multisseriada)
· FAIXA ETÁRIA: 7 a 10 anos de idade
· QUANTIDADE DE ALUNOS: 12 alunos.
· BLOCOS DE CONTEÚDOS: BRINCADEIRAS E JOGOS
Objetivos
· Demonstrar atenção ao ouvir a explicação, compreendendo as regras do jogo.
· Expressar-se através do ritmo da música africana, desenvolvendo coordenação motora.
· Aquecer os segmentos corporais, através do pega-cauda, evitando futuras lesões.
· Interagir em atividades em grupo, desenvolvendo o espírito de equipe.
· Conhecer os ritmos e melodias africanas e afrobrasileiras participando das atividades.
· Desenvolver a atenção, lateralidade e coordenação motora, brincando de pula elástico.
Desenvolvimento:
· PARTE INICIAL
- Atividade: Música SI MA MA KA 
- Duração: 5 min
- Materiais: Rádio e pendrive com a música.
- Descrição da atividade: Em círculo ou espalhados os alunos dançam obedecendo a instrução da música que está em Suaíle, um dos idiomas falados na Tanzânia, como está descrito abaixo: 
Si Mama: ficar parado em pé / Kaa: abaixar Ruka: pular / Tembea: andar / Kimbia: correr Si 
Mama Kaa / Si Mama Kaa Ruka, Ruka, Ruka / Si Mama Kaa Tembea, Tembea, Tembea / Tembea, Tembea, Tembea Ruka, ruka, Ruka / Si Mama Kaa Kimbia, Kimbia, Kimbia / Kimbia, Kimbia, Kimbia Ruka, Ruka, Ruka / Si Mama Kaa
Atividade: Pega cauda do macaco
- Duração: 5 min
- Materiais: Folhas de jornal.
- Descrição da atividade: Osjogadores se dividem em equipes. Cada equipe forma uma fila segurando pelo ombro ou cintura. O último jogador coloca um papel de jornal enrolado no bolso ou cinto. A primeira pessoa na linha comanda a equipe na perseguição e tenta pegar uma ‘cauda’ de outra equipe. Ganha quem pegar mais lenços. Se houver apenas duas equipes, vence quem pegar primeiro.
· PARTE PRINCIPAL
- Atividade: Amarelinha africana
- Duração: 10 min
- Materiais: Amarelinha africana móvel no chão.
- Descrição da atividade: A Amarelinha Africana, diferente da nossa tradicional amarelinha não usa uma pedrinha, céu ou inferno e a forma como é desenhada muda seu objetivo, acentuando o caráter cooperativo. Não é uma brincadeira de competição, não há perdedores, e utiliza música. O número de participantes varia de acordo com as possibilidades da coreografia que será criada. Esta coreografia deve ser executada de forma simétrica e ao mesmo tempo, por isso a necessidade de uma música. Na África existe festivais dessa amarelinha, cada grupo cria a sua coreografia e escolhe a música.
Atividade: Pula elástico
- Duração: 10 min
- Materiais: Elásticos
- Descrição da atividade: É necessário no mínimo três participantes: duas para segurar o elástico e outra para pular. As duas crianças que vão segurar o elástico ficam em pé, frente a frente, e colocam o elástico em volta dos tornozelos para formar um retângulo. Daí, o participante da vez faz uma sequência de saltos: pula para dentro, sobre e para fora do elástico, tentando completar a tarefa sem tropeçar. O grau de dificuldade aumenta ao longo da disputa: o elástico ainda deve subir do tornozelo para o joelho, cintura, tronco e pescoço. Dependendo da altura das crianças, o jogo vai ficando impraticável
· PARTE FINAL
- Atividade:Escravos de jó
- Duração: 5 min
- Materiais: Copos coloridos
- Descrição da atividade: Formada a roda, os alunos (ou jogadores) permanecem paradas, podendo inclusive ficar sentadas, com um objeto igual para todos. Ao ritmo da música, marcando os tempos fortes, iniciam a brincadeira de passar o objeto que têm na mão direita para o vizinho da direita, e receber com a mão esquerda o objeto do vizinho da esquerda (se estiver em pé), trocando-o rapidamente de mão. Quando a letra diz "zigue, zigue, zá", o objeto é retido na mão direita, e só passado para a pessoa da direita na última palavra.
· PARTE FINAL
- Atividade: Roda de conversa
- Duração: 5 min
- Materiais: Nenhum.
- Descrição da atividade: Já sentados em círculo, após a atividade anterior faremos uma roda de conversa avaliando como foi nossa aula, falando sobre pontos positivos e negativos, e o que precisamos melhorar.
PLANO DE AULA N°4 (quinta-feira)
Objetivos coletivos:
· Conhecer a história Obax desenvolvendo a atenção e concentração.
· Descrever as partes de uma árvore oralmente identificando-as.
Objetivos 1° ano:
· Completar as palavras com as letras que faltam, observando o número de letras de cada uma.
Objetivos 2° ano:
· Resolver cálculos de adição e subtração, pintando as cores de acordo com o resultado.
Objetivos 3° ano:
· Resolver cálculos de adição e subtração de até três ordens, relembrando o mapa da África.
Desenvolvimento:
1- Atividades de rotina: Ajudantes do dia, calendário do dia e como estava o tempo, pintaremos de azul caso chuva e amarelo sol, os alunos irão registrar no caderno. No quadro: 
DIA 07 DE NOVEMBRO DE 2019.
 MENINAS:
 MENINOS:
 MEU NOME É:
2- Hora do conto: OBAX
Iniciarei a aula com a hora do conto da história de Obax utilizando como recurso o livro. Explicarei que Obax significa flor na língua africana.
3- Árvore BAOBÁ: Levarei uma Baobá de papelão, alguns alunos irão pintar o tronco da árvore. Falarei um pouco sobre a árvore. Depois os alunos criarão frases, palavras, desenhos ou sentimentos despertados através da história, o que contribui para vivermos em um mundo sem preconceitos e mais respeitoso. Os alunos colocarão suas produções em flores impressas representado as da história, que será afixado na nossa Baobá. Compartilharemos as produções na próxima aula.
4- Faremos um estudo sobre as partes de uma planta, iremos ao pátio observar as árvores do pátio da escola observando características.
-FOLHA –CAULE –RAIZ –FLOR – FRUTO-
5- Atividades por turma:
1° ano
 Os alunos do primeiro ano receberão a atividade de completar palavras sobre a história da Obax.
· Qual a palavra que tem o maior número de letras? Escreva-a.
· Qual a palavra que tem menos? Escreva-a.
2° ano
Cálculos matemáticos:
Os alunos do segundo ano resolverão os cálculos e pintarão as partes da BAOBÁ de acordo com o resultado da legenda.
3° ano
Os alunos pintarão conforme a legenda calculando.
Plano de aula n°5 (sexta-feira)
Objetivos coletivos:
· Despertar o gosto por ler e ouvir histórias, através da hora do conto, desenvolvendo a percepção auditiva e visual.
· Trabalhar em equipe na confecção das páginas do livro, desenvolvendo a criatividade e imaginação.
Desenvolvimento:
1- Atividades de rotina: Ajudantes do dia, calendário do dia e como estava o tempo, pintaremos de azul caso chuva e amarelo sol, os alunos irão registrar no caderno. No quadro: 
DIA 07 DE NOVEMBRO DE 2019.
 MENINAS:
 MENINOS:
 MEU NOME É:
2- Hora do conto:Tudo bem ser diferente de Toddy Parr. Contarei a história utilizando como recurso o livro impresso e iremos para o pátio para ouvir a história.
Resumo: Tudo bem ser diferente trabalha com as diferenças de cada um de maneira divertida, simples e completa, alcançando o universo infantil e abordando assuntos que deixam os adultos de cabelos em pé, como adoção, separação de pais, deficiência física, preconceito racial, entre outros.
3- Após a história conversaremos sobre ela. Sobre as diferenças e a importância de sabermos respeitar as pessoas como elas são.
4- Os alunos se dividirão em duplas e criarão um “Tudo bem ser diferente...” deles. Em uma folha a4 grande. Depois os alunos apresentarão aos colegas mostrando e explicando. Ao final montaremos um livro com as paginas que eles criaram que ficará de lembrança à turma desta semana que passei por ali.
5- Relembraremos as mensagens da nossa BAOBÁ que os alunos fizeram na aula anterior as palavras, sentimentos ou desenhos que vão contribuir para vivermos em um mundo sem preconceitos e mais respeitoso. 
6- Lanche coletivo de despedida de pratos típicos africanos.
Referências bibliográficas
· ABAYOMI Parte 1 – Elbia Lirian, 2018. 4min de duração – Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=840YHprHHl8. Acesso em 04 de setembro de 2019.
· Neves, André. Obax.
· PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Lei 10639 de 9 de janeiro de 2003. Acesso em:<23.09.19>Dispositivo em <httl://WWW.planalto.gov.br/ccivil/leis.
· Caderno de Didática da linguagem;
· Caderno de Didática Geral;
· Caderno de Didática da Literatura Infantil;

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