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sustentada,	que	pode	estar	 relativamente	preservada	até	estágios	 intermediários
da	 doença	 (Parasuraman;	 Greenwood,	 2002).	 Os	 déficits	 de	 atenção	 e
concentração	nas	demências	também	se	associam	com	lentificação	da	velocidade
de	processamento,	impactando	também	quase	todas	as	outras	áreas	da	cognição.
Por	exemplo,	o	déficit	atencional	afeta	o	desempenho	da	memória,	das	funções
executivas	 e,	 eventualmente,	 até	 de	 funções	 locomotoras,	 implicando	 a	 quase
totalidade	de	comportamentos	do	indivíduo	(Kolanowski	et	al.,	2012).
Na	demência	frontotemporal,	 a	 atenção	 é	 consideravelmente	 prejudicada,
podendo	 haver	 pronunciada	 distraibilidade,	 impulsividade	 e	 dificuldades	 com
estímulos	 distraidores,	 como	 no	 Stroop	 test.	 As	 alterações	 atencionais	 nessa
demência	 estão	 intricadamente	 associadas	 a	 funções	 executivas	 frontais,	 como
memória	 de	 trabalho	 e	 planejamento.	As	 habilidades	 visuoespaciais	 costumam
estar	preservadas	(Caixeta,	2006).
Na	demência	com	corpos	de	Lewy	e	na	demência	associada	à	doença	de
Parkinson,	as	alterações	da	atenção	costumam	ser	mais	acentuadas	que	na	DA.
Na	demência	com	corpos	de	Lewy,	as	alterações	de	atenção	e	função	executivas,
junto	 com	 as	 flutuações	 no	 nível	 de	 consciência,	 parecem	 estar	 implicadas	 na
origem	 das	 alucinações	 visuais,	 encontradas	 em	 tal	 demência	 (Firbank	 et	 al.,
2016).
Nas	demências	em	que	há	um	componente	subcortical	mais	marcante,	como
na	 demência	 na	 doença	 de	 Huntington,	 na	 demência	 associada	 a	 HIV/aids	 e,
sobretudo,	 em	 demências	 vasculares	 com	 predomínio	 subcortical,	 verifica-se
maior	prejuízo	da	atenção,	maior	 lentificação	na	velocidade	de	procedimento	e
prejuízo	nas	funções	executivas	frontais	(Wallin	et	al.,	2016).
Cabe	 lembrar,	 por	 fim,	 que,	 nas	 demências,	 alterações	 de	 atenção	 também
podem	 estar	 relacionadas	 a	 quadros	 episódicos	 de	 rebaixamento	 do	 nível	 de
consciência	(delirium	que	se	sobrepõe	ao	quadro	demencial).
Transtornos	mentais
Sabe-se,	desde	os	primórdios	da	semiologia	psicopatológica,	no	século	XIX,	que
a	 atenção	 quase	 sempre	 está	 alterada	 nos	 transtornos	mentais	 graves.	Um	 dos
fundadores	 da	 psicopatologia	 moderna,	 o	 francês	 Jean-Étienne-Dominique
Esquirol	 (1772-1840)	 afirmou	 que:	 “[...]	 a	 atenção	 é	 fugitiva	 no	 maníaco,
concentrada	 no	 monomaníaco	 (melancólico,	 delirante)	 e	 vaga	 e	 difusa	 no
demente”	(Mattos,	1884,	p.	31).
As	 alterações	 mais	 frequentes	 da	 atenção	 são	 encontradas	 nas	 seguintes
condições:	 transtorno	de	déficit	de	atenção/hiperatividade	 (TDAH),	 transtornos
do	 humor	 (depressão	 e	 mania),	 transtorno	 obsessivo-compulsivo	 (TOC)	 e
esquizofrenia.
No	TDAH,	 transtorno	 bastante	 importante	 na	 infância	 e	 na	 adolescência,
mas	também	significativamente	presente	em	adultos,	há	dificuldade	marcante	de
direcionar	 e	manter	 a	 atenção	 a	 estímulos	 internos	 e	 externos,	 pois	 o	 paciente
tem	 a	 capacidade	 prejudicada	 em	 organizar	 e	 completar	 tarefas,	 assim	 como
graves	dificuldades	em	controlar	seus	comportamentos	e	impulsos.
Pacientes	 com	TDAH	 revelam,	 em	estudos	 de	 imagem	cerebral,	 alterações
no	córtex	frontal	e	em	suas	conexões.	Tem	sido	dada	ênfase	a	estruturas	como	o
córtex	 pré-frontal	 dorsolateral,	 o	 córtex	 frontal	 medial	 superior,	 o	 córtex	 do
cíngulo	anterior	 e	 a	 regiões	do	 lobo	parietal,	 como	o	 lobo	parietal	 inferior	 e	o
sulco	 intraparietal.	A	 área	 10	 de	Brodmann,	 parte	 lateral	 (na	 parte	 anterior	 do
córtex	pré-frontal)	e	regiões	anteriores	da	ínsula	e	do	operculum	frontal	têm	sido
também	 implicadas	 nas	 disfunções	 atencionais	 e	 executivas	 do	 TDAH
(Matthews;	Nigg;	Fair,	2014).	Pode-se	afirmar	que	o	principal	circuito	neuronal
relacionado	 com	 atenção	 que	 se	 revela	 hipofuncional	 no	 TDAH	 é	 o	 circuito
atencional	 cíngulo-frontal-parietal.	 Um	 considerável	 número	 de	 estudos
confirma	disfunção	em	tal	circuito	(Bush,	2011).
Os	 processos	 atencionais	 prejudicados,	 inibição	 falha	 e	 impulsividade	 são
aspectos	 importantes	 dessa	 condição.	 A	 dificuldade	 é	 maior	 quando	 se	 faz
necessário	 um	 estado	 de	 vigilância	 para	 detectar	 informação	 infrequente,
sobretudo	 quando	 tal	 informação	 não	 é	 motivacionalmente	 saliente	 para	 o
sujeito.	Pessoas	com	TDAH	 têm,	portanto,	prejuízo	 relacionado	à	 filtragem	de
estímulos	 irrelevantes	 à	 tarefa	 (embora	 seja	 questionável	 se	 a	 filtragem
atencional	 é	 ou	 não	 o	 principal	 problema	 desses	 pacientes)	 (Cohen;	 Salloway;
Zawacki,	2006;	Matthews;	Nigg	;	Fair,	2014).
Há	também	perturbação	da	inibição	de	respostas	no	TDAH,	com	déficits	nas
respostas	inibitórias,	que,	por	sua	vez,	envolve	disfunção	nas	funções	executivas
frontais.	 As	 respostas	 de	 inibição	 implicam	 inibir	 ou	 suprimir	 respostas
inapropriadas	em	determinado	contexto,	em	favor	de	respostas	alternativas	mais
apropriadas.	 Tal	 autocontrole,	 fundamental	 para	 a	 regulação	 emocional,	 é
exercido	 pelos	 circuitos	 frontoestriatais	 e	 frontossubtalâmicos.	 A	 inibição	 de
respostas,	 assim	 como	 a	 seleção	 de	 respostas,	 são	 fatores-chave	 para	 o
comportamento	 dirigido	 a	 objetivos,	 sendo	 os	 déficits	 em	 tais	 funções
fundamentais	no	TDAH.
Por	fim,	cabe	mencionar	que	estão	também	implicadas	no	TDAH	a	memória
de	trabalho,	a	mudança	de	tarefas	e	contexto	(set	shifting,	atenção	alternada)	e	a
capacidade	 de	 manter-se	 na	 tarefa	 (atenção	 sustentada),	 ou	 seja,	 muitas	 das
funções	executivas	frontais	(Matthews;	Nigg;	Fair,	2014).
Já	os	pacientes	com	transtornos	do	humor	têm	importantes	dificuldades	de
concentração	 e	 atenção	 sustentada.	 Há,	 nos	 quadros	 maníacos,	 diminuição
marcante	 da	 atenção	 voluntária	 e	 aumento	 da	 atenção	 espontânea,	 com
hipervigilância	e	hipotenacidade.	A	atenção	do	indivíduo	em	fase	maníaca	salta
rapidamente	de	um	estímulo	para	outro,	sem	se	fixar	em	algo.
Nos	 quadros	 depressivos,	 com	 muita	 frequência	 há	 diminuição	 geral	 da
atenção,	 ou	 seja,	 hipoprosexia.	 Em	 alguns	 casos	 graves,	 ocorre	 a	 fixação	 da
atenção	 em	 certos	 temas	 depressivos	 (hipertenacidade),	 com	 rigidez	 e
diminuição	 da	 capacidade	 de	 mudar	 o	 foco	 da	 atenção	 (hipovigilância).	 Isso
acontece	pelo	fato	de	o	indivíduo	estar	em	um	quadro	depressivo	grave,	muitas
vezes	voltado	totalmente	para	si,	concentrado	em	conteúdos	de	fracasso,	doença,
culpa,	pecado	ou	ruína.
Em	pacientes	deprimidos,	o	desempenho	prejudicado	em	tarefas	de	atenção
sustentada	é,	de	modo	geral,	proporcional	à	gravidade	do	estado	depressivo.	A
atenção	 seletiva	 sensorial	 costuma	 ser	 menos	 afetada	 (Cohen;	 Salloway;
Zawacki,	 2006).	 Em	 pessoas	 com	 transtorno	 depressivo,	 mesmo	 fora	 dos
episódios	de	depressão,	pode	haver	prejuízo	da	atenção	e	das	funções	executivas.
Tais	prejuízos	atencionais	podem	também	ter	implicações	para	a	funcionalidade
ocupacional	dos	pacientes	(Woo	et	al.,	2016).
Já	 pessoas	 com	 TOC	 apresentam	 atenção	 e	 vigilância	 excessivas	 e
desreguladas	e	alterações	em	funções	executivas	que	geralmente	se	sobrepõem
aos	 déficits	 atencionais.	 Foi	 identificado,	 no	 TOC,	 prejuízo	 na	 atenção
alternada	(set-shifting),	no	planejamento,	na	inibição	de	respostas,	na	memória
de	trabalho	e	na	velocidade	de	processamento	(Abramovitch	et	al.,	2015).
Na	 esquizofrenia,	 o	 déficit	 de	 atenção	 também	 é	 muito	 importante.	 A
inadequada	 filtragem	 de	 informação	 irrelevante	 é	 uma	 dificuldade	 comum	 em
pacientes	com	o	transtorno.	Tais	indivíduos	costumam	ter	dificuldade	em	anular
adequadamente	estímulos	sensoriais	irrelevantes	enquanto	realizam	determinada
tarefa	 e	 são	 muito	 suscetíveis	 a	 distrair-se	 com	 estímulos	 visuais	 e	 auditivos
externos.	 Sob	 testagem	 neuropsicológica,	 revelam	 lentificação	 no	 tempo	 de
reação	em	consequência	da	distraibilidade,	não	conseguem	suprimir	informações
interferentes	e	têm	grande	dificuldade	com	a	atenção	sustentada,	possivelmente
devido	 a	 essa	 forte	 tendência	 à	 distraibilidade(Cohen;	 Salloway;	 Zawacki,
2006).
Cabe	 mencionar	 que	 as	 dificuldades	 atencionais	 relacionadas	 a	 atenção
alternada	 (set-shifting),	 inibição	 de	 resposta	 e	 atenção	 seletiva	 foram
correlacionadas	 em	 pacientes	 com	 esquizofrenia	 com	 a	 presença	 de	 sintomas
positivos,	 como	 alucinações	 e	 delírios	 (Morris	 et	 al.,	 2013).	 Além	 disso,
verificou-se	que	modulação	das	emoções	em	relação	à	atenção	também	se	revela
anômala	na	esquizofrenia	(Walsh-Messinger	et	al.,	2014).
SEMIOTÉCNICA	DA	ATENÇÃO:	A	AVALIAÇÃO
DO	PROCESSO	ATENCIONAL	(VER	QUADRO	13.1)
Testes	de	atenção
Os	continuous	performance	tests
Os	continuous	performance	 tests	 (CPTs)	 (em	português,	 testes	 de	desempenho
contínuo	 –	 TDCs)	 são	 constituídos	 por	 um	 grupo	 de	 paradigmas	 cognitivos
(apresentados	 em	 forma	 de	 testes	 psicológicos)	 cujo	 objetivo	 central	 é	 a
avaliação	da	atenção.	Trata-se	de	uma	das	medidas	mais	utilizadas	para	avaliar	a
atenção	 sustentada	 e	 o	 nível	 de	 alerta.	 O	 paradigma	 do	 CPT	 inclui,	 além	 da
atenção	 sustentada,	 a	 atenção	 seletiva	 e	 o	 nível	 de	 alerta	 na	 resposta	 a
estímulos	que	oco	 rem	de	 forma	 infrequente.	Na	prática,	 o	CPT	 se	 caracteriza
pela	 rápida	apresentação	de	estímulos	que	continuamente	mudam,	havendo	um
estímulo-alvo	 (target	 stimulus)	 que	 deve	 ser	 corretamente	 identificado.	 A
duração	 do	 teste	 é	 variada,	 mas	 deve	 ser	 suficiente	 para	 avaliar	 a	 atenção
sustentada.
Há	várias	modalidades	de	CPTs	disponíveis.	Atualmente,	os	mais	utilizados
incluem	 estímulos	 visuais	 e	 auditivos	 integrados.	 O	 mais	 utilizado	 na	 prática
clínica	é	o	Conners’	Continuous	Performance	Test	(CPT	III)	(Conners,	2002).
É	comum	que	o	CPT	faça	parte	de	uma	bateria	de	 testes	neuropsicológicos
com	 o	 intuito	 específico	 de	 avaliar	 a	 capacidade	 do	 indivíduo	 de	 lidar	 e
manipular	informações	e	utilizar	a	atenção	e	as	funções	executivas.	O	teste	é	um
dos	mais	importantes	na	avaliação	de	pessoas	(crianças	e	adultos)	com	TDAH.
Na	 realização	do	CPT,	 é	 apresentada	 ao	 sujeito	 investigado	uma	 tarefa	 em
que	ele	deve	manter	o	foco	da	atenção	em	uma	sequência	repetitiva	de	estímulos
(que	 podem	 ser	 números,	 símbolos,	 letras	 ou	 sons)	 para	 responder	 apenas
quando	 o	 estímulo-alvo	 aparece	 e	 para	 inibir	 a	 resposta	 quando	 estímulos
confundidores	aparecem.
1.
2.
3.
4.
Os	 escores	 finais	 dos	 CPTs	 variam	 de	 teste	 para	 teste,	 havendo	 quatro
escores	principais:
Detecções	 corretas:	 revela	 o	 número	 de	 vezes	 que	 o	 testando	 respondeu
corretamente	ao	estímulo;	quanto	mais	alto	esse	escore,	melhor	a	atenção	do
sujeito.
Tempo	 de	 reação:	 avalia	 a	 quantidade	 de	 tempo	 entre	 a	 apresentação	 do
estímulo	e	a	resposta	do	indivíduo.
Erros	 por	 omissão:	 indica	 o	 número	 de	 vezes	 que	 o	 estímulo	 foi
apresentado,	mas	o	testando	não	respondeu	(geralmente	clicando	um	mouse).
Muitos	erros	desse	tipo	indicam	alta	distraibilidade	do	sujeito.
Erros	 por	 co-omissão:	 esses	 erros	 ocorrem	 quando	 o	 sujeito	 responde
(clicando	o	mouse),	mas	o	estímulo-alvo	não	foi	apresentado	(e	sim	um	outro
estímulo).	Tempo	de	reação	rápido	e	muitas	respostas	de	co-omissão	da	parte
do	 testando	 podem	 indicar	 impulsividade	 no	 processo	 atencional	 e	 nas
capacidades	de	controle	executivo.
No	 Brasil,	 foi	 validado	 o	 K-CPT	 Conner’s	 para	 crianças	 (Miranda	 et	 al.,
2008).	Também	uma	versão	para	adolescentes	foi	estudada	e	validada	no	Brasil,
em	relação	a	idade	e	gênero	(Miranda;	Rivero;	Amodeo	Bueno,	2013).
Quadro	13.1	|	Semiotécnica	clínica	simplificada	e	rápida	da	atenção
Fazer	perguntas	de	triagem	sobre	dificuldades	atencionais	ao	paciente	e	à	pessoa	que	o	acompanha	(em	especial	a	ele):	Tem	dificuldade	para
se	concentrar?	Distrai-se	com	facilidade?	Não	escuta	quando	lhe	falam?	Tem	problemas	para	terminar	tarefas?	Não	consegue	organizar	as
tarefas?	Perde	seus	pertences	ou	coisas	necessárias	para	a	realização	de	tarefas?	Esquece	com	muita	frequência	seus	pertences	em	lugares
variados?	Solicitar	ao	paciente	que	olhe	os	objetos	que	estão	na	sala	da	entrevista	e	logo	em	seguida	cite	o	que	viu.
Outros	testes	de	atenção
Teste	de	Dígitos	(Digit	Span	ou	Extensão	de	dígitos)	das	baterias	WISC-III	e	WAIS-III
Esse	é	um	teste	bastante	simples,	prático	e	fácil	de	utilizar.	Ele	avalia	a	atenção
geral	e	a	 focalizada,	que	mantém	a	 informação	na	memória	operacional.	É	um
teste	 muito	 utilizado,	 pois	 tem	 a	 vantagem	 de	 ser	 rápido.	 Em	 contrapartida,
devido	a	sua	rapidez,	de	certa	forma,	impede	a	avaliação	da	atenção	sustentada.
O	 examinador	 lê	 uma	 sequência	 de	 números	 para	 o	 sujeito	 que	 está	 sendo
testado,	o	qual	deverá	repeti-la.	Primeiro,	é	feito	o	teste	com	a	ordem	direta	dos
números,	 depois	 com	 a	 ordem	 inversa	 (o	 sujeito	 deve	 repetir	 os	 números	 na
ordem	inversa	ao	que	foi	apresentado).
Assim,	o	teste	se	inicia	com	a	leitura	pelo	examinador	da	lista	de	números,
respeitando-se	 o	 intervalo	 de	 um	 segundo	 entre	 cada	 número.	 Para	 a	 ordem
direta,	 após	 a	 leitura,	 solicita-se	 ao	 paciente	 que	 tente	 repetir	 os	 números	 na
mesma	ordem	que	foram	lidos	pelo	examinador.	Após	duas	sequências	repetidas
de	 forma	 errada,	 o	 profissional	 deve	 passar	 outra	 lista	 de	 números.	Na	 ordem
direta,	 a	mediana	de	números	 repetidos	 corretamente,	 para	pessoas	 adultas	até
40	anos,	é	sete,	e,	para	pessoas	com	mais	de	40	anos,	seis	números.
Na	ordem	 inversa,	 após	 a	 leitura	 dos	 números,	 pede-se	 ao	 paciente	 para
repetir	 os	 números	 do	 fim	 para	 o	 começo	 da	 sequência	 que	 foi	 falada	 pelo
examinador.	Aqui,	também,	duas	sequências	respondidas	de	forma	errada	devem
encerrar	 o	 teste.	 Na	 ordem	 inversa,	 a	 mediana	 de	 números	 repetidos
corretamente,	 para	 pessoas	 adultas	até	 30	 anos,	 é	 cinco,	 e,	 para	 pessoas	 com
mais	 de	 30	 anos,	 quatro	 números.	 Valores	 abaixo	 da	 mediana	 indicam
dificuldades	atencionais,	que	serão	mais	graves	quanto	menor	 for	o	número	de
repetições	corretas.
O	teste	na	ordem	direta	avalia	a	atenção	geral	e	a	concentração;	já	o	teste	na
ordem	inversa	implica	também	a	avaliação	da	memória	de	trabalho.
O	Quadro	 13.2	 apresenta	 alguns	 dos	 principais	 testes	 e	 subtestes	 de	 atenção
disponíveis	em	nosso	meio.
Quadro	13.2	|	Testes	psicológicos	padronizados	para	a	avaliação	da	atenção	desenvolvidos	ou	disponíveis
no	Brasil
TESTE O	QUE	AVALIA COMENTÁRIOS
BPA:	Bateria
Psicológica
para
Avaliação	da
Atenção
Avalia	os	vários	tipos	de	atenção,	como
atenção	sustentada,	seletiva,	dividida	e
alternada.
Teste	de	uso	internacional,	validado	no	Brasil	por	Rueda	e	Monteiro	(2013).
CTT:	Teste
das	Trilhas
Coloridas
e	TMT:	Teste
de	Trilhas	A	e
B
Avaliam	principalmente	atenção	seletiva,
mas	também	a	atenção	alternada,
planejamento	e	sequenciamento.	Não
avaliam	bem	a	atenção	sustentada,	pois
são	muito	rápidos.	O	Trilhas	B	avalia
mais	memória	de	trabalho.
O	CTT	é	uma	adaptação	do	Trail	Making	Test	(TMT),	ou,	em	português,
Teste	de	Trilhas	A	e	B,	de	uso	internacional.
Teste	de
Cancelamento
dos	Sinos
Avalia	atenção	seletiva	e	atenção
sustentada.
É	um	teste	com	a	exposição	de	muitos	estímulos	visuais,	nos	quais	o
testando	deve	achar	os	sinos.
Teste	FDT
(Teste	dos
Cinco
Dígitos):	teste
para	avaliar
funções
Avalia	o	efeito	de	interferência	atencional
(efeito	Stroop),	ao	utilizar	informações
conflitantes	sobre	números	e	quantidades.
Como	o	controle	inibitório	é	um	aspecto
importante	das	funções	executivas,	esse
teste	não	é	exclusivo	para	atenção.
Teste	usado	internacionalmente	com	boas	propriedades	psicométricas	e
validado	para	a	população	brasileira.
executivas	e
atenção
Teste	Stroop
(Stroop	Test)
O	mais
utilizado	é	o
The	Stroop
Color	and
Word	Test
(SCWT).
Há	várias
versões	desse
teste.	As	duas
mais	famosas
são	a	versão
Victoria	e	a
versão
Golden.
Avalia	controle	inibitório,	atenção
alternada	e	atenção	seletiva.	Avalia-se	o
número	de	erros	e	a	velocidade	em
realizar	as	tarefas.	Por	avaliar	controle
inibitório,	avalia	também	funçõesexecutivas	frontais.
O	chamado	“efeito	stroop”	é	a	habilidade	de	inibir	inferências	cognitivas
que	ocorrem	quando	o	processamento	de	um	estímulo	específico	se	faz
junto	com	a	apresentação	simultânea	de	um	segundo	estímulo	confundidor
(p.	ex.,	expõe-se	a	palavra	“vermelho”	escrita	em	letras	azuis	e	se	pergunta
o	que	está	escrito	aqui.	A	resposta	correta	é	vermelho,	o	testando	devendo
ter	inibido	o	estímulo	da	cor	azul	das	letras).
Teste	n-Back Avalia	atenção	sustentada,	mas	trata-se	de
um	teste	sobretudo	para	memória	de
trabalho.
O	testando	deve	assinalar	positivamente	qualquer	letra	que	aparecer	em
sequência,	uma,	duas	ou	três	depois	da	letra-alvo.
SUBTESTES	DE	ATENÇÃO	DAS	BATERIAS	DE	INTELIGÊNCIA	DE	WECHSLER	WISC-III/IV	E	WAIS-III
TESTE O	QUE	AVALIA COMENTÁRIOS
Códigos Avalia	atenção	sustentada,	atenção
alternada	e	atenção	seletiva.	Entretanto,
também	são	testadas	velocidade	de
processamento,	coordenação	motora	e
percepção	visual.
A	pessoa	examinada	no	teste	tem	2
minutos	para	realizá-lo.
É	um	teste	em	que	números	de	1	a	9	são	expostos	na	primeira	linha,	e,	para
cada	número	é	apresentado,	na	linha	justamente	abaixo,	um	sinal	ou	código
(-	ou	X	ou	=	ou	O,	etc.).	A	pessoa	deve	preencher	o	mais	rápido	possível
sete	linhas	em	que	estão	os	números,	mas	não	os	sinais-código.
Aritmética Avalia	atenção	para	cálculos	mentais,	mas
também	inclui	memória	de	trabalho.
Por	exemplo,	pedir	que	a	pessoa	subtraia	de	cem,	sete	e,	depois,	mais	sete
(até	cinco	vezes).	Verificar	o	número	de	acertos	e	o	tempo	que	o	indivíduo
usa	para	fazer	os	cálculos	mentais.
Também	são	subtestes	Wechsler	que	avaliam,	além	de	outras	funções,	a	atenção:	Procurar	Símbolos,	Completar	Figuras,	Sequência	de
Números	e	Letras,	Cancelamento,	Cubos.
Fontes:	Miller	et	al.,	2009;	Rueda;	Monteiro,	2013;	Campos	et	al.,	2016.
Na	prática	clínica,	para	a	avaliação	da	atenção,	é	recomendável	aplicar	uma
bateria	 de	 testes	 que	 avalie	 os	 vários	 tipos	 de	 atenção,	 como	 o	 BPA	 ou	 o
conjunto	 de	 medidas	 de	 atenção	 dos	 testes	 Wechsler.	 Caso	 não	 se	 disponha
desses	recursos,	uma	avaliação	mínima	da	atenção	deveria	incluir,	por	exemplo,
o	Teste	de	Dígitos	(atenção	geral	e	focalizada).	e	o	Teste	de	Códigos	 (atenção
sustentada,	atenção	alternada	e	atenção	seletiva).
1	Para	revisão	detalhada,	ver	Langner;	Eickhoff	(2013).
	Capa
	Folha de Rosto
	Créditos
	Dedicatória
	Epígrafe
	Prefácio à 3ª edição
	Sumário
	PARTE I - Aspectos gerais da psicopatologia
	Capítulo 1 | Introdução geral à semiologia psiquiátrica
	O que é semiologia (em geral e semiologia médica e psicopatológica)
	Dimensão dupla do sintoma psicopatológico: indicador e elemento simbólico ao mesmo tempo
	Divisões da semiologia
	Síndromes e entidades nosológicas (transtornos específicos)
	Capítulo 2 | Definição de psicopatologia e ordenação dos seus fenômenos
	Forma e conteúdo dos sintomas: patogênese e patoplastia
	A ordenação dos fenômenos em psicopatologia
	Capítulo 3 | Os principais campos e tipos de psicopatologia
	Psicopatologia descritiva versus psicopatologia dinâmica
	Psicopatologia médica versus psicopatologia existencial
	Psicopatologia comportamental e cognitivista versus psicopatologia psicanalítica
	Psicopatologia categorial versus psicopatologia dimensional
	Psicopatologia biológica versus psicopatologia sociocultural
	Psicopatologia operacional-pragmática versus psicopatologia fundamental
	Contribuições da psicologia à psicopatologia
	Relações da psicopatologia com a psicologia geral
	Capítulo 4 | A questão da normalidade e da medicalização
	A questão da normalidade em psicopatologia
	Critérios de normalidade
	Medicalização, psiquiatrização, psicologização
	Capítulo 5 | Contribuições das neurociências à psicopatologia
	Visão geral dos sistemas neuronais
	Desenvolvimento do cérebro no ciclo vital
	Funções e áreas cerebrais
	Porção anterior (frontal) versus posterior do cérebro
	Hemisfério esquerdo versus direito
	Neuropsicologia e psicopatologia
	Limites da aplicação da neuropsicologia e dos testes neuropsicológicos em psiquiatria
	Plasticidade neuronal: o cérebro transforma-se positiva e negativamente com a experiência
	Experiências negativas, transtornos mentais e neuroplasticidade (aspectos da epigenética)
	Genética molecular, neurociências e psicopatologia
	Capítulo 6 | Contribuições da filosofia à psicopatologia
	A relação mente-cérebro
	Perspectivas dualistas
	Dualismo interacionista ou cartesiano
	Dualismo paralelista
	Dualismo epifenomenista
	Perspectivas monistas
	Monismo espiritualista
	Monismos materialistas ou fisicalismos
	Fisicalismo 1: Teoria da identidade mente-cérebro ou espírito-matéria
	Fisicalismo 2: Eliminacionismo
	Fisicalismo 3: Teorias do duplo aspecto ou monismo anômalo
	Fisicalismo 4: Teoria da mente como emergente
	Fisicalismo 5: Behaviorismo analítico
	Fisicalismo 6: Funcionalismo em filosofia da mente
	Argumentos contra o fisicalismo
	O problema da causalidade em psicopatologia
	O problema da verdade em psicopatologia
	A questão dos valores em psicopatologia e na prática clínica
	Capítulo 7 | Princípios gerais do diagnóstico psicopatológico
	PARTE II - Avaliação do paciente e funções psíquicas alteradas
	Capítulo 8 | A avaliação do paciente
	Avaliação psicopatológica
	Avaliação física
	Avaliação neurológica
	Avaliação psicológica: o psicodiagnóstico
	Exames complementares
	Capítulo 9 | A entrevista com o paciente
	A(s) primeira(s) entrevista(s)
	O profissional se apresenta ao paciente
	Transferência e contratransferência
	A avaliação psicopatológica como um todo: anamnese, exame psíquico, exames somáticos e exames complementares
	Alguns pontos adicionais sobre a anamnese em psicopatologia
	Entrevista e dados fornecidos por um “informante”
	Sobre a confiabilidade dos dados obtidos: simulação e dissimulação
	Crítica do paciente e insight em relação a sintomas e transtornos
	Perspectiva transversal versus longitudinal
	Relato do caso por escrito
	Avaliação inicial e perguntas introdutórias
	Entrevistas diagnósticas padronizadas em psicopatologia
	Capítulo 10 | Aspecto geral do paciente e comunicação não verbal
	Aspecto geral do paciente
	Psicopatologia e semiologia da comunicação não verbal
	Comunicação não verbal
	Comunicação não verbal e psicopatologia
	Comunicação não verbal nas principais síndromes e transtornos psicopatológicos
	Depressão
	Ansiedade
	Esquizofrenia
	Autismo
	Mania
	Semiotécnica do aspecto geral do paciente e da comunicação não verbal
	Funções psíquicas elementares e suas alterações no exame do estado mental
	Capítulo 11 | Introdução às funções psíquicas elementares
	Advertência: limitações de uma psicopatologia das funções psíquicas
	Capítulo 12 | A consciência e suas alterações
	Definições básicas
	Neuropsicologia da consciência
	As bases neuroanatômicas e neurofuncionais do nível de consciência
	Campo da consciência
	O inconsciente
	Características funcionais do inconsciente
	Caráter dinâmico do inconsciente
	Alterações normais da consciência
	Ritmos circadianos
	Sono
	O sono normal
	O sonho
	Alterações patológicas da consciência
	Alterações patológicas quantitativas da consciência: rebaixamento do nível de consciência
	Perdas abruptas da consciência
	Síndromes psicopatológicas associadas ao rebaixamento prolongado do nível de consciência
	Delirium (ver também o tema no capítulo “Transtornos neurocognitivos”)
	Outras síndromes com rebaixamento prolongado do nível de consciência próximas ao delirium
	Alterações qualitativas da consciência
	Outras alterações da consciência
	Perplexidade patológica (perplexidade como experiência psicopatológica)
	Experiência de quase-morte (near death experience – NDE)
	Capítulo 13 | A atenção e suas alterações
	Definições básicas
	Psicologia da atenção
	Conceitos da psicologia e da psicopatologia clássicas da atenção
	Hábito e sensibilização
	A neuropsicologia contemporânea da atenção
	Neuropsicologia da atenção
	Atenção e funções executivas frontais
	Atenção e memória de trabalho
	Neuroanatomia e redes neurais da atenção1
	Psicopatologia daatenção
	Valor diagnóstico das alterações da atenção
	Distúrbios neuropsiquiátricos e neuropsicológicos
	Transtornos mentais
	Semiotécnica da atenção: a avaliação do processo atencional (Ver quadro 13.1)
	Testes de atenção
	Os continuous performance tests
	Outros testes de atenção
	Capítulo 14 | A orientação e suas alterações
	Definições básicas
	Orientação espacial
	Orientação temporal
	Neuropsicologia da orientação
	Neuropsicologia da orientação espacial ou topográfica
	Neuropsicologia da orientação temporal
	Psicopatologia da orientação (alterações segundo a alteração de base)
	Capítulo 15 | As vivências do tempo e do espaço e suas alterações
	Definições básicas
	Percepção do tempo e senso de realidade
	Qualidades da vivência de tempo
	Espaço e tempo profanos e sagrados
	Anormalidades da vivência do tempo e ritmo psíquico nas síndromes depressivas e maníacas
	Ilusão sobre a duração do tempo
	Atomização do tempo
	Inibição da sensação de fluir do tempo (inibição do devir subjetivo)
	Alterações da vivência do tempo na esquizofrenia
	Anormalidades da vivência do espaço
	Capítulo 16 | A sensopercepção e suas alterações (incluindo a representação e a imaginação)
	Definições básicas
	Delimitação dos conceitos de imagem, representação e imaginação
	Novas perspectivas sobre fenômenos perceptivos: estudos sobre visão cega e percepção cega de odores
	Alterações da sensopercepção
	Alterações quantitativas da sensopercepção (Biller; Gruener; Brazis, 2011; Fuller, 2013)
	Alterações qualitativas da sensopercepção
	Tipos de ilusão
	Alucinações
	Alucinose
	Possíveis causas e teorias etiológicas das alucinações
	Abordagem fenomenológica das alucinações
	Perspectivas psicanalíticas das alucinações
	Teoria irritativa ou disfuncional cortical
	Alucinações como fenômeno de deaferentação/liberação neuronal
	Teoria da desorganização global do funcionamento cerebral e mental
	Teorias neurobioquímicas das alucinações
	Teoria da alucinação como transtorno da linguagem interna (inner speech)
	Estudos de neurociências e neuroimagem funcional (RM Funcional, PET, SPECT) das alucinações
	Psicopatologia da imaginação e da representação
	Alterações da representação (imagens representativas)
	Alucinação e delírio
	Capítulo 17 | A memória e suas alterações
	Definições básicas
	Fases ou elementos básicos da memória
	Memória segundo o tempo de aquisição, armazenamento e evocação
	Bases neurobiológicas da memória
	Fatores associados ao processo de memorização (codificação e armazenamento)
	Tipos específicos de memória
	Tipos dependentes do caráter consciente ou não consciente do processo mnêmico (memória explícita/declarativa versus implícita/não declarativa)
	Memórias, devaneios e viagem mental no tempo
	Tipos de memória classificados segundo a estrutura cerebral envolvida (ver revisão em Matthews, 2015)
	Memória de trabalho
	Memória episódica (Pause et al., 2013)
	Memória semântica
	Memória de procedimentos
	Alterações patológicas da memória: alterações quantitativas
	Hipermnésias
	Amnésias (ou hipomnésias)
	Amnésia anterógrada e retrógrada
	Alterações qualitativas (paramnésias)
	Confabulações (ou fabulações) (Dalla Barba; La Corte, 2015)
	Outras alterações qualitativas da memória
	Alterações do reconhecimento
	Agnosias
	Outras alterações orgânicas do reconhecimento
	Alterações do reconhecimento associadas a transtornos mentais
	Alterações do reconhecimento/identificação de origem delirante (delusional misidentification syndrome)
	Alterações do reconhecimento não delirantes
	Capítulo 18 | A afetividade e suas alterações
	Definições básicas
	Humor ou estado de ânimo
	Emoções
	Sentimentos
	Afetos
	Paixões
	Emoção versus razão
	Reação afetiva
	Tipos e classificações das emoções
	Experiências afetivas negativas e positivas
	Polos ou valências da afetividade: domínios e construtos do Research Domain Criteria
	São as emoções das pessoas as mesmas em todo o mundo?
	Emoções universais, primárias ou básicas
	Emoções secundárias ou sociais (não universais)
	Emoções de fundo
	Emoções não conscientes (revisão em Lee et al., 2016)
	Teorias da afetividade e das emoções
	Teoria de James-Lange (1884)
	Teoria de Cannon-Bard (1927, 1929)
	Teoria de Schachter-Singer, ou teoria dos dois fatores (1962)
	Teoria de Lazarus (1966, 1977)
	Aspectos cerebrais e neuropsicológicos das emoções
	O sistema límbico e as emoções: contribuição de Papez-MacLean
	A amígdala
	Os lobos frontais e as emoções: córtex orbitofrontal e córtex frontal ventromedial (Franks, 2010; Lindquist et al., 2012)
	O lobo parietal direito
	O circuito septo-hipocampal
	Aspectos psicodinâmicos das emoções e vida afetiva
	Concepção freudiana
	Concepção de Melanie Klein
	Alterações psicopatológicas da afetividade
	Alterações do humor
	Catatimia
	Ansiedade, angústia e medo
	Alterações das emoções e dos sentimentos
	Medo
	Fobias
	Pânico: crises de pânico e transtorno de pânico
	Apatia
	Sentimento de falta de sentimento
	Anedonia
	Indiferença afetiva e “bela indiferença”
	Labilidade afetiva e incontinência afetiva
	Redução dos afetos nas psicoses
	Hipomodulação do afeto
	Distanciamento afetivo e pobreza de sentimentos
	Embotamento afetivo e devastação afetiva
	Afetos qualitativamente alterados nas psicoses
	Ambivalência afetiva
	Inadequação do afeto ou paratimia
	Neotimia
	Valor diagnóstico
	Transtorno depressivo
	Mania
	Esquizofrenia
	Transtornos da personalidade
	Demências e outras condições neuropsiquiátricas (revisões em Baquero; Martín, 2015; Kratz, 2017)
	Emoções não conscientes em pessoas com transtornos mentais (revisão em Lee et al., 2016)
	Instrumentos padronizados de avaliação da afetividade
	Capítulo 19 | A vontade, a psicomotricidade, o agir e suas alterações
	Definições básicas
	Ato volitivo ou ato de vontade
	Processo volitivo
	Comportamento moral, agressividade e funcionamento cerebral
	A ação do indivíduo sobre o mundo e os lobos frontais: funções executivas
	Atos volitivos, comportamentos morais e variabilidade cultural
	Alterações da vontade
	Hipobulia/abulia
	Atos impulsivos e atos compulsivos
	Atos impulsivos
	Atos compulsivos (ou compulsão)
	Bases neurobiológicas da impulsividade e da compulsividade (revisão em Fineberg et al., 2014)
	Tipos de impulsos e compulsões patológicas
	Impulsos e compulsões agressivas auto ou heterodestrutivas
	Impulsos e compulsões relacionados à ingestão de substâncias ou alimentos
	Atos e compulsões relacionados ao desejo e ao comportamento sexuais
	Outros impulsos e compulsões
	Outras alterações da vontade
	Alterações da psicomotricidade
	Estupor e catatonia
	Estupor
	Catatonia (revisão em Gazdag et al., 2017)
	Cascata de defesa, freezing e reações de imobilidade (revisão em Kozlowska et al., 2015)
	Desamparo aprendido (Maier; Seligman, 2016)
	Estereotipias motoras e maneirismos
	Tiques múltiplos, motores e/ou vocais
	Conversão
	Alterações da marcha
	Outras alterações psicopatológicas da psicomotricidade
	Apraxias (revisão em Park, 2017)
	Alterações motoras relacionadas ao uso de psicofármacos e a doenças neurológicas
	Alterações motoras decorrentes do uso de psicofármacos
	Alterações motoras e movimentos involuntários decorrentes de doenças e condições neurológicas
	Instrumentos padronizados de avaliação das alterações da volição
	Capítulo 20 | O pensamento e suas alterações
	Definições básicas
	Conceitos (ver Harky-Vallée, 2013)
	Juízos
	Raciocínio
	Pensamento lógico
	Pensamento indutivo e dedutivo
	Pensamento intuitivo
	Pensamento crítico
	Pensamentos errôneos e vieses de pensamento em pessoas sem alterações psicopatológicas
	O processo do pensar
	Psicopatologia do pensamento
	Alterações dos conceitos, dos juízos e do raciocínio
	Desintegração e transformação dos conceitos
	Condensação dos conceitos
	Alterações dos juízos
	Juízo deficiente ou prejudicado
	Juízos de realidade ou de existência
	Tipos alterados de pensamento (incluindo juízo e raciocínio)
	Pensamento mágico, pensamento dereístico e wishful thinking
	Pensamento inibido
	Pensamento vago
	Pensamento prolixo
	Pensamento concretoou concretismo
	Pensamento deficitário (relacionado à deficiência intelectual)
	Pensamento demencial
	Pensamento confusional
	Pensamento desagregado
	Pensamento obsessivo
	Ruminações ou pensamento ruminativo perseverativo
	Alterações do processo de pensar (do curso, forma ou conteúdo)
	Alterações do curso do pensamento
	Aceleração do pensamento
	Lentificação do pensamento
	Bloqueio ou interceptação do pensamento
	Roubo do pensamento
	Fuga de ideias
	Alterações formais do pensamento (ver Radanovic et al., 2013)
	Afrouxamento das associações
	Descarrilhamento do pensamento
	Dissociação e incoerência do pensamento
	Desagregação do pensamento
	Valor diagnóstico das alterações formais do pensamento
	Alterações do conteúdo do pensamento
	Semiotécnica do pensamento e instrumentos padronizados para avaliar alterações do pensamento
	Capítulo 21 | O juízo de realidade e suas alterações (o delírio)
	Definições psicológicas
	Distinção fundamental: erro simples versus delírio
	Preconceito
	Crenças culturais e superstições
	Alterações patológicas do juízo
	Ideias prevalentes ou sobrevaloradas (ideias errôneas por superestimação afetiva)
	O delírio
	Dimensões do delírio
	Delírio primário ou ideias delirantes verdadeiras
	Delírio secundário, ou ideias deliroides, e os delírios compartilhados
	Estrutura dos delírios
	Surgimento e evolução do delírio: estados pré-delirantes
	Os mecanismos constitutivos do delírio
	Interpretação: delírio interpretativo (ou interpretação delirante)
	Intuição: delírio intuitivo (ocorrência ou intuição delirante)
	Imaginação: delírio imaginativo
	Afetividade: delírios catatímicos da mania e da depressão (Keck et al., 2003)
	Memória: delírio mnêmico (recordação delirante)
	Alteração da consciência: delírio onírico
	Alterações sensoperceptivas: delírio alucinatório
	Relações entre delírio e alucinação
	Mecanismos de manutenção do delírio
	Os tipos de delírio segundo seus conteúdos ou temáticas delirantes (delusion content ou Wahnthemen)
	Delírios de perseguição
	Delírio de referência (de alusão ou autorreferência)
	Delírios de perseguição e o mecanismo de projeção
	Delírio de relação
	Delírio de influência ou controle (também denominado vivência de influência)
	Delírio de grandeza ou missão (ou de enormidade)
	Delírio religioso ou místico (revisão em Bhavsar; Bhugra, 2008; Cook, 2015)
	Delírio de ciúmes e de infidelidade
	Delírio erótico (erotomania, síndrome ou delírio de Clerambault)
	Delírios de falsa identificação (misidentification delusion) (revisão em Rodrigues; Banzato, 2006)
	Delírios de conteúdo depressivo
	Delírio de ruína (ou niilista)
	Delírio de culpa e de autoacusação
	Delírio de negação de órgãos
	Delírio hipocondríaco
	Delírio cenestopático
	Frequência dos delírios segundo seus conteúdos
	Fatores que determinam os conteúdos dos delírios
	Delírios, internet e mundo tecnológico contemporâneo
	Possíveis causas e teorias etiológicas dos delírios
	Hipóteses causais: modelos psicanalíticos e psicodinâmicos
	Hipóteses causais: modelos existenciais
	Hipóteses causais: afetividade, emoções negativas, estresse diário e delírio
	Hipóteses causais: psicologia cognitivista (processamento de informações) e delírio (Connors; Halligan, 2015)
	Hipóteses causais: modelos neurobiológicos e neuropsicológicos
	Diagnóstico diferencial do delírio
	Ideias prevalentes versus ideias delirantes
	Ideias obsessivas versus ideias delirantes
	Delírio versus alucinação
	Mitomania versus ideias delirantes
	Pseudologia fantástica versus ideias delirantes (Thom et al., 2017)
	Valor diagnóstico dos delírios
	Instrumentos padronizados para a avaliação do delírio
	Capítulo 22 | A linguagem e suas alterações
	Definições
	Funções da linguagem
	Alterações patológicas da linguagem (revisão em Thomas; Fraser, 1994; Elvevåg et al., 2016)
	Alterações da linguagem secundárias a disfunção ou lesão neuronal identificável
	Linguagem e cérebro (revisão em Cahana-Amitay; Albert, 2014)
	Afasias
	Agrafia
	Alexia
	Disartria
	Parafasias
	Alterações da linguagem associadas a estados, condições ou transtornos psicopatológicos
	Dislexia (revisões em Snowling; Melby-Lervåg, 2016)
	Alterações da fala
	Disfonia (revisão em Reiter et al., 2015)
	Afonia
	Distúrbios da fala em crianças (Terband et al., 2014)
	Dislalia e disglossia
	Transtornos da fluência da fala: a gagueira (ver revisão em Neumann et al., 2017)
	Alterações da linguagem em crianças (revisão em Norbury et al., 2017)
	Acelerações psicopatológicas da linguagem mais observadas em adultos: logorreia, taquifasia e loquacidade
	Lentificação patológica da linguagem: bradifasia
	Mutismo
	Mutismo eletivo (revisão em Hua; Major, 2016)
	Mutismos com bases neurobiológicas
	Mutismo acinético
	Mutismo cerebelar
	Perseveração verbal
	Ecolalia
	Palilalia e logoclonia
	Tiques verbais ou fonéticos e coprolalia
	Alogia, verbigeração e mussitação
	Glossolalia e pararrespostas
	Neologismos
	A linguagem na esquizofrenia
	A linguagem nas demências
	Demência de Alzheimer - DA (revisão em Szatloczki et al., 2015)
	Alterações da linguagem nas outras demências – não Alzheimer (revisão em Reilly et al., 2010)
	Demência frontotemporal (DFT)
	Demência vascular
	Demência com corpos de Lewy
	Demência na doença de Parkinson
	Linguagem nos transtornos do espectro autista
	Linguagem em outros transtornos mentais (revisão ampla em Fine, 2007)
	Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade
	Transtornos do humor: depressão
	Transtornos do humor: mania
	Transtornos da personalidade
	Funções psíquicas compostas e suas alterações
	Capítulo 23 | Introdução às funções psíquicas compostas
	Capítulo 24 | O eu, o self: psicopatologia
	Origem e desenvolvimento do Eu (ontogenia do Eu)
	A noção de self e suas vicissitudes
	Psicopatologia do eu e do self
	O Eu e a consciência do Eu, segundo Karl Jaspers (1979)
	Consciência de unidade do Eu
	Consciência de identidade do Eu no tempo
	Consciência da oposição do Eu em relação ao mundo
	Consciência de atividade do Eu
	Despersonalização e desrealização
	Valor semiológico
	Psicopatologia do Eu corporal
	Definições básicas
	Cenestesia e cenestopatia
	Somatognosia e suas alterações
	Alterações do esquema corporal em transtornos mentais
	A valoração do Eu: os conceitos de narcisismo e autoestima
	Definições básicas
	Diminuição da valoração do Eu
	O conceito de identidade psicossocial
	Os transtornos de identidade
	Crise de identidade
	Estados de possessão como experiência cultural relacionada ao Eu
	Alterações da experiência do self ou experiências anômalas do self
	Alterações do self anímico (self psíquico)
	Alterações do self corporal
	Alterações do self social (alterações das identidades psicossociais e socioculturais que ocorrem com mais frequência na esquizofrenia)
	Alterações do self total (podem estar presentes em diferentes psicoses, mas ocorrem com mais frequência na esquizofrenia)
	Alterações da autoconsciência e da presença (self-awareness e self-presence)
	Capítulo 25 | A personalidade e suas alterações
	Definições básicas
	Constituição corporal
	Temperamento
	Caráter
	Tipologias humanas ou padrões de personalidade
	A personalidade, seu desenvolvimento e seus tipos, segundo Sigmund Freud (1856-1939)
	Estudo da personalidade por meio de métodos empíricos e psicométricos: traços, hipótese léxica fundamental e análise fatorial
	O estudo dos traços de personalidade
	A hipótese léxica fundamental: da linguagem cotidiana à personalidade
	Abordagem fatorial dos traços: a análise fatorial
	Modelos atuais de personalidade baseados em estudos empíricos
	Os modelos de Raymond B. Cattel (1905-1998) e de Hans Jürgen Eysenck (1916-1997)
	Modelo dos cinco grandes fatores (CGF ou Big Five)
	Modelo dos cinco fatores e estrutura e funcionamento cerebral
	O modelo de personalidade de Robert Cloninger
	Transtornos da personalidade
	Conceito
	Transtornos da personalidade segundo as classificações atuais
	Grupo B: padrão instabilidade e/ou manipulação (ou “dramáticos”, “emotivos”)
	Grupo A: padrão “esquisitice e/ou desconfiança” (ou “estranhos”, “excêntricos”)Grupo C: padrão “ansiedade e/ou controle e/ou insegurança” (ou “ansiosos”, “medrosos”)
	Personalidade e condições médicas e neurológicas
	Outros transtornos da personalidade e padrões de personalidade (não inclusos na CID-11 e no DSM-5)
	Personalidade padrão passivo-agressiva
	Transtornos da personalidade e traços do modelo dos cinco grandes fatores (Big Five)
	Traços proeminentes de personalidade e modelo alternativo para avaliar a personalidade
	Nível de funcionamento da personalidade (modelo do DSM-5)
	Relação entre personalidade e os outros transtornos mentais
	Personalidade, doenças físicas e psicossomáticas
	A avaliação da personalidade e seus transtornos: semiotécnica da personalidade
	Rastreamento de possíveis transtornos da personalidade e identificação do perfil de personalidade: abordagem clínica
	Perguntas gerais para rastrear a personalidade e possível transtorno da personalidade
	Avaliação padronizada da personalidade por meio de testes psicométricos e testes projetivos
	Entrevistas psiquiátricas padronizadas para diagnóstico de transtornos da personalidade
	Capítulo 26 | Inteligência e cognição social
	Inteligência: definições
	Psicologia da inteligência e neuropsicologia
	Desenvolvimento da inteligência na criança e no adolescente
	Período sensório-motor
	Período pré-operatório
	Período operatório-concreto
	Período operatório-formal
	A perspectiva de Lev S. Vygotsky
	Os modelos de inteligências múltiplas
	Inteligência geral versus inteligências múltiplas
	Os testes de inteligência: QI
	Críticas ao construto inteligência e aos testes de QI
	Inteligência, genética e ambiente
	Inteligência e cérebro
	Transtornos do desenvolvimento intelectual (cid-11) ou deficiências intelectuais (DSM-5)
	Teste de QI e DI
	Epidemiologia das deficiências intelectuais
	Os diferentes níveis de gravidade: da inteligência limítrofe às DIs profundas
	Inteligência limítrofe
	Deficiência intelectual leve
	Deficiência intelectual moderada
	Deficiência intelectual grave
	Deficiência intelectual profunda
	Causas da deficiência intelectual
	Fenótipo físico e comportamental
	Deficiência intelectual e transtornos mentais (Munir, 2016)
	Semiotécnica da inteligência: avaliação simplificada da inteligência
	QI e testes de avaliação da inteligência
	Testes de avaliação da inteligência e cultura
	Avaliação médica da DI
	Cognição social: definições
	Desenvolvimento da cognição social na criança
	Cognição social e cérebro (Franks, 2010)
	Cognição social e psicopatologia
	Transtornos do espectro autista
	Esquizofrenia
	Síndrome de Williams
	O fenômeno savant, a inteligência e o autismo
	Testes de avaliação da cognição social
	PARTE III - Psicopatologia e as grandes síndromes e transtornos psicopatológicos
	Capítulo 27 | Do sintoma à síndrome
	Transfundo ou ancoragem das vivências psicopatológicas e sintomas emergentes
	Componentes do surgimento, constituição e manifestação dos sintomas e dos transtornos mentais
	Manifestação dos transtornos mentais: patogenia, patoplastia e psicoplastia
	A evolução temporal dos transtornos mentais
	Conceito de processo, desenvolvimento, surto, fase, reação, crise e episódio (Schneider, 1976; Vallejo Nagera, 1977; Jaspers, 1979)
	Contextualização do sintoma em relação a sua origem neurobiológica ou sociocultural
	Capítulo 28 | As síndromes da psicopatologia, os transtornos e os modos de proceder em relação aos diagnósticos
	Prevalência de transtornos mentais no mundo e no Brasil
	Capítulo 29 | Síndromes depressivas
	Perdas e depressão
	Subtipos de síndromes e transtornos depressivos
	Episódio de depressão e transtorno depressivo maior recorrente (CID-11 e DSM-5)
	Transtorno depressivo persistente e transtorno distímico (CID-11 e DSM-5)
	Depressão atípica ou depressão com características atípicas (DSM-5)
	Depressão tipo melancólica ou endógena (CID-11 e DSM-5)
	Depressão psicótica ou depressão com sintomas psicóticos (CID-11 e DSM-5)
	Estupor depressivo ou depressão com catatonia (DSM-5)
	Depressão ansiosa ou agitada ou com sintomas ansiosos proeminentes (CID-11 e DSM-5) e transtorno misto de depressão e ansiedade (CID-11)
	Depressão unipolar ou depressão bipolar
	Depressão como transtorno disfórico pré-menstrual (CID-11 e DSM-5)
	Depressão mista ou depressão com características mistas (DSM-5)
	Depressão secundária ou orgânica (transtorno depressivo devido a outra condição médica ou induzido por substância ou medicamento, CID-11 e DSM-5)
	Depressão como fator de risco para doenças físicas
	Depressão em crianças, adolescentes e idosos
	Depressão e personalidade
	Capítulo 30 | Síndromes maníacas e transtorno bipolar
	Histórico
	Sintomas da síndrome maníaca
	Subtipos de síndromes maníacas
	Mania franca ou grave
	Mania irritada ou disfórica
	Mania com sintomas psicóticos
	Mania mista ou mania com características mistas (revisão em Muneer, 2017)
	Hipomania (ou episódio hipomaníaco)
	Ciclotimia ou transtorno ciclotímico (CID-11 e DSM-5)
	Transtorno bipolar (Goodwin; Jamison, 2010)
	Transtorno bipolar tipo I e tipo II
	Transtorno bipolar, tipo ciclagem rápida
	Bases genéticas e neurobiológicas do transtorno bipolar
	Transtorno bipolar em crianças e adolescentes (Goodwin; Jamison, 2010; Serra et al., 2017)
	Semiotécnica da mania
	Capítulo 31 | Síndromes ansiosas e síndromes com importante componente de ansiedade
	Síndromes ansiosas
	Transtorno de ansiedade generalizada
	Crises de ansiedade, crises de pânico
	Transtorno de pânico
	Transtorno de ansiedade de separação (CID-11 e DSM-5)
	Síndromes ansiosas de base orgânica
	Síndromes com importante componente de ansiedade (fobias e ansiedade social, dissociações, conversões, somatizações, transtorno de estresse pós--traumático e transtornos obsessivo-compulsivos)
	Transtornos fóbicos
	Transtornos dissociativos e transtornos conversivos: histeria
	Conversão e dissociação
	Transtorno de estresse pós-traumático (CID-11 e DSM-5)
	Transtorno obsessivo-compulsivo
	Condições psicopatológicas vivenciadas sobretudo no corpo
	Sintomas médicos inexplicados
	Fibromialgia e síndrome da fadiga crônica
	Hipocondria ou transtorno hipocondríaco
	Capítulo 32 | Síndromes psicóticas (quadros do espectro da esquizofrenia e outras psicoses)
	Esquizofrenia
	O conceito de esquizofrenia
	Sintomas negativos (síndrome negativa ou deficitária) (Dantas; Banzato, 2007)
	Sintomas positivos (síndrome positiva ou de sintomas produtivos)
	Sintomas de desorganização (síndrome de desorganização)
	Sintomas psicomotores e catatonia (síndrome psicomotora)
	Sintomas/prejuízos cognitivos
	Sintomas de humor
	Outras características e sintomas associados à esquizofrenia
	Transtorno delirante (paranoia) e esquizofrenia tardia (parafrenia) (APA, 2014; CID-11, 2018; Opjordsmoen, 2014)
	Transtornos psicóticos agudos, breves e transitórios (psicoses reativas e/ou psicoses psicogênicas) (Nugent et al., 2011; APA, 2014; CID-11, 2018)
	Diagnóstico diferencial
	Transtorno esquizoafetivo (Heckers et al., 2009; Jager et al., 2011)
	Capítulo 33 | Síndromes psicomotoras
	Síndromes de agitação psicomotora
	Agitação maníaca
	Agitação paranoide
	Agitação catatônica
	Agitação psico-orgânica (no delirium)
	Agitação nas demências
	Agitação nos quadros de deficiência intelectual com transtornos mentais e de comportamento
	Agitação explosiva associada a transtornos da personalidade
	Agitação histriônica
	Agitação ansiosa
	Alterações da volição e homicídio
	Síndromes de estupor e/ou catatonia
	Estupor/catatonia depressiva
	Estupor catatônico na esquizofrenia
	Estupor/catatonia psicogênica (traumático, de choque psicológico ou estupor histérico)
	Estupor/catatonia orgânica
	Síndromes de comportamentos disruptivos e agressivos na infância e na adolescência
	Transtorno disruptivo da desregulação do humor (DSM-5)
	Transtorno de oposição desafiante (DSM-5 e CID-11)
	Transtorno da conduta (DSM-5 e CID-11)
	Transtorno explosivo intermitente (DSM-5 e CID-11)
	Capítulo 34 | Síndromes relacionadas ao comportamento alimentar
	O comportamento alimentar
	Transtornos alimentares
	Anorexia nervosa(DSM-5 e CID-11)
	Bulimia nervosa (DSM-5 e CID-11)
	Outros transtornos do comportamento alimentar
	Obesidade
	Capítulo 35 | Transtornos devidos ou relacionados a substâncias e comportamentos aditivos
	Transtornos por uso de substâncias (DSM-5)
	Transtornos induzidos por substâncias (DSM-5)
	Início e desenvolvimento de transtornos por uso de substâncias
	Álcool: transtornos por uso e transtornos induzidos (DSM-5 e CID-11)
	Síndromes associadas aos transtornos devidos ao álcool
	Maconha: transtornos por uso e transtornos induzidos (dsm-5 e cid-11)
	Transtornos induzidos pela maconha e consequências do uso crônico
	Cocaína/crack: transtornos por uso e transtornos induzidos (DSM-5 e CID-11)
	Semiotécnica de avaliação em pessoas com problemas ou transtornos relacionados a álcool e outras substâncias
	Dependências comportamentais ou transtornos aditivos não relacionados a substâncias (CID-11 e DSM-5)
	Transtorno do jogo e de apostas (CID-11 e DSM-5) e transtorno de dependência da internet
	Capítulo 36 | Síndromes relacionadas ao sono
	Transtorno de insônia (DSM-5)
	Transtorno de hipersonolência (DSM-5)
	Síndrome das pernas inquietas (DSM-5)
	Transtornos do sono relacionados à respiração (apneias do sono)
	Apneia e hipopneia obstrutivas do sono
	Apneia central do sono
	Transtornos do sono-vigília do ritmo circadiano
	Tipo fase do sono atrasada e tipo fase do sono avançada (DSM-5)
	Narcolepsia (DSM-5)
	Parassonias
	Capítulo 37 | Sexualidade e psicopatologia
	A sexualidade humana
	Diferenças entre homens e mulheres
	Fases do ciclo ou ato sexual
	Sobre os chamados “transtornos ou disfunções sexuais”
	Transtornos ou disfunções sexuais (APA, 2014)
	Transtornos ou disfunções do desejo e da resposta sexual
	Desejo sexual inibido: transtorno do interesse/excitação sexual feminino e transtorno do desejo sexual masculino hipoativo
	Transtorno da dor gênito-pélvica/penetração
	Transtorno do orgasmo feminino
	Transtorno erétil
	Transtornos da ejaculação
	Transtornos parafílicos e parafilias (CID-11 e DSM-5)
	Alguns dos principais transtornos parafílicos
	Transtornos do desenvolvimento sexual
	Hipersexualidade
	Variabilidades da sexualidade humana
	Incongruência de gênero (CID-11) ou disforia de gênero (DSM-5)
	Homossexualidade e bissexualidade
	Homofobia e transfobia (Charda et al., 2015; Costa et al., 2017)
	Outros problemas relacionados à sexualidade
	Capítulo 38 | Transtornos neurocognitivos (síndromes mentais orgânicas)
	Delirium
	Características principais do delirium (Trzepacz; Meagher; Wise, 2006; APA, 2014)
	Quadro clínico do delirium
	Evolução temporal do delirium
	Subtipos de delirium: hiperativo, hipoativo e misto (Camus; Burtin; Simeone et al., 2000; Trzepacz; Meagher; Wise, 2006)
	Classificação de subtipos de delirium de acordo com os fatores causais (etiologia)
	Pesquisa da etiologia e manejo dos quadros de delirium
	Diagnóstico diferencial do delirium
	Instrumentos de avaliação
	Capítulo 39 | Demências e outros transtornos neurocognitivos de longa duração
	Demências ou transtorno neurocognitivo maior
	Diagnóstico diferencial da síndrome demencial
	Transtornos neurocognitivos leves (CID-11 e DSM-5) ou comprometimento cogntivo leve (Langa; Levine, 2014; Sachs-Ericsson; Blazer, 2015)
	Etiologias mais frequentes dos TNCs maiores (demências) e leves
	Doença de Alzheimer (DSM-5 – transtorno neurocognitivo maior ou leve devido à doença de Alzheimer) (Cummings, 2004; Jack Jr. et al., 2011; Scheltens; Blennow; Breteler et al., 2016)
	Doença cerebrovascular (DSM-5 – transtorno neurocognitivo vascular maior ou leve) (Engelhardt et al., 2006; Battistin; Cagnin, 2010)
	Degeneração lobar frontotemporal ou demência frontotemporal (DSM-5 – transtorno neurocognitivo frontotemporal maior ou leve) (Askin-Edgar; White; Cummings, 2006; Warrem et al., 2013)
	Doença com corpos de Lewy (DSM-5 – transtorno neurocognitivo maior ou leve com corpos de lewy) (Walker; Possin; Boeve et al. 2015; Hogan; Fiest; Roberts et al., 2016)
	Outras formas de demência
	Perguntas de rastreamento aos familiares, acompanhantes ou cuidadores sobre possível TNC maior (demência)
	Outros transtornos neurocogntivos crônicos, de longa duração (previamente denominados síndromes mentais orgânicas focais ou localizadas)
	Transtorno amnéstico (síndrome amnéstica) (Spiers; Maguire; Burgess, 2001; Szabo, 2014; Small; Butler; Zabar; Barash, 2016)
	Outras síndromes mentais orgânicas
	Síndromes mentais e comportamentais associadas a outras doenças, transtornos ou condições (biomédicas) classificados em outro lugar
	Capítulo 40 | Síndromes relacionadas à cultura
	Psicopatologia e cultura
	Finais
	Referências
	Materiais complementares online
	Conheça Também
	Grupo A
	Contracapa

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