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<p>, ,</p><p>Manual de terapia cognitivo-comportamental</p><p>para crianças e adolescentes</p><p>S782b Stallard, Paul.</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos [recurso eletrônico] :</p><p>manual de terapia cognitivo-comportamental para crianças e</p><p>adolescentes / Paul Stallard ; tradução Carlos Alberto Silveira</p><p>Netto Soares. - Dados eletrônicos. - Porto Alegre: Artmed,</p><p>2009.</p><p>Editado também como livro impresso em 2004.</p><p>ISBN 978-85-363-2036-6</p><p>1. Terapia cognitivo-comportamental - Crianças -</p><p>Adolescentes. I. Título.</p><p>CDU 615.851.1-053.2/.6</p><p>Catalogação na publicação: Renata de Souza Borges - CRB-I0/1922</p><p>Bons</p><p>Pen mentos</p><p>Bons</p><p>Sentimentos</p><p>Manual de terapia cognitivo-comportamental</p><p>para crianças e adolescentes</p><p>Paul Stallard</p><p>Psicólogo Clínico, Royal United Hospital, Bath, Reino Unido</p><p>Tradução:</p><p>Carlos Alberto Silveira Netto Soares</p><p>Consultoria, supervisão e revisão técnica desta edição:</p><p>Cristiano Nabuco de Abreu</p><p>Mestre e Doutor em Psicologia Clínica</p><p>Diretor do Núcleo de Psicoterapia Cognitiva de São Paulo</p><p>Colaborador e Coordenador da Equipe de Psicologia</p><p>do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim)</p><p>do Instituto de Psiquiatria do Hospital da.s Clínicas da USP</p><p>�rsão impressa</p><p>desta obra: 2004</p><p>2009</p><p>Obra originalmente publicada sob o título</p><p>Think Good - Feel Good: A Cognitive Behavior Workbook</p><p>for Children and Young People</p><p>ISBN 0-470-84290-3</p><p>© John Wiley & Sons Ltd. Ali Rights Reserved.</p><p>Authorized translation from the english language edition</p><p>published by John Wiley & Sons, Ltd.</p><p>Capa</p><p>Mário R.Dhnelt</p><p>Preparação do original</p><p>Prisdla Michel</p><p>Leitura final</p><p>Alessandra Bittencourt Flach</p><p>Supervisão editorial</p><p>Cláudia Bittencourt</p><p>Projeto e editoração</p><p>Armazém Digital Editoração Eletrônica - rcmv</p><p>Reservados todos os direitos de publicação, e m língua portuguesa, à</p><p>ARTMED- EDITORA S.A.</p><p>Av. Jerônimo de ameias, 670 - Santana</p><p>90040-340 Porto Alegre RS</p><p>Fone (51) 3027-7000 Fax (51) 3027-7070</p><p>É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou e m parte,</p><p>sob quaisquer fonnas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação,</p><p>fotocópia, distribuição na Web e outros), sem pennissão expressa d a Editora.</p><p>SÃO PAULO</p><p>Av. Angélica, 1091 - Higien6polis</p><p>01227-100 São Paulo SP</p><p>Fone (11) 3665-1100 Fax (lI) 3667-1333</p><p>SAC 0800 703-3444</p><p>IMPRESSO NO BRASIL</p><p>PRlNTED IN BRAZIL</p><p>Sobre o autor</p><p>Dr. Paul Stallard graduou-se em Psicologia Clínica na Birmingham University</p><p>em 1980. Trabalhou com crianças e adolescentes nas Midlands Ocidentais antes</p><p>de transferir-se para o Department of Child and Farnily Psychiatry, em Bath, em</p><p>1988. Ele é professor visitante na Bath University e recebeu uma série de subven</p><p>Ções de pesquisa explorando os efeitos de traumas e doenças crônicas nas crian</p><p>ças. Publicou mais de 50 artigos revisados por especialistas e atualmente chefia</p><p>uma experiência de pesquisa que explora a utilização da terapia cognitivo-com</p><p>portarnental no tratamento de transtornos de estresse pós-traumático.</p><p>5</p><p>Sumário</p><p>1</p><p>Terapia cognitivo·comportamental: origens teóricas,</p><p>fundamentos e técnicas ..................................... . ................................. . •••••••••••••••••••••••</p><p>Os fundamentos empíricos da terapia cognitivo-comportarnental •••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>O modelo cognitivo ........... .............................................. ...............................................</p><p>Défi> d> - »</p><p>Clts e lStorçoes cogrutlvas ..... . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . . . . . . . . .. ... . . . .</p><p>características essenciais da terapia</p><p>co gni tivo -co m portam e n tal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . ......... .. ..... .. .. .</p><p>A meta da terapia cognitivo-comportamental</p><p>Os componentes centrais das intervenções</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>cognitivo-comportamentais</p><p>Nota de advertência</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>.......................................................................................................</p><p>2</p><p>Terapia cognitivo·comportamental com crianCjas e adolescentes .........................</p><p>A terapia cognitivo-comportamental com crianças</p><p>menores de 12 anos ......... .. . ... ......... . . . . . .... . ... . . . . . ... ..... . . . . . ... ..... . . . . . . . ..................................</p><p>Avaliando as habilidades básicas requeridas para</p><p>engajar-se na terapia cognitivo-comportamental •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>................................................. A terapia cognitivo-comportamental com adolescentes</p><p>Problemas comuns ao realizar terapia cognitivo-comportamental</p><p>com crianças e adolescentes ..... . . . ...... . . . . . . . ......... . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . ... . . . . . . . .............................</p><p>3</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: um panorama dos materiais .................</p><p>Pensamentos, sentimentos e o que você faz •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Pensamentos automáticos . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . ......... . . . ... ... .. .. . . . ...... ... . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .</p><p>Erros de pensamento .. . ... .. . .. . . . . . .. . ....... .. .... . •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>................................................................................................. Pensamento equilibrado</p><p>Crenças centrais •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>...................................................................................... Controlando seus pensamentos</p><p>Como você se sente ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Controlando seus sentimentos</p><p>Mudando seu comportamento</p><p>........................................................................................</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Aprendendo a resolver problemas ...... .. ........... ................................................ ... ........... .</p><p>11</p><p>12</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>18</p><p>19</p><p>23</p><p>27</p><p>27</p><p>29</p><p>33</p><p>36</p><p>41</p><p>42</p><p>43</p><p>44</p><p>45</p><p>45</p><p>46</p><p>47</p><p>48</p><p>49</p><p>50</p><p>o</p><p>>�</p><p>a</p><p>7</p><p>o</p><p>.�</p><p>a</p><p>8</p><p>4</p><p>Pensamentos, sentimentos e o que você faz com eles ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>O círculo mágico</p><p>O que você pensa</p><p>•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Crenças centrais ........ .............................................. o •• •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Crenças e pressupostos</p><p>Eventos importantes</p><p>Pensamentos automáticos</p><p>•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>.............................. .................................................................</p><p>Como você se sente .................................. ...................... .................................................</p><p>o que você faz ......... .. ........... .. ......... . . . . . . .. ... .. . . . . . . ........... . •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Pensamentos,</p><p>sentimentos e o que você faz com eles: juntando tudo .......... ........... .. ........ .... . .......... . .</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: O círculo mágico ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>53</p><p>53</p><p>poderia ser alcançado.</p><p>Ouadrinhos gerodores</p><p>A criança pode receber uma série de figuras ou quadrinhos e depois ser solicitada</p><p>a desenhar ou escrever as idéias que tiver sobre o que um dos personagens está</p><p>pensando. Na figura seguinte, pode-se pedir a ela que complete os balões de</p><p>pensamento desenhando ou escrevendo o que a pessoa com o embrulho está</p><p>pensando.</p><p>�</p><p>3-</p><p>�</p><p>�</p><p>8</p><p>� �</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>§</p><p>I</p><p>31</p><p>!l � �</p><p>� � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>!l � �</p><p>�</p><p>z � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>32</p><p>r</p><p>O f 0 <)</p><p>,) u( .J .)</p><p>,</p><p>Marionetes e peças de teatro</p><p>Uma situação difícil pode ser encenada e, no decorrer da peça, a criança é enco</p><p>rajada a sugerir o que cada uma das marionetes pensa sobre o que aconteceu.</p><p>Como destacam Salmon e Bryant (2002), a idade da criança precisa ser conside</p><p>rada, uma vez que as crianças pré-escolares podem experimentar dificuldades se</p><p>pedirmos que utilizem um boneco ou marionete para representar a si mesmas.</p><p>Elas têm dificuldades em entender que o boneco/marionete pode ser tanto um</p><p>objeto (brinquedo) como um símbolo (representação de si mesmas).</p><p>• Consciência das emoções</p><p>A educação afetiva projetada para ajudar as crianças a tomarem-se conscientes e</p><p>distinguirem sentimentos diferentes é um elemento essencial de muitos progra</p><p>mas de terapia cognitivo-comportamental. Para participar desse processo, as crian</p><p>ças precisam ser capazes de acessar seus sentimentos e fazer uma descrição de</p><p>les. Entretanto, não está claro se isso é um pré-requisito ou uma consciência que</p><p>se desenvolve durante a rcc.</p><p>Há muitos materiais diferentes dispoIÚveis para ajudar as crianças a identi</p><p>ficar e expressar as próprias emoções, por meio de peças, jogos e desenhos (veja,</p><p>por exemplo, Hobday e Ollier, 1998; Sunderland e Engleheart, 1993). As crian</p><p>ças mais novas talvez não sejam capazes de fornecer uma descrição verbal dos</p><p>seus sentimentos, mas podem desenhá-los. Semelhantemente, podem falar sobre</p><p>apenas um sentimento, como estarem bravas, porém, por meio de um questiona</p><p>mento cuidadoso, isso pode terminar mostrando que há um ''bravo bravo", um</p><p>''bravo triste" ou um ''bravo com medo".</p><p>Quebra-cabeças e jogos podem ser utilizados para avaliar se a criança é</p><p>capaz de identificar os sentimentos de outra pessoa. Podem ser fornecidas figuras</p><p>de pessoas em diferentes estados emocionais, pedindo que as crianças identifi</p><p>quem, em uma lista de emoções, o que aquelas pessoas poderiam estar sentindo.</p><p>De forma semelhante, o clínico pode encenar emoções diferentes e pedir à crian</p><p>ça que sugira um nome para como ela está se sentindo.</p><p>• Pensamentos, sentimentos e eventos</p><p>Novamente, a utilização de charadas e quebra-cabeças permitirá que você deter</p><p>mine se a criança é capaz de demonstrar uma consciência de emoções diferentes</p><p>em situações diversas. Por exemplo, pode ser fornecido à criança ou criado com</p><p>ela um conjunto de cartões de sentimentos (p. ex., amedrontado, alegre, bravo,</p><p>etc.), pedindo que ela escolha aquele que melhor descreve como se sente em</p><p>várias situações (p. ex., o primeiro dia na escola, brincar com o melhor amigo, ser</p><p>repreendida, etc.). A tarefa pode envolver ainda a combinação de sentimentos</p><p>com uma gama de pensamentos diferentes (p. ex., "acho que vou errar" , "acho</p><p>que joguei bem essa partida", "acho que meus amigos vão implicar comigo") .</p><p>Alternativamente, essa tarefa pode ser realizada utilizando-se marionetes, quan</p><p>do a criança tem que descrever como ela ou a sua marionete iriam se sentir em</p><p>várias situações (p. ex., se fossem provocadas ou recebessem um convite para a</p><p>festa de aniversário de um amigo).</p><p>Para engaiar-se no TCC, os criam;as têm que ser capazes de realizar tarefas como:</p><p>• ocessar e comunicar seus pensamentos;</p><p>• geror atribuições alternativos paro os eventos;</p><p>• estar conscientes de emoções diferentes;</p><p>• fazer o ligaçõo entre pensamentos, sentimentos e eventos.</p><p>1550 pode ser avaliado de vários maneiros adequados à faixa et6ria, pela utiliza</p><p>çõo de iogos, quebro-cabelóas, morionetes, desenhos e quadrinhos.</p><p>A utilização da ICC requer um entendimento de questões de desenvolvimento</p><p>que podem ter impacto sobre o processo. Blesher e Wilkes (1994) identificaram</p><p>uma série de questões que precisam ser consideradas.</p><p>Reconheça o egocentrismo dos adolescentes</p><p>Com freqüência, os adolescentes mostram-se egocêntricos e têm dificuldade de</p><p>perceber e aceitar as visões das outras pessoas. Comumente é útil reconhecer e</p><p>aceitar essa posição, perseguindo questões que esclareçam e permitam entender</p><p>as visões do adolescente, em vez de desafiar diretamente seu egocentrismo. Ado</p><p>tar essa postura terapêutica transmite uma mensagem positiva para o adolescen</p><p>te de que as suas visões estão sendo escutadas e respeitadas. Eles estão sendo</p><p>vistos como importantes, e o terapeuta está pronto para entender suas percep</p><p>ções exclusivas e interessantes. Não reconhecer o egocentrismo do adolescente</p><p>pode resultar no desenvolvimento de uma postura opositiva, pela qual ele sente</p><p>uma pressão crescente para argumentar e defender suas visões.</p><p>O sentido de autodeterminação do adolescente pode ser fortalecido pela</p><p>apresentação regular de escolhas e opções no decorrer da ICe. Belsher e Wilkes</p><p>(1994) sugerem que sejam apresentadas duas ou três versões de uma tarefa</p><p>semelhante entre as quais eles podem escolher. Por exemplo, o clínico pode suge</p><p>rir que o monitoramento do pensamento seja realizado completando-se uma fo</p><p>lha de registro estruturada, mantendo um diário privado de pensamentos mais</p><p>33</p><p>34</p><p>informal ou falando em um gravador quando são observados pensamentos "quen</p><p>tes". O papel do clínico é o de fornecer opções; o adolescente decide o método a</p><p>seguir.</p><p>Promova a colaboração</p><p>A rcc é um processo colaborativo, embora as crianças estejam em uma posição</p><p>um pouco abaixo em relação ao clínico (adulto) . O poder e o status diferenciado</p><p>entre os jovens e o clínico precisam ser reconhecidos, e deve ser feito um esforço</p><p>consciente para promover um relacionamento mais eqüitativo.</p><p>O clínico precisa transmitir uma sensação de disposição para trabalhar com</p><p>o adolescente, a fim de ajudá-lo a superar os problemas que ele identifica como</p><p>importantes. O clínico é um educador e um facilitador que fornece uma estrutura</p><p>na qual o jovem pode explorar, entender e identificar maneiras novas de pensar</p><p>e comportar-se. O processo colaborativo encoraja o jovem a pensar sobre seus</p><p>problemas e dificuldades detalhadamente e a descobrir as soluções possíveis.</p><p>Portanto, o jovem tem um papel fundamental no estabelecimento do alvo e na</p><p>tomada de decisões, e a abordagem colaborativa pode ser fortalecida quando o</p><p>clínico atua como um defensor e transmite as visões do adolescente para outras</p><p>pessoas de autoridade significativa.</p><p>Promova a objetividade</p><p>Embora o clínico possa agir como um defensor para o jovem, às vezes é impor</p><p>tante que mantenha uma postura objetiva. Com freqüência, os adolescentes são</p><p>egocêntricos, têm posicionamentos muito fortes e acham difícil considerar as</p><p>perspectivas dos outros. Isso pode fazer com que o jovem coloque o clínico sob</p><p>pressão para concordar ou endossar a sua visão subjetiva.</p><p>O clínico precisa permanecer objetivo e promover um modelo de empirismo</p><p>colaborativo pelo qual o jovem seja encorajado a testar suas próprias visões e</p><p>procurar evidências que as apóiem ou desafiem. O clínico fornece a estrutura</p><p>na qual o jovem testa e avalia seus pressupostos, crenças e pensamentos. Visto</p><p>que as distorções cognitivas alicerçam muitos problemas psicológicos, é possí</p><p>vel que o adolescente processe o resultado de seu teste de maneira enviesada.</p><p>Isso pode ser referido diretamente durante as sessões clínicas, ajudando o jo</p><p>vem a gerar e explorar explicações alternativas, as quais podem ser testadas</p><p>novamente.</p><p>Utilize questões souátioos</p><p>Os adolescentes e as crianças estão menos familiarizados com processos que encora</p><p>jam sua participação ativa e a expressão de crenças e idéias. Eles podem achar que</p><p>suas visões não são</p><p>importantes ou estão "erradas" e, como ocorre em muitos aspec</p><p>tos da sua vida, esperam que lhes digam o que devem fazer: O questionamento socrático</p><p>é uma maneira útil de superar esse obstáculo, pois o jovem é ajudado a explorar,</p><p>reavaliar e desafiar suas crenças por meio de uma série de questões.</p><p>O questionamento é muito direto e específico e, com freqüência, relaciona</p><p>se a eventos concretos. Assim, em vez de perguntar uma questão geral como "o</p><p>que aconteceu na escola ontem?", podemos convidar ojovem a responder a ques</p><p>tão "o que você acha que Mike ia fazer quando aproximou-se de você na pracinha</p><p>depois do lanche?".</p><p>Os adolescentes podem ser encorajados a expressar suas idéias pela</p><p>prefixação de questões com afirmativas breves, como "provavelmente, há muitas</p><p>maneiras com que poderíamos tratar disso . . . o que você faria?". A idéia de que</p><p>algumas situações talvez não tenham respostas pode ser transmitida por afirma</p><p>tivas como "não consigo pensar em tudo ... você tem alguma idéia?". Repetir as</p><p>afirmativas feitas pelo jovem ajuda a reforçar o seu interesse nelas, mas também</p><p>permite que as distorções e inconsistências sejam desafiadas. Por exemplo, ''pos</p><p>so conferir se entendi o que você disse? Você contou que não tem amigos, mas</p><p>Melanie o convidou para dormir na casa dela. Melanie não é sua amiga?".</p><p>Desafie o pensamento dicotômico</p><p>O pensamento "tudo ou nada" é comum em adolescentes e, com freqüência,</p><p>reflete-se na oscilação dramática que pode ser encontrada de sessão para sessão.</p><p>Em uma ocasião, um adolescente pode apresentar-se deprimido ou ansioso, to</p><p>davia, na seguinte, pode estar alegre ou relaxado. Esse movimento pendular dra</p><p>mático faz os clínicos sentirem-se confusos ou inseguros sobre a necessidade de</p><p>continuar com a TCC. Embora possam ser alcançadas melhorias significativas e</p><p>duradouras com crianças e adolescentes em um número relativamente pequeno</p><p>de sessões, há vezes em que a recuperação aparente tem vida curta e tende a ser</p><p>um reflexo do pensamento dicotÔmico do jovem.</p><p>As escalas de classificação são uma maneira útil de desafiar o pensamento</p><p>dicotÔmico e ajudam o adolescente a reconhecer que há uma série de estágios</p><p>entre os dois extremos. Isso pode requerer um certo grau de educação, envol</p><p>vendo o adolescente na classificação ou no ordenamento de uma série de even</p><p>tos, segundo uma dimensão particular. As escalas podem ser utilizadas para clas</p><p>sificar a intensidade de sentimentos, a crença em pensamentos, o grau de respon</p><p>sabilidade ou culpa.</p><p>Finalmente, Belsher e Wilkes (1994) destacam a importância da linguagem</p><p>utilizada pelo clínico. Perguntar o que seria "bom" ou "mau" sugere uma</p><p>categorização dicotômica, enquanto utilizar os termos "melhor" ou ''pior'' trans</p><p>mite a impressão de um oontinuum.</p><p>Envolva outras pessoas signifirotivas</p><p>Os adolescentes operam em um sistema social complexo, que envolve influências</p><p>significativas dos familiares/responsáveis, amigos e escolas. É importante re</p><p>conhecê-las e envolvê-las de forma apropriada, uma vez que, com freqüência, os</p><p>adolescentes são incapazes de tomar decisões sobre as coisas que os afetam. Por</p><p>exemplo, os adolescentes que estão exercitando estratégias de controle da raiva</p><p>na escola podem precisar que seus professores lhes permitam sair da sala quando</p><p>se enraivecem. Semelhantemente, envolver outras pessoas significativas Cp. ex.,</p><p>pais, pares ou amigos) nas sessões pode fornecer uma perspectiva diferente para</p><p>testar e reavaliar as próprias cognições.</p><p>• Reconheço o egocentrismo dos adolescentes.</p><p>• Promova o colaboração.</p><p>• Promova a objetividade.</p><p>• Utilize questães socráticas.</p><p>• Desofie o pensomento dicotômico.</p><p>• Envolva outros pessoos significotivas.</p><p>35</p><p>36</p><p>Crianças que não se comunirom</p><p>Tipicamente, o processo da rce com crianças é menos didático do que com adul</p><p>tos, e elas adotam um papel de escuta mais passiva durante as sessões clínicas.</p><p>Embora isso possa requerer uma participação maior do clínico, não implica ne</p><p>cessariamente que a rce seja ineficaz. De fato, urna das questões fundamentais</p><p>ao trabalhar com crianças é a necessidade de adaptar os materiais de modo que</p><p>sejam acessíveis a elas. Nessas situações, é proveitosa uma maior utilização de</p><p>materiais não-verbais; as crianças verbalizarão seus pensamentos e sentimentos</p><p>enquanto desenham ou pintam. Da mesma forma, a utilização de recursos como</p><p>os quadros-negros e os cartazes reversíveis flip charts pode atrair o interesse de</p><p>las e resultar no aumento da participação.</p><p>Em alguns momentos, a despeito da utilização criativa de materiais, as crian</p><p>ças podem continuar em silêncio durante as sessões e responder com frases</p><p>descomprometidas a quaisquer sondagens e questões. Nesses casos, pode ser útil</p><p>empregar uma abordagem mais retórica, na qual você adivinha em voz alta o que</p><p>o jovem poderia responder às suas questões. Se ele reluta em falar sobre si mes</p><p>mo, então discutir problemas semelhantes de uma terceira pessoa ou encená-los</p><p>pela utilização de marionetes ou peças pode resultar em mais engajamento. Fi</p><p>nalmente, pode ser apropriado mudar o cenário; em vez de ficarem sentados no</p><p>consultório, tente sair para um café ou uma caminhada e veja se o jovem toma</p><p>se mais comunicativo.</p><p>Clientes relutantes</p><p>Tipicamente, as crianças não procuram ajuda psicológica, mas, em geral, são</p><p>trazidas para o clínico por responsáveis e profissionais preocupados. As próprias</p><p>crianças podem não compartilhar essas preocupações ou mesmo perceber quais</p><p>quer problemas particulares que requeiram ajuda.</p><p>Um aspecto essencial da ree é a natureza colaborativa da intervenção; se a</p><p>criança é incapaz de identificar quaisquer metas ou mudanças que gostaria de</p><p>fazer, então a utilização da Tee deve ser questionada. Todavia, isso requer uma</p><p>exploração cuidadosa, uma vez que a incapacidade de identificar metas possíveis</p><p>pode ser um resultado da sua vivência (ou seja, "esta é a maneira como sempre</p><p>foi e sempre será"). Ajudar a criança a explorar possibilidades alternativas e</p><p>realistas pode auxiliá-la a reconhecer que a sua situação poderia ser diferente. Da</p><p>mesma forma, uma falta de motivação, como encontrada, por exemplo, em cri</p><p>anças deprimidas, pode resultar na expressão de relutância e desespero. Nesses</p><p>casos, as entrevistas motivacionais podem ser úteis para assegurar o compromis</p><p>so do jovem com, pelo menos, experimentar a ree (Miller e Rollnick, 1991) . As</p><p>entrevistas motivacionais utilizam técnicas básicas de aconselhamento (p. ex.,</p><p>empatia, consideração positiva, escuta ativa) e intervenções cognitivo-comporta</p><p>mentais para aumentar o compromisso da pessoa com a mudança. A criança é</p><p>encorajada a expressar suas visões e percepções dos eventos, enquanto o clínico</p><p>escuta seletivamente e reforça os possíveis sinais de motivação. Depois, estes são</p><p>retomados para o jovem.</p><p>Nenhuma responsabilidade em assegurar mudanças</p><p>As crianças e adolescentes podem identificar dificuldades e alvos de mudanças,</p><p>mas talvez não vejam a si próprios como responsáveis pela realização das mes</p><p>mas. Às vezes, isso pode ser apropriado, mas, em outros momentos, as dificulda</p><p>des podem ser atribuídas a fatores orgânicos ("este sou eu, nasci assim") ou ex</p><p>ternos, que não são percebidos como estando dentro da capacidade de mudança</p><p>do indivíduo. Por exemplo, um jovem que tem problemas na escola regularmente</p><p>pode atribuir isso a um fator externo, como ser perseguido pelos professores ("se</p><p>os professores não me perseguissem, eu não teria problemas"). É necessário ava</p><p>liar se esse é o caso realmente ou se é um reflexo de visões distorcidas ou</p><p>enviesadas. Todavia, para engajar-se na TCC, o jovem precisa estar preparado</p><p>para, pelo menos, explorar sua contribuição pessoal nesses eventos.</p><p>Envolver 05 pais</p><p>Há evidências cada vez maiores que sugerem que envolver os pais na TCC com</p><p>crianças pode produzir benefícios adicionais (Barrett et al., 1996; King et al., 1998;</p><p>Toren et al., 2(00). O</p><p>papel especifico deles nos programas de TCC tem variado e</p><p>incluído o de facilitadores, co-terapeutas e clientes. A função principal do facilitador</p><p>é auxiliar a transferência das habilidades das sessões clínicas para o ambiente do</p><p>méstico. Os pais podem contribuir para a avaliação das situações difíceis, bem</p><p>como encorajar e permitir que seus filhos exercitem habilidades e tarefas novas em</p><p>casa. Como co-terapeutas, eles têm um papel mais ativo, podendo estimular,</p><p>monitorar e revisar a utilização das habilidades pelos fllhos. Os pais são encoraja</p><p>dos a oferecer reforço aos filhos e trabalhar com eles no planejamento e no trata</p><p>mento dos problemas. Em ambos os casos, a criança continua sendo o foco da</p><p>intervenção; os pais trabalham para reduzir o estresse psicológico dela.</p><p>Finalmente, os pais podem ser envolvidos como clientes distintos, apren</p><p>dendo habilidades novas (p. ex., gestão comportamental) ou formas de lidar</p><p>com os próprios problemas (p. ex., controlando a ansiedade). Esse modelo foi</p><p>defendido por Barrett (1998), que descreve um modelo sistêmico para capaci</p><p>tar os pais e as crianças a formarem uma "equipe de experts". Os pais recebem</p><p>treinamento de gestão comportamental, formas de lidar com seu próprios abor</p><p>recimentos emocionais e habilidades de comunicação e resolução de proble</p><p>mas. De forma semelhante, Cobham, Dadds e Spence (1998) descrevem uma</p><p>intervenção que incorpora tanto a rcc enfocada na criança para tratamento da</p><p>ansiedade como um programa projetado para reduzir a ansiedade parental. Os</p><p>pais são ensinados a reconhecer o efeito do seu próprio comportamento sobre o</p><p>desenvolvimento e a manutenção dos problemas dos filhos e a tratar a própria</p><p>ansiedade.</p><p>O papel dos pais na intervenção e, assim, a extensão e a natureza do seu</p><p>envolvimento no programa, precisam ser esclarecidos e acordados no início da</p><p>terapia.</p><p>Deve haver colaboração com a criança ou com os pais/responsáveis?</p><p>Uma questão fundamental que surge a partir do envolvimento dos pais relacio</p><p>na-se ao processo de colaboração e à decisão de se a criança ou seus pais são</p><p>vistos como clientes primários. Isso pode ser uma fonte de tensão, uma vez que é</p><p>37</p><p>38</p><p>possível que a criança identifique metas e alvos diferentes das de seus pais, le</p><p>vantando a questão de qual agenda deve ser previlegiada. Seguir a agenda dos</p><p>pais ou a da criança implica questões éticas a respeito de se as metas são projetadas</p><p>para assegurar a conformidade ou preocupam-se em proteger os melhores inte</p><p>resses da criança (Royal College of Psychiatry, 1997).</p><p>O clínico precisa administrar essas perspectivas diferentes escutando e ex</p><p>pressando interesse por cada uma delas, enquanto mantém uma posição</p><p>descomprometida, objetiva e imparcial. Esclarecer repetidas vezes a meta geral</p><p>da terapia, a saber, reduzir o sofrimento psicológico da criança ou do adolescen</p><p>te, ajuda a manter o enfoque, ao mesmo tempo em que destaca o fato de que essa</p><p>meta pode ser alcançada de diversas maneiras. Inicialmente, responder à agenda</p><p>da criança ou do adolescente transmite uma mensagem nítida para os jovens de</p><p>que suas visões são importantes e de que eles têm um papel fundamental na</p><p>determinação da mudança. Esse sentido de autodeterminação pode ser mais for</p><p>talecido enfocando-se alvos realistas e alcançáveis, que resultam em algum grau</p><p>de sucesso rápido. Finalmente, revisar o progresso fornece uma oportunidade de</p><p>monitorar a mudança, reavaliar as metas da criança e dos seus pais e identificar</p><p>e acordar o próximo alvo. Esse processo é proveitoso e, com freqüência, demons</p><p>tra que mudanças positivas que derivam de seguir a agenda da criança também</p><p>têm efeitos positivos sobre as metas dos adultos.</p><p>Em outras ocasiões, a criança e seus pais podem ser ajudados pelo clínico a</p><p>concordar sobre um enfoque comum. O protocolo para o tratamento do transtor</p><p>no obsessivo-compulsivo (TOC) desenvolvido por March e colaboradores (1994)</p><p>oferece um exemplo de como a criança e os pais podem trabalhar juntos para</p><p>superar as obsessões da primeira. A criança é encorajada a dar ao seu TOC um</p><p>nome ruim e a aprender como rebater os acessos obsessivos. Os pais são auxilia</p><p>dos a distinguir entre o Toe e seu filho pela externalização do TOC como uma</p><p>doença, que eles podem ajudar a criança a superar.</p><p>Disfunção familiar significativa</p><p>A dinâmica interna de uma família é complexa e pode resultar no fato de as</p><p>crianças serem percebidas inadequadamente como responsáveis por todas as di</p><p>ficuldades da família. Nessas situações, a Tce individual não é apropriada se não</p><p>se referir às questões mais amplas da família. Além disso, se os déficits ou as</p><p>distorções cognitivas percebidos na criança refletem capacidades parentais limi</p><p>tadas ou visões desajustadas, então a Tce individual é inadequada, e sua</p><p>efetividade, improvável (Kaplan et al., 1995). O clínico precisa realizar uma ava</p><p>liação completa para determinar se os comentários da criança de que seus pais</p><p>"estão sempre me derrubando" representam uma distorção cognitiva ou um re</p><p>flexo preciso de uma família disfuncional. Determinar isso indicará se é recomen</p><p>dada a Tce individual ou uma abordagem mais sistêmica.</p><p>Difiruldade para acessar os pensamentos</p><p>eom freqüência, as crianças e os adolescentes acham difícil identificar e verbalizar</p><p>seus pensamentos, particularmente em resposta a questões diretas. Todavia, a</p><p>escuta cuidadosa revelará que as crenças, os pressupostos e as estimativas ficam</p><p>evidentes conforme falam. Nesses momentos, é útil para o clínico adotar o papel</p><p>do "caçador de pensamentos" descrito por Thrk (1998), identificando as cognições</p><p>importantes quando elas ocorrem e trazendo-as para a atenção do jovem. O clí</p><p>nico pode interromper o diálogo e dirigir a atenção do jovem para as cognições</p><p>que foram verbalizadas ou, alternativamente, guardá-las e resumi-las em um</p><p>momento adequado. Por exemplo, ele pode escutar a descrição de uma criança</p><p>de uma situação "emocionante" recente e, depois, resumir os sentimentos funda</p><p>mentais e os pensamentos associados que identifica.</p><p>Muitas vezes, crianças e jovens confundem pensamentos e sentimentos, o</p><p>que levou Belsher e Wilkes (1994) a destacarem a necessidade de ''procurar o</p><p>efeito". Os autores sugerem que, durante as sessões clínicas, seja dada atenção</p><p>particular para as mudanças nas emoções, as quais são devolvidas para a criança,</p><p>a fim de que identifique as cognições associadas (p. ex., ''você parece estar pen</p><p>sando sobre alguma coisa que está lhe deixando com raiva"). Geralmente, as</p><p>crianças irão requerer mais ajuda para descobrir suas cognições, e o clínico pode</p><p>utilizar o questionamento socrático ou fornecer uma lista de sugestões possíveis</p><p>com as quais o jovem pode discordar ou concordar. Por meio de um processo de</p><p>observação e questionamento cuidadoso, a criança pode descobrir e verbalizar as</p><p>cognições subjacentes às suas emoções.</p><p>Frarosso em realizar as tarefas de rosa</p><p>A rcc é um processo ativo que envolve tipicamente a coleta de informação fora</p><p>das sessões clínicas. Embora algumas crianças e adolescentes sejam interessados</p><p>e ansiosos por realizar o monitoramento doméstico, outros não se dispõem a</p><p>fazê-lo e fracassam repetidamente em retornar com qualquer material. Essa ques</p><p>tão precisa ser discutida com o jovem abertamente, a importância das tarefas</p><p>deve ser explicada, e a extensão realista do que pode ser realizado, se algo hou</p><p>ver; combinada. A terminologia é importante, e é útil evitar chamar essas tarefas</p><p>ou vivências externas à sessão de "lições de casa", o que pode ser visto negativa</p><p>mente. Identificar uma maneira apropriada de realizar essa tarefa também é</p><p>importante. Por exemplo, as crianças podem relutar em escrever um diário, mas</p><p>talvez fiquem mais interessadas em fazer relatórios nos seus computadores.</p><p>Semelhantemente, alguns jovens podem ficar mais motivados em enviar os seus</p><p>pensamentos pelo correio eletrônico, enquanto outros talvez prefiram falar em</p><p>um gravador.</p><p>Completar</p><p>as tarefas de casa não é um pré-requisito para realizar a rcc.</p><p>Vivências, pensamentos e sentimentos das crianças que são incapazes de fazer</p><p>registros ainda podem ser avaliados durante as sessões clínicas. É possível pedir a</p><p>elas que contem sobre uma situação difícil recente; o clínico pode sondar e explo</p><p>rar os pensamentos e sentimentos que acompanharam o evento.</p><p>(apacidade cognitiva/habilidade verbal limitadas</p><p>É exigido um nível básico de habilidades verbais, cognitivas e de memória para</p><p>engajar-se na rcc e, conseqüentemente, as crianças com questões significativas</p><p>de desenvolvimento podem não ser capazes de participar do processo direta</p><p>mente. Entretanto, é necessário estabelecer se isso se deve às capacidades</p><p>cognitivas limitadas da criança ou ao fato de as tarefas cognitivas não estarem</p><p>projetadas no nível correto para permitir que a criança as acesse.</p><p>Apresentar a informação mais visualmente, utilizando uma linguagem sim</p><p>ples e expondo conceitos abstratos de maneira mais concreta pode facilitar o</p><p>39</p><p>40</p><p>engajamento das pessoas com dificuldades de aprendizagem na TCC (Whitaker,</p><p>2001). Os problemas de memória podem ser superados pela utilização de pistas</p><p>e esmnulos visuais. Por exemplo, urna criança que está aprendendo a usar os</p><p>sinais de trânsito como uma forma de resolver problemas (vermelho, pare e pen</p><p>se; amarelo, planeje; verde, tente) pode ser lembrada de utilizar esse sistema na</p><p>escola, colocando fitas coloridas em volta da sua caneta. Da mesma forma, as</p><p>tarefas podem ser simplificadas com menos pontos de decisão, de modo que a</p><p>criança seja auxiliada a ''pular fora" (ou seja, afastar-se) de situações nas quais</p><p>possa perder o controle, em vez de aprender um conjunto mais complexo de</p><p>respostas.</p><p>Interven�ões breves</p><p>Com freqüência, crianças e adolescentes adotam uma perspectiva de curto prazo</p><p>enfocada no problema. Em geral, eles estão interessados em referir-se a problemas</p><p>prementes, em vez de embarcarem em um trabalho de longo prazo. Conseqüente</p><p>mente, com crianças e adolescentes, há uma ênfase maior em facilitar e desenvol</p><p>ver habilidades cognitivas, em vez de privilegiar esquemas ou crenças subjacentes.</p><p>Tipicamente, há menos enfoque nas complexidades abstratas, como enten</p><p>der as nuanças sutis dos diferentes tipos de distorções cognitivas. Em vez disso,</p><p>as crianças e os adolescentes estão ansiosos para entender suas dificuldades em</p><p>uma estrutura cognitiva e aprender mais habilidades cognitivas e comportamentais</p><p>apropriadas que os capacitem a suportá-las. Esse enfoque predominante nos pro</p><p>blemas correntes resulta no fato de a TCC com crianças ser realizada em muito</p><p>menos sessões do que com adultos. Embora uma série de intervenções da TCC</p><p>para crianças identifique programas de 12 a 16 sessões, a experiência clínica</p><p>sugere que muitas intervenções são consideravelmente mais breves do que isso.</p><p>Uma mudança significativa pode ser alcançada em seis sessões ou ainda menos,</p><p>levando muitos clínicos a sentirem-se confusos ou questionarem se foi de fato</p><p>realizada a TCC. Essa confusão é compreensível e relaciona-se à questão coloca</p><p>da no final do Capítulo 1, a respeito do que a TCC com crianças acarreta. O</p><p>enfoque cognitivo de muitas das intervenções da TCC é extremamente limitado,</p><p>estando com freQÜência confmado ao desenvolvimento de uma estratégia cognitiva</p><p>particular. Até que tenham sido definidos os elementos efetivos essenciais, os</p><p>clínicos continuarão a questionar a sua prática.</p><p>Os problemas comuns encontrados 00 realizar a rce com crianças e adolescentes</p><p>incluem os seguintes:</p><p>• crianças não-comunicativas;</p><p>• Melientes reliJIantes"';</p><p>• nenhuma responsabilidade em assegurar a mudança;</p><p>• identificor o papel dos pois;</p><p>• disfunção familiar significativa;</p><p>• estabelecer com quem deve acontecer o colaboração;</p><p>• dificuldade em acessar pensamentos;</p><p>• fracasso em realizar as torefas de coso;</p><p>• habilidades cognitivos/verbais limitodas;</p><p>• intervenções breves.</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos:</p><p>um panorama dos materiais</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos é uma coleção de materiais que adapta os</p><p>conceitos e as estratégias da TCC para utilização com crianças e adolescentes. Por</p><p>meio de três personagens principais, o Rastreador de Pensamentos, o Descobri</p><p>dor de Sentimentos e o Realizador, as crianças e os adolescentes são ajudados a</p><p>entender a estrutura cognitivo-comportamental, a explorar e testar suas cognições</p><p>e a aprender habilidades cognitivas e comportamentais alternativas. Os persona</p><p>gens podem ser mais interessantes para as crianças mais novas, que talvez te</p><p>nham maior facilidade para descrever pensamentos e sentimentos por meio de</p><p>um terceiro. Para os adolescentes, pode ser apropriado focalizar mais os mate</p><p>riais e menos os personagens.</p><p>O objetivo de Bons pensamentos - bons sentimentos não é ser recebido como</p><p>um pacote. Não representa um curso padronizado em 10 sessões, nem é um</p><p>programa de rcc abrangente. Ao contrário, fornece uma gama de materiais que</p><p>podem ser utilizados flexivelmente, dependendo das necessidades da criança e</p><p>da natureza de suas dificuldades. Os materiais oferecem exemplos de como os</p><p>conceitos da rcc podem ser transmitidos de uma maneira agradável, simples e</p><p>compreensível.</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos fornece materiais educativos e exercí-</p><p>cios de acompanhamento para cada um dos seguintes tópicos:</p><p>1 . introdução à rcc;</p><p>2. pensamentos automáticos;</p><p>3. distorções cognitivas comuns;</p><p>4. reestruturação cognitiva e pensamento equilibrado;</p><p>5. crenças centrais;</p><p>6. desenvolvimento de novas habilidades cognitivas;</p><p>7. identificação de sentimentos;</p><p>8. estratégias para controlar sentimentos desagradáveis;</p><p>9. idéias para mudar o comportamento;</p><p>10. abordagem para a resolução de problemas.</p><p>Cada tópico tem uma seção explicativa que fornece um resumo concreto e compreen</p><p>sível das questões fundamentais. As ilustrações e os exemplos práticos proporcio</p><p>nam uma maneira de relacionar os materiais às questões e aos problemas com os</p><p>quais os jovens podem estar familiarizados. A seção explicativa pode ser fotocopia</p><p>da e utilizada de forma awlsa ou para estruturar a sessão clínica. Então, o clínico</p><p>pode enfatizar e focalizar aquelas que são as mais relevantes para a criança.</p><p>Uma série de folhas de exercícios acompanha cada sessão para ajudar a</p><p>criança a aplicar a informação às suas dificuldades particulares. Essas folhas va-</p><p>41</p><p>42</p><p>riam em complexidade, sendo que as que trazem uma face sorridente são mais</p><p>apropriadas para crianças menores. As folhas de exercícios fornecem exemplos</p><p>de como os conceitos podem ser transmitidos, e o objetivo é que sejam utilizadas</p><p>flexivelmente e adaptadas pelo clínico.</p><p>Resumo</p><p>Esta seção fornece uma introdução à terapia cognitivo-comportamental e explica</p><p>a ligação entre os pensamentos, os sentimentos e o comportamento. Tipos dife</p><p>rentes de pensamentos (os automáticos e as crenças centrais) são explicados, o</p><p>papel dos pressupostos é destacado, e os efeitos dos pensamentos positivos e</p><p>negativos sobre os sentimentos e o comportamento são descritos. Também é</p><p>identificada a armadilha negativa, pela qual os pensamentos negativos produ</p><p>zem sentimentos desagradáveis que limitam ou restringem o comportamento.</p><p>• Psicoeducoção.</p><p>• Introdução dos elementos essenciois dos pensomentos, sentimentos e compor</p><p>tomento.</p><p>Folhas de exercídos</p><p>o Círculo Mágico e aArmadilha Negativa introduzem a criança no conceito de moni</p><p>toramento do pensamento e na ligação entre pensamentos, sentimentos e o compor</p><p>tamento. O Círculo Mágico focaliza uma situação agradável e mexe com o que a</p><p>criança pensa e com o que faz. Em contraste, a Armadilha Negativa explora situações</p><p>difíceis, como pode ser visto neste exemplo envolvendo Amy, de 8 anos, que ficava</p><p>muito ansiosa quando ia para a escola. Durante a entrevista, seus pensamentos, sen</p><p>timentos e o que ela fazia eram identificados e reunidos no seguinte resumo.</p><p>Meus pensailbentos</p><p>"Tenho tudo''''</p><p>'"O que esquecW</p><p>·A minho piof: :� voi ficor zongodo"</p><p>.0, 0\Itr0$ vOo rir"</p><p>-Nao _tou me sentindo bem·</p><p>Amy caminha até a escola</p><p>o que eu foc;o</p><p>Ch�</p><p>Fito porodo</p><p>Nau quero .nltor no $(110 de oulo</p><p>Fujo do eKoIo</p><p>Como me sinto</p><p>AmedrontodoJpreocupodo</p><p>Trtmulo</p><p>Suondo</p><p>CoroçOo ocel.rodo</p><p>Podem ser feitas comparações entre o Círculo Mágico e a Armadilha Nega</p><p>tiva para destacar o fato de que os pensamentos produzem sentimentos diferen</p><p>tes e têm efeitos proveitosos ou inaproveitáveis sobre o comportamento. Final</p><p>mente, dependendo da criança, a seção do sentimento pode ser subdividida em</p><p>sentimentos (emoções) e mudanças corporais (reações psicológicas) . Isso pode</p><p>ser particularmente útil para aquelas crianças que percebem suas reações emocio</p><p>nais como sinais de doenças físicas.</p><p>A charada Se/Então é uma maneira de descobrir alguns dos pressupostos</p><p>que a criança poderia fazer, enquanto a seção O Que Ftnso, O Que Faço, Como me</p><p>Sinto é um quebra-cabeça que ajuda a distinguir entre os três elementos funda</p><p>mentais da estrutura da TCC. Ambos podem ser adaptados e modificados para</p><p>cada criança, incorporando os temas fundamentais que surgem durante a avalia</p><p>ção em questões que podem ser introduzidas na charada.</p><p>Resumo</p><p>Os pensamentos automáticos são explicados pela metáfora de uma fita tocando</p><p>na cabeça. A triade cognitiva (pensamentos sobre mim, o que faço e o meu futu</p><p>ro) é introduzida e utilizada para ajudar a identificar os enfoques diferentes dos</p><p>pensamentos. As razões por que os pensamentos automáticos parecem tão razo</p><p>áveis são explicadas, e os efeitos dos pensamentos automáticos positivos e nega</p><p>tivos sobre os sentimentos e o comportamento são explorados. Finalmente, é</p><p>destacada a necessidade de identificar os pensamentos "quentes", que produzem</p><p>reações emocionais fortes.</p><p>• Introdução oos pensamentos oulomóticos e à tdade cognitiva .</p><p>• Monitoramento de pensomento e identificação dos pensamentos negativos</p><p>comuns.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Para crianças mais velhas, um diário de pensamentos e sentimentos oferece uma</p><p>estrutura para registrar Pensamentos "Quentes" e ligá-los às reações emocio</p><p>nais. Se o monitoramento doméstico não é possível, então os Ftnsamentos "Quen</p><p>tes" possibilitam uma maneira de identificar, durante uma sessão clínica, os</p><p>pensamentos comuns que a criança pode ter sobre si mesma, o que faz e o seu</p><p>futuro. Os diários e os exercícios estruturados podem ser úteis para algumas</p><p>crianças, enquanto outras preferirão uma abordagem mais flexível. Encorajar a</p><p>criança a fazer seu diário no próprio computador, enviar pensamentos "quen</p><p>tes" para o clínico, fazer o "download da sua cabeça" em um gravador ou sim</p><p>plesmente "apanhar" o pensamento ocasional quando ele ocorre são outras pos</p><p>sibilidades.</p><p>Para as crianças mais novas, está incluída uma série de Balões de Ftnsamen</p><p>to relacionada à triade cognitiva. As crianças são solicitadas a desenhar um qua</p><p>dro ou a escrever alguns dos pensamentos bons ou desagradáveis que têm sobre</p><p>si mesmas - os pensamentos bons sobre o que fazem ou os preocupantes sobre o</p><p>43</p><p>44</p><p>futuro. Novamente, os balões podem ser adaptados para abordar temas impor</p><p>tantes identificados pelo clínico. Se as crianças pequenas acham difícil verbalizar</p><p>seus pensamentos, pode-se pedir aos pais sugestões de pensamentos que elas</p><p>poderiam ter.</p><p>Para as crianças que parecem vivenciar uma dificuldade persistente para acessar</p><p>seus pensamentos, pode ser útil o O Que Eles Estão Pensando? Pedimos que elas</p><p>sugiram o que dois personagens diferentes em um quadro podem estar pensando,</p><p>ou que criem duas ou três sugestões sobre que pensamentos um personagem pode</p><p>ter. Isso é uma maneira de avaliar se a criança é capaz de identificar e verbalizar</p><p>cognições, e de introouzir a idéia de descrever pensamentos.</p><p>Resumo</p><p>As distorções cognitivas são introduzidas como erros de pensamento que enviesam</p><p>a maneira pela qual os eventos são percebidos. Elas fazem com que os eventos</p><p>positivos sejam negligenciados, ou a sua importância, minirnizada. São descritos</p><p>seis tipos principais de erros às crianças e aos adolescentes. Os "derrotistas" são</p><p>aqueles que focalizam os eventos negativos, desconsiderando os positivos (abs</p><p>tração seletiva, desqualificação do positivo). "Explodir tudo" destaca como a im</p><p>portância vinculada aos eventos negativos é exagerada (pensamento dicotômico,</p><p>magnificação, supergeneralização). "Prever o fracasso" explica como se espera</p><p>que aconteçam coisas ruins (inferência arbitrária) . "Sentir o pensamento" de</p><p>monstra como as emoções dominam e obscurecem o pensamento (raciocínio emo</p><p>cional), enquanto ''preparar-se para o fracasso" destaca como são freqüentemen</p><p>te estabelecidos padrões inatingíveis (expectativas irrealistas) . Finalmente, o "cul</p><p>pe-me" identifica como a responsabilidade pelos eventos negativos que aconte</p><p>cem é assumida automaticamente (personalização).</p><p>• Identificação dos tipos de distorçães cognitivos .</p><p>• Monitoromento do pensomento e identificoção dos distorçães cognitivas</p><p>comuns.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Identificando Erros de Ftnsamento é projetado para ajudar a criança a capturar os</p><p>pensamentos negativos e a identificar os tipos comuns de distorções cognitivas</p><p>que ela faz. Novamente, o processo para alcançar isso pode ser adaptado para</p><p>cada criança e, se não forem possíveis as tarefas fora da sessão, podem ser reali</p><p>zadas como parte da sessão clínica. A idéia de escala é introduzida, e a criança é</p><p>encorajada a identificar e a classificar a extensão na qual acredita nos seus pensa</p><p>mentos negativos. O diário é completado no dia seguinte, quando os pensamen</p><p>tos são reexaminados, os erros de pensamento, identificados, e a sua crença no</p><p>pensamento, classificada novamente. A utilização de classificações começa a de</p><p>safiar o pensamento dicotômico de muitos jovens e permite demonstrar que as</p><p>crenças podem mudar com o tempo.</p><p>Que Erros de Pensamento Você Comete? é uma avaliação breve das distorções</p><p>identificadas. É uma forma rápida de o jovem avaliar que tipos de distorções</p><p>cognitivas ele faz e quais são os mais comuns.</p><p>Resumo</p><p>o jovem é introduzido em um processo de conferencia e verificação dos pensa</p><p>mentos negativos. Isso é projetado para assegurar que ele procurou todas as evi</p><p>dências e que seus pensamentos são equilibrados e não distorcidos. O processo</p><p>envolve passos concretos de conferencia das evidências que apóiam e das que</p><p>desaprovam os pensamentos, obtendo a perspectiva de outra pessoa e conferin</p><p>do os erros de pensamento. Isso leva ao passo final da reestruturação cognitiva,</p><p>em que, com base em todas as evidências, o jovem identifica um pensamento</p><p>alternativo e mais equilibrado.</p><p>• Avolioo;;õo cognitivo.</p><p>• Verificoo;;õo de pensamentos.</p><p>• Reestrutvroo;;õo cognitivo.</p><p>• Pensomento equilibrado.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Procurando Evidências é projetado para ajudar a criança a familiarizar-se com o</p><p>processo de conferência de pensamentos. Os pensamentos são identificados e,</p><p>depois, avaliados para determinar as evidências que os apóiam, aquelas que os</p><p>desaprovam, o que outras pessoas diriam, o que a criança diria a outras pessoas</p><p>se tivessem esse pensamento e se ela está fazendo quaisquer erros de pensamen</p><p>to. Classificar a força da crença antes e depois da verificação é uma maneira</p><p>objetiva de demonstrar que os pensamentos automáticos negativos podem se</p><p>tomar menos problemáticos se forem desafiados.</p><p>O Pensamento Equilibrado leva o processo de desafio do pensamento ao</p><p>estágio final da reestruturação cognitiva. Com base em todas as evidências, o</p><p>jovem identifica um pensamento menos enviesado e mais equilibrado.</p><p>Resumo</p><p>Os conceitos das crenças centrais são introduzidos, sendo utilizada seta descen</p><p>dente da técnica "E daí?" para identificá-los. É descrito um processo para testar</p><p>as crenças centrais procurando ativamente por evidências que as neguem. A no</p><p>ção de que as crenças centrais são fortes e resistentes aos desafios é introduzida,</p><p>e defende-se a necessidade de discutir e falar com outra pessoa.</p><p>45</p><p>46</p><p>• Identificação dos crenças centrais.</p><p>• Desafiar e testar as crenças centreis.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Identificando as Crenças Centrais é um exercício no qual a criança utiliza a seta</p><p>descendente da técnica "E Daí?" para descobrir suas crenças centrais (Bums, 1980).</p><p>Depois de cada afirmação, pergunta-se à criança "E Oro'? Se isso fosse verdade, o</p><p>que significaria sobre você?", até que a crença central seja identificada. Greenberger</p><p>e Padesky (1995) destacam o fato de que as crenças centrais aparecem como afir-</p><p>- b 1 1 " u/l nh " " tro - " I maçoes a so u as como eu so e o .. . , os ou s sao ... , e c.</p><p>Uma vez que as crenças essenciais tenham sido identificadas, o Desafiando</p><p>as Crenças Centrais pode ser utilizado para testar a validade da crença. Isso é</p><p>alcançado montando-se um experimento para procurar quaisquer evidências, não</p><p>importa quão ínfimas sejam, que sugiram que as crenças centrais nem sempre</p><p>são 100% verdadeiras. Finalmente, o Crenças Comuns oferece meios de avaliar a</p><p>nitidez com que a criança se identifica com um conjunto de 15 crenças. Utilizan</p><p>do o TennômetTO do Pensamento, ela classifica a força com que concorda com cada</p><p>afirmação. Isso fornece ao clínico uma compreensão das crenças da criança, que</p><p>pode ser utilizada para ajudá-la a descobrir por que as mesmas dificuldades conti</p><p>nuam recorrentes ou por que terminam nas mesmas armadilhas negativas.</p><p>Resumo</p><p>Esta seção conduz a pessoa por uma variedade de idéias e estratégias diferentes</p><p>que podem ser utilizadas para administrar os pensamentos disfuncionais e nega</p><p>tivos. São descritas estratégias para ajudar o jovem a redirecionar e desviar a</p><p>atenção das cognições negativas e dos sintomas fisiológicos (p. ex., distração,</p><p>atividades interessantes). São fornecidas idéias para interromper (parada de pen</p><p>samento) ou diminuir o volume (imaginação) dos pensamentos negativos. Pen</p><p>samentos mais equilibrados e úteis são promovidos por meio de estratégias que</p><p>desenvolvem o diálogo interno positivo ou de enfrentamento. Finalmente, a cri</p><p>ança é encorajada a vivenciar e a testar suas previsões para ver se seus pensa</p><p>mentos e pressupostos são verdadeiros.</p><p>• Experimentos comportomentais.</p><p>• Distração.</p><p>• Diórios positivos.</p><p>• Diólogo intemo positivo.</p><p>• Diólogo intemo de enfrentamenlo.</p><p>• Parada de pensamento.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>o Teste seus Pensamentos e Crenças utiliza o processo de descoberta orientada</p><p>para auxiliar o jovem a projetar um experimento, a fim de testar a validade de</p><p>seus pensamentos e crenças comuns. Comparar previsões com o resultado do</p><p>experimento ajuda a identificar, desafiar e reduzir a potência dos pensamentos</p><p>distorcidos.</p><p>A Parada de Pensamento sugere uma maneira simples de beliscar uma fita</p><p>elástica para ajudar a criança a parar de escutar seus pensamentos negativos e</p><p>refocalizar sua atenção. O Desligue a Fita é um exercício de imaginação que cons</p><p>trói a metáfora dos pensamentos funcionando como uma fita que toca na cabeça</p><p>da criança. Esta é ajudada a visualizar o toca-fitas na sua cabeça e, depois, imagi</p><p>na desligá-lo. Para as crianças mais novas, o Cofre de Preorupações é uma forma</p><p>prática de interromper o pensamento. A criança faz o seu próprio "cofre" com</p><p>uma caixa, na qual pode depositar suas preocupações. Quando estas aparecem,</p><p>ela é encorajada a escrevê-las ou desenhá-las e depois trancá-las no seu cofre. O</p><p>cofre pode ser "destrancado" com o terapeuta ou os pais, e é uma maneira útil de</p><p>descobrir a natureza e a extensão das preocupações da criança. O Desafiador de</p><p>Pensamentos leva a interrupção um passo adiante, parando os pensamentos ne</p><p>gativos comuns e substituindo-os por cognições mais equilibradas.</p><p>O desenvolvimento de cognições mais equilibradas é promovido por meio</p><p>de três exercícios. O Procurando o Positivo encoraja as crianças ou seus pais a</p><p>procurarem ativamente as coisas positivas que acontecem a cada dia. Isso pode</p><p>ser particularmente útil para aquelas crianças ou pais que enfocam exagera</p><p>damente os fracassos da criança ou as coisas que não estão certas. O Diálogo</p><p>Interno Positivo apóia-se nesse tema e ajuda as crianças a descobrirem e reconhe</p><p>cerem o que alcançaram, e não as áreas nas quais fracassaram. Em vez de procu</p><p>rar pelo que ainda tem que ser conquistado, a criança é encorajada a descobrir e</p><p>louvar seu sucesso. Finalmente, o Diálogo Interno de Enfrentamento ajuda a crian</p><p>ça a identificar os pensamentos que a fazem sentir desagrado e substitUÍ-los por</p><p>um diálogo interno de enfrentamento, que a ajuda a ter mais sucesso e sentir-se</p><p>mais relaxada e menos ansiosa.</p><p>O Exercite Ter Sucesso é outro exercício imaginativo projetado para ajudar a</p><p>criança a enfrentar desafios ou situações difíceis de maneira mais positiva. Ela</p><p>pensa em um desafio tão detalhadamente quanto possível, mas, dessa vez, ima</p><p>gina a si mesma suportando e tendo sucesso.</p><p>Resumo</p><p>Esta seção focaliza a educação afetiva, visa aumentar a consciência de sentimen</p><p>tos diferentes e descreve as emoções desagradáveis comuns de estresse, depres</p><p>são e raiva. O relacionamento entre os sentimentos, os pensamentos e o compor</p><p>tamento é destacado.</p><p>[ • Educação afetivo.</p><p>• Monitoramento afetivo.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Uma série de sentimentos diferentes pode ser introduzida à criança pelo Caça</p><p>palavras do Descobridor de Sentimentos. Depois que a criança tiver descoberto os</p><p>47</p><p>48</p><p>diferentes sentimentos no quebra-cabeças, podemos pedir que ela identifique</p><p>quais deles são mais comuns. Uma abordagem alternativa para as crianças mais</p><p>novas é pedir-lhes que desenhem "Meus Sentimentos" no esboço de uma pessoa.</p><p>Solicitamos que elas identifiquem e nomeiem seus sentimentos, designando a</p><p>cada um deles uma cor; depois, pedimos para colorirem a pessoa, mostrando</p><p>quanto de cada sentimento tem no seu interior.</p><p>As crianças mais velhas podem ser ajudadas a sintonizar seus sentimentos</p><p>pelas folhas de exercícios O que Acontece Quando Eu Sinto ... Pedimos a elas que</p><p>identifiquem com o que seu corpo e sua face se parecem e o que fazem quando se</p><p>sentem com raiva, tristes, ansiosas ou alegres. Depois de terem descrito o senti</p><p>mento, solicitamos que classifiquem com que freqüência têm esse sentimento, o</p><p>que pode levar a uma discussão explorando os pensamentos e as atividades asso</p><p>ciados. Aquelas crianças que vivenciam dificuldades para descrever as próprias</p><p>emoções podem ser ajudadas a identificar os sentimentos de outra pessoa. Figu</p><p>ras de pessoas mostrando emoções diferentes podem ser recortadas de jornais,</p><p>pedindo-se à criança para adivinhar como esses indivíduos estão se sentindo. De</p><p>forma semelhante, o clínico pode encenar dramaticamente estados emocionais</p><p>diferentes, convidando a criança a adivinhá-los.</p><p>Ligar os sentimentos a lugares e eventos pode ser feito com o Que Sentimen</p><p>to VaiAonde? As crianças recebem um conjunto de sentimentos e lugares, deven</p><p>do desenhar uma linha entre o lugar e como elas se sentem quando estão lá. Uma</p><p>alternativa é pedir que façam uma lista dos próprios sentimentos comuns e os</p><p>lugares e eventos importantes na sua vida. Isso forma a base do Sentimentos e</p><p>Lugares, no qual a criança escolhe o sentimento que descreve melhor cada situa</p><p>ção. A conexão entre os sentimentos e as situações/eventos pode ser mais desta</p><p>cada pela identificação das situações e eventos que produzem os sentimentos</p><p>mais agradáveis/desagradáveis.</p><p>Finalmente, os pensamentos e as atividades que fazem a criança sentir-se</p><p>bem ou incomodada podem ser identificados pelas folhas de exercícios Ftnsa</p><p>mentos e Sentimentos ou Atividades e Sentimentos.</p><p>Resumo</p><p>As maneiras práticas de controlar os sentimentos desagradáveis são identifica</p><p>das. São descritos exercícios de relaxamento físico muscular e de relaxamento</p><p>rápido. Apresentamos à criança o controle de respiração e o possível papel cal</p><p>mante de eventos que ocorrem naturalmente, como atividades interessantes ou</p><p>exercícios físicos. Imagens relaxantes são desenvolvidas pela imaginação de um</p><p>lugar calmante especial. Finalmente, a metáfora de um vulcão é utilizada para</p><p>explicar a raiva e a necessidade de evitar que o vulcão entre em erupção.</p><p>• Controle ofetivo.</p><p>• Reloxomento físico.</p><p>• Respiração controloda.</p><p>• Relaxamento imoginário.</p><p>• Controle da raiva.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Os jovens podem ser ajudados a reduzir os sentimentos desagradáveis utilizando</p><p>a Caixa-forte dos Sentimentos, método semelhante ao Cofre de Preocupações, em</p><p>que a criança deve fazer a sua própria "caixa-forte", na qual podem ser deposita</p><p>das figuras ou descrições de sentimentos desagradáveis. Novamente, isso pode</p><p>ser revisto com o clínico ou com os responsáveis, a fun de identificar a extensão</p><p>e a natureza dos sentimentos desagradáveis da criança. Preencher os balões de</p><p>pensamento da Minhas Atividades Relaxantes pode ajudar a identificar as ativida</p><p>des que a criança considera calmantes.</p><p>As crianças mais novas podem ser ajudadas pelo Aprendendo a Relaxar, no</p><p>qual são encorajadas a tencionar e relaxar os músculos por meio de um jogo de</p><p>"Chefe manda". As crianças mais velhas podem achar as imagens mais atraentes,</p><p>e é incluída uma folha de exercícios que lhes permite identificar e descrever um</p><p>quadro do Meu Lugar Relaxante. Ao criar essa imagem, é importante descrever a</p><p>cena tão detalhadamente quanto possível e identificar e construir um leque de</p><p>sensações diferentes Cp. ex., visão, cheiro, tato, etc.).</p><p>O Vulcão de Raiva pode ser utilizado como uma metáfora para as crianças</p><p>que vivenciam explosões de agressividade. Elas são ajudadas a representar grafi</p><p>camente seu próprio acúmulo de raiva, sintonizando seus pensamentos, as rea</p><p>ções fisiológicas e o comportamento, conforme progridem da calma para uma</p><p>explosão agressiva. Isso é cartografar seqüencialmente o vulcão, ajudando-as a</p><p>identificar seu acúmulo de raiva de modo que possam intervir em um estágio</p><p>inicial para evitar que o vulcão entre em erupção.</p><p>- .:;;...== - --.</p><p>Resumo</p><p>A maneira pela qual os pensamentos e os sentimentos afetam o comportamento</p><p>é explicada. A necessidade de tomar-se mais ativo é enfatizada, e atividades cada</p><p>vez mais agradáveis são sugeridas como primeiro passo. O reagendamento das</p><p>atividades, a análise dos desafios em passos menores, a exposição gradual e a</p><p>prevenção da resposta são identificados como formas pelas quais o jovem pode</p><p>reconquistar o controle de sua vida.</p><p>• Monitoramento de otividodes.</p><p>• Reorgonização de atividodes.</p><p>• Desenvolvimento de hierorquia.</p><p>• Dessensibilização sistemático.</p><p>• Prevenção do resposta.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Pode-se ser utilizar uma série de folhas de exercícios nas quais a criança tem que</p><p>preencher balões de pensamentos escrevendo ou desenhando figuras para iden</p><p>tificar as Coisas Que Me Fazem Sentir Bem ou Coisas Que Me Fazem Sentir Incomo</p><p>dado. As atividades divertidas podem ser identificadas de uma maneira seme-</p><p>49</p><p>50</p><p>lhante, pelas Coisas Que Eu Gostaria de Fazer. As crianças mais velhas talvez pre</p><p>firam o Próximo Degrau Escada Acima, em que as atividades agradáveis são</p><p>identificadas e, depois, colocadas em ordem hierárquica de dificuldade. Come</p><p>çando pela tarefa mais fácil, o jovem é encorajado sistematicamente a tomar-se</p><p>mais ativo e a escalar a sua escada para o sucesso.</p><p>Sentimentos e atividades podem ser monitorados pelo Diário de Atividades,</p><p>no qual a criança descreve o que está fazendo e classifica seu humor a cada hora</p><p>do dia. Isso pode identificar padrões particulares, em que certos momentos ou</p><p>atividades são mais fortemente associados a sentimentos desagradáveis intensos.</p><p>Tal monitoramento pode levar ao agendamento de atividades, pelo qual a crian</p><p>ça é encorajada a aumentar as atividades agradáveis ou a explorar maneiras</p><p>diferentes de agendar o seu dia para evitar os momentos associados com emo</p><p>ções desagradáveis fortes.</p><p>A idéia de analisar as tarefas e os desafios em passos menores para aumen</p><p>tar a probabilidade de sucesso é explicada pelos Pequenos Passos. A criança é</p><p>ajudada a desenvolver uma hierarquia graduada, em que os passos mais fáceis e</p><p>menos provocadores são completados com sucesso antes de progredir para a</p><p>próxima etapa. Os Pequenos Passos formam parte do programa de dessensi</p><p>bilização sistemática Enfrente Seus Medos, no qual a criança é ajudada a enfrentar</p><p>e superar desafios atemorizantes. Também é utilizado no programa de prevenção</p><p>de resposta, Descarte Seus Hábitos, no qual ela é auxiliada a ganhar o controle do</p><p>seu comportamento e a parar seus hábitos. Interromper hábitos antigos é difícil,</p><p>e a criança pode precisar de outra pessoa para encorajá-la e ajudá-la.</p><p>A necessidade de autcrreforço e recompensa pelo sucesso é destacada em</p><p>toda esta seção. As crianças devem ser encorajadas a descobrir e celebrar seu</p><p>sucesso, não importa o quanto ele seja pequeno.</p><p>Resumo</p><p>São identificadas três razões comuns para os problemas, a saber, agir sem pensar,</p><p>ser tomado pelos sentimentos ou não ser capaz de encontrar soluções alternati</p><p>vas. São explicadas maneiras de desenvolver habilidades de resolução de proble</p><p>mas mais efetivas, sugerindo-se um modelo autcrinstrutivo de sinaleira de trân</p><p>sito ''pare, planeje e aja". O pensamento alternativo e conseqüencial é destacado,</p><p>sendo exploradas formas pelas quais habilidades novas de resolução de proble</p><p>mas podem ser estimuladas. Finalmente, destaca-se a necessidade de exercitar</p><p>as habilidades novas (tanto imaginariamente como in vivo).</p><p>• Pensamento olternotivo.</p><p>• Pensamento conseqüenciol.</p><p>• Treinomento oulo-instrutivo.</p><p>Folhas de exercícios</p><p>Procurando por Soluções é uma proposta de balões de pensamentos que pode ser</p><p>utilizada para capacitar as crianças mais novas a pensar sobre maneiras diferen</p><p>tes de abordar os problemas. As crianças maiores podem ser introduzidas à idéia</p><p>do pensamento alternativo pelo Identificando Soluções Possíveis. Pede-se à crian</p><p>ça para criar tantas soluções para o seu problema quantas possíveis, terminando</p><p>cada uma delas com a afirmação "ou". Uma vez que as soluções alternativas</p><p>tenham sido identificadas, o pensamento conseqüencial pode ser desenvolvido</p><p>pelo Quais São as Conseqüências das Minhas Soluções? A criança é introduzida</p><p>em uma abordagem de resolução de problemas, na qual as conseqüências positi</p><p>vas e negativas de cada solução são identificadas e avaliadas, a fun de ajudá-la a</p><p>descobrir a melhor maneira de resolver seu problema.</p><p>Uma abordagem auto-instrutiva para a resolução de problemas é utilizada</p><p>para ajudar as crianças a aprender a Purar, Planejar e Prosseguir. É desenvolvida a</p><p>imagem de uma sinaleira de trânsito para auxiliar a criança a parar, decidir sobre</p><p>um plano de ação e depois implementá-lo. Finalmente, Converse Consigo Mesmo</p><p>oferece outro meio pelo qual as crianças podem aprender a resolver seus proble</p><p>mas. Elas são ajudadas a internalizar a resolução de problemas bem-sucedida</p><p>assistindo ou escutando outra pessoa que é bem-sucedida no enfrentamento de</p><p>seus próprios problemas. Inicialmente, ela dialoga consigo mesma esse plano em</p><p>voz alta, mas, com o tempo, o volume é reduzido e o plano, internalizado.</p><p>51</p><p>e o</p><p>Conflitos e problemas são porte do vida cotidiano. Pois, amigos, na</p><p>morodos ou namoradas, o escola, o trabalho - de foto quase tudo -</p><p>criam problemas em um momento ou outro. Felizmente, conseguimos</p><p>conviver com muitos desses problemas, e eles são rapidamente supe-</p><p>rados. �</p><p>Outros problemas parecem mais difíceis. Isso pode ser porque:</p><p>... ocontecem com muita freqüência</p><p>... têm acontecido h6 bastante tempo</p><p>... são totalmente dominantes</p><p>... parecem afetar tudo o que você faz.</p><p>,</p><p>As vezes, esses problemas prevalecem e a vida torno-se umo gronde e</p><p>infeliz preocupação.</p><p>o círculo mágico</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos viso ajudar você o descobrir</p><p>maneiras proveitosas de lidor com seus problemas. Ele se baseio em</p><p>umo forma de ajudar chamada terapia cognitivo-comportamental</p><p>novo - nunca venceremos" pode fazer</p><p>você se sentir enraivecido ou triste.</p><p>.. O pensamento "não gosto desta roupa" pode fazer você se sentir</p><p>preocupado ou descontente.</p><p>Muitos desses sentimentos não serão intensos e não durarão por muito</p><p>tempo. Você pode nem notá-los.</p><p>Em outros momentos, esses sentimentos desagradáveis prevalecem.</p><p>Tornam-se muito intensos e parecem durar.</p><p>Os sentimentos desagradáveis que os pessoas notam com mais fre</p><p>qüência são os de estresse, infelicidade ou raiva.</p><p>que você faz</p><p>Se esses sentimentos duram ou se tornam muito intensos, começam o</p><p>ter um efeito sobre o que você faz. Gostamos de nos sentir bem, então,</p><p>geralmente tentamos fazer mois oquelos coisas que nos fazem sentir</p><p>bem e menos aquelas que nos fazem sentir incomodados.</p><p>.. Se você se sente onsioso 00 falor com outros pessoas, pode evitar sair</p><p>ou recusar convites pora reuniões e paro fazer coisas com seus ami</p><p>gos. Quando fico sozinho, pode se sentir mais relaxodo.</p><p>.. Se você se sente triste ou infeliz no escola, pode parar de ir. Você</p><p>pode se sentir mais feliz quando fica em caso .</p><p>.. Se você sente raiva quando as pessoas criticom o seu trabalho, pode</p><p>desistir de esforçar-se.</p><p>Há muitos moneiros pelos quais seus pensomentos e sentimentos</p><p>afetam o que você foz. Você pode notor que:</p><p>.. desiste e pára de fazer coisas</p><p>.. evita situoções que poderiam ser difíceis</p><p>.. fica relutante em tentar coisas novos.</p><p>Parece que essas mudanças provam que nossos pensomentos estavam</p><p>certos o tempo todo!</p><p>.. Dificuldode de concentração comprovaria o pensamento de que "nun</p><p>ca vou passar nesses exames".</p><p>.. Ficor em caso comprovario que "ninguém gosta de mim - não tenho</p><p>nenhum amigo" .</p><p>.. Achor difícil dormir ou ganhar peso comprovaria os pensamentos de</p><p>que "pareço um tropo " ou "ninguém iria querer sair comigo".</p><p>PARE - podemos ver isso de novo?</p><p>Você pode cair em uma armadilha.</p><p>Você pode estor procurando SOMENTE os evidências que apóiam seus</p><p>pensamentos negativos.</p><p>.. Você pode ter achado difícil concentrar-se hoje - não dormiu muito</p><p>bem o noite passoda. Geralmente, você dorme melhor, e quando tem</p><p>uma boo noite de sono é capaz de concentrar-se.</p><p>.. Você pode ter ficado em caso na noite possada, mas combinou de</p><p>sair com seus amigos amanhã.</p><p>.. Você pode ter ganho 2 kg, mas isso realmente foz tonto diferenço no</p><p>suo aparência? As suas roupas favoritas ainda cobem muito bem.</p><p>Os pensamentos podem se tornor verdodeiros magicamente, porque</p><p>você está procurondo somente as evidências que os opóiam. E possível</p><p>que só estejo vendo um lodo do história?</p><p>59</p><p>!l � �</p><p>� � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>!l � �</p><p>�</p><p>z � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>60</p><p>. . 'o'</p><p>. ,</p><p>,</p><p>Precisamos romper esse círculo inútil.</p><p>Precisamos aprender o identificar, questionar e testar alguns dos</p><p>nossos pensamentos negativos.</p><p>Aprender a desenvolver uma maneiro de pensar mais equilibrado</p><p>far6 você se sentir melhor e o capocitor6 o fozer escolhos reais sobre</p><p>os coisas importantes no suo vida.</p><p>Pensamentos, sentimentos e o que</p><p>você faz com eles: juntando tudo</p><p>C,.nços centro ..</p><p>formadas pelos</p><p>experiências precoces</p><p>Ewntos importontes</p><p>desencadeiam nossos crenças</p><p>centrais e ativam suposições</p><p>Supc '";111</p><p>aiudam-nos a piU18r o que</p><p>oeollla::e no nosso vida</p><p>Apc. •• 1I</p><p>pel$(JmlllQ oulOlllÓlicos</p><p>pensamentos outomóticos</p><p>Afetam</p><p>o que foumOI Como nos sentimOI</p><p>Evitamos ou confrontamos</p><p>os desafios novos Enraivecidos ou calmos</p><p>Fazemos mais Relaxados ou tensos •</p><p>ou menos COISOS Alegres ou tristes</p><p>Desistimos ou</p><p>continuamos a tentar</p><p>61</p><p>62</p><p>o círculo mágico</p><p>Pense sobre algo que você fez recentemente de que real</p><p>mente gostou. Escreva ou desenhe nos círculos abaixo:</p><p>,. o que FEZ</p><p>.. como SE SENTIU</p><p>... o que estavo PENSANDO.</p><p>o que estavo PENSANDO?</p><p>o que estavo FAZENDO?</p><p>(lugar, pessoas, otividade)</p><p>Como se SENTIA?</p><p>A armadilha negativa</p><p>Pense sobre uma das situações mais difíceis e</p><p>escreva/desenhe:</p><p>... o que ACONTECE</p><p>... como SE SENTE</p><p>... o que PENSA quando está nessa situação</p><p>o que PENSO:</p><p>o que FAÇO: Como ME SINTO:</p><p>o</p><p>�</p><p>•</p><p>63</p><p>o</p><p>�</p><p>64</p><p>-</p><p>charada SE/ENTAO</p><p>Experimente a Chorada SE/ENTÃO. O que você</p><p>acho que vai acontecer?</p><p>SE eu sou bom</p><p>SE eu arranjo prablemas</p><p>SE eu cometo erros</p><p>SE eu trabalho duro</p><p>SE eu não tenho amigos</p><p>SE as pessoas gostam de mim</p><p>SE eu faço as pessoas felizes</p><p>SE eu deixo meus pais tristes</p><p>SE eu não sou gentil</p><p>SE eu sou bem-sucedido</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>-</p><p>ENTAO</p><p>o que penso, o que faço,</p><p>•</p><p>como me smto</p><p>Estes são PENSAMENTOS, SENTIMENTOS</p><p>ou o que FAÇO?</p><p>Vou fazer isto errado</p><p>Raiva</p><p>Tristeza</p><p>Ir para a escola</p><p>Brincar com os amigos</p><p>Isto é realmente bom</p><p>Sou bom em fazer as pessoas rirem</p><p>Contrariado</p><p>Ficar sozinho</p><p>As pessoas não gostam de mim</p><p>Tomar um banho</p><p>Feliz</p><p>Tomar sorvete</p><p>Ninguém jamais vai querer ser meu amigo</p><p>Estressado</p><p>Amedrontodo</p><p>Nunca vou passar nos exames</p><p>Fazer compras</p><p>o</p><p>�</p><p>65</p><p>CAPtruLO CINCO</p><p>Os pensamentos que aparecem rapidamente na sua cabeça</p><p>durante o dia sõo chamados pensamentos automáticos. Eles</p><p>fornecem o você um comentário passageiro sobre o que acontece</p><p>e o que você foz. Temos esses pensamentos o tempo todo, e eles são</p><p>importantes porque afetam o que fazemos e como nos sentimos.</p><p>Eu, O que faço e o meu futuro</p><p>Os pensamentos automáticos em que estornos mais interessados</p><p>•</p><p>sõo aqueles sobre VOCE. Eles podem ser alguns dos seguintes.</p><p>Como você vê a si mesmo</p><p>... Sou esperto.</p><p>... Não é muito fácil para mim conviver com as pessoas.</p><p>... Tenho boa aparência.</p><p>'" A maneira como julga a si mesmo</p><p>... Tudo o que faço dá errado.</p><p>... Sou um desastre nos esportes.</p><p>... Eu me saí muito bem no teste de matemática.</p><p>'" A maneira como você vê o futuro</p><p>... Um dia vou ser bem-sucedido.</p><p>... Nunca serei feliz.</p><p>... Há muitas coisas que posso fazer quando sair da escola.</p><p>67</p><p>68</p><p>Essas sõo as peças fundamentais que formam o quadro gerol de como</p><p>você vê o si mesmo. Esses pensamentos dão formo 00 que você pensa</p><p>sobre si, como julga a si próprio e o que espera que aconteça no</p><p>futuro.</p><p>Esses pensamentos podem ser positivos.</p><p>,. Joguei bem naquela partida.</p><p>,. Tive momentos ótimos com meus amigos ontem à noite.</p><p>.. Mike parece gostar de mim.</p><p>Esses pensamentos positivos podem encorajar você a:</p><p>... continuar treinando e praticando esportes</p><p>.. combinar de sair com seus amigos outros vezes</p><p>,. convidar Mike poro sair e passar mais tempo com ele.</p><p>Os pensamentos automóticos também podem ser negativos.</p><p>.. Nunca joguei tõo moI.</p><p>.. Nenhum dos meus amigos está falando comigo esta noite.</p><p>... Nõo tenho certezo, mas acho que Mike nõo gosto de mim.</p><p>Os pensamentos autom6ticos negativos podem fazer você parar ou</p><p>evitar fazer coisas. Você poderio começar o:</p><p>,. perder sessões de treinamento</p><p>,. tornar-se menos interessado em sair e ver os amigos</p><p>,. evitar ir a lugares se souber que Mike estoró 16.</p><p>Temos uma misturo de pensamentos autom6ticos negativos e positivos.</p><p>A maioria das pessoas é capaz de ver ambos os lados e terminar</p><p>tomando decisões e julgamentos equilibrados.</p><p>Outros acham mais difícil pensar sobre as coisas positivamente.</p><p>Eles parecem olhar por óculos negativos e só verão e auvirãa as</p><p>coisas que não estão certas.</p><p>... Os seus pensamentos tendem a ser muito negativos.</p><p>... Eles acham difícil pensar, ouvir ou ver qualquer coisa boa</p><p>sobre si mesmos.</p><p>... Eles não reconhecem quaisquer habilidades positivas.</p><p>... Eles têm uma visão sombria do seu futuro e não acreditam</p><p>que podem ter sucesso.</p><p>Paro algumas pessoas, essa maneiro de pensar é dominante. Os</p><p>seus pensamentos automáticos tornam-se predominantemente</p><p>negativos.</p><p>Por que dou ouvidos a meus</p><p>pensamentos negativos?</p><p>Poro entender isso, precisamos aprender um pouco mais sobre os</p><p>pensamentos automáticos negativos. Eles têm uma série de coisas</p><p>em comum.</p><p>... Automáticos - eles acontecem simplesmente.</p><p>Surgem sem que você tenha pensado neles.</p><p>... Distorcidos - quando você pára e confere, descobre</p><p>que eles não se ajustam realmente aos fatos.</p><p>... Contínuos - você não escolhe tê-los e eles não podem</p><p>ser desligados.</p><p>... Parecem verdadeiros - parecem fazer sentido, então você</p><p>os aceita como verdadeiros sem paror para desafiá-los e ques</p><p>tioná-Ias.</p><p>... Porque os pensamentos automáticos parecem muito razoáveis,</p><p>damos ouvidos a eles.</p><p>... Ficamos muito familiarizados com eles porque lhes damos</p><p>ouvidos com muita freqüência.</p><p>... Quanto mais os ouvimos, mais acreditamos e os aceitamos</p><p>como verdadeiros.</p><p>69</p><p>1\</p><p>70</p><p>Os nossos pensamentos negativos são como uma mensagem repercu</p><p>tindo em nossa cabeça.</p><p>... Os pensamentos continuam o tempo todo.</p><p>... A mensagem nunca muda.</p><p>... O volume nunca baixa.</p><p>... A mensagem nunca é ouvida por mais alguém.</p><p>A armadilha negativa</p><p>Esses pensamentos automóticos negativos tornam-se inúteis e acaba</p><p>mos ficando presos em uma armadilha negativo.</p><p>... Os nossos pensamentos negativos nos fazem sentir incomodados.</p><p>... Os nossos sentimentos desagradáveis nos impedem de fazer coisas.</p><p>,. Agir menos nos dó mais tempo poro pensar sobre todas as coisas</p><p>que estão dando errado.</p><p>... Isso confirmo nossos pensamentos negativos.</p><p>Assim, isso vai indo adiante e adiante e adiante.</p><p>o ciclo negativo</p><p>Vocã se sente desinteressado</p><p>e desmotivado</p><p>Afetam " que vocã foz</p><p>Confirmo seu I",cosso</p><p>fazem você se sentir triste. deprimido,</p><p>ansioso e tenso</p><p>Pensamentos negativos</p><p>Criam d.ívidos/preocupoções</p><p>Produzem sentimentos desogradóveis</p><p>Pensamentos Jlquentes"</p><p>Temos pensamentos automóticos todo o tempo. Entretanto, precisa</p><p>mos identificar nossos pensamentos "quentes" - os que ocorrem</p><p>com mais freqüência e os que sõo mais intensos. Para fazermos isso,</p><p>precisamos da ajuda do Rasheador de Pensamentos.</p><p>Como já vimos, os nossos pensamentos automóticos geralmente</p><p>parecem ser bastante razoáveis. Com freqüência, nós os aceito</p><p>mos como verdadeiros sem parar para questioná-los. De fato,</p><p>sequer os percebemos. Precisamos do Rastreador de Pensa</p><p>mentos poro nos ojudor o identificar aqueles que sõo negativos e</p><p>enviesodos. O Rastreador de Pensamentos nos auxiliam o</p><p>conferir se estamos vendo toda a história ou se estamos enfocando</p><p>somente uma pequeno porte do que está acontecendo.</p><p>71</p><p>A melhor formo de começar é procurar aqueles pensamentos que cau</p><p>sam os sentimentos mais intensos. Esses são os pensamentos "quen</p><p>tes". Pense sobre os momentos em que você realmente observa uma</p><p>mudança em como se sente. Tente identificar que pensomentos estão</p><p>passando pela suo cabeça quando você se sente assim. As questães</p><p>seguintes podem ajudar.</p><p>... O que você estavo pensando quando começou o se sentir assim?</p><p>... Quais eram seus pensamentos quando esse sentimento tomou-se</p><p>realmente intenso?</p><p>... O que você ochou que iria acontecer?</p><p>... Como você ochou que isso iria terminar?</p><p>... O que você pensou que outras pessoas poderiam dizer sobre</p><p>o que aconteceu?</p><p>lO Sara fica tensa</p><p>Soro estava esperondo no porada de ônibus quando notou que estava</p><p>ficondo muito tensa e chorasa. O Rastreador de Pensamentos aju</p><p>dou-a a identificor os pensamentos automóticos "quentes" que esta</p><p>vam correndo pela cabeço delo no momento.</p><p>... O que você estava pensando quando começou a se sentir assim?</p><p>Sora estava pensando no garoto que encontrora no donceteria na</p><p>noite anterior. Elo gostora dele e esperavo encontrá-lo novamente.</p><p>Então, elo começou a ficar preocupada que ele não retornosse.</p><p>... Quais eram seus pensamentos quando esse sentimento tornou-se</p><p>realmente intenso? Agora, ela estava pensondo em todas os razães</p><p>possíveis por que ele não retornaria. Ela pensava "ele não parecia</p><p>tão interessado em mim quondo foi embora", "ele não perguntou</p><p>o número do meu telefone", "oposto que estavo apenos sendo</p><p>gentil - ele não querio reencontrar-me realmente".</p><p>... O que você achou que iria acontecer? Sara estava convencendo</p><p>a si mesmo de que o garoto não retornaria.</p><p>... Como você achou que isso iria terminar? Ela pensou que acabaria</p><p>ficondo sozinho na donceteria.</p><p>... O que você pensou que outros pessoas poderiam dizer sobre o</p><p>que aconteceu? Sora havio feito uma grande confusão sobre o</p><p>garoto e os amigos dela estavam onsiosos paro saber o que havia</p><p>acontecido. Elo começou a preocupar-se em como explicoria e</p><p>achou que eles ririam dela.</p><p>Essa cena negativo estava se desenrolando no cabeça de Soro. Quanto</p><p>mais elo tinha esses pensamentos, pior se sentia e mais convencido</p><p>ficava de que aquilo de foto aconteceria.</p><p>Não é surpreso que Soro tenho se sentido tão tenso e tristel Tudo</p><p>começava o fazer sentido.</p><p>Temos uma corrente constante de pensamentos autom6ticos</p><p>passando pelos nossos cabeças.</p><p>Muitos desses pensamentos são sobre n6s mesmos.</p><p>Alguns desses pensamentos serão negativos e farão com que</p><p>nos sintamos incomodados.</p><p>.. Identificar nossos pensamentos negativos é o primeiro passo</p><p>paro aprendermos o nos sentir bem.</p><p>73</p><p>74</p><p>Pensamentos e sentimentos</p><p>Você precisa descobrir mais sobre seus pensamentos automáticos</p><p>negativos e o efeito que têm sobre você.</p><p>Preencho o diário durante a próxima semana no momento em que</p><p>se der conta de um sentimento negativo "quente" intenso ou se</p><p>notar um sentimento desagradável intenso. Quando isso acontecer,</p><p>escreva o seguinte.</p><p>... A doto e o momento.</p><p>.. Descreva o que estava acontecendo, quem estava lá, e quando e</p><p>onde isso aconteceu.</p><p>,. Que pensamentos você teve? O que estavo passando pela suo</p><p>cabeça no momento? Anote exatamente o que pensou e não fique</p><p>embaraçado!</p><p>.. O que isso fez você sentir?</p><p>Não se preocupe com a ortografia ou o escrito. Desde que você possa</p><p>se lembrar ou ler o que escreveu, é o que importa.</p><p>Pensamentos e sentimentos</p><p>••</p><p>� " . o " -</p><p>c • . " E '.</p><p>_ u - o</p><p>Jl � E 3</p><p>••</p><p>E � �</p><p>•</p><p>o 0 1'</p><p>'o o</p><p>� o g �</p><p>- ,</p><p>- . � " a</p><p>�' �</p><p>o</p><p>j</p><p>•</p><p>. 2 Q</p><p>75</p><p>76</p><p>pensamentos "quentes"</p><p>Durante o próximo semana, confiro cuidadosamente seus</p><p>pensamentos negativos "quentes" e escrevo os três que você</p><p>tem com mais freqüência sobre os seguintes pontos.</p><p>Você mesmo</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>o que você foz</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>o seu futuro</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>Pensamentos bons</p><p>sobre mim</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando os</p><p>pensamentos bons que você tem sobre si mesmo.</p><p>77</p><p>78</p><p>Pensamentos bons sobre</p><p>o meu futuro</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando</p><p>os pensamentos bons que você tem sobre o seu futuro.</p><p>Pensamentos desagradáveis</p><p>sobre mim</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando os</p><p>pensamentos desogrod6veis que você tem sobre si mesmo.</p><p>19</p><p>80</p><p>Pensamentos preocupantes</p><p>sobre o que faço</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando os</p><p>pensamentos preocupantes que você tem sobre as coisas que você foz.</p><p>o que eles estão pensando?</p><p>Preencha os bolões de pensamento escrevendo ou desenhando</p><p>o que estas pessoas poderiam estar pensando.</p><p>�------,o</p><p>O</p><p>O O</p><p>0 ° O , 0 0</p><p>81</p><p>82</p><p>o que eles estão pensando?</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando o</p><p>que o gato e o roto poderiam estar pensando.</p><p>0 0</p><p>o</p><p>o</p><p>O '</p><p>O</p><p>o que eles estão pensando?</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando o</p><p>que esta pessoa poderio estar pensando.</p><p>o</p><p>O</p><p>O O</p><p>•</p><p>O O O , 00</p><p>83</p><p>84</p><p>o que eles estão pensando?</p><p>Preencho os balões de pensamento escrevendo ou desenhando o que</p><p>o gato poderio estar pensando sobre o cachorro.</p><p>o</p><p>O</p><p>O</p><p>CAPITuLO SEIS</p><p>Erros de</p><p>Começamos o ver que alguns dos nossos pensamentos automáti</p><p>cos "quentes" nõo sõo úteis. Eles nos fazem sentir incomodados</p><p>ou nos impedem de fazer coisas. O problema com os pensamen</p><p>tos automóticos negativos é que ficam passando repetidamente</p><p>em nossas cabeças, e raramente paramos paro desafiá-los ou</p><p>questioná-los. De foto, fazemos o oposto - quanto mais os escu</p><p>tamos, mais acreditamos neles e mais procuramos</p><p>55</p><p>55</p><p>56</p><p>57</p><p>57</p><p>58</p><p>58</p><p>61</p><p>62</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: A armadilha negativa .................... .. . . . . . . ....... . . . . 63</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: A charada SE/ENTÃO ...................................... 64</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: O que penso, o que faço, como me sinto .......... 65</p><p>5</p><p>Pensamentos automáticos •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Eu, o que faço e o meu futuro .................................... . . •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Por que dou ouvidos a meus pensamentos negativos? ........... ............................ ........... . .</p><p>A annadilha negativa ................. ............... .................... ......... ..... ................................... .</p><p>•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• O ciclo negativo</p><p>Pensamentos "quentes" .............. ............... ..... ..................................... . • ••••••••••••••••••••••••••</p><p>67</p><p>67</p><p>69</p><p>70</p><p>71</p><p>71</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>bons sentimentos: Pensamentos e sentimentos .............................. 74</p><p>bons sentimentos: Meus pensamentos "quentes" ........................... 76</p><p>bons sentimentos: Pensamentos bons sobre mim .......................... 77</p><p>bons sentimentos: Pensamentos bons sobre o meu futuro ............. 78</p><p>bons sentimentos: Pensamentos desagradáveis sobre mim ............ 79</p><p>bons sentimentos: Pensamentos preocupantes sobre o que faço ... 80</p><p>bons sentimentos: O que eles estão pensando? .............. .. ........... .. 81</p><p>6</p><p>Erros de pensamento ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 85</p><p>Os derrotistas .......... . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . .. .... ..... .... ......... .... ... ...... . .. . . . . . . . .. . . .. . . . . . . ......... .. ....... .... .. .</p><p>••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Explodindo tudo</p><p>Prevendo o fracasso ........................ ................................................................................</p><p>Sentindo os pensamentos . . ................................................. ............................................ .</p><p>Preparando-se para fracassar ............................ ............................................................. .</p><p>Culpe-me! •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>85</p><p>86</p><p>87</p><p>88</p><p>88</p><p>89</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>bons sentimentos: Identificando erros de pensamento ........ .......... 90</p><p>bons sentimentos: Que erros de pensamento você comete? .......... 92</p><p>7</p><p>Pensamento equilibrado ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 95</p><p>Então, como funciona? ............. ........................................................... . · .......................... 9 6</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>bons sentimentos: Procurando evidências ..................................... 99</p><p>bons sentimentos: Pensamento equilibrado ....... . • •••••••••••••••••••••••</p><p>bons sentimentos: Termômetro do pensamento •••••••••••••••••••••••••</p><p>101</p><p>103</p><p>8</p><p>CrenCjcs centrais ........................................................................................................ 105</p><p>Identificando as crenças centrais .................................................................................. 106</p><p>o</p><p>.�</p><p>a</p><p>Desafiando as crenças centrais ..................................................................................... 108</p><p>Fale com outra pessoa .................................................................................................. 109</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Identificando as crenças centrais ................... 110</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Desafiando as crenças centrais ...................... 112</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Crenças comuns ............................................. 113</p><p>9</p><p>Controlando seus pensamentos .............................................................................. 117</p><p>Distração ...................................................................................................................... 118</p><p>Atividades interessantes ............................................. .................................................. 119</p><p>Fala interna de enfrentamento ..................................................................................... 120</p><p>Fala interna positiva ..................................................................................................... 120</p><p>Parada de pensamento ................................................................................................. 121</p><p>Baixe o volume ............................................................................................................. 122</p><p>Teste-os ........................................................................................................................ 123</p><p>Jogue-os fora ................................................................................................................ 124</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Teste seus pensamentos e suas crenças ......... 125</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O desafiador de pensamentos ....................... 126</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Procurando o positivo ................................... 127</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Fala interna positiva ...................................... 128</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Fala interna de enfrentamento ...................... 129</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O "cofre de preocupações" ............................ 130</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Desligue a fita do gravador ........................... 131</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Exercite ter sucesso ....................................... 132</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Parada de pensamento .................................. 133</p><p>10</p><p>Como você se sente ................................................................................................... 135</p><p>Que sentimentos eu tenho? .......................................................................................... 136</p><p>Os sentimentos e o que você faz ................................................................................... 138</p><p>Os sentimentos e o que você pensa .............................................................................. 138</p><p>Juntando tudo .............................................................................................................. 139</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Pensamentos e sentimentos ........................... 140</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Atividades e sentimentos ............................... 141</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O caça-palavras do</p><p>Descobridor de Sentimentos .................................................................................... 142</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Que sentimento vai aonde? ........................... 143</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Meus sentimentos .......................................... 144</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O que acontece quando me sinto triste? ........ 145</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O que acontece quando</p><p>me sinto enraivecido? .............................................................................................. 146</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O que acontece quando</p><p>me sinto ansioso? ..................................................................................................... 147</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O que acontece quando me sinto feliz? .........</p><p>evidências ou</p><p>selecionamos coisas paro comprová-los.</p><p>Esses são os erros de pensamento. Há seis tipos comuns de</p><p>erros de pensamento que cometemos.</p><p>Os derrotistas</p><p>Com esse tipo de erro, enfocamos somente os coisas negativas</p><p>que acontecem. Vemos apenas as coisas que dão errado ou que</p><p>não estão certas. Qualquer coisa positivo é negligenciada,</p><p>desocreditado ou considerado sem importância. Há dois tipos</p><p>comuns de derrotistas.</p><p>,</p><p>,</p><p>� Oculos negallvos</p><p>Os óculos negativos permitem que você veja somente uma parte</p><p>do que acontece - a parte negativo!</p><p>Se você passou bons momentos, ou coisos boas aconteceram, os</p><p>óculos negativos ainda acharão as coisas que deram errado ou</p><p>que nõo foram boas o bastante. Sõo essas coisas negativas que</p><p>você noto e lembro mais.</p><p>... Você teve um dio realmente ótimo com seus amigos, mos, no</p><p>horo do almoço, suo lanchonete favorita estavo cheia. Quan</p><p>do lhe perguntam se teve um bom dia, você responde "Não.</p><p>Não conseguimos entrar na lanchonete".</p><p>85</p><p>,</p><p>86</p><p>.. O positivo não conta</p><p>Com esse erro de pensamento, qualquer coisa positivo é rejeitada</p><p>como pouco importante ou, ainda, desacreditada.</p><p>... A pessoa que ouve que um goroto ou garoto quer sair com elo</p><p>pode pensar "provavelmente, eles não conseguem encontrar</p><p>ninguém mais com quem sair",</p><p>.. Sair-se bem em um teste de matemótica pode ser descontado</p><p>quando você penso "mas estava f6cil - aprendemos tudo isso no</p><p>ano passado".</p><p>�xplodindo tudo</p><p>o segundo tipo de erro de pensamento é aquele em que as coisas</p><p>negativos são explodidas e tornam-se maiores do que realmente sõo.</p><p>Isso acontece de três maneiros principais.</p><p>.. Pensamento tudo ou nada</p><p>Tudo é visto em termos de tudo ou nado. Ou está fervendo de quente,</p><p>ou está congelando de frio, e nõo parece haver nado no meio.</p><p>.. Você pode ter uma discordância com seu melhor amigo e</p><p>pensar consigo mesmo "é isso - você não é mais meu amigo".</p><p>Se você não atinge o perfeição, vê a si mesmo como um fracasso total.</p><p>,. Obter 72% em um teste de motem6tica pode levar alguém a</p><p>pensar "nunca faço os coisas direito - vou desistir do motem6tica".</p><p>'" Magnificando O negativo</p><p>Com esse erro de pensamento, o importância dos coisas que aconte</p><p>cem é exagerado. Os eventos negativos são mognificodos e explodidos</p><p>paro além do suo proporção.</p><p>,. "Esqueci o nome dele e todos me olhavam e riam de mim."</p><p>"Derrubei meu livro e toda a turma estava olhando para mim."</p><p>Bolo de neve</p><p>Com esse erro de pensamento, um evento ou incômodo único</p><p>avolumo-se como uma bolo de neve e cresce rapidamente em um</p><p>/ .... padrão de fracassos intermináveis. A primeira nuvem escuro no</p><p>� céu torno-se evidência da aproximação de um temporal.</p><p>... Não ser escolhido paro a equipe esportivo poderia resultar em</p><p>pensamentos como "não sou bom nos esportes, nõo entendo</p><p>matemática, simplesmente não consigo fazer nada",</p><p>Prevendo o fracasso</p><p>Outro tipo de erro de pensamento é sobre o que esperamos que</p><p>irá acontecer. Com freqüêncio, esses tipos de erros prevêem o</p><p>fracasso e fazem-nos esperar o pior. Isso pode acontecer de duas</p><p>formas principais:</p><p>� O leitor de pensamentos</p><p>Com esse erro de pensamento, a pessoa pensa que sobe o que</p><p>todos estão pensando.</p><p>... "Sei que elo não gosto de mim."</p><p>� ''l\.posto que estão todos rindo de mim."</p><p>� O adivinhado r</p><p>Com esse erro de pensamento, o pessoa penso que sobe o que</p><p>ir6 acontecer.</p><p>� "Se nós sairmas, terminarei ficando sozinho."</p><p>� "Sei que não serei capaz de fazer esse trabalho."</p><p>17</p><p>88</p><p>Sentindo os pensamentos</p><p>Com esse erro de pensamento, as nossas emoções tornam-se muito</p><p>intensas e obscurecem o maneiro como pensamos e vemos as coisas.</p><p>O que pensamos depende de como nos sentimos, não do que aconte</p><p>ce de fato.</p><p>'" Raciacínia emacianal</p><p>Porque você se sente moi, triste ou deprimido, você supõe que tudo o</p><p>mais também está. As suas emoções dominam e colorem a maneira</p><p>como você pensa.</p><p>'" Rótulas de lixeira</p><p>Você cola um rótulo em si mesmo e pensa em tudo o que faz nesses</p><p>termos.</p><p>... "Sou apenas um perdedor."</p><p>... "Sou eu, sou uma desgraça."</p><p>... "Sou uma porcaria."</p><p>Preparando-se para fracassar</p><p>Esse erro é sobre os padrões e expectativas que estabelecemos para</p><p>nós mesmos. Com freqüência, os nossos alvos são muito altos e</p><p>parecemos não atingi-los nunca. Preparamo-nos para fracassar. Fico</p><p>mos muito conscientes dos nossos fracassos e dos coisas que não</p><p>fizemos. Esses pensamentos começam com palavras como:</p><p>... Eu deveria</p><p>,. Eu devo</p><p>... Eu não deveria</p><p>... Eu não posso</p><p>Eles resultam no estabelecimento de padrões impossíveis, os quais não</p><p>podemos atingir.</p><p>Culpe-me!</p><p>Em outros momentos, sentimo-nos respons6veis pelas coisas negati</p><p>vas que acontecem, embora nõo tenhamos controle sobre elas. Tudo o</p><p>que dó errado é por nossa causo!</p><p>... "Tõo logo entrei no ônibus, ele quebrou."</p><p>.. Se o seu amigo não o vê e possa sem falar com você, você pode</p><p>pensar "devo ter dito alguma coisa que o incomodou".</p><p>;0: É importante lembrar que todos cometem esses erros em algum</p><p>estágio. O problema começo quando eles acontecem regularmente</p><p>e quando impedem você de fazer escolhas reais sobre os coisas que</p><p>pode ou quer fazer na sua vida.</p><p>89</p><p>90</p><p>Identificando erros de pensamento</p><p>Mantenho um diário e, quando observar um pensamento negativo,</p><p>anote-o. Descreva o que estava acontecendo e o que sentia.</p><p>Utilize o Termômetro de Pensamento da página 1 03 para classificar o</p><p>quanto acredita nos seus pensamentos negativos.</p><p>No dia seguinte, olhe seu diório e preencho a última coluna.</p><p>.. Você estava cometendo erros de pensamento?</p><p>.. Quais foram eles?</p><p>... Você comete algum erro mais do que outros?</p><p>.. Finalmente, utilize o Termômetro de Pensamento paro classificar</p><p>o quanto acredito no seu pensamento negativo.</p><p>e J?</p><p>•</p><p>. Q Cl</p><p>91</p><p>92</p><p>Que erros de pensamento</p><p>você comete?</p><p>-o.. Os derrotistas</p><p>... Com que freqüência você se acha procurando os coisas ruins que</p><p>acontecem?</p><p>Nunca</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>... Com que freqüência você se acha procurando os coisas que dõo</p><p>errado ou que nõo estõo boas o bastante?</p><p>Nunca</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>,. Com que freqüência você ignora ou negligencia os coisas positivas</p><p>ou boas que acontecem?</p><p>Nunca</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>,. Com que freqüência você subestima os coisas positivas ou boas</p><p>que acontecem?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes</p><p>.. Expladinda tuda</p><p>Com freqüência Todo o tempo</p><p>.. Com que freqüência você se descobre utilizando o pensamento</p><p>tudo ou nada?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>.. Com que freqüência você magnifica ou explode os coisas que</p><p>dão errado?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>... Com que freqüência eventos negativos únicos parecem</p><p>avolumar-se em algo maior?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>� Prevendo o fracasso</p><p>======� I</p><p>�</p><p>,. Com que freqüência você penso que sabe o que outras pessoas estão</p><p>pensando sobre você?</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo Nunca</p><p>... Com que freqüência você espera que as coisas dêem errado?</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo Nunca</p><p>� Sentindo os pensamentos</p><p>... Com que freqüência você pensa que é uma pessoa ruim ou mó?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>... Com que freqüência você penso que é um perdedor, que nunca faz</p><p>nada certo?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>� Preparando-se para fracassar</p><p>.. Com que freqüência você penso que as coisas nõo estõo boas o bas</p><p>tante, a menos que estejam perfeitas?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>.. Com que freqüência você se acha pensando que "deveria" fazer isso</p><p>ou aquilo?</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo Nunca</p><p>,. Com que freqüência você se descobre dizendo "eu devo"?</p><p>,</p><p>As vezes Com freqüência Todo o tempo Nunca</p><p>� Culpe-me!</p><p>,. Com que freqüência você se culpa pelos coisas que acontecem ou</p><p>dão errado?</p><p>,</p><p>Nunca As vezes Com freqüência Todo o tempo</p><p>93</p><p>Com freqüêncio,</p><p>ficamas presas em uma armadilha negotiva</p><p>e nos descobrimos fozendo os mesmos erros de pensomento</p><p>repetidas vezes. Quanto mois cometemos esses erros, mois ocre</p><p>ditamos em nossos pensamentos negativos e mais difícil se torno</p><p>desafiá-los e ver os coisos de umo maneira diferente.</p><p>Poro romper esse círculo, temos que aprender a identificor</p><p>e desafiar nossos pensomentos negotivos. Fazendo-o,</p><p>seremos copozes de obter umo visão mois equilibrodo do que</p><p>está ocontecendo.</p><p>Até que você se acostume o fozê-Io, o pensamento equilibrado</p><p>será difícil.</p><p>,</p><p>E nesses momentos que o Rastreador de Pensamentos pode</p><p>ojudor. O Rastreador de Pensamentos pode sugerir algumas</p><p>questões que ouxiliorão você a olconçar uma visão mais equili</p><p>broda e a desofior seus pensomentos negotivos.</p><p>As questões seguintes podem ser úteis.</p><p>Que evidêncios há poro sustentar esse pensamento?</p><p>Que evidêncios há poro questionar esse pensomento?</p><p>O que o meu melhor amigo/professor/pais diria se me</p><p>ouvisse pensar dessa moneiro?</p><p>O que eu diria ao meu melhor amigo se ele tivesse esse</p><p>pensamento?</p><p>Estou cometendo erros de pensamento?</p><p>... Estou tendo um PENSAMENTO DERROTISTA e esquecendo</p><p>as minhas capocidodes (óculos negativos ou positivos não</p><p>contom)?</p><p>... Estou EXPLODINDO AS COISAS (pensomento tudo ou nada,</p><p>mognificor o negativo ou fazer bola de neve)?</p><p>95</p><p>96</p><p>.. Estou PREVENDO O FRACASSO (leitor de pensamento ou adivinho)?</p><p>... Estou SENTINDO OS PENSAMENTOS (raciocínio emociono I ou</p><p>rótulos de lixeiro)?</p><p>� Estou ME PREPARANDO PARA O FRACASSO?</p><p>,. Estou ME CULPANDO pelas coisas que deram errado?</p><p>Pensamento equilibrado NÃo é racionalizar seus pensamentos.</p><p>Pensamento equilibrado NÃo é ver tudo positivamente.</p><p>Pensamento equilibrado é procurar infonnoçÓ8S novas que</p><p>voei poderia negligenciar.</p><p>Os nossos pensamentos têm que ser realistas. De outro modo, estaría</p><p>mos nos enganando e pensando que nada tem problemas - e esse</p><p>não é o caso!</p><p>Então, como funciona?</p><p>li' A lição de casa de Sita</p><p>Sita estava assistindo à televisão quando notou que estava ficando</p><p>choroso e sentindo-se muito estressado. O programa era um dos seus</p><p>favoritos, mos ela nõo estava realmente assistindo. Estavo pensando</p><p>sobre outras coisos. O Rastreador de Pensamentos ajudou Sito o</p><p>identificar e escrever os seguintes pensomentos:</p><p>"Estragvel tlldo.</p><p>NlJnca vOIJ passar n0.5 eKatnes.</p><p>{'1eStno qve cotneçasse a trabalhar agora, seria tarde</p><p>detnols.</p><p>501J bwra detnols."</p><p>Sita identificou os pensamentos que estavam fazendo elo se sentir</p><p>infeliz. O próximo passo era conferir se estava vendo todo a história.</p><p>Elo utilizou algumos das questões do Rastreador de Pensamentos</p><p>para descobrir se esses eram realmente pensamentos equilibrados.</p><p>.. Que evidências hó para sustentar esses pensamentos? Sita</p><p>tinha se esforçado poro completar suo lição de caso de matemático</p><p>naquelo noite, e não importo o quanto tentasse, elo nõo conseguia</p><p>fazê-los.</p><p>... o que diria a sua melhor amiga, Claire? "Você sabe que</p><p>matem6tica não é o seu forte, mas você sempre possa nos</p><p>exomes. Você é uma das primeiros em tudo o mais".</p><p>... O que diria o seu professor de matem6tica? "Hoje apenas</p><p>começamos esse conteúdo; ocho que ainda vai levor algum</p><p>tempo paro que a turma entenda isso realmente".</p><p>... Que erros de pensamento Sita eslava cometendo?</p><p>1 Explodindo as cojsas</p><p>Pensamento tudo ou nada - sahando de ser incapaz de com</p><p>pletar sua tarefa de matem6tico para não passar nos exames.</p><p>Bola de neve - não conseguir completar a tarefa de mate</p><p>m6tica significavo que estava "tudo" indo por 6gua abaixo.</p><p>2 Os derrotjstas</p><p>Óculos negativos - não reconhecer que ela est6 entre os</p><p>primeiros em todas as outras matérias.</p><p>3 Sentjndo os pensamentos</p><p>Rótulos de lixeira - pensor em si mesma como burra quondo</p><p>a suo melhor amigo e os professores pensam que ela é inteli</p><p>gente.</p><p>Parando e desafiando esses pensamentos negativos, Sita reco</p><p>nheceu que estava vendo somente parte da hist6ria. Embora não</p><p>entendesse sua lição de matem6tica, aquele era um conteúdo</p><p>novo. Matem6tica era a matéria que ela achava mais difícil, mas</p><p>até então sempre conseguira passar nos exames. Finalmente,</p><p>Sita reconheceu que estava indo muito bem nas outras matérias,</p><p>e que não havia razão para seu futuro estar arruinado.</p><p>Os amigos de Adam</p><p>Adam estava deitodo no cama e sentia-se muito tenso. O Ras</p><p>treador de Pensamentos ajudou-o o identificar os seguintes</p><p>pensamentos que estavam passando pela sua cabeça.</p><p>"1'1íke não gosta tnais de tnitn.</p><p>Ele qúer ficar so.zhho.</p><p>Eúsoú chato e sério detnais.</p><p>Eú detesto ele."</p><p>97</p><p>98</p><p>. . - A' V-</p><p>,</p><p>Era hora de Adam conferir se esse era um pensamento equilibrado</p><p>ou se ele estava escutando apenas seus pensamentos negativos. Como</p><p>Sita, ele utilizou algumas das questões do Rastreador de Pensamen</p><p>tos para testar isso.</p><p>,. Que evidências hó paro apoior esses pensamentos? Mike disse</p><p>que nõp podia vir à minha cosa depois da escolo hoje. Ele nõo</p><p>parece muito contente quando conversamos e, com freqüência,</p><p>parece não escutar o que eu falo.</p><p>,. Que evidências hó pora questionor esses pensamentos? Mike</p><p>dormiu na minha cosa no fim de semana e convidou-me a ficar na</p><p>dele no próximo sábado. Sei que ele está preocupado com os seus</p><p>pais atualmente e talvez queira ficor em cosa com eles.</p><p>,. Que erros de pensamento Adam estava cometendo?</p><p>1 Prevendo o frocasso</p><p>O leitor de pensamentos - pensondo que Mike nõo gosto de mim.</p><p>2 Sentindo os pensamentos</p><p>Rótulos de lixeira - "Sou choto" - em boro sejomos amigos hó .</p><p>cinco anos.</p><p>Adam foi capaz de reconhecer que estava entrando em pdnico. Ele</p><p>e Mike ainda eram amigos e j6 tinham combinado um tempo poro</p><p>ficarem juntos. Adam observou que talvez Mike estivesse se sentindo</p><p>triste e preocupado com outra coisa, em vez de estar cheio dele.</p><p>... O pensamento equilibrado é uma maneira de testar seus pensa</p><p>mentos e conferir se você est6 vendo toda o hist6ria .</p><p>... Procure evidências novos.</p><p>... Pense no que outros pessoas diriam se pudessem ouvir seus pensa</p><p>mentos.</p><p>... Confiro se est6 cometendo algum erro de pensamento.</p><p>Procurando evidências</p><p>Mantenha um diôrio de pensamentos. Quando se descobrir tendo</p><p>pensamentos negativos, PARE e TESTE-OS.</p><p>... Escreva seus pensamentos negativos tõo claramente quanto</p><p>puder.</p><p>... Utilize o Termômetro do Pensamento da página 1 03 para</p><p>classificar o quanto acredita neles.</p><p>... Escreva os evidências que apóiam esses pensamentos negati</p><p>vos.</p><p>... Escreva os evidências que nõo apóiam esses pensamentos.</p><p>... O que diria seu melhor amigo?</p><p>... O que você diria a outros se tivessem esses pensamentos?</p><p>... Utilize o Termômetro do Pensamento poro classificar o quanto</p><p>acredita nesses pensamentos agora.</p><p>99</p><p>100</p><p>Procurando evidências</p><p>•</p><p>o</p><p>-o •</p><p>E</p><p>o</p><p>E</p><p>2 _ N·</p><p>o o . -</p><p>· "</p><p>.Q �</p><p>o� - o o ,_ '"</p><p>• U " • o a <'li 8.</p><p>� <l> • • � V</p><p>E</p><p>,g "'. '8. .2</p><p>o "</p><p>• • .2 2 E</p><p>o u o</p><p>� o •</p><p>« <.</p><p>"</p><p>• :o � > • • , • •</p><p>, •</p><p>O</p><p>2</p><p>• o</p><p>, N. • o • il 5-"* •</p><p>E o o o e • . 2 E • o , -</p><p>• �"</p><p>c .� "' ._ CI> • o c: � .... • • u � , � . o O o</p><p>o</p><p>Pensamento equilibrado</p><p>Mantenha um diório de pensamentos. Quando você se descobrir</p><p>tendo pensamentos negativos, PARE e TESTE-OS.</p><p>... Escreva seus pensamentos negativos tõo claramente quanto</p><p>possível.</p><p>... Anole os evidências que apóiam esses pensamentos negativos.</p><p>... Anole os evidências que nõo apóiam esses pensamentos.</p><p>No dia seguinte, olhe no seu diário e preencha a último coluna</p><p>(isto é, com base nessas evidências, o que seria um pensamento</p><p>mais equilibrado?).</p><p>Finalmente, utilize o Termômetro do Pensamento da página 1 03</p><p>paro classificar o quanto acredita no seu pensamento equilibrado.</p><p>101</p><p>-</p><p>s</p><p>Dia Pensamentos Sustentando os evidências</p><p>e Quais eram Que evidências apóiam</p><p>hora seus pensamentos? seus pensamentos?</p><p>Desafiando os evidências</p><p>Que evidências não</p><p>apóiam esses pensamentos?</p><p>PENSAMENTO</p><p>Pensamento equilibrado</p><p>O que é um pensamento</p><p>equilibrado?</p><p>Classifique</p><p>o quanto</p><p>ocredito nesse pensamento</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>-</p><p>_ .</p><p>_ .</p><p>C"'</p><p>a a..</p><p>o</p><p>Termômetro do pensamento</p><p>Utilize o escala para mostrar com que intensidade você acredita</p><p>nos seus pensamentos.</p><p>1 0 Acredito muito intensamente</p><p>8</p><p>7 Acredito menos intensamente</p><p>6</p><p>5</p><p>4 Acredito um pouco</p><p>3</p><p>: 1 ,.. 2 ,</p><p>1 Não acredito absolutamente</p><p>103</p><p>As crenças centrais são afirmações/idéias fixos que temos sobre</p><p>nós mesmos. Elas nos ajudam o prever o que ocontecer6 e a</p><p>fazer sentido do nosso mundo. Essas crenças centreis são forma</p><p>dos no infância, e os nossos experiências precoces os desenvol</p><p>vem em suposições bastante rígidos sobre:</p><p>... como vemos o nós mesmos</p><p>... como julgamos o que fazemos</p><p>... como vemos o futuro</p><p>Os nossos pensamentos outom6ticos refletem os nossos crenças</p><p>centrais. Quanto mais negativos elas forem, mais negativos eles</p><p>serõo.</p><p>� O antipática Marvin</p><p>Morvin tinha o crença central de que ninguém o amava. Isso</p><p>provocou muitos pensamentos outom6ticos que comprovavam</p><p>que ele estava certo.</p><p>Momóe e popoi porecem nunca</p><p>escutar o que lenho poro dizer</p><p>Papoi nunca lem</p><p>lempo poro mim</p><p>Se brigomos, eu sempre</p><p>levo o culpo</p><p>Minho irmó gonho</p><p>o quer, mos eu nóo</p><p>------:</p><p>Momóe nunco ri dos</p><p>minhos piodos</p><p>Todos podem escolher 00</p><p>que ossiSlir no TV, menos eu</p><p>lOS</p><p>106</p><p>Provavelmente, poderíamos ver as coisas de uma maneiro ligeiramente</p><p>diferente, mas Marvin considerava todas essas coisas como evidências</p><p>de que ninguém o amava.</p><p>I ndo as crenças</p><p>o Rastreador de Pensamentos encontrou uma maneira útil de você</p><p>identificar suas crenças centrais.</p><p>, ,</p><p>E o chamado método E DAI?</p><p>,</p><p>... Tome um pensamento negativo e fique se perguntando "E DAI? Se</p><p>isso fosse verdade, o que significaria a meu respeito?"</p><p>.. Fique repetindo essa questão até encontrar a sua crença central.</p><p>.. Sally é tirada do time</p><p>Sally sentiu-se realmente deprimido após ter sido tirada do time de</p><p>vôlei. Ela tinho muitos pensamentos negativos, assim, o Rastreador de</p><p>Pensamentos ojudou-o o identificar suas crenças centrais.</p><p>I</p><p>Pensomento outomólito: �Sou o únito membro</p><p>do equipe que eles tirgrgm"</p><p>(E DAi, Se iuo fosse ;'erdode, o que</p><p>$ignificorio o mev refpeito'l</p><p>1</p><p>�Sov o pes$OO mois fócil de _ descortodo.</p><p>Sov tempre eu primeiro�</p><p>(E DAi, Se i$$O fosse ;'erdode, o que</p><p>signifrc;oria o meu refpejto'l</p><p>1</p><p>�Ningu6m te importo tomigo�</p><p>(E DAi, Se i$$O fosse ;'erdode, o que</p><p>$ignif/COrio o meu respaitoI)</p><p>1</p><p>I</p><p>li' James faz os seus exames</p><p>Jomes recebeu as notas dos seus exames e ficou muito aborrecido.</p><p>Embora tivesse obtido boas notas, elas não pareciam boas o bastante</p><p>para ele. Com o ajuda do Rastreador de Pensamentos, James</p><p>explorou seus pensamentos e identificou suas crenças centrais.</p><p>Pensamento aufomófico: "Só tirei 72%"</p><p>(E DAl� Se isso fosse verdade, o que</p><p>significaria o meu respeito f)</p><p>'"Eu estroguei tudo naquele exame"</p><p>(E DAi, Se isso IoSS8 W5idode, o que</p><p>significaria o meu respeito')</p><p>"Errei algumas questões absolutamente fóceislf</p><p>(E DAl, Se isso fosse verdade, o que</p><p>significaria o meu respeitof)</p><p>"NOo consigo acertar tudo"</p><p>(E DAi, Se isso IoSS8 verdade, o que</p><p>significoria o meu respeito')</p><p>I</p><p>•</p><p>IfN60 sou perfeito"</p><p>Identificar crenças centrais pode ajudar você a entender por que sem</p><p>pre termino pensando da mesmo maneira e como fico preso no sua</p><p>armadilha negativa.</p><p>.. Solly tem o crença central de que não tem valor. Isso ajudou-a</p><p>o entender por que estó sempre se deprimindo e desvalorizando</p><p>suas conquistas.</p><p>Identificar os crenças centrais pode ajudar o entender por que os</p><p>mesmos problemas continuam acontecendo.</p><p>... Jomes tem a crença central de que deve ser perfeito. Ele tento</p><p>evitor qualquer coiso novo ou diferente por achor que não pode</p><p>fazê-Ia.</p><p>107</p><p>108</p><p>Desafiando as crenças centrais</p><p>Uma vez que tenhamos identificado os nossos crenças centrais, o</p><p>próximo posso é testá-Ias e conferir se sõo realmente verdadeiras.</p><p>As crenças centrais sõo como nossos pensamentos automáticos - nós os</p><p>ouvimos e os aceitamos como verdadeiros, sem realmente questioná-los.</p><p>Mas precisamos perguntar o nós mesmos as questões seguintes.</p><p>Estomos vendo todo a história, ou estamos olhando através de óculos</p><p>negati .. 'OS?</p><p>Estomos perdendo evidências que sugeririam que essa crença não é</p><p>verdadeira?</p><p>o Rastreador de Pensamentos descobriu uma maneira útil de nos</p><p>ajudar o conferir nossos crenças centrais.</p><p>Precisamos procurar evidências que não apóiem a nossa crenço</p><p>central .</p><p>Não importo o quanto possam parecer ínfimas ou pouco importantes,</p><p>,</p><p>devemos ACHA-LAS.</p><p>lO Peter é mau</p><p>Peter tinha uma crença de que ero uma pessoa m6. Pensava que</p><p>sempre deixava os pessoas infelizes, sempre arranjava problemas e era</p><p>sempre repreendido.</p><p>O Rastreador de Pensamentos ajudou Peter a testar suo crença. Por</p><p>um dio, ele manteve um registro do que acontecia em cada uma das</p><p>suas aulas na escola. Ele tinha que procuror evidências que questionas</p><p>sem a suo crença central, entõo anotava sempre que alguém dizia algo</p><p>bom ou ruim a seu respeito. Afinal, você nõo pode ser uma pessoa mó</p><p>se as pessoas dizem coisas boas a seu respeito!</p><p>No final do dia, o di6rio de Peter registrava os seguintes anotações:</p><p>Maternótlc.a</p><p>lnglê,s</p><p>Ciências</p><p>História</p><p>lnglê,s</p><p>Âl7ligos</p><p>Professor eloglol.l Peter por fazer Sl.IO \iç.ão de caso</p><p>Não falaram nado</p><p>A professora fez tr� cornentórlos posttlvos sobre o</p><p>trabalho de. Peter e wn cornentórlo sobre Sl.IO attt�</p><p>posttlva</p><p>Não falaram nado</p><p>Não falaram nado</p><p>Peterlolconv/dado a voltard CCJ5a de Richard depois</p><p>daescofa</p><p>" - n' ' v-</p><p>No final do dia, Peter olhou seu diório. Ele não tinha arranjado ne</p><p>nhum problema, algumas pessoas haviam dito coisas boas sobre ele e</p><p>Richard queria vê-lo depois da escola.</p><p>Embora Peter visse essas coisas, elos não eram fortes o bastante pora</p><p>fozê-Io questionar suo crença central. Ele rejeitava o que acontecera,</p><p>dizendo: "Geralmente, não é ossim".</p><p>O Rastreador de Pensamentos ajudou-o novamente. Peter estava</p><p>cometendo um erro de pensamento - ele estava tendo um pensa</p><p>mento derrotista, ou sejo, o positivo não conto. O Rastreador de</p><p>Pensamentos sugeriu que ele deveria manter o diário durante mais</p><p>umo semana. Isso comprovoria se o dia tinha sido "ONE-OFF" ou se</p><p>as coisas eram melhores do que Peter observava.</p><p>Fale com outra pessoa</p><p>As crenças centrais são muito fortes, por esso razão você pode, como</p><p>Peter, ochar que elas são bastante difíceis de serem desafiados. Isso</p><p>pode levá-lo a rejeitar quaisquer evidências que sugirem de que a suo</p><p>crença central não está sempre certa.</p><p>Nesses momentos, pode ser útil falar com outro pessoa. Converse com</p><p>um bom amigo ou com outro pessoa íntimo e descubro se eles vêem</p><p>as coisas como você. Outra pessoo pode fornecer informoção novo ou</p><p>destocar coisas que você ocha difícil ver ou acreditar.</p><p>... Somos muito bons paro procurar e descobrir evidências que</p><p>apóiam nossas crenças centrais. Fazemos isso automaticamente.</p><p>... Manter um diário ou uma lista de evidências que discordam dos</p><p>suas crenças centrais é uma maneira útil de conferir se elas são</p><p>realmente verdadeiras.</p><p>Se você acho isso difícil, fale com outra pessoo. Você pode ficar</p><p>preso e incapaz de remover seus óculos negativos sozinho.</p><p>Todavia, outra pessoa pode ser capaz de apontar as coisas</p><p>que você está negligenciando.</p><p>109</p><p>110</p><p>•</p><p>as crenças centrais</p><p>Tome dois dos seus pensamentos outomóticos mais comuns e utilize o</p><p>,</p><p>técnica do "E DAI?" para descobrir suas crenças centrais.</p><p>Meu pensamento negativo:</p><p>,</p><p>.. E DAI? Se isso fosse verdade, o que significaria o meu respeito?</p><p>,</p><p>,. E DAI? Se isso fosse verdade, o que significaria o meu respeito?</p><p>::::::::::::::�I</p><p>Identificando as crenças centrais</p><p>Meu pensamento negativo:</p><p>,</p><p>... E DAI? Se isso fosse verdade, o que signjfjcaria o meu respeito?</p><p>,</p><p>... E DAI? Se isso fosse verdade, o que signjfjcaria o meu respeito?</p><p>B.</p><p>S</p><p>1 1 1</p><p>112</p><p>Desafiando as crenças centrais</p><p>Selecione uma dos suas crenças centrais e, durante a próxima s.rnm,o, I</p><p>registre qualquer evidência, não importa o quanto sejo pequena,</p><p>que sugiro que essa crença nem sempre é verdadeiro.</p><p>CRENÇA CENTRAL:</p><p>EVIDÊNCIAS QUE NÃO A APÓIAM:</p><p>::::::::::::::�I</p><p>Crenças comuns</p><p>Utilize o Termômetro do Pensamento da página</p><p>1 03 para classificar o quanto concorda com cada</p><p>uma das seguintes afirmações.</p><p>É importante ser melhor do que</p><p>os outros em h.Jdo (I que faço</p><p>Clossificação do pensamento:</p><p>Outros pessoas sõo</p><p>melhores do que eu</p><p>Classificação do pensamento:</p><p>Ninguém me orno ou</p><p>.</p><p>se preocupo comigo</p><p>Classificação do pensamento:</p><p>B.</p><p>S</p><p>113</p><p>114</p><p>É importante que meus</p><p>pais/respons6veis esteiam envolvidos</p><p>em ludo o que fo4io</p><p>Classificoçôo do pensamento:</p><p>Nóo sou responsóvel</p><p>pelo que f04io ou digo</p><p>pensamenta:</p><p>Sou um fracasso</p><p>pensa menta:</p><p>Sou mais importante/</p><p>especiol do que os outros</p><p>pensamento:</p><p>::::::::::::::�I</p><p>As pessoas ficarOo contrariados</p><p>ou aborrecidos se eu disser os</p><p>coisas que realmente quero dizer</p><p>Clossificação do pensamento:</p><p>Não devo mostrar meus</p><p>sentimentos poro os outros</p><p>pensamento:</p><p>É mais importante colocor os</p><p>desejos e idéias dos outros</p><p>pessoas anles dos meus próprios</p><p>Clossificação do pensamento:</p><p>Os outros só querem</p><p>me pegor ou machucar</p><p>pensamento:</p><p>B.</p><p>S</p><p>115</p><p>116</p><p>Ninguém me entende</p><p>Clossifiçoção do pensomento:</p><p>As pessoas que orno</p><p>nunca vão me aceitar</p><p>Classificação do pensamento:</p><p>Preciso de outros pessoas</p><p>poro me ajudar</p><p>o vencer obstóculos</p><p>Classificação do pensamento:</p><p>As coisas ruins</p><p>acontecem poro mim</p><p>Classificação do pensamento:</p><p>CAPiTuLO NOVE</p><p>Gostamos uma grande porte do tempo escutando nossos pensa</p><p>mentos. Alguns deles sõo negativos e se referem a n6s mesmos,</p><p>00 que fazemos e 00 que esperamos que aconteça no futuro.</p><p>Como já descobrimos, aceitamos muitos desses pensamentos</p><p>como verdadeiros sem questioná-los realmente, em particular os</p><p>negativos. Entõo ficamos presos.</p><p>... Os pensamentos negativos ficam mais fortes.</p><p>,� ... Torna-se mais difícil baixar o volume e escutar outros pensa</p><p>mentos.</p><p>... Quanto mais escutamos, mais sentimentos desagradáveis</p><p>vivenciomos e menos coisas fazemos.</p><p>Começamos o identificar alguns dos nossos pensamentos negati</p><p>vos e a aprender sobre os tipos de erros de pensamento que</p><p>fazemos. Procurar evidências novas poro testar esses pensamen</p><p>tos é importante e iró nos ajudor a conferir se nosso pensomento</p><p>é equilibrado.</p><p>Paro algumos pessoas, os pensamentos negativos e os erros de</p><p>pensomento ocorrem com tanta freqüência que simplesmente</p><p>parece não haver tempo suficiente no dia pora conferir e</p><p>desafiar cado um deles. Porque podem ocorrer com tanto</p><p>freqüência, precisamos descobrir maneiras de por6-los tão logo</p><p>os observamos.</p><p>o Rastreador de Pensamentos tem algumas idéias pora ajudó</p><p>lo a reconquistar o controle dos seus pensamentos. Você pode</p><p>achar que nem sempre elas são f6ceis de utilizar e, provavelmen</p><p>te, haver6 momentos em que você poderó estar consciente dos</p><p>seus pensamentos, mas sentir-se incopaz de desligó-Ios. Tente</p><p>não se preocupor com isso. Se essas idéias funcionom durante</p><p>algum tempo, são úteis, mas lembre-se de que quanto mais</p><p>exercitar, melhor você se tornoró.</p><p>117</p><p>118</p><p>Distração</p><p>Você pode notar que, em algumas situações, se sente incomodado com</p><p>freqüência ou tem pensamentos negativos regulares. Nesses momen</p><p>tos, talvez você queira algum alívio o curto prazo, e é oí que as técnicos</p><p>de distração podem ser úteis.</p><p>.. A distração ajudo a desviar o sua mente dos pensamentos negativos.</p><p>.. A distração ajudo você o tomar o controle dos seus pensamentos</p><p>pensando em outra coisa.</p><p>.. Lembre-se de que, se continuar escutando seus pensamentos nega</p><p>tivos, eles se tornarão mais oltos e dominarão o sentido de suas</p><p>interpretações.</p><p>A idéia de distração é treinar você a manter sua cabeça ocupada,</p><p>fazendo o que você quer que elo faço. Você ensina o si mesmo a</p><p>focalizar seus pensamentos em outro coisa. Em vez de escutar os</p><p>pensamentos preocupantes ou negativos, você aprende o eliminá-los,</p><p>levando a suo mente a fazer o que você deseja que ela foça. A distra</p><p>ção pode ser alcançado de diferentes maneiras.</p><p>11' Descreva o que vê</p><p>Isso envolve descrever detalhadomente pora si mesmo o que você vê.</p><p>Tente fazer isso tõo rapidamente quanto puder e pense sobre cores,</p><p>formas, tamanhos, cheiros, texturos, etc.</p><p>11' Mary sente medo</p><p>Com freqüência, Mary se sente muito amedrontada durante suas aulas</p><p>de histório na escolo. Ela se lembra de uma vez em que a professora</p><p>deixou-o emboraçada na frente dos seus colegos. Mary aindo pensa</p><p>sobre esse incidente, e ele o assusta. Quando começa o se sentir</p><p>amedrontado, ela se preocupo ainda mais e, freqüentemente, termino</p><p>pensando sobre como está se sentindo, temendo que vá encabular e</p><p>desmaiar.</p><p>Mory precisa reconquistor o controle dos seus pensamentos. Ela deve</p><p>pensar sobre o que está ocontecendo ao seu redor, em vez de concen</p><p>tror-se no que está sentindo. Na próxima vez que se sentiu amedronta</p><p>do, Mary tentou descrever o que via. A sua descrição foi assim:</p><p>.. Estoúsentada eln l/7lasala de avia COln oútras I5lnenhas. !"linha</p><p>professora, 5ra.EYans, estdparada Id na frente. Ela estd vesthdo l/7la</p><p>bllJ5a preta, úIn avental vertrJef/lo e úIn vestido preto na attva dos</p><p>joelhos.Hd coisas escritas no qlX1dro-negro - a data de hqje, qlX1ffa</p><p>fera, dia 16, e a �ão de casa, qúe é coplaros nossos rasc/dIhos no</p><p>cademo. Prõxi!na a tniIn, estd5alfy. Efaestd vesthdo úlna blusa</p><p>branca COln as Inangas dobrados, vn vestido preto e trJelas longas.</p><p>Ela teln tr�s flvrossobre a Inesa, todos fechados, e estd brhcando</p><p>COln a caneta.�</p><p>Nesse estógio, Mary estava começando o sentir-se mais colma.</p><p>Tinha eliminado os pensamentos preocupantes e reconquistado o</p><p>controle. Quando elo começou a sentir-se amedrontado de novo,</p><p>repetiu essa tarefa até ficar colmo e no controle.</p><p>� Quebra-cabeças mentais</p><p>Em outros momentos, você pode querer ocupar seus pensamentos</p><p>propondo-se alguma formo de quebro-cabeças de pensamentos.</p><p>Isso pode ser qualquer coisa, como:</p><p>... contar de tr6s poro o frente o partir do 1 23, de nove em nove;</p><p>... soletrar os nomes do suo família de trós para o frente;</p><p>... dizer os nomes dos discos do seu grupo musical favorito;</p><p>... dor os nomes de todos os jogadores da suo equipe esportiva</p><p>favorito.</p><p>O quebro-cabeça tem que ser difícil o bastante poro desafi6-lo,</p><p>então não o torne muito f6cil. A idéio é que essa tarefa domine,</p><p>eliminando quaisquer pensamentos negativos inúteis que você</p><p>posso estar tendo.</p><p>Atividades interessantes</p><p>Algumas pessoas acham que podem desligar e ficar totalmente</p><p>absorvidos em certos atividades.</p><p>Palavras cruzados, leitura, assistir o televisão/vídeo, tocar um</p><p>instrumento ou escutar r6dio ou músico pode ser útil.</p><p>Quanto mais você se concentro no que est6 fazendo, mais facil</p><p>mente elimina quaisquer pensamentos negativos.</p><p>Nos momentos em que você se tornar consciente de que estó</p><p>escutando seus pensamentos negativos, tente uma dos atividades</p><p>que você considero interessantes. Por exemplo:</p><p>119</p><p>120</p><p>.. em vez de ficar deitado na como escutando seus pensamentos</p><p>negativos, coloque um som e escute música;</p><p>... em vez de preocupar-se se o seu amigo vai telefonar, pegue um</p><p>livro e comece a lê-lo, ou faço um quebro-cabeça.</p><p>Quanto mais você exercitar, mais fácil achará bloquear seus pensa</p><p>mentos negativos.</p><p>Fala interna de enfrentamento</p><p>Com freqüência, os pensamentos negativos aumentam os sentimentos</p><p>de ansiedade ou infelicidade. Em vez de escutar seus pensamentos</p><p>negativos, tente mudá-los utilizando a fala interna de enfrenta</p><p>mento. Ela é útil porque:</p><p>.. pode ajudar você a se sentir mais relaxado</p><p>... pode fazer você se sentir mais confiante</p><p>.. encoraja você a tentar, em vez de desistir ou evitar fazer coisas.</p><p>A fala interna de enfrentamento é útil se você vai fazer alguma coisa</p><p>que realmente o preocupa. Nesses momentos</p><p>difíceis, em lugar de</p><p>escutar suas dúvidas e preocupações, planeje continuar repetindo</p><p>mensagens encorojadoros e positivas para si mesmo.</p><p>Fala interna</p><p>Nem sempre somos muito bons em nos auto-elogiarmos por termos</p><p>sucesso. A fala interna positiva nos ajuda a perceber nossas</p><p>conquistas.</p><p>... Em vez de pensar "só respondi a uma questão - nunca serei capaz de</p><p>terminar todas as 1 0", utilize uma fala interna positiva como "esta é</p><p>a primeira questão terminada - agora, vamos paro a seguinte".</p><p>.. Em vez de pensar "ninguém fala comigo quando saímos", utilize</p><p>uma fala interna positiva como "essa foi a primeira vez que Rory</p><p>disse alguma coisa para mim".</p><p>A fala interna positiva ajuda você a reconhecer que, embora as coisas</p><p>talvez não sejam perfeitas, podem ser melhores do que você pensal</p><p>...... Amy não gosla de sair</p><p>Amy fica muito temerosa quando precisa sair de casa. Ela tem muitos</p><p>pensamentos negativos sobre o que acontecerá e eles a fazem se sentir</p><p>muito ansiosa.</p><p>Amy decidiu tentar a fala interna de enfrentamento e o positiva</p><p>quando fosse sair. Em lugar de escutor suos dúvidas e preocupa</p><p>ções negativas, elo decidiu pensor diferente.</p><p>Antes de sair, ela utilizou o sua fala interna de enfrentamento.</p><p>Amy disse paro si mesma "hoje, vou fazer isso", "vai dar tudo certo",</p><p>"jó saí antes e tudo deu certo", "estou me sentindo relaxado, estou</p><p>preporada e quero sair".</p><p>Conforme caminhava pela rua, Amy utilizava o sua fala interna</p><p>positiva, com comentórios como "isso é bom, estou quase 16", "eu</p><p>sabia que podia fazê-lo", "estó dando certo" e "sei que vou conse</p><p>guir". Amy continuou repetindo esses pensamentos paro si mesma</p><p>até voltor para cosa.</p><p>Depois de chegar em caso, lembrou-se de cumprimentar a si</p><p>mesma e pensou: "muito bem", "nõo ero tão ruim afinal". De</p><p>pois, foi para um longo e relaxante banho de espuma.</p><p>Parada de pensamento</p><p>,</p><p>As vezes, você descobriró que só é copaz de parar seus pensa</p><p>mentos por um breve momento antes que eles irrompom nova</p><p>mente. Outro método que pode tentor usar para controló-Ios é a</p><p>parada do pensamento. Logo que se conscientizar do pensa</p><p>mento, siga os passos seguintes.</p><p>... Imediatamente, e em voz alto, digo PARE.</p><p>... Algumas pessoas acham útil enfatizar isso batendo na mesa</p><p>ou segurando uma cadeira ou mesa com firmeza.</p><p>... Logo depois, pense no seu desafio a esse pensamento negati</p><p>vo e o repita em voz alta para si mesmo.</p><p>� Ornar vai a urna entrevista</p><p>Omar estava indo poro uma entrevista de emprego. Durante todo</p><p>o espero paro a entrevista, pensamentos negativos passavam pela</p><p>sua cabeça:</p><p>"Você não vai conseguir este emprego", "aposto que vou encabu</p><p>lar e ficar travado quando me fizerem os perguntas", "pareço</p><p>ridículo nestas roupas."</p><p>Ero demais para Omar. Ele estava ficando cada vez mais ansioso.</p><p>Então, decidiu utilizar a parada de pensamento. Clara e sonora</p><p>mente disse para si mesmo "PARE".</p><p>121</p><p>�</p><p>122</p><p>Logo que disse isso, ele desafiou seus pensamentos negativos e come</p><p>çou a utilizar o suo falo interna: "Isso pode não ser Mcil, mos quero</p><p>esse emprego e vou tentar. Não importo se eu ficar encabulado. Res</p><p>ponderei às questães deles o melhor que puder".</p><p>Omar repetiu isso para si mesmo algumas vezes e começou o acoI</p><p>mar-se.</p><p>Com o parada de pensamento, você está mudando a fita dentro</p><p>da sua cabeça. Em vez de escutar o fita negativa constante, a parada</p><p>de pensamento ajuda você a interrompê-Ia e a substituí-Ia por um</p><p>pensamento mais equilibrado.</p><p>Baixe o volume</p><p>Outra maneira de fazer isso é tentar imaginar o toca-fitas que está</p><p>tocando o fita negativa na sua cabeça. Imagine com o que ele se</p><p>parece e descreva-o poro si mesmo tão detalhodomente quanto</p><p>possível.</p><p>� Com o que ele se parece?</p><p>De que cor e tamanho ele é?</p><p>Onde são os controles?</p><p>� Como ligá-lo e desligá-lo?</p><p>� Como alterar o volume?</p><p>Quanto mais se concentrar na mensagem de sua fito, mais claro se</p><p>tornará o quadro. Depois de ter um bom quadro no sua cabeça,</p><p>imagine-se mudando os configurações.</p><p>.. Conforme você levanta o volume, note como o som fica mais alto.</p><p>,. Conforme você baixa o volume, note como o som fica mais suave.</p><p>,. Se você desligo o aparelho, note como fico silencioso.</p><p>,. Se você toco a fito, note como começo a escutar as mesmos idéias.</p><p>Pratique alternar os controles. Quanto mais você praticar, mais fácil</p><p>ficará. Quando você se der conta de que está ouvindo seus pensamen</p><p>tos negativos, imagine o quadro do seu toca-fitas e baixe o volume ou</p><p>desligue o aparelho.</p><p>Teste-os</p><p>,</p><p>As vezes, é útil testar seus pensamentos e crenças montando experi</p><p>mentos para descobrir se o que você espera realmente acontece. Isso</p><p>é particularmente importante se, com freqüência, você</p><p>comete os erros de pensamento do leitor de pensamentos e do</p><p>adivinhador, os quais prevêem que as coisas nõo võo funcionar.</p><p>o trabalha escalar de Julie</p><p>Julie nõo acreditava que fosse boa em nenhuma dos matérias escola</p><p>res. Pensava que sempre fazia trabalhos errados. Poro testar essa</p><p>crença, elo anotou os resultados das suas próximas l a lições de caso.</p><p>Crenç.a c.entrol: nao �ow inteligente</p><p>Pe�O/TIento:i owtOtnótk.os: sempre faç.o tno! o I!ç.ào de c.oso. Não posso</p><p>fazer bso.</p><p>r vte:os notos dos tnlnhos próxhlos D lIç.õ� de c.oso.</p><p>o qwe �pero qwe ac.onteç.o (minha pre"hõo): ter notos rlJns (rnenos de</p><p>6(D) em tod� os !lç.ões de c�a.</p><p>1. Inglê.s 3fK>. Prec..6a escrever tnQÍ5" Jl4IIe, e certlflqwe,-se de responder</p><p>à qwestão .</p><p>.:2. Motemátjç.a 7(K). M�o bem, JIlIie. Botn trobailo.</p><p>3. Motemátjç.a 7(K). Vá etn frente, JIlIie.</p><p>\.I. Inglê.s \.IfK>. Por favor, responda às qwestões, JIlIie.</p><p>5. Geografia 6{K>. Bonito tnapo.</p><p>6. Arte 'U'O. frobalho excelente.</p><p>7. Inglê.s .:2{'O. Por favor, venha falar cotnlgo, JIlIie. Isso não está bom o</p><p>b�tante.</p><p>�. Histõrb 5(K). Não ê o sell meilor trobailo.</p><p>'I. Matemátjç.a �fK>.Botn trobailo.</p><p>1:). Inglé5 l/fV. Ccnfi'a asIlO crtcg-afla e, pcrfa'VCl', tnertcre a letra.</p><p>Esse teste mostrou que Julie estava tendo problemas com o inglês.</p><p>Como elo pensara, vinho tirando notas ruins e nõo estava querendo</p><p>responder às questões. O seu professor de história também pensava</p><p>que elo podia fazer melhor, mas os notas que obteve nos outros cinco</p><p>tarefos de matem ótica, arte e geografia eram boos. Afinal, era possível</p><p>123</p><p>124</p><p>. . 'f;>' , ,</p><p>•</p><p>encontrar uma maneiro mais equilibrado de pensar sobre a suo lição</p><p>de caso.</p><p>Jogue-os fora</p><p>Os pensamentos ficam correndo pelo nosso cabeço.</p><p>... Ninguém os escuta.</p><p>... Ninguém os questiono.</p><p>,</p><p>As vezes, é útil esvaziarmos as nossas cabeças e nos livrarmos desses</p><p>pensamentos.</p><p>No finol do dia, anote seus pensamentos negativos em uma folha. Se</p><p>quiser, pode escrevê-los no computador e imprimi-los.</p><p>Pense em todos eles e anote-os.</p><p>Depois de terminar, ornasse o papel com forço e jogue os pensamentos</p><p>no cesto de lixo.</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>H6 maneiros diferentes pelos quais você pode tomar o controle e</p><p>desafiar seus pensamentos .</p><p>Provavelmente, você precisor6 utilizar uma série de métodos.</p><p>O método que escolher nem sempre ser6 bem-sucedido.</p><p>Quanto mais exercitar, mais f6cil se tornar6, então pratique.</p><p>Teste seus pensamentos e suas crenças</p><p>1. Qual é o pensamento/crença negativa que você</p><p>escuta com mais freqüência?</p><p>2. Utilize o Termômetro do Pensamento da página 1 03</p><p>para classificar a intensidade com que acredita nesse</p><p>pensamento.</p><p>3. Que experimento você poderia montar para testar se</p><p>isso é verdadeiro?</p><p>4. Quando fará o seu teste?</p><p>5. Se o seu pensamento/sua crença fosse verdadeiro, o</p><p>que você prevê que aconteceria?</p><p>6. O que aconteceu?</p><p>7. Utilize o Termômetro do Pensamento para classificar</p><p>com que intensidade você acredita nesse pensamen</p><p>to agora.</p><p>125</p><p>126</p><p>o desafiador de pensamentos</p><p>Com a ajuda do Rastreodor de Pensamentos, identifi</p><p>que os pensamentos inúteis ou negativos que escuta</p><p>com mais freqüência.</p><p>o meu pensamento negativo mais comum é . . .</p><p>Procure todas as evidências. O que seria um pensamento mais</p><p>equili</p><p>brado?</p><p>Um pensamento mais equilibrado é . . .</p><p>Quando notar esse pensamento negativo:</p><p>1 . diga PARE para si mesmo</p><p>2. repita seu pensamento equilibrado duas ou três vezes - isso</p><p>ojudoró o baixar o volume do seu pensamento negativo</p><p>•</p><p>;0: ... E útil exercitar o pensamento equilibrado. Quando levantar,</p><p>toda manhã, repito-o para si mesmo duas ou três vezes.</p><p>,.. Não escute seus pensamentos negativos. Desafie-os e baixe</p><p>o volume.</p><p>" ' A' ' v-</p><p>Procurando o positivo</p><p>Parece que sempre notamos os coisas que não</p><p>estõo totalmente certos, mas nõo somos muito</p><p>bons poro perceber os coisas boas ou positivas</p><p>que acontecem.</p><p>A cada noite, antes de dormir, pense em três coisas que acontece</p><p>ram que fizeram você se sentir bem. Pode ser qualquer coiso,</p><p>como:</p><p>... pensamentos bons sobre si mesmo</p><p>... pensamentos positivos sobre o que fez ou conseguiu</p><p>... atividades que o fizeram sentir-se bem</p><p>... coisas que outros disseram que o fizeram sentir-se bem</p><p>A cada dio, anote três coisas, ou em um diório particular, ou em</p><p>uma grande folha, no parede do seu quarto.</p><p>Se não puder pensar em três coisas boas, entõo peço que alguém</p><p>o ajude.</p><p>... Ver a lista crescer ojudar6 você o observar as coisas positivas</p><p>que lhe acontecem.</p><p>127</p><p>128</p><p>" '0'</p><p>• •</p><p>Fala interna positiva</p><p>Não somos muito bons poro reconhecer nossas con</p><p>quistas. Com freqüência, pensamos sobre as coisas</p><p>que deram errado ou que nõo estão totalmente certos.</p><p>Quando isso acontece, é útil desafiar os nossos pensa</p><p>mentos negativos com a falo interna positiva.</p><p>Anote alguns dos seus pensamentos negativos no finol de cada dia.</p><p>Os meus pensamentos negativos foram:</p><p>Confira seus pensamentos e vejo se deixou de fora alguma coisa</p><p>positivo.</p><p>coisas positivas que não vi foram:</p><p>Qual seria a sua fala interna positiva?</p><p>... Você pode achar isso difícil inicialmente, mos não se preocupe.</p><p>Quanto mais exercitar, mais fácil se tornará.</p><p>,.. A pr6xima vez que escutar os pensamentos negativos,</p><p>desligue-os, procure o sucesso e utilize a fala interna positiva.</p><p>. . '0'</p><p>• •</p><p>-</p><p>Fala interna de enfrenfamento</p><p>Alguns dos nossos pensamentos nõo são úteis.</p><p>De fato, eles nos fazem sentir mais ansiosos ou</p><p>preocupados. Esses pensamentos nos levam o</p><p>pensar que os coisas darão errado e a esperar</p><p>que aconteçam coisas ruins. Aprender a identificar e a substituir</p><p>esses pensamentos pela fala interna de enfrentamento ajudoró</p><p>você a se sentir melhor.</p><p>Com o ajudo do Rastreador de Pensamentos, pense sobre uma</p><p>situação ou evento que o faz sentir-se ansioso ou incomodado.</p><p>Quando estiver nessa situação, anote ou desenhe um quadro dos</p><p>pensamentos que passarem pela sua cabeça. Depois de ter feito</p><p>isso, pense sobre como desafiar esses pensamentos com o fala</p><p>interna de enfrentomento.</p><p>situação ou evento que me faz sentir ansioso ou preocupado é:</p><p>Os pensamentos que me fazem sentir ansioso são:</p><p>A minha falo interno de enfrentamento é:</p><p>Na próximo vez em que estiver nessa situação, utilize a falo</p><p>interna de enfrentamento para sentir-se melhor.</p><p>129</p><p>130</p><p>. . '0'</p><p>• •</p><p>o IIcofre de preocupaçõesll</p><p>Algumas vezes, é difícil parar de preocupar-se e desli</p><p>gar os pensamentos que estão circulando pela cabeço.</p><p>Quando isso acontece, pode ser útil desenhar esses</p><p>pensamentos ou anotá-los em um papel e trancá-los!</p><p>... Encontre uma caixa e faça o seu pr6prio cofre de pensamentos.</p><p>Escolho as cores e pinte como quiser: arranje um lugar paro ele.</p><p>... Quando achar que nõo pode interromper suas preocupações,</p><p>encontre um papel e escrevo-as ou desenhe-as nele.</p><p>,. Quando tiver acabado, tranque-os no seu cofre.</p><p>... No final da semana, destranque seu cofre e converse sobre as suas</p><p>preocupações com mamãe, papai ou alguém em quem confie .</p><p>, ... Quando as suas preocupações estiverem no cofre, ficor6 mais</p><p>difícil para elas incomodarem você.</p><p>Desligue a fita do gravador</p><p>Em alguns momentos, você pode ouvir as mesmas preocupações</p><p>,</p><p>ou pensamentos negativos várias e vórias vezes. E como escutar</p><p>uma fita que está sendo tocada dentro do sua cabeço.</p><p>... A fito repete e repete.</p><p>... Os mesmos pensamentos sõo ouvidos continuamente.</p><p>... A fita nunca é trocado .</p><p>. :4). ... O volume nunca é baixado.</p><p>Nesses momentos, é útil aprender a desligar a fita do gravador.</p><p>Passo J: Imagine o seu toca-rifas</p><p>• Imagine um toca-fitas tocando continuamente dentro do</p><p>sua cabeça.</p><p>• Você pode achar que olhar para um toca-fitos real irá</p><p>ajudá-lo a imaginar um bom quadro.</p><p>• Olhe paro o toca-fitas realmente e veja como ligá-lo e deslig6-</p><p>lo, onde se coloca a fita e como pode mudar o volume.</p><p>Passo 2: Imagine poror a fita</p><p>• Pense nesse quadro e imagine a si mesmo colocando uma</p><p>fita no toca-fitas.</p><p>• Conforme você o liga, a fita começa a tocar e você escuta</p><p>suas preocupações e seus pensamentos negativos.</p><p>• Agora, imagine desligar o toca-fitas. Concentre-se realmente</p><p>no botão de NdesligarN e note como os pensamentos param</p><p>quando você aperta o botão.</p><p>• Exercite ligar e desligar o toca-fitas e note como o botão</p><p>NdesligarN pára seus pensamentos negativos.</p><p>Lembre que quanto mais exercitar, mais fácil se tornará.</p><p>131</p><p>132</p><p>. . 'O'</p><p>, ,</p><p>Exercite ter sucesso</p><p>Com freqüência, ao enfrentarmos desafios novos ou</p><p>difíceis, pensamos que nõo teremos sucesso. Somos muito</p><p>bons em prever o fracasso e pensar que as coisas vão dor</p><p>errado.</p><p>Pensar assim farô com que nos sintomos ansiosos e relutemos em</p><p>tentar qualquer coisa nova ou desafiadora.</p><p>Uma maneiro útil de avançar é imaginar um quadro do seu desafio e</p><p>fazer uma falo interna de tudo o que acontecerá, mas, dessa vez,</p><p>mudando o finol, de modo que você tenha sucesso.</p><p>Passo ,: Imagine o seu desafio</p><p>Imagine um quadro tão real quanto possível e descrevo o seu</p><p>desafio detalhadamente. Pense sobre:</p><p>• quem estará 16</p><p>• o hora do dia</p><p>• o que estará vestindo</p><p>• os cores, os cheiros e os sons.</p><p>Posso 2: Repito em voz alta o seu desafio</p><p>Agora, pense sobre o que acontecerá. Repita em voz alta o seu</p><p>desafio.</p><p>• O que você fará?</p><p>• O que você dirá?</p><p>• O que os outras pessoas farão?</p><p>• O que dirão?</p><p>• O que acontecerá?</p><p>Exercitar algumas vezes ajudará você o se preparar e pode</p><p>auxiliá-lo a reconhecer que, embora seja difícil, você pode</p><p>começar o imaginar como é ter sucesso.</p><p>" - n' ' v-</p><p>,</p><p>Parada de pensamento</p><p>Algumas vezes, os mesmos pensamentos inúteis ficam circulando</p><p>em nossas cabeças. Quanto mais os ouvimos:</p><p>... mais acreditamos neles</p><p>... mais procuramos evidências que os apóiem</p><p>Com freqüêncio, quando conferimos, descobrimos que estornos</p><p>,</p><p>vendo somente parte do quadro - geralmente a parte negativo. E</p><p>importante tentar parar esses pensamentos.</p><p>Uma maneira útil de fazê-lo é colocar um elástico no seu pulso.</p><p>Quando notar que está escutando os mesmos pensamentos</p><p>inúteis, puxe o elástico e o solte em direção a seu pulso.</p><p>o elástico doerá um pouquinho, mas isso provavelmente vai</p><p>parar esses pensamentosl</p><p>133</p><p>CAPiTuLO DEZ</p><p>..</p><p>voce se</p><p>Provavelmente, cada dia você nota que tem uma série de senti</p><p>mentos diferentes. Por exemplo, você poderia:</p><p>� acordar sentindo-se ansioso quanto a ir à escola;</p><p>... sentir-se alegre no ônibus escolar conversando com os amigos;</p><p>... sentir-se enraivecido quando seu amigo esquece de trazer o</p><p>CD que você queria emprestado;</p><p>... sentir-se estressado ao completar o sua lição de casa de</p><p>história;</p><p>... sentir-se relaxado 00 assistir à TV no final do dia.</p><p>Você descobrirá que:</p><p>... alguns desses sentimentos durarão somente um breve</p><p>momento;</p><p>... outros continuarão se repetindo;</p><p>... alguns serõo tão fracos que você poderá nem notá-los;</p><p>... outros serão muito fortes e parecerõo dominar.</p><p>o nosso primeiro trabalho é descobrir mais sobre os tipos de</p><p>sentimentos que você tem. Isso nõo é sempre fócil porque:</p><p>... nem sempre somos muito bons para identificor nossos</p><p>sentimentos;</p><p>... com freqüência, agrupomos todos os nossos sentimentos sob</p><p>um s6 r6tulo.</p><p>Paro descobrir seus sentimentos, você</p><p>pode precisar do ajudo do</p><p>Descobridor de Sentimentos. O Descobridor de Sentimentos</p><p>pode auxilió-Io a perceber:</p><p>... que sentimentos você tem;</p><p>... quais sentimentos sõo os mais fortes;</p><p>... onde é mais prov6vel que você tenha esses sentimentos;</p><p>... que pensamentos acompanhom esses sentimentos.</p><p>135</p><p>�</p><p>� '" '1</p><p>136</p><p>Que sentimentos eu tenho?</p><p>Aprender o identificar seus sentimentos é importante, pois o auxiliará o</p><p>controlá-los. Por exemplo, exercícios de respiração podem ajudar com</p><p>sentimentos de ansiedade ou preocupação, mas nõo com sentimentos</p><p>de tristezo.</p><p>Três dos mais fortes e mais comuns sentimentos desagradáveis sõo o</p><p>estresse, a tristeza e o raiva.</p><p>'" Estresse</p><p>Quando as pessoas se sentem estressodos ou magoadas, notam uma</p><p>série de sintomos diferentes. Os sinais de estresse variam de uma</p><p>pessoa poro outra, mos podem incluir:</p><p>'" mal-estar</p><p>� estômago embrulhado</p><p>� folta de ar</p><p>� suor</p><p>� pernas pesados e/ou trêmulas</p><p>� face ruborizada</p><p>'" sensação de estar desligado</p><p>'" desmaios</p><p>� dores musculares</p><p>� broncos mentais</p><p>'" dificuldade de tomar decisões</p><p>'" Tristeza</p><p>Todos se sentem tristes em um momento ou outro, mos, poro algum os</p><p>pessoos, esse sentimento domino o suo vido e elos ocabam se sentindo</p><p>muito deprimidos. Elos podem se descobrir:</p><p>... chorosas com regularidade</p><p>... chorando sem uma razão cloro ou por pequenos coisas</p><p>.�</p><p>-t<</p><p>"</p><p>� acordando de manhã cedo</p><p>� tendo dificuldade poro dormir à noite</p><p>� sentindo cansaço constante e folta de energia</p><p>� tendo falto ou perda do apetite</p><p>� tendo dificuldade de concentração</p><p>� sentindo perda de interesse nas coisas de que costumavam</p><p>gostar</p><p>� passeando menos</p><p>Por esses sentimentos produzirem algumas reações físicas muito</p><p>fortes, às vezes os pessoas acabam pensando que estõo doentes</p><p>ou passando moI. Esses sintomos tornam-se o razão por que</p><p>evitam ou param de fazer coisas.</p><p>... "Nõo estou dormindo e não consigo me concentrar, então</p><p>desisti do meu emprego de final de semana."</p><p>Essas reações físicas sõo muito reais, mos você nõo est6 passando</p><p>mal. Pode ser uma porte do armadilha, em que seus pensamen</p><p>tos negativos criam esses sintomas. Se estó inseguro ou quer</p><p>certificar-se de que nõo tem problema físico, entõo confiro isso</p><p>conversando com seu médico.</p><p>Raiva</p><p>A raiva é um sentimento muito comum e pode ser expressa de</p><p>vórias moneiros diferentes:</p><p>� gritando, berrando</p><p>� suando e ameaçando</p><p>� jogando coisas</p><p>� quebrando coisas</p><p>� batendo portas</p><p>� dondo socos, chutando, lutando</p><p>� desejando ferir-se</p><p>� � � �</p><p>� �</p><p>�</p><p>�</p><p>></p><p>o</p><p>� o</p><p>u</p><p>137</p><p>138</p><p>Os sentimentos e o que você faz</p><p>Os sentimentos nõo aparecem apenas repentinamente. Em geral, há</p><p>algo que os desencadeia. Se você recordar o Círculo M6gico, irá se</p><p>lembrar de que o modo como se sente é afetado pelo que você faz e</p><p>pelo que pensa.</p><p>O Descobridor de Sentimentos tem ajudado as pessoas a aprende</p><p>rem que elas têm sentimentos diferentes em lugares diferentes.</p><p>... No escola, você pode se sentir ansioso.</p><p>.. Em cosa, pode se sentir relaxado.</p><p>.. Na cidade, pode se sentir preocupado.</p><p>Você notará sentimentos diferentes quando se engajar em atividades</p><p>diferentes.</p><p>,. Ao assistir à TV, pode se sentir calmo.</p><p>.. Conversando com pessoas, pode se sentir ansioso.</p><p>.. Ao estudar matemótica, pode se sentir alegre.</p><p>.. Ao praticar esportes, pode se sentir tenso.</p><p>Você também notará que se sente diferente com pessoas diferentes.</p><p>... Com seu pai, pode se sentir bravo.</p><p>... Com seu melhor amigo, pode se sentir relaxado e confiante.</p><p>... Com seu professor, pode se sentir alegre.</p><p>... Com sua irmã, pode se sentir estressado.</p><p>Os sentimentos e o que você pensa</p><p>A moneiro como pensamos causa sentimentos.</p><p>... Se você pensa que não tem amigos, pode se sentir triste.</p><p>... Se você pensa que é rejeitado, pode se sentir preocupado.</p><p>... Se você pensa que fez bem a lição de cosa, pode se sentir</p><p>satisfeito.</p><p>Juntando tudo</p><p>Se você juntar isso tudo, provavelmente começaró o notar um padrão.</p><p>o que você faz</p><p>Ficar sozinho em caso</p><p>Sair com Jim</p><p>Ir à escolo</p><p>Sair para comprar</p><p>roupas</p><p>Tomar um banho</p><p>Como se sente</p><p>Triste</p><p>Alegre</p><p>Estressado</p><p>Enraivecido</p><p>Relaxado, calmo</p><p>o que você pensa</p><p>Eu nõo tenho amigos</p><p>Sempre rimos muito</p><p>juntos</p><p>Simplesmente não dou</p><p>conta do meu trabalho</p><p>Nunca encontro nada</p><p>que fique bem em mim</p><p>,</p><p>E bom ficar deitado aqui</p><p>A forma como nos sentimos depende do que fazemos e do que</p><p>pensamos.</p><p>Tente identificar os sentimentos diferentes que você tem.</p><p>Confira se seus sentimentos mais intensos estão ligados o</p><p>pensamentos particulares ou ao que você foz.</p><p>139</p><p>Pensamentos e sentimentos</p><p>Pensamentos que me fazem sentir BEM:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>Pensamentos que me fazem sentir INCOMODADO:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>140</p><p>====��</p><p>Atividades e sentimentos</p><p>Atividades que me fazem sentir BEM:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>Atividades que me fazem sentir INCOMODADO:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>141</p><p>y</p><p>H</p><p>T</p><p>,</p><p>I</p><p>S</p><p>T</p><p>E</p><p>E</p><p>D</p><p>F</p><p>C</p><p>H</p><p>J</p><p>,</p><p>M</p><p>N</p><p>,</p><p>142</p><p>o caça-palavras do</p><p>Descobridor de Sentimentos</p><p>Você pode encontrar estes sentimentos que o Descobridor de</p><p>Sentimentos escondeu?</p><p>Alegre Enraivecido Amedrontado Temeroso</p><p>Irritadiço Tenso Ansioso Infeliz</p><p>Preocupado Magoado Triste Excitado</p><p>Deprimido Colmo Choroso Inseguro</p><p>Relaxado Culpado Envergonhado Confuso</p><p>Apavorado Nervoso Ferido</p><p>Aborrecido Furioso</p><p>A B O , , E C I D O F G H L , F</p><p>L N G U S U A C P P , , S ç L E</p><p>E N S O Q J L T C O N F U S O ,</p><p>G E U D , D M D H W I Z C Z X I</p><p>, , M A P E O M B M , I S S W D</p><p>E V P T B P L C N A , A E O , O</p><p>F O Y I Q , T A Y G I F F A T F</p><p>D S G C L I B Q x O T P , E E A</p><p>A O H X V M L N P A A C P N M M</p><p>I N F E L I Z T E D D H W , E E</p><p>F N , X W D ç Q , O I O S A , D</p><p>U L P A D O Y V B X ç , Q I O ,</p><p>, P , E O C U P A D O O E V S O</p><p>I N S E G U , O , P L S , E O N</p><p>O U A N S I O S O E ç O M C E T</p><p>S P W O J D ç P V L P T ç I N A</p><p>O E N V E , G O N H A D O D E D</p><p>G D D C Q A P A V O , A D O D O</p><p>Quais são os seus sentimentos mais comuns?</p><p>====��</p><p>Que sentimento vai aonde?</p><p>Temos sentimentos diferentes em lugares diferen</p><p>tes. Utilize cores diversos e desenhe uma linha de</p><p>cada lugar para o sentimento que descreve melhor</p><p>como você se sente.</p><p>Com outras crianças</p><p>( Em coso )</p><p>--�</p><p>( No como, à noite J</p><p>(</p><p>/</p><p>( FOlendo compras )</p><p>Na escola ) ( Com momõe ou poPOi)</p><p>triste</p><p>\</p><p>Com meu melhor amigo ( ____ 5o_'_i_"_00 ___ )</p><p>alegre preocupado enraivecido</p><p>\ /</p><p>colmo</p><p>temeroso excitado relaxado apavorado</p><p>/</p><p>/ \</p><p>entediado cheio aborrecido</p><p>\</p><p>143</p><p>144</p><p>Meus sentimentos</p><p>.. Pense sobre todos os sentimentos diferentes que</p><p>você tem (agradáveis e desagradáveis) e desenhe-os</p><p>ou anote-os em uma folha.</p><p>.. Escolha uma caneta ou lápis colorido poro cada</p><p>sentimento (você poderio escolher olgo como vermelho para feliz,</p><p>azul paro triste, etc.).</p><p>.. Utilize essas cores para desenhar seus sentimentos na figuro</p><p>abaixo.</p><p>,. Tente mostrar o quanto tem de cada sentimento .</p><p>...</p><p>====��</p><p>o que acontece quando me</p><p>sinto triste?</p><p>Pense sobre alguma coisa que fez você se sentir real</p><p>mente triste e infeliz. Como outra pessoa saberia que</p><p>você se sentiu assim?</p><p>Como a suo face fica quando você está triste?</p><p>Como o seu corpo fica quando você está infeliz?</p><p>Como você se comporto quando está infeliz?</p><p>Durante quanto tempo você se sente infeliz?</p><p>Nunca Todo o tempo</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0</p><p>145</p><p>146</p><p>o que acontece quando</p><p>me sinto enraivecido?</p><p>sobre alguma coisa que fez você se sentir real-</p><p>mente contrariado e enraivecido. Como outra pessoa saberia</p><p>que você se sentiu assim?</p><p>Como o sua face fica quando você esló enraivecido?</p><p>.. ,0\ Como o seu corpo fico quando você esló enraivecido?</p><p>..</p><p>Como você se comporta quando estó enraivecido?</p><p>Durante quanto tempo você se sente enraivecido?</p><p>Nunca Todo o tempo</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0</p><p>. -</p><p>-</p><p>====��</p><p>o que acontece quando</p><p>me sinto ansioso?</p><p>Pense sobre alguma coisa que fez você se sentir</p><p>realmente ansioso</p><p>ou tenso. Como outro pessoa</p><p>saberia que você se sentiu assim?</p><p>Como a sua face fica quando você está ansioso ou tenso?</p><p>Como o seu corpo fica quando você está ansioso ou tenso?</p><p>Como você se comporta quando está ansioso ou tenso?</p><p>Durante quanto tempo você se sente ansioso ou tenso?</p><p>Nunca Todo o tempo</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0</p><p>147</p><p>)</p><p>148</p><p>o que acontece quando</p><p>me sinto feliz?</p><p>Pense sobre alguma coisa que fez você se sentir real-</p><p>mente feliz. Como outra pessoa saberia que você se sentiu assim?</p><p>o sua face fico quando você está feliz?</p><p>Como o seu corpo fica quando você está feliz?</p><p>Como você se comporta quando está feliz?</p><p>Durante quanto tempo você se sente feliz?</p><p>Nunca Todo o tempo</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0</p><p>====��</p><p>Sentimentos e lugares</p><p>Pense sobre todos os seus sentimentos diferentes e</p><p>. anote-os em uma folha de papel .</p><p>Faço uma listo de lugares, pessoas e atividades</p><p>principais na suo vida. A lista poderio incluir alguns dos seguintes</p><p>itens:</p><p>1. mamãe</p><p>2. .</p><p>pOpOI</p><p>3. avós</p><p>4. melhor amigo(o)</p><p>5. outras crianças</p><p>6. escola</p><p>7. caso</p><p>8. lazer/atividades no clube</p><p>9. praticar esportes, jogos, ler um livro</p><p>10. na como, à noite</p><p>1 1 . assistir à TV</p><p>12. fazer trabalho escolar</p><p>13. ir o um lugar novo</p><p>14. ir à escola</p><p>15. estar com os amigos</p><p>Escolho quais sentimentos võo com cada um dos aspectos citados.</p><p>o que dó o você os sentimentos mais agradóveis?</p><p>o que dó a você os sentimentos mais desogradóveis?</p><p>149</p><p>,</p><p>q</p><p>(f</p><p>ISO</p><p>o Termômetro de Sentimentos</p><p>Utilize o Termômetro de Sentimentos para mostrar a intensidade</p><p>do seu sentimento.</p><p>1 O Muito intenso</p><p>9</p><p>8</p><p>7 Razoavelmente</p><p>•</p><p>Intenso</p><p>6</p><p>5</p><p>4 Fraco</p><p>3</p><p>2</p><p>1 Muito fraco</p><p>o Descobridor de Sentimentos ajudou-nos o descobrir que os</p><p>lugares onde estamos ou os coisas que fazemos às vezes produ</p><p>zem sentimentos intensos. Por exemplo, você pode notar que:</p><p>... se sente ansioso quando sai;</p><p>... se sente calmo e seguro em casa;</p><p>... se sente preocupado quando est6 com os outros;</p><p>... se sente relaxado e feliz sozinho.</p><p>Procuramos fazer coisas ou estar em lugares que nos dão senti</p><p>mentos agradáveis e tentamos evitar aqueles que nos fazem sentir</p><p>incomodados.</p><p>Isso parece fazer sentido. Afinal, nenhum de nós quer se sentir</p><p>incomodado durante a maior parte do dia.</p><p>Mas, às vezes, seus sentimentos dominam e impedem ou limi</p><p>tam o que você quer realmente fazer.</p><p>... Você pode querer sair, mas porque se sente tão ansioso,</p><p>sente-se incapaz de ir.</p><p>... Você pode querer estar com os amigos, mas porque se sente</p><p>tão preocupado, sente-se incapaz de vê-los .</p><p>... Você pode querer telefonar para um amigo, mas porque se</p><p>sente tão infeliz, sente-se incapaz de fazê-lo.</p><p>Nesses momentos, a maneira como você se sente está impossibili</p><p>tando ou impedindo você de fazer aquelas coisas que quer real</p><p>mente fazer. Aprender a controlar seus sentimentos ajudar6 a</p><p>romper essas barreiras.</p><p>O Descobridor de Sentimentos mostrou que podemos aprender</p><p>a controlar os nossos sentimentos de formas diferentes.</p><p>151</p><p>152</p><p>Aprenda a relaxar</p><p>Há diversas maneiras pelas quais você pode aprender o relaxar. Alguns</p><p>métodos o levarõo, por meio de uma série de exercícios físicos, a</p><p>tencionar e a relaxar cada um dos grandes grupos musculares do seu</p><p>corpo. Outros o ensinarão a imaginar cenas relaxantes, que</p><p>,</p><p>ajudarão você o se sentir mais alegre. E importante lembrar os pontos</p><p>seguintes.</p><p>.. Nõo há uma maneira única de relaxar.</p><p>... As pessoas acham métodos diferentes úteis em momentos diferentes.</p><p>,</p><p>... E importante descobrir o que funciona para você.</p><p>li' Relaxamenta física</p><p>Geralmente, esse método levo cerca de 1 0 minutos e é muito eficaz se</p><p>você se sente constantemente tenso e magoado. Utilizando uma série</p><p>de exercícios breves, todos os principais grupos musculares do seu</p><p>corpo são tencionados por cerco de 5 segundos e depois relaxados.</p><p>Concentre-se em como sente os músculos quando eles estão tensos e</p><p>quando estão relaxados. Você perceberá que algumas partes do seu</p><p>corpo estarão mais tensos do que outras, então tente descobrir as</p><p>áreos muito tensos.</p><p>No final da sessão, você deverá se sentir completamente relaxado,</p><p>então desfrute esse sentimento agradável. Muitos pessoas gostam de</p><p>fazer esses exercícios antes de irem pora o cama. Não importa se você</p><p>cair no sono. Como todos, quanto mais exercitar, melhor e mais ropi</p><p>damente ficará relaxodo.</p><p>Há vários fitas que você pode comprar que o ensinam a relaxar. Esco</p><p>lha umo que goste e ache repousante. Se não conseguir encontrar</p><p>umo, tente os exercícios seguintes. Antes de começar, lembre os pontos</p><p>abaixo.</p><p>... Escolha algum lugar acolhedor e silencioso.</p><p>... Sente-se em uma cadeira confortável ou deite-se na sua cama.</p><p>... Escolha um momento em que não vá ser interrompido.</p><p>... Tencione seus músculos apenas o bastante para observar como os</p><p>sente. Não exagere.</p><p>.. Tencione seus músculos por cerca de 3 a 5 segundos.</p><p>.. Tencione cada grupo muscular duas vezes.</p><p>.. Depois de ter tencionado um músculo, tente não o mover novamente.</p><p>� Exercícios rápidos de relaxamento</p><p>Braços e mãos: Cerre os punhos, ponho seus braços retos para</p><p>a frente.</p><p>Pernas e pés: Force os dedos para baixo, levante os pernas</p><p>suavemente e estique-os no sua frente.</p><p>Estômago: Aperte os músculos da barriga, respire e segure.</p><p>Ombros: Jogue os ombros para trás.</p><p>Pescoço: Empurre a cabeça contra o poltrona ou o cama.</p><p>Face: Faço caretas, aperte bem os olhos e feche bem os lábios.</p><p>Exercício físico</p><p>Algumas pessoas acham que exercícios físicos sõo tão efetivos</p><p>quanto tencionar e relaxar os músculos sistematicamente. Afinal,</p><p>os exercícios físicos fazem exatamente a mesma coisa - tencionam</p><p>e relaxam seus músculos.</p><p>Uma boa corrida, uma caminhada rápida ou nadar podem</p><p>ajudar você o livrar-se de quaisquer sentimentos de raiva ou</p><p>ansiedade.</p><p>Se os exercícios físicos funcionarem para você, utilize-os. Pode ser</p><p>particulormente eficaz experimentá-los nos momentos em que</p><p>você observor sentimentos desagradáveis intensos.</p><p>Controle da respiração</p><p>Há momentos em que você começo o ficor tenso ou enraivecido</p><p>subitamente e, nessas ocasiões, não tem tempo para fozer os</p><p>exercícios de relaxamento.</p><p>o controle da respiração é um método rápido pelo qual você</p><p>,</p><p>pode se concentrar e ganhor o domínio da sua respiração. E</p><p>possível utilizar esse método em qualquer lugar e, geralmente, as</p><p>pessoos nem sequer notam o que você está fazendol</p><p>Inspire lento e profundamente, segure a respiração por 5 segun</p><p>dos e, depois, expire lentamente. Enquonto respira, digo para si</p><p>mesmo "relaxe". Fazer isso algumas vezes ajudará você a recon</p><p>quistar o controle do seu corpo e o se sentir mais calmo.</p><p>153</p><p>154</p><p>Cenas tranqüilizantes</p><p>Com esse método, você se sente mais confortável pensando sobre</p><p>as coisas que acha agradáveis ou repousantes.</p><p>Pense no lugar dos seus sonhos. Pode ser algum local onde</p><p>esteve ou um lugar imaginário. Imagine uma cena e torne-Q tõo</p><p>repousante e pacífica quanto possível . Tente torná-lo o mais real que</p><p>puder e pense sobre o seguinte:</p><p>,. o ruído das ondas quebrando na praia;</p><p>,. o vento soprando nos árvores;</p><p>.. o cheiro do mar ou o aroma dos pinheirais;</p><p>,. o sol morno na sua face;</p><p>,. o vento soprando o seu cabelo suavemente.</p><p>Exercite imaginar o seu lugar relaxante e, se começar a sentir-se inco</p><p>modado, volte a imaginar a cena. Concentre-se realmente no seu</p><p>cenário repousante e veja se isso o ajudo a relaxar.</p><p>Atividades relaxantes</p><p>Provavelmente, existem algumas coisas que você gosta de fazer e que o</p><p>fazem se sentir bem. Exemplos dessas coisas poderiam incluir:</p><p>.. ler um livro;</p><p>.. assistir à TV;</p><p>.. escutar músico;</p><p>.. levar o cachorro para passear.</p><p>Se uma atividade particular foz você se sentir bem, então tente pratic6-</p><p>lo quando notor sentimentos desogradóveis. Você pode ser copoz de</p><p>fazê-Ia em certos momentos, mos se est6:</p><p>... sentado sozinho, preocupondo-se com o omonhã, tente ler</p><p>um livro;</p><p>...</p><p>sentado no seu quorta, sentindo-se infeliz, tente assistir à</p><p>televisãa;</p><p>... deitodo no como, sentindo-se onsiaso parque não consegue</p><p>darmir, tente escutar músico;</p><p>... sentindo-se tensa, entãa leve a cacharro para passeor.</p><p>Experimente e vejo se pade porar seus sentimentas desagra</p><p>dáveis.</p><p>Prevenção</p><p>Algumas vezes, estamos canscientes das nassos sentimentas, mos,</p><p>cam freqüência, deixamos paro fazer algo sobre eles torde de</p><p>mais. Nesses mamentos, os nossos sentimentos tornom-se inten</p><p>sos demois e não importa o que façomos, simplesmente não</p><p>conseguimos retomor o controle. Preciso mos oprender o identifi</p><p>cor tois momentos pora tentar controlar os nossos sentimentos</p><p>ANTES que fiquem muito intensos.</p><p>o temperamenta de Jimmy</p><p>Com freqüência, Jimmy sentia muita roiva e ficavo muito magoo</p><p>do. Isso porecio acontecer rapidomente e, quando ele perdio o</p><p>controle, levova bostonte tempo pora se acoimar.</p><p>Ele subio a escola da roiva muito ropidomente e, antes que</p><p>pudesse paror, já tinho explodido. O Descobridor de Sentimen</p><p>tos tentou ajudá-lo a gonhar mais controle sobre seus sentimen</p><p>tos de raiva. Sugeriu que eles desenhossem um vulcão furioso</p><p>paro ajudar Jimmy a descobrir o que ocontece quondo ele fica</p><p>enraivecido.</p><p>155</p><p>156</p><p>Suor, rubor face,</p><p>Parece um sonho</p><p><!.endo-me de fora</p><p>"pare", "vou</p><p>mentais</p><p>Sente calor e comeca a suar</p><p>•</p><p>n40 acabar</p><p>"você está tenta</p><p>d.e calma</p><p>•</p><p>e IIDJume nllrillass,</p><p>Quando Jimmy se tornou consciente do acúmulo do sua raiva, o próxi</p><p>mo estágio foi aprender como pular fora no começo e evitar uma</p><p>explosão.</p><p>Jimmy era capaz de fazer isso imaginando o última vez em que perde</p><p>ra o controle. Ele lembro da cena o mais claramente possível, mos,</p><p>dessa vez, mudando o final.</p><p>... Jimmy se imaginava pulando fora antes de perder o controle.</p><p>.. Imaginava-se indo embora.</p><p>,. Imaginava o expressão de descontentamento nas faces dos outros</p><p>que o estavam provocando.</p><p>.. Imaginava o quanto se sentia satisfeito consigo mesmo.</p><p>,. Ele exercitava escutar as gozações dos outras crianças</p><p>pemanecendo calmo.</p><p>. .</p><p>Jimmy praticava diariamente. Ele exercitava um final diferente, entõo</p><p>estava melhor preporado, e isso o ajuda rio o suportar o provocoção no</p><p>próximo vez que elo ocontecesse.</p><p>H6 muitas coisas diferentes que você pode fazer para sentir-se melhor .</p><p>;(): .. Escolha aqueles métodos com os quais se sente bem.</p><p>,</p><p>... lembre-se de que nem sempre eles funcionarão, mas agarre-se</p><p>a eles.</p><p>.. Quanto mais você exercitar, maior a probabilidade de esses</p><p>métodos o ajudarem.</p><p>157</p><p>158</p><p>A "caixa-forte dos</p><p>sentimentos"</p><p>Todos temos sentimentos desagradáveis, mas, às vezes,</p><p>esses sentimentos se tornam muito intensos e é difícil livrar-se deles.</p><p>Eles podem deixar você:</p><p>... muito enraivecido;</p><p>.. muito triste;</p><p>,. muito apavorado.</p><p>Quando você se sente muito incomodado, pode querer trancar esses</p><p>sentimentos em algum lugar seguro, de modo que eles não o pertur</p><p>bem tonto.</p><p>.. Encontre uma caixa, transforme-a na suo "caixa-fone" e decore-o</p><p>como desejar.</p><p>,. Quando se sentir muito incomodado, arranje algum papel e escre</p><p>va ou desenhe seus sentimentos.</p><p>.. Pense no que estô fazendo você se sentir assim e escrevo ou dese</p><p>nhe um quadro disso também.</p><p>,. Quando tiver terminado, coloque esses sentimentos na "caixa</p><p>forte" .</p><p>.. No final da semana, abra a caixa e converse sobre seus sentimen</p><p>tos com a mamõe, o papai ou alguém em quem confie.</p><p>,. Colocar seus sentimentos desagradáveis em uma caixa-forte</p><p>pode ajudá-lo a sentir-se melhor.</p><p>o vulcão da raiva</p><p>Pense sobre como sente seu corpo quando está calmo e como o</p><p>. sente quando está enraivecido. Represente as mudanças que nota</p><p>à medido que fica mais enraivecido no seu Vulcõo da Raiva.</p><p>Erupção - você perdeu</p><p>Muito enraivecido,</p><p>mos ainda no controle</p><p>Ficando enraivecido,</p><p>ficando magoado</p><p>Ficando irritado e ofendido</p><p>Colmo e relaxado</p><p>159</p><p>160</p><p>Aprendendo a relaxar</p><p>Para os crianças mais novas, aprender o relaxar pode</p><p>divertido.</p><p>músculos podem ser esticados e tencionados jogan</p><p>do-se um jogo como Chefe Manda, no qual as crianças são</p><p>solicitadas o fazer o seguinte:</p><p>1. Marchar em posição de sentido 00 redor da sala.</p><p>2. Correr no mesmo lugar.</p><p>3. Fingir que seus braços são os galhos de uma órvore</p><p>balançando-os sobre a cabeça.</p><p>4. Retorcer a face paro parecer um monstro horroroso.</p><p>5. Esticar-se para o alto e ser o maior possível.</p><p>6. Encolher-se com forço poro ficor o menor possível.</p><p>Depois que o criança esticou os músculos, o estágio final é dizer a ela</p><p>para se acalmar e relaxar. Peço a elas paro fingirem ser um grande e</p><p>pesado animal e mover-se pelo sala muito lentamente. Deslocar-se</p><p>tõo lenta e silenciosamente quanto possível. Finalmente, peço às</p><p>crianças poro serem "leões adormecidos" e deitarem-se no floresta</p><p>de formo colmo e silencioso por alguns minutos.</p><p>Meu lugar relaxante</p><p>Uma maneira eficaz de relaxar é tentar imaginar</p><p>uma cena tranqüilizante.</p><p>Esta pode ser um lugar real em que você esteve</p><p>ou uma cena criada nos seus sonhos.</p><p>... Escolha um momento silencioso, quando não será perturbado.</p><p>... Feche os olhos e imagine sua ceno.</p><p>... Concentre-se realmente no sua cena relaxante e imogine-o</p><p>com muitos detalhes.</p><p>... Pense nas cores e nos formatos dos coisas.</p><p>... Imagine os sons - gaivotas grasnando, folhas roçando, ondas</p><p>quebrando no areia.</p><p>... Pense no cheiro - o cheiro do pinho das órvores, o cheiro</p><p>do mar.</p><p>... Imagine o sol aquecendo suas costos e o luar brilhante varan</p><p>do as órvores.</p><p>... Conforme pensa na suo cena, observe o quanto fica mais</p><p>colmo e relaxado.</p><p>... Esse é o seu lugar relaxante especial.</p><p>;0: Você precisar6 praticar isso. Quanto mais exercitar, mais f6cil</p><p>, achar6 imaginar a sua cena e mais rapidamente ficar6 calmo.</p><p>Quando você sentir que est6 ficando estressado, pense na sua</p><p>cena relaxante.</p><p>161</p><p>162</p><p>Minhas atividades relaxantes</p><p>Preencha os balões de pensamento escrevendo ou desenhando os</p><p>coisas que ajudam você o relaxar e o ficar calmo.</p><p>�</p><p>!</p><p>�</p><p>8</p><p>�</p><p>g</p><p>g</p><p>O Rastreador de Pensamentos ajudou-nos a descobrir que 3!</p><p>algumas vezes temos pensamentos negativos e inúteis. Pensamos</p><p>,</p><p>que as coisas serõo difíceis. Esperamos e prevemos o pior. As</p><p>vezes, é difícil ver qualquer coisa positiva. O Descobridor de</p><p>Sentimentos ajudou-nos a entender que esses pensamentos</p><p>podem fazer com que nos sintomos incomodados. Podemos</p><p>tentar nos sentir melhor:</p><p>... evitando situações que achamos que serõo difíceis;</p><p>... nos recolhendo e ficando onde nos sentimos seguros;</p><p>... parando de fazer os coisas que nos deixam incomodados.</p><p>Isso pode trazer algum alívio imediato, mas, com o tempo, você</p><p>,</p><p>provavelmente se sentiró pior. A medida que age menos, pode</p><p>descobrir que se sente cada vez mais deprimido. Qualquer coisa</p><p>nova requer um esforço ainda maior, e torna-se mais difícil en</p><p>frentor desafios novos. Sentimentos desagrod6veis intensos</p><p>retornam quando você se sente contrariado e desapontado consi</p><p>go mesmo.</p><p>E assim vai . . .</p><p>.</p><p>e val. . .</p><p>.</p><p>e val. . .</p><p>Uma maneiro importante de escapar dessa armadilho é tornar-se</p><p>mais ativo e assumir o controle.</p><p>Mobilize-se para fazer coisas.</p><p>,</p><p>A medido que se ocupar, notar6 uma série de benefícios.</p><p>Você se sente melhor</p><p>Tornar-se mais ativo significo que você ter6 menos tempo poro</p><p>observar sentimentos desagrad6veis ou escutar quaisquer pensa</p><p>mentos negativos. Você começo a se sentir melhor.</p><p>163</p><p>164</p><p>Você se sente mais no controle</p><p>Você começo a reconquistar o controle da suo vida e a fazer os coisas</p><p>que quer fazer.</p><p>Você se sente menos cansado</p><p>Não fazer nada é muito cansativo! Você se sente desanimado e</p><p>exausto. Embora isso pareço uma bobagem, quanto mais ativo você</p><p>se torno, menos cansado se sente.</p><p>Você quer fazer mais</p><p>A coisa mais difícil é começar. Quando você se tornar ativo, desejará</p><p>fazer mais. Simplesmente, quanto mais foz, mais vontade tem de fazer</p><p>.</p><p>cOisas.</p><p>o seu pensamento torna-se mais claro</p><p>Não fazer nada deixo você preguiçoso, tonto mentol como fisicamente.</p><p>A atividade aguça seu pensamento.</p><p>Aumente as atividades divertidas</p><p>A primeiro tarefa e a mais difícil é recomeçar o mover-se. Uma formo</p><p>útil de fazer isso é aumentar suas atividades agradáveis. Estabeleça</p><p>alvos para si mesmo a fim de aumentar o número de atividades agra</p><p>dáveis que você faz a cada dia ou semana.</p><p>Faça umo lista das coisas que gosta/quer fazer e daquelas atividades</p><p>que costumava gostar e agora parou.</p><p>Podem ser quaisquer atividades que você imaginar, e lembre-se de que</p><p>elas não lhe custam dinheiro. Poderiom ser:</p><p>... atividades sociais - conversor com um amigo, receber alguém em</p><p>casa para brincar</p><p>... atividades externas - sair pora dar uma caminhada, nador, fazer</p><p>compras</p><p>,. atividades internas - escutar música, ossistir a um vídeo, ler um</p><p>livra, desenhor</p><p>Da sua lista, selecione a atividade que você mais gostaria de fazer.</p><p>Escolha um dia, um horário e foça-o! Gradualmente, arranje cado vez</p><p>mais atividades agradáveis para sua vida.</p><p>• •</p><p>' r.' ' V'</p><p>... Não espere que as atividades sejam tão divertidas quanto</p><p>costumavam ser. Levará algum tempo para que seu sentido</p><p>de satisfação retorne.</p><p>... Pense sobre o que conseguiu, não nas coisas que ainda tem</p><p>que fazer.</p><p>... Disponha de algum tempo para dizer a si mesmo o que</p><p>fez! Afinal, voei merece.</p><p>Mapeie como se sente</p><p>e o que você faz</p><p>Provavelmente haverá certos momentos do dia/semana em que</p><p>você terá mais tendência a notar sentimentos agradáveis ou</p><p>desagradáveis intensos. Pode ser útil sintonizá-los e descobrir se</p><p>há padrões ou momentos particularmente difíceis.</p><p>Uma maneiro eficaz de fazer isso é manter um diário.</p><p>... Anole o que você está fazendo e como se sente a cada hora.</p><p>Utilize o Termômetro de Sentimentos do página 1 50 para</p><p>classificar a intensidade dos seus sentimentos.</p><p>... No fino I da semano, olhe o diório e veja se hó momentos</p><p>particularmente bons ou maus e se alguma atividade fez você</p><p>se sentir melhor ou pior.</p><p>Se você encontrar uma ligação entre certas atividodes e os senti</p><p>mentos intensos, tente planejor o seu tempo de maneira diferente.</p><p>Quondo possível, procure fazer mais aquelas atividades que o</p><p>fazem se sentir bem e menos aquelas que o fazem se sentir mal.</p><p>� Jane está pranta para a escala</p><p>,</p><p>Jane acordava às 6h30min todos os dias para ir à escola. As</p><p>7h 1 5min, ela estava vestido e pronta, depois ficava esperando</p><p>durante os 45 minutos seguintes. Nesse período, ficavo preocupa</p><p>da com o escolo, com seu trabalho e com o que dirio para os</p><p>,</p><p>amigos. As 8h, quando ero hora de sair de casa, elo se sentio</p><p>tenso e infeliz e, com freqüêncio, incapaz de ir para a escola.</p><p>Quando Jane identificou esse padrão, tentou organizor a suo</p><p>rotina matinal diferentemente. Passou o ocordar mais tarde, às</p><p>7h30min. Isso significava que todo o seu tempo ontes de sair de</p><p>165</p><p>166</p><p>casa agora diminuiro. Ela estava ocupado e tinho menos tempo para</p><p>se preocupar com o que poderio acontecer.</p><p>Em outras ocasiões, quando acordava cedo, preparava-se para o</p><p>escola, mos em vez de sentar em uma cadeira, praticava o seu instru</p><p>mento musical até a hora de sair. Ela achava que o música a ajudava a</p><p>sentir-se relaxado. Ela estava ocupada, sentia-se colma e a sua mente</p><p>não estavo mais lhe pregando peças.</p><p>.. Mary valIa para casa</p><p>Mary sempre era a primeira o chegar em cosa depois da escolo e</p><p>ficava uma hora sozinha até que qualquer outra pessoa chegasse. Ela</p><p>mantinha um diôrio e descobriu que esse era o pior momento do dia.</p><p>Sentia-se muito amedrontado por estar sozinho e pensava nos coisas</p><p>horríveis que iriam acontecer.</p><p>Mary decidiu mudar a sua rotina. Em vez de ir direto para cosa depois</p><p>da escola, planejou algo diferente. Ela resolveu fazer as coisas de que</p><p>gostava. Passou a fazer compras, visitar amigos e ir para a biblioteca.</p><p>Agoro, chegava em casa ao mesmo tempo em que o resto da família,</p><p>sentindo-se mais calma e feliz.</p><p>Peq uenos passos</p><p>Algumas vezes, começar uma atividade pode parecer um passo muito</p><p>grande paro ser dado de uma só vez.</p><p>.. Nesses momentos, pode ser útil analisar a tarefa em passos</p><p>menores.</p><p>.. Passos menores são mais administráveis.</p><p>.. Isso aumenta as chances de sucesso, e cada posso o aproximo</p><p>mais do seu alvo.</p><p>.. Judy quer nadar</p><p>Judy gostava de nadar, mas, durante os últimos seis meses, havia se</p><p>tornado melancólica e infeliz e nõo havia nadado mais. Elo listou todas</p><p>as atividades que queria recomeçar e selecionou nadar com sua ami</p><p>ga, Susan, como escolha número um. Embora quisesse fazê-lo, o</p><p>pensamento de ir nadar com Susan parecia um desafio enorme. Judy</p><p>decidiu analisar essa tarefa nos seguintes passos menores, os quais ela</p><p>achava que poderia enfrentar melhor.</p><p>� Passo 1 . Ir pora os piscinas e descobrir os hor6rios de</p><p>abertura e o custo.</p><p>� Passo 2. Ir sozinha, no finol da tarde, paro uma nadado de</p><p>1 0 minutos.</p><p>� Passo 3. Ir sozinho, no final da tarde, poro uma nadado de</p><p>30 minutos.</p><p>� Passo 4. Ir nadar sozinha pela manhã (quando o piscina</p><p>estava mais lotado) por 30 minutos.</p><p>� Passo 5. Ir nadar com Suson pelo manhã por 30 minutos.</p><p>Analisar o tarefa em passos menores tornou mais Mcil paro Judy</p><p>ter sucesso.</p><p>Enfrente seus medos</p><p>Analisar os tarefos em possos menores é útil, mas você ainda</p><p>pode deixar de d6-los porque se sente muito ansioso. Com</p><p>freqüência, os sentimentos de ansiedade nos impedem de fazer</p><p>os coisas que realmente gostaríamos de fazer. Entretanto, quando</p><p>nõo as realizamos, temos que conviver com outros sentimentos</p><p>desagradáveis, como a tristezo e a raiva.</p><p>� Você poderia se sentir muito ossustado quonto a ter que ir à</p><p>escola, mos ficar em casa poderia fazê-lo se sentir triste.</p><p>� Você poderia se sentir amedrontado quanto o sair com seus</p><p>amigos, mas ficar sozinho poderia deixá-lo enraivecido.</p><p>Nesses momentos, talvez seja útil enfrentar seus medos e</p><p>aprender o superá-los. Você pode fazer isso possando pelos</p><p>seguintes estágios.</p><p>� Estágio 1 . Utilize os pequenos passos paro analisar seu</p><p>desafio em tarefas menores.</p><p>� Estágio 2. Pense sobre a fala interna de enfrentamento e</p><p>exercite a suo utilização.</p><p>� Estágio 3. Relaxe e imagine a si mesmo lidondo com sucesso</p><p>com a sua primeira tarefa.</p><p>� Estágio 4. Faça um teste, umo torefo de cada vez.</p><p>� Estágio 5. Elogie a si mesmo por ter sucesso.</p><p>o �</p><p>! �</p><p>�</p><p>o</p><p>u</p><p>� �</p><p>�</p><p>o</p><p>Q</p><p>g</p><p>j!</p><p>167</p><p>168</p><p>.. Kim está com medo de sair</p><p>Kim sentia medo de sair de casa sozinho desde que fora cercado por</p><p>um bando de garotos. Ela se sentia muito infeliz por estar presa em</p><p>casa, mas estava muito assustado para sair. Ela decidiu enfrentar</p><p>seus medos.</p><p>.. Estógio J . Kim decidiu que gostaria de fazer compras no começo</p><p>da suo rua. Utilizando os pequenos passos, ela identificou as</p><p>tarefas a seguir:</p><p>1. ficar no portão da frente por alguns minutos</p><p>2. sair fora do portão e depois retornor poro caso</p><p>3. sair do portão, caminhar até o parada de ônibus e depois</p><p>retornar para cosa</p><p>4. caminhar até as lojas (não entrar nelas) e depois retornor poro</p><p>caso</p><p>5. caminhar até as lojos e entrar nelas</p><p>.. Estógio 2. Kim pensou sobre o sua fala interna de enfrentamento</p><p>e, conforme imaginava a si mesma caminhando para o portão, ela</p><p>dizia "estou segura, ninguém vai me machucar no meu jordim, vou</p><p>caminhar até o portão".</p><p>,. Estógio 3. Kim imaginava o seu lugar relaxante. Quando estava</p><p>relaxada, ela imaginava um quadro de si mesmo saindo, cami</p><p>nhando calmamente até o portão do frente e depois retornondo</p><p>para casa.</p><p>,. Estógio 4. Depois de imaginar isso algumas vezes e exercitar o suo</p><p>falo interno de enfrentamento, Kim se sentiu pronta paro fazer um</p><p>teste. Decidiu que o melhor momento para enfrentor seus medos</p><p>serio duronte o horório escolar, quando era menos provóvel que</p><p>encontrasse quaisquer grupos de crianços. Ela escolheu a hora,</p><p>relaxou, utilizou a suo falo interno de enfrentamento e testou o seu</p><p>. .</p><p>pnmelro passo.</p><p>,. Estógio 5 . Quando entrou, depois de ter</p><p>148</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Sentimentos e lugares .................................... 149</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: O Termômetro de Sentimentos ...................... 150</p><p>9</p><p>o</p><p>.�</p><p>a</p><p>10</p><p>1 1</p><p>Controlando seus sentimentos ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Aprenda a relaxar .............. . •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Exercício físico ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Controle da respiração ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>C ·· ili· enas tranqu zantes ..................... ................................... ........... ......................... ....... .</p><p>Atividades relaxantes ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Prevenção ................. . ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>bons sentimentos: A "caixa-forte dos sentimentos" ••••••••••••••••••••••</p><p>bons sentimentos: O vulcão da raiva ... .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . ... . .. . . . . . . . . . . . . .</p><p>bons sentimentos: Aprendendo a relaxar .. . ...... .. .. . . . ...... .. .. . . . ...... . .</p><p>bons sentimentos: Meu lugar relaxante ••••••••• ••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>151</p><p>152</p><p>153</p><p>153</p><p>154</p><p>154</p><p>155</p><p>158</p><p>159</p><p>160</p><p>161</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: Minhas atividades relaxantes ................. ......... 162</p><p>12</p><p>Mudando ,eu comportamento •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Aumente as atividades divertidas ............. ..................... ...............................................</p><p>Mapeie como se sente e o que você faz ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>�quenos passos .. .... . . ....... . . . . . . ........... . • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •</p><p>Enfrente seus medos ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Descarte seus hábitos ....... .. . . . . ........................ . • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>Bons pensamentos</p><p>13</p><p>bons sentimentos: Diário de atividades ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>bons sentimentos: Próximo degrau escada acima ......... . . . . . . . ...... .</p><p>bons sentimentos: Coisas que me fazem bem ...... . .. .. . ................ .</p><p>bons sentimentos: Coisas que me desagradam ...........................</p><p>bons sentimentos: Coisas que eu gostaria de fazer . . . . . ............... .</p><p>bons sentimentos: Enfrente seus medos •••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>bons sentimentos: �quenos passos .......... . . . . . ...... . . . . . . . ...... . .... . .. . .</p><p>bons sentimentos: Descarte seus hábitos ....................................</p><p>Aprendendo a resolver problemas •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Por que os problemas acontecem? •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>Aprenda a parar e pensar ........ . . .. .. . .. . ... . . .. .. ... .... . . .. .. . .. . ... . . .. .. ... .... . . .. .. . ...... . . .. ..... . ... . . .. .. .</p><p>Identifique soluções diferentes . . . .................... . . . . . ........ ... . . .. . . .... ... . . .............................. .</p><p>�nse em todas as conseqüências ........ .... .. . ...... .... ... ..................... ........... . . . . ................ .</p><p>Lembre-se do que fazer ..................... . . . . . . ....................... . . . . . . . . . .... . . .. . . . . . . .. . . . ............. .... .</p><p>Exercite fazer certo ................... ..................... ..............................................................</p><p>Planeje ser bem-sucedido . . . . . . . . ...... . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ........ . ...... ..................</p><p>Converse com alguém sobre o que deve fazer ..................... ........................................</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: Identificando soluções possíveis . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: Quais são as conseqüências</p><p>das minhas soluções? ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>163</p><p>164</p><p>165</p><p>166</p><p>167</p><p>168</p><p>172</p><p>173</p><p>174</p><p>175</p><p>176</p><p>177</p><p>178</p><p>179</p><p>181</p><p>181</p><p>182</p><p>183</p><p>184</p><p>185</p><p>187</p><p>188</p><p>189</p><p>190</p><p>192</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: Procurando soluções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . 193</p><p>Bons pensamentos bons sentimentos: Converse com alguém sobre</p><p>o que deve fazer ........ . . . . . . . ...... . . . . . . . ...... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....... .......... . .......................... ......</p><p>Bons pensamentos - bons sentimentos: Pare, planeje e prossiga ..................................</p><p>bibliográficas •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Referências</p><p>índice ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••</p><p>194</p><p>196</p><p>197</p><p>203</p><p>rapia cognitivo-comportamental:</p><p>origens teóricas, fundamentos e técnicas</p><p>Terapia cognitivo-comportarnental (ICe) é um termo utilizado para descrever as</p><p>intervenções psicoterapêuticas que visam reduzir o sofrimento psicológico e o</p><p>comportamento desajustado, alterando processos cognitivos (Kaplan et al., 1995).</p><p>A terapia cognitivo-comportarnental é baseada no pressuposto subjacente de que</p><p>o afeto e o comportamento são, em grande parte, um produto de cognições e,</p><p>assim, as intervenções cognitivas e comportarnentais podem causar mudanças</p><p>no pensamento, no sentimento e no comportamento (Kendall, 1991). Portanto,</p><p>a rce abarca os elementos essenciais tanto das teorias cognitivas como compor</p><p>tamentais e foi definida por Kendall e Hollon (1979) como buscando:</p><p>preservar a eficácia das técnicas comportamentais, mas em um contexto menos</p><p>doutrinário que leva em conta as interpretações cognitivas e as atribuições da</p><p>criança sobre os eventos.</p><p>Há um interesse crescente na utilização da rcc com crianças e adolescentes. Esse</p><p>interesse foi encorajado por uma série de criticas que concluíram que a rcc é uma</p><p>intervenção promissora e efetiva para o tratamento de problemas psicológicos in</p><p>fantis (Kazdin e Weisz, 1998; Roth e Fonagy, 1996; Wallace et al., 1995). Foi desco</p><p>berto que a rcc é efetiva no tratamento de transtornos de ansiedade generalizada</p><p>(Kendall, 1994; Kendall et aI., 1997; Silverman et aI., 1999a), transtornos</p><p>depressivos (Harrington et aI., 1998; Lewinsohn e Clarke, 1999), problemas</p><p>interpessoais e fobia social (Spence e Donovan, 1998; Spence et al., 2000), fobias</p><p>(Silverman et al., 1999b), rejeição à escola (King et al., 1998), abuso sexual (Cohen</p><p>e Mannarino, 1996, 1998) e no controle da dor (Sanders et al., 1994). Além disso,</p><p>argumentou-se que ela produz efeitos positivos em muitos outros problemas, in</p><p>cluindo a conduta adolescente (Herbert, 1998), a alimentação (Schmidt, 1998), o</p><p>estresse pós-traumático (March et al., 1998; Smith et al., 1999) e os transtornos</p><p>obsessivo-compulsivos (March, 1995; March et al., 1994).</p><p>A terapio cognitivo-comportamentol enfoco o relocionomento entre os seguintes</p><p>elementos:</p><p>• cognições (o que pensamos)</p><p>• ofeto (como nos sentimos)</p><p>• comportamento (o que fazemos)</p><p>A teropio</p><p>tido sucesso, Kim elogiou</p><p>e recompensou a si mesma com uma caneca de chocolate e um</p><p>biscoito! Elo exercitou esse posso algumas vezes antes de passar</p><p>para o seguinte.</p><p>Descarte seus hábitos</p><p>,</p><p>As vezes, o nosso comportomento se torno um problemo, porque há</p><p>coisas que não podemos parar de fazer:</p><p>,. conferir - se as portas ou torneiras estão fechados ou se os luzes</p><p>estão desligados</p><p>,. limpar - talvez o seu quarto, ou mudar as suas roupas, ou lavar as</p><p>mãos</p><p>,. contar - ter que repetir coisas três ou quatro vezes ou fazer coisos</p><p>em uma certa ordem.</p><p>Com freqüência, hábitos como esses são uma maneiro de desviar</p><p>sentimentos desagradáveis ou de ansiedade que temos. O Descobridor</p><p>de Sentimentos ajudou-nos o aprender que esses sentimentos geral</p><p>mente são causados pelos nossos pensamentos. Por exemplo, podemos</p><p>pensar que se nós:</p><p>não conferirmos constantemente, algumo coisa ruim ocontecerá</p><p>não limparmos constontemente, poderemos pegar germes e doenças</p><p>ou passá-los para outras</p><p>não contarmos e fizermos coisos em uma certo ordem, alguém pode</p><p>rá ser prejudicodo</p><p>Os hábitos podem fazer você se sentir melhor, mos o alívio que trazem</p><p>não duro. Não passorá muito tempo até que os pensamentos e os</p><p>sentimentos desagradáveis retornem e os hábitos tenham que ser</p><p>repetidos sempre mais vezes.</p><p>Quando isso acontece, você precisa descartar seus hábitos e com</p><p>provar que os sentimentos de ansiedade podem ser desligados sem</p><p>utilizar os hábitos.</p><p>,. Posso 1 . Utilize os pequenos passos e coloque seus hábitos em</p><p>ordem, com os mais difíceis de paror no topo e os mais fáceis na</p><p>base.</p><p>.. Posso 2. Planeje ter sucesso.</p><p>1. Quando tentará o seu primeiro posso?</p><p>2. Planeje como você lidará com seus sentimentos desagradáveis.</p><p>3. Que fala interna de enfrentomento você utilizoró?</p><p>4. Você precisará da ajuda de alguém para descartar seus</p><p>hábitos?</p><p>,. Posso 3. Tente, mas, desso vez, descarte seus hábitos e veja por</p><p>quanto tempo pode ficar sem utilizá-los. Quando começar a se</p><p>manter desso maneiro, utilize o Termômetro de Sentimentos do</p><p>págino 1 50 para classificar como se sente. Continue insistindo,</p><p>descarte seus hábitos e siga classificando seus sentimentos. Você</p><p>descobrirá que os sentimentos de preocupação começarão a</p><p>diminuir!</p><p>.. Posso 4. Lembre-se de elogiar a si mesmo por ter sucesso.</p><p>169</p><p>!l � �</p><p>� � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>!l � �</p><p>�</p><p>z � �</p><p>�</p><p>z li</p><p>170</p><p>. . -0-</p><p>, -</p><p>Provavelmente, você precisará exercitar cada passo algumas vezes.</p><p>Também pode ser útil envolver outra pessoa para assegurar que você</p><p>não utilizará os seus hábitos. Uma vez que tenho tido sucesso, avance</p><p>para o passo seguinte e lembre-se de que os sentimentos podem ser</p><p>desligados sem utilizar os hábitos.</p><p>• David está preocupado com os germes</p><p>David pisou em um cocô de cachorro e ficou muito preocupado com os</p><p>germes. Ele estava sempre limpando os sapatos e, depois que termina</p><p>va de fazê-lo, lavava as mõos repetidas vezes. Ele achava que as suas</p><p>mõos estavam sujas, tinho que limpar tudo o que tocasse, incluindo as</p><p>suas roupas - os quais trocava três ou quatro vezes diariamente. Final</p><p>mente, David havia alcançado o estágio em que queria se livrar de</p><p>seus hábitos repetitivos.</p><p>.. Passa 1 . David utilizau as pequenos passos e calocou seus hábitos</p><p>em ordem. Ele pensava que estes seriam os mais fáceis de praticar:</p><p>1. adior a troco de roupas por 30 minutos;</p><p>2. só trocar de roupas uma vez por dio;</p><p>3. limitar as lavagens de mãos e, a cada vez, não lavar mais de</p><p>duos vezes.</p><p>A lista prosseguiu até que David alcançou o est6gio final, de caminhar</p><p>com seus sapatos pela cosa.</p><p>.. Posso 2. David planejou ter sucesso. Ele decidiu que manterio sua</p><p>mente ocupada utilizando torefas para distrair-se (quebra-cabeça)</p><p>e exercitava o falo interna de enfrentomento: "Estou preparado.</p><p>Não preciso utilizar esses h6bitos paro sentir-me bem".</p><p>.. Posso 3. David experimentou. Logo que sentiu o necessidade de</p><p>trocar de roupas, tentou esperar e descartar seus hábitos. Ele</p><p>utilizou o Termômetro dos Sentimentos e clossificou o seu medo</p><p>como 8. Depois de 5 minutos, os seus sentimentos tinham ficado</p><p>piores e haviam subido pora 9. Ele insistiu, utilizou a fala interna de</p><p>enfrentamento e tentou relaxor. Depois de 1 5 minutos, os sentimen</p><p>tos não pareciam tão intensos e a classificação do seu medo tinha</p><p>caído pora 5. Ele ficou fora por 30 minutos e depois trocou</p><p>de roupos.</p><p>.. Passo 4. David estava realmente satisfeito consigo mesmo e</p><p>presenteou-se com um vídeo especial.</p><p>. ,</p><p>-ro.' v-</p><p>No ocosião seguinte, ele insistiu nisso por mais de uma hora. Os</p><p>sentimentos pareciom tornar-se menos intensos, mesmo ele não</p><p>utilizondo os seus hábitos.</p><p>... A atividade pode ajudar você a se sentir melhor e lhe dó</p><p>menos tempo poro escutar seus pensamentos negativos.</p><p>... Se h6 momentos do dia ou do semana que são difíceis,</p><p>planeje o sua agenda diferentemente.</p><p>... Analise seus desafios em passos menores. Isso o ajudar6 a</p><p>ter sucesso.</p><p>... Enfrente seus medos e aprenda o superar suas dificuldades.</p><p>... Se você tem hóbitos como conferir, limpar e contar, então</p><p>aprenda a descort6-los.</p><p>... Continue exercitando e recompense o si mesmo quando tiver</p><p>sucesso.</p><p>171</p><p>de atividades</p><p>Mantenha um diôrio do que você fez e de como se sentiu. Utilize o</p><p>Termômetro de Sentimentos da página 1 50 poro classificar a inten</p><p>sidade desses sentimentos.</p><p>Há algum padrão ligando o que você faz e o que sente?</p><p>7h</p><p>8h</p><p>9h</p><p>l Oh</p><p>l l h</p><p>1 2h</p><p>1 3h</p><p>1 4h</p><p>1 5h</p><p>1 6h</p><p>1 7h</p><p>1 8h</p><p>1 9h</p><p>20h</p><p>2 1 h</p><p>22h</p><p>23h</p><p>24h</p><p>Atividade Sentimentos</p><p>Próximo degrau escada</p><p>•</p><p>aCima</p><p>Provavelmente, há muitas coisas que você gostaria</p><p>de fazer. Algumas delas parecem bastante fáceis,</p><p>outros, mais difíceis.</p><p>Escreva ou desenhe em uma folha todas as coisas que</p><p>gostaria de fazer. Corte-a e coloque os pedaços na escada</p><p>.</p><p>a seguir.</p><p>Coloque aquelas que sente como mais fáceis no base, as mais</p><p>difíceis, no topo e as ligeiramente mais fáceis, no meio.</p><p>Comece na base e veja se pode completar a sua próxima tarefa</p><p>escada acima. Quando você tem sucesso, sobe poro o degrau</p><p>seguinte e experimenta-o. Dar pequenos passos ajudará você a</p><p>subir a escada mais facilmente.</p><p>Mais difícil</p><p>Mais fácil</p><p>173</p><p>174</p><p>Coisas que me fazem bem</p><p>Anote ou desenhe lugares, atividades ou pessoas que fazem você se</p><p>sentir bem.</p><p>Coisas que me desagradam</p><p>Anote ou desenhe lugares, atividades ou pessoas que fazem você</p><p>se sentir incomodado.</p><p>175</p><p>176</p><p>Coisas que eu gostaria de fazer</p><p>Anote ou desenhe as coisas que você gostaria de fazer e aquelas que</p><p>desejaria fazer com mais freqüência.</p><p>Enfrente seus medos</p><p>o meu desafio é:</p><p>Estóg;o 1 : Utilize pequenos passos pora analisar o seu desafio</p><p>em est6gios mais f6ceis.</p><p>Os meus passos para o sucesso são:</p><p>Estógio 2. Qual é a sua fala interna de enfrentamento?</p><p>Estóg;o 3 . Relaxe e imagine-se tendo sucesso. Repito a sua falo</p><p>interna conforme imagina alcançar com sucesso o seu primeiro</p><p>passo. Exercite isso algumas vezes.</p><p>Estógio 4. Escolho um momento para enfrentar seu</p><p>medo, relaxe e teste-o. lembre-se de utilizar a sua falo interna</p><p>de enfrentamento.</p><p>Estógio 5. Elogie . recompense a si mesmo por ter sido bem</p><p>sucedido.</p><p>Você pode exercitar cada passo algumas vezes, mas, desde que</p><p>se sinta confiante, passe para o seguinte e repito-o até que tenho</p><p>superado o medo.</p><p>177</p><p>178</p><p>" 'O'</p><p>, ,</p><p>Pequenos passos</p><p>,</p><p>As vezes, as tarefas ou desafios parecem grandes</p><p>demais. Quando isso acontece, precisamos anolis6-los</p><p>em possos menores. Isso lornoró cada posso mais</p><p>possível e ajudar6 você o ter sucesso.</p><p>Qual é a sua tarefa ou desafio?</p><p>Analise a sua tarefa ou desafio em passos menores e anote-os ou</p><p>desenhe neste quadro.</p><p>Olhe todos os passos e arranje-os em ordem de dificuldade.</p><p>Coloque os mais fáceis na base da p6gina e os mais difíceis</p><p>no topo.</p><p>Comece com o posso mais f6cil. Uma vez que tenho obtido</p><p>sucesso, posse para o seguinte. Analisar as tarefas ou desafios</p><p>em passos menores pode</p><p>ojud6-lo o ser bem-sucedido.</p><p>Descarte seus hábitos</p><p>Estógio 1 . Utilize pequenos passos. Anote todos os seus hábitos</p><p>e coloque-os em ordem, com os mais fáceis de interromper na</p><p>base e os mais difíceis no topo.</p><p>Os meus passos para o sucesso são:</p><p>Estógio 2. Planeje ser bem-sucedido</p><p>Qual é o hábito mais fácil de interromper?</p><p>Quando experimentará o seu desafio e descartará esse hábito?</p><p>Como se manterá calmo?</p><p>Qual é a sua fala interno de enfrentamento?</p><p>Você precisa de alguém que o ajude o descartor seus hábitos?</p><p>Quem pode ajudar?</p><p>Esfógio 3. Experimente descartar o seu h6bito. Utilize o rer</p><p>m6metro de Sentimentos da p6gina 1 50 para continuar classifi</p><p>condo como está se sentindo.</p><p>Estógio 4. Elogie-se . se recompense por ter obtido sucesso.</p><p>179</p><p>-</p><p>-</p><p>CAPITuLO TREZE</p><p>,</p><p>a</p><p>Cada dia traz um conjunto novo de problemas e desafios. Por</p><p>exemplo:</p><p>� lidar com uma repreensão injusta de um professor;</p><p>... tentar ficar no seu lugar no escola;</p><p>... suportar o provocaçõo de um irmõo ou irmã;</p><p>... negociar com seus pois sobre ficar foro até mais torde.</p><p>Quando encontramos um problema, temos que pensar sobre as</p><p>maneiras diferentes pelos quais podemos lidar com ele e, depois,</p><p>,</p><p>tomar uma decisão sobre o que faremos ou diremos. As vezes,</p><p>tomamos a decisão correta, enquanto em outras, parecemos</p><p>errar. Sempre haverá ocasiões em que isso acontecerá, mos</p><p>algumas pessoas parecem fazer mais escolhas erradas ou achar</p><p>mais difícil resolver problemas do que outros. Quando isso acon</p><p>tece, é útil pensar sobre como você está lidando com seus proble</p><p>mas e se poderio tentar resolvê-los de formos diferentes.</p><p>Por que os problemas acontecem?</p><p>Há muitos razões por que somos incapazes de resolver os nossos</p><p>problemas com sucesso. Três dessas razões sõo porticularmente</p><p>comuns.</p><p>, � Agindo sem pensar</p><p>Às vezes, os decisões e as escolhos sõo feitos muito ropidamente.</p><p>Você pode se jogar em alguma coisa sem pensor realmente em</p><p>tudo o que acontecerá.</p><p>... Nick ouviu o seu pai dizer que deixara os compras no corro.</p><p>Querendo ser útil, ele correu até lá e corregou todos os paco-</p><p>1I1</p><p>182</p><p>tes do banco traseiro pora dentro de caso. Ele não conferiu com</p><p>seus pais, mas se o tivesse feito, leria descoberto que as compras</p><p>deles estavam no porto-molos. Os pacotes que ele trouxera eram</p><p>para uma festa que o pai estavo organizando no trabalho.</p><p>... Sobrina ouviu as instruções do sua professora paro que copiasse o</p><p>trabalho no seu caderno e imediatamente pegou a caneta e come</p><p>çou. Infelizmente, ela nõo escutou a próxima instrução do professo</p><p>ra, que lhe disse para utilizar um lápis e começar o trabalho no</p><p>página seguinte.</p><p>Nick e Sobrina estavam tentando ser úteis, mas, na suo pressa, criaram</p><p>mais problemas poro si mesmos.</p><p>li' Os sentimentos dominam</p><p>Sentimentos intensos como a raiva ou o ansiedade impedem-nos de</p><p>pensar nos problemas mais atentamente e tomar os decisões corretas</p><p>sobre o que fazemos ou dizemos.</p><p>... Mike ficou muito enraivecido quando foi agarrado durante um jogo</p><p>de futebol e chutou o outro jogador. O juiz expulsou Mike de campo.</p><p>.. Jenny nõo entendeu o sua tarefa de casa, mas ficou realmente</p><p>ansioso em pedir ajudo à sua professora. Ela não pediu, fez a tarefa</p><p>errada e teve que ficar no escola até mais tarde e fazê-lo de novo.</p><p>Mike sabia que se chutasse alguém seria expulso. Jenny sobia que se fIZesse</p><p>a tarefa de caso errada, teria que ficar na escola até mais tarde e fazê-Ia de</p><p>novo. Naquele momento, Mike e Jenny não foram capazes de pensar sobre</p><p>as conseqüências do seu comportamento. Sentimentos intensos dominaram</p><p>e os impediram de pensor nessas situações até o final.</p><p>li' Não dá para ver outra solução</p><p>A terceiro razão principal pela qual não conseguimos resolver proble</p><p>mas é porque simplesmente não podemos pensar em outra maneira de</p><p>fazer os coisas. Ficamos muito presos às nossas idéias e não consegui</p><p>mos ver outras soluções.</p><p>Aprenda a parar e pensar</p><p>,</p><p>E proveitoso aprender uma maneiro de lidar com os problemas que</p><p>assegure que você não se precipite com a primeira coisa que vem à</p><p>sua mente. Uma abordagem útil é o sistema de sinaleiros (ou semáfo</p><p>ros) Pare, Planeje e Prossiga.</p><p>... VERMELHO. Antes de fazer qualquer coisa, pense no sinal</p><p>vermelho e Pare.</p><p>... AMARELO. Planeje e pense sobre o que você quer dizer ou</p><p>fazer.</p><p>... VERDE. Prossiga com seu plono.</p><p>Geralmente, o primeiro passo é o mais difícil e, às vezes, você</p><p>pode achar duro PARAR de se afobar. Exercite imaginar uma</p><p>cena de algumas sinaleiros (ou semáforos) de trânsito e quondo</p><p>ver o luz vermelha pense consigo mesmo: PARE. Conforme a luz</p><p>avanço, respire fundo algumas vezes. Isso pode ajudá-lo a acal</p><p>mar-se e o desaceleror-se o bastante para plonejar e pensar sobre</p><p>o que quer fazer. Quanto mais exercitar, mais fácil se tornará.</p><p>Você tombém pode utilizar o sistema no escola. Lembre-se de</p><p>colocor fitas nos cores vermelho, omorelo e verde ao redor de</p><p>um lápis ou réguo, ou no seu estojo. Ver os fitas o ajudará o</p><p>pensar "Pare, Planeje e Prossiga", e ninguém mais saberá</p><p>o que elos significam.</p><p>Identifique soluções diferentes</p><p>,</p><p>As vezes, encontramos o mesmo problema ou desafio diaria</p><p>mente, mos acabomos tomando a mesma decisão errado repe</p><p>tidas vezes. Quando isso acontece, é útil parar e pensor sobre</p><p>todas os moneiras diferentes pelas quais você pode lidar com</p><p>esse problema.</p><p>Tente utilizor o método "OU" para encontrar os soluções que</p><p>puder. Outro maneira de fazer isso é pegar uma folha e anotor</p><p>todos os soluções possíveis que pensar em dois minutos. A idéio é</p><p>conseguir tontas idéias quanto puder, então não se preocupe se</p><p>algumas delos parecem irrealistas ou bobas.</p><p>� Billy é ignorado</p><p>Billy ochavo que seus omigos o ignoravom freqüentemente, então</p><p>ele utilizou o método "OU" para descobrir maneiras de seus</p><p>amigos o escutarem.</p><p>... Eu poderio falar mais alto OU</p><p>... gritar OU</p><p>... paror na frente deles de modo que teriam que me escutar OU</p><p>183</p><p>184</p><p>.. ficar repetindo OU</p><p>... conversar com uma pessoa, em vez de com todo o grupo OU</p><p>.. encontrar assuntos que realmente lhes interessem OU</p><p>... encontrar um novo grupo de amigosl</p><p>Para Billy, a idéia de gritar o tempo todo parecia tola, e mudar o seu</p><p>grupo de amigos realmente nõo era possível. Algumas das outros</p><p>idéias que teve eram mais úteis. Ele decidiu que precisava escutar mais</p><p>atenciosamente as coisas que realmente interessavam a seus amigos.</p><p>Também decidiu que tentaria falar mais com pessoas sozinhas, em vez</p><p>de tentar juntor-se às discussões grupois.</p><p>Se você acha difícil pensar em maneiras diferentes de lidar com seus</p><p>problemas, pode ser útil falar sobre isso com mais alguém. Pergunte</p><p>lhe como lidaria com o problema e veja se pode sugerir alguma idéia</p><p>diferente.</p><p>Pense em todas as conseqüências</p><p>Quando tiver feito uma lista dos soluções possíveis, o próximo passo é</p><p>escolher qual delas é o melhor. Pense sobre as conseqüências positivas</p><p>e negativos de cada idéio e, depois, escolho aquela que você acha</p><p>que, no final dos contas, funcionaró melhor. Isso envolve cinco possas.</p><p>1. Qual é o meu problema?</p><p>2. Como eu poderia lidar com esse problema?</p><p>3. Quais são as conseqüências positivas de cada solução?</p><p>4. Quais são as conseqüências negativas de cada solução?</p><p>5. No final das contas, qual é a melhor solução?</p><p>.. Maria é pravacada</p><p>Três garotos no escola começaram a provocar Maria e dizer-lhe nomes</p><p>feios no hora do intervalo. No primeiro dia, ela ficou muito enraivecido</p><p>e correu otrós dos garotos. No segundo dia, bateu em uma das meni</p><p>nas e acabou indo parar no solo do diretor. No terceiro dia, ela disse</p><p>nomes feios poro os garotos em represália, mos isso parecia tornar</p><p>tudo pior. Maria decidiu sentar-se e elaborar como iria enfrentar esse</p><p>problema.</p><p>Meu problema: ser provocada por Emma, Kate e Jo</p><p>O que eu poderio fazer Conseqüências positivos Conseqüências negativos</p><p>Bater nelas todas as Faria ell"'e sen tir tnef/lor EII teria ainda "'als probfe-</p><p>vezes</p><p>e'" qlle"'e d/sses- "'as, poderia ser slPpensa</p><p>se", no"'es feias OU da escola, e talvez elas</p><p>cOhleçasse'" a"'e bater</p><p>Encontrar 11'" professor O professorlria to",ar lI'"a Elas poderia'" tne pro'vo-</p><p>para contar OU atltllde e ell não teria "'als car anda "'als por ell</p><p>probfe",os contar ao professor;ell</p><p>poderia não encontrar</p><p>vn professor</p><p>Ignord-/a.5 Oi) Se ell não reagisse, e/a.5 ('1A5 RlNÃOCOM5IGo,</p><p>pode'*"" se aborrecer porqlle elas "'e irrIfO/7l</p><p>de"'ai51</p><p>Afastar-tne de/a.5 nos Elas não pode'*"" tne Issopoderla não ser tão</p><p>intelValos provocar, ell não teria fdcR; talvez elas v�sse'"</p><p>probfe",os "'e procwar</p><p>Elas poder/ahl encontrar</p><p>olltra coisa para fazer</p><p>No finol dos contos, o melhor maneira de resolver esse problema é ficar fora</p><p>do cominho delas nos intervalos. Se elos vierem e me encontrarem, irei afos-</p><p>tar-me e ficor perto de um professor.</p><p>Pensar nesse problemo na suo totalidode foi útil para Mario.</p><p>Emboro boter nas gorotas o fizesse se sentir melhor, ela tombém</p><p>observou que isso tinha outras conseqüências que nõo erom boas.</p><p>Mario ponderou todas os suas idéios e, no fim, escolheu ficar</p><p>longe das garotos nos intervalos.</p><p>Lembre-se do que fazer</p><p>H6 momentos em que, em boro você soibo a melhor formo de</p><p>lidor com seus problemas, volta o escorregar para os maneiras</p><p>ontigos, esquecendo os planos novos.</p><p>Se isso ocontece, você preciso elaborar formos de lembror de usor</p><p>o seu plano novo. As pessoas dos exemplos seguintes descobri</p><p>ram olgumos moneiros muito simples que as ajudom o lembrar</p><p>de como resolver seus problemas.</p><p>185</p><p>186</p><p>.. Michael brinca com seu estojo</p><p>Todos os dias, Michael tinho problemas no escola por brincar com seus</p><p>lápis e com o estojo. Ele queria parar esse hábito e resolveu conversar</p><p>com sua professora sobre o que poderio fazer. Decidiu que conseguiria</p><p>parar de brincar sentando-se nas suas mãos enquanto a professora</p><p>estava falando. Ele combinou com a professora que ela tocaria no seu</p><p>ombro se ele esquecesse. Michael também decidiu colocar o estojo na</p><p>mochila, em vez de deixá-lo em cimo da mesa. Ele colou um aviso do</p><p>lodo de dentro do estojo dizendo "coloque-me na sua mochila", para</p><p>ajudá-lo a se lembrar.</p><p>o J" O quarto de Jemma está sempre bagunçado</p><p>Jemma estava sempre com dificuldades em casa por ter um quarto</p><p>bagunçado. Recentemente, isso havia se tornado mais do que um</p><p>problema, pois seus pais cortaram a suo mesada. Mesmo quando</p><p>tentava arrumar o quarto, parecia nunca conseguir deixá-lo direito.</p><p>Havia sempre alguma coisa que esquecia de fazer. Ela decidiu que</p><p>tinha que poror esses acontecimentos, fez uma "listo de conferência do</p><p>quarto arrumado" e colocou na parede. Ela listou todas os coisas que</p><p>precisava para arrumar o quarto.</p><p>.. Juntar as roupas do chõo.</p><p>.. Colocar as roupas sujas na cesta de roupas paro lavar.</p><p>.. Colocar as roupas limpas em gavetas e no armório.</p><p>.. Arrumar a cama.</p><p>.. Colocar as revistos e os livros em uma pilha arrumado.</p><p>.. Colocar os CDs nas caixas.</p><p>Jemma combinou um horário com seus pais no qual elo arrumaria o</p><p>quarto e passou a utilizar a lista para assegurar-se de que não esque</p><p>ceria de fazer nada.</p><p>.. Henry fica magoado</p><p>Henry tinha um pavio muito curto e ficava com muita raiva - gritava,</p><p>xingava e, às vezes, batia. Ele estava sempre brigando e recentemente</p><p>foro suspenso da escola por dois dias. Henry discutiu o problema com</p><p>seu melhor amigo e decidiu que precisava pular fora das discussões.</p><p>Ele deveria parar de discutir e caminhar, em vez de ficar e brigar. Isso</p><p>não era f6cil para Henry, assim, seu amigo concordou em ajud6-</p><p>lo. Quando Henry começava o ficar enraivecido, o seu amigo</p><p>dizia paro ele "pular fora". Esse era o sinal para Henry parar,</p><p>afastar-se e acalmar-se. O amigo era muito útil e, embora não</p><p>fosse f6cil, Henry começou o aprender que podia lidar com as</p><p>discussões de uma maneira melhor.</p><p>Exercite fazer certo</p><p>Aprender o lidar com problemas de maneiros novos ou diferentes</p><p>nem sempre é f6cil. Pode levar tempo e talvez você precise exerci</p><p>tar antes de acertar. Como na maioria dos coisas, quanto mais</p><p>praticar, mais f6cil se tornor6.</p><p>� Imagine-se mudanda a final</p><p>Pense sobre seu problema e imagine-se resolvendo-o de forma</p><p>diferente. Em vez de utilizar suas soluções antigas, mude o final</p><p>e imagine-se sendo bem-sucedido. Escolho um momento silencio</p><p>so e faça um quadro mental realmente bom da situação do seu</p><p>problema.</p><p>... Descreva o cena o melhor que puder.</p><p>... Imagine quem estaró 16.</p><p>... Pense sobre o que estó acontecendo e o que estó sendo dito.</p><p>... Imagine-se utilizando o suo solução nova e sendo bem-sucedido.</p><p>... Lembre-se de elogiar o si mesmo por resolver o problema tão</p><p>bem.</p><p>lie é muita afabada</p><p>Millie estava sempre com problemas na escola por suas correrias.</p><p>,</p><p>As vezes, ela esbarrava e empurrava os pessoas no sua pressa em</p><p>ser o primeiro. Ela decidiu que precisava acalmar-se e que conta</p><p>ria até cinco antes de fazer qualquer coisa. Millie imaginava a si</p><p>mesma utilizando essa idéio no final dos aulas, no ida paro o</p><p>refeitório e no retorno depois do almoço. Imaginar a si mesmo</p><p>contando e acalmando-se ajudou-a o se preparar paro utilizar</p><p>essa idéio quando foi paro a escola.</p><p>187</p><p>188</p><p>.. Exercite encenanda</p><p>,</p><p>E útil exercitar o utilização das suas habilidades novos encenando o</p><p>sua situação-problema com os amigos. Tente tornar a situação tão real</p><p>quanto possível e pense em quem estará 16, o que seró dito e como</p><p>.... reagirá. Experimente soluções diferentes e veja o que funciona bem.</p><p>Encenar os situações-problema pode ser bem divertido e, se você</p><p>reagir a elos, pode descobrir algumas dicas úteis com seus amigosl</p><p>Planeje ser bem-sucedido</p><p>Com freqüência, a resolução de problemas é utilizada para parar a</p><p>ocorrência das coisas.</p><p>,. Mario queria parar de ser provocado.</p><p>... Michael queria que seu professor parasse de repreendê-lo.</p><p>... Henry queria parar de brigar.</p><p>Outro maneira de resolver os problemas é pensar sobre as coisas que</p><p>você quer que aconteçom e, então, planejar como pode ser bem</p><p>sucedido.</p><p>oJ" Kia quer darmir fora</p><p>Kio queria dormir no caso do amiga, mos ochavo que sua mãe não</p><p>irio deixor. Elos estavom tendo muitos discussões e Kia sabia que, a</p><p>menos que essa situação mudasse, sua mãe não permitiria essa saído.</p><p>Kio resolveu plonejar como isso poderio mudar. Elo sabia que levoria</p><p>tempo e considerava que o tarefo principal seria parar as discussões</p><p>com sua mãe. A maioria delos ero sobre Kia não ajudar em caso,</p><p>então ela decidiu começor a manter o seu quarto orrumado. Ela tam</p><p>bém resolveu que ajudoria o pôr o meso para as refeições e a lavar a</p><p>louço depois. A mãe estava muito surpresa e bostonte satisfeito. Elas</p><p>discutiom menos e, depois de uma semana, Kia perguntou se podia</p><p>dormir no caso do sua amigo. A mãe concordou, dizendo que, se Kia</p><p>agora estava preparado pora ajudar em caso, poderio receber alguns</p><p>privilégios especiais.</p><p>, , -O'</p><p>- -</p><p>Converse com alguém sobre</p><p>o que deve fazer</p><p>Outra maneiro útil de aprender a resolver problemas é pedir a</p><p>alguém bem-sucedido para contar-lhe como foz.</p><p>... Peça-lhe para contar o que foz.</p><p>... ObselVe-o fazendo.</p><p>... Então, conte o seu problema.</p><p>Isso pode ser muito útil paro aqueles problemas que parecem</p><p>ocorrer com bastante freqüência.</p><p>....... Mike não sabe o que dizer para seus amigos</p><p>Mike sentia-se muito preocupado quando encontrava seus amigos,</p><p>porque não sabia sobre o que conversar. O seu amigo Reuben era</p><p>murro popular e parecia sempre saber o que dizer, entõo Mike pediu</p><p>o ajuda dele. Reuben disse que quando chegava na escola, o cada</p><p>manhã, ia até seu grupo de amigos, dava oi e falava sobre olgo a</p><p>que assistira na televisão no noite anterior, como uma partida espor</p><p>tiva ou o úhimo episódio da suo novela favorito. Reuben foi para o</p><p>escola no dia seguinte com Mike e, quondo chegarom, Reuben falou</p><p>em voz alto o que io fazer, enquanto Mike observava. No dia seguin</p><p>te, quando Mike chegou na escola, falou em voz alto o que</p><p>ia fazer.</p><p>"Vou atravessar o parque de brinquedos, vou até Max e Errol, dor oi</p><p>e perguntar se eles virom o que aconteceu no nossa novelo favorita</p><p>ontem à noite." Mike fez isso e ficou satisfeito em descobrir que logo</p><p>estavo batendo popa com seus amigos. No dio seguinte, conversou</p><p>novamente e, depois de algumas vezes, descobriu que agora estavo</p><p>fazendo isso sem pensar.</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>Não se ap!' sse _ aprenda o PARAR, PLANE 'AR e PROSSEGUIR.</p><p>Pense sobre as maneiros diferentes pelos quais você pode</p><p>resolver o problema.</p><p>Pense em todos os conseqüincias de cada solução.</p><p>Ponderadamente, escolha a melhor solução.</p><p>Peça o alguém bem-sucedido poro contar o que faz, depois</p><p>observe-o fazendo e, finalmente, repita em voz alta o que</p><p>voei d8'ft fazer.</p><p>... Encontre maneiros de lembrar-se de utilizar seus planos.</p><p>189</p><p>190</p><p>Identificando soluções possíveis</p><p>Qual é o meu problema?</p><p>Anote TODAS as maneiras possíveis pelas quais você pode resolver</p><p>esse problema. A idéio é tentar descobrir tantas soluções diferentes</p><p>quantas possíveis.</p><p>1. Eu poderia resolver esse problema assim:</p><p>2. OU</p><p>3. OU</p><p>4. OU</p><p>s. ou</p><p>6. OU</p><p>7. OU</p><p>Identificando soluções possíveis</p><p>,</p><p>E útil descobrir como outras pessoas poderiam resolver esse</p><p>problema. Pense em alguém que você acha que poderio ajudar</p><p>e peço-lhe que sugiro idéias.</p><p>Eu perguntei :</p><p>Foi sugerido que eu poderia resolver o problema assim:</p><p>191</p><p>192</p><p>Quais são as conseqüências</p><p>das minhas soluções?</p><p>Anote o seu problema e liste as soluções diferentes que identificou.</p><p>Pense sobre os conseqüências negativas e positivas de cada solução e</p><p>anote-os. Quando tiver terminado, olhe a suo lista e escolho a melhor</p><p>solução poro o seu problema.</p><p>o meu problema é:</p><p>Solução possível Conseqüências positivos Conseqüências negotivos</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>s.</p><p>6.</p><p>7.</p><p>No finol dos contas, a melhor maneira de resolver esse problema é:</p><p>Procurando soluções</p><p>Anote ou desenhe o seu problema e preencha todos as soluções possí</p><p>veis em que pode pensar.</p><p>193</p><p>194</p><p>Converse com alguém sobre</p><p>o que deve fazer</p><p>Se você acha que o mesmo problema ocorre repetidos vezes, então</p><p>descubra como as outros pessoas o enfrentam, observe-as fazendo e,</p><p>depois, repita em voz alto o seu plano poro o sucesso.</p><p>Qual é o meu problema?</p><p>Com quais pessoas bem-sucedidas eu poderia falar?</p><p>Como elas lidam com esse problema?</p><p>Quando posso observá-Ias executando o seu plano?</p><p>Converse com alguém sobre</p><p>o que deve fazer</p><p>Quando eu deveria utilizar esse plana?</p><p>o que direi para mim mesma?</p><p>Como i rei me recompensar por ter sucesso?</p><p>Como me saí?</p><p>195</p><p>!</p><p>�</p><p>� Pare, planeje e prossiga</p><p>�</p><p>o( Utilize as cores da sinaleiro (ou semáforo) para planejar como lidará</p><p>g com o seu problema.</p><p>�</p><p>i</p><p>196</p><p>PARE. Qual é o seu</p><p>problema?</p><p>PLANEJE. Qual é a</p><p>solução?</p><p>PROSSIGA. Quando vai</p><p>fazer uma tentativa?</p><p>Referências bibliográficas</p><p>Bandura, A (1977) Social leaming theory. Prentice-Hall, Englewood Cliffs, NJ.</p><p>Barrett, P.M. (1998) Evaluation of cognitive-behavioural group treatments for childhood anxiety</p><p>disorders. Joumal of ainical Child Psychology 27, 459-68.</p><p>Barrett, P.M., Dadds, M.R. and Rapee, R.M. (1996) Family treatment of childhood anxiety: a controlled</p><p>mal. Joumal of Co1LSulting and Qinica1 Psychology 64, 333-42.</p><p>Beck, A.T. (1976) Cognitive therapy and the emotional disorders. lntemational Universities Press,</p><p>New York.</p><p>Beck, A.T., Emery, G. and Greenberg, R.L (1985) Anxier:y disorders and phobias: a cognitive perspective.</p><p>Basic Books, New York.</p><p>Beck, A.r., Rush, A.J., Shaw, S.F. and Emery, G. (1979) Cognitive therapy for depression. 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Clinicai Psychology Forum 91, 19-21.</p><p>201</p><p>,</p><p>Indice</p><p>A</p><p>Acessando os pensamentos, 28-29, 38-39</p><p>Afetivo(a)</p><p>controle, 21-22, 47-48, 151-162</p><p>educação, 21-22, 31-32, 46-47, 135-139</p><p>monitoramento, 21-22, 46-47, 140-150</p><p>Armadilha negativa, 42-43, 63, 70</p><p>Atividade, 163-179</p><p>diário de, 49-50, 172</p><p>e sentimentos, 47-48, 141</p><p>monitoramento, 49-50, 172</p><p>reagendarnento, 21-22, 49-50, 164, 165</p><p>Atividades divertidas, 164</p><p>Atividades interessantes, 45-46, 119-120, 154</p><p>C</p><p>Caixa de ferramentas do clinico. 19</p><p>Charada SE/ENTÃO, 42-43, 64</p><p>Charadas e quebra-cabeças, 31-33, 42-43, 64, 65,</p><p>92, 93,119-120, 142-149</p><p>Ciclo disfuncional, 18-19</p><p>Ciclo funcional, 18-19</p><p>Círculo Mágico, 42-43, 53, 62</p><p>Clientes relutantes, 36-37</p><p>Cofre de preocupações, 46-47, 130</p><p>Cognitivo(a)</p><p>avaliação, � � <15</p><p>capacidade, 27-28, 33, 38-39</p><p>déficits, 14-16, 20-21</p><p>distorções, 13-16, 20-21, 43-44</p><p>esquemas, 13-14</p><p>modelo, 13-15, 61</p><p>reestruturação, 15-16, 20-21, 44-45</p><p>tríade, 13-15, 20-21, 29-30, 43-44, 55, 67</p><p>Coisas</p><p>que eu gostaria de fazer, 49-50, 176</p><p>que me fazem sentir bem, 49-50, 174</p><p>que me fazem sentir incomodado, 49-50, 175</p><p>Colaboração, 16-17, 34-35, 37-38</p><p>Condicionamento clássico, 12-13</p><p>Condicionamento operante. 12-13</p><p>Controlando seus pensament05, 45-47, 117-118, 133</p><p>Controle da respiração, 21-22, 47-48, 153</p><p>Crenças centrais, 13-15, 20-21, 45-46, 55-</p><p>56, 105, 117-118</p><p>Crenças comuns, 45-46, 113-116</p><p>Crianças não-comunicativas, 35-36</p><p>Culpe-me, �� 45,89, 96</p><p>o</p><p>Descarte seus hábitos, 50-51, 168-171, 179</p><p>Desligue a fita do gravador, "\6-47, 131</p><p>Dessensibilização sistemática, 12-13, 49-51</p><p>Diários positivos, 46-47, 127</p><p>Disfunção famil iar, 37-38</p><p>Distração, 20-21, 45-47, 117-118</p><p>E</p><p>Enfrente seus medos, 50-51, 167-169, 177</p><p>Envolvimento parental, 35-38</p><p>Erros de pensamento sobre o que eu faço, 80</p><p>Erros de pensamento, 43-45, 85-93</p><p>Escala de classificação, 16-17, 21-22, 35-36,</p><p>44-46, 103, 150</p><p>Estabelecimento de alvo, 16-17, 21-22</p><p>Exercite ser bem-sucedido, 46-47, 132, 187</p><p>Experimentos comportamentais, 16-17, 21-</p><p>22, 45-47, 123</p><p>Explodindo tudo, 44-45, 86, 95</p><p>Exposição gradual, 12-13, 21-22, 167, 177</p><p>F</p><p>Fala interna de enfrentamento, 15-16, 45-</p><p>47, 120, 129</p><p>Fala interna positiva, 15-16, 20-21, 45-47,</p><p>120, 128</p><p>Formulação do problema, 16-17, 2()"21, 42-43</p><p>H</p><p>Habilidades de resolução de problemas, 20-</p><p>21, 50-51, 181-182, 196</p><p>Hierarquias, 12-13, 21-22, 49-51, 166, 173, 178</p><p>I</p><p>Identificando</p><p>crenças centrais, 45-46, 106, 111</p><p>erros de pensamentos, 44 45, 90, 91</p><p>-</p><p>c</p><p>z -</p><p>203</p><p>-</p><p>Q</p><p>Z</p><p>-</p><p>204</p><p>soluções possíveis, 50-51, 190</p><p>Imaginação, 21·22, 28-29, 45-47, 122, 131-</p><p>132</p><p>Interpretação de papéis, 22-23</p><p>M</p><p>Marionetes, 29-32</p><p>Metáforas, 28-29, 46-47, 49-50, 131, 154-</p><p>156, 159</p><p>Meu(s){núnhas)</p><p>atividades relaxantes, 49-50, 162</p><p>lugar relaxante, 49·50, 154, 161</p><p>sentimentos, 47·48, 144</p><p>O</p><p>o que acontece quando eu sinto, 47-48,</p><p>145-149</p><p>O que eles estão pensando, 43-44, 81-84</p><p>O que eu penso, o que faço, como eu sinto,</p><p>42-43, 65</p><p>p</p><p>Pare, planeje e prossiga, 50-51, 182, 181</p><p>Pensamento</p><p>balões, 30-32, 43-44, 50-51, n-84, 162</p><p>desafiador de, 46-47, 126</p><p>e sentimentos, 43-44, 47-48, 74, 75, 140</p><p>monitoramento, 15·16, 20-21, 43-44, 74-</p><p>84, 99-102, 110-112</p><p>parada do, 45·47, 121, 130, 133</p><p>sentimentos e o que você faz, 53-65</p><p>tennômetro do, 45·46, 103</p><p>testando 0,15·16, 20-21, �� <17, 125</p><p>Pensamento alternativo, 50-51, 183, 190</p><p>controle da, 47-48, 154-156, 159</p><p>vulcão da, 49·50, 154-156, 159</p><p>Pensamento conseqüencial, 20-21, 50-51,</p><p>184, 194</p><p>Pensamento dicotômico, 35-36</p><p>Pensamento equilibrado, 20-21, 44-46, 95-</p><p>103</p><p>Pensamentos automáticos, 14-15, 20-21, 43-</p><p>44, 57-58, 67-73, 126</p><p>Pensamentos bons sobre mim, 77</p><p>Pensamentos bons sobre o meu futuro, 78</p><p>Pensamentos derrotistas, 43-44, 85, 86, 95</p><p>Pensamentos desagradáveis sobre mim, 79</p><p>Pensamentos quentes, 43-45, 71, 76</p><p>Pequenos passos, 50-51, 166, 178</p><p>Preparando-se para o fracasso, <1<1 <15,88, 96</p><p>Prevenção da resposta, 49-51, 168-169, 179</p><p>Prevenção, 21-22, 154-155, 188</p><p>Prevendo o fracasso, 44-45, 87, 96</p><p>Procunrndo</p><p>evidências, <1<1 <15, 99, 100</p><p>o positivo, 46-47, 127</p><p>soluções, 50-51, 195</p><p>Próximo passo escada acima, 49-50, 173</p><p>Psicoeducação, 20-21, 42-43</p><p>Q</p><p>Quadrinhos geradores, 30-32, 81-84</p><p>Quais são as conseqüências das minhas soluções,</p><p>50-51, 193</p><p>Que erros de pensamento você comete, 44-45, 92-</p><p>.3</p><p>Que sentimento vai aonde, 47-48, 143</p><p>Questões socráticas, 34-35</p><p>R</p><p>Raiva</p><p>Reforço, 12-13, 15-16, 22-23, 50-51</p><p>Relaxamento imaginário, 47-48, 154, 161</p><p>Repetirem voz alta a oriema;ão, 12-14, 189, 196, 181</p><p>Responsabilidade pela mudança, 36-37</p><p>5</p><p>Sentimento</p><p>caça-palavras, 47-48, 142</p><p>caixa-rorte, 47-48, 158</p><p>e lugares, 47-48, 138, 143, 149</p><p>pensamentos, <1<1 <15, 88, 96</p><p>tennômetro de, 150</p><p>Suposições, 13-15, 20-21, 56</p><p>T</p><p>Tarefa de casa, 38-39</p><p>Teoria da aprendizagem social, 12-13</p><p>Terapia cognitivo-comportamental</p><p>adaptando para crianças menores de 23-24</p><p>anos, 27-28, 33</p><p>adolescentes, 33-36</p><p>características, 15-16, 18-19</p><p>componentes essenciais, 18-19, 22-23</p><p>de tempo limitado, 16-17, 39-40</p><p>definição, 11-12, 20-21, 23-24</p><p>efetividade, 11 -12, 22-23,</p><p>27-28</p><p>fundamentos empíricos, 11-14</p><p>problemas comuns na realização, 35-36, 39-40</p><p>questões desenvolvimentais, 23-24, 27-28, 38-</p><p>3.</p><p>Terapia racional-emotiva, 12-13</p><p>Treinamento auto-instrucional, 12-13, 15-16, 20-</p><p>21, 50-51, 189, 196-181</p><p>Treinamento de relaxamento, 21-22, 47-,50, 152,</p><p>160</p><p>cognitivo-comportamentol demonstrou efeitos positivos no trotomento</p><p>de uma série de problemos psicol6gicos infontis comuns.</p><p>1 1</p><p>12</p><p>A base teórica da terapia cognitivo-comportamental evoluiu por uma série</p><p>de influências de pesquisa significativas. A crítica dessa pesquisa está além dos</p><p>objetivos deste livro, embora seja importante observar algumas das abordagens e</p><p>conceitos fundamentais que alicerçaram e formataram a terapia cognitivo-com</p><p>portamental.</p><p>Uma das primeiras influências foi a de Pavlov e do condicionamento clássi</p><p>co. Pavlov destacou como, com combinações repetidas, respostas de ocorrência</p><p>natural (p. ex., a salivação) podiam ser associadas (isto é, condicionadas) com</p><p>estímulos específicos Cp. ex., o som de um sino). Essa pesquisa demonstrou que</p><p>as respostas emocionais (p. ex., o medo) podiam se tomar condicionadas a even</p><p>tos e situações específicos.</p><p>• As respostas emocionais podem se tomar condicionadas o eventos específicos.</p><p>o condicionamento clássico foi estendido para o comportamento humano e</p><p>para problemas clínicos por Wolpe (1958), que desenvolveu o procedimento da</p><p>dessensibilização sistemática. Pela combinação de estímulos indutores de medo</p><p>com um segundo estímulo que produz uma resposta antagônica (isto é, relaxa</p><p>mento), a resposta de medo pode ser inibida. Agora, o procedimento é utilizado</p><p>amplamente na prática clínica e envolve a exposição gradual, tanto in vivo como</p><p>imaginária, a uma hierarquia de situações temidas enquanto o sujeito permanece</p><p>relaxado.</p><p>• As respostas emocionois podem ser inibidas.</p><p>A segunda maior influência comportamental foi a obra de Skirmer (1974),</p><p>que destacou o papel significativo das influências ambientais no comportamen</p><p>to. Isso se tomou conhecido como condicionamento operante e enfocava o rela</p><p>cionamento entre os antecedentes (condições desencadeadoras), as conseqüên</p><p>cias (reforço) e o comportamento. Em essência, se um certo comportamento</p><p>aumenta de freqüência, porque é seguido de conseqüências positivas ou não é</p><p>seguido de conseqüências negativas, então ele foi reforçado.</p><p>• O comportamento é afetado por antecedentes e consequêncios.</p><p>• As consequências que oumentam o probabilidode de um comportamento são</p><p>reforo.odoras.</p><p>• Alterar os ontecedentes e as consequêncios pode resultor em mudonças no</p><p>comportamento.</p><p>Uma extensão importante da terapia comportamental, que considera o pa</p><p>pel mediador dos processos cognitivos, foi proposta por Albert Bandura (1977),</p><p>com o desenvolvimento da teoria da aprendizagem social. A importância do am</p><p>biente foi reconhecida ao mesmo tempo em que se destacou o efeito mediador</p><p>das cognições que intervêm no estímulo e na resposta. A teoria enfatizava que a</p><p>aprendizagem poderia ocorrer pela observação de outra pessoa e propunha um</p><p>modelo de autocontrole com base na auto-observação, na auto-avaliação e no</p><p>auto-reforço.</p><p>Um enfoque mais significativo sobre as cognições emergiu do trabalho de</p><p>Meichenbaum (1975) e do desenvolvimento de treinamento auto-instrucional.</p><p>Essa abordagem destacava o conceito de que grande parte do comportamento</p><p>está sob o controle de pensamentos ou do diálogo interior. Mudar as auto-instru</p><p>ções pode levar ao desenvolvimento de técnicas de autocontrole mais apropria</p><p>das. O modelo adota uma perspectiva de desenvolvimento e reflete o processo</p><p>pelo qual as crianças aprendem a controlar seu comportamento. Foi descrito um</p><p>processo de quatro etapas envolvendo observar outra pessoa realizando uma</p><p>tarefa, ser orientado verbalmente na mesma tarefa por outra pessoa, recitar a</p><p>orientação em voz alta durante a tarefa e, finalmente, sussurrar as instruções/</p><p>fala silenciosa.</p><p>• O comportamento é influenciodo por eventos e processos cognitivos.</p><p>• Mudor os processos cognitivos pode levar a mudonças no comportamento.</p><p>A ligação entre emoções e cognições foi delineada por Albert Ellis (1962) na</p><p>terapia racional-emotiva. Esse modelo propunha que a emoção e o comporta</p><p>mento surgem da maneira como os eventos são construídos, não pelo evento per</p><p>se. Assim, os eventos ativadores (A) são avaliados em relação às crenças (B), o</p><p>que resulta em conseqüências emocionais (C). As crenças podem ser racionais ou</p><p>irracionais, com os estados emocionais negativos tendendo a surgir das crenças</p><p>irracionais e sendo mantidos por elas.</p><p>O papel das cognições desadaptativas ou distorcidas no desenvolvimento e</p><p>na manutenção da depressão foi desenvolvido pelo trabalho de Aaron Beck, cul</p><p>minando na publicação de Cognitive Therapy for Depression (Beck, 1976; Beck et</p><p>al., 1979). O modelo propõe que os pensamentos desadaptativos sobre o selJ, o</p><p>mundo e o futuro (tríade cognitiva) resultam em distorções cognitivas que criam</p><p>afeto negativo. É dedicada atenção particular a pressupostos ou esquemas bási</p><p>cos - ou seja, as crenças razoavelmente "fixas" desenvolvidas na infância em</p><p>relação às quais os eventos são avaliados. Uma vez ativadas, essas crenças cen</p><p>trais produzem uma gama de pensamentos automáticos. Os pensamentos e cren</p><p>ças automáticos podem estar sujeitos a uma variedade de distorções ou erros</p><p>lógicos, com mais cognições negativas sendo associadas ao humor depressivo.</p><p>• O ofeto emocional é influenciodo pelas cognições.</p><p>• As crenças/esquemas irracionais ou cognições negativos ossociam-se 00 afe</p><p>to negativo.</p><p>• Alterar os processos cognitivos pode levar a mudonças no afeto.</p><p>O relacionamento entre os processos cognitivos e outros estados emocio</p><p>nais e problemas psicológicos foi agora documentado (Beck et al., 1985; Hawton</p><p>et aI., 1989). O interesse mais recente levou à exploração ulterior do relaciona</p><p>mento entre as crenças e os esquemas no desenvolvimento e na manutenção de</p><p>problemas psicológicos. Isso é apreendido pelo trabalho com esquemas de Young</p><p>(1990), que propôs que os esquemas cognitivos desadaptativos formados duran</p><p>te a infância levam a padrões de comportamento de auto-sabotagem, os quais</p><p>são repetidos ao longo da vida. Os esquemas desadaptativos são associados a</p><p>certos estilos parentais e se desenvolvem caso as necessidades emocionais bási</p><p>cas da criança não são satisfeitas. Têm sido relatadas evidências que apóiam a</p><p>presença de 15 esquemas primários (Schrnidt et aI., 1995).</p><p>13</p><p>14</p><p>• Esquemas cognitivos desadoptotivos desenvolvem-se durante o infôncio e po</p><p>dem estar associados oos estilos porentois.</p><p>Ainda é necessária uma validação empírica dessa previsão. Entretanto, se</p><p>comprovada, estabeleceria um desafio excitante para aqueles que trabalham com</p><p>a infância, para identificar se processos cognitivos adaptativos podem ser promo</p><p>vidos, e futuros problemas de saúde mental, minimizados.</p><p>� O</p><p>A terapia cognitivo-comportamental preocupa-se em entender como os eventos e</p><p>as experiências são interpretados e como identificar e mudar as distorções ou</p><p>déficits que ocorrem no processamento cognitivo.</p><p>Baseada amplamente no trabalho de Aaron Beck, a maneira pela qual os pro</p><p>cessos cognitivos disfuncionais são adquiridos, ativados e afetam o comportamento</p><p>e as emoções é reswnida no modelo de diagrama apresentado na Figura 1.1.</p><p>Postula-se que as experiências precoces e os cuidados parentais levam ao</p><p>desenvolvimento de maneiras de pensar fixas e rígidas Ci. e., crenças/esque</p><p>mas centrais). Informações e experiências novas são avaliadas em relação a</p><p>-. .</p><p>emooonOIS</p><p>Figura 1.1 O modelo cognitivo.</p><p>Crenços cenlroi$/esquelnO$</p><p>cognitivos formod," duronle o</p><p>iM6ntio pelos experi6rw::ios</p><p>Even� imporlontes oIivom trenços</p><p>cenlroi$/esquemos cognitivos</p><p>Crenços centrois/esquemlls cognitivos</p><p>d_rw::odeiom preuupl)$l(»; cognitivos</p><p>Pl'e$supo$lOs produzem</p><p>pen$!lmenl!l$ ou!omóti(!l$</p><p>Pen$!lmenl!l$ oufomóti(!l$</p><p>gerom relIposlos</p><p>RespctSlos "'poo1a.</p><p>(C)fTlportomentois somóticos</p><p>essas crenças/esquemas centrais (p. ex., "tenho que ter sucesso"), e a infor</p><p>mação que as reforça e mantém é selecionada e filtrada. As crenças/os esque</p><p>mas são desencadeados ou ativados por eventos importantes (p. ex., fazer</p><p>exames),</p><p>os quais levam a uma série de pressupostos (p. ex., "só conseguirei</p><p>notas boas se estudar o dia inteiro"). Por sua vez, estes dão lugar a um fluxo</p><p>de pensamentos automáticos relacionados à pessoa ("devo ser estúpido"), a</p><p>seu desempenho ("não estou dando duro o bastante") e ao futuro ("não pas</p><p>sarei nesses exames e nunca chegarei à universidade"), e são freqüentemente</p><p>referidos como a tríade cognitiva. Os pensamentos automáticos podem resul</p><p>tar em mudanças emocionais (p. ex., ansiedade, estresse), comportamentais</p><p>(p. ex., imobilidade, trabalho constante) e somáticas (p. ex., perda de apeti</p><p>te, dificuldade para dormir).</p><p>A terapia cognitivo-comportamental supõe que a psicopatologia resultada de</p><p>anormalidades no processamento cognitivo. Em particular, presume-se que as</p><p>dificuldades sejam associadas com déficits ou distorções cognitivas.</p><p>Foram relatadas distorções cognitivas em crianças com uma série de dificul</p><p>dades. Descobriu-se que as crianças com transtornos cognitivos percebem erra</p><p>damente eventos ambíguos como ameaçadores (Kendall et al., 1992). Elas ten</p><p>dem a ser excessivamente autofocadas e hipercríticas, e a relatar níveis aumenta</p><p>dos de diálogo interno e expectativas negativas (Kendall e Panichelli-Mindel, 1995).</p><p>Da mesma forma, as crianças agressivas percebem mais intenções agressivas em</p><p>situações ambíguas e atêm-se seletivamente a menos pistas ao tomarem decisões</p><p>sobre a intenção do comportamento de outra pessoa (Dodge, 1985). Foi desco</p><p>berto que as crianças deprimidas fazem mais atribuições negativas do que as não</p><p>deprimidas e têm mais probabilidade de atribuir os eventos negativos a causas</p><p>internas estáveis e os eventos positivos a causas externas instáveis (Bodiford et</p><p>al., 1988; Curry e Craighead, 1990). Elas têm percepções distorcidas do próprio</p><p>desempenho e dão atenção aos aspectos negativos dos eventos seletivamente</p><p>(Kendall et al., 1990; Leitenberg et al., 1986; Rehm e Carter, 1990).</p><p>As intervenções que se referem às distorções cognitivas preocupam-se em</p><p>aumentar a consciência da criança sobre cognições, crenças e esquemas</p><p>disfuncionais e irracionais e em facilitar o seu entendimento dos efeitos destes</p><p>sobre o comportamento e as emoções. Tipicamente, os programas envolvem al</p><p>guma forma de auto monitoramento, identificação de cognições desadaptadas,</p><p>verificação de pensamento e reestruturação cognitiva.</p><p>Foram descobertos déficits nos processos cognitivos, como a incapacidade</p><p>de engajar-se no planejamento da ação ou na resolução de problemas, em crian</p><p>ças e adolescentes com problemas de autocontrole, como o transtorno de déficit</p><p>de atenção/hiperatividade (TDAH), e também em crianças com dificuldades</p><p>interpessoais (Kendall, 1993; Spence e Donovan, 1998). Por exemplo, observou</p><p>se que crianças agressivas têm capacidades limitadas de resolução de problemas</p><p>e geram menos soluções verbais para dificuldades (Lochman et al., 1991; Perry et</p><p>al., 1986). Descobriu-se que as crianças com fobia social apresentam déficits de</p><p>habilidades sociais, e as anti-sociais demonstram capacidades de percepção so</p><p>cial ruins (Chandler, 1973; Spence et al., 1999).</p><p>As intervenções da terapia cognitivo-comportamental que se referem aos</p><p>déficits cognitivos preocupam-se primariamente com o ensino de novas capad-</p><p>15</p><p>16</p><p>dades cognitivas e comportamentais. Com freqüência, os programas envolvem</p><p>resolução de problemas sociais, aprendizado de novas estratégias cognitivas (p.</p><p>ex., treinamento auto-instrutivo e diálogo interno positivo/encorajador), prática</p><p>e auto-reforço.</p><p>Entender como crianças e adolescentes interpretam cognitivamente even</p><p>tos e experiências é uma exigência fundamental da terapia cognitivo-comporta</p><p>mental e deveria informar a natureza da intervenção cognitiva oferecida. Entre</p><p>tanto, sabe-se relativamente pouco sobre os déficits ou as distorções cognitivas</p><p>que alicerçam muitos problemas infantis. Os avanços no trabalho com adultos</p><p>que sofrem de estresse pós-traumático e transtornos obsessivo-compulsivos des</p><p>tacam a importância de entender a forma como o trauma ou a compulsão é</p><p>avaliado (Ehlers e Clark, 2000; Salkovskis, 1999). O transtorno de estresse pós</p><p>traumático (TEPT) persistente pode estar associado a processos cognitivos</p><p>distorcidos, que resultam na avaliação do trauma como uma séria ameaça cor</p><p>rente (Ehlers e Clark, 2000). Da mesma forma, as cognições que alicerçam mui</p><p>tos transtornos obsessivo-compulsivos relacionam-se a cognições e estimativas</p><p>distorcidas a respeito de uma responsabilidade exagerada por danos (Salkovskis,</p><p>1999). Ainda não foi determinado se essas distorções também se aplicam às crian</p><p>ças, mas obviamente é necessário mais trabalho para melhorar o nosso entendi</p><p>mento dos processos cognitivos que subjazem aos problemas e transtornos psico</p><p>lógicos dessa faixa etária .</p><p>• As crianças com problemas psicológicos apresentam déficits e distorções cog</p><p>nitivos.</p><p>• Há necessidade de entender mais sobre os processos cognitivos associados</p><p>aos problemas psicológicos nos crianças.</p><p>O termo terapia cognitivo-comportamental é utilizado para descrever uma gama</p><p>de intervenções diferentes, embora elas freqüentemente compartilhem uma sé</p><p>rie de aspectos essenciais (Fennel, 1989).</p><p>A TCC é determinada teoricamente</p><p>A terapia cognitivo-comportamental é baseada em modelos testáveis empirica</p><p>mente, que fornecem os fundamentos para a intervenção (i. e., o afeto e o com</p><p>portamento são determinados amplamente pelas cognições), além do enfoque e</p><p>da natureza da intervenção (i. e., desafiar as distorções ou retificar as deficiências).</p><p>A terapia cognitivo-comportamental é uma intervenção racional e coesa - não</p><p>simplesmente uma coleção de técnicas díspares.</p><p>A TCC é baseada em um modelo colaborativo</p><p>Um aspecto fundamental da terapia cognitivo-comportamental é o processo de</p><p>colaboração pelo qual ocorre. O jovem tem um papel ativo na identificação das</p><p>suas metas, estabelecendo alvos, experimentando, praticando e monitorando seu</p><p>desempenho. A abordagem é projetada para facilitar um autocontrole maior e</p><p>mais efetivo, com o terapeuta fornecendo uma estrutura de apoio para que isso</p><p>ocorra. Seu papel é desenvolver uma parceria na qual o jovem é capacitado a</p><p>atingir um melhor entendimento dos seus problemas e a descobrir maneiras al</p><p>ternativas de pensar e comportar-se.</p><p>A TCC tem uma duração limitada</p><p>Ela é breve e de duração limitada, freqüentemente consistindo em não mais de 16</p><p>sessões e, em muitos casos, bem menos do que isso. A natureza breve da interven</p><p>ção promove a independência e encoraja a auto-ajuda. Esse modelo é prontamente</p><p>aplicável ao trabalho com crianças e adolescentes, para os quais o período típico de</p><p>intervenção é consideravelmente mais breve do que para os adultos.</p><p>A TCC é objetiva e estruturada</p><p>É uma abordagem objetiva e estruturada que guia o jovem por meio de um pro</p><p>cesso de averiguação, formulação de problemas, intervenção, monitoramento e</p><p>avaliação. As metas e os alvos da intervenção são definidos explicitamente e re</p><p>vistos regularmente. Há uma ênfase na quantificação e na utilização de classifica</p><p>ções Cp. ex., a freqüência de comportamentos inadequados, o vigor das crenças</p><p>em pensamentos disfuncionais ou o grau de sofrimento vivenciado). O</p><p>monitoramento e a revisão regular fornecem um meio de avaliar o progresso</p><p>pela comparação do desempenho atual em relação a avaliações iniciais.</p><p>A TCC tem um enfoque no aqui e agora</p><p>As intervenções da terapia cognitivo-comportamental enfocam o presente, lidan</p><p>do com problemas e dificuldades atuais. Elas não procuram "descobrir traumas</p><p>precoces inconscientes ou as contribuições biológicas, neurológicas e genéticas</p><p>para a disfunção, mas, em vez disso, empenham-se em construir uma maneira</p><p>nova e mais adaptativa para processar o mundo" (Kendall e Panichelli-Mindel,</p><p>1995). Essa abordagem tem um alto valor manifesto para as crianças e os adoles</p><p>centes, os quais podem estar mais interessados e motivados em tratar de ques</p><p>tões do aqui</p><p>e agora, em tempo real, em vez de entender suas origens.</p><p>A TCC é baseada em um pr()[�o orientado de autodescoberta e experimentação</p><p>Ela é um processo ativo que encoraja o autoquestionamento e o desafio de pres</p><p>supostos e crenças. O cliente não é simplesmente um receptor passivo dos conse</p><p>lhos ou das observações do terapeuta, mas é encorajado a desafiar e aprender</p><p>por meio de um processo de experimentação. A validade de pensamentos, pres</p><p>supostos e crenças é testada, explicações alternativas são descobertas, e manei</p><p>ras novas de estimar os eventos e de comportar-se são experimentadas e avaliadas.</p><p>A TCC é uma abordagem baseada nas habilidades</p><p>A TCC fornece uma abordagem prática, baseada nas habilidades, para aprender</p><p>padrões alternativos de pensamento e comportamento. Os jovens são encoraja-</p><p>17</p><p>1I</p><p>dos a praticar na sua vida cotidiana as habilidades e idéias discutidas durante as</p><p>sessões terapêuticas, sendo as tarefas de casa um elemento essencial de muitos</p><p>programas.</p><p>• A rce é determinada teoricamente.</p><p>• É baseado em um modelo de coloborao;;õo otiva.</p><p>• É breve e de durco;;õo limitado.</p><p>• É objetivo e estruturado.</p><p>• Enfoco problemas atuais.</p><p>• Encorajo o outodescoberto e o experimentação.</p><p>• Defende uma abordagem de aprendizagem baseado nos habilidades.</p><p>o propósito geral da terapia cognitivo-comportarnental é aumentar a autocons</p><p>ciência, facilitar o auto-entendimento e melhorar o autocontrole pelo desenvol</p><p>vimento de habilidades cognitivas e comportamentais mais apropriadas. A rce</p><p>ajuda a identificar pensamentos e crenças disfuncionais predominantemente ne</p><p>gativos, enviesados e autocríticos. Os processos de automonitoramento, educa</p><p>ção, experimentação e testagem (ou verificação) resultam na substituição desses</p><p>pensamentos e crenças por cognições mais positivas, equilibradas e funcionais,</p><p>que reconhecem as capacidades e os sucessos. Os déficits cognitivos e comporta</p><p>mentais são identificados, e novas habilidades cognitivas de resolução de proble</p><p>mas e maneiras de comportar-se são aprendidas, testadas, avaliadas e fortalecidas.</p><p>É desenvolvido um entendimento maior da natureza e das razões subjacentes aos</p><p>sentimentos desagradáveis, à medida que eles são substituídos por emoções mais</p><p>agradáveis. Finalmente, novas habilidades cognitivas e comportamentais permi</p><p>tem que situações novas e difíceis sejam enfrentadas com sucesso, de maneira</p><p>mais adequada.</p><p>O processo ajuda a levar o jovem de um ciclo disfuncional para um mais</p><p>funcional, conforme ilustrado na Figura 1.2.</p><p>Ciclo disfuncional</p><p>Pensamentos</p><p>Exogerodomente negativos</p><p>Autocríticos</p><p>Seletivos e enviesados</p><p>Comportamento Sentimentos</p><p>Evitativo Incomodado</p><p>Pouco determinado Ansioso</p><p>Inapropriado Deprimido</p><p>Enroivecido</p><p>Figura 1.2 Cidos funcionais e disfuncionois.</p><p>Ciclo funcional</p><p>Pensamentos</p><p>Mais positivos</p><p>Reconhocem o sucesso</p><p>Equilibrados, roconhecem capacidades</p><p>Comportamento Sentimentos</p><p>Confrontador Contente</p><p>Persistente Relaxado</p><p>Adequado Feliz</p><p>Calmo</p><p>Devido à variedade de influências que contribuíram para o desenvolvimento da</p><p>terapia cognitivo-comportamental, não é surpreendente que ela tenha se toma</p><p>do um termo genérico, usado para descrever uma gama de técnicas e estratégias,</p><p>utilizadas em seqüências e permutações diferentes. Os componentes específicos</p><p>da intervenção devem ser determinados pela formulação do problema, a qual irá</p><p>informar o enfoque e a natureza do programa. As intervenções devem ser especí-</p><p>""'i1iCil'CI; 'o e p.kc ,di< f044ÓO</p><p>E",-,-.d,ndo (1 I� enhe pensomentos, MnlimenlO$ e eomportomenlo</p><p>L-__ -, ______ \ ______ � COGNiÇÕES</p><p>Monitoramenlo do pensamento</p><p>Identifiwç60 de:</p><p>pensamentos automáticos negativos,</p><p>crttrl\:os/esquem:os centrais</p><p>e pressupostos disfuncionais</p><p>ldentifjw� de dis'cw#es e déflCits cognitivos</p><p>Cogni�6es, pressupostos e creno;as</p><p>disfuncionois com<JllS</p><p>Padrões de distorções cogn�ivos</p><p>Déficits cogn�ivos</p><p>Awlioçõo do pensamento</p><p>Testando e avaliando cogni!:6es</p><p>Reeslrutui'O\:/ia cognitivo</p><p>Desenvolvimento da pensamento equilibrado</p><p>Desenvolvimento de hobilidodes eognitivus llO\IUS</p><p>Distra�, di/irios positivos, di/ilogo interno pos�ivo e de enfrentomento</p><p>Treinamenta auta-instrucionol, pensamento conseqüencial.</p><p>habilidades de resol�o de problem:os</p><p>COMPORTAMENTO</p><p>Monitoramento do atiwidode</p><p>Ligue atividade, pensamentos e sentimentos</p><p>Identifique refo .... os montenedores</p><p>PIonejamento de metos</p><p>ldentifiq...e e acorde melas</p><p>fstobe/ecimento de alvos</p><p>Exerc�e as torefos</p><p>Aumente os atividades ogradáveis</p><p>Reogendomento de atividades</p><p>Experimentos comportromenfais</p><p>Teste previsões/pressupostos</p><p>Exposição grodvo//prevenção do resposta</p><p>Aprendo hobilidodes/compor1amenfos novos</p><p>""" "'"</p><p>Mod._</p><p>Ensaio</p><p>FI.wa l.3A caixa de ferramentas do clinico.</p><p>EMOÇÕES</p><p>Educação afetivo</p><p>Distingo entre as e�B$ essenciais</p><p>Identifique os sintom:os �s.iol6gicos</p><p>Monitoramenlo afetill'O</p><p>Ligue o sentimento com os</p><p>pensamentos e o comportamento</p><p>Escolas pora clossificor a intensidade</p><p>Controle do afei'o</p><p>Habilidades rICMIS (por ex..</p><p>relaxamento, contrale da raiva)</p><p>19</p><p>20</p><p>ficas para problemas particulares e necessidades individuais da criança, em vez</p><p>de serem feitas com uma abordagem padronizada, como um "livro de culinária".</p><p>Embora essa flexibilidade seja louvável, também leva à confusão a respeito de</p><p>quais intervenções são TCC e quais não são.</p><p>As abordagens defendidas como situadas nesse conceito genérico variam</p><p>consideravelmente na sua ênfase sobre as intervenções cognitivas ou comporta</p><p>mentais e, às vezes, pode ser difícil identificar o componente cognitivo. Por exem</p><p>plo, as intervenções com crianças e adolescentes com transtorno obsessivo-com</p><p>pulsivo tendem a ter uma orientação primariamente comportamental, enfatizando</p><p>a psicoeducação, o controle da ansiedade, a exposição gradual e a prevenção da</p><p>resposta (March, 1995). O componente cognitivo tende a ser extremamente li</p><p>mitado e pode se basear extensamente em um conjunto de estratégias cognitivas</p><p>(p. ex., o diálogo interno positivo ou o treinamento de auto-instrução).</p><p>Ainda que a ênfase relativa sobre os elementos cognitivos e comportamen</p><p>tais e os componentes específicos do tratamento variem com freqüência, incluem</p><p>muitos dos seguintes elementos:</p><p>Formulação e psicoeducação</p><p>Um componente básico de todos os programas cognitivo-comportamentais en</p><p>volve a educação sobre a ligação entre pensamentos, sentimentos e comportamen</p><p>to. O processo implica desenvolver um entendimento claro e compartilhado do</p><p>relacionamento entre como as pessoas pensam, como sentem e o que fazem.</p><p>Monitoramento do pensamento</p><p>Uma tarefa fundamental é a identificação de cognições e padrões de pensamento</p><p>comuns. O monitoramento do pensamento pode enfocar crenças centrais, pensa</p><p>mentos negativos automáticos ou pressupostos disftmcionais e envolve lembrar de</p><p>situações ''tensas'' (i. e., aquelas que produzem uma mudança emocional forte ou</p><p>pensamentos excessivamente negativos ou autocríticos). A tríade cognitiva fornece</p><p>uma maneira útil de estruturar e organizar a informação e avaliar os pensamentos</p><p>dos jovens sobre si mesmos, o seu mundo e o que fazem.</p><p>Identificação de distorções e déficits cognitivos</p><p>O processo de monitoramento do pensamento oferece uma oportunidade de iden</p><p>tificar cognições negativas ou disfuncionais e crenças e pressupostos irracionais co</p><p>muns. Isso resulta no aumento da consciência da natureza e do tipo das distor</p><p>ções cognitivas (p. ex., catastrofização, abstração seletiva), dos déficits cognitivos</p><p>(p. ex., má interpretação das pistas dos outros como negativas, gama limitada de</p><p>habilidades de resolução de problemas) e do efeito destes sobre o humor e o</p><p>comportamento.</p><p>Avaliação do pensamento e desenvolvimento de processos cognitivos alternativos</p><p>A identificação de processos cognitivos disfuncionais leva à verificação e à avalia</p><p>ção sistemática desses pressupostos e crenças e à aprendizagem de habilidades</p><p>cognitivas alternativas.</p><p>É encorajado o desenvolvimento de um processo de pen-</p><p>samento equilibrado ou reestruturação cognitiva. Isso pode envolver um processo</p><p>de procurar uma informação nova, pensar a partir da perspectiva de outra pessoa</p><p>ou buscar evidências contraditórias, o que resulta na revisão das cognições dis</p><p>funcionais.</p><p>A avaliação é a oportunidade de desenvolver cognições alternativas, mais</p><p>equilibradas efuncionais, as quais reconhecem dificuldades, mas também as ca</p><p>pacidades e os sucessos.</p><p>Aprender habilidades cognitivas novas</p><p>Com freqüência, os programas envolvem o ensino de habilidades cognitivas no</p><p>vas. A gama de habilidades é enorme e poderia incluir distração, diálogo interno</p><p>positivo, treinamento auto-instrutivo, pensamento conseqüencial e habilidades de</p><p>resolução de problemas.</p><p>Educaçõo afetiva</p><p>A maioria dos programas envolve educação emocional projetada para identificar</p><p>e distinguir emoções essenciais, como a raiva, a ansiedade e a infelicidade. Com</p><p>freqüência, eles enfocam as mudanças fisiológicas associadas a essas emoções (p.</p><p>ex., secura da boca, suor nas mãos, aceleração dos batimentos cardíacos), para</p><p>facilitar uma consciência maior das próprias expressões pessoais de emoção da</p><p>criança.</p><p>Monitoramento afetivo</p><p>o monitoramento de emoções fortes ou dominantes pode ajudar a identificar</p><p>momentos, lugares, atividades ou pensamentos que são associados tanto a senti</p><p>mentos agradáveis como a desagradáveis. São utilizadas escalas para classificar a</p><p>intensidade da emoção durante as situações da vida real e das sessões de trata</p><p>mento e fornecer uma maneira objetiva de monitorar o desempenho e avaliar a</p><p>mudança.</p><p>Controle afetivo</p><p>Os programas que tratam de problemas nos quais há níveis altos de excitação,</p><p>como a ansiedade, as fobias e o estresse pós-traumático, geralmente fornecem</p><p>treinamento de relaxamento. Isso pode envolver técnicas como o relaxamento</p><p>muscular progressivo, o controle da respiração ou a imaginação calmante.</p><p>A maior consciência do padrão emocional único do indivíduo pode levar ao</p><p>desenvolvimento de estratégias preventivas. Por exemplo, uma consciência do</p><p>acúmulo de raiva pode permitir que um jovem pare a progressão emocional no</p><p>estágio inicial e, assim, previna explosões agressivas.</p><p>Estabelecimento de alvos e reagendamento de atividades</p><p>O estabelecimento de alvos é uma parte inerente a todos os programas cognitivo</p><p>comportamentais. As metas gerais da terapia são acordadas e definidas conjunta</p><p>mente, de forma que possam ser avaliadas com objetivídade. A transferência de</p><p>21</p><p>22</p><p>habilidades das sessões terapêuticas para a vida cotidiana é encorajada pela uti</p><p>lização sistemática de tarefas designadas. A conquista de alvos especificados é re</p><p>vista e fornece uma visão geral do progresso.</p><p>Os alvos podem envolver aumentar as atividades que produzem emoções</p><p>mais agradáveis ou reagendar a vida cotidiana para prevenir ou minimizar aque</p><p>las atividades que estão associadas com emoções desagradáveis fortes.</p><p>Experimentos romportamentais</p><p>A terapia cognitivo-comportamental é baseada em um processo de descoberta</p><p>orientada durante o qual os pressupostos e pensamentos são desafiados e testa</p><p>dos. Isso implica o estabelecimento de experimentos comportamentais para deter</p><p>minar se o que acontece é semelhante ao que foi previsto.</p><p>Exposição</p><p>Um processo de exposição gradual, projetado para facilitar o domínio de imagens</p><p>ou situações difíceis, está incluído na maioria dos programas. São defmidas as</p><p>situações problemáticas, a tarefa geral é analisada em passos menores e, então,</p><p>cada um deles é classificado em uma hierarquia de dificuldade crescente. Come</p><p>çando com o menos difícil, o cliente é exposto a cada passo da hierarquia, in vivo</p><p>ou na imaginação. Uma vez que uma etapa tenha sido completada com sucesso,</p><p>passa-se para a próxima, progredindo pela hierarquia até que o problema tenha</p><p>sido dominado.</p><p>/lo/e p/Of, modelaçiío e ensaio</p><p>A aprendizagem de habilidades e comportamentos novos pode ser atingida de di</p><p>versas maneiras. O role play fornece uma oportunidade de lidar com situações</p><p>difíceis ou desafiadoras, como suportar a provocação. Ele permite que habilidades</p><p>positivas sejam identificadas e soluções alternativas ou habilidades novas sejam</p><p>destacadas. Um processo defortalecimento de habilidades pode facilitar a aquisição</p><p>de habilidades e comportamentos novos. Então, observar os outros modelando com</p><p>portamentos adequados ou habilidades pode resultar no ensaio de um novo com</p><p>portamento na imaginação, antes de ele ser praticado na vida real.</p><p>Reforço e recompensa</p><p>Um referencial de todos os programas cognitivo-comportamentais é o reforço</p><p>positivo do comportamento adequado. Isso pode tomar a forma de auto-reforço</p><p>por exemplo, cognitivamente ("muito bem, suportei bem aquela situação"), ma</p><p>terialmente (comprar um CD especial) ou por atividades específicas (um banho</p><p>relaxante especial) . O reforço positivo dos outros, particularmente dos responsá</p><p>veis, é importante para as crianças mais novas e pode ser encorajado pela utiliza</p><p>ção de cartões de estrelinhas, contratos de contingência ou sistemas de créditos</p><p>simbólicos.</p><p>• o equilíbrio entre os interven.:;ões cognitivas e comportamentois varia consi</p><p>deravelmente nos programas de rec.</p><p>• Os componentes essendais de muitos programas de Tee incluem os seguintes:</p><p>monitoramento dos pensomentos, sentimentos e/ou comportamentos;</p><p>psicoeducação e formulação de problemas;</p><p>identificação, desafio e verificação de cognições;</p><p>desenvolvimento de habilidades cognitivas novas;</p><p>aprendizado de maneiros altemativos de controlar a ansiedade ou as emoções</p><p>desogrod6veis;</p><p>aprendizado de comportamentos novos;</p><p>estobelecimento de alvos e designação de exercidos para coso;</p><p>reforço positivo.</p><p>Embora o interesse crescente na utilização da terapia cognitivo-comportamental com</p><p>crianças e adolescentes seja bem-vindo, é importante reconhecer que as evidências e</p><p>a base teórica para essa clientela são mais limitadas do que para os adultos.</p><p>Evidência para a efetividade</p><p>Até hoje foram relatadas poucas tentativas de tratamentos bem-projetados com</p><p>crianças. Realizou-se uma série de estudos iniciais demonstrando a efetividade</p><p>da terapia cognitivo-comportamental com voluntários, que podem não ser tão</p><p>gravemente prejudicados quanto a clientela clínica (Weisz et al., 1995) . Compa</p><p>rativamente, realizou-se pouca avaliação de populações clínicas que possam tam</p><p>bém apresentar múltiplas condições co-mórbidas. Raramente foi feita a replicação</p><p>em lugares diferentes e por outras equipes clínicas e de pesquisa para demons</p><p>trar a aplicabilidade das intervenções definidas de rce. Foram realizadas relati</p><p>vamente poucas tentativas controladas aleatórias (Harrington et al., 1998; Ka.zdin</p><p>e Weisz, 1998), e faltam evidências demonstrando a efetividade da rcc a médio</p><p>e longo prazos (Graham, 1998). Em conclusão, os resultados de tentativas de</p><p>tratamento controlados aleatoriamente sugerem que a rcc é mais efetiva do que</p><p>não fazer nenhuma intervenção Ci. e., grupos de controle e listas de espera),</p><p>embora sua superioridade em relação a outras intervenções psicoterapêuticas</p><p>ainda tenha que ser demonstrada consistentemente.</p><p>Modelos teóricos apropriados em termos de desenvolvimento</p><p>A base teórica da rcc e os modelos de intervenção foram desenvolvidos ampla</p><p>mente no trabalho com adultos. Ainda que esses modelos e técnicas tenham sido</p><p>aplicados a crianças e adolescentes, são necessárias mais pesquisas para confir</p><p>mar se são adequados para esse grupo etário. Por exemplo, em que idade as</p><p>crianças desenvolvem cognições distorcidas? As crianças que sofrem traumas fa</p><p>zem as mesmas estimativas que os adultos?</p><p>23</p><p>24</p><p>A terapia cognitivo-comportamental também se alicerça na premissa de que</p><p>as intervenções são baseadas em modelos teóricos subjacentes testáveis, que vin</p><p>culam comportamentos e emoções problemáticos aos processos cognitivos. A</p><p>filtragem de modelos derivados de adultos para crianças</p><p>tem resultado em mo.</p><p>delos cognitivos teoricamente apropriados em termos de desenvolvimento para</p><p>explicar problemas emocionais e comportamentais em crianças e adolescentes,</p><p>que são comparativamente ainda menos desenvolvidos.</p><p>Avaliar a5 mudanças nos prDCe5SDS cognitivos</p><p>o sucesso da rec na realização de mudanças no comportamento e nas emoções</p><p>depende da alteração dos processos cognitivos (Spence, 1994). Embora possa</p><p>haver ocasiões em que as intervenções cognitivas têm sucesso sem a suposição</p><p>de que a psicopatologia é um resultado direto de habilidades cognitivas deficien</p><p>tes, é importante focalizar mais os resultados cognitivos. Até hoje, os estudos da</p><p>rce tiveram ênfase amplamente na avaliação de resultados comportamentais,</p><p>sendo raramente avaliadas diretamente as mudanças postuladas nos processos</p><p>cognitivos. Isso levou Durlak e colaboradores (1991) a concluírem que:</p><p>seria desconcertante descobrir que as variáveis cognitivas enfatizadas nos progra</p><p>mas da TCC não estão relacionadas aos resultados de alguma maneira.</p><p>o desafio para os pesquisadores é desenvolver maneiras apropriadas de</p><p>avaliar as cognições das crianças. Isso aumentará o entendimento dos déficits e/</p><p>ou distorções subjacentes aos problemas psicológicos infantis e permitirá a veri</p><p>ficação da premissa de que a rce resulta em mudanças nos processos cognitivos.</p><p>DefiniçÕD da TCC com crianças</p><p>A quarta questão é a da definição e da necessidade de esclarecer o que acarreta a</p><p>terapia cognitivo.comportamental com crianças. Como destacado por Graham</p><p>(1998), a rec inclui uma gama diversa e ampla de técnicas e, às vezes, é difícil</p><p>identificar os elementos essenciais e compartilhados desses programas. Por ve</p><p>zes, o componente "cognitivo" é mínimo ou está limitado a uma técnica específi</p><p>ca, como o diálogo interno de enfrentamento, sendo comportamental a ênfase</p><p>predominante da maioria dos programas. Agrupar esses programas diversos sob</p><p>a denominação geral de terapia cognitivo-comportamental pode parecer questio</p><p>nável. Essa falta de especificidade gera confusão, e a questão de se a rec é uma</p><p>intervenção efetiva permanecerá sem resposta, a menos que os elementos essen</p><p>ciais desses programas sejam defrnidos.</p><p>� necessário mais trabalho para:</p><p>• demonstrar a efetividade a longo prazo do rcc com grupos clfnicos;</p><p>• desenvolver modelos teóricos opropriodos em termos de desenvolvimento;</p><p>• ovaliar supostas mudonças nos processos cognitivos;</p><p>• definir os ospectos fundomentais da rcc com crionças.</p><p>Em suma, embora as evidências disponíveis sugiram que a rcc pode trazer</p><p>uma contribuição importante para o tratamento de uma ampla gama de proble</p><p>mas emocionais e comportamentais, é necessária mais pesquisa bem-projetada com</p><p>populações clínicas. Há uma necessidade de criar modelos cognitivos apropriados</p><p>em termos de desenvolvimento e definir mais precisamente o que acarreta a tera</p><p>pia cognitivo-comportamental com crianças. Isso também ajudará a determinar</p><p>que "componentes específicos da rcc oferecidos em qual seqüência ou combina</p><p>ção produzem que mudanças em que esferas de resultados" (Durlak et al., 1991).</p><p>25</p><p>.. CAPlruLO DOIS �</p><p>rapia cognitivo-comportamental</p><p>com crianças e adolescentes</p><p>A terapia cognitivo-comportamental (ICe) requer uma capacidade de sistemati</p><p>camente identificar; desafiar e gerar maneiras de pensar alternativas. O processo</p><p>envolve um grau de maturidade e sofisticação cognitiva e requer uma capacidade</p><p>de engajar-se em tarefas abstratas, como ver os eventos a partir de perspectivas</p><p>diferentes ou gerar atribuições alternativas. O grau no qual as crianças pequenas</p><p>têm o nível necessário de maturidade cognitiva para serem capazes de "pensar</p><p>sobre o pensamento" tem sido tema de debate.</p><p>Embora esse debate continue, a rce é freqüentemente utilizada com crian</p><p>ças pequenas. Uma revisão de 101 estudos de intervenções de rce descobriu</p><p>que 79% deles incluíam crianças com menos de 10 anos (Durlak et al., 1995). A</p><p>rce foi utilizada com sucesso com crianças menores de 7 anos apresentando</p><p>uma diversidade de problemas, incluindo encoprese (Ronen, 1993), enurese</p><p>(Ronen et al., 1995), rejeição à escola (King et al., 1998), dor abdominal (Sanders</p><p>et al., 1994), transtornos de ansiedade generalizada (Dadds et al., 1997; Silverman</p><p>et al., 199a), fobias (Silverman et al., 1999b), abuso sexual (Cohen e Mannarino,</p><p>1996; Deblinger et aL, 1990) e problemas comportamentais pré-escolares</p><p>(Douglas, 1998).</p><p>Ainda que a TCC tenha sido utilizada com crianças pequenas, descobriu-se</p><p>que aquelas abaixo da idade de 9 anos beneficiam-se menos que as outras. Uma</p><p>metanálise da terapia cognitivo-comportamental com crianças menores de 13</p><p>anos concluiu que, embora as crianças de todas as idades se beneficiassem com a</p><p>TCC, as pequenas beneficiavam-se menos (Durlak et aI., 1991). Entretanto, não</p><p>está claro se as mais novas não estavam suficientemente maduras para engajar</p><p>se nas tarefas da TCC ou se a intervenção não estava projetada no nível correto.</p><p>Poucos estudos relataram como as intervenções foram modificadas para as crian</p><p>ças mais novas. Combinar conceitos e técnicas da rcc no IÚvel de desenvolvi</p><p>mento da criança pode ajudar a superar algumas das questões de desenvolvi</p><p>mento percebidas (Ronen, 1992).</p><p>Apesar de a rcc poder ser sofisticada e complexa, muitas das tarefas reque</p><p>rem uma capacidade de raciocinar efetivamente sobre assuntos e questões con</p><p>cretas, o que difere do pensamento conceitual abstrato (Harrington et aI., 1998).</p><p>O estágio operatório concreto do desenvolvimento cognitivo, adquirido tipica</p><p>mente durante os anos intermediários (entre 7 e 12 anos de idade), é suficiente</p><p>para muitas das tarefas básicas da terapia cognitivcrcomportamental (Verduyn,</p><p>2000). Entretanto, o material precisa ser projetado para o nível apropriado. Téc</p><p>nicas mais concretas, com instruções claras e simples, são úteis para a maioria</p><p>27</p><p>28</p><p>das crianças mais novas; os adolescentes, no entanto, geralmente podem se engajar</p><p>em processos mais sofisticados, como a identificação de pressupostos disfuncionais</p><p>e a reestruturação cognitiva.</p><p>O desafio do trabalho com crianças mais novas é como traduzir conceitos</p><p>abstratos em exemplos e metáforas simples, concretos e compreensíveis da vida</p><p>cotidiana da criança. A ICC deveria ser divertida, interessante e atraente, com</p><p>materiais e conceitos apresentados na faixa etária adequada (Young e Brown,</p><p>1996). Por exemplo, Ronen (1992) forneceu idéias sobre como os conceitos dos</p><p>pensamentos automáticos (i. e., "fazer algo sem pensar sobre isso") e mediados</p><p>(i. e., ''um comando ou ordem que o cérebro envia para o corpo") foram transmi</p><p>tidos para as crianças pelo brincar. Os pensamentos mediados foram descritos</p><p>como um jogo de soldados em que o comandante (cérebro) enviava ordens para</p><p>seus soldados (o corpo) . Da mesma forma, os automáticos foram explicados du</p><p>rante uma sessão de pintura sobre um rio, em que o rio podia escorrer por onde</p><p>escolhesse (pensamentos automáticos) ou o fluxo podia ser mudado e guiado</p><p>por onde a criança quisesse (pensamento mediado) .</p><p>As metáforas podem ajudar fornecendo maneiras pelas quais os conceitos</p><p>abstratos são descritos e entendidos em termos concretos. Por exemplo, uma</p><p>criança agressiva poderia ser ajudada a pensar sobre sua raiva como um wlcão,</p><p>que acumula lava e depois entra em erupção. Pensar dessa maneira ajuda a crian</p><p>ça a explorar como ela pode parar o wlcão soprando no seu topo. Do mesmo</p><p>modo, a metáfora de um gravador tocando na cabeça pode ser utilizada para</p><p>descrever os pensamentos automáticos, ou a de um videoteipe, para ajudar a</p><p>criança a entender as imagens intrusivas. Metáforas como essas podem levar ao</p><p>desenvolvimento de estratégias de autocontrole. Ajudamos a criança a explorar</p><p>como seus pensamentos automáticos ou imagens intrusivas podem ser controla</p><p>dos "desligando-se o gravador" .</p><p>Tem sido relatada a utilização dessas imaginações com crianças de até mes</p><p>mo 5 anos, com as quais o método</p><p>da imaginação emotiva, desenvolvido por Lazarus</p><p>e Abramovitz (1962), foi usado para ajudar a superar o medo do escuro (Jackson e</p><p>King, 1981; King et al., 1998). Imagens de convívio positivo são utilizadas para</p><p>facilitar um afeto positivo forte, o qual é antagônico às reações emocionais desa</p><p>gradáveis, como a ansiedade e a raiva. Assim, Jackson e King (1981) aproveita</p><p>ram a imagem do personagem dos quadrinhos, Batman, para ajudar um menino</p><p>a superar seu medo da escuridão. De forma semelhante, a imaginação pode ser</p><p>utilizada com crianças mais velhas; por exemplo, uma imagem de quadrinhos</p><p>com uma pessoa usando um chapéu de burro pode ajudar a liberar sentimentos</p><p>de raiva derivados de provocações. Para serem efetivas, as imagens de convívio</p><p>positivo precisam ser específicas para a idade da criança e construídas com base</p><p>em seus interesses e fantasias (Rosenstiel e Scott, 1977).</p><p>• Crianças de pelo menos 7 anos poderão se engajar na TCC.</p><p>• A intervenção preciso ser projetado poro o nrvel de desenvolvimento cognitivo</p><p>do criança.</p><p>• O desafio para o profissional é traduzir conceitos abstratos em exemplos coti</p><p>dianos simples e concretos, com os quais o criança pode se relacionar.</p><p>As habilidades cognitivas essenciais necessárias para engajar-se na terapia cogni</p><p>tivo-comportamental não foram definidas. Em IÚvel elementar, as crianças preci</p><p>sam ser capazes de acessar e comunicar seus pensamentos. Além disso, Doherr e</p><p>colaboradores (1999) identificaram outras três tarefas fundamentais, a saber,</p><p>uma capacidade para gerar atribuições alternativas sobre os eventos, uma cons</p><p>ciência de emoções diferentes e uma capacidade para conectar pensamentos e</p><p>sentimentos em situações diversas.</p><p>• Acessando e comunicando pensamentos</p><p>Ouestionamento direto: df!S(rero o que wxê esftÍ pensundo</p><p>Entrevistas podem constituir uma fonte rica de informação sobre os pensamen</p><p>tos e os diálogos internos da criança (Hughes, 1988). Sugeriu-se que mesmo</p><p>crianças de 3 anos podem fornecer informações sobre seus pensamentos durante</p><p>uma entrevista (Hughes, 1988). No nível mais simples, isso pode ser determina</p><p>do pedindo-se a uma criança: descreva "o que você está pensando" ou "que pen</p><p>samentos estavam passando pela sua cabeça quando encontrou-se comigo pela</p><p>primeira vez". Algumas crianças serão capazes de identificar e articular uma sé</p><p>rie de pensamentos relacionados à tríade cognitiva. Elas podem relatar pensa</p><p>mentos referentes à percepção de si mesmas (p. ex., "sinto-me boba conversando</p><p>com você", ''você deve pensar que sou idiota por me aborrecer com essas coi</p><p>sas"), do mundo como injusto (p. ex., "tive que faltar ao treino de futebol para vir</p><p>aqui", "é mamãe que está com problemas. Fale com ela, não comigo") ou do</p><p>futuro (p. ex., "não acho que eu vir aqui vá ajudar em alguma coisa. Não vai fazer</p><p>diferença nenhuma").</p><p>Entretanto, muitas crianças responderão a esses questionamentos diretos</p><p>com comentários como "eu não sei" ou "não estava pensando em nada". Isso não</p><p>implica necessariamente que a criança não consegue acessar seus pensamentos,</p><p>mas sugere a necessidade de tentar uma abordagem alternativa indireta.</p><p>Alxmlogem indireto: tlesuero uma situOfÕo difícil recente</p><p>Provavelmente, as crianças mais novas acharão mais fácil pensar sobre uma situa</p><p>ção difícil recente. Ajude-as a descrevê-la ou a fazer um desenho sobre ela, observe</p><p>se são capazes de fornecer tanto uma descrição do que aconteceu quanto alguns</p><p>dos seus pensamentoS/atribuições sobre o evento. Estimular as crianças a expres</p><p>sarem seus pensamentos em momentos específicos, antes, durante ou imediata</p><p>mente depois de um evento, pode fornecer uma estrutura útil para ajudar a identi</p><p>ficar os seus diálogos internos (Kendall e Chansky; 1991). Em outros momentos,</p><p>uma sondagem e uma estimulação cuidadosa durante a entrevista podem ajudar a</p><p>criança a acessar seus pensamentos, como ilustrado a seguir.</p><p>29</p><p>30</p><p>Mike, com 7 anos, havia batido em uma criança na escola recentemente, o</p><p>que resultou em ser chamado, junto com os seus pais, a reunir-se com o diretor da</p><p>escola. O incidente foi discutido durante nosso encontro, como segue:</p><p>CliNIco:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>CLÍNICO:</p><p>MIKE:</p><p>Mike, você pode me contar sobre a briga que teve na escola?</p><p>Foi o Lucas que começou. Ele me empurrou, então bati nele. Agora,</p><p>sobrou para mim. Foi isso.</p><p>Como Lucas começou?</p><p>Ele me disse nomes.</p><p>Ele lhe diz nomes com freqüência?</p><p>Não.</p><p>Por que você acha que ele lhe disse nomes?</p><p>Não sei. Acho que ele me odeia.</p><p>• •</p><p>E só você ou tem outras pessoas na escola que ele odeia?</p><p>Não, só eu. Ele gosta de todos os outros.</p><p>E Lucas briga com outras pessoas?</p><p>Sim. Ele está sempre brigando.</p><p>Ele gosta das outras pessoas com quem briga?</p><p>Não sei. Acho que é só a mim que ele odeia.</p><p>O que você acha que vai acontecer da próxima vez que você o ver?</p><p>Ele vai me bater. E por isso que vou bater nele antes.</p><p>Essa brevíssima discussão começou a mostrar como Mike acessava seus pen</p><p>samentos. Ele percebia que era odiado e estava prevendo que Lucas iria bater</p><p>nele novamente.</p><p>o que os outros podem estar pensando?</p><p>As crianças mais novas podem ter dificuldade em acessar e descrever as próprias</p><p>cognições, mas talvez sejam capazes de descrever o que outra pessoa está pen</p><p>sando (Kane e Kendall, 1989). Podem ser utilizados marionetes e jogos para criar</p><p>e encenar a situação difícil da criança e, no decorrer da brincadeira, pede-se a ela</p><p>que mostre ou diga o que as marionetes estão pensando.</p><p>Uma abordagem alternativa, mais estruturada, é oferecer um conjunto de</p><p>opções possíveis entre as quais a criança pode escolher. Isso forma a base do</p><p>Attributional Style Questionnaire (Fielstein et al., 1985), em que são apresenta</p><p>das 12 ilustrações à criança, pedindo-se que ela selecione qual de quatro resulta</p><p>dos possíveis (p. ex., notável falta de habilidade, esforço, sorte ou complexidade</p><p>da tarefa) causou o evento. Embora isso não forneça informação sobre as cognições</p><p>específicas da criança, oferece uma compreensão valiosa de como ela constrói o</p><p>seu mundo.</p><p>Bolões de pensamento</p><p>Uma abordagem não-verbal alternativa é dar figuras ou quadrinhos à criança e</p><p>pedir-lhe para sugerir o que as pessoas/personagens estão pensando. Essa abor</p><p>dagem foi defendida por Kendall e Chansky (1991) e utilizada no programa Coping</p><p>Cat para o tratamento da ansiedade (Kendall, 1992). Por exemplo, no programa</p><p>citado pede-se à criança para sugerir o que poderiam estar pensando um patinador</p><p>no gelo ou uma criança assando uma salsicha na fogueira.</p><p>Esse método pode ser simplesmente adaptado, dependendo dos recursos</p><p>materiais disponíveis. Por exemplo, pode-se solicitar que ela sugira o que o gato</p><p>e o rato estão pensando na figura seguinte.</p><p>• Gerando otribuiçóe5 alternativas</p><p>SiluOfÓi!S hipolMros</p><p>Doherr e colaboradores (1999) criaram uma série de situações hipotéticas sim</p><p>ples para avaliar se as crianças são capazes de identificar atribuições alternativas</p><p>para os eventos. Vários cenários são apresentados, alguns dos quais são imita</p><p>ções e adaptações daqueles utilizados por Greenberg e Padesky (1995). Por exem</p><p>plo, "uma criança em uma pracinha grita 'olá' para seu amigo, mas este passa</p><p>indiferente". Então, pede-se à criança que pense em todas as explicações diferen</p><p>tes que conseguir para o que aconteceu.</p><p>Abordagens como essa também foram utilizadas para explorar habilidades</p><p>de resolução de problemas. O Preschool Interpersonal Problem-Solving Inventory</p><p>fornece um conjunto de ilustrações gráficas e pede à criança que gere tantas</p><p>soluções quantas conseguir para o dilema (Spivack e Shure, 1974). Semelhan</p><p>temente, o pensamento sobre meios e fins pode ser avaliado pela utilização do</p><p>Means Ends Problem-Solving Inventory (Spivack et al., 1976). São fornecidos o</p><p>começo e o fmal de uma história, pedindo à criança que identifique todas as</p><p>maneiras possíveis pelas quais o final</p>27-28
fundamentos empíricos, 11-14
problemas comuns na realização, 35-36, 39-40
questões desenvolvimentais, 23-24, 27-28, 38-
3.
Terapia racional-emotiva, 12-13
Treinamento auto-instrucional, 12-13, 15-16, 20-
21, 50-51, 189, 196-181
Treinamento de relaxamento, 21-22, 47-,50, 152,
160