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Arboviroses 
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por 
artrópodes, como mosquitos e carrapatos.
Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, 
Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao 
picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante 
suas picadas.
Dentre as arboviroses mais conhecidas, destacam-se:
No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa "odioso do Egito"). 
Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero 
Orthoflavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e 
DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.
Aspectos como a urbanização, o crescimento desordenado da população, o saneamento básico 
deficitário e os fatores climáticos mantêm as condições favoráveis para a presença do vetor, 
com reflexos na dinâmica de transmissão desses arbovírus. A dengue possui padrão sazonal, 
com aumento do número de casos e o risco para epidemias, principalmente entre os meses de 
outubro de um ano a maio do ano seguinte.
Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e 
aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco 
de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.
Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém indivíduos com condições 
preexistentes com as mulheres grávidas, lactentes, crianças (até 2 anos) e pessoas > 65 anos 
têm maiores riscos de desenvolver complicações pela doença.
Sinais e sintomas
A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica, dinâmica, debilitante e autolimitada. A maioria 
dos doentes se recupera, porém, parte deles podem progredir para formas graves, inclusive 
virem a óbito. A quase totalidade dos óbitos por dengue é evitável e depende, na maioria das 
vezes, da qualidade da assistência prestada e organização da rede de serviços de saúde.
Todo indivíduo que apresentar febre (39°C a 40°C) de início repentino e apresentar pelo menos 
duas das seguintes manifestações - dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti
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articulares e dor atrás dos olhos – deve procurar imediatamente um serviço de saúde, a fim 
de obter tratamento oportuno.
No entanto, após o período febril deve-se ficar atento. Com o declínio da febre (entre 3° e o 7° 
dia do início da doença), sinais de alarme podem estar presentes e marcar o início da piora 
no indivíduo. Esses sinais indicam o extravasamento de plasma dos vasos sanguíneos e/ou 
hemorragias, sendo assim caracterizados:
Sinais e sintomas mais comuns de dengue
Febre alta;
Dor de cabeça e/ou atrás dos olhos;
Enjoo;
Moleza;
Dor nas articulações;
Manchas vermelhas no corpo.
Sinais e sintomas de alerta para dengue grave
Dor na barriga intensa;
Vômitos frequentes;
Tontura ou sensação de desmaio;
Dificuldade de respirar;
Sangramento no nariz, gengivas e fezes;
Cansaço e/ou irritabilidade.
Passada a fase crítica da dengue, o paciente entra na fase de recuperação. No entanto, a 
doença pode progredir para formas graves que estão associadas ao extravasamento grave de 
plasma, hemorragias severas ou comprometimento de grave de órgãos, que podem evoluir 
para o óbito do indivíduo.
Transmissão
O vírus da dengue (DENV) pode ser transmitido ao homem principalmente por via vetorial, 
pela picada de fêmeas de Aedes aegypti infectadas. Transmissão por via vertical (de mãe para 
filho durante a gestação) e por transfusão de sangue são raros.
Diagnóstico
Não existe necessidade da realização de exames específicos para o tratamento da doença, já 
que é baseado nas manifestações clínicas apresentadas. No entanto, para apoiar o diagnóstico 
clínico existem disponíveis técnicas laboratoriais para identificação do vírus (até o 5° dia de 
início da doença) e pesquisa de anticorpos (a partir do 6° dia de início da doença).
Prevenção
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Em 21 de dezembro de 2023, a vacina contra dengue foi incorporada no Sistema Único de Saúde 
(SUS). A inclusão da vacina da dengue é uma importante ferramenta no SUS para que a dengue 
seja classificada como mais uma doença imunoprevenível.
O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público de saúde.
Embora exista a vacina contra a dengue, o controle do vetor Aedes aegypti é o principal método 
para a prevenção e controle para a dengue e outras arboviroses urbanas (como chikungunya e 
Zika), seja pelo manejo integrado de vetores ou pela prevenção pessoal dentro dos domicílios.
Tratamento
Repouso;
Ingestão de líquidos;
Não se automedicar e procurar imediatamente o serviço de urgência em caso de 
sangramentos ou surgimento de pelo menos um sinal de alarme;
Retorno para reavaliação clínica conforme orientação médica.
Zika:
É uma arbovirose causada pelo vírus Zika (ZIKV). Arboviroses são doenças causadas por vírus 
(arbovírus) transmitidos por meio da picada de mosquitos, principalmente fêmeas.
A maioria das infecções pelo ZIKV são assintomáticas ou representam uma doença febril 
autolimitada semelhante às infecções por chikungunya e dengue. Entretanto, a associação da 
infecção viral com complicações neurológicas como microcefalia congênita e síndrome de 
Guillain-Barré (SGB) foi demonstrada por estudos realizados durante surtos da doença no Brasil 
e na Polinésia Francesa.
Importante: Todos os sexos e faixas etárias são igualmente suscetíveis ao vírus Zika, porém 
mulheres grávidas e pessoas acima de 60 anos têm maiores riscos de desenvolver complicações 
da doença. Esses riscos podem aumentar quando a pessoa tem alguma comorbidade.
Sinais e sintomas
A infecção pelo vírus Zika pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, pode 
apresentar quadro clínico variável, desde manifestações brandas e autolimitadas até 
complicações neurológicas e malformações congênitas. 
O período de incubação da doença varia de 2 a 7 dias. Manifestações mais comuns:
Febre baixa (≤38,5 ºC) ou ausente;
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https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/chikungunya
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https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
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Exantema (geralmente pruriginoso e maculopapular craniocaudal) de início precoce;
Conjuntivite não purulenta;
Cefaleia, artralgia, astenia e mialgia;
Edema periarticular, linfonodomegalia.
 Duas complicações neurológicas graves relacionadas ao ZIKV foram identificadas: Síndrome de 
Guillan-Barré (SGB). Gestantes infectadas podem transmitir o vírus ao feto e essa forma de 
transmissão da infecção pode resultar em aborto espontâneo, óbito fetal ou malformações 
congênitas, como a microcefalia. Deve-se ficar atento para o aparecimento de outros quadros 
neurológicos, tais como, encefalites, mielites e neurite óptica, entre outros.
A síndrome de Guillain-Barré
A síndrome de Guillain-Barré, também conhecida por polirradiculoneuropatia idiopática aguda 
ou polirradiculopatia aguda imunomediada, é uma doença do sistema nervoso (neuropatia) 
adquirida, provavelmentede caráter autoimune, marcada pela perda da bainha de mielina e 
dos reflexos tendinosos. Ela se manifesta sob a forma de inflamação aguda desses nervos e, às 
vezes, das raízes nervosas, e pode afetar pessoas de qualquer idade, especialmente, os adultos 
mais velhos.
O processo inflamatório e desmielizante interfere na condução do estímulo nervoso até os 
músculos e, em parte dos casos, no sentido contrário, isto é, na condução dos estímulos 
sensoriais até o cérebro.
Em geral, a moléstia evolui rapidamente, atinge o ponto máximo de gravidade por volta da 
segunda ou terceira semana e regride devagar. Por isso, pode levar meses até o paciente ser 
considerado completamente curado. Em alguns casos, a doença pode tornar-se crônica ou 
recidivar.
Diagnóstico
O diagnóstico do Zika Vírus é clínico e feito por um médico. O resultado é confirmado por meio 
de exames laboratoriais de sorologia e biologia molecular.
Em caso de confirmação do Zika a notificação deve ser ao Ministério da Saúde em até 24 horas. 
Tratamento
Repouso relativo, enquanto durar a febre;
Estímulo à ingestão de líquidos;
Administração de paracetamol ou dipirona em caso de dor ou febre;
Não administração de ácido acetilsalicílico;
1. 
2. 
3. 
Administração de anti-histamínicos;
Recomendação ao paciente para que retorne imediatamente ao serviço de saúde, em casos 
de sensação de formigamento de membros ou alterações do nível de consciência (para 
investigação de SGB e de outros quadros neurológicos);
Diante da queixa de alteração visual, encaminhamento ao oftalmologista para avaliação e 
tratamento.
Mesma prevenção da Dengue menos a vacina
Chikungunya
É uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas 
do gênero Aedes. No Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão do vírus 
chikungunya (CHIKV) é o Aedes aegypti.
O vírus chikungunya também pode causar doença neuroinvasiva, que é caracterizada por 
agravos neurológicos, tais como: Encefalite, Mielite, Meningoencefalite, síndrome de Guillain-
Barré, síndrome cerebelar, paresias, paralisias e neuropatias.
Sintomas
Febre
Dores intensas nas articulações
Edema nas articulações (geralmente as mesmas afetadas pela dor intensa)
Dor nas costas
Dores musculares
Manchas vermelhas pelo corpo
Prurido (coceira) na pele, que pode ser generalizada, ou localizada apenas nas palmas das 
mãos e plantas dos pés
Dor de cabeça
Dor atrás dos olhos
Conjuntivite não-purulenta
Náuseas e vômitos
Dor de garganta
Calafrios
Diarreia e/ou dor abdominal (manifestações do trato gastrointestinal são mais presentes 
em crianças)
Destaca-se que a doença pode evoluir em três fases:
Febril ou aguda: tem duração de 5 a 14 dias
Pós-aguda: tem um curso de 15 a 90 dias
Crônica: Se os sintomas persistirem por mais de 90 dias após o início dos sintomas, 
considera-se instalada a fase crônica. Em mais de 50% dos casos, a artralgia (dor nas 
articulações) torna-se crônica, podendo persistir por anos (BORGHERINI, et. al, 2008.)
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti
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Importante: É possível que se desenvolva manifestações extra articulares, ou sistêmicas: no 
sistema nervoso, cardiovascular, pele, rins e outros (informações detalhadas no quadro abaixo).
Transmissão vertical
Casos de transmissão vertical do CHIKV podem ocorrer quase que exclusivamente no intraparto 
de gestantes virêmicas e quando ocorrem, provocam infecção neonatal grave.
Diagnóstico
O diagnóstico da chikungunya tem componentes clínicos e laboratoriais, e deve ser feito por um 
médico.
Em caso de suspeitada doença a notificação deve ser realizada, e digitada no Sistema de 
Informação de Agravos de Notificação (Sinan Online) em até 7 dias. Em caso de óbitos, a 
notificação deve ser feita ao Ministério da Saúde em até 24 horas.
Oropouche
O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do 
gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
Transmissão
A transmissão do Oropouche é feita principalmente pelo inseto conhecido como Culicoides 
paraensis (maruim). Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no 
inseto por alguns dias. Quando o inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.
 Existem dois tipos de ciclos de transmissão da doença:
Ciclo Silvestre:
No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não-humanos (e possivelmente aves silvestres e 
roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do OROV em algumas espécies 
de insetos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus. No entanto, o vetor primário é o 
Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora.
Ciclo Urbano:
Nesse ciclo, os humanos são os principais hospedeiros do vírus. O inseto Culicoides paraensis 
também é o vetor principal. O inseto Culex quinquefasciatus, comumente encontrado em 
ambientes urbanos, pode ocasionalmente transmitir o vírus também.
Sintomas
Os sintomas são parecidos com os da dengue: dor de cabeça intensa, dor muscular, náusea e 
diarreia. Nesse sentido, é importante que profissionais da área de vigilância em saúde sejam 
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capazes de diferenciar essas doenças por meio de aspectos clínicos, epidemiológicos e 
laboratoriais e orientar as ações de prevenção e controle.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico, epidemiológico e laboratorial. Todo caso com diagnóstico de infecção 
pelo OROV deve ser notificado. O Oropouche compõe a lista de doenças de notificação 
compulsória, classificada entre as doenças de notificação imediata, em função do potencial 
epidêmico e da alta capacidade de mutação, podendo se tornar uma ameaça à saúde pública.
Prevenção
Recomenda-se:
Evitar o contato com áreas de ocorrência e/ou minimizar a exposição às picadas dos 
vetores.
Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplique repelente nas áreas expostas da 
pele.
Limpeza de terrenos e de locais de criação de animais.
Recolhimento de folhas e frutos que caem no solo.
Uso de telas de malha fina em portas e janelas.
Importante: em caso de sintomas suspeitos, procure ajuda médica imediatamente e informe 
sobre sua exposição potencial à doença.
Febre Amarela 
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução 
abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é 
causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e 
silvestre). No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) 
infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente 
silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes.
No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, 
amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, 
apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte 
de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser 
prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial.
Sintomas
Os sintomas iniciais da febre amarela são:
Início súbito de febre
Dores no corpo em geral
Calafrios
Náuseas e vômitos
Dor de cabeça intensa
Fadiga
Dores nas costas
Fraqueza
A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% 
apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma 
forma mais grave da doença
Importante: Os macacos não transmitem a febre amarela! Eles são importantes sentinelas para 
alerta em regiões onde o vírus está circulando. Macacos mortos são analisados em exames 
específicos para detectar se a causa morte foi Febre Amarela, o queaciona o alerta de cuidado 
com as pessoas.
Complicações:
Em casos graves, a pessoa infectada por febre amarela pode desenvolver alguns sintomas, 
como:
Febre alta
Hemorragia
Pele e olhos amarelados (icterícia)
Eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos
Importante: Cerca de 20% a 50% das pessoas que desenvolvem febre amarela grave podem 
morrer. Assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, é fundamental buscar ajuda médica 
imediata.
Transmissão
Não há transmissão de pessoa a pessoa. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos 
transmissores infectados. Apenas as fêmeas transmitem o vírus, pois o repasto sanguíneo provê 
nutrientes essenciais para a maturação dos ovos e, consequentemente, a completude do ciclo 
gonotrófico.
Tratamento
O tratamento da febre amarela é apenas sintomático, com cuidadosa assistência ao 
paciente que, sob hospitalização deve permanecer em repouso. Nas formas graves, o 
paciente deve ser atendido em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reduzir as complicações 
e o risco de óbito. Medicamentos solicitados devem ser evitados (AAS / Aspirina), já que o uso 
pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.
O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico.
Prevenção
A vacina é a principal ferramenta de prevenção da febre amarela. O Sistema Único de 
Saúde (SUS) oferta vacina contra febre amarela para toda população. Desde abril de 2017, o 
Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de 
acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Quem não deve se vacinar:
Crianças menores de 9 meses de idade.
Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade.
Pessoas com alergia grave ao ovo.
Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350.
Pessoas em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia.
Pessoas portadoras de doenças autoimunes.
Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).
Doação de Sangue:
Após 28 dias da vacina, as doações de sangue podem ser realizadas. Sugere-se que antes de 
tomar a vacina as pessoas procurem um hemocentro ou serviço de coleta para doação, evitando 
que haja desabastecimento dos estoques de bolsas de sangue.
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus
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