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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR-ANHANGUERA
 PEDAGOGIA/ LICENCIATURA - 
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
 
 ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
 Itacarambi- MG
2023
AMANDA SANTOS SENA GONÇALVES
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
 Relatório apresentado à Universidade Unopar, como requisito parcial para o aproveitamento da
disciplina de Estágio Curricular Obrigatório II:
Anos iniciais do ensino fundamental do Curso de Pedagogia.
Itacarambi-MG
2023
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	3
CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO	4
DIÁRIOS DE OBSERVAÇÃO DE CAMPO	7
PLANOS DE AULA PARA REGÊNCIA	14
DIÁRIOS DAS REGÊNCIAS	38
CONSIDERAÇÕES FINAIS	44
VALIDAÇÃO DO ESTAGIO............................................................................................45
REFERÊNCIAS	47
 
 INTRODUÇÃO	3
 
O presente relatório apresenta os relatos e resultados das atividades realizadas no Estágio curricular obrigatório no ensino Fundamental, como pré requisito para a formação em Pedagogia, realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental do E.M Carmen Maria Andrade Nogueira, localizada na rua Sérvulo de Sa, no centro.
As atividades foram realizadas no turno vespertino entre os dias e 06 de março de 2023, sob a supervisão da professor regente e pedagoga da turma, Rubens Alexandre Lopes da Silva Nesta oportunidade foi possível experimentar a rotina em uma escola de ensino fundamental, principalmente na turma de segundo ano, que foi a escolhida para realizar a regência, embora tenham sido realizadas observações em todas as etapas das séries iniciais do ensino fundamental.
O tema escolhido para trabalhar com as crianças foi Piratas e Tesouros, que surgiu a parir do interesse da turma no Capitão Gancho, a partir de uma hora do conto sobre o Peter Pan feita pela professora, as vivências de estágio possibilitam o vislumbre de como é possível e mais proveitoso trabalhar de forma lúdica e com movimentos nas séries iniciais.
Ao experimentar ao menos um pouco da realidade para qual estuda, o acadêmico pode refletir sobre os rumos de sua formação e vida profissional, nessa perspectiva o estágio tem potencial decisivo na formação do educador, ao possibilitar a experiência da realidade da sala de aula, que é de suma importância para que o estudante da área de educação sinta um pouco das “dores e delicias” do ofício de professor.
 4
CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Carmem Maria Andrade Noguera, ou Petronio Portela como é carinhosamente chamada pela comunidade, direção e funcionamento independente. Trata-se de uma unidade educativa pública municipal, que atende aproximadamente mil estudantes, do primeiro ao nono ano do ensino
fundamental, possui aproximadamente 93 funcionários, entre diretor e vice, professores, auxiliares de inclusão, professor especialista em educação especial, coordenadores e orientadores pedagógicos, coordenadores de turno, cozinheiras, auxiliares de cozinha, guardas escolares, serviçal de limpeza, bibliotecários, secretários e auxiliares de secretaria.
O Carmem Maria está situado na rua Sérvulo de Sá, no centro cidade e mais distantes do bairro, dentro zona urbana. 
A escola funciona em três turnos: matutino das 7 h às 11:20h e vespertino das 12:00h. À 17h e noturno. Atendendo todos os anos do ensino fundamental nos dois turnos, a escola oferece merenda para todas as turmas, sendo alimento quente duas vezes na semana e lanche rápido nos outros, complementado por frutas diariamente. A escola possui intervalos de 20 minutos por turno separados por faixas etárias: de 6 º a 9º ano as 9h e 20min, de manhã, e 15h e 20min, a tarde, e de 1º a 5º ano de 9h, de manhã, e 15h, a tarde.
A proposta pedagógica da escola é fundamentada no currículo participativo que incentiva a pedagogia de projetos com temas geradores que partam do interesse e/ou da realidade dos estudantes, buscando o desenvolvimento global do estudante e a formação de cidadãos críticos.
A estrutura física da escola é de alvenaria, com piso de cerâmica nas salas, corredores e saguão, pátio interno ao redor do saguão com piso de concreto e o pátio externo amplo e gramado. Na frente da escola e nos canteiros do pátio interno existem jardins, que são cuidados e cultivados pelos próprios alunos e professores.
A escola possui 20 salas de aula, que atendem uma turma por turno, todas bem arejadas e iluminadas com amplas janelas e porta direcionada ao corredor aberto do pátio interno. As salas de aula do ensino fundamental são equipadas com classes e cadeiras individuais para cada aluno, mesa do professor, quadro branco, quadro negro, armário, duas estantes, lixeira, dois ventiladores, cortinas e cantinhos da leitura, feito por cada educador.
Já as salas de aula dos anos finais, possuem apenas mesas individuais para cada aluno, mesa do professor, quadro branco, quadro negro, lixeira e dois ventiladores. Entretanto a escola possui ainda, quase que para uso exclusivo dessa faixa etária, o laboratório de ciências (bem equipado com vidrarias, químicos e moldes do corpo humanos feios de resina além das mesas, cadeiras e quadro negro) e laboratório de artes (equipado com material pra pintura como cavaletes, telas trabalhos feitos pelos alunos, diferentes tinta e pinceis, material pra modelagem em argila, além de armários, mesas, cadeiras, quadro branco e negro), que as professoras das séries iniciais só podem fazer uso quando as professoras dessas áreas específicas não estão utilizando, o que é uma vez na semana.
Ainda para uso comum a escola possui: laboratório de informática (bem equipado com 20 computadores, internet e projetor, mesas, cadeiras, quadro branco), sala de vídeo (com cadeiras, televisão muito grande, home Theater, ar condicionado, cortinas black out), biblioteca (com mesas e cadeiras para estudo e espaço infantil com janela para teatro de fantoches, fantoches, mesas e cadeiras pequenas e livros infantis) e sala de música (equipada com instrumentos da banda marcial, flautas doces, violões, almofadas, tapete e uma parede espelhada), e o professor que deseja usar alguma dessas salas em suas aulas deve fazer o agendamento prévio, com pelo menos uma semana de antecedência.
 
Para o setor administrativo da escola são reservadas a sala da direção, sala da coordenação de turno, sala da coordenação pedagógica, sala da guarda escolar, secretaria e sala dos professores, todas equipadas com computadores,
ar-condicionado, impressoras e internet para uso dos respectivos setores, exceto a sala da guarda escolar e da coordenação de turno, onde a primeira é apenas para armazenar o material dos funcionários e a segunda é onde ficam os materiais de uso comum como: lápis, borrachas, fitas adesivas, pistolas de cola-quente, bastão de silicone, etc.
Ainda como espaço para uso administrativo e restrito a escola tem 2 almoxarifados, sendo um almoxarifado geral e outro para material de educação física, e também dispensa e cozinha, ligadas ao refeitório por apenas uma janela (balcão) e uma porta de acesso, este é amplo e bem arejado, equipado com mesas de bancos acoplados.
O Carmem Maria, assim como o resto da comunidade onde está inserida, recebe água e luz da rede pública, assim como seu esgoto de rejeitos e cloacal também vai para a rede de saneamento comum da cidade, a coleta de lixo também é da coleta pública de lixo.
DIÁRIOS DE OBSERVAÇÃO DE CAMPO	7
Diário de Observação nº1
Escola:. 
Data: Dia 17 de março de 2023.
Local:nº S/N Bairro centro, 
 Hora: das 13h e 30min. até as 17h e 30min.
Professora Regente: Cleia Marques Nível/ano: 2º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
No primeiro dia de observação fiz uma visita a todas as turmas da escola juntamente com o diretor da escola, pude observar cada sala de aula e sala de uso específico como os laboratórios e os espaços de uso comum como a quadra e a pracinha. Também conversei com a professora regente da turma sobre a rotina e os temas que ela gostaria de trabalhar, ela foi muito aberta me deixando a vontade para escolher. Também conversamos sobre os horários das crianças, a turma é chamada para o lanche por volta das 14:30h e retorna em média de 10 a 15 minutos depois, na volta todos vão ao banheiro para fazer as necessidades e higiene.
A professora manifestou a importância de ter registro escrito de cada aula, também observei que ela trabalha com bastante material impresso, já falei sobre a possibilidade de fazer um texto coletivo para registrar a aula no final e ela aceitou considerando uma boa ideia manifestando que iria adotar a técnica a partir de então. Também manifestou a dificuldade em fazer atividades externas e de movimento. 8
Nas atividades da aula professora atuou como organizadora e consultou, na medida em que selecionou problemas que permitiram a construção de conceitos e procedimentos pelos alunos, fornecendo apoio e informação necessária, também atuava como incentivadora uma vez que estimulou a cooperação entre os alunos para a resolução dos problemas.
9
Diário de Observação nº2
Escola: E.M Carmem Maria Andrade Nogueira. 
Data: Dia 23 de março de 2023.
Local: Sérvulo de Sa, nº S/N Bairro centro, Itacarambi-MG
 Hora: das 13h e 30min. até as 17h e 30min.
Professora Regente: Ana Maria
Nível/ano: 5º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
Quando o sinal bateu os estudantes já estavam aguardando a professora na porta da sala de aula, durante a realização das atividades os alunos estavam organizados individualmente em suas classes, sentados um atrás do outro. A professora usou lousa e giz para realizar as atividades da aula, onde o conteúdo trabalhado era ortografia. De modo geral a aula baseou-se apenas em exercícios de reprodução, explicada oralmente pelo professor, que apresentou definições, propôs exercícios com modelos para fixação e em seguida fez as correções em conjunto com os alunos no quadro. O desempenho da professora demonstrou que ela é certa do processo de ensino aprendizagem, ensinando e orientando os alunos. Durante a aula os alunos respeitaram o professor e pareciam um pouco desmotivados.
A Sala de aula tinha um canto da leitura muito legal, com um tapete e um pufe que continha livros de literatura infanto-juvenil guardados dentro, os alunos que iam terminando as atividades faziam uso desse espaço, o que eu não considero muito positivo, uma vez que alguns alunos nunca terminam antes para fazer uso desse espaço
 10
Escola: E.M Carmem Maria Andrade Nogueira. 
Data: Dia 24 de março de 2023.
Local: Sérvulo de Sa, nº S/N Bairro centro, Itacarambi-MG
 Hora: das 13h até as 17h.
Professora Regente: Cleide Santos Nível/ano: 1º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
A Aula começa com acolhimento com acolhimento das crianças na porá da sala de aula, depois eles vão se posicionando em suas classes, que estão organizadas em “U”. Durante a aula a professora utiliza Jogos, de quebra-cabeças e Folhinhas impressas com atividades de pontilhado para as crianças contornarem e depois colorir, a pesar disso a turma parece interessadas, realizaram as atividades com facilidade e cooperaram entre si. Como está no período de sondagem a educadora procura detectar através de observação quais habilidades as crianças já possuem para a partir disso poderem iniciar o trabalho efetivo de alfabetização com as crianças. A pesar de ter compreendido os motivos penso que o trabalho não precisa ser tão limitado, alguma atividade de oralidade com as letras do alfabeto já poderia ser realizada desde os primeiros dias de aula, a alfabetização é acima de tudo um processo de associação e memorização.
 11
Diário de Observação nº4
Escola: E.M Carmem Maria Andrade Nogueira. 
Data: Dia 27 de março de 2023.
Local: Sérvulo de Sa, nº S/N Bairro centro, Itacarambi-MG
 Hora: das 13:00hs até as 17h.
Professora Regente: Ana Rita Machado Nível/ano: 4º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
 
Quando o sinal bateu as crianças esperaram a professora formando fila no saguão, a professora sobe até a sala de aula e os estudantes vão em fila. Na chegada a sala de aula depois de os estudantes se organizarem em seus lugares, a professora aos chamou para uma roda no chão da sala de aula para ler mais uma parte do livro “Malala: a menina que queria ir na escola”, depois de ler umas cinco páginas, com os olhos e ouvidos dos alunos completamente atentos, eles
conversaram sobre a realidade dessa menina comparando a deles. Depois a professora distribuiu uma imagem do rosto da Malala com a frase dela: “Um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo”, e propôs atividades de interpretação de texto para as crianças copiarem e responderem, depois ela corrigiu um por um no caderno, e depois no quadro em conjunto com a turma. Considerei muito positivo o tema proposto pela professora, como uma forma de mostrar para as crianças uma cultura diferente, com realidades e leis diferentes, ela também conversou comigo sobre a forma que ela pretende trabalhar o tema no decorrer dos dias, dando ênfase a interdisciplinaridade. Essa educadora me inspirou bastante.
 12
Diário de Observação nº5
Escola: E.M Carmem Maria Andrade Nogueira. 
Data: Dia 28 de março de 2023.
Local: Sérvulo de Sa, nº S/N Bairro: centro, Itacarambi-MG
 Hora: das 13h até as 17h.
Professora Regente: Maria Alice 
Nível/ano: 2º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
Quando bate o sinal de início da aula, a turma já está aguardando a professora na frente da sala de aula, a turma entra e se organizada, sentando individualmente um atrás do outro, depois de relembrar a história “Cada um com seu jeito, cada jeito é de um”, a professora relembra um momento que a personagem é medida, depois disso, pede que as crianças fizessem a medição de suas classes, depois do quadro, essas medições fizeram as crianças perceberem que medir pelo tamanho das mãos, com palmos, não era muito eficiente por cada um possuir um palmo de tamanho diferente. Depois fez a medição de cada criança usando uma trena, registrou no quadro, comparou, mais altos e mais baixos, depois as crianças copiaram do quadro em uma tabela onde deveriam pintar o nome do menor de vermelho e o menor de azul. De modo geral a turma demonstrou muito interesse nos momentos de medir, mas apáticos e desmotivados. A atuação da professora foi de mediadora, confrontando hipóteses dos alunos e questionando, organizou, consultando, na medida em que selecionou problemas que permitiam a construção de procedimentos de medida, fornecendo apoio e informação quando necessário. A Turma possui muitas dificuldades, apenas 4 crianças, das 30 estão plenamente alfabetizadas, a turma também tem alguns alunos repetentes, esses fatores tornam muito difícil o trabalho da professora, ainda que seja parte do trabalho dela lidar com essas situações
 13
Diário de Observação nº6
Escola: E.M Carmem Maria Andrade Nogueira. 
Data: Dia 29 de março de 2023.
Local: Sérvulo de Sa, nº S/N Bairro centro, Itacarambi-MG
 Hora: das 13h até as 17h.Professora Regente: Elimaria silva Nível/ano: 3º ano
Estagiária: Amanda Santos Sena Gonçalves
 
 A professora já recebe as crianças com a sala de aula organizada em formato de “U”, logo inicia as atividades com oralidade, utilizando o tema da aula anterior “Peter Pan” para poder fazer a decomposição de uma palavra dita pelas crianças, de forma oral com registro no quadro da sala, a usada para essa aula foi “Sininho”, com essa palavra eles extraíram as palavras “”Sino”, “ninho”, “hino”, e usando as letras extraíram as palavras “sono” e “sonho”, a cada palavra a professora enfatizava o som das letras, depois distribuiu uma atividade impressa, com seis desenhos representativos da história para recortar e colar em ordem cronológica, mais tarde distribuiu uma outra folha com os personagens e seus nomes com as sílabas baralhadas, para recortar e colar em ordem no caderno. A cada atividade que a professora faz ela precisa instruir as crianças de onde colar ou registrar, caso contrário as crianças deixam espaço em branco no caderno que eles preenchem com outras aulas ou colam folhinhas aleatórias desorganizando o caderno, o que prejudica a educadora, uma vez que a supervisão da escola avalia o trabalho dela observando o caderno das crianças
PLANOS DE AULA PARA REGÊNCIA 14
O interesse para a realização destes planejamentos surgiu durante o período de observações nesse estágio levando em consideração o encantamento da turma pelos Piratas em uma hora do conto sobre o Peter Pan. Enquanto observava como as turmas de séries iniciais são mantidas constantemente sentadas em seus lugares copiando do quadro ou fazendo atividades em folhinhas, me lembrava à célebre frase de Carlos Drummond de Andrade em que ele diz que “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhálo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem." Como Professora de Educação Infantil concursada, vivencio a prática do lúdico diariamente, percebo e sei a necessidade das crianças de brincar e de interagir dinamicamente com outras crianças. E, também, por saber que quando as crianças brincam sentem-se felizes, e que quando isso acontece aprendem mais e mel hor.Segundo Vygotsky (1991, p.106) é“[...] no brinquedo a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de uma esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não dos incentivos fornecido pelos objetos internos. ” Durante minha caminhada como educadora entendo que o lúdico é uma ferramenta de suma importância no processo ensino aprendizagem. Acima de tudo, porque a brincadeira é inerente à criança, e indissociável das práticas infantis, pois faz parte do arca-bolso de pertences da infância. O lúdico contribui para o desenvolvimento integral da criança. No decorrer das brincadeiras, através de suas alegorias a criança vai estabelecendo relação com o mundo adulto. Por meio do Brincar, a aprendizagem se torna muito mais significativa e prazerosa, a criança constrói seu conhecimento de forma natural, tão natural que ela pensa que inventou. A aprendizagem por meio do lúdico proporciona ao educando tornar-se um indivíduo autônomo, criativo e feliz.
 
Existe uma variedade de material didático disponíveis para os professores a serem utilizados de apoio ao ensino para aprimoramento e incentivo as crianças para que as mesmas venham a participar de novas experiências e descobertas. A utilização de nossos materiais vai de acordo com a capacidade cognitiva de nossos alunos em aprender, tornando a disposição da informação de forma mais fácil a ser assimilada. Ex: cartazes, desenhos, filmes, livros com imagens, mapas, maquete, modelos, textos, slides, jogos, mural, ilustrações histórias em quadrinhos, DVDs, folders, gravuras, letreiros. A origem do material é produção pelo professor e junto ao aluno sendo reutilizado com varias frequências. A forma base para as aulas analisar comparativamente o material fornecido e produzido avaliando suas aplicabilidades nas séries, averiguando suas importâncias ou fragilidades, dentro daquilo que é esperado dos alunos servindo de apoio e mediação sendo utilizado em sala de aula e em outros espaços. Sendo os recursos considerados pelo professor materiais apropriados para cada tema de acordo grau de percepção da criança, alcançando o interesse dos alunos, a adequação as habilidades que se quer desenvolver cognitivas, afetivas e psicomotoras; baixo custo e manipulação acessível e qualidade de atração. Até o momento não tem alunos com necessidades educacionais especiais. Contém almoxarifado para a organização e guarda do material a ser utilizados. As atividades propostas além das salas de aula a escola proporciona uma área que contém um playground, utilizamos está área de lazer em muitos momentos para disciplinas educativas. Principalmente para a interação social e dinâmica, visando o comportamento da criança. Em parte muito do material é de origem familiar, com o apoio dos pais, pois de acordo com a diversidade dos temas muito do material é produzido. O que ganha muita aceitação no meio dos alunos, são aulas capacidades importantes como a atenção, a imaginação e facilita sua inserção no mundo. Uma vez estabelecido que lúdico é parte da infância, a escola ao lidar com crianças, portanto, não pode ficar alheia a isso.
 PLANOS DE AULA
Plano de Aula 1
	DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: 
 Instituição: Escola Municipal Carmen M aria Andrade Nogueira
 Professor (a) regente: Rubens Alexandre Lopes da Silva
 Nível/Ano: Segundo Ano 
 Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
 Número de alunos: 30
 Data:30/03/2023
	TE MA: Tesouro “O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. 
Cria si tuações -problemas. ” (Jean Piaget)
	Objetivos:
 Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação estimulando a curiosidade natural da criança. 
 Ampliar a capacidade de atenção e concentração ao reconhecer a letra inicial dos objetos da sala de aula e identificando o numeral correspondente à sua altura ao medir e comparar elas. 
 Expressar-se através de desenhos e oralmente, participando da construção de texto coletivo, observando como se constrói um texto escrito
	Conteúdo: 
 Identificação da inicial 
 Texto Interpretação de história
 Medidas de comprimento 
 Numeral 
 Expressão oral e através de desenhos
	Metodologia: 
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora irá conversar informalmente sobre tesouros e coisas escondidas, quem já escondeu alguma coisa, quem já encontrou alguma coisa que estava escondida esquecida, quem já ouviu alguma história sobre tesouros escondidos, etc. 
 Hora do conto: Motivação: As crianças serão levadas a uma caça ao tesouro pela sala de aula, com pistas, a primeira pista estará no quadro da sala indicando um local na sala cujo nome comece com a letra “J”, na Janela elas encontraram a segunda pista que levara a um lugar na sala que comece com a letra “M”, em uma das mesas as crianças encontrarão outra pista que levará a um objeto que o nome comece com a letra “L”, na Lixeira eles encontrarão uma última pista para procurar em um local que o nome inicie com a letra “A” e no armário encontrarão um baú de tesouro que estará vazio. Contação: “A arca do Tesouro”, que conta a história de uma menina que ganha uma caixa vazia de sua avó para guardar odos os seus tesouros que seriam fotos, brinquedos e/ou palavras importantes para ela. Compreensão: as crianças serão questionadas sobre o que seriam os tesouros da menina, o que eles guardariam na caixa, se alguém tem uma caixa dessas em casa e o que eles guardam nela. 
 Confecção do tesouro da turma (capsula do tempo): No baú do tesouro guardaremos, uma folha com a assinatura de todas as crianças da turma, uma folha com a marcado pé e da mão de cada criança, uma folha com o desenho de cada criança, o registro da altura de cada um em formato de lista e tiras de papel crepom e uma foto de toda a turma com a professora. 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de finalizado, as crianças copiarão do quadro.
	Recursos:
 Baú do tesouro
 Folha sulfite Tinta guache
 Lápis de cor e material de desenho 
 Foto da turma
 Barbante 
 Fita métrica
	Avaliação: 
Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Desenvolvimento da imaginação e da capacidade de abstração e interpretação estimulando a curiosidade natural da criança; ampliação da capacidade de atenção e concentração ao reconhecer a letra inicial dos objetos da sala de aula e identificando o numeral correspondente à sua altura ao medir e comparar elas; expressão oral e através de desenhos, participando da construção de texto coletivo, observando como se constrói um texto escrito.
	REFERENCIAS: FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores. UNESCO. El niño y el juego: planteamientos teóricos y aplicaciones ped agóg icas. Paris, 1980.(Estudios y documentos de educación, 34)
 Plano de Aula 2
	Dados de Identificação
· Nome da Escola: Escola Municipal Carmen M aria Andrade Nogueira
· Professor: Rubens Alexandre Lopes da Silva
· Nível/Ano: Segundo
· Período: Vespertino
· Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
· Número de alunos: 30
· Data: 31/03/2023
	Tema: 
Piratas “... o brinquedo metamorfoseia e fotografa a realidade. Não reproduz apenas objetos, mas uma totalidade social. Hoje os brinquedos reproduzem o mundo técnico e científico e o modo de vida atual, com aparelhos eletrônicos, naves espaciais, bonecos e robôs. A imagem representada não é uma cópia idêntica da realidade existente, uma vez que os brinquedos incorporam características como tamanhos e formas... ” (Tijuko Morchida Kishimoto, 2006, p. 18)
	Objetivos: 
 Ampliar a coordenação motora fina repetindo movimentos de dobradura
 Expressar-se oralmente através das brincadeiras interpretando papeis como em peças teatrais.
 Exercitar a leitura recitando quadrinhas repetindo ritmos.
 Trabalhar de forma cooperativa criando estratégias para alcançar um objetivo comum, refletindo sobre o que conhece a respeito de meios de transporte e o que conhece sobre a mitologia dos piratas..
	Conteúdo:
 Ampliação da coordenação motora fina 
 Repetição dos movimentos de dobradura 
 Expressão oral 
 Interpretação de papeis 
 Participação na construção de texto coletivo 
 Exercício de leitura 
 Conhecimento sobre pirataria 
 Trabalho em cooperatividade 
 Criação de estratégias para atingir objetivos comuns ao grupo. 
 Recital de quadrinhas
Reflexão sobre meios de transporte
	Metodologia:
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora conversará informalmente sobre tesouros e coisas escondidas, o que fizemos na aula anterior, questionar sobre tesouros e quem costuma ir atrás deles e como encontram tesouros, direcionando a conversa até chegar nos piratas, questionar se alguma criança conhece alguma música sobre piratas, introduzir elementos da história dos piratas, falando sobre que a Pirataria é um tipo de roubo e observar o que as crianças pensam sobre o assunto, a professora mostrará possíveis fotos de piratas reais, e também alguns casos de injustiça, cometido pelos reis, que condenavam as pessoas por pirataria sem serem piratas etc
. 
 Confecção do chapéu e do tapa olho: As crianças confeccionarão, com a direção das educadoras, o próprio chapéu de dobradura e o tapa olho de jornal.
 
 Confecção do navio pirata da turma: Após uma breve conversa sobre o que mais os piratas fazem a educadora irá estimular as crianças a pensarem como os piratas se locomovem de um lugar ao outro do planeta, após as crianças serão convidadas a confeccionar um próprio navio pirata. Com uma estrutura de madeira previamente preparada, as crianças poderão confeccionar o barco, fixando um tecido ao redor, com auxílio das educadoras, eles poderão construir os itens de considerarem necessários para o barco, usando papelão, tecido, tinta e papel sulfite.
 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de finalizado, as crianças copiarão do quadro
	Recursos:
 Jornal 
 Pesquisa sobre piratas reais 
 Imagens de piratas reais 
 TNT para o Barco
 Tinta guache 
 Caixa de madeira em forma de barco
 Cabo de vassoura para ser o mastro do barco
	Avaliação: Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Ampliação da coordenação motora fina repetindo movimentos de dobradura; expressão oral através das brincadeiras interpretando papeis como em peças teatrais; exercício da leitura recitando quadrinhas repetindo ritmos; trabalho de forma cooperativa criando estratégias para alcançar um objetivo comum, refletindo sobre o que conhece a respeito de meios de transporte e o que conhece sobre a mitologia dos piratas.
	REFERENCIAS FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. KISHIMOTO, Tijuko Morchida (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. Impresso por amanda sena, E-mail senaamanda439.z@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzi
 
 Plano de aula 3
	Dados de Identificação
· Nome da Escola: Escola Municipal Carmen Maria Andrade Nogueira
· Professor: Rubens Alexandre Lopes Silva
· Nível/Ano: Segundo
· Período: Vespertino
· Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
· Número de alunos: 30
· Data: 03/04/2023
	Tema: 
 Quadrinha e musicalidade: “A linguagem musical deve estar presente nas atividades [...] de expressão física, através de exercícios ginásticos, rítmicos, jogos, brinquedos e rodas cantadas, em que se desenvolve na criança a linguagem corporal, numa organização temporal, espacial e energética. A criança comunica-se principalmente através do corpo e, cantando, ela é ela mesma, ela é seu próprio instrumento” (ROSA
	Objetivos: 
 Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação;
 Ampliar a coordenação motora ao repetir movimentos rítmicos, 
 Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação; 
 Ampliar a coordenação motora ao repetir movimentos rítmicos,
	 Conteúdo:
 Ampliação da coordenação motora 
 Repetição dos movimentos rítmicos.
 Identificação de ritmos 
 Expressão oral
 Interpretação de papeis
 Participação na construção de texto coletivo 
 Exercício de leitura
	Metodologia: 
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora conversará informalmente sobre as aulas anteriores, coisas que aprendemos e sobre qual assunto estamos falando e o que eles lembram sobre as aulas anteriores. 
 Caça ao tesouro: Depois da conversa, cada grupo de cincocrianças receberá um mapa do tesouro diferente, que levará eles ao mesmo destino, passando pela mesma quantidade mas não pelos mesmos locais, com representações gráficas dos locais da escola (com o nome do local escrito abaixo do desenho), no local indicado eles encontrarão um baú do tesouro e dentro dele terá um piratinha simpático e bonitinho confeccionado de feltro pela Professora e junto dele está a música/quadrinha do pirata, esse piratinha será mascote da turma, cada um poderá levar pra casa uma vez, em ordem determinada por sorteio, mas ficará a critério da professora regente decidir. 
 Música: A professora irá escrever no quadro a quadrinha do piratinha: Eu sou o pirata Da perna de pau Do olho tapado Da cara de mau Eu sou o pirata Sou um capitão Navego no mar Segurando o timão Eu sou um pirata Navego no mar Minha perna de pau Não vai me atrapalhar Eu sou um pirata Não ando sozinho Cara é de mau Mas eu sou bonzinho Depois fará um teste de leitura, pedindo que cada criança tente ler uma frase ou palavra da quadrinha, a professora irá auxiliar, depois de as crianças lerem as quadrinhas iremos recitar, repetindo e marcando o ritmo a ela com batidas a combinar com a turma (mão, pé, mão no pé...), depois as crianças terão a possibilidade de encenar a quadrinha interpretando o pirata, para isso as crianças estarão dentro do barco usando o chapéu feito de jornal e o tapa olho, que eles confeccionaram na aula 2.
 Representação gráfica: Depois de ler a quadrinha e interpretá-la cantando em versos ritmados, faremos uma votação da parte da quadrinha preferida pela turma, com ela construiremos um cartaz, que terá os desenhos dos piratas de cada criança com a pare da quadrinha preferida de cada um, copiada do quadro e o desenho feito por cada um também. 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de finalizado, as crianças copiarão do quadro.
	Recursos: 
· Atividades impressas 
· Barco de Pirata 
· Lápis de cor e giz de cera
	Avaliação: Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Desenvolvimento da imaginação e a capacidade de abstração e interpretação; ampliação da coordenação motora ao repetir movimentos rítmicos, identificando e seguindo ritmos estabelecidos; expressão oral com clareza e organização nas ideias ao interpretar papeis como em peças teatrais e ao participar da construção de texto coletivo, exercitando a leitura e observando como se estrutura um texto.
	REFERENCIAS
FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. KISHIMOTO, Tijuko Morchida (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. ROSA, Nereide Shilaro Santa. Educação Musical para 1ª a 4ª série. Editora Ática, 1990. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores. UNESCO. El niño y el juego: planteamientos teóricos y aplicaciones ped agóg icas. Paris, 1980.(Estudios y documentos de educación, 34)
Plano de aula 4
	Dados de Identificação
· Nome da Escola: Escola Municipal Carmen Maria Andrade Nogueira
· Professor: Rubens Alexandre Lopes Silva
· Nível/Ano: Segundo
· Período: Vespertino
· Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
· Número de alunos: 30
· Data: 04/04/2023
	Tema: História coletiva: "Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem." (Carlos Drummond de Andrade)
	Objetivos: 
 Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação;
 Ampliar a coordenação motora fazendo os movimentos indicados e repetindo movimentos
 Expressar-se oralmente com clareza e organização nas ideias ao participar da construção de texto coletivo, observando como se constrói um texto escrito e exercitando a leitura
	Conteúdo: 
 Ampliação da coordenação motora 
 Repetição dos movimentos
 Expressão oral 
 Interpretação de papeis 
 Participação na construção de texto coletivo 
 Exercício de leitura
	Metodologia: 
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora conversará informalmente sobre as aulas anteriores, coisas que aprendemos e sobre qual assunto estamos falando.
 
 Ladainha do pirata fujão: Com as crianças dispostas em círculo, a professora irá iniciar uma história onde correspondente; 5: Atividade em folha- Três diferenças, achar três diferenças nas figuras, traçado do número “4”; 6: fazer classificação com tampinhas coloridas, agrupar de três em três. 7:colorir atividades. um pirata que estava preso consegue fugir da polícia, mas precisa passar por muitos obstáculos, e cada obstáculo é colocado por uma das crianças do circo de forma a ir se somando ao do anterior, exemplo: o pirata saiu correndo (todos correm sem sair do lugar), a próxima criança dirá que ele correu e pulou cercas (todos correm e dão o número de pulos estipulados por uma das crianças), o próximo dirá que ele correu, pulou cercas e escapou das balas (todos correm, pulam e se abaixam), assim sucessivamente. Os movimentos podem variar o se repetir de acordo com a criatividade da turma, podendo ou não estar relacionado com o uso do barco que confeccionamos no segundo dia.
 Momento de múltipla escolha: Em uma mesa da sala de aula terão diversas atividades como cruzadinha, desvende a sombra, pintura, desvendar a figura escondida, labirintos, desembaralhar as letras, entre outras, que as crianças poderão escolher quais querem fazer. 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de finalizado, as crianças copiarão do quadro.
	Recursos: 
 Atividades impressas 
 Barco de Pirata 
 Lápis de cor e giz de cera
	Avaliação: 
 Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Desenvolvimento da imaginação e a capacidade de abstração e interpretação; ampliação a coordenação motora fazendo os movimentos indicados e repetindo movimentos; expressão oral com clareza e organização nas ideias ao participar da construção de texto coletivo, observando como se constrói um texto escrito e exercitando a leitura
	 REFERENCIAS FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. KISHIMOTO, Tijuko Morchida (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores. UNESCO. El niño y el juego: planteamientos teóricos y aplicaciones ped agóg icas. Paris, 1980.(Estudios y documentos de educación, 34)
Plano de Aula 5
	Dados de Identificação
· Nome da Escola: Escola Municipal Carmen Maria Andrade Nogueira
· Professor: Rubens Alexandre Lopes da Silva
· Nível/Ano: Segundo
· Período: Vespertino
· Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
· Número de alunos: 30
· Data: 05/04/2023
	Tema 
 Mapas “Brincar ajudaa criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, através das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, relaciona ideias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra na sociedade e constrói seu próprio conhecimento;” (Santa Marli Pires dos Santos,1997, p. 20)
	Objetivos: 
 Demonstrar capacidade de interpretação de imagens desenvolvendo a leitura.
 Comunicar-se de forma gráfica, representando locais reais em desenho ou por escrito. 
 Trabalhar de forma cooperativa e participativa com seus colegas, respeitando a opinião do outro. 
	Conteúdo: 
 Demonstração de interpretação de imagens 
 Desenvolvimento da leitura e escrita 
 Comunicação gráfica 
 Trabalho cooperativo e participativo 
 Respeito ao próximo localizar informações explícitas no texto, responder perguntas.
	Metodologia: 
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora conversará informalmente sobre tesouros e coisas escondidas, o que fizemos na aula anterior, questionar sobre tesouros e quem costuma ir atrás deles e como encontram tesouros 
 Mapa do tesouro: A professora mostrará o mapa do tesouro que ela mesma fez e escondeu, para as crianças procurarem, o mapa, terá uma indicação de locais da escola, em cada local eles encontrarão um outro pedaço do mapa que estará escondido, que levará a outro pedaço e outro pedaço, serão 5 partes ao todo, que estarão escondidos, na sala de aula, no saguão, na pracinha, na quadra e o ultimo estará na biblioteca, onde as crianças encontrarão 5 pequenos baús do tesouro e rolos de papel pardo, para que divididos em grupos, eles possam construir seus mapas do tesouro e esconder seus tesouros para que os colegas encontrem. 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de finalizado, as crianças copiarão do quadro.
	Recursos: 
 Papel Pardo
· Baús de tesouro 
 Tinta guache 
 Lápis de cor e canetas hidrográficas (material para desenhar)
	Avaliação: 
Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Demonstração da capacidade de interpretação de imagens desenvolvendo a leitura; comunicação de forma gráfica, representando locais reais em desenho ou por escrito; trabalho cooperativo e participativo com seus colegas, respeitando a opinião do outro a leitura; comunicação de forma gráfica, representando locais reais em desenho ou por escrito; trabalho cooperativo e participativo com seus colegas, respeitando a opinião do outro.
	REFERENCIAS FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores.
 
PLANO DE AULA 6
	Dados de Identificação
· Nome da Escola: Escola Municipal Carmen Maria Andrade Nogueira
· Professor: Rubens Alexandre Lopes Silva
· Nível/Ano: Segundo
· Período: Vespertino
· Hora de Início /termino da Aula: 13:30/16:30
· Número de alunos: 30
· Data: 06/04/2023
	Tema:. 
Mapas “[...] no brinquedo a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de uma esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não dos incentivos fornecido pelos objetos internos. ” (Vygotsky,1991)
	OBJETIVOS
 Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação Trabalhando de forma cooperativa e participativa com seus colegas, respeitando a opinião do outro 
 Somar ao exercitar a capacidade de medição e o raciocínio logico matemático ao construir instrumentos de medida. 
 Ampliar a capacidade de leitura ao ler palavras e frases curtas e vivenciar a escrita de textos coletivos.
	Conteúdo:
 Exercício da capacidade de medição e raciocínio logico.
 Construir instrumentos de medida 
 Soma 
 Ampliação da leitura 
 Leitura de palavras e frases curtas 
 Desenvolvimento da leitura e escrita 
 Comunicação gráfica
 Trabalho cooperativo e participativo
 Respeito ao próximo
	Metodologia:
 Rodinha: Com as classes da sala disposta em círculo, a professora conversará informalmente sobre tesouros e coisas escondidas, os dias que passamos, o que fizemos na aula anterior... 
 Mapa do tesouro: As crianças serão levadas a mais uma caça ao tesouro, mas dessa vez com unidades de medida, o mapa não irá conter desenhos da escola, nem representações do que há no ambiente, mas indicações de unidades de medida, como palmo, passos, pés e metros. Divididos em grupos de 5 componentes, as crianças sairão em busca do tesouro munidos de instrumentos de medida produzidos na sala de aula assim que receberem os mapas. O ponto de partida do mapa será identificado no pátio da escola com um desenho representativo do item mais antigo na escola, uma grande raiz de um antigo eucalipto. Ao encontrarem seus tesouros descobrirão que dentro deles há livros de histórias com piratas como: Peter Pan, Ali babá e os 40 ladrões e as aventuras de Guliver... 
 Hora da Leitura: Depois de estar cada um em posse do seu livro, as crianças que 
manifestarem desejo poderão ler seu livro para os colegas ou contar a história a parir das imagens que contém nele. 
 Registro escrito: No final da aula faremos um registro escrito sobre a aula, recapitulando os momentos vivenciados, no formato de texto coletivo, onde cada criança vai falando uma parte do texto e a professora vai escrevendo no quadro, depois de fi nalizadoas crianças copiarão no caderno.
	Recursos: 
 Papel Pardo 
 Baús de tesouro 
 Tinta guache 
 Lápis de cor e canetas hidrográficas (material para desenhar)
	Avaliação: Metodologia: Observação e registro fotográfico durante a realização das atividades. Critérios: Desenvolvimento da imaginação e da capacidade de abstração e interpretação Trabalhando de forma cooperativa e participativa com seus colegas, respeitando a opinião do outro; soma ao exercitar a capacidade de medição e o raciocínio lógico matemático ao construir instrumentos de medida; ampliação da capacidade de leitura ao ler palavras e frases curtas e vivenciar a escrita de textos coletivos.
	REFERENCIAS
FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores. UNESCO. El niño y el juego: planteamientos teóricos y aplicaciones ped agóg icas. Paris, 1980.(Estudios y documentos de educación, 34) VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
DIÁRIOS DAS REGÊNCIAS 38
 
Diário de Regência 1 
 O primeiro dia da regência foi bastante proveitoso, as crianças logo se interessaram pelo assunto proposto manifestaram seus conhecimentos sobre tesouros escondidos e a mitologia dos piratas, confesso que foi um pouco complicado de controlar a fala das crianças, pois todos queriam participar, falando ao mesmo tempo, mesmo depois de estipular que para falar deveriam levantará as mãos para falar, alguns ainda falavam, desrespeitando a vez dos colegas falarem os colegas.Na hora da caça ao tesouro eles ficaram um pouco relutantes e surpresos ao serem convidados a procurar as pistas pela sala de aula, mas depois da segunda pista todos já estavam de pé espalhados por toda a sala de aula. Nessa atividade, duas crianças se destacaram, o Hartur que por já saber ler, acabou sendo o leitor das pistas da turma, quando alguém encontrava uma pista logo se reportava a ele, entregando a pista para que ele lesse, outra criança foi a Nicoly, que conseguia pensar nos locais e objetos da sala com a letra inicial indicada pela pista. Todos ficaram muito interessados e ouviram a história com muita atenção, embora os mais agitados tenham dispersado um pouco no final da história, algumas oscilações no tom de voz e a mudança da voz para interpretar os personagens, já os traziam novamente para a história. Na construção dos materiais para o Baú do tesouro, pude perceber que duas crianças ainda não sabem escrever o próprio nome. Na construção de texto coletivo pude perceber que era uma atividade nova para a turma, poucos se sentiram seguros para falar, no final, 3 crianças não conseguiram copiar o texto de quatro linhas, mesmo ele ficando bastante tempo no quadro, por isso, faremos o texto coletivo coma turma mas entregaremos impresso para todas as crianças na próxima aula, e manterei essa metodologia até o fim do estágio.
Diário de Regência 2 
 
 Iniciamos essa aula com uma atividade em roda, com as crianças sentadas em círculo ao meu redor, onde conversamos sobre as aividades da aula anerior, lemos o texto coletivo que eles fizeram e distribuimos uma cópia para aqueles que ontem não conseguiram copiar. Ainda nessa roda, mostrei imagens de piratas reais, contando um breve resumo de suas histórias, falando quando nasceram e quando morreram, explicando que foi há muitos ans atrás, eles ficaram muito interessadas na história dos piratas de verdade, a maioria deles achava que eram apenas uma invenção, a turma achou a sonoridade do nome “Shing Shih” muito engraçada, por lembrar a palavra “Xixi”, então mostrei que a escrita é bem diferente. Depois de colar as imagens e textos em um cartaz que ficará exposto na sala, refletimos sobre as ações dos piratas, as crianças apontaram os roubos e as maldades, conversamos pra saber se isso era positivo ou negativo, a turma concluiu que os piratas não era pessoas boas e que seremos piratas diferentes deles, então convidei as crianças para viver uma aventura pirata do bem. Fizemos a dobradura do chapéu e a maioria das crianças precisou de ajuda. Quando as crianças viram a caixa posicionada no meio da sala de aula logo compreenderam que era pra fazer o barco pirata, todos trabalharam em cooperação para construir o navio da urma, o Hartur desenhou a caveira da bandeira e todos juntos devidiram que ela seria colorida e pintaram ela, colocaram o mastro no lugar e a bandeira nele, forraram a caixa de madeira com papel pardo, eu ajudei colocando as taxinhas. Depois fizemos contagem de quantas crianças cabem no navio, quantas cabem sentadas, e calculamos quanas criança a menos cabem em cada posicionamento, eles demonstraram muita atenção e foram bem paricipativos, alguns conseguiram até fazer cálculo menal, de soma ou subtração. Na volta do recreio fizemos mais uma vez o texto coletivo sobre a aula, mais crianças participaram, mas apresntando dificuldade em organizar os pensamentos, eles tendem a falar primeiro a parte que mais gostaram, necessitando de algumas intervenções para organizar as idéias. 
Diário de Regência 3 
Depois da acolhida da turma e organização das crianças em formato de “U”, fizemos a leitura do texto coletivo da aula anterior, que entreguei impresso para que cada criança cole em seu caderno, instrui onde colar, depois conversamos com as crianças sobre os temas que temos conversado ultimamente, muitos deles contaram que fizeram outros chapéus em casa. Depois fizemos a decomposição da palavra “PIRATA”, ressaltando o som de cada letra, extraímos as palavras que podem ser formadas com elas, as crianças destacaram: “pira”, “rata”, “pata”, “para”, “tapa”, “rita” e “ripa”.Depois as crianças foram separadas em grupos, como havia 17 alunos, foram dois grupos de seis criança e um cinco, cada grupo recebeu um mapa do tesouro diferente, mas que levava para o mesmo lugar, as equipes seguiram os caminhos sugeridos pelo mapa, tive o cuidado de colocar em cada equipe uma criança leitora, são apenas 3 na turma, a Laura, o Hartur e o Igor, para que ela pudesse ler para os colegas os nomes dos locais escritos abaixo de cada desenho do mapa, entretanto não foi totalmente eficiente já que um dos grupos se perdeu completamente e acabou perdendo o momento de encontrar o tesouro, pois quando chegaram na pracinha já tinha sido encontrado o tesouro. Ao voltarmos para a sala de aula, abrimos o baú e as crianças descobriram o boneco do pirata. Cada um na sua vez pode brincar um pouquinho e observar bem ele, junto com ele tinha algumas folhinhas com a musiquinha do “pirata da perna de pau”, as crianças foram bem participativas na atividade fazendo as batidas ritmicas combinadas e sugerindo batidas. Os mais participativos foram o Igor e o Geronimo, sugerindo batidas diferentes e instrumentos para bater, como os lapis, as mãos nas pernas e na mesa ou os pés no chão. Após colorirem e colarem a filhinha com a música no caderno, escolhemos o trecho preferido da turma e com seis votos o trecho final da música foi escolhido para compor o cartaz, cada criança desenhou o seu pirata, pinou e recortou para colar no cartaz abaixo do trecho da música escolhido por eles. Muitas das meninas desenharam piratas mulheres, percebi que todos já conseguem fazer desenho da figura humana, alguns tem dificuldade para colorir dentro dos limite e pude perceber ainda que toda a turma tem dificuldades para recortar sem excesso.
Diário de Regência 4 
Iniciamos a aula com a leitura do texto coletivo da que produzimos no final da aula anterior, colamos no caderno de cada criança, depois conversamos brevemente sobre o que fizemos nas aulas anteriores, relembramos a história dos piratas da vida real, com o auxilio do cartaz que fizemos naquele dia, as crianças recordavam de boa parte da história contada, embora o único nome que lembrassem fosse do Barba negra e da Xing Shih. Aproveitando o gancho das coisas erradas que os piratas faziam, conversamos um pouco sobre as fugas da polícia, alguns deles mencionaram o filme “Piratas do Caribe” e as fugas que tem nele. Na hora da brincadeira com a Ladainha do pirata fujão, foi bem interessante observar que as tiradas mais criativas vinham das crianças que mencionaram esse filme, se destacando o Igor, que sugeriu correr em “zigue zague pras balas não acerarem” e o Hartur que sugeriu “rastejo por baixo de sei lá o que”, as demais crianças se copiaram revezando entre corridas, pulos e agachamento, embora a variedade de movimentos tenha sido escaca, do ponto de vista de atividade física foi possível observar a desenvoltura das crianças, a agilidade, a atenção e o quanto eles se divertiam. Nas atividades impressas de múltipla escolha, disponibilizei labirintos, desenhos para colorir, ditado recortado da música do pirata e desvende a sombra. As crianças realizar as atividades de labirinto e desvende a sobra sem muitas dificuldades, algumas das crianças apenas utilizou o desenho para colorir, infelizmente, cada criança só pode fazer duas atividades impressas, pois eles colorem com bastante cuidado e dedicação, o que leva bastante tempo. Apenas o Nícolas e o Romeu conseguiram faz mais de duas atividades, pois parece que não gostam muito de pintar e não se importam em colorir toda a figura com a mesma cor de lápis. A única criança que se interessou de cara pelo ditado recortado foi a Nicole, depois que viram ela utilizando a tesoura, outras crianças resolveram fazer a mesma atividade, ainda que não estejam plenamente alfabetizadas, as crianças conseguiram encontrar os lugares das palavras destacadas, olhandoa folhinha da música da aula anterior.
Diário de Regência 5 
Nesta aula poucas crianças compareceram, apenas 8, pois o clima estava chuvoso, por isso na atividade da caça ao tesouro dividimos em apenas dois grupos, como as partes da escola por onde as crianças deveriam andar são cobertas, a chuva não atrapalhou a efetivação da atividade, pelo pátio da escola. Ao encontrarem o tesouro, ficaram muito animados com a possibilidade de fazer seus próprios mapas do tesouro, um dos grupos a principio teve alguma dificuldade em dividir as tarefas, pois uma das crianças, a Laura, estava monopolizando a construção do mapa, então tive que intervir para que ela não irasse dos colegas a oportunidade de produzir. De modo geral foi muito interessante observar as discussões das crianças durante a construção dos mapas, eles usaram os mapas que seguiram uns dias antes como modelo para construir os seus. Como haviam poucas crianças, realizamos a atividades em duas etapas distintas, uma de construção do mapa e outra de busca, com um grupo buscando seu tesouro de uma vez, enquanto um grupo elaborava o seu mapa o outro procurava o tesouro, devido a quantidade pequena de crianças. Pudemos realizar várias caças ao tesouro, com isso podemos desafiar as crianças a fazer mapas cada vez mais complexos, como na primeira oportunidade cada grupo fez apenas três pontos de referência nos mapas, pude apresentar o conceito de dobro, estimulando as crianças a dobrarem a quantidade de pontos de referência em cada novo mapa. Realizamos 3 buscas assim. Depois pudemos realizar caças ao tesouro na sala de aula da turma do lado, que tinha ido para o vídeo. Na sala do lado realizamos buscas com pistas escondidas e não com mapas, cada pista levava a outra que continha as letras iniciais do lugar onde a próxima pista estava escondida, foi positivo pois pudemos explorar bem em cada grupo separadamente as iniciais de quase todos os móveis da sala do lado. No final da aula fizemos o texto coletivo e as crianças foram estimuladas a copiar, dessa vez todas as crianças conseguiram realizar a cópia.
Diário de Regência 6
 
O ultimo dia da regência começou com muita animação, as crianças que compareceram na aula anterior contaram para os colegas tudo o que aconteceu e todos manifestaram o desejo de fazer os próprio mapas também, então expliquei a atividade que eles fariam, criamos os instrumentos de medida, usando o palmo, o pé, o braço o metro e uma das crianças, para isso comparamos os tamanhos das mãos, pés e demais unidades de medidas medindo as dimensões da sala de aula, para estimular as crianças a perceberem que se usassem seus próprios palmos e pés e for medido com outros palmos e pés o resultado seria diferente pois eles não conseguiam ter essa percepção mesmo que questionasse de formas diferentes. Depois de construir com as crianças a diferenciação das dimensões de cada um e determinar os instrumentos de medida, as crianças reproduziram eles, como desenhos recortados de papel pardo em formatos de pés, mãos e etc. enquanto a turma multiplicava a quantidade de instrumentos de medida para que cada grupo tivesse os seus, fui até o pátio da escola para confeccionar o mapa, que na verdade era uma lista de medidas, fui medindo em linha reta até a biblioteca, para outro grupo fiz uma linha reta até a sala de artes e outro para a sala de informática, pois formamos apenas 3 grupos, haviam 15 crianças na aula. As crianças tiveram alguma dificuldade para realizar as medidas, precisaram de bastante auxilio, uma vez que era a primeira vez que mediam em espaço tão amplo, mas depois dos 4 ou 5 repetição de medida eles já conseguiam fazer sozinhos. As crianças adoraram os presentes, mas a atividade de leitura iria ser realizada depois do recreio, mas não aconteceu, pois no retorno do recreio fui recebida na sala de aula com uma festa e um cartaz de despedida, ganhei uma caixa de bombom da professora da turma e um cartãozão assinado por todas as crianças com um desenho coletivo deles na capa, foi bastante emocionante minha despedida, me deixando com o sentimento de dever cumprido e de que a educação compensa e recompensa.
 44
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Não há como formar um educador sem proporcionar a este um envolvimento direto com a realidade escolar, o estágio curricular, durante a formação acadêmica é essa ponte. A oportunidade de formar um educador de prática pedagógica reflexiva como pesquisador, passa decisivamente por esse processo. (PIMENTA; GHEDIM (2008). O Estagio curricular obrigatório contribuiu para minha formação, porque sem conseguir vivenciar e experimentar a relação dentro da sala de aula e da escola como um todo, não é possível o profissional de educação saber sobre como os desafios da sala de aula são na realidade e como lidar com as novidades que acontecem, assim como exercitamos a capacidade de improvisar em cima das dificuldades e imprevisibilidade da vida diária. Também contribuiu para a escola uma vez que ela abraça mais uma vez seu caráter formador, não apenas de cidadãos como de profissionais, pois educar exige constante movimento de estudo e formação, para não para no tempo em relação às práticas pedagógicas. Também expos novas possibilidades de trabalhar as temáticas tão conhecidas e trabalhadas pelos educadores, foi importante pois as atividades diferentes oxigenam o ambiente da escola, animando as educadoras e estimulando a demonstrar um bom trabalho diante das observações. Para Tardif (2007, p. 288) “a formação inicial visa a habituar os alunos – os futuros professores – à prática profissional dos professores de profissão e a fazer deles professores “reflexivos””. Foi ótimo observar como diferentes educadoras realizam suas práticas, inventando e se reinventando no processo, pois os estudantes não deixam de questionar e desafiar, seja com suas atitudes ou com suas dúvidas sobre as atividades propostas. Durante essa pratica pude perceber que o dia a dia nas séries iniciais são muito diferentes, não apenas da educação infantil como entre etapas, pois cada série demanda postura e conhecimentos dos professores, assim como determinadas etapas ou assuntos geram dúvidas que muitas vezes demanda mais pesquisa e preparação para realizar a aula
 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 45
	
Eu, Amanda Santos Sena Gonçalves, RA 29156552, matriculado no 5° semestre do Curso de pedagogia-licenciatura da modalidade a Distância da universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, realizei as atividades de estágio curricular obrigatório II na escola Escola Municipal Carmem Maia Nogueira, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho.
	 ___________________________
Assinatura do(a) Estagiário(a)
	___________________________
Assinatura Supervisor de Campo
	
	
 REFERÊNCIAS 47
REFERÊNCIAS FORTUNA, T. R. Aventuras psicopedagógicas na sala de aula: a contribuição do construtivismo piagetiano. Revista Psicopedagogia. São Paulo, 13 (31), 19-24, 1994. KISHIMOTO, Tijuko Morchida (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PIAGET, Jean. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do ado lescente. In: Problemas de Psicologia Genética. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Coleção Os Pensadores. PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIM, Evandro. Professor Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2008. ROSA, Nereide Shilaro Santa. Educação Musical para 1ª a 4ª série. Editora Ática, 1990. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. UNESCO.El niño y el juego: planteamientos teóricos y aplicaciones ped agóg icas. Paris, 1980.(Estudios y documentos de educación, 34) VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 199
 
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