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COLEGIADO DE FISIOTERAPIA
TRAUMATO-ORTOPEDIA
 GRUPO 3 :
• ANA PAULA
• ALESSANDRA
• CLAUDIO
• GLEYDIANE
• JANAÍNA
• MAIANE
• MARIE
PROF.
GISELE SABINO
OSGOOD-
SCHLATTER
HISTÓRIA -APRESENTAÇÃO CLÍNICA
❖ A queixa mais comum é a dor exacerbada no joelho ou na região inferior, em
decorrência do exercício físico ou trauma, sendo aliviada com o repouso.
• Em 1903, o médico Robert Osgood, cirurgião ortopédico americano, e Carl
Schlatter, cirurgião suíço, descreveram simultaneamente uma doença que
ocasionava dor na tuberosidade tibial após exercício excessivo.
• A Doença de Osgood-Schlatter (também conhecida como Síndrome da tração do
tubérculo tibial apofisárias ou apofisite da tuberosidade tibial anterior), é uma
irritação da cartilagem de crescimento pelo tracionamento excessivo do tendão
patelar na sobre a tuberosidade tibial anterior (TAT).
• O diagnóstico é clínico, baseado na história clínica e no exame físico.
❖ A doença de Osgood-Schlatter ocorre geralmente entre
os 9 a 14 anos de idade.
❖ Acomete mais crianças ou adolescentes do sexo
masculino, tendo uma relação meninos e meninas de 3:1.
❖ As meninas são afetadas geralmente entre 10 a 11 anos
(podendo variar entre 8 e 12 anos); já os meninos são
afetados geralmente entre os 13 e 14 anos (podendo
variar entre 12 e 15 anos).
❖ A incidência em adolescentes que praticam atividade
esportiva pode chegar a 20%, em comparação a 5% nos
não praticantes. Embora o acometimento seja
assimétrico, pode ser bilateral em 25 a 50% dos casos. 
ETIOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
❖ A causa da doença de Osgood-Schlatter (DOS) é
desconhecida.
❖ Esta patologia ocorre quando existe um stress na
epífise de crescimento próximo a área da
tuberosidade tibial.
❖ Resultando na elevação do tubérculo tibial, causado
pela separação da região proximal da inserção do
tendão patelar.
❖ Durante a reparação desta fratura por estresse, o
novo osso é formado no espaço da avulsão, o que
pode resultar em um tubérculo tibial desviado e
proeminente. 
❖ No entanto, a teoria mais aceita é a de que as repetidas contrações
extensoras do joelho levam à tração na porção anterior do centro
de ossificação em desenvolvimento, resultando em múltiplas
fraturas de micro avulsão subagudas e/ou inflamação tendinosa.
❖ Como consequência, tem-se um distúrbio benigno e
autolimitado manifestado como dor, edema e hiperemia.
❖  É uma doença osteomuscular (e extra–articular) comum em adolescentes.
Caracterizada por uma inflamação que ocorre na cartilagem do joelho e no
osso da tíbia devido ao esforço excessivo sobre o tendão patelar, causada
por um crescimento muito rápido ou por exercícios físicos extenuantes
(apofisite de tração da placa de crescimento do tubérculo tibial).
❖ Um fragmento separado pode se desenvolver na inserção do tendão da patela e
pode levar à dor crônica, decorrente da não ossificação. 
❖ Estudos histológicos apoiam esta etiologia traumática.
A síndrome de Osgood-S
chlatter ocorre principalm
ente em adolescentes qu
e
praticam esportes de im
pacto e quando são exig
idas rápidas mudanças
de
velocidade como futebol,
 basquetebol, corrida, ba
lé etc.
O diagnóstico é firmado, na maioria dos casos, com história e exame físico.
Algumas outras doenças mais graves e que podem gerar danos permanentes
devem ser consideradas no diagnóstico diferencial, caso a história e o exame físico
deixem dúvidas.
Exemplos: tumores, osteocondrite dissecante, fraturas ou dor irradiada do quadril.
Nesses casos, é sempre indicada a realização de exames complementares.
A ausência de traumatismo, ou a presença de sintomas sistêmicos (febre, perda de
peso ou mal estar), dor óssea ou na articulação em outros locais, dor noturna ou
após o repouso, dor ao exame na articulação do quadril ou do joelho, entre outros
sintomas, são sinais de alarme para a potencial presença de outra entidade
nosológica que não a DOS.
DIAGNÓSTICO
No exame físico pode ser encontrado:
✔ Aumento da sensibilidade;
✔ Dor, inchaço e vermelhidão; 
✔ Edema ou massa proeminente no tubérculo
tibial (local onde o tendão patelar se insere
na tíbia).
A palpação pode desencadear dor no local.
Geralmente a movimentação, marcha e os reflexos são
normais.
EXAME FÍSICO
Deve-se verificar o joelho flexionado em perfil.
Ao palpar o tubérculo o paciente irá relatar dor.
Para observar a sintomatologia pede-se que o
paciente deve realizar uma flexão e em
seguida uma extensão com exercício ativo
resistido.
INSPEÇÃO PALPATÓRIA
❖ Pode ser observado um edema macio visível ao redor da
tuberosidade da tíbia.
Alguns autores sugerem realização de
radiografia em todos os caso, pelo menos
uma vez, na avaliação ou durante o
tratamento, a fim de descartar outras
etiologias.
RADIOGRAFIA
❖ O achado mais comum nas radiografias,
principalmente se realizadas na fase inicial, é a
ausência de alterações.
ACHADOS RADIOGRÁFICOS QUE PODEM SER
ENCONTRADOS:
✔ Ossículo superficial no tendão patelar;
✔ Ossificação irregular da tuberosidade tibial proximal;
✔ Calcificação dentro do tendão patelar;
✔ Espessamento do tendão patelar;
✔ Edema do tecido mole proximal à tuberosidade tibial.
Geralmente não são necessários outros exames para fazermos o diagnóstico da DOS,
mas eles podem ser necessários para investigarmos outros diagnósticos possíveis.
A ultrassonografia pode revelar uma tuberosidade normal, imagem hiperecogênica
devido ao espessamento do tendão patelar e área hipoecogênica do tecido mole
adjacente.
A cintilografia óssea pode demonstrar aumento da reabsorção óssea na área da
tuberosidade tibial. 
A tomografia computadorizada (TC).
A ressonância magnética (RM) podem revelar mudanças na inserção do tendão da
patela. A ressonância magnética pode ajudar no diagnóstico de uma apresentação
atípica, estadiamento da doença e prognóstico, porém sua utilidade é limitada. A
ressonância magnética auxilia mais na investigação de outros diagnósticos diferenciais.
OUTROS EXAMES DE IMAGEM
OBJETIVO DE TRATAMENTO
CURTO PRAZO:
• Promover Analgesia;
• Reduzir o edema;
• Manter ou ganhar ADM;
• Ganhar Flexibilidade.
MÉDIO PRAZO:
• Realizar todas as condutas anteriores;
• Manter e ganhar Força Muscular;
• Normalizar tônus muscular;
• Treinar a Marcha;
• Trabalhar a propriocepção e equilíbrio;
• Prevenir Contraturas e deformidades
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
CURTO PRAZO:
• TENS convencional e US;
• Crioterapia;
• Leserterapia;
• Mobilização articular Grau I e II para analgesia e III e IV para ganho de ADM - Maithland;
• Alongamento passivo ou ativo assistido;
MÉDIO PRAZO:
• Cinesioterapia movimentação passiva, ativa-assistida e isométrica.
• Órteses ortopédica Neoprene.
Órtese
 ortop
édica
 Neop
rene.
Band
agem
❖ O tratamento cirúrgico somente é indicado quando o paciente continua apresentando quadro
álgico após todos os tratamentos.
REFERÊNCIAS
• UPTODATE, 2019. Doença de Osgood-Schlatter (avulsão da tuberosidade da tíbia) Disponível
em: <https://www.uptodate.com/contents/osgood-schlatter-disease-tibial-tuberosity-
avulsion?search=osgood%20schlatter&source=search_result&selectedTitle=1~68&usage_type=d
efault&display_rank=1>. Acesso em 04 de nov. de 2019.
• PORTALPED, 2018. Doença de Osgood-Schlatter: o que é, quais são as causas e como tratar?
Disponível em: <https://www.portalped.com.br/especialidades-da-pediatria/pediatria-geral/
doenca-de-osgood-schlatter/>. Acesso em 04 de nov. de 2019.
• ZAMBELLI, R., 2018.Osgood-schlatter: como a fisioterapia atua nesta patologia?
Disponível em: <https://blogfisioterapia.com.br/osgood-schlatter/>. Acesso em 04 de nov. de
2019.
OBRIGADO!!!

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