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DIAGRAMA DE CONCEITUALIZAÇAO COGNITIVA
Nome do paciente: M. 22 anos, sexo: F data:___/___/___
Diagnostico: Eixo I:
Eixo II: Uso frequente de defesas do tipo: evitação das atividades escolares, passividade, redução das interações sociais, redução das atividades de ócio.
	Dados relevantes da infância 
	- Os pais moravam numa pequena localidade, onde não havia muitas crianças para brincar, por isso M. refere que teve uma infância marcada por algum isolamento social;
- O pai é uma pessoa autoritária, fechada em termos de mentalidade, pouco comunicativo, sem paciência, crítico e distante emocionalmente;
- A mãe é descrita como uma pessoa ansiosa, por vezes triste, “agarrada” à família. Nunca trabalhou e talvez por isso seja tão dependente e subserviente ao marido.
- Iniciou a escolaridade com 6 anos. A adaptação ao 1º ciclo foi difícil, conta que a professora era exigente e valorizava os alunos que tinham boas notas. M., por não ter boas notas sentia que não era inteligente o suficiente. Acabou sendo uma aluna mediana.
	Crenças centrais
	Sobre si: incompetência/fracasso: “Sou incapaz de suceder nos estudos”
Sobre os outros: “para agradar meu pai não posso mostrar emoções (ser fraca).” “Ele sempre achou que eu era burra para os estudos. (em relação ao pai)
	Suposições condicionais/ Crenças/ Regras
	- “Se sou incapaz e inferior, entao vejo os desafios do cotidiano como difíceis”.
- “Se não consigo tirar boas notas é porque sou burra”.
- “Se eu não mostrar minhas emoções, as pessoas não vão me achar fraca e chorona”.
	Estratégias compensatórias 
	-“Não me esforço porquê não vou conseguir ter notas excelentes”. 
	Situação 1
	Situação 2
	Situação 3
	flirt com um rapaz da turma
	No 1º ciclo a professora exigente, valorizava quem tinha notas boas.
	Adaptação a universidade
	Pensamento automático
	Pensamento automático
	Pensamento automático
	"até parecia que ele estava mesmo interessado em mim, e eu feita tola caí na esparrela",
	“mesmo que me esforce um pouco, sinto que nao vale a pena, porque nunca consigo ter notas excelentes”
	“A universidade é muito difícil para mim”
	Significado do P.A.
	Significado do P.A.
	Significado do P.A.
	Sou muito tola em acreditar que alguem possa gostar de mim
	por não ter notas tão boas sinto que não sou inteligente o suficiente. 
	“Sou incapaz de suceder nos estudos”;
	Emoção
	Emoção
	Emoção
	indiferença
	incapacidade
	Frustração/ culpa
	Comportamento
	Comportamento
	Comportamento
	Se afastou
	Deixou de se esforçar nas atividades escolares
	faltou a algumas aulas e deixou de ter vontade de ir à universidade
· De acordo com os dados, faça um diagrama de conceituação cognitiva. Proceda à estruturação das sessões, discutindo as técnicas utilizadas, com base no referencial teórico utilizado na terapia cognitivo-comportamental.
ESTRUTURA DAS SESSOES
As sessões de terapia cognitiva são estruturadas, sabendo disso o terapeuta cognitivo deve estruturar e estabelecer o que vai ser feito em cada sessão. A primeira sessão é muito importante para colher informações acerca do problema do paciente para que se possa traçar metas que tenham como objetivo ajudar o paciente a mudar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Mas para que isso seja feito é importante antes de tudo estabelecer um bom rapport com o cliente para que ele se sinta acolhido e ouvido verdadeiramente diante da sua queixa. No decorrer da sessão ele verifica o humor do paciente, solicita uma breve revisão da semana, estabelece, de comum acordo entre ambos, uma agenda para a sessão.
Cabe a ele também obter feedback sobre a sessão anterior, revisa a tarefa de casa, discute os itens da agenda, estabelece nova tarefa para casa, resume com frequência e busca feedback no final de cada sessão.
Essa estrutura que acabamos de citar deve permanecer constante ao longo da terapia.	
Além do que foi exposto sobre o Psicologia Cognitivo Comportamental, é preciso enfatizar que diversas intervenções para modificar cognições e comportamentos desadaptativos, p.e., registros de pensamentos, exame das evidências, programação de atividades de exposição e prevenção de respostas, etc. são usadas extensivamente como tarefas. Embora seu foco principal seja ajudar o paciente a enfrentar uma situação problemática tendo em mente a importância da estrutura da terapia cognitivo-comportamental e o papel central da tarefa de casa no fortalecimento dessa estrutura.
Há ocasiões nas sessões em que breves explicações e ilustrações de teorias ou intervenções da Terapia Cognitiva são utilizadas para ajudar o paciente a entender os conceitos, são as mini-aulas. Como a terapia cognitivo-comportamental baseia-se na ideia de que os pacientes podem aprender habilidades para modificar cognições, controlar os estados de humor e fazer mudanças produtivas em seu comportamento, usa-se a psicoeducação durante todo o processo da terapia. Esses conhecimentos ajudará o paciente a reduzir o risco de recaída e educá-lo para continuar a utilizar os métodos de auto-ajuda cognitivos e comportamentais após a conclusão da terapia.

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