Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

PROTOCOLOS DE 
SEGURANÇA DO 
PACIENTE EM SERVIÇOS DE 
SAÚDE
• Profa. Dra. Janaina Paulini
• Profa Dra. Gisele Hirano
2025
“Pode parecer talvez um estranho 
princípio enunciar como o primeiro 
dever de um hospital, não causar mal 
ao paciente...” Florence Nightingale
“Primum non nocere” 
(primeiro não cause o dano) 
– Hipócrates, 460 a 360 a.C)
• As instituições de saúde
têm como princípio básico
no atendimento à clientela
o fornecimento de bens e
serviços com o mínimo ou a
ausência total de riscos e
falhas que possam
comprometer a segurança
do paciente.
Alguns conceitos-chave da Classificação Internacional de 
Segurança do Paciente da Organização Mundial da Saúde
Graus de dano (WHO: World Alliance 
for Patient Safety, 2009)
EVENTOS ADVERSOS
• Eventos indesejáveis, não intencionais,
de natureza danosa ou prejudicial ao
paciente, comprometendo sua
segurança, conseqüente ou não de
falha do profissional envolvido
Situações que predispõem ao risco de eventos adversos:
• avanço tecnológico com incompatibilidade do
aperfeiçoamento pessoal necessário,
• distanciamento das ações próprias de cada
profissional,
• desmotivação,
• ausência ou limitação da sistematização e
documentação do cuidado de enfermagem,
• delegação de cuidados sem supervisão adequada
• sobrecarga de serviço.
A 
MAGNITUDE 
DA 
QUESTÃO
• 1 em cada 4 pacientes sofrem danos 
enquanto recebem cuidados de 
saúde
• Ocorrem, anualmente, 134 milhões de 
eventos adversos, que contribuem 
para 2,6 milhões de mortes 
• Erros médicos custam $42 bilhões 
anualmente
RELATÓRIO GLOBAL DE SEGURANÇA DO 
PACIENTE OMS 2024
•Cuidados inseguros são um sério problema de
saúde pública no mundo. Estima-se que mais de
um a cada dez pacientes sofrem danos em
ambientes de assistência à saúde – metade dos
quais poderiam ser evitável – levando a milhões de
mortes e custos substanciais;
•A maior parte dos cuidados inseguros ocorre nos
países de baixa e média renda (134 milhões de
eventos adversos ocorrem em hospitais), gerando
danos aos pacientes e mortes associadas;
RELATÓRIO GLOBAL DE SEGURANÇA DO 
PACIENTE OMS 2024
•Populações vulneráveis, incluindo idosos, crianças e minorias
étnicas, apresentam riscos mais elevados de danos,
destacando a importância de intervenções personalizadas para
esses grupos dentro do sistema de saúde;
•Globalmente, 1 em cada 20 pacientes sofre danos evitáveis
com medicamentos, sendo que mais da metade (53%) são
relacionados à prescrição, apontando para a necessidade
crucial de melhorar as práticas de segurança medicamentosa;
•Ambientes de cuidados altamente especializados, como
terapia intensiva, emergência e centro cirúrgico estão
associados às mais altas taxas de danos aos pacientes. Na
atenção primária, estima-se que 7% dos pacientes sofrem
danos associados aos cuidados em saúde.
PROGRAMA 
NACIONAL DE 
SEGURANÇA 
DO PACIENTE
O Programa Nacional de
Segurança do Paciente
(PNSP) foi instituído pelo
Ministério da Saúde (MS)
mediante a publicação
da Portaria n° 529, de 1º
de abril de 2013, que tem
o objetivo de contribuir
para a qualificação do
cuidado em saúde em
todos os
estabelecimentos de
saúde do território
nacional
METAS 
INTERNACIONAIS 
DE SEGURANÇA 
DO PACIENTE
• Objetivo: promover
melhorias específicas
na segurança do
paciente por meio de
estratégias que
abordam aspectos
problemáticos na
assistência a saúde,
apresentando soluções
baseadas em
evidências para esses
problemas.
EIXOS DO PROGRAMA 
NACIONAL DE SEGURANÇA 
DO PACIENTE
EIXO 1 – estímulo a
uma prática
assistencial segura
•Protocolos
•Planos locais
de segurança
do paciente
•Sistema de
notificação
de incidentes
•Sistema de
notificação
de eventos
adversos
EIXO 2 –
envolvimento do
paciente na sua
segurança
• Corresponsabili
dade pela
segurança
• Mudança de
cultura
EIXO 3 – inclusão do
tema segurança do
paciente no ensino
•Incluir o tema
educação do
paciente na
educação
permanente
•Incluir o tema
segurança do
paciente na pós-
graduação
•Incluir o tema
segurança do
paciente nas
graduações em
saúde
EIXO 4- incremento
de pesquisa em
segurança do
paciente
•Realizar mais
pesquisas
sobre causas
de danos e
soluções
• Transpor a
evidência em
cuidados
mais seguros
METAS INTERNACIONAIS 
DE SEGURANÇA DO 
PACIENTE
META 1
IDENTIFICAÇÃO 
CORRETA DO PACIENTE
Garantir a segurança do paciente em qualquer
ambiente de cuidado à saúde.
Falhas podem resultar em erros de medicação, erros
durante a transfusão de hemocomponentes, em
testes diagnósticos, procedimentos realizados em
pacientes errados, entrega de bebês às famílias
erradas, entre outros.
A IDENTIFICAÇÃO DEVE SER FEITA POR MEIO DE
PULSEIRA, PRONTUÁRIO, ETIQUETA E CONTAR
COM A PARTICIPAÇÃO ATIVA DO PACIENTE E
FAMILIARES, DURANTE A CONFIRMAÇÃO DA SUA
IDENTIDADE.
SUGESTÕES
✓Responsabilidade do profissional de saúde na 
identificação do paciente.
✓ Incentive o uso de pelo menos 2 indicadores.
✓Padronize a identificação do paciente na instituição 
de saúde.
✓Desenvolva formas para identificação de pacientes 
de mesmo nome.
✓Encoraje a família a participar do processo de 
identificação.
META 2
COMUNICAÇÃO EFETIVA ENTRE 
OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE
A comunicação é um processo recíproco capaz de facilitar
e promover o desenvolvimento e o amadurecimento das
pessoas e influenciar comportamentos.
O paciente recebe cuidados de diversos profissionais e
em diferentes locais, o que torna a comunicação eficaz
entre os envolvidos no processo.
O objetivo é melhorar a efetividade da comunicação entre
os prestadores de cuidado, para assistência segura, por
meio de informações verbais e registradas que sejam
adequadas, precisas e completas (ANVISA, 2017).
MEDIDAS
SUGERIDAS
Passagem de Plantão.
Registro no prontuário.
Recomenda-se a padronização dos instrumentos para o 
registro das informações e dos métodos de comunicação entre 
os profissionais.
META 3. SEGURANÇA DO 
PACIENTE NA 
ADMINISTRAÇÃO DOS 
MEDICAMENTOS
• Os erros de medicação (EM) são definidos pela OMS como
“qualquer evento evitável que possa causar ou levar ao uso
inadequado de medicações ou até mesmo causar danos
aos pacientes, enquanto a medicação está sob controle de
um profissional de saúde, do paciente ou de um
consumidor” (NCCMERP, 2021; WHO, 2021).
• O processo de medicação está composto por várias etapas
sendo as principais a prescrição, a dispensação, a
administração e o monitoramento. No quadro abaixo
destacamos os principais fatores que compõem cada fase,
conforme publicado pela OMS (WHO, 2012).
• Os erros de medicação (EM) podem ocorrer em qualquer
fase do processo de gerenciamento de medicamentos, ou
seja, na fase de prescrição, dispensação, administração e
monitoramento.
MEDIDAS SUGERIDAS
• Construção de cultura de segurança
• Avaliação de indicadores
• registro eletrônico de prescrição
• distribuição automatizada dos medicamentos
• treinamento contínuo da equipe
• monitoramento das práticas de medicação em todas as
etapas
• Ambiente seguro e sem distrações ao manipular os
medicamentos
• Revisão técnica das prescrições
• Construir estratégias para redução de erros relacionados
aos medicamentos potencialmente perigosos
META 4. 
CIRURGIA SEGURA
Este passo apresenta medidas para tornar o procedimento
cirúrgico mais seguro e ajudar a equipe de saúde a
reduzir a possibilidade de ocorrência de danos ao
paciente.
MEDIDAS SUGERIDAS
Comunicação eficaz entre membros da equipe e 
entre médico e paciente.
e o local daIdentificação correta do paciente 
intervenção cirúrgica.
Verificação do prontuário do paciente.
Desenvolvimento de listas de verificação específicas.
Ex.: lista de conferência de documentos e montagem de
sala.
Estimule a cultura de segurança do paciente,
implantando a lista de verificação recomendada pela
Organização Mundial de Saúde que define três fases
(checar imediatamente antes, checar antes e checar
depois).
META 5. HIGIENE 
DAS MÃOS
A higienizaçãodas mãos é o processo de remoção de
sujeira , oleosidade e células descamativas da pele com
a finalidade de prevenir e reduzir as infecções
relacionadas a assistência à saúde.
ATENÇÃO
Use preferencialmente produtos para higienização das mãos à 
base de álcool para antissepsia rotineira, se as mãos não 
estiverem visivelmente sujas;
Nunca use simultaneamente produtos à base de álcool com 
sabão antisséptico;
O uso de luvas não substitui a necessidade de higienização das 
mãos;
Encoraje os pacientes e suas famílias a solicitar que os 
profissionais higienizem as mãos.
Estimule os familiares e visitantes a higienizar
 suas mãos, antes e após o contato com o paciente.
ESTRATÉGIAS PARA 
MELHORAR A ADESÃO
• 1. Mudança de sistema: fornecimento de estrutura adequada para 
implementar a higienização das mãos
• 2. Formação/Educação: educar os profissionais sobre a 
higienização das mãos, principalmente com uso dos Cinco 
Momentos
• 3. Avaliação e retroalimentação (feedback): avaliar por meio de 
dados e indicadores as práticas de higiene, a infraestrutura 
existente, as percepções dos colaboradores e fornecer de volta 
aos funcionários informações sobre os resultados e desempenho 
• 4. Lembretes no local de trabalho: lembrar os funcionários sobre a 
higienização das mãos por meio de cartazes, adesivos, folhetos, 
etc. 
• 5. Clima de segurança institucional: contempla a criação de um 
ambiente propício para a segurança do paciente, com 
participação ativa dos profissionais, parceria com pacientes, 
consciência individual, etc
META 6
REDUZIR O RISCO 
DE QUEDAS
FATORES DE RISCO
PARA OCORRÊNCIA
DE QUEDA:
1. Idade menor que 5 anos ou maior que 65 
anos.
2. Agitação/confusão.
3. Déficit sensitivo.
4. Distúrbios neurológicos.
5. Uso de sedativos.
6. Visão reduzida (glaucoma, catarata).
7. Dificuldades de marcha.
8. Hiperatividade.
9. Mobiliário
10. Riscos ambientais (iluminação inadequada, 
pisos escorregadios, superfícies irregulares).
11. Calçado e vestuário não apropriado.
12. Bengalas ou andadores não apropriados.
AVALIAÇÃO DO RISCO 
DE QUEDA
• A avaliação do risco de queda deve ser feita no momento
da admissão do paciente (com prazo máximo de 24 horas,
dependendo das condições clínicas e procedimentos
agendados), com o emprego de uma escala adequada
ao perfil de pacientes da instituição (BOUSHON, 2013).
• Esta avaliação deve ser repetida a cada 24 horas ou
sempre que houver mudança do estado clínico, mudança
do ambiente (como troca de quarto, introdução de novo
equipamento e/ou mobiliário, mudança de unidade),
ocorrência de episódio de queda, até o momento da alta
hospitalar do paciente (BOUSHON, 2013).
MEDIDAS SUGERIDAS
• 1. Identificar os pacientes de risco 
com a utilização de pulseiras de 
alerta.
• 2. Orientar os profissionais e 
familiares a manter as grades da 
cama elevadas.
• 3. Orientar o paciente e 
acompanhante a solicitar ao 
profissional auxílio para a saída do 
leito ou poltrona.
• 4. Orientar o acompanhante a 
não dormir com criança no 
colo.
• 5. Orientar o acompanhante a 
avisar a equipe toda vez que for se 
ausentar do quarto.
6. Disponibilizar equipamentos de auxílio à marcha,
quando necessário.
7. Criar ambiente físico que minimize o risco de
ocorrência de quedas (barras de segurança nos
banheiros, corrimões nas escadas, utilização de fitas
antiderrapantes, placas de informação)
8. Realizar periodicamente manutenção das camas,
berços e grades.
9. Monitorar e documentar as intervenções
preventivas realizadas.
Medidas Sugeridas
META 6.
REDUZIR O RISCO DE 
LESÕES POR 
PRESSÃO
• A avaliação periódica dos riscos que cada 
paciente apresenta para a ocorrência de úlceras 
por pressão orienta os profissionais a desenvolver 
estratégias para sua prevenção
NO PNSP O RISCO DE 
LESÕES POR PRESSÃO 
E QUEDAS ESTÃO NA 
MESMA META!
PREVENIR É MELHOR QUE
REMEDIAR
CONDUTA PREVENTIVA
• Avaliação do risco na admissão – Escala 
de Braden
• Identificação dos pacientes em risco de 
desenvolver lesão por pressão
• Reavaliação constante
• Cuidados com a higiene e umidade da 
pele
• Otimização da nutrição e hidratação
• Minimizar a pressão
ESCALA DE BRADEN
PACIENTE ENVOLVIDO 
COM A SUA SEGURANÇA
O paciente pode e deve
contribuir para a qualidade
dos cuidados à sua saúde,
fornecendo informações
importantes a respeito de si
mesmo e interagindo com
os profissionais da saúde,
uma vez que é ele quem
tem o conhecimento de seus
histórico de saúde.
ESTRATÉGIA
Estimular o paciente ou algum responsável a 
participar das decisões do cuidado.
Analisar as fragilidades do paciente e a fase do 
tratamento ou doença.
Fortalecer o vínculo do paciente e família com a 
equipe.
Avaliar as dificuldades de comunicação.
Educar o paciente para a cidadania.
Responder os questionamentos do paciente e da 
família.
PROTOCOLOS 
ASSISTENCIAIS 
DE 
ENFERMAGEM
Protocolos na 
Assistência de 
Enfermagem
Descrição minuciosa de 
linhas de cuidado 
específicas, integrando 
na sua estrutura as 
normas, 
rotinas e procedimentos 
relativos ao 
problema/condição de 
saúde determinada.
Protocolos na 
Assistência de 
Enfermagem
A assistência de enfermagem sem 
suporte teórico e padronização 
adequados favorece o exercício 
profissional imperito, negligente ou 
imprudente, podendo ocasionar danos 
à clientela, problemas legais e éticos 
aos profissionais e descrédito da classe 
pela sociedade.
Protocolos na 
Assistência de 
Enfermagem
• Protocolos devem ter boa 
qualidade formal, ser de fácil 
leitura, válidos, confiáveis, terem 
conteúdo baseado em 
evidências científicas, ser 
corretamente utilizados e 
comprovadamente efetivos. Tudo 
isso implica em rigoroso processo 
de construção, adaptação à 
realidade local e 
implementação, além de 
seguimento por meio de 
indicadores de uso (processo) e 
efetividade (resultado).
Devem atender:
❑aos princípios legais e éticos da profissão,
❑Aos preceitos da prática baseada em
evidências
❑às normas e regulamentos do Sistema Único
de Saúde, em suas três esferas de gestão, e
da instituição onde será utilizado.
Protocolos na Assistência de 
Enfermagem
*Prática Baseada em Evidências é o uso consciente,
explícito e criterioso da melhor evidência disponível na
tomada de decisões sobre o cuidado ao paciente.
• maior segurança aos usuários e profissionais,
• redução da variabilidade de ações de cuidado,
• melhora na qualificação dos profissionais para a
tomada de decisão assistencial,
• facilidade para a incorporação de novas
tecnologias,
• inovação do cuidado,
• uso mais racional dos recursos disponíveis e maior
transparência e controle dos custos.
• facilitam o desenvolvimento de indicadores de
processo e de resultados,
• a disseminação de conhecimento,
• a comunicação profissional e a
• coordenação do cuidado.
Protocolos na Assistência de 
Enfermagem - VANTAGENS
Desvantagens também são apontadas
sobre o uso de protocolos de assistência,
mas a maior parte é decorrente do não
atendimento às recomendações de
construção de protocolos ou do
desconhecimento dos princípios da prática
baseada em evidências.
Protocolos na Assistência de 
Enfermagem - DESVANTAGENS
REFERÊNCIAS
Pimenta, Cibele A. de M...[et al.]. Guia para construção
de protocolos assistenciais de enfermagem/Cibele A.
de M. Pimenta...[et al.].; COREN-SP – São Paulo:
COREN-SP, 2015.
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo
Segurança do paciente: guia para a prática /
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. -
São Paulo: COREN-SP, 2022. Disponível em:
https://portal.coren-sp.gov.br/wp-
content/uploads/2022/05/Seguranca-do-Paciente-
WEB.pdf
VAMOS FAZER 
UM TESTE?
https://forms.gle/i1LwXKzxJLz91Qgd7
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6: Eventos Adversos
	Slide 7
	Slide 8: A magnitude da questão
	Slide 9: Relatório Global de Segurança do Paciente OMS 2024
	Slide 10: Relatório Global de Segurança do Paciente OMS 2024Slide 11: PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA DO PACIENTE
	Slide 12
	Slide 13: METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENTE
	Slide 14
	Slide 15: eixos do Programa Nacional de Segurança do Paciente
	Slide 16
	Slide 17: META 1 Identificação correta do paciente
	Slide 18:  A identificação deve ser feita por meio de pulseira, prontuário, etiqueta e contar com a participação ativa do paciente e familiares, durante a confirmação da sua identidade.
	Slide 19
	Slide 20: Sugestões
	Slide 21: META 2 Comunicação efetiva entre os profissionais da saúde
	Slide 22: Medidas Sugeridas
	Slide 23: META 3. SEGURANÇA DO PACIENTE NA ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS
	Slide 24: MEDIDAS SUGERIDAS
	Slide 25: META 4. CIRURGIA SEGURA
	Slide 26
	Slide 27: Medidas Sugeridas
	Slide 28
	Slide 29: META 5. HIGIENE DAS MÃOS
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33: Atenção
	Slide 34: ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A ADESÃO
	Slide 35: META 6 REDUZIR O RISCO DE QUEDAS
	Slide 36: Fatores de risco para ocorrência de queda:
	Slide 37
	Slide 38: AVALIAÇÃO DO RISCO DE QUEDA
	Slide 39: Medidas Sugeridas
	Slide 40
	Slide 41: META 6. REDUZIR O RISCO DE LESÕES POR PRESSÃO
	Slide 42: Prevenir é melhor que remediar
	Slide 43: CONDUTA PREVENTIVA
	Slide 44: ESCALA DE BRADEN
	Slide 45: Paciente envolvido com a sua segurança
	Slide 46: Estratégia
	Slide 47: PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS DE ENFERMAGEM
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54: ReferênciaS
	Slide 55: VAMOS FAZER UM TESTE?

Mais conteúdos dessa disciplina