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IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS DO CACAUEIRO Prof. Miguel Alves Júnior Doutor em Fitopatologia Universidade Federal do Pará (UFPA) E-mail: alvesjr@ufpa.br Fone: (93) 991530657 TREINAMENTO OBJETIVO DO NOSSO TREINAMENTO Importância e história da doença Sintomas e sinais Etiologia e detecção Epidemiologia e ciclo da relação patógeno-hospedeiro-ambiente Manejo Integrado de Doenças (Controle) - aspecto locais Perguntas e interação Identificar e controlar doenças do cacaueiro O que devemos saber w w w .i s to c k p h o to .c o m /b r/ fo to s /c u ri o s o Questionamentos importantes sobre as doenças Em um hectare tenho aproximadamente 1.100 plantas; 2 frutos doentes por planta/hectare, terei 2.200 frutos doentes; Isso corresponde a 88 kg de amêndoa ou R$ 2.464,00 de prejuízo por hectare = 13 sacos de NPK 10:28:20 ou 18:18:18 Autor: Miguel Alves Júnior w w w .g o o g le .c o m .b r Autor: crianca_desnutrida_iemen_foto_Unifeed9657dbc7_base. Fonte: Google.com.br Autor: Miguel Alves Júnior. Autorizado por: Luana Carvalho mãe do bebê. Questionamentos importantes sobre as doenças Lei do mínimo (Liebig) O manejo de doenças deve ser inserido no conceito da produtividade D o e n ç a Questionamentos importantes sobre as doenças PRINCIPAIS PROBLEMAS EM CACAUEIROS AGENTES ENTOMOLÓGICOS PRAGAS AGENTES FITOPATOLÓGICOS DOENÇAS BIÓTICAS AGENTES FISIOLÓGICOS DOENÇAS ABIÓTICAS PRINCIPAIS PRAGAS DO CACAUEIRO Pragas Sugadoras Desfolhadoras Ácaros Cochonilhas Percevejos Cigarrinhas Pulgões Tripes Mosca branca Formigas Lagartas Larvas Minadoras Vaquinhas Outras Pragas Brocas Cupins Paquinhas Lesmas Caracóis Temperatura Umidade Luminosidade Nutrição AGENTES FISIOLÓGICOS DOENÇAS ABIÓTICAS Google GoogleAmaru sustentabilidade Adubare, 2016 DOENÇAS BIÓTICAS Doenças Phytophthora spp. Antracnose (Colletotrichum gloeosperioides) Nectria spp. ??? Moniliophthora perniciosa Viroses do cacaueiro (VMMC) Erythricium salmonicolor Marasmiellus scandes Ceratocystis cacaofunesta Moniliophthora roreri Lasiodiplodia theobromae DOENÇAS BIÓTICAS Moniliophthora perniciosa Vassoura de Bruxa DOENÇAS BIÓTICAS Phytophthora spp. Podridão Parda DOENÇAS BIÓTICAS Colletotrichum gloeosperioides Antracnose Palestra ADEPARÁ 2023 DOENÇAS BIÓTICAS Ceratocystis cacaofunesta Mal do Facão DOENÇAS BIÓTICAS Erythricium salmonicolor Mal Rosado Fonte: Oliveira e Luz (2005) Ishmael, et al. (2022) Klotioloma, et al. (2023) DOENÇAS BIÓTICAS Nectria spp. ??? Fungo Laranja do Cacaueiro DOENÇAS BIÓTICAS Erythricium salmonicolor X Nectria spp. Mal Rosado X Fungo Laranja do Cacaueiro Klotioloma, et al. (2023) DOENÇAS BIÓTICAS Lasiodiplodia theobromae Morte Descendente do Cacaueiro Huda-Shakirah, et al. (2022) Huda-Shakirah, et al. (2022) DOENÇAS BIÓTICAS Marasmiellus scandes Queima do Fio do Cacaueiro Autor: Anderson Bergamin Autor: Anderson Bergamin DOENÇAS BIÓTICAS Viroses do cacaueiro Vírus do Mosaico Moderado do Cacao (Cacao mild mosaic virus – CaMMV) Sintomas foliares em árvores infectadas com CaMMV: (a) faixas de nervuras vermelhas nas folhas jovem, (b) pigmentação rosa perto das nervuras e margens das folhas, (c) mosaico nas folhas maduras, e (d) faixas de veias amarelas e necrose na costela central. (AS Puig, não publicado). Os frutos em árvores infectadas com CaMMV apresentam uma variedade de sintomas, como: (a) mosaico vermelho, (b) mosqueado, (c) ilhas cloróticas e (d) formato anormal (AS Puig, não publicado). End, M.J. et al. (2021) End, M.J. et al. (2021) DOENÇAS BIÓTICAS Moniliophthora roreri Monília do Cacaueiro Evans, 2006 DOENÇA Patógeno microrganismo Ambiente Clima Edáfico Hospedeiro Planta/Suscetível Cultivares Variedades Híbridos Clones Umidade Temperatura Luminosidade Deficiência nutricional Disponibilidade de água Vassoura de bruxa Podridão parda Murcha de ceratocystis Mal rosado Antracnose Podridão de raízes Nectria Monília do cacaueiro - Praga Ausente com potencial TRIÂNGULO DA DOENÇA PERGUNTA PARA VOCÊS! Faço a aplicação de um produto químico e vou dormir tranquilo, UAI! www.google.com.br www.google.com.br Controle Químico Controle cultural, mecânico, comportamental Adubação equilibrada e tratos culturais adequados Mudas sadias e implantação correta do cultivo Plantio e cultivar resistente Como sanar os problemas com fitopatógenos? MANEJO DEVE TER O CARÁTER PREVENTIVO Cássio Polla Inspeções diárias (Diagnóstico/Diagnose) VASSOURA DE BRUXA É causada pelo fungo Moniliophthora perniciosa Perdas acima de 90% na Venezuela e Bolívia Na Amazônia brasileira causa perdas acima de 70%. Sul da Bahia historicamente já ocorreu perdas de 100% em propriedades É praga quarentenária ausente (A1) na África e Ásia Direitos autorais:(c) Pichayasri | Dreamstime.com Fonte: Google.com.br VASSOURA DE BRUXA Outros Hospedeiros: cupuaçu, cacau jacaré, cacauí, cacau do Pará, cacau cabeça de urubu VASSOURA DE BRUXA Vassoura em cacau X cupuaçu TRASMISSÃO CRUZADA SINTOMAS Afeta tecidos meristemáticos: gemas vegetativas, almofadas florais e frutos jovens (hipertrofias) Sintomas nos frutos Os frutos menores tornam-se inchados e deformados com amadurecimento precoce Os frutos maiores apresentam mancha dura, amarelecimento precoce Frutos partenocárpicos com formas diferentes. Infecção de gemas apicais e mudas Nas partes doentes e apodrecidas aparecem os basidiocarpos ou cogumelos VASSOURA DE BRUXA Sintomas nos frutos VASSOURA DE BRUXA Sintomas nos frutos VASSOURA DE BRUXA Sintomas nos frutos VASSOURA DE BRUXA Sintomas nos ramos Superbrotamento de lançamentos foliares Proliferação de gemas laterais Engrossamento de tecidos infectados em crescimento V V V S VASSOURA DE BRUXA VASSOURA DE BRUXA VASSOURA DE BRUXA VASSOURA DE BRUXA Aspecto geral da planta e basidiomas VASSOURA DE BRUXA VASSOURA X PODRIDÃO (FRUTO) A doença é causada por Moniliophthora perniciosa (Crinipellis perniciosa) fungo pertencente à classe dos holobasidiomicetes, ordem Agaricales e família Tricholomataceae. O fungo permanece na fase primária (micelio biotrofico) por 6 a 9 semanas, dentro do tecido em desenvolvimento, da vassoura verde até a vassoura necrosada. Ocorre a mudança para a fase secundaria (micélio saprofítico); Subsequentemente a morte da vassoura; O micélio saprofítico frutifica formando o basidioma, onde são formados os basidiósporos; Os esporos são dispersos a noite pelo vento, chuva; São os únicos propágulos que tem a capacidade de infecção. Etiologia Ciclo de Vida Basso, 2015. Ciclo de vida de Moniliophthora perniciosa. a) micélio monocariótico b) micélio dicariótico. Seta = fíbulas Fase parasítica Fase saprofítica Temperaturas entre 20 a 25°C e umidade acima de 80% A principal forma de disseminação da doença é pelo ar, embora chuvas não deixam de exercer também um importante papel Após a infecção dos tecidos susceptíveis, principalmente, os meristemáticos, observa-se a formação de brotações hipertrofiadas, com internódios mais curtos, e excessiva proliferação de gemas laterais, comumente denominadas de vassouras verdes O período em que as vassouras permanecem nesta fase é variável, dependendo do vigor da planta e do patótipo do fungo, ficando em média entre cinco e doze semanas. Epidemiologia VASSOURA DE BRUXA Manejo da Doença (Controle) Utilização de microrganismos antagônicos envolvendo diferentes mecanismos de ação O Controle Biológico poderia desempenhar importante papel num programa de manejo integrado da doença envolvendo, adicionalmente, resistência controle químico e cultural (poda fitossanitária) Tricovab® (Trichoderma stromaticum) Cladobatryum amazonense BIOLÓGICO Manejo da Doença (Controle) PESQUISA COM BIOLÓGICO FUNGO BACTÉRIA PESQUISA COM BIOLÓGICO Manejo da Doença (Controle)Manejo da Doença (Controle) PESQUISA COM BIOLÓGICO Manejo da Doença (Controle) QUÍMICO Uso de fungicidas protetores cúpricos - roças acima de 800 kg/ha Manejo da Doença (Controle) CULTURAL Na Bahia são recomenda três podas VASSOURA DE BRUXA Podas Fitossanitárias (duas) Agosto/Setembro Novembro/Dezembro Manejo da Doença (Controle) ADUBAÇÃO VASSOURA DE BRUXA Manejo da Doença (Controle) GENÉTICO/RESISTÊNCIA Híbridos e Clones Qual a diferença entre clone e enxertia? VASSOURA DE BRUXA Manejo da Doença (Controle) INDUÇÃO DE RESISTÊNCIA Indução por químicos ou microrganismos Sinal é transportado para toda a planta VASSOURA DE BRUXA VASSOURA DE BRUXA PESQUISA INDUÇÃO DE RESISTÊNCIA PESQUISA INDUÇÃO DE RESISTÊNCIA TRATAMENTOS: T 01: Água destilada esterilizada; T 02: Água destilada esterilizada via estômato; T 03: Glicose 0,3M; T 04: Glicose 0,6M; T 05: Sacarose 0,30M; T 06: Sacarose 0,45M; T 07: Sacarose 0,45M via estômato; T 08: Áçúcar mascavo 0,45M; T 09: Cloreto de potássio (KCl) 0,625M; T 10: Plantas intactas fora das parcelas (Controle externo). PESQUISA INDUÇÃO DE RESISTÊNCIA PODRIDÃO PARDA A podridão parda provoca perdas em torno de 30% da produção. Importante em todos os Estados produtores. É provocada por um oomiceto que ataca os frutos, conhecido Phytophthora palmivora é a que predomina. Outras espécies como P. capsici, menos virulenta, P. citrophtora e P. hevea que também provocam prejuízos em menores proporções. Pesquisa: Prospecção e análise morfológica e molecular de espécies de Phytophthora em cacaueiros no território da Transamazônica e Xingu. Sintomas A infecção do fruto é sem dúvida, a de maior importância. Mancha escura, podendo tomar toda a superfície do fruto em pouco tempo, transferindo um cheiro característico de peixe. Quando o fruto enfermo é deixado na planta, o fungo se desenvolve através do pedúnculo atingindo a almofada floral, podendo posteriormente produzir um "cancro" no local da almofada. PODRIDÃO PARDA Sintomas Nos Frutos PODRIDÃO PARDA Sintomas PODRIDÃO PARDA Nos Frutos Sintomas PODRIDÃO PARDA Podridão Parda X Casqueiros Formação de micélio e esporângios do fungo PODRIDÃO PARDA Além dos frutos, infecta almofadas florais, folhas, chupões, ramos, caule, raízes e plântulas Caule PODRIDÃO PARDA Phytophothora, da classe dos Oomycetes Phytophthora palmivora P. capsici, P. citrophthora, P. heveae e P. megakarya Produzem esporângio, todas as partes infectadas, reprodução assexuada Oósporos, clamidósporos e zoósporos Condições favoráveis Respingos de chuva e fontes de inóculo ETIOLOGIA PODRIDÃO PARDA zoósporos zoósporos Esporângio/Zoosporângio PODRIDÃO PARDA zoósporos PODRIDÃO PARDA Fontes de inoculo EPIDEMIOLOGIA Camadas superiores do solo e folhedo Raízes Almofadas florais infectadas Cancros nos troncos e nos galhos Frutos infectados e mumificados nas árvores Casqueiros Folhas e chupões infectados PODRIDÃO PARDA Sua disseminação está intrinsecamente associada às condições de umidade do ambiente. O veto, os roedores, os insetos e o homem também tem ação comprovada no transporte de inoculo dentro da copa da planta ou de uma planta a outra. A podridão parda é conhecida como uma doença de ocorrência cíclica, observando-se com frequência, dentro de uma mesma fazenda, diferenças em termos de incidência e severidade (áreas foco). EPIDEMIOLOGIA PODRIDÃO PARDA Remoção dos primeiros frutos atacados Colheitas mais frequentes e retirada dos frutos atacados e secos Retirada dos casqueiros da área Amontoar os casqueiros e aplicar fungicida à base de cobre, a 0,3% com pulverizador costal manual. Efetuar podas de limpeza após a colheita final; A remoção dos casqueiros, ou quebra dos frutos fora da área da roça, são as práticas profiláticas que mais contribuem para diminuir o ataque da podridão parda, porque elimina a fonte de inoculo. MANEJO DA DOENÇA Químico Produtos Fitossanitárias à base de cobre produção acima de 800 kg de amêndoa seca/ha (Alta pluviosidade) PODRIDÃO PARDA Ausência de fungicidas sistêmicos/erradicar micélio estabelecido Falta de pesquisas para registro de produtos Uso indiscriminado de produtos Fungicidas a base de cobre 3g do ingrediente ativo para Podridão Parda QUÍMICO TRABALHO CIENTÍFICO Logística Reversa de Defensivos Agrícolas Utilizados na Cacauicultura no Município de Medicilândia-Pará 10 Autor: Adriana Hofmann Trevisan 20 Autor: Aline Silva Muniz Linhares 30 Autor: Miguel Alves-Júnior PODRIDÃO PARDA Variedades melhoradas - CEPLAC (Palestra: Variedades de cacau plantadas no Brasil) GENÉTICO Seleção Participativa ou Seleção Massal - STTR Medicilândia e UFPA 400 plantas em 20 roças (selecionadas pelos agricultores) Mínimo de 150 frutos sadios por planta em 12 meses Máximo de 15% de frutos doentes no período 112 plantas selecionadas Planta selecionada, produtor ELT Clone ODC-20 PODRIDÃO PARDA GENÉTICO PODRIDÃO PARDA O Manejo Integrado de Doenças (MID) em Cacaueiros depende de uma série de intervenções: Adubação Desbrota Sombreamento (luz dentro da roça) Evitar excesso de água Podas fitossanitárias Colheitas mais frequentes Recuperação de roças antigas (podas de rebaixamento) Plantas resistentes e produtivas (variedades, híbridos e clones) Aplicação de fungicidas Controle biológico Indução de resistência Irrigação ou fertirrigação PODRIDÃO PARDA Palestra de: Paulo Albuquerque – CEPLAC Janilson do Socorro – CEPLAC Cássio Polla – ADEPARÁ Ações de defesa para a prevenção da entrada da praga Moniliophthora roreri na região norte do Brasil Monilíase do Cacaueiro Moniliophthora roreri Fungo Praga Quarentenária MONILIA DO CACAUEIRO MONILIA DO CACAUEIRO Agente Causal Fungo Moniliophthora roreri Praga Quarentenária Evans, 2006 Distribuição Geográfica K. Gramacho, 2012 Bolívia 2012 BRASIL 2021 BRASIL 2021 ACRE 2021 AMAZONAS 2022 MONILIA DO CACAUEIRO Podridão Parda Phytophthora spp. Monilíase Moniliophthora roreri Lasiodiplodia Lasiodiplodia theobroma Antracnose Colletrotrichum gloeosporioides Vassoura de Bruxa Moniliophthora perniciosa PROBLEMÁTICA Sintomas parecidos X Doenças diferentes MONILIA DO CACAUEIRO Sintomas Cacaueiro MONILIA DO CACAUEIRO Sintomas Monilíase Podridão Parda Vassoura Bruxa Monilíase MONILIA DO CACAUEIRO Sintomas MONILIA DO CACAUEIRO Theobroma grandiflorum Cupuaçuzeiro OUTROS HOSPEDEIROS MONILIA DO CACAUEIRO Monília do cacaueiro X cupuaçu TRASMISSÃO CRUZADA MONILIA DO CACAUEIRO Herrania spp. Cacau de Morcego Theobroma bicolor Cacau do Peru MONILIA DO CACAUEIRO MONILIA DO CACAUEIRO Sinais Frutos de cacau ESPORULANDO MONILIA DO CACAUEIRO Sinais MONILIA DO CACAUEIRO Sinais MONILIA DO CACAUEIRO Sinais Disseminação CURTAS DISTÂNCIAS: VENTO LOGAS DISTÂNCIAS: HOMEM (FRUTOS INFECTADOS) MONILIA DO CACAUEIRO Partes da planta atacada SOMENTE OS FRUTOS Frutos jovens com até três meses ocorrem os maiores danos Danos Pode causar perdas de até 70% na produção Potencial de inviabilizar a produção de cacau no norte do país e na Bahia MONILIA DO CACAUEIRO MONILIA DO CACAUEIRO DANOS DA MONILÍASE NO PARÁ Após três anos da entrada da monilíase, a perda estimada é de 1 bilhão de reais/ano, só com amêndoas de cacau. Inviabilizar produção comercial do cupuaçu no Estado. MONILIA DO CACAUEIRO MEDIDAS DE CONTROLE DA MONILÍASE Poda de rebaixamento e formação da copa; Remoção semanal dos frutos doentes; Aplicação de ureia a 15% nos casqueiros; Variedades resistentes. Plano de contingência 1. Prospecção para detecção da praga. MONILIA DO CACAUEIRO 2. Legislação/Fiscalização. 3. Pesquisa. 4. Treinamento de pessoal para identificação e controle da monilíase. 5. Educação Sanitária. ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA PREVENÇÃODA MONILÍASE Realização: SFAs e CEPLAC com o apoio dos OESV (convênios com o MAPA). Onde? Nos estados brasileiros de alto risco de introdução da praga e com plantios de cacaueiros e/ou cupuaçuzeiros. 1 – Prospecção para detecção da praga Plano de contingência MONILIA DO CACAUEIRO Plano de contingência MONILIA DO CACAUEIRO OBJETIVOS Realizar levantamento de detecção da monilíase do cacaueiro; Apontar locais de monitoramento da presença da monilíase em plantios de cacaueiros e cupuaçuzeiros; Verificar as rotas de risco de entrada da praga. 1 – Prospecção para detecção da praga Plano de contingência MONILIA DO CACAUEIRO Prospecção Acre Plano de contingência 2021 Comércio fluvial irregular RISCOS DE ENTRADA PELO ACRE – CRUZEIRO DO SUL Plano de contingência Plano de contingência RISCOS DE ENTRADA PELO ACRE – ESTRADA DO PACÍFICO Intenso trânsito de veículos entre Peru e Brasil; Existência de plantios de hospedeiros às margens da BR 317. RISCO ALTO Plano de contingência Plano de contingência CRUZEIRO DO SUL 08/2021 FOCO ÍNDICE Plano de contingência MÂNCIO LIMA 2021 FOCO PRIMARIO Plano de contingência Ações de supressão e erradicação foco de monilíase • OBJETIVO: • Eliminar os focos da doença monilíase do cacaueiro no estado do Acre Plano de contingência Plano de contingência Ações de erradicação monilíase Plano de contingência Ações de erradicação monilíase Plano de contingência Ações de erradicação monilíase Um total aproximado de 1.000 residências e chácaras inspecionados em Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima. Aproximadamente 10.000 árvores de hospedeiros eliminados na região do foco de monilíase; Milhares de frutos colhidos e enterrados. Plano de contingência Ações de Barreiras Terrestre: BR 364, BR 319 e BR 230 Plano de contingência Ações de Barreiras Fluvial: Rio Amazônas Plano de contingência Ações de Barreiras Prospecção Amazonas Plano de contingência 11/2022 Plano de contingência RISCO DE ENTRADA – TRÍPLICE FRONTEIRA Plano de contingência RISCO DE ENTRADA – TRÍPLICE FRONTEIRA Plano de contingência RISCO DE ENTRADA – TRÍPLICE FRONTEIRA Rio Solimões – grande nº de furos e afluentes; Deficiência no quadro de fiscais agropecuários; Área de intenso tráfico de drogas. ALTO RISCO Plano de contingência RISCO DE ENTRADA – TRÍPLICE FRONTEIRA PROSPECÇÃO RONDÔNIA Plano de contingência Intenso fluxo de pessoas entre Guajará-Miri/Brasil e Guayaramirin/Bolívia. Trânsito diário de ± 1200 pessoas – artigos importados em geral, e não produtos de origem vegetal; Trânsito clandestino de produtos vegetais como frutas, alho cebola e pimenta. ALTO RISCO PROSPECÇÃO RONDÔNIA Plano de contingência PROSPECÇÃO RORAIMA Plano de contingência Principal região cacaueira e de ocorrência da moniliase na Venezuela está localizada no Departamento de Sucre, que dista 1.300 km de Pacaraima; Possibilidade de transporte de frutos de Theobroma spp. por parte de turistas provenientes do Caribe Venezuelano. ALTO RISCO RISCO DE ENTRADA – PACARAIMA/VENEZUELA Plano de contingência Plano de contingência PROSPECÇÕES REALIZADAS NO PARÁ Realização: Monitoramento em áreas tradicionais de cultivo através da ADPARA: • Região da Transamazônica, Sul do Pará e Tomé-Açu • Baixo Amazonas e Baixo Tocantins Realização: Publicação pelo MAPA da instrução normativa N0 13 de 17 de maio 2012: Estabelece o Plano de Contingência da Moniliase do cacaueiro • Cria o grupo nacional de defesa fitossanitária para a praga • Estabelece as ações de prevenção para evitar a entrada da praga e em caso de focos confirmados as ações para erradicação 2 – Legislação/Fiscalização Plano de contingência 5 – Legislação/Fiscalização Realizações no estado do Pará Plano de contingência - Portaria SDA/MAPA 703 de 21/11/2022; - Portaria ADEPARA 7833 de 05/12/2022. Realização: Projetos de pesquisas na Ceplac e instituições parceira nacionais e internacionais. 3 – Ações de Pesquisa Plano de contingência 4– Treinamento de pessoal Realizações: 1 – Treinamento de Fiscais Federais Agropecuários (FFAs) 2 – Treinamento de Fiscais Estaduais Agropecuários (FEAs) Plano de contingência 4– Treinamento de pessoal Plano de contingência 5– Educação Sanitária Realizações no estado do Pará Plano de contingência CARTAZ FOLDERS 5– Educação Sanitária Realizações no estado do Pará Plano de contingência Divulgação em Rádio e TV Plano de contingência FUNGO CAUSADOR DE NECROSE EM CAULE Provavelmente um Nectriaceae Importância Afeta principalmente mudas e plantas jovens Provavelmente algo novo na região da Transamazônica Alves-Júnior, M. Alves-Júnior, M. Alves-Júnior, M. Alves-Júnior, M. ISOLAMENTO DO FUNGO E POSTULADOS DE KOCH Imagens: Alves-Júnior, M. Inoculação em mudas de cacaueiro Imagens: Alves-Júnior, M. Inoculação em frutos de cacau Imagens: Alves-Júnior, M. UNIDADES DE OBSERVAÇÃO UFPA/EMBRAPA PESQUISA Equipe do LABFITO REFERÊNCIAS E CRÉDITOS Imagens: Do Autor Miguel Alves Júnior De pesquisadores e Instituições, exemplo: Dr. Paulo Albuquerque (CEPLAC) Eng. Agrônomo e Fiscal Estadual Cássio Polla (ADEPARÁ) De artigos diversos (Google Acadêmico) Imagens abertas do Google (www.google.com.br|) OBRIGADO!!! Prof. Miguel Alves Júnior E-mail: alvesjr@ufpa.br Fone: (93) 991530657 WhatsApp