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Super Resumos PSMII - Segundo Teste
Psicopatologia e Saúde Mental II (Universidade Católica Portuguesa)
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Super Resumos PSMII - Segundo Teste
Psicopatologia e Saúde Mental II (Universidade Católica Portuguesa)
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lOMoARcPSD|51913723
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https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-catolica-portuguesa/psicopatologia-e-saude-mental-ii/3404372?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=super-resumos-psmii-segundo-teste
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Ansiedade: resposta a qualquer 
eventualidade de ameaça ao indivíduo; tem 
uma componente fisiológica e psicológica
A característica que todas as perturbações 
da ansiedade partilham é a presença de 
medo e ansiedade excessivos, e alterações 
do comportamento relacionadas
Ansiedade vs Medo
Medo: resposta emocional a uma ameaça 
real ou percebida
Ansiedade: antecipação de uma ameaça 
futura
Ansiedade Normal vs Patológica
Distinguem-se pela intensidade, frequência 
e impacto na pessoa; devemos analisar a 
proporcionalidade entre a gravidade da 
situação objetiva e a resposta ansiosa, o 
grau de sofrimento subjetivo e o grau do 
comprometimento funcional.
Nas perturbações da ansiedade, o medo 
persiste após o estímulo desaparecer.
O que é?
Medo/ansiedade excessiva/irracional 
circunscrita à presença de um estímulo 
fóbico, que provoca uma resposta 
ansiosa imediata (pode ser ou não um 
ataque de pânico)
Limitada a um estímulo específico
Possui um caráter mais leve, porque os 
sintomas só se apresentam frente ao 
estímulo em questão
O(s) estímulo(s) é evitado ou suportado 
mas com grande mal estar
A pessoa reconhece o medo como 
sendo irracional
Critérios
A. Medo ou ansiedade marcados em relação 
a um estímulo específico (ex: andar de 
avião, animais, sangue...)
B. O estímulo provoca quase sempre medo 
ou ansiedade imediatos
C. O estímulo é ativamente evitado ou 
tolerado com intenso desconforto
D. O medo/ansiedade são desproporcionais 
ao perigo real e ao contexto sociocultural da 
pessoa
E. O medo, ansiedade e evitamento são 
persistentes, durando mais de 6 meses
F. O medo, ansiedade e evitamento causam 
mal estar clinicamente significativo ou um 
défice funcional, social, ocupacional...
G. A perturbação não é mais bem explicada 
pelos sintomas de outra perturbação 
mental, objetos e situações relacionados 
com obsessões, recordações de 
acontecimentos traumáticos, separação de 
casa ou de figuras de vinculação ou 
situações sociais
Especificadores
Animal (animais ou insetos)
Ambiental (tempestades, rios, precipícios)
Sangue/injeção/ferimento
Situacional (medo de situações específicas, 
como conduzir, andar de elevador...)
Outros tipos (sons altos, asfixia, vómito...)
Fobia EspecíficaAnsiedade e Medo
Ataque de Pânico
Um ataque de pânico requer 4 ou mais 
dos seguintes sintomas:
Palpitações, batimentos cardíacos ou 
ritmo cardíaco acelerado
1. 
Suores2. 
Estremecimentos ou tremores3. 
Sensações de falta de ar ou abafamento4. 
Sensação de asfixia5. 
Desconforto ou dor no peito6. 
Náuseas ou mal-estar abdominal7. 
Sensação de tontura, de desequilíbrio, 
de cabeça vazia ou desmaio
8. 
Sensações de frio ou calor9. 
Parestesias10. 
Desrealização ou despersonalização11. 
Medo de perder o controlo ou de 
enlouquecer
12. 
Medo de morrer13. 
Categorias de Ataques de Pânico
Inesperado: não há estímulo aparente
Situacional ou esperado: há um estímulo 
que desencadeia o ataque (ex: situação em 
que a pessoa costuma ter ataques de 
pânico)
Frequência de Ataques de Pânico
Moderadamente frequentes: 1x por semana, 
com regularidade por períodos de meses
Infrequentes: por exemplo, 2 por mês
Surtos curtos de ataques mais frequentes: 
por exemplo, diariamente, separados por 
períodos longos sem ataques ou com 
ataques infrequentes
Gravidade de Ataques de Pânico
Podem ter sintomas completos (4 ou mais) 
ou limitados (menos de 4)
Diagnóstico Diferencial
Agorafobia
A apresentação é parecida, mas a 
agorafobia envolve a presença dos 
sintomas em duas ou mais situações 
agorafóbicas. Se o indivíduo só 
apresentar os sintomas numa, deve ser 
diagnosticado com fobia específica
Fobia Social
Se as situações forem temidas devido a 
avaliações negativas
Perturbação da Ansiedade de 
Separação
Se as situações forem temidas devido à 
separação de um cuidador ou figura de 
vinculação
Perturbação do Pânico
Indivíduos com fobia específica podem 
ter ataques de pânico, mas apenas se 
expostos ao estímulo fóbico
Perturbação Obsessivo-Compulsiva
Se o medo de um estímulo estiver 
relacionado a obsessões (por exemplo, 
medo de sangue devido a pensamentos 
obsessivos de contaminação) e outros 
critérios estiverem preenchidos
Perturbações Relacionadas com 
Trauma e com Fatores de Stress
Se a fobia se desenvolver a partir de um 
evento traumático, deve considerar-se 
PTSD, mas, se os critérios para PTSD não 
forem preenchidos, diagnostica-se como 
fobia específica
Perturbações da Alimentação e 
Ingestão
O diagnóstico não é dado se o 
comportamento de evitamento for 
exclusivamente dirigido a evitar comida 
ou aspetos relacionados com a comida. 
Nesse caso, deve-se considerar anorexia 
nervosa ou bulimia nervosa
Perturbações do Espetro da 
Esquizofrenia e Outras Perturbações 
Psicóticas
Verificar se o medo ou evitamento resulta 
de pensamento delirante
O que é?
Medo/ansiedade excessiva/irracional 
em uma ou mais situações de 
desempenho nas quais se expõe à 
observação, por receio de se 
comportarem de forma embaraçosa
A exposição a tal cenário causa quase 
invariavelmente ansiedade e pode 
assumir a forma de uma ataque de 
pânico
O(s) estímulo(s) é evitado ou suportado 
mas com grande mal estar
A pessoa reconhece o medo como 
sendo irracional
Critérios
A. Medo ou ansiedade marcados de um ou 
mais tipos de situações sociais em que o 
indivíduo está exposto ao possível 
escrutínio dos outros (ex: interações sociais, 
como conversas, ser observado a fazer 
determinadas atividades, situações de 
desempenho como falar em público, etc)
B. O indivíduo teme comportar-se de forma 
que revela ansiedade por medo que os 
mesmos sejam avaliados de forma negativa
C. As situações sociais provocam quase 
sempre medo ou ansiedade
D. Situações sociais são ativamente 
evitadas ou toleradas com intenso 
desconforto
E. O medo/ansiedade são desproporcionais 
ao perigo real que a situação social 
pressupõe e ao contexto sociocultural da 
pessoa
F. O medo, ansiedade e evitamento são 
persistentes, durando mais de 6 meses
G. O medo,ansiedade e evitamento causam 
mal estar clinicamente significativo ou um 
défice funcional, social, ocupacional...
H. O medo, ansiedade ou evitamento não 
são atribuíveis aos efeitos fisiológicos de 
uma substância ou condição médica
I. O medo, ansiedade ou evitamento não são 
melhor explicados por sintomas de outra 
perturbação mental, como a Perturbação do 
Pânico, Dimórfica Corporal ou do Espetro 
do Autismo
J. Se outra condição médica está presente, 
o medo/ansiedade não estão relacionados a 
ela ou são desproporcionais
Especificadores
Tipo apenas de desempenho (estes 
indivíduos só têm sintomas em relação a 
situações onde têm de fazer algo que 
requer desempenho, como apresentações 
académicas, performances, etc, mas não 
aparecem em situações sociais que não 
envolvem desempenho)
Perturbação da Ansiedade 
Social ou Fobia Social
Diagnóstico Diferencial
Timidez Normativa
É apenas um traço de personalidade que 
não causa sofrimento clinicamente 
significativo ou défices no 
funcionamento. Apenas 12% de 
indivíduos que se consideram tímidos 
preenchem os critérios para a 
perturbação
Agorafobia
Indivíduos com agorafobia podem evitar 
situações sociais por medo de não 
conseguirem fugir ou de não haver ajuda 
disponível, e não por medo do escrutínio 
dos outros
Perturbação do Pânico
Pessoas com fobia social podem ter 
ataques de pânico, mas o seu medo não 
provém delem
Ansiedade Generalizada
Preocupações sociais podem surgir na 
ansiedade generalizada, mas o foco é a 
natureza das relações, não o medo da 
avaliação negativa
Perturbação Depressiva Major
Indivíduos com PDM podem preocupar-
se com avaliação negativa porque 
sentem que são maus ou não merecem 
que gostem deles, mas os que têm fobia 
social temem isso devido a certos 
comportamentos sociais ou sintomas 
físicos
Perturbação Evitante da 
Personalidade
Pessoas com a Perturbação Evitante 
tendem a ter um padrão de evitamento 
mais amplo e taxas maiores de 
incapacidade. Também tendem a ter um 
forte e pervasivo autoconceito negativo, 
que adotam como equivalente à 
avaliação global das pessoas
Obsessivo-Compulsiva
Diagnóstico adicional apenas quando os 
medos sociais e evitamento são 
independentes dos núcleos das 
obsessões e compulsões
Outras Condições Médicas
Podem produzir sintomas que podem 
levar a vergonha
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O que é?
Caracterizada por ataques de pânico 
inesperados que causam preocupação 
persistente sobre a possibilidade de ter 
outro(s) ou das suas possíveis 
consequências, e/ou alteração 
desadaptativa do comportamento para 
tentar evitar que o mesmo aconteça
Perturbação de Pânico
Critérios
A. Ataques de pânico inesperados 
recorrentes
B. Pelo menos um dos ataques foi seguido 
por um mês de um ou ambos dos seguintes:
1 - Preocupação persistente acerca de ter 
novos ataques ou das suas consequências 
(ex: ataque cardíaco, enlouquecer...)
2 - Alteração significativa desadaptativa 
relacionada com os ataques (ex: evitar 
prática de exercício ou situações 
desconhecidas)
C. Não é atribuível ao efeitos fisiológicos de 
uma substância ou de outra condição 
médica
D. A perturbação não é melhor explicada 
por uma outra perturbação mental (ou seja, 
os ataques não acontecem apenas em 
situações sociais temidas, em resposta a 
estímulos fóbicos ou à separação das 
figuras de vinculação)
Diagnóstico Diferencial
Outras perturbações com ataques de 
pânico como característica associada
Se os ataques de pânico apenas ocorrerem 
em resposta a estímulos específicos, só se 
atribui o diagnóstico da perturbação de 
ansiedade relevante:
Ansiedade social: quando 
desencadeados por situações sociais
Fobia específica ou agorafobia: 
causado por objetos ou situações 
fóbicas
Ansiedade generalizada: desencadeado 
por preocupações
O que é?
Medo ou ansiedade intensos e irracionais 
causados pela exposição real ou 
antecipação à exposição a um amplo 
conjunto de situações (transportes públicos, 
espaços abertos, espaços fechados, 
multidões ou estar fora de casa sozinho)
Agorafobia
Critérios
A. Medo ou ansiedade marcados em 2 ou 
mais das seguintes situações:
1 - Utilizar transportes públicos (carros, 
autocarros, barcos, aviões...)
2 - Estar em espaços abertos (parques de 
estacionamento, mercados ao ar livre...)
3 - Estar em espaços fechados (cinema, 
lojas, teatros...)
4 - Estar numa fila ou multidão
5 - Estar fora de casa sozinho
B. O indivíduo tem medo ou evita essas 
situações devido a medo de que fugir seja 
difícil ou de que precise de ajuda e não a 
consiga obter no caso de ter algum sintoma 
(ex: medo de cair, de incontinência, ataque 
de pânico...)
C. As situações agorafóbicas provocam 
quase sempre medo ou ansiedade
D. As situações agorafóbicas são evitadas 
ativamente, requerem a presença de um 
companheiro ou são suportadas com medo 
ou ansiedade intensos
E. O medo e ansiedade são 
desproporcionais em relação ao perigo real 
e ao contexto sociocultural
F. O medo, ansiedade ou evitamento são 
persistentes, com uma duração de 6 meses 
ou mais
G. O medo, ansiedade ou evitamento 
causam mal estar clinicamente significativo 
ou um défice funcional, escolar, social...
H. Se outra condição estiver presente, o 
medo, ansiedade ou evitamento são 
desproporcionais ou excessivos em relação 
ao perigo real
I. O medo, ansiedade e evitamento não são 
melhor explicados pelos sintomas de outras 
condições psicológicas, como fobia 
específica, fobia social, obsessões, falhas 
ou defeitos percepcionados na aparência 
(perturbação dimórfica corporal), 
recordações de acontecimentos traumáticos 
ou medo de separação
A agorafobia é diagnosticada 
independentemente da presença da 
perturbação de pânico
Diagnóstico diferencial
Perturbação Depressiva Major
O indivíduo evita sair de casa por 
anedonia, apatia, falta de energia, falta 
de autoestima...
Outras Condições Médicas
Agorafobia não é diagnosticada se o 
evitamento resulta de consequências 
fisiológicas de outra condição médica
O que é?
Ansiedade e preocupação excessiva sobre 
vários acontecimentos e atividades
Perturbação de Ansiedade 
Generalizada
Critérios
A. Ansiedade e preocupação excessiva que 
ocorrem em mais de metade dos dias 
durante pelo menos 6 meses, sobre vários 
acontecimentos ou atividades (desempenho 
escolar ou laboral, etc)
B. O indivíduo tem dificuldade em controlar 
a preocupação
C. A ansiedade e a preocupação estão 
associadas com 3 ou mais dos sintomas 
seguintes (com pelo menos alguns 
presentes em mais de metade dos dias 
durante 6 meses)
1 - Agitação, nervosismo ou tensão interior
2 - Fadiga fácil
3 - Dificuldades de concentração ou 
mente vazia
4 - Irritabilidade
5 - Tensão muscular (pode incluir 
tremores, espasmos, dores musculares...)
6 - Perturbações do sono (dificuldade em 
adormecer ou permanecer a dormir ou sono 
insatisfatório)
D. A ansiedade, preocupação ou sintomas 
físicos causam mal-estar clinicamente 
significativo ou défice no funcionamento 
social, ocupacional, etc
E. A perturbação não é atribuível a efeitos 
fisiológicos de uma substância ou a outra 
condição médica
F. Os sintomas não são melhor explicados 
por outra perturbação mental
Diagnóstico Diferencial
Ansiedade Social
Ansiedade antecipatória focada em 
situações sociais futuras por saber que 
serão avaliados por outros vs ansiedade 
independentemente de serem avaliados 
por outros ou não
Perturbação Obsessiva Compulsiva
Preocupação excessiva vs ideias 
inapropriadas que tomam a forma de 
pensamentos intrusivos, impulsos ou 
imagens
Perturbação Depressiva Major, 
Bipolar e Psicótica
A ansiedade generalizada é uma 
característica associada a estasperturbações, e não pode ser 
diagnosticada separadamente se a 
mesma ocorreu apenas durante o curso 
dessas condições
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Perturbação Obsessivo-
Compulsiva
O que é?
Caracterizada pela presença de obsessões 
e/ou compulsões
Critérios
A. Presença de obsessões, compulsões, ou 
ambas
B. As obsessões ou compulsões consomem 
tempo, causam mal-estar clinicamente 
significativo ou causam défice social, 
ocupacional, etc
C. Os sintomas não são atribuíveis aos 
efeitos fisiológicos de uma substância ou 
outra condição médica
D. Os sintomas não são mais bem 
explicados por outra perturbação
Obsessões
São caracterizadas por:
Pensamentos, impulsos ou imagens 
recorrentes e persistentes que, em 
algum período da perturbação, são 
experienciados como intrusivos ou 
indesejados e que na maior parte dos 
casos causam ansiedade ou mal-estar 
marcados
O indivíduo tenta ignorar ou suprimir 
essas obsessões (evitando "gatilhos" 
ou suprimindo-os) ou neutralizá-los 
com algum outro pensamento ou ação 
(compulsão)
Compulsões
São caracterizadas por:
Comportamentos repetitivos (lavagens 
de mãos, verificação...) ou atos mentais 
(rezar, contar, repetir palavras...) que o 
indivíduo se sente compelido a fazer em 
resposta a um obsessão ou de acordo 
com um conjunto de regras que aplica 
rigidamente
Têm como objetivo prevenir ou reduzir a 
ansiedade ou mal-estar ou prevenir 
acontecimentos ou situações temidas, 
mas não estão ligados de forma realista 
com o que pretendem neutralizar ou 
prevenir e são claramente excessivos
Especificadores
Com insight bom ou razoável: a pessoa 
reconhece que as crenças são definitiva 
ou provavelmente falsas ou considera 
que podem ou não ser verdadeiras
Com insight pobre: o indivíduo 
considera que as crenças são 
provavelmente verdadeiras
Com insight ausente/crenças delirantes: 
a pessoa está completamente 
convencida de que as crenças são 
verdadeiras
Relacionada com tiques: se a pessoa 
tiver um diagnóstico atual ou passado 
de uma perturbação de tiques
Perturbação de Stress Pós 
Traumático
O que são?
Uma categoria que inclui o conjunto das 
perturbações nas quais o défice clínico 
primário é na função cognitiva, sendo esse 
défice adquirido e não congénito.
Apenas se incluem na categoria das PNC as 
perturbações cujas características 
nucleares são cognitivas e o défice não 
esteve presente desde o nascimento ou de 
uma fase precoce da vida, representando 
assim um declínio em relação ao nível 
anterior de funcionamento.
Perturbações 
Neurocognitivas
Domínios neurocognitivos 
Atenção Complexa
Inclui a atenção sustentada, dividida, 
seletiva e velocidade de pensamento.
Dificuldade em ambientes com 
múltiplos estímulos
Dificuldade em reter novas informações
Pensamento e tarefas mais demoradas
Função Executiva
Planeamento, tomada de decisão, memória 
de trabalho, respostas às reações, correção 
de erros, inibição, flexibilidade mental...
Aumento do esforço necessário para 
completar projetos em várias fases
Dificuldade em realizar múltiplas tarefas 
simultaneamente
Aprendizagem e Memória
Memória imediata, recente (incluindo a 
evocação com pista, espontânea e memória 
de reconhecimento), semântica, 
autobiográfica, aprendizagem implícita...
Dificuldade em recordar 
acontecimentos recentes
Repetir várias vezes a mesma coisa
Linguagem
Linguagem expressiva (nomeação, 
encontrar palavras, fluência, gramática e 
sintaxe) e receptiva.
Dificuldade em encontrar palavras
Erros gramaticais
Uso de frases de aplicação geral (ex: 
"aquela coisa")
Percetivomotor
Aptidões incluídas nas designações de 
percepção visual, visuoconstrutiva, 
percetivomotor, praxia e agnosia.
Pode perder-se ou mudar de direção 
quando não está concentrado na tarefa
Maior dificuldade em atividades que lhe 
eram previamente familiares
Cognição Social
Reconhecimento de emoções, teoria da 
mente.
Alterações no comportamento ou na 
atitude, muitas vezes descritas como 
uma alteração na personalidade
Menor capacidade de identificar pistas 
sociais, redução na empatia, aumento 
da extroversão ou introversão
PNC Major
Critérios
A. Evidencia declínio cognitivo significativo 
em relação a um nível prévio de 
desempenho num ou mais domínios 
cognitivos (atenção complexa, funções 
executivas, aprendizagem e memória, 
linguagem, capacidade percetivomotora ou 
cognição social) com base em:
B. Os défices cognitivos interferem na 
realização independente das atividades da 
vida diária (no mínimo precisa de ajuda com 
elas)
C. Os défices cognitivos não ocorrem 
exclusivamente no contexto de um delírio
D. Os défices cognitivos não são mais bem 
explicados por outra perturbação mental
Preocupação do indivíduo, de um 
informador ou do clínico que existe um 
declínio signficativo
1. 
Um défice substancial no desempenho 
cognitivo, preferencialmente 
documentado por testes 
neuropsicológicos ou avaliação clínica 
quantitativa
2. 
PNC Ligeira
Critérios
A. Evidencia declínio cognitivos modesto em 
relação a um nível prévio de desempenho 
num ou mais domínios cognitivos (atenção 
complexa, funções executivas, 
aprendizagem e memória, linguagem, 
capacidade percetivomotora ou cognição 
social) com base em:
B. Os défices cognitivos não interferem na 
realização independente das atividades da 
vida diária (as atividades instrumentais 
podem ser realizadas pela pessoa sem 
ajuda, mas requerem mais esforço ou 
utilização de estratégias de compensação)
C. Os défices cognitivos não ocorrem 
exclusivamente no contexto de um delírio
D. Os défices cognitivos não são mais bem 
explicados por outra perturbação mental
Preocupação do indivíduo, de um 
informador ou do clínico que existe um 
declínio signficativo
1. 
Um défice substancial no desempenho 
cognitivo, preferencialmente 
documentado por testes 
neuropsicológicos ou avaliação clínica 
quantitativa
2. 
PNC Major ou Ligeira devida 
a Doença de Alzheimer
Critérios
A. Estão preenchidos os critérios para a 
perturbação neurocognitiva major ou ligeira
B. Existe um início insidioso e uma 
progressão gradual do défice num ou mais 
domínios cognitivos (para a major, tem que 
ser pelo menos 2)
C. Estão preenchidos os critérios para 
possível ou provável doença de Alzheimer 
apresentados de seguida:
Para PNC Major
(atribuído o diagnóstico de doença de 
Alzheimer provável se qualquer um dos 
seguintes estiver presente; caso contrário, 
atribui-se doença de Alzheimer possível)
a. Clara evidência de declínio da memória e 
da aprendizagem e de pelo menos um outro 
domínio cognitivo (com base na história 
clínica ou em testes neuropsicológicos 
seriados)
b. Declínio gradual, continuamente 
progressivo, da cognição, sem períodos 
estacionários prolongados
c. Não existe evidência da etiologia mista 
(ausência de outra doença 
neurodegenerativa ou cerebrovascular, etc 
que possa contribuir para o declínio 
cognitivo)
Para PNC Ligeira
(atribuído provável se existir evidências pela 
história familiar ou testes genéticos, e 
possível se não existir mas estiverem 
presentes todos os seguintes:)
D. A perturbação não é mais bem explicada 
por outra doença cerebrovascular, 
neurodegenerativa, efeitos de uma 
substância ou outra perturbação mental, 
neurológica ou sistémica
Evidência pela história familiar ou por 
testes genéticos da existência de uma 
mutação genética causadora da doença 
de Alzheimer
1. 
Estão presentes todos os seguintes:2. 
Clara evidência de declínio da memória 
e aprendizagem
1. 
Declínio gradual, continuamente 
progressivo, da cognição, sem períodos 
estacionários prolongados
2. 
Não existe evidência de etiologia mista3. 
Fases do Alzheimer
Fase 1:
Perda de memória
Desorientação no tempo e no espaço
Perda de iniciativa e interesses
Dificuldade em encontrar objetos
Fase 2:
Lapsos de memóriasignificativos
Redução da autossuficiência 
(autonomia)
Perde-se facilmente
Agravamento dos problemas de 
linguagem
Fase 3:
Dificuldade em alimentar-se, mesmo 
com ajuda
Incapacidade de reconhecer família e 
amigos
Dificuldade em se movimentar
Incontinência
Comportamento significativamente 
anormal
Critérios
A. Exposição a ameaça de morte, morte 
real, ferimento grave ou violência sexual em 
uma ou mais das seguintes formas:
1 - Exposição direta
2 - Testemunhar presencialmente 
acontecimentos que ocorrerem a outra 
pessoa
3 - Tomar conhecimento de que os 
acontecimentos ocorreram a um familiar ou 
amigo próximo. Nos casos de ameaça de 
morte ou morte real, deve ter sido violento 
e/ou acidental
4 - Exposição repetida ou extrema a 
pormenores aversivos do acontecimento 
traumático de outra pessoa (não se aplica a 
exposição através de media, a menos que 
esteja relacionada com o trabalho)
B. Presença de um ou mais dos seguintes 
sintomas intrusivos cujo início é posterior ao 
acontecimento traumático associado:
1 - Lembrança dos acontecimentos que 
causam mal estar e que são intrusivas, 
involuntárias e recorrentes
2 - Sonhos perturbadores recorrentes 
cujo conteúdo ou emoções estão 
relacionadas com o acontecimento 
traumático
3 - Reações dissociativas nas quais o 
indivíduo sente ou atua como se o 
acontecimento estivesse a ocorrer 
novamente
4 - Mal-estar psicológico intenso ou 
prolongado quando exposto a estímulos 
internos ou externos que simbolizem ou se 
assemelhem a aspetos dos acontecimentos 
traumáticos
5 - Reações fisiológicas intensas à 
exposição a estímulos internos ou externos 
que simbolizem ou se assemelhem a 
aspetos dos acontecimentos traumáticos
C. Evitamento persistente dos estímulos 
associados aos acontecimentos 
traumáticos, como indicado por um ou mais 
dos seguintes:
1 - Evitamento ou esforço para evitar 
memórias, pensamentos ou emoções que 
causam mal-estar acerca do acontecimento 
ou intimamente ligados ao mesmo
2 - Evitamento ou esforço para evitar 
estímulos externos que despertam 
memórias, pensamentos ou emoções 
relacionadas com o acontecimento ou 
intimamente ligados ao mesmo
D. Alterações negativas nas cognições ou 
no humor associados aos acontecimentos 
traumáticos, com início ou agravamento 
após os mesmos, como indicado por 2 ou 
mais dos seguintes:
1 - Incapacidade de lembrar um ou mais 
aspetos importantes dos acontecimentos 
traumáticos (tipicamente causado por 
amnesia dissociativa)
2 - Crenças ou expectativas sobre o 
próprio, os outros ou o mundo 
exageradamente negativas e persistentes
3 - Cognições distorcidas persistentes 
acerca das causas ou consequências dos 
acontecimentos traumáticos que levam a 
pessoa a culpar-se a si própria ou aos outros
4 - Estado emocional negativo persistente
5 - Interesse ou participação em 
atividades significativas fortemente 
diminuídos
6 - Sensação de estar desligado ou de 
estranheza em relação aos outros
7 - Incapacidade persistente de 
experimentar emoções positivas (felicidade, 
satisfação ou sentimentos amorosos)
E. Alterações significativas da ativação e 
reatividade associadas aos acontecimentos, 
com início ou agravamento após os 
mesmos, como indicado por 2 ou mais dos 
seguintes:
1 - Comportamento irritável ou acessos de 
raiva (com provocação mínima ou 
inexistente), tipicamente expressos por 
agressões físicas ou verbais para com 
pessoas ou objetos
2 - Comportamento imprudente ou 
autodestrutivo
3 - Hipervigilância
4 - Resposta de sobressalto exagerada
5 - Dificuldade de concentração
6 - Perturbações do sono (dificuldade em 
adormecer ou permanecer a dormir, sono 
agitado...)
F. A duração da perturbação é superior a 
um mês
G. A perturbação causa mal-estar 
clinicamente significativo ou défice no 
funcionamento social, ocupacional...
H. A perturbação não é atribuível aos efeitos 
fisiológicos de uma substância ou a outra 
condição médica
Especificadores
Com sintomas dissociativos: se o indivíduo 
experienciar um dos seguintes:
Despersonalização: sensação de 
desprendimento em relação a si próprio, 
como se fosse um observador externo 
dos seus processos mentais ou 
corporais (sentir que está num sonho, 
que o tempo passa lentamente...)
Desrealização: irrealidade do ambiente 
envolvente (o mundo parece distorcido, 
irreal, uma simulação...)
Com início tardio: se os critérios 
completos não estão preenchidos até 
pelo menos 6 meses após o evento 
traumático acontecer, embora alguns 
sintomas estejam presentes 
imediatamente
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As perturbações psicóticas são 
caracterizadas pela presença de delírios, 
alucinações, pensamento e discurso 
desorganizados, comportamento catatónico 
ou anormal e sintomas negativos
Perturbações Psicóticas
Delírios
São crenças, não passíveis de mudar à luz 
da evidência oposta. O seu conteúdo pode 
incluir vários temas diferentes.
Tipos de Delírio
Persecutórios: crença de que a pessoa 
está a ser perseguida ou que alguém 
(pessoa, grupo, organização...) a quer 
prejudicar de alguma forma; são os 
mais comuns
De referência: crença de que 
determinados gestos, comentários, 
estímulos do ambiente, entre outros, 
são dirigidos ao próprio (um exemplo 
clássico é as pessoas acharem que a 
televisão esta a falar com ou sobre elas)
Grandiosos: crença de que o indivíduo 
tem alguma habilidade excecional, 
fortuna ou fama
Erotomaníacos: crença falsa de que 
outra pessoa está apaixonada por ela
Niilísticos: crença de que uma grande 
catástrofe vai acontecer
Somáticos: preocupações relacionadas 
com a saúde e funções orgânicas
Bizarros: quando são claramente 
implausíveis e incompreensíveis entre 
pares da mesma cultura (ex: roubo de 
pensamento)
Não bizarros: situações que poderiam 
estar a acontecer (ex: estar a ser 
vigiado pela polícia, etc)
Caracterizada por uma ou mais delírios que 
duram mais de um mês
Perturbação Delirante
Caracterizada pela alteração que envolve 
delírios, alucinações, discurso 
desorganizado ou comportamento 
psicomotor desorganizado (um ou mais dos 
sintomas)
Perturbação Psicótica Breve
Alucinações
Experiências de tipo percetivo que ocorrem 
sem um estímulo externo, vividas e claras, 
que ocorrem no contexto do estado vígil.
Podem afetar qualquer sentido, mas as 
auditivas são as mais comuns.
Pensamento ou Discurso 
Desorganizado
Mudar de um assunto para o outro 
(descarrilamento ou afrouxamento de 
associações)
Respostas obliquamente relacionadas 
ou totalmente não relacionadas com as 
perguntas (tangencialidade)
Em casos mais graves, o discurso pode 
ser totalmente incompreensível de tão 
desorganizado (incoerência ou "salada 
de palavras")
Comportamento Motor 
Catatónico ou Anormal
A catatonia inclui a diminuição marcada de 
reatividade ao ambiente, por exemplo:
Negativismo: resistir a instruções
Manutenção da postura rígida, 
imprópria ou bizarra
Mutismo ou estupor: completa ausência 
de resposta verbal ou motora
Excitação catatónica: atividade motora 
excessiva, sem objetivo ou causa óbvia
Sintomas Negativos
Características reduzidas, ausentes ou 
empobrecidas de funções psicológicas 
normais; são mais duradouros do que os 
positivos e afetam mais o dia a dia das 
pessoas
- Embotamento afetivo: diminuição da 
capacidade de se expressar 
emocionalmente; aparência imóvel e sem 
resposta da face; afeta a habilidade de se 
expressar, a prosódica, movimentos das 
mãos e da cabeça...
- Avolição: diminuição de atividades com 
objetivos e motivação por iniciativa do 
próprio (ex: sentar-se durante longos 
períodos de tempo e mostrar pouco 
interesse em atividades)
- Alogia: manifesta-se por pobreza do 
discursoe respostas breves e lacónicas
- Anedonia: incapacidade de tirar prazer a 
partir de estímulos positivos
- Isolamento social: refere-se a uma 
aparente falta de interesse nas interações 
sociais
- Abulia: incapacidade de agir ou tomar 
decisões
Critérios
A. A presença de um ou mais delírios que 
duram pelo menos um mês
B. O critério A para esquizofrenia nunca foi 
preenchido (as alucinações, se presentes, 
não são proeminentes e só acontecem no 
contexto do delírio)
C. Para além do impacto de delírio ou das 
suas ramificações, o funcionamento da 
pessoa não é marcadamente prejudicado e 
o comportamento não é obviamente 
estranho
D. Se tiverem ocorrido episódios maníacos 
ou depressivos, estes foram breves 
relativamente à duração dos períodos 
delirantes
E. A perturbação não é atribuível aos efeitos 
fisiológicos de substâncias ou outra 
condição médica e não é mais bem 
explicada por outra perturbação mental
Especificadores
Tipo erotomaníaco
Tipo de grandiosidade
Tipo ciúme (aplicável quando o tema 
central é infidelidade do cônjuge)
Tipo persecutório
Tipo somático
Tipo misto (aplica-se quando não 
predomina apenas um dos temas 
supramencionados)
Tipo não especificado (aplica-se 
quando a crença delirante dominante 
não é determinada claramente ou não 
está descrita nos temas 
supramencionados)
Com conteúdo bizarro (se as crenças 
forem claramente impossíveis)
Mais Especificadores
Primeiro episódio, atualmente em 
episódio agudo
Primeiro episódio, atualmente em 
remissão parcial
Primeiro episódio, atualmente em 
remissão total
Múltiplos episódios, atualmente em 
episódio agudo
Múltiplos episódios, atualmente em 
remissão parcial
Múltiplos episódios, atualmente em 
remissão total
Contínuo (os sintomas persistem 
durante a maior parte do curso da 
doença, com períodos breves em que 
os sintomas estão a baixo do limiar do 
diagnóstico)
Não especificado
Critérios
A. Presença de um ou mais dos seguintes 
(pelo menos um dos primeiros 3 tem que 
estar)
1 - Delírios
2 - Alucinações
3 - Discurso desorganizado
4 - Comportamento grosseiramente 
desorganizado ou catatónico
(não incluir sintomas que sejam 
culturalmente aceites)
B. A duração de um episódio da 
perturbação é de pelo menos um dia, mas 
menos de um mês, com eventual retorno 
completo ao nível de funcionamento pré-
mórbido
C. Não é mais bem explicada por uma 
perturbação depressiva ou bipolar com 
características psicóticas ou por outra 
perturbação psicótica, efeitos fisiológicos 
de uma substância ou outra condição 
médica
Especificadores
Tipo erotomaníaco
Tipo de grandiosidade
Tipo ciúme (aplicável quando o tema 
central é infidelidade do cônjuge)
Tipo persecutório
Tipo somático
Tipo misto (aplica-se quando não 
predomina apenas um dos temas 
supramencionados)
Tipo não especificado (aplica-se 
quando a crença delirante dominante 
não é determinada claramente ou não 
está descrita nos temas 
supramencionados)
Com conteúdo bizarro (se as crenças 
forem claramente impossíveis)
Perturbação 
Esquisofreniforme
É uma doença crónica e, por isso, para não 
haver sintomas é necessário tomar 
medicação.
Fatores a ter em conta aquando do 
diagnóstico:
NSE (acesso a meios para gerir os 
sintomas)
Equilíbrio de expectativas (para não 
criar expectativas irrealistas e 
consequentemente frustrações)
Psicoeducação (com a família e o 
indivíduo)
Esquizofrenia
Critérios
A. Presença de 2 ou mais dos seguintes 
sintomas, cada um por uma porção de 
tempo significativa durante um período de 
um mês (ou menos, se tratado) (pelo menos 
um dos primeiros três tem que estar 
presente):
1 - Delírios
2 - Alucinações
3 - Discurso desorganizado
4 - Comportamento grosseiramente 
desorganizado ou catatónico
5 - Sintomas negativos
B. Desde o início da perturbação e por um 
período de tempo significativo, o nível de 
funcionamento em uma ou mais das áreas 
principais está marcadamente abaixo do 
nível previamente atingido
C. Sinais contínuos da perturbação 
persistem por pelo menos 6 meses. Tem 
que incluir pelo menos um mês de sintomas, 
ou menos, se for tratado, que preencham o 
critério A , e pode incluir períodos de 
sintomas prodómicos ou residuais (durante 
os quais a doença se pode manifestar 
apenas por sintomas negativas ou incluir os 
enunciados no critério A)
D. A perturbação esquizoafetiva, depressiva 
e bipolar soram excluídas porque 1) os 
episódios maníacos ou depressivos não 
coincidiram com os sintomas da fase ativa 
ou 2) se os episódios ocorreram durante a 
fase ativa, estiveram apenas presentes 
numa pequena parte da duração total dos 
períodos de doença ativa/residual
E. Não é atribuível aos efeitos fisiológicos 
de outra condição ou de substâncias
F. Caso exista história de perturbação do 
espetro do autismo ou de perturbação de 
comunicação, só é feito o diagnóstico de 
esquizofrenia se estiverem presentes 
delírios ou alucinações proeminentes por 
pelo menos 1 mês (ou menos, se tratados 
com sucesso)
Especificadores
Primeiro episódio, atualmente em 
episódio agudo
Primeiro episódio, atualmente em 
remissão parcial
Primeiro episódio, atualmente em 
remissão total
Múltiplos episódios, atualmente em 
episódio agudo
Múltiplos episódios, atualmente em 
remissão parcial
Múltiplos episódios, atualmente em 
remissão total
Contínuo (os sintomas persistem 
durante a maior parte do curso da 
doença, com períodos breves em que 
os sintomas estão a baixo do limiar do 
diagnóstico)
Não especificado
Critérios
A. Presença de 2 ou mais dos seguintes 
sintomas, cada um por uma porção de 
tempo significativa durante um período de 
um mês (ou menos, se tratado) (pelo menos 
um dos primeiros três tem que estar 
presente):
1 - Delírios
2 - Alucinações
3 - Discurso desorganizado
4 - Comportamento grosseiramente 
desorganizado ou catatónico
5 - Sintomas negativos
B. Um episódio dura entre um a seis meses 
(se for diagnosticado antes do seu fim, é 
qualificado como provisório)
C. A perturbação esquizoafetiva, depressiva 
e bipolar foram excluídas porque 1) os 
episódios maníacos ou depressivos não 
coincidiram com os sintomas da fase ativa 
ou 2) se os episódios ocorreram durante a 
fase ativa, estiveram apenas presentes 
numa pequena parte da duração total dos 
períodos de doença ativa/residual
D. Não é atribuível aos efeitos fisiológicos 
de outra condição ou de substâncias
Especificadores/Prognóstico
Com características de bom prognóstico: 
requer a presença de pelo menos 2 das 
seguintes:
1 - Início de sintomas psicóticos 
proeminentes num período de 4 semanas 
após a primeira alteração notória do 
comportamento ou funcionamento normais
2 - Confusão ou perplexidade
3 - Bom funcionamento social e 
ocupacional pré-mórbido
4 - Ausência de afeto embotado ou 
aplanado
Sem características de bom prognóstico: se 
não estiverem presentes 2 ou mais das 
características
Diagnóstico Diferencial
A psicótica breve distingue-se pela duração 
de apenas um mês ou menos
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