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TOPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL QUESTIONÁRIO UNIDADE I

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Questões resolvidas

Figura: O contador como centro dos interesses divergentes. Fonte: Os autores com base em Iudícibus et al. (2010, p.13)
O que significa ser o centro dos interesses divergentes?
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações para fins de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar com interesses divergentes.
Que o contador não tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que apenas o contador tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que faltam meios para o contador distribuir as informações contábeis.
Que as dificuldades são tão grandes que não vale a pena envolver os gerentes na contabilidade.

Klabin (2011, p. 277-278), com base em John Elkington, e o poeta polonês Stanislaw Lec reproduziram a seguinte [e drástica] frase para comentar o conceito de sustentabilidade:
Klabin (2011 p. 277-278) usou essa frase por quê?
Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao conceito de sustentabilidade.
Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um conceito tão prático como um garfo.
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou incorporou o conceito.
Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na responsabilidade tributária da empresa.
Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido pelas empresas, porém necessita de maior divulgação.

Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo com a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”:
Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou acionistas.
Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a sociedade não ajudar, não terão como atuar.
A comparação é descabida porque o conceito de empresa que temos atualmente é recente, formado a partir da Constituição Federal de 1988.

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Questões resolvidas

Figura: O contador como centro dos interesses divergentes. Fonte: Os autores com base em Iudícibus et al. (2010, p.13)
O que significa ser o centro dos interesses divergentes?
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações para fins de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar com interesses divergentes.
Que o contador não tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que apenas o contador tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que faltam meios para o contador distribuir as informações contábeis.
Que as dificuldades são tão grandes que não vale a pena envolver os gerentes na contabilidade.

Klabin (2011, p. 277-278), com base em John Elkington, e o poeta polonês Stanislaw Lec reproduziram a seguinte [e drástica] frase para comentar o conceito de sustentabilidade:
Klabin (2011 p. 277-278) usou essa frase por quê?
Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao conceito de sustentabilidade.
Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um conceito tão prático como um garfo.
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou incorporou o conceito.
Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na responsabilidade tributária da empresa.
Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido pelas empresas, porém necessita de maior divulgação.

Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo com a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”:
Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou acionistas.
Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a sociedade não ajudar, não terão como atuar.
A comparação é descabida porque o conceito de empresa que temos atualmente é recente, formado a partir da Constituição Federal de 1988.

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TÓPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL - CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6941-40_59801_R_20182 CONTEÚDO
Usuário aline.lima30 @unipinterativa.edu.br
Curso TÓPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE I
Iniciado 30/10/18 17:42
Enviado 30/10/18 17:46
Status Completada
Resultado da
tentativa
5 em 5 pontos  
Tempo decorrido 3 minutos
Resultados
exibidos
Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
A seguir, temos a conhecida música de Adoniran Barbosa “Saudosa Maloca”, leia
atentamente: 
Saudosa Maloca 
Demônios da Garoa 
Se o senhor não tá lembrado 
Dá licença de contar 
Ali onde agora está 
Este "adifício arto" 
Era uma casa "veia", um palacete assobradado 
Foi aqui seu moço 
Que eu, Mato Grosso e o Joca 
Construímos nossa "maloca" 
Mas um dia 
"nóis" nem pode se "alembrá" 
Veio os "home" com as ferramenta 
E o dono "mandô derrubá" 
Peguemos todas nossas coisas 
E fumos pro meio da rua 
"Apreciá" a demolição 
Que tristeza que "nóis" sentia 
Cada táuba que caía 
Doía no coração 
Mato Grosso quis gritar 
Mas em cima eu falei 
Os "home tá cá" razão 
"nóis arranja" outro lugar 
Só "se conformemo" 
Quando o Joca falou 
Deus dá o frio conforme o "cobertô" 
E hoje "nós pega" a paia 
Nas grama do jardim 
E pra esquecer "nóis cantemos" assim: 
Saudosa maloca, maloca querida 
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,5 em 0,5 pontos
aline.lima30 @unipinterativa.edu.br
Resposta
Selecionada:
b. 
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e.
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da
resposta:
Dim dim "donde nóis passemo" os dias feliz de nossa vida 
Saudosa maloca, maloca querida 
Dim dim "donde nóis passemo" os dias feliz de nossa vida 
Adoniran Barbosa 
Pelo trabalho artístico de Adoniran Barbosa, vemos as consequências do avanço do
progresso provocando tristeza nas pessoas. Nessa música, os homens que acompanhavam
a destruição de sua casa e foram despejados de forma brusca, se conformam com a
situação e deram razão para os empreendedores. Por que isso aconteceu?
As empresas devem dar lucro e, por isso, se justi�cam suas ações.
Entende-se que empresas não devem dar lucro para a sociedade e que o
progresso não é necessário.
As empresas devem dar lucro e, por isso, se justi�cam suas ações.
Porque eles já haviam acertado a demolição previamente e estavam
apenas lamentando a destruição da casa.
Casas velhas e sem condições de moradia devem ser demolidas para a
segurança das próprias pessoas.
Porque eles não haviam pagado os impostos e perderam a propriedade
sobre o espaço que ocupavam.
Alternativa Correta: B 
Justi�cativa: 
O texto da música de Adoniran Barbosa é extremamente rico e mostra-nos
como universo dos negócios funciona ou funcionava. O lucro é o objetivo de
toda empresa e não se pode ignorar que o avanço do progresso é bené�co,
necessário. No entanto, a busca pelo lucro em demasia pode causar problemas
sérios. No caso, a construtora ao ocupar o espaço para a construção de novos
prédios poderia alocar as pessoas em outros locais ou, até mesmo, no mesmo
local, dando condições de vida e também ajudando no desenvolvimento dessas
pessoas. A despesa que isso iria gerar evidentemente diminuiria o lucro, mas
isso seria preferível, não exatamente por benevolência, mas porque se entende
que a pobreza também é prejudicial à sociedade e, em especí�co, ao meio
ambiente.
Pergunta 2
A seguir, vemos uma imagem que faz alusão ao contador como “centro dos interesses
divergentes”. 
 
  
0,5 em 0,5 pontos
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a. 
b. 
c. 
d.
e.
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da
resposta:
 
Figura: O contador como centro dos interesses divergentes. 
Fonte: Os autores com base em Iudícibus et al. (2010, p.13) 
O que signi�ca ser o centro dos interesses divergentes?
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações
para �ns de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar com
interesses divergentes.
Que o contador não tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que apenas o contador tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que faltam meios para o contador distribuir as informações contábeis.
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações
para �ns de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar com
interesses divergentes.
Que as di�culdades são tão grandes que não vale a pena envolver os
gerentes na contabilidade.
Alternativa Correta: D 
Justi�cativa: 
Segundo Iudícibus et al. (2010), quanto mais a contabilidade é responsável por
prover informações para �ns de controle e decisão, maior a possibilidade do
contador lidar com interesses divergentes. Nesse ponto, é válido conhecer de
forma literal as recomendações de Iudícibus et al. (2010): 
Não só de técnica re�nada pode [o contador] sobreviver. Mas também de
muita ética pro�ssional e pessoal, e de uma capacidade de comunicação, de
resistência a pressões e de viver sob pressão. Aliás, não há pro�ssão liberal
respeitada no mundo que não necessite de conhecimentos técnicos profundos,
que não precise exercer julgamentos, tomar decisões e saber viver entre
interesses con�itantes. Está aí toda a beleza, todo o con�ito e toda a
di�culdade da pro�ssão.
Pergunta 3
Klabin (2011, p. 277-278), com base em John Elkington, e o poeta polonês Stanislaw Lec
reproduziram a seguinte [e drástica] frase para comentar o conceito de sustentabilidade: 
0,5 em 0,5 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
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da
resposta:
“É progresso se um canibal usar um garfo?” 
Klabin (2011 p. 277-278) usou essa frase por quê?
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou
incorporou o conceito.
Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão
entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao
conceito de sustentabilidade.
Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um
conceito tão prático como um garfo
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou
incorporou o conceito.
Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na
responsabilidade tributária da empresa.
Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido pelas
empresas, porém necessita de maior divulgação.
Alternativa Correta: C 
Justi�cativa: 
De fato, Klabin (2011) recorreu a essa frase cheia de signi�cado do poeta
polonês Stanislaw Lec para comentar que o conceito de sustentabilidade ainda
não foi absorvido na área empresarial. É necessário um grande
desenvolvimento, pois os empresários ainda não sabem ou não saberiam usar
a sustentabilidade.
Pergunta 4
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Na década de 1989, as Nações Unidas criaram a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento, que, durante a Conferência sobre o clima, ECO 92, que ocorreu na cidade
do Rio de Janeiro, foi brilhantemente presidida pela norueguesa Gro Harlen Brundtland,
responsável pelo conceito de sustentabilidade. 
Em linhas gerais, o conceito de sustentabilidade diz que:
É necessário atender às necessidades do presente sem comprometer o
atendimento das necessidades das gerações futuras.
Quem polui deve despoluir.
Quem polui deve pagar.
Quem polui deve compensar.
É necessário incentivar o uso racional da água.
É necessário atender às necessidades do presente sem comprometer o
atendimento das necessidades das gerações futuras.
0,5 em 0,5 pontos
Feedback
da
resposta:
Alternativa Correta: E 
Justi�cativa: 
Uma das grandes novidades no discurso ambiental foi a criação do conceito de
sustentabilidade, que traz embutido um compromisso comas futuras
gerações. Ou seja, podemos usufruir de toda a diversidade de bens e matérias-
primas atualmente, mas nossos descendentes precisam ter as mesmas
oportunidades que nós estamos tendo. Trata-se de um conceito que traz em si
uma responsabilidade, um acordo entre seres humanos. Gro Harlem, em
entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura, comentou ainda que “a ideia
tem dois conceitos-chave: um é o próprio conceito de necessidade, que deve
ter como prioridade o que necessitam os pobres do mundo todo. O outro é a
noção de limitação, a noção de que a tecnologia e a organização social devem
ter limites ao explorar os recursos naturais”.
Pergunta 5
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a. 
b.
c.
No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por
meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a
cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”:   
Já havia subido e descido centenas de vezes a serra do Cubatão, vencendo os seus 2.500 pés
de altura, através de péssimos caminhos, cheios de pedras e lajes, que feriam os cascos da
burrada e nos matavam de cansaço. Nossa tropa de cerca de quarenta bestas era tocada
por Perova, o tropeiro, e dividida em cinco lotes, cada um formado por oito animais, sob a
direção de um camarada. Todas as tropas que andavam pela serra obedeciam a essa
organização. 
Quase sempre, em viagem, pegávamos chuvas, por dias inteiros. Mas também, em certas
manhãs, éramos recompensados por magní�cos panoramas. Os princípios, os fundos dos
valores, o cume das montanhas, onde nesgas de nuvens muito brancas pareciam grudadas,
tudo nos proporcionava espetáculos incríveis! 
Aquela vida de vaivém, entretanto, começava por me enjoar. Além do mais, a estrada, com o
aumento do trânsito de animais, ia-se tornando cada vez mais perigosa. Por ocasião das
chuvas, o sacrifício aumentava. Muitas vezes, para que os burros pudessem caminhar, era
preciso colocar, nos trilhos por onde passavam, couros de bois bem curtidos. Levávamos
uma porção desses couros, para impedir que atolassem na lama. Assim, demorávamos
horas e horas para transpor pequenos trechos. Havia, também, o perigo de perder as
mercadorias, pelas quais éramos responsáveis. Lembro-me de um dia em que duas bestas
carregadas de sal desviaram-se dos trilhos e escorregaram no abismo. Tomamos sérios
prejuízos, além de �carmos bastante penalizados com a sorte dos animais. (MARINS, 1982,
p.19 e 20) 
Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo
com o a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a
sociedade.
Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a
sociedade.
Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma
organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou
acionistas.
0,5 em 0,5 pontos
d.
e.
Feedback
da
resposta:
Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a
sociedade não ajudar, não terão como atuar.
A comparação é descabida porque o conceito de empresa que temos
atualmente é recente, formado a partir da Constituição Federal de 1988.
Alternativa Correta: B 
Justi�cativa: Entende-se que uma transportadora, como um negócio, tem
responsabilidade para com seus clientes e a sociedade. Vemos, nesse exemplo,
retirado da literatura, que esta não é uma característica nova. O empresário
quando abre um novo negócio deve ter a consciência de que esse negócio não
é algo particular a que somente ele importa, é uma forma de atender as
necessidades de uma sociedade. Como os tropeiros, se as cidades no interior
do Brasil precisavam de bens de consumo, eles os transportavam do porto até
essas cidades. Esse trabalho gera uma série de obrigações e direitos para com
a sociedade. 
MARINS, Francisco. O Mistério dos Morros Dourados. São Paulo: Ática, 1985.
128 p.
http://www.tropeirosdasgerais.com.br/historia.htm
Pergunta 6
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e.
O Governo Federal por meio da Lei nº 12.846/13 (BRASIL, 2013), promulgou a obrigação dos
contadores de relatar para as autoridades situações suspeitas, 
“pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira”. Por sua vez, a
Resolução nº 1.445/13 do Conselho Federal de Contabilidade, Lei nº 9.613/98 (BRASIL, 1998)
dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e sobre a
prevenção da utilização do sistema �nanceiro para os ilícitos previstos nessa lei.
Evidentemente que essa obrigação gera responsabilidade e con�ança. Nesse sentido, o
governo deposita con�ança no contador, por quê?
Porque as autoridades governamentais sabem que contadores representam
as empresas, interpretam e divulgam o que ocorre.
Na realidade não é que o governo precisa da atuação dos contadores, os
próprios contadores precisam dessa informação no livro Diário, é, portanto,
uma redundância.
Porque contadores têm acesso diário a essas informações.
Deve haver um engano no enunciado, uma vez que, na Resolução 1.445/13
do Conselho Federal de Contabilidade, esta é uma atribuição do advogado,
não do contador.
Porque as autoridades governamentais sabem que contadores representam
as empresas, interpretam e divulgam o que ocorre.
Porque os contadores têm poder de polícia, podendo inclusive conduzir
investigações policiais.
0,5 em 0,5 pontos
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da
resposta:
Alternativa Correta: D 
Justi�cativa: 
Os contadores, em seu trabalho cotidiano, têm condições de identi�car
situações anormais na empresa e relatar essas situações para as autoridades
públicas. Agindo assim, o contador não se equipara a uma autoridade pública,
mas exerce cidadania. As autoridades sabem que os contadores representam
as empresas.
Pergunta 7
Resposta
Selecionada:
b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Feedback
da
resposta:
O Triple Bottom Line, de autoria de John Elkington, conforme Laville (2009), é um modelo de:
Gestão ambiental.
Contabilidade gerencial.
Gestão ambiental.
Contabilidade de custos.
Direito ambiental.
É um conceito misto, que abarca contabilidade, gestão e direitos
ambientais.
Alternativa Correta: B 
Justi�cativa: O chamado “Triple Bottom Line” é um modelo para gestão
ambiental que abrange três aspectos básicos: as pessoas, o planeta e os lucros.
Um modelo relativamente simples, mas que, segundo Laville (2009), está sendo
aplicado em várias empresas com resultados formidáveis.
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b. 
Segundo França (2007, p.15), há outra fonte de pressão sobre as organizações que vem
ganhando vulto nos últimos tempos a ponto de hoje ser considerado um dos mais
importantes temas presentes na agenda dos executivos de alto e médio escalão, que é a
questão ____________________________. 
A que questão França (2007, p.15) se refere?
Do desenvolvimento sustentável, da ética nos negócios e da
responsabilidade social e ambiental nas empresas.
Do desenvolvimento sustentável, da ética nos negócios e da
responsabilidade social e ambiental nas empresas.
Da ética nos negócios e da rentabilidade.
0,5 em 0,5 pontos
0,5 em 0,5 pontos
c. 
d. 
e.
Feedback
da
resposta:
Da responsabilidade social e da inovação.
Da responsabilidade social e da geração de empregos.
Do pagamento dos impostos corretamente e em dia, para evitar atuações
dos governos nacionais.
Alternativa Correta: A 
Justi�cativa: 
França (2005), assim como outros autores, expõe que há uma preocupação
cada vez mais acentuada sobre o desenvolvimento sustentável. As pessoas já
não querem apenas produtos bons e a preços bons, as pessoasquerem
produtos bons, a preços bons e fabricados ou produzidos com profunda
preocupação pelo meio ambiente. Esse autor comenta que as empresas ainda
não conseguiram resolver esses sérios problemas sociais e ambientais. 
Observação 
Observe que as pessoas não querem optar entre o produto ser sustentável ou
ter preço acessível e ser de qualidade, as pessoas exigem todas essas
características juntas.
Pergunta 9
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c. 
d. 
e. 
Feedback
da
resposta:
Segundo Klabin (2011), qual seria o grande problema do empresariado atual (e que dá
ensejo a algo que podemos contribuir como contadores)?
As empresas não conseguem mensurar o valor de práticas
sustentáveis.
As empresas não publicam ao mercado índices de sustentabilidade.
As empresas não conseguem mensurar o valor de práticas
sustentáveis.
As empresas não têm sistemas de contabilidade de custos.
Não é possível realizar uma contabilidade ambiental.
Os empresários gostam da sustentabilidade.
Alternativa Correta: B 
Justi�cativa: 
Klabin (2011), além de vários outros autores, concorda que as empresas não
conseguem mensurar o valor de práticas ambientais. O uso dos recursos do
meio ambiente é excluído nos preços de mercado de bens e serviços, os custos
ambientais são totalmente ignorados. 
Observação 
Neste aspecto, podemos dar uma grande contribuição como contadores, se
criarmos condições para incluir os custos ambientais nos produtos.
0,5 em 0,5 pontos
Terça-feira, 30 de Outubro de 2018 16h46min08s GMT-03:00
Pergunta 10
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a. 
b. 
c.
d.
e.
Feedback
da
resposta:
Vimos que a escrituração contábil, que é a base do processo contábil, também é a base da
contabilidade ambiental. Nesse sentido, se uma empresa comprar, pagando à vista R$
120.000,00, um equipamento para �ltrar o ar em uma sala de trabalho, não permitindo que
alguma partícula se disperse no ambiente, esse aparelho será contabilizado da seguinte
forma: 
São Paulo, 12 de Outubro de 20XX 
D Disponibilidades 120.000,00 
C Imobilizado ambiental/equipamentos e �ltros ambientais 120.000,00 
Aquisição de equipamentos ambientais com pagamento à vista para serem utilizados na
fábrica de processamento de talco, conforme NF 12567. 
Analisando esse lançamento contábil, é possível a�rmar que:
O lançamento do ponto de vista conceitual está totalmente correto, é
possível criar grupos de imobilizado ambiental e contas contábeis
ambientais, porém o débito e crédito está invertido, erro que pode ocorrer
em qualquer lançamento contábil.
Não existe o conceito de imobilizado ambiental.
O lançamento está totalmente correto.
Existe o conceito de imobilizado ambiental, porém não é possível criar
contas contábeis ambientais.
Por conta da Norma Brasileira de Contabilidade, NBC TROI 14000, não se faz
distinção entre ativo e ativo ambiental, portanto, o lançamento está errado.
O lançamento do ponto de vista conceitual está totalmente correto, é
possível criar grupos de imobilizado ambiental e contas contábeis
ambientais, porém o débito e crédito está invertido, erro que pode ocorrer
em qualquer lançamento contábil.
Alternativa Correta: E 
Justi�cativa: De fato, os lançamentos contábeis são a base da contabilidade e,
para a contabilidade ambiental, é a mesma coisa, com a única diferença de que
os grupos e contas podem ser segregados para criar uma evidenciação
contábil. Mas, como qualquer lançamento contábil, está sujeito à inversão
débito e crédito que foi provocada nesse lançamento para reforçar a ideia de
que a contabilidade gerencial é exatamente o mesmo que contabilidade
�nanceira ou comercial, apenas com a intenção de evidenciar os fatos
ambientais na empresa.
← OK
0,5 em 0,5 pontos

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