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A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR Beatriz Teodoro de Almeida Celeste Maria Carneiro Rodrigues Dias Janaína Cristina Silva Luciana dos Santos Martins Tutor (a) Externo (a): Vera Ferreira Rufino Custódio Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI Licenciatura (PED 1817) – Prática Interdisciplinar III 26/06/2018 RESUMO Considerando a temática escola e sociedade, optou-se por realizar um estudo sobre “A Importância da Pesquisa na Formação do Professor”, compreendendo assim, que faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca e a pesquisa. Entendendo, portanto, que as aulas são um laboratório ideal para a comprovação da teoria educativa, e o professor nesse universo se vê rodeado de oportunidades para investigar.A pesquisa teve por objetivos ressaltar a importância da pesquisa como princípio educativo, identificar o papel do professor pesquisador na atualidade e os incentivos que são dados á eles assim como verificar como a pesquisa está sendo abordada pela legislação brasileira. A pesquisa é documental, fundamentada nas obras de conceituadosautores que, no cenário nacional e internacional, vêm analisando a importânciada pesquisa na formação dos professores. Concluido-se que a pesquisa é uma ferramenta capaz de unir teoria e prática na sala de aula. Palavras -chave: Formação do Professor. Pesquisa. Prática Docente. 1 INTRODUÇÃO Considerando a temática escola e sociedade, optou-se por realizar um estudo sobre “A Importância da Pesquisa na Formação do Professor”, compreendendo que o termo pesquisa pressupõe alguns elementos fundamentais para sua realização, tais como: a criatividade, a inovação, a elaboração própria, o questionamento da realidade, a criação, a descoberta. Portanto, a pesquisa, de forma geral, no âmbito educacional compreende a capacidade do professor pesquisador em elaborar e construir conhecimento por si próprio, mas que sempre traz benefícios para o coletivo. Tendo tais fatos como referência, a temática tem por objetivos, ressaltar a importância da pesquisa como princípio educativo, identificar o papel do professor pesquisador na atualidade e os incentivos que são dados á eles, assim como verificar como a pesquisa está sendo abordada pela legislação brasileira. A temática justifica-se, pois associar os professores aos trabalhos de investigação é algo necessário e benéfico atualmente, uma vez que o ato de pesquisar desafia o professor em formação a ensinar de uma maneira diferente daquela que lhe ensinaram. Utilizando, portanto, a pesquisa como forma de propor novos desafios. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, enriquecida com textos de caráter científico já publicados, além de citar autores renomados como, Santos (2001), Oliveira (2000), Alarcão (2000). O trabalho estruturado em8 partes, inicia-se apontando a função da pesquisa como princípio educativo, enfatizando posteriormente a maneira com a qual os professores aprendem a fazer mediação entre ensino e pesquisa. Em seguida ressalta a docência, descrevendo como a pesquisa esta presente na formação dos professores, identificando também os desafios e as propostas para a melhor efetivação da pesquisa no currículo. Na sequência, aborda as leis que incentivam a pesquisa e os incentivos dados aos professores pesquisadores. A seguir explicamos o que leva o docente a se tornar um professor pesquisador e qual sua importância no meio escolar, destacando a maneira como se dá a formação continuada. Finalmente, apresentamos as considerações finais e lista de referências usadas para a elaboração do trabalho. 2. PESQUISA COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO O conceito de pesquisa como princípio educativo caracteriza-se como componente da educação. A finalidade da pesquisa não é formar pesquisadores ou gerar conhecimentos novos, mas sim formar e preparar professores para a relação entre teoria e prática. Para o professor é significativo a prática da pesquisa, pois o contato com diferentes realidades no seu cotidiano, faz com que realize um trabalho de maneira mais dinâmica, sendo a pesquisa um instrumento de ligação entre teoria e realidade, servindo para sua qualificação e atuação profissional, frente aos desafios profissionais. Pesquisa é uma comunicação crítica e criativa, onde o indivíduo alcança o mais alto conhecimento, dando-lhe capacidade de produção própria, fazendo então parte do processo educativo, encaixando-se do pré-escolar à pós-graduação, como princípio educativo, evitando que o ensino seja apenas repasse de saberes copiados. O ensinar não deve ser visto como simples ação independente continua sendo parte relevante da escola. Com novas tecnologias e eletrônicos cada vez mais modernos, as atividades de repasse serão rapidamente substituídos, ficando antiquada essa diferença clássica entre professor e aluno, entre ensinar e aprender, ambos se colocando num mesmo desafio somente em estágios diferentes, sendo inevitável o fim da pedagogia de sala de aula. 2.1COMO OS PROFESSORES APRENDEM A FAZER MEDIAÇÃO ENTRE ENSINO E PESQUISA A mediação entre pesquisa e ensino, é uma temática plausível de muitas argumentações, principalmente no meio acadêmico, pois exige uma profunda competência e uma renovação constante, de modo que leve os profissionais a estarem sempre se questionando, reciclando e aprendendo a aprender. Diante disso, as tecnologias modernas trouxeram novos desafios para as escolas integrando o ensino e a pesquisa de forma inovadora. 2.2 DOCÊNCIA: DA TEORIA A PRÁTICA Pesquisar é um processo sistemático para a construção do conhecimento humano, gerando novos conhecimentos, podendo também desenvolver, colaborar, reproduzir, refutar, ampliar, detalhar, atualizar, algum conhecimento pré-existente, servindo basicamente tanto para o indivíduo ou grupo de indivíduos que a realiza quanto para a sociedade na qual esta se desenvolve. Dessa forma a pesquisa é importante, tanto na formação quanto no trabalho dos professores. 2.3 COMO A PESQUISA ESTA PRESENTE NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES O século XXI aponta uma visão educacional que apresenta grandes mudanças na educação no mundo globalizado, fornecendo indicadores de que o ofício de professor requer muitos conhecimentos, uma grande quantidade de idéias, de habilidades nos procedimentos, nas estratégias de ensinar, de lidar com os alunos e excelentes atitudes, valores, hábitos e condições pessoais para o ensino. Tais concepções partem do princípio de que a Universidade é entendida como um espaço de formação articulada com a sociedade, por meio de um projeto que concilia o ensino, a pesquisa e a extensão, podendo-se afirmar que produzir e disseminar o conhecimento científico torna-se uma atividade que traduz toda a experiência vivenciada na Universidade, com o compromisso de transmitir o conhecimento para a sociedade. De acordo com Santos (2001), ao tratarmos de formação de professores, é preciso analisar o currículo, que são os modelos que orientam os cursos de formação. A partir desta análise, podemos verificar diferentes concepções a respeito da atividade docente e identificar alguns pressupostos que configuram a organização dos cursos de formação profissional. É importante ressaltar, que cada vez ganha mais espaço a proposta do profissional reflexivo, sendo aquele que pensa na ação, ou seja,baseado no ensino cuja a capacidade de refletir seja estimulada através da interação entre o professor e o aluno em diferentes situações práticas, interrogando-se sobre as alternativas possíveis para um determinado momento e que avalia os seus resultados. Nesta perspectiva, a atividade profissional alia-se à atividade de pesquisa e o professor passa a ser visto como um pesquisador na ação. Assim, na formação inicial de professores, os cursos passam a ofertar, ao longo da graduação, um componente curricular que busque aproximar a realidade do campo de atuação com os conhecimentos teorizados na faculdade. Permitindo que a pesquisa na formação docente inicial aproxime a teoria e a prática,podendo ser fonte de conhecimento, reflexão, discussão e troca de saberes entre os estudantes com seus formadores e profissionais atuantes no campo da prática, através da atividade investigativa. Deste modo a pesquisa é importante para a prática pedagógica de qualidade dos professores, por proporcionar condições de interferir, modificar e melhorar sua prática pedagógica, além de possibilitar a construção do conhecimento, refletir sobre os problemas do cotidiano da sala de aula, interagir com os alunos na busca do aprendizado e possibilitar uma verdadeira preocupação com a aprendizagem dos alunos. Em relação à pesquisa da prática pedagógica, conforme adverte Oliveira (2000, p. 148) em A pesquisa em didática no Brasil – da tecnologia do ensino à pesquisa pedagógica, mais do que ensinar, planejar, orientar e avaliar a aprendizagem a partir de modelos que se constituem a priori, é preciso preocupar-se com a reflexão dos alunos, futuros professores, sobre a realidade do ensino, compreendendo-a e problematizando-a. Todavia, essa reflexão deve ser proporcionada nos cursos de Pedagogia, já que ele se constitui, em grande medida, o campo de conhecimento responsável por investigar a natureza e as finalidades da educação na sociedade. Assim, acredita-se na importância de uma aprendizagem participativa, significativa e autonomizante, capaz de proporcionar ao aluno novos conhecimentos, novas ações e, portanto, condições de intervir e mudar o contexto em que vive e convive. É nesse sentido que Alarcão (2000, p. 181), afirma que o aluno surge como pesquisador e o professor, como coordenador da aprendizagem na pesquisa. Além disso, em sua prática pedagógica, o professor pode atuar em diferentes situações: na sala de aula em relação ao processo ensino e aprendizagem, nas questões relacionadas ao conteúdo e currículo, na relação professor-aluno, nas questões relacionadas à gestão escolar, enfim, em diferentes situações que podem gerar problemas na sua prática pedagógica. Daí a necessidade do professor estar assegurado por atividades investigativas. O professor atual deve comprometer-se com a criatividade, construir alternativas para um diálogo produtivo com a realidade, ter elaboração própria e, ao mesmo tempo, motivar a elaboração por parte dos alunos, ou seja, a pesquisa, e através dela ,discutir assuntos que permitam o desafio de encontrar e produzir soluções, para estabelecer contatos com a realidade, com uma didática que motive o espírito questionador dos alunos. 2.3.1Pesquisas: desafios e propostas Os docentes enfrentam varias dificuldades para a realização de pesquisas, dentre os quais Zeichner (2009), destaca: a consistência em relação ao referencial teórico utilizado; a pouca disponibilidade de instrumentos de coleta e recursos de análises bem sucedidos em pesquisas já realizadas, que poderiam ser úteis a outras em andamento; a falta de atenção ao desenvolvimento de medidas mais fiéis e apropriadas à apreciação do desempenho de professores e de alunos e da própria relação entre o trabalho dos dois grupos; a escassa quantidade de estudos com abordagens multidisciplinares e multimetodológicas, para focalizar a grande variedade de estudantes hoje atendidos pela escola e seus problemas; a exigüidade de programas de pesquisa, inclusive desenvolvido em parcerias, que possam assegurar a continuidade de realização de estudos que demandam mais tempo e mais pessoal; a falta de estudos sobre alternativas possíveis para a formação docente, sobre os problemas curriculares e arranjos organizacionais de seus cursos, sobre a validade preditiva de seus padrões de admissão e a própria formação dos professores formadores que atuam nesses cursos. Baseado nisso, o autor alinha algumas propostas de trabalho para começar a enfrentar os desafios para o desenvolvimento das pesquisas, das quais destacam-se: a criação de um banco de dados, em âmbito nacional, cobrindo a variedade de cursos disponíveis para a formação docente, com todas as suas especificidades, de modo a oferecer informações seguras sobre as possibilidades já experimentadas, nas quais vale a pena investir; programas específicos destinados aos pós-graduados, estimulando estágios de pós-doutoramento, em que os recém-doutores possam conviver e trabalhar com pesquisadores mais experientes, conseguindo assim acesso a recursos e soluções já dominados por eles, que representem atalhos em sua própria evolução como pesquisadores; constituir e oferecer aos revisores de pesquisas um conjunto de orientações mais precisas do que as disponíveis hoje, para a avaliação de trabalhos com o propósito de obterem financiamento ou serem publicados. Tais questões se refletem claramente quando o professor chega a frente da sala de aula, pois ali se depara com um currículo com conteúdos pré-determinados e fragmentados, muitas vezes distantes da realidade e dos reais interesses dos alunos, refletindo um modelo tradicional que ainda está sendo reproduzido por motivos que nos acompanham aolongo da história. Cabendo assim ao educador buscar formas de trazer para a escola, práticas inovadoras que proponham ao aluno a construção de forma dinâmica e investigativa de seu próprio conhecimento. 2.4 INCENTIVOS DADOS AOS PROFESSORES PESQUISADORES Na última década, diversas pesquisas abordaram a necessidade da atualização dos professores de ciências mediante as novas teorias pedagógicas. Este fato esta relacionado principalmente ao distanciamento deste profissional em relação a universidade e salienta a necessidade dos cursos de formação continuada.Outro fato contribui para que esta necessidade se torne mais intensa: os problemas levantados durante a formação inicial só ficaram evidentes quando o professor estiver inserido no contexto escolar, não encontrando subsídios para analisá-los e resolve-los. A atualização do professor também chamada por Garcia (1992) de desenvolvimento profissional, por ser o termo que melhor se adapta a noção de continuidade e evolução pode acontecer de diversas formas e múltiplos momentos (cursos, seminários projetos curriculares etc.), seja qual for o evento formativo para que possa realmente promover experiências qualitativas, graduais e constantes de desenvolvimento do conhecimento nos professores que deles participam das atividades formativas devem ser organizadas a partir das concepções e práticas docentes. 2.5 LEIS QUE INCENTIVAM A PESQUISA 2.5.1 Marco Legal de Ciência e Tecnologia: O que muda na vida dos pesquisadores Segundo a lei Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação sancionada em 12 de janeiro de 2016 (Lei 13.246/2016) permite que professores em regime de dedicação integral desenvolvam pesquisas dentro de empresas e que laboratórios universitários sejam usados pela indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias em ambos os casos com remuneração. Ao todo 9 leis são modificadas pelo Marco Legal ,que foi discutido ao longo de 5 anos com a comunidade científica e empresarial. Os principais destaques são: -Dispensa da obrigatoriedade de licitação para a compra ou contratação de produtos para fins de pesquisas e desenvolvimento. -Redução de imposto de renda para a importação de material de pesquisa. -Permite que os professores que se dediquem a pesquisa trabalhem também em setor privado com remuneração. -Aumenta o número de horas que esses profissionais se dediquem há estas atividades de 120 horas para 416 horas anuais. Permite que as empresas envolvidas mantenham a propriedade intelectual sobre os resultados das pesquisas. 2.6 O PROFESSOR PESQUISADOR E SUA IMPORTÂNCIA NO MEIO ESCOLAR O professor para desempenhar seu trabalho de forma construtiva, deve buscar constantemente por novos saberes, nasce nesse momento o professor pesquisador, é aquele que busca acompanhar a evolução, pois a pesquisa faz parte da construção da consciência crítica, é uma atividade cotidiana, o qual o mundo faz questionamentos constantemente e todas e quaisquer ações o desafiam. A pesquisa auxilia o docente na busca por melhoriase avanços em sua profissão, tornando-o capaz de falar e comprovar suas próprias teorias e opiniões. Com essa postura o docente traz para o cotidiano dos discentes a curiosidade, os estímulos a pesquisa, buscar os por quês. Formando cidadãos mais atuantes na sociedade a qual fazem parte, não aceitam simplesmente aquilo que os é imposto,criando uma metodologia diferenciada, com didáticas inovadoras, com trocas de experiências e questionamentos. Levando em conta que cada saber possui sua parcela de contribuição para um aprendizado rico, sendo de grande valia para relação educador/educando. 2.7 FORMAÇÕES CONTINUADA A escola tem um papel importante na sociedade, e deve ter uma preocupação singular nas constantes mudanças, podemos citar a quantidade de informações que nos são disponibilizadas diariamente e a velocidade de sua propagação, o docente tem um papel central: é ele o responsável pela mudança de atitude e pensamento dos alunos, sendo assim ele necessita também estar preparado para os novos e crescentes desafios desta geração que está constantemente em contato com novas tecnologias, tendo acesso continuo a novas informações. E para que possa haver uma educação de qualidade, o primeiro passo é a busca de novos conhecimentos por parte do docente, pela inovação de pensamentos, idéias e novas práticas para desenvolver e aprimorar suas didáticas, e isso se dá, através da formação continuada. Essa formação continuada deve ser vista pelo docente como uma forma de aprimoramento, não somente profissional, mas também pessoal. Todo conhecimento adquirido tem que ser recebido com a mente aberta às transformações que virão com o mesmo. Segundo o professor–pesquisador Pescuma (2005), “o objetivo da pesquisa é buscar, selecionar, ordenar, elaborar e sistematizar uma massa de informações para transformar em conhecimento e com isso abrir novas formas e métodos de saber”. Todo o conhecimento tem que ser vinculado à prática, para que não se torne sem sentido para o docente, não tendo assim contribuições positivas para o desenvolvimento profissional do mesmo. A formação deve partir das necessidades vivenciadas no meio escolar, buscando uma parceria entre o saber e a experiência, a teoria e a prática, tornando assim um aprendizado mais prazeroso e eficaz, para que com isso, possa resolver as dificuldades encontradas no cotidiano da sala de aula, estimulando um desenvolvimento criativo e rico em seus discentes. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com as mudanças constantes nas formas de aprender e ensinar, os cursos de licenciatura devem preparar os futuros professores para dialogarem com a nova realidade da sala de aula, atuando como mediadores. O PNE (Plano Nacional de Educação) dedica quatro de suas 20 metas aos professores: prevê formação inicial, formação continuada, valorização do profissional e plano de carreira. As novas diretrizes tentam lidar com um dos principais gargalos da formação de professores no país: a articulação entre teoria e prática. De modo que o ato de pesquisar seja capaz de preparar o professor para utilizar, no seu dia a dia, todos os equipamentos que podem oferecer uma aprendizagem diferenciada para os alunos. Pesquisar não é atividade exclusiva para pesquisadores e cientistas, os profissionais da educação também fazem parte, a qual desenvolve um papel indispensável, fazendo-a elemento importante no olhar crítico e reflexivo do professor. Alguns dados revelam que ainda há falta de incentivos à cerca de 2 milhões de docentes, necessitando de ações de aperfeiçoamentos, os principais obstáculos são: a falta de tempo, poucas bolsas para a pesquisa com relação ao desenvolvimento acadêmico do professor,o pouco incentivo proposto à capacitação dos mesmos. Há programas de incentivos de formação e pesquisa para professores, porém são poucos que proporcionam bolsas diminuindo o interesse dos mesmos para conclusão dos estudos. O professor tem um papel muito importante na formação dos indivíduos, pois instrui o discente a se descobrir em sociedade através da apresentação de um mundo de informações em constante transformação, sendo intensas e rápidas, no mundo globalizado, com eletrônicos modernos e disponíveis, a educação faz parte desse contexto e busca um novo profissional com postura de orientador. Como qualquer profissional, o educador precisa de constantes atualizações para que atinja os resultados esperados, a fim de que não seja apenas um propagador de conhecimento, mas também absorva conhecimentos empíricos. 4. REFERÊNCIAS A formação docente na universidade: ensino, pesquisa e extensão.Disponível em:<,http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/viewFile/1515/905>Acesso em: 20/ 03/2018 as 14:21 ALARCÃO, Isabel. Contribuição da didática para a formação de professores: reflexões sobre o seu ensino. In: PIMENTA, Selma Garrido (Org.). 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