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FACULDADE CAMPOS ELÍSEOS ESPECIALIZAÇÃO EM Atendimento Educacional Especializado(AEE) maria vicente dos santos gomes micheline félix cordeiro A avaliação pedagógica na educação Especial: Avanços e desafios em uma escola da rede Municipal de Pilar. Maceió 2019 � FACULDADE CAMPOS ELÍSEOS maria vicente dos santos gomes micheline félix cordeiro A avaliação pedagógica na educação Especial: Avanços e desafios em uma escola da rede Municipal de Pilar. Monografia apresentada á Faculdade Campos Elíseos, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Atendimento Educacional Especializado(AEE), sob supervisão da orientadora: Prof.Fatima Ramalho Lefone. Maceió 2019� FACULDADE CAMPOS ELÍSEOS maria vicente dos santos gomes micheline félix cordeiro A avaliação pedagógica na educação Especial: Avanços e desafios em uma escola da rede Municipal de Pilar. Monografia apresentada á Faculdade Campos Elíseos, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Atendimento Educacional Especializado(AEE), sob supervisão da orientadora: Prof.Fatima Ramalho Lefone. Aprovado pelos membros da banca examinadora em ___/___/___.com menção ____ (________________). Banca Examinadora _________________________________ _________________________________ Maceió 2019 RESUMO A avaliação vem sendo debatida ao longo do tempo e com isto percebemos que muita coisa mudou e muita coisa ainda tem que ser mudada. Desta forma nos questionamos como deve ser a avaliação de crianças especiais, tendo em vista que as mesmas têm suas dificuldades e por esta razão deve ter uma avaliação bem diferenciada, de forma que seja respeitado seu tempo e seu espaço. Porém para que isto aconteça é fundamental que os professores tenham uma formação adequada, pois desta maneira ele avaliará este alunos de forma correta. A educação especial teve muitos avanços e com isto os alunos que antes não tinham o direito de estudar agora podem estudar em uma sala só para crianças especiais, o que acabou gerando mais preconceito por parte dos outros alunos. Depois de muito debate sobre o assunto estes alunos foram inseridos em sala normal, passando assim a estudar com outros alunos e a ter um auxiliar que o ajude nas tarefas. Outro apoio fundamental foi a sala de recursos, a qual eles vão uma vez por semana para realizar trabalhos com uma psicopedagoga.Vistamos uma escola da rede municipal de Pilar, onde algumas professoras são formadas e preparadas para trabalhar com crianças especiais. Elas avaliam as crianças especiais respeitando o tempo de cada uma. Lá eles têm a sala de recurso, participam de todos os projetos da escola e de forma alguma registramos alguma forma de preconceito, pois lá os mesmos são bem acolhidos. Palavras-chave: Educação. Especial. Avaliação. Formação. Professores. � SUMÁRIO 61 INTRODUÇÃO � 6.1.1 OBJETIVOGERAL � 61.2 OBJETIVO ESPECÍFICO � 61.3 JUSTIFICATIVA � 61.4 PROBLEMA � 7CAPÍTULO I � 8CAPÍTULO II � 9CAPÍTULO III � 10CAPÍTULO IV � 12CONSIDERAÇÕES FINAIS � 13REFERÊNCIAS � � � 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objetivo ampliar conhecimentos sobre a avaliação de crianças especiais. Este trabalho é dividido em quatros capítulos. No primeiro capítulo abordaremos como se deu a origem da Educação Especial no contexto escolar. No segundo falaremos sobre exclusão e inclusão de crianças especiais na escola. E no terceiro capitulo refletiremos sobre a avaliação na Educação Especial. E no quarto e último capitulo observaremos como é feita a avaliação de crianças especiais em uma escola Municipal de Pilar. .1.1 OBJETIVO GERAL Ampliar conhecimentos sobre a avaliação de crianças especiais. Entender a Educação especial como sendo fundamental para o crescimento de uma sociedade. Compreender como se dá a avaliação na Educação Especial. 1.2 OBJETIVO ESPECÍFICO Compreender como é feita a avaliação das crianças especiais na rede Municipal de Pilar. 1.3 JUSTIFICATIVA Tendo em vista alguns questionamentos sobre a avaliação de crianças especiais, buscaremos através deste trabalho responder algumas destas questões. 1.4 PROBLEMA Diante de tantos desafios na educação Especial, dentre eles muitas dúvidas nos levam a questionar como deve ser a avaliação das crianças especiais numa escola? � CAPÍTULO I Origem da Educação Escolar para crianças especiais Durante muito tempo as crianças nascidas com algum problema, seja ele mental ou corporal, eram tidas como deformadas, e assim eram excluídas da sociedade. Nesta perspectiva os ditos “perfeitos” não as queriam por perto, com isto, eram muitas vezes excluídas de suas próprias famílias. Desta forma: Ao longo da história da educação especial é possível visualizarmos os espaços e lugares marginais ocupados pelos sujeitos que compõe este universo. Da crença de que não poderiam ser escolarizados e capazes de aprender, passamos a adoção de diagnósticos e categorizações que aprisionaram e reduziram o sujeito à sua própria deficiência. O grau de prejuízo acabava por determinar os espaços escolares – escola especial, classe especial, ensino comum – que poderiam freqüentar. Uma responsabilização única e exclusiva ao sujeito que deveria se adequar ao espaço educacional, ao ritmo e ao tempo de aprendizagem da turma onde estava inserido (BRIDI,2009,p.2). A autora nos leva a refletir sobre a inclusão escolar, e nesta concepção podemos observar que primeiro o aluno foi excluído da escola, por acharem que ele não podia ser escolarizado, depois só poderiam estudar em determinada escola e em uma turma só para crianças especiais. Começando assim uma inclusão que na verdade era exclusão, pois a mesma excluía estes alunos dos outros, chegando até a aumentar o preconceito de outros alunos. Porém a mudança não parou por ai, pois: Em termos práticos, o que podemos observar é que efetivamente o MEC distribuiu os materiais e recursos para a abertura das Salas de Recursos Multifuncionais, na grande maioria dos municípios que fizeram tal solicitação, entretanto, muitas dessas salas ainda não se encontram em funcionamento, principalmente porque não há professores especializados no atendimento de alunos com deficiência intelectual e outras deficiências (MILANEZ; OLIVEIRA. 2013, p.13). Com isto podemos observar que faltam professores qualificados para atuar nesta área, desta forma precisamos de investimento na formação de educadores especiais. No próximo capitulo aprofundaremos mais um pouco sobre a inclusão e exclusão escolar, ampliando assim o leque de informações sobre a maneira correta de acolhermos nossos alunos na comunidade escolar. CAPÍTULO II Inclusão ou exclusão escolar A inclusão de crianças especiais na escola é coisa séria, porém para que isto aconteça positivamente é fundamental que todos os educadores tenham formação sobre o assunto, tendo em vista que todo professor deve receber um aluno especial ou mais em sua sala, é preciso que o mesmo esteja preparado para esta ação, pois do contrário não será possível acontecer uma inclusão escolar correndo risco de uma exclusão e um trauma que acompanhará este aluno para a vida inteira. Esta forma de inclusão só gera mais preconceito e discriminação. Porém com o passar do tempo e depois de muitas discussões sobre o assunto observamos que houve mais um avanço, os alunos especiais passaram a estudar na mesma sala de outros alunos, tendo também uma pessoa para auxiliar no que fosse preciso. Este avanço foi fundamental para o crescimento do indivíduo. Sendo assim: É neste contexto de reformas educacionais filiadas aos pressupostos neoliberais que ocorre a disseminação das políticas de inclusão em nosso país. No que tange a formação inicial de professores e suas relações com o campo da educação especial,no ano de 2001, a Resolução nº. 2 do CNE institui as Diretrizes da Educação Especial na Educação Básica. As linhas do referido documento apresentam uma distinção entre professores capacitados e professores especializados para trabalharem com os alunos com “necessidades educacionais especiais (BRIDI,2011,p.2). . Os professores especializados para trabalharem com crianças especiais, tem formação suficiente para evitarem uma exclusão escolar, de forma que ao perceber alguma forma de exclusão entre os alunos a mesma tratará de conter o mesmo. Buscando através da didática meios que os levem a um respeito às diferenças, sejam elas espaciais ou não. A autora nos remete a uma reflexão sobre as políticas publicas que buscam favorecer e acolher as crianças especiais, mudanças estas que não depende só da lei, mas de cada um de nós, pois cada um de nós educadores ou não somos responsáveis por fazer com que as mudanças aconteçam não só na escola, mas também na sociedade. Sabemos que não é fácil avaliarmos nossos alunos tidos como normais, e os questionamentos acabam aumentando quando se trata de crianças especiais, pois muitos são os educadores se questionam a este respeito.E foi pensando a respeito disto que decidimos abordar no tema a seguir sobre “Como avaliar uma criança especial”, com isto iremos tirar algumas dúvidas sobre os temas. CAPÍTULO III Como avaliar uma criança especial? A avaliação escolar deve ser feita de forma processual, pois a mesma deve ser muito bem analisada, mas para que isto aconteça é preciso que o educador esteja preparado, qualificado para exercer esta função de forma correta. Assim: Nessa perspectiva, acreditamos na necessidade da formação do professor no âmbito da Educação Especial para o enfrentamento de novas demandas surgidas, particularmente em relação ao currículo escolar e às práticas pedagógicas, onde a avaliação tem um espaço de atuação determinante (TOMADON; TURECK. 2013, p.2). O educador deve avaliar as crianças especiais de forma que não cause injustiça, pois a mesma deve ser avaliada de forma que sejam analisados também seu desenvolvimento mental e psicológico. Observamos que: Em tempos passados, a avaliação era feita para verificar simplesmente se o aluno aprendeu, com caráter classificatório para testar e medir seus acertos e erros. O instrumento mais usado para avaliar era a prova, pelo qual ficavam os objetivos distorcidos e muitas vezes serviam para castigar os alunos e retê-los na série, causando assim medo entre os educandos, impedindo uma relação interativa entre docente e discente (TOMADON; TURECK. 2013, p.4). Hoje depois de muito estudo e debates e leis, foi possível observar que muita coisa mudou e ainda tem muito para ser mudado, mas aos poucos chegaremos lá. Compreende que o processo de se avaliar uma criança especial pode até ser lento, porém é eficiente e eficaz. Ele é necessário no processo de ensino e aprendizagem da criança especial, onde devemos respeitar o seu tempo, buscando alternativas dinâmicas e criativas que prendam a atenção da criança. A avaliação da criança especial deve ser diferenciada bem como suas atividades escolares, porém a mesma não deve ser excluída de nenhuma atividade em dupla ou em grupo. Como também de nenhum projeto da escola, o educador deve buscar meio para que o educando seja inserido na comunidade escolar. Vejamos agora como é feita a avaliação de crianças especiais numa escola municipal de Pilar. CAPÍTULO IV Avaliação de crianças em uma rede municipal de Pilar Muitas questões giram em torno da avaliação, especialmente sobre a avaliação na Educação Especial. E com as mudanças ocorridas ao longo do tempo a avaliação também mudou. Observamos uma escola Municipal de Pilar para assim analisarmos como é feita a avaliação das crianças especiais. A mesma tem alunos matriculados do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental um, são cinco salas que funcionam nos turnos matutino e vespertino. As crianças especiais são inseridas nas salas juntament6e com outras crianças e tem o acompanhamento de um auxiliar. Porém nem todas as crianças que tem um auxiliar, pois para isto é preciso que a mesma tenha um laudo médico, o qual comprove sua deficiência e algumas crianças não tem. Para que se consiga o laudo médico é preciso que a mãe leve seu filho ao médico para o mesmo faça o diagnóstico da criança, pois nós professores não temos formação para tal ação, esta atuação faz parte da medicina. O problema é que muitas mães não aceitam o problema de seus filhos e com isto deixam de levá-los ao médico, impedindo assim que seu filho tenha ajuda necessária para seu tratamento. Nota-se que os educadores desta escola procuram através de pesquisas atividades próprios para o desenvolvimento de cada aluno, observando suas necessidades. Também as salas de recursos dão um ótimo suporte, pois: ...é notória a mudança que as escolas vêm empreendendo para adequação de seus espaços físicos, mobiliários, materiais, recursos, currículos e, principalmente, formação de sua equipe escolar (MILANEZ; OLIVEIRA. 2013, p.13). Sendo assim, muitos são os meios para que os alunos especiais sejam avaliados corretamente, mas para que isto aconteça é preciso que o mesmo tenha uma boa formação e foi justamente isto que encontramos nesta escola, pois alguns professores têm esta formação. É verdade que seria ótimo se todos tivessem uma formação nesta área, mas ainda precisamos de mais investimento na educação para isto aconteça. Nesta escola os educadores buscam através de dinâmicas de grupo engajar os alunos especiais, e: Dessa forma, entende-se que na educação especial os professores precisam utilizar diferentes critérios e instrumentos avaliativos para que alunos não sofram prejuízos. E será através da avaliação que os professores poderão rever sua prática pedagógica, diversas estratégias deverão ser utilizadas para alcançar avanços significativos com os alunos, sendo assim necessária uma reflexão sobre as formas organizativas do trabalho pedagógico propostas para a educação especial na atual política educacional brasileira (TOMADON; TURECK. 2013, p.4). Os educadores desta escola Municipal fazem sua avaliação respeitando o tempo de aprendizagem de cada criança, o processo é lento, mas a aprendizagem é significativa. Através de pesquisas, eles buscam atividades adequadas que supra a dificuldade de cada criança. Com isto a avaliação é feita através de uma análise sobre o desenvolvimento da aprendizagem e na socialização com os colegas, educadores, e os funcionários da escola. E assim: A escola precisa ver o papel da avaliação na aprendizagem como um processo de ensino a um caminho a seguir entre um ponto de partida e um ponto de chegada com metas e objetivos educacionais. Na educação especial os professores precisam ser preparados para compreender as necessidades e as possibilidades de cada aluno, fazendo as adaptações necessárias durante o processo avaliativo. A avaliação não deve priorizar apenas o resultado ou o processo, mas deve como prática de investigação, interrogar a relação ensino aprendizagem e buscar identificar os conhecimentos construídos e as dificuldades de uma forma dialógica(TOMADON; TURECK. 2013, p.12). Tendo em vista que é muito importante a formação dos professores de Educação especial, pois além de realizarem um bom trabalho eles fazem com que a inclusão aconteça e a exclusão tende a desaparecer. Observamos que os alunos que não são especiais tem uma ótima aceitação quanto a participação dos alunos especiais. Os alunos especiais desta escola municipal de Pilar tem participação ativa em todos os projetos desenvolvidos na mesma, como quadrilha, jogos internos, ir ao cinema,etc. Eles contam também como já falamos com uma sala de recursos com uma psicopedagoga, a qual uma vez por semana cada criança especial é convidada a ir realizar algumas atividades. Por fim observamos que as crianças especiais desta escola são muito bem acompanhadas, pois em momento algum presenciamosexclusão dos mesmos, pelo contrário percebemos que estes alunos são muito bem aceitos pela comunidade escolar. E o que é muito importante estes alunos são muito bem avaliados, estes educadores estão de parabéns. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este trabalho foi de suma importância para o nosso crescimento intelectual, mental e social, tendo em vista que através destes estudos foi possível compreender como deve se dá a avaliação de uma criança especial, observando assim que o educador busque uma formação adequada, pois sabemos que já é lei e a todo momento teremos que trabalhar com estas crianças em sala de aula. E esta formação PE fundamental. Porém para que isto não torne uma situação frustrante para os educadores e para as crianças é preciso que esta formação aconteça o mais rápido possível. Visto que: No campo da educação especial, historicamente, temos acompanhado sucessivas mudanças paradigmáticas, normativas e conceituais que implicam, ou deveriam implicar, em mudanças nas práticas sociais e educacionais envolvendo os sujeitos da educação especial (BRIDI,2011,p.2). Tanto os artigos que lemos quanto a visita que fizemos a esta escola foram um aprendizado muito importante para ampliação dos nosso conhecimentos sobre a avaliação de crianças especiais. Esperamos através do mesmo conseguir que muitos aprendam um pouco sobre este assunto, podendo assim compartilhar nossos conhecimentos. Sabemos que ao longo do tempo passamos por vários mecanismos de avaliação, porém: Nem todos esses mecanismos ocorrem ao mesmo tempo e nem sempre são suficientemente fortes para impedir totalmente a inovação. No entanto, são freios que devem ser considerados em uma estratégia de mudança das práticas pedagógicas. Isso não quer dizer que basta mudar a avaliação para que o resto se transforme como por milagre. A mudança das práticas pedagógicas se choca com outros obstáculos (PERRENOUD,1999,p.3). Muitos são os obstáculos, mas com muita força de vontade poderemos ir longe. Com isto só nos cabe agradecer a oportunidade a nós concedida. REFERÊNCIAS BRIDI,Fabiana Romano de Souza. Formação continuada em educação especial: o. atendimento educacional especializado. Revista do programa de pós- graduação em educação POIÉSIS. V.4, n.7. Santa Catarina, 2011. Disponível em: http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Poiesis/article/view/655/613. BRIDI,Fabiana Romano de Souza. Atendimento Educacional Especializado. Reflexão e ação - Revista do departamento de educação e do programa de pós-graduação em educação-mestrado e doutorado. . V.17, n.1. Santa Catarina, 2009. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/view/766/668. MILANEZ, Simone Gredini Costa; OLIVEIRA, Anna Augusta Sampaio de. O Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Deficiência Intelectual: a Política, as Concepções e a Avaliação. Cultura Acadêmica; Marília: Oficina Universitária. São Paulo, 2013. Disponível em: https://www.marilia.unesp.br/Home/Publicacoes/af-livro_10_milanez.pdf. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulamentação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3741456/mod_resource/content/3/A%20avalia%C3%A7%C3%A3o%20entre%20duas%20l%C3%B3gicas_Perrenoud_Porto%20Alegre%2C%20Artmed%2C%201998..pdf TOMADON, Maria Regina; TURECK, Lúcia Terezinha Zanato. Avaliação pedagógica na educação especial: caminhos e desafios. Caderno PDE 2013. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_unioeste_edespecial_artigo_maria_regina_tomadon.pdf.