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Alterações do cabelo e pelo
Tipos de alopecia: os padrões masculino e feminino. Hipertricose e hirsutismo. Sintomatologia. Possíveis
abordagens terapêuticas.
Profa. Claudia Batalha
1. Itens iniciais
Propósito
Tornar o profissional capaz de realizar diagnóstico estético do couro cabeludo e do pelo, desenvolvendo um
programa de tratamento adequado.
Objetivos
Identificar os tipos de alopecia de acordo com os sinais apresentados no couro cabeludo
Diferenciar a alopecia masculina e feminina, bem como o hirsutismo e a hipertricose, identificando as
possibilidades de tratamento para queda capilar
Introdução
O terapeuta capilar é um profissional que domina a avaliação dos fios e do couro cabeludo, Identificando
possíveis afecções tratáveis na área da saúde estética e fazendo diagnósticos de caspa, seborreia,
oleosidade excessiva, quebra dos fios por processos químicos, entre outros. Ele faz tudo isso por meio de
protocolos capilares estéticos associados aos recursos de eletroterapia estética, cosmetologia capilar, além
de outras formas. Suas competências obedecem aos princípios éticos e estéticos, orientando, portanto, os
clientes que sofrerem de alguma patologia severa a procurar um médico.
• 
• 
1. Tipos de alopecia
Alopecia ou calvície?
A alopecia e a calvície são a mesma coisa. Trata-se de um distúrbio que provoca perda parcial ou total dos
cabelos progressivamente.
 
Para atuar como terapeuta capilar, é necessário conhecer o couro cabeludo, começando pelos folículos
pilosos. O cabelo é composto por cerca de 150 mil folículos, os quais sofrem ações hormonais que, inclusive,
afetarão o crescimento e a queda do fio.
A alopecia pode começar na puberdade, tendo como aspecto inicial a região das têmporas, que formam uma
rarefação por meio de perda significativa, deixando essa região com o couro cabeludo aparente. Além disso,
pode estar relacionada a outros fatores, como estresse, tratamentos medicamentosos, quimioterapia,
problemas na tireoide, entre outros.
Atenção
O terapeuta capilar deve ter conhecimento de tricologia a fim de identificar os tipos da doença de
acordo com suas características, implementando tratamentos personalizados que apresentarão
resultados satisfatórios. 
A queda capilar acentuada
Atualmente, nos salões de beleza e nas clínicas estéticas, existe uma procura muito grande de clientes que
desejam sanar suas dúvidas em relação à queda acentuada dos cabelos, que, muitas vezes, leva à rarefação,
deixando o couro à mostra
Para quem se depara com a situação instalada,
isso causa um verdadeiro desespero, a ponto
de gerar consequências emocionais. Neste
momento, é importante que o profissional tenha
muita calma e cautela para realizar a avaliação
capilar e não causar mais pânico no cliente,
deixando-o estressado e agravando ainda mais
o problema.
 
A maior incidência de reclamações e
preocupações são os relatos por parte dos
clientes em relação aos fios encontrados no
travesseiro, no ralo do banheiro após a lavagem
dos cabelos, na escova, no pente, na roupa etc.
Cabe ao profissional investigar e tentar descobrir o seguinte: trata-se de uma queda capilar
temporária ou definitiva?
As causas da calvície (ou alopecia) são muitas e vão desde a herança genética até doenças específicas do
couro cabeludo, como dermatite seborreica, fungos, sem contar os problemas de tireoide, as alterações
hormonais e o estresse.
 
Ao terapeuta capilar, compete os tratamentos estéticos capilares que melhoram a condição circulatória,
liberando aderências e eliminando resíduos metabólicos do couro cabeludo, resultando em crescimento dos
fios, desobstrução dos óstios capilares e controle da oleosidade excessiva e da caspa seborreia, deixando o
couro cabeludo mais sadio e livre dos problemas que geram a queda capilar acentuada. O foco do terapeuta
capilar é o couro cabeludo, e não o fio; porém, os produtos utilizados para combater a queda capilar tendem a
provocar ressecamento, e, portanto, é necessária a utilização de cosméticos que hidratem os fios como um
todo.
Qual seria o ponto inicial de atendimento ao cliente?
Ficha de anamnese
A partir de então, iniciam-se as perguntas necessárias para
definir o diagnóstico estético capilar.
Assuntos tratados na anamnese: quantidade de fios retidos
na escova ou no pente; análise do fio (vê o bulbo?); como é
feita a higienização no couro cabeludo e nos fios (quantas
vezes por semana); tipo de shampoo utilizado; uso de
química capilar; uso de remédios; doenças em atividade; resultado dos últimos exames de sangue.
A densidade capilar é uma das questões a serem investigadas durante a anamnese capilar, que compreende a
quantidade de fios de cabelos por quadrante do couro cabeludo, ou seja, uma densidade fina ou baixa pode
implicar em rarefação; logo, pode caracterizar perda de cabelos sem reposição (crescimento natural).
Atenção
Antes do tratamento, tire fotos da área a ser tratada, a fim de acompanhar os resultados. 
A ficha de evolução deve ser preenchida após cada sessão, para relatar os princípios ativos e outros recursos
utilizados no tratamento deste cliente, assim como a resposta positiva ou negativa ao método.
Desenvolvimento do programa de tratamento estético associado aos
princípios ativos.
Quais são as orientações para o cliente durante o tratamento capilar?
Evitar uso de escovas térmicas
Afinal, escovas térmicas arrancam os cabelos.
Uso de tinturas 
Neste momento, químicas devem ser evitadas.
Apliques
Os apliques são proibidos nestas condições.
Prendedores de cabelos
Tenha cuidado, pois eles podem ajudar a arrancar os fios.
Atenção
O terapeuta capilar precisa ser solidário com o sofrimento e a preocupação alheios, pois um fio que cai
pode não ser nada para o profissional, mas representa um momento de desespero para o cliente.
Portanto, todo cuidado é pouco ao lidar com pessoas nestas situações. 
Tratamento capilar
Assista ao vídeo a seguir em que a especialista Cássia Batista apresenta como é feito o atendimento ao
paciente com queixa de queda capilar.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Definição dos tipos de alopecias abordadas em nosso
estudo
Segundo Borges (2016), o acometimento da alopecia possui variações clínicas, definindo-as para tratamento
em cicatriciais, que ocasionam fibrose cicatricial local, e não cicatriciais, que provocam uma alteração
transitória.
Alopecia cicatricial
Ocorre a destruição os folículos pilosos – perda
definitiva dos cabelos.
Alopecia não cicatricial
Refere-se a um tipo de alopecia reversível, onde
não existe destruição do folículo piloso; desta
forma, o cabelo volta a crescer. São exemplos
de alopecia não cicatricial: alopecia areata,
alopecia androgenética, eflúvio telógeno,
eflúvio anágeno e alopecia de tração.
A seguir conheça mais sobre esses tratamentos:
Alopecia cicatricial
É a calvície que se produz como resultado de má-formação, dano, destruição ou perda definitiva dos folículos
pilosos, não nascendo mais cabelos. É importante ressaltar que processos infecciosos mais severos, de forma
específica e identificável, como invasão tumoral, favo, tuberculose e sífilis, podem levar à destruição do
folículo piloso.
 
Classificação dos tipos de alopecia cicatricial:
 
• Alopecia cicatricial primária – caracteriza-se pelo tipo de alopecia decorrente da genética, onde existem
alterações que comprometem folículo piloso.
• Alopecia cicatricial secundária – ocorre quando o acometimento surge por meio de um processo físico, como
queimadura, radioterapia, prurido intenso (comichão), gerando infecção.
• Alopecia cicatricial primária adquirida – resultado de dano à região das células do folículo piloso causado por
doenças inflamatórias ou outros processos patológicos que deixam cicatrizes. As principais patologias
envolvidas são: lúpus discoide crônico, líquen plano pilar, pseudopelada de Brocq, foliculite decalvante,
foliculite dissecante do couro cabeludo e foliculite queloidiana da nuca (a seguir, explicaremos com detalhes
cada um destes itens).Conheça mais sobre essas principais patologias da alopecia cicatricial primária adquirida:
1
Lúpus discoide crônico
Trata-se de uma doença crônica, rara, autoimune. Seu acometimento ocorre de forma frequente no
couro cabeludo, desenvolvendo placas cicatriciais de alopecia, com placas avermelhadas e
cicatrizes esbranquiçadas.
2
Líquen plano pilar
É uma dermatose que acomete a pele, as mucosas, unhas e os folículos pilosos. O envolvimento
folicular, em geral, é restrito ao infundíbulo e ao istmo, com formação de corpos citoides.
3
Pseudopelada de Brocq
É uma afecção que provoca alopecia permanente. Acomete ambos os sexos, sendo mais comum em
mulheres após os 40 anos. Afeta mais a região cortical, mas pode acometer qualquer área do couro
cabeludo. É semelhante ao líquen plano, de caráter irreversível, sem reação aos procedimentos
invasivos ou farmacológicos para conter sua evolução.
4
Foliculite decalvante
Foliculite crônica caudada por um microrganismo (Staphylococus aureus), que determina intensa
destruição folicular com posterior atrofia.
5
Foliculite dissecante do couro cabeludo
Inicialmente, surgem espinhas, que evoluem para nódulos inflamados e dolorosos. Ocorre oclusão
folicular, com obstrução do óstio por hiperqueratose folicular inata. Observam-se comedões,
abscessos, trajetos fistulosos e cicatrizes hipertróficas e queloidianas.
6
Foliculite queloidiana da nuca
São pústulas foliculares na nuca que evoluem para lesões queloidianas, sendo mais comum nos
homens negros, que apresentam fusão de folículos na superfície da pele, onde costumam surgir dois
ou três pelos.
Alopecias associadas a outras doenças:
Hipertireoisimo
Mais comum em mulheres, causando queda
capilar, ocasiona rarefação difusa dos cabelos.
Hipotiroidismo
Acomete mais mulheres, onde os cabelos (fibra
capilar) apresentam-se secos, ásperos e
quebradiços. A alopecia surge por meio de
placa ou difusa, e ambos não são cicatriciais.
Atenção
Há uma responsabilidade no diagnóstico capilar! O terapeuta capilar deve sempre investigar as queixas
dos clientes e checar as causas, pois, talvez, seja necessário que eles procurem um médico, para,
depois, seguirem com o tratamento capilar. 
Alopecia não cicatricial
Ocorre perda dos cabelos, formando uma alopecia de ação não permanente, reversível, de forma transitória.
Alopecia areata
Refere-se a uma forma de alopecia (a origem de seus acometimentos encontra-se em estudo) provocada pela
desordem no sistema imunológico, fazendo com que os folículos parem de produzir cabelo, desenvolvendo
uma ou várias placas alopecias. Causa perda localizada de cabelos, sem destruição ou atrofia dos folículos,
mas se não for controlada, continuará se expandindo, até tomar a região inteira da cabeça.
Saiba mais
As placas de areatas são bem delimitadas, arredondadas, de superfície lisa, preservando a cor da pele,
sem descamação, tendo sua evolução de dentro para fora, não cicatricial, sem presença de processo
inflamatório. Acomete as regiões do couro cabeludo, sobrancelhas, os cílios e a barba, podendo
aparecer em outras regiões de ação assintomática. Em uma análise microscópica, seus fios têm o
formato de clave, ou seja, ponto de exclamação, confirmando o diagnóstico de presença da areata. 
A evolução da alopecia areata pode seguir diferentes rumos, apresentando-se em formas clássicas:
Alopecia areata unifocal
Pode ser a forma inicial de areata, pois apresenta uma única placa caracterizando o acometimento de
formato redondo ou ovalar e de característica lisa.
Alopecia areata ofiásica
Caracteriza-se pela perda dos cabelos no couro cabeludo, acometendo as têmporas e o occipital,
apresentando extensão e faixas de acometimento no couro cabeludo.
Alopecia areata multifocal
Presença de múltiplas placas de arreatas, que afetam não só o couro cabeludo, mas também outras
regiões do corpo com pelos.
Alopecia areata total (casos raros)
Surge de forma inicial por meio de placas de areata, que sofrem evolução, dando origem a novas
placas, que, se não forem controladas, unem-se umas com as outras, atingindo toda a cabeça do
indivíduo, levando à perda total dos cabelos, sem acometimento dos demais pelos do corpo,
proporcionando um aspecto liso e brilhante ao couro cabeludo.
Alopecia areata universal (casos muito raros)
Perda de cabelos e dos demais pelos do corpo, incluindo: couro cabeludo, cílios, sobrancelhas, barba,
axilas etc. Atualmente, não há cura para a alopecia universal. Não é contagiosa.
Qual a atuação profissional nestes casos de alopecia não cicatricial?
 
Executar um tratamento de profilaxia, quando identificada a presença da alopecia, diminuindo ou cessando a
queda capilar acentuada, retardando a progressão (evolução) da rarefação e controlando a densidade capilar.
 
Como o terapeuta capilar realiza a anamnese neste caso?
 
Devem ser utilizados dermatoscópio, além de todo o aparato profissional (EPIs), pente de cabo metal e celular
ou câmera fotográfica para tirar fotos. Ele deve perguntar a quantidade de fios que caem durante a lavagem
dos cabelos e a quantidade de fios que ficam no ralo do box. Uma quantidade superior a 150 fios pode
significar problemas, e a causa deve ser investigada. Se necessário, ele deve perguntar se o cliente realizou
exames de laboratórios recentemente.
 
Como a pessoa descobre que está com alopecia areata?
 
Por não apresentar sintomas, a pessoa acaba descobrindo por acaso, durante a ida ao barbeiro ou
cabelereiro, ou até mesmo por outra pessoa. A alopecia areata também é vulgarmente chamada de “pelada”. A
regressão dessa doença ocorre após longo período de tratamento adequado, mas pode voltar a ocorrer.
Padrões básicos de alopecias androgenéticas
Alopecia androgenética clássica
Seu acometimento inicia-se pelas regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo, normalmente com
apenas uma rarefação em toda a região frontal ou apenas em cortical. Na grande maioria dos casos, o
acometimento pode ocorrer de forma lenta ou acelerada, levando à perda significativa dos cabelos,
principalmente na região cortical (alto do couro cabeludo).
Alopecia androgenética difusa
Tem início com a manifestação de forma difusa no alto do couro cabeludo e de forma progressiva (cabelos
espaçados), onde perdas de pelo acontecem de forma secundária; normalmente, são motivadas por eflúvios: 
anágeno, em razão de doenças agudas e tratamentos químicos, e telógeno, em virtude de pós-parto, dietas
severas, anemia, subnutrição etc.
Alopecia de pressão/tração
É uma alopecia em que ocorre tração dos cabelos na região temporal ou na orla do couro cabeludo e é
causada, muitas vezes, pelo uso de boné, chapéus e mega hair. Muitas pessoas usam química no cabelo e,
logo após, colocam os chamados apliques (mega hair), que podem gerar uma sensibilidade no local ou até
mesmo uma ferida, evoluindo para uma infecção local. Nós, profissionais de saúde, devemos orientar nossos
pacientes com relação ao uso de químicas e apliques. Não é proibi-los, mas, sim, orientá-los quanto ao uso, a
fim de que não cause danos ao couro cabeludo.
Alopecia mucinosa
Ocorre devido ao depósito de mucina (proteína de elevada massa molecular que tem como característica a
formação de géis) nos folículos do couro cabeludo e da face, ocaisonando áreas de alopecia.
 
Há formação de pápulas foliculosas, placas papulosas ou infiltração nodular. Este tipo de alopecia, geralmente,
é temporário; porém, torna-se definitivo se houver destruição do folículo piloso pela mucina. Há também a
mucinose folicular, que causa depósito de mucina, mas não causa alopecia.
 
A alopecia mucinosa pode ocorrer em crianças e adultos jovens, não sendo associada à doença primária,
podendo regredir espontaneamente. É possível que atinja adultos, podendo estar associada a linfoma.
Classificação de eflúvios
Definição: eflúvio refere-se à queda capilar de maneira acelerada, e pode ocorrer devido a vários
fatores, como estresse, medicamentos, pós-parto, entre outros.
Eflúvio telógeno
É definido pelo aumento de queda capilardiária. Para efeito de comparação, uma queda dentro do padrão de
normalidade gira em torno de 100-150 fios ao dia; com o processo de eflúvio, passa para, aproximadamente,
200 fios ao dia ou até mais. Os fatores que causam eflúvio podem ser de origem emocional, entre outros. Seu
acometimento ocorre em padrão difuso e não cicatricial. Os cabelos caem ainda com a presença do bulbo não
pigmentado. A cura pode ocorrer de forma espontânea. O eflúvio se divide em dois tipos: agudo e crônico.
 
Diferença entre eflúvio telógeno agudo e crônico:
Eflúvio anágeno
Apresenta-se como uma alopecia difusa, que ocorre, muitas vezes, de maneira abrupta; está associada ao uso
de agentes quimioterápicos e a eventos sindrômicos. A queda do cabelo é abrupta e começa entre a primeira
e a segunda semanas após o início da quimioterapia. Depois de um a dois meses de tratamento
quimioterápico, torna-se bastante visível.
Verificando o aprendizado
Questão 1
Um homem de 39 anos de idade relatou ao terapeuta capilar queda abrupta, intensa e diária
dos seus cabelos. Informou ainda que, quatro meses antes, havia enfrentado uma situação de
estresse. Durante a avaliação do profissional, foram identificadas rarefação dos fios e queda
intensa, inclusive com bulbos. Com base nas informações apresentas, assinale a opção
correta quanto ao tipo de queda capilar que o cliente apresenta.
A
Alopecia areata.
B
Alopecia tracional.
C
Alopecia androgenética.
D
Eflúvio telógeno.
A alternativa D está correta.
Eflúvio telógeno agudo 
Ocorre por meio de uma motivação, chamada
de gatilho, que eleva o número normal de
queda diário de fios de até 150 para até 300
fios. Estudos apontam que essa queda é
reflexo do gatilho de três meses que
antecedem o acometimento desse problema.
Os gatilhos que desencadeiam o eflúvio são:
cirurgia bariátrica, pós-parto, sinusite, infecção
aguda, dietas restritivas, doenças metabólicas,
entre outros. A queda capilar costuma se
estabilizar após três meses.
Eflúvio telógeno crônico 
Apresenta-se diferente do agudo, pois
sua queda não é diária, e ocorre por
meio de ciclos (uma ou duas vezes ao
ano), que vão diminuindo a densidade
capilar – perda de volume e
comprimento. Sua incidência ocorre em
virtude de doenças autoimunes. A
queda capilar pode durar de três meses
até anos, acompanhada de rarefação.
Este módulo, foram definidos os acometimentos causados pelo eflúvio telógeno, suas manifestações, e
uma das situações abordadas foi situação de estresse, que acentua a queda capilar, embora seja de caráter
temporário. Trata-se de uma área de atuação do terapeuta capilar, mas, se houver necessidade, um médico
especialista pode ser consultado para averiguar a situação.
Questão 2
A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser entendida como um conjunto de
desordens que gera a falta de cabelos ou pelos em determinadas partes do corpo humano.
Dependendo do tipo de acometimento da infecção, pode ser cicatricial ou não cicatricial. Com
base nas informações apresentas, assinale a opção correta quanto às características de
alopecia cicatricial.
A
Não apresenta acometimento nos folículos, apresentando queda temporária.
B
Os folículos apresentam-se destruídos, tendo queda definitiva.
C
Consiste na queda capilar temporária por meio de ação hormonal.
D
Ocorre a queda capilar, sem comprometimento do folículo, definitiva.
A alternativa B está correta.
A alopecia cicatricial leva à destruição dos folículos pilossebáceos, não tendo mais o crescimento dos
pelos. O terapeuta capilar deve informar ao cliente que o tratamento não trará o crescimento dos cabelos,
pois se trata de uma queda definitiva.
2. Identificação e tratamento da alopecia masculina, feminina, hirsutismo e hipertricose
Alopecia androgenética masculina (AAG), também
conhecida como androgenia
Boa parte da população brasileira do sexo
masculino sofre de alopecia masculina, sendo a
calvície de padrão masculino ou alopecia
androgênica a mais comum. Atinge homens
jovens e maduros e é transmitida através de
andrógenos, autossômica de origem poligênica,
de transmissão genética de avós para netos
(as), pais para filhos (as). O padrão de herança
que prevalece consiste em uma predisposição
genética tanto em homens como nas mulheres
para perda de cabelo.
 
O processo começa com a miniaturização dos
cabelos, que ficam mais curtos e ralos, deixando o couro cabeludo aparente. A alopecia androgenética ocorre
em estágios já previstos, tornando-se progressiva, isto é, a perda de cabelo progredirá do estágio inicial para
estágios mais avançados.
Curiosidade
A partir da puberdade, inicia-se o processo hormonal do DHT – di-hidrotestosterona, começando pela
região das têmporas, conhecidas como “as entradas” da orla do couro cabeludo. Com o passar dos
anos, vai evoluindo, deixando vários estágios de alopecia. Halal (2014) aponta em sua literatura a
existência de até sete graus ou níveis de calvície. 
Alopecia androgenética feminina
A calvície ou alopecia androgenética também
acomete o público feminino, mas de forma
menos severa. A calvície feminina é classificada
em três tipos principais, nos graus I, II e III,
devido à ação da enzima aromatase, presente
em maior quantidade na mulher.
 
Seu início surge a partir da purbedade, mas
apresenta o processo evolutivo a partir dos
30-50 anos de idade. Seu carater de
acometimento está ligado à predisposição
genética e ao aumento na sensibilidade dos
receptores hormonais, envolvendo a presença
do hormônio di-hidrotestosterona (DHT), causando afinamento progressivo dos fios de cabelo.
O processo de miniaturização também se faz presente, mas de forma difusa, tornando o cabelo mais ralo em
uma área vasta da cabeça, sem criar áreas totalmente calvas e sem regressão na linha do cabelo.
Normalmente, a área mais afetada é o topo da cabeça.
 
No decorrer da rarefação difusa do cabelo, começa a diminuir a densidade capilar, dando início a uma
transparência do couro cabeludo. Além da calvície de padrão feminino, existem ainda outras causas para
justificar a perda de cabelo em mulheres, como, por exemplo:
 
Alterações hormonais 
Estresse
Algumas patologias
Uso prolongado de determinados medicamentos, entre outras.
Atenção
Através do dermatoscópio (analisador do couro cabeludo), o diagnóstico em consultório/cabine pode ser
realizado de maneira mais precisa; além disso, o profissional pode solicitar exames complementares
mais complexos, como hemograma, ferro sérico, ferritina, avaliação da tireoide, relação FSH/LH,
prolactina, vitamina D, e os andrógenos, a fim de contribuir para a elaboração de um protocolo de
tratamento mais eficaz para a cliente. 
A seguir, entenda a classificação da alopecia androgenética feminina segundo Ludwig:
Grau I
Rarefação perceptível, com linha frontal de, aproximadamente, três centímetros, com preservação do
cabelo.
Grau II
Rarefação acentuada do cabelo na coroa.
• 
• 
• 
• 
Grau III
Rarefação total do cabelo.
Processo de miniaturização
A calvície tem seu estágio inicial de forma
gradual, começando pelo processo de
miniaturização (miniatura) dos pelos, que
ocorre de forma progressiva, transformando
pelos terminais (grossos) em velus (finos).
 
Tal acontecimento está intimamente ligado às
ações hormonais, pois as células que compõem
o folículo piloso possuem receptores que se
ligam ao hormônio di-hidrotestosterona (DHT),
passando a informação genética (DNA),
causando o início do processo de
miniaturização, onde a testosterona é
convertida em DHT pela enzima 5¤ – redutase, tornando os folículos cada vez mais finos, até que mais
nenhum cabelo volte a nascer.
 
Entenda a ação dos andrógenos na atuação da alopecia androgenética, através do quadro explicativo a seguir:
Alguns protocolos de tratamentos estéticos / terapia
capilar
Para auxiliar a compreensão do terapeuta capilar, após a realização da ficha de anamnese capilar, a indicação
de um protocolo sugestivo para controlar a queda capilar contribui de forma positiva para o profissional ter
como parâmetrouma maneira de montar um tratamento terapêutico.
 
Protocolo de tratamento capilar para controle de queda:
1 1) Eletroterapia
Eletrodo pente por 3 minutos (movimentos de vai e vem).
2
2) Argiloterapia
Preparar cataplasma com óleo essencial (O.E) para crescimento dos fios (Alecrim, Ylang-Ylang e
Cedro. Observar as contraindicações ao uso do óleo essencial de alecrim. Só utilizar uma gota de
cada óleo essencial indicado e trabalhar somente com uma sinergia de três óleos essenciais.
Cuidado com o modo de preparo).
3
3) Shampoo cosmecêutico
Aplicar somente no couro e deixar agir por 3 minutos.
4
4) Shampoo para os fios
Aplicar somente para emoliência.
5
5) Condicionador
Aplicar somente nas pontas.
6
6) Iontoforese com ionto
Iontoforese com ionto é um recurso eletroestético
utilizado na terapia capilar e age como controlador
de queda (ativos).
7
7) Massagem capilar
Por 10 minutos para finalizar.
Frequência do tratamento: 1 sessão por semana com duração de 60 minutos.
 
Observação:
 
• Ativos mais indicados para ionto ou solução ionizável: pilocarpina e extrato de jaborandi e alecrim.
• Usar argilas nos tratamentos capilares: A argila tem a propriedade de absorver e armazenar a energia de
todos os elementos, como se fosse um condutor, sendo capaz de liberar a energia retida. Além disso, tem
ação de antisséptico natural, que respeita os elementos do corpo enfermo. Na terapia capilar, tem grande
ação descongestionante, refrescante, absorvente, calmante, entre outras. O poder de ação absorvente do
cataplasma de argila é excelente, principalmente quando associado ao carvão ativado, que potencializa sua
ação.Pesquisas revelam que a argila verde associada ao carvão vegetal ativado, juntamente a uma sinergia de
óleos essenciais, promove resultados muito satisfatórios no controle da oleosidade do couro cabeludo, queda
capilar, na estimulação da circulação sanguínea e até na drenagem linfática.
• Massofilaxia: massagem no couro cabeludo
Trata-se da técnica de massagem manual realizada no couro cabeludo, na nuca, no pescoço e nos ombros,
com movimentos leves, rítmicos, que trabalham os sistemas linfáticos, circulatório e nervoso, contribuindo
para o relaxamento e aumentando a nutrição tecidual do couro cabeludo. Deve ser realizada em pele íntegra e
com o couro cabeludo higienizado – a aplicação deve durar em torno de 7 minutos.
 
Assista o vídeo em que a especialista Cássia Batista irá falar sobre sugestões de programas de tratamento
para queda capilar.
Protocolos de tratamentos
Assista o vídeo e saiba mais sobre protocolos de tratamento de queda capilar.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Tricoses com crescimento excessivo de pelos
São distúrbios do crescimento dos cabelos. As alterações que atingem os anexos cutâneos são numerosas e,
às vezes, de difícil diagnóstico e ação terapêutica. Podem ser divididas em:
Primárias
A partir de características do próprio cabelo ou
pelo.
Secundárias
Surge através de afecção que afeta a estrutura
da pele, como vasos sanguíneos, glândulas
sebáceas ou órgãos internos.
Além de falta ou rarefação de pelos, também existe excesso de pelos, como as causas de hirsutismo e
Hipertricose. Entenda, a seguir, a diferença entre eles.
Saber a diferença entre hirsutismo e hipertricose se faz necessário, pois decorrem de etiologias diversas, logo
o tratamento será diferenciado.
 
Por que nós, da área da Estética, precisamos conhecer as características básicas destas patologias?
 
Porque muitas pacientes buscam tratamentos para resolver a questão de diminuição ou perda de pelos; assim,
caso não conheçamos a origem do problema, poderemos vender muitas sessões de tratamento, mas a
paciente não obterá o resultado satisfatório.
Atenção
Não cabe à esteticista tratar essas doenças, mas, sim, sugerir que a paciente procure um médico, caso
não alcance algum resultado com as sessões de depilação a laser, por exemplo. 
É claro que o tipo de equipamento a ser utilizado também precisa ser analisado, o que reforça a importância
de uma consulta estética detalhada. Não basta apenas vender o serviço; é preciso conversar com a paciente e
entender suas queixas e pesquisar se isso tem relação com alguma patologia.
Hirsutismo 
Refere-se ao
crescimento dos
pelos terminais
de forma
excessiva em
áreas específicas
de ação
andrógena e
afeta o gênero
feminino,
gerando, em
determinadas
regiões, os efeitos:
“barba”, “bigode”,
“cavanhaque” e
“tórax cabeludo”,
causando um
desconforto
muito grande.
 É importante
entendermos
que a
fisiopatologia
do hirsutismo
envolve a ação
dos
andrógenos
sobre a pele
através de
alguns
mecanismos,
como os níveis
circulantes de
andrógenos e
a
sensibilidade
cutânea a
esses
hormônios.
 Pode ser
classificado
em três
categorias:
 I- excesso de
andrógenos
produzidos
pelos ovários
e/ou
adrenais;
II- aumento
da
sensibilidade
cutânea aos
andrógenos
circulantes
ou
III- situações
que
envolvam
causas
secundárias
no
transporte e/
ou
metabolismo
de
andrógenos.
Hipertricose 
É caracterizada pela
transformação de pelos
velus, distribuídos por todo
o corpo, em pelos
terminais. Ocorre na
velocidade de crescimento
dos pelos, podendo ser de
origem primária ou
secundária. Quando é de
origem primária, é
chamada de hipertricose
congênita e aparece na
infância; quando se trata
de origem secundária, é
transitória, ocorre na idade
adulta e surge em virtude
de estímulos exógenos,
como medicamentos e
doenças metabólicas,
como hipotiroidismo
(LORETTE & LACOUR,
2007; PEREIRA, 2006).
 Também
pode ser
provocada
por doenças
nutricionais,
como
anorexia,
desnutrição
ou
síndromes
de má
absorção. A
hipertricose
não é
causada
pelo
aumento na
produção
de
andrógenos,
ou seja,
hormônios,
podendo
ser
congênita
ou
adquirida.
Verificando o aprendizado
Questão 1
Existem vários tipos de alopecia e cada um apresenta uma característica, permitindo ao
profissional identificá-lo pelo seu formato ou acometimento. A alopecia que se inicia pelas
regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo é classificada como:
A
Alopecia areata.
B
Alopecia tracional.
C
Alopecia androgenética.
D
Eflúvio telógeno.
A alternativa C está correta.
Neste módulo, foram abordados os tipos e as classificações da alopecia. Por meio do acometimento,
formato e pelo desenvolvimento, é possível identificar o tipo de alopecia que está se instalando neste
indivíduo. Um dos padrões característicos de instalação da alopecia androgenética inicia-se pelas regiões
das têmporas e cortical do couro cabeludo; portanto, a letra C corresponde à opção correta.
Questão 2
A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser desenvolvida por homens (de
forma mais severa) ou mulheres (forma mais branda), sendo de ordem fisiológica. Em muitos
casos, inicia-se pela perda acentuada dos fios e diminuição da densidade capilar. As
alternativas abaixo relatam processos que identificam a instalação ou o acometimento da
calvície androgenética, EXCETO:
A
A diminuição progressiva dos fios (miniaturização) e queda capilar.
B
Fatores como idade e pré-disposição genética contribuem para o acometimento da calvície.
C
Consiste na queda capilar por meio de ação hormonal.
D
O aparecimento de lesões no couro cabeludo caracteriza sua identificação.
A alternativa D está correta.
Neste módulo, foram estudados os tipos de alopecia e as formas de identificação que cada uma apresenta,
como uma forma de orientar o estudante. Na questão acima, a única alternativa que não faz menção ao
acometimento da alopecia (ou calvície) androgenética é a letra D, pois lesões não caracterizam o
acometimento dessa doença, salvo se ela desenvolver, ao mesmo tempo, outra afecção.
3. Conclusão
Considerações finais
Na apresentação do nosso estudo, abordamos várias questões a respeito das alterações do cabelo e do pelo,
deixando bem clara a responsabilidade do terapeuta capilar em atender somente afecções de sua
competência, exercendo, desta forma, protocolos estéticos.
 
Além disso, demos uma sugestãode protocolo para servir de base para outros protocolos vigentes, como a
forma de abordagem na terapia capilar, ressaltando que aspectos psicológicos relacionados à alopecia, entre
outros problemas, devem ser levados em consideração durante o atendimento.
 
Portanto, não arrisque fazendo um diagnóstico prematuro; tenha cautela ao lidar com esse cliente, pois cada
fio perdido pode desequilibrar o emocional deste indivíduo e desesperá-lo.
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Recomendamos a leitura dos seguintes artigos:
Alopecia areata: revisão e atualização, de Evandro A. Rivitti.
Protocolos de tratamento da alopecia: uma revisão, de Carla Pereira Cavalcante.
Referências
BARATA, E.; A. F. Cosmetologia – princípios básicos. São Paulo: Tecnotreff, 2003.
 
BORGES, F. dos S.; SCORZA, F. A. Terapêutica em Estética: conceitos e técnicas. São Paulo: Phorte, 2016.
 
ESTRADA, B. D. et al. Padrão dermatoscópico das alopecias cicatriciais causadas por lúpus eritematoso
discoide e líquen plano pilar. Anais Brasileiros de Dermatologia 2010; 85(2):179-83. Consultado em meio
eletrônico em: 17 ago. 2020.
 
HALAL, J. Tricologia e a Química Cosmética Capilar. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
 
LYON, S. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. 1. ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2015.
 
PEREIRA, J. M. Eflúvio telógeno após dermatite de contato no couro cabeludo. Anais Brasileiros de
Dermatologia, v. 81, n. 5, p. S288-9, 2008. Suplemento 3. Consultado em meio eletrônico em: 17 ago. 2020.
 
PEREIRA, J. M. Propedêutica das doenças dos cabelos e do couro cabeludo. São Paulo: Atheneu, 2011.
 
RIVITTI, E. A. Alopecia areata: revisão e atualização. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2005. Consultado em
meio eletrônico em: 17 ago. 2020.
 
SITTART, J. A. de S. Dermatologia para o clínico. 3. ed. São Paulo: Lemos, 2011.
 
LORETTE, G.; LACOUR, J. P. Dermatologie pédiatrique. Paris: Doin, 2007, p. 305.
	Alterações do cabelo e pelo
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Objetivos
	Introdução
	1. Tipos de alopecia
	Alopecia ou calvície?
	Atenção
	A queda capilar acentuada
	Atenção
	Desenvolvimento do programa de tratamento estético associado aos princípios ativos.
	Evitar uso de escovas térmicas
	Uso de tinturas
	Apliques
	Prendedores de cabelos
	Atenção
	Tratamento capilar
	Conteúdo interativo
	Definição dos tipos de alopecias abordadas em nosso estudo
	Alopecia cicatricial
	Alopecia não cicatricial
	Alopecia cicatricial
	Lúpus discoide crônico
	Líquen plano pilar
	Pseudopelada de Brocq
	Foliculite decalvante
	Foliculite dissecante do couro cabeludo
	Foliculite queloidiana da nuca
	Hipertireoisimo
	Hipotiroidismo
	Atenção
	Alopecia não cicatricial
	Alopecia areata
	Saiba mais
	Alopecia areata unifocal
	Alopecia areata ofiásica
	Alopecia areata multifocal
	Alopecia areata total (casos raros)
	Alopecia areata universal (casos muito raros)
	Padrões básicos de alopecias androgenéticas
	Alopecia androgenética clássica
	Alopecia androgenética difusa
	Alopecia de pressão/tração
	Alopecia mucinosa
	Classificação de eflúvios
	Eflúvio telógeno
	Eflúvio anágeno
	Verificando o aprendizado
	Um homem de 39 anos de idade relatou ao terapeuta capilar queda abrupta, intensa e diária dos seus cabelos. Informou ainda que, quatro meses antes, havia enfrentado uma situação de estresse. Durante a avaliação do profissional, foram identificadas rarefação dos fios e queda intensa, inclusive com bulbos. Com base nas informações apresentas, assinale a opção correta quanto ao tipo de queda capilar que o cliente apresenta.
	A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser entendida como um conjunto de desordens que gera a falta de cabelos ou pelos em determinadas partes do corpo humano. Dependendo do tipo de acometimento da infecção, pode ser cicatricial ou não cicatricial. Com base nas informações apresentas, assinale a opção correta quanto às características de alopecia cicatricial.
	2. Identificação e tratamento da alopecia masculina, feminina, hirsutismo e hipertricose
	Alopecia androgenética masculina (AAG), também conhecida como androgenia
	Curiosidade
	Alopecia androgenética feminina
	Atenção
	Grau I
	Grau II
	Grau III
	Processo de miniaturização
	Alguns protocolos de tratamentos estéticos / terapia capilar
	1) Eletroterapia
	2) Argiloterapia
	3) Shampoo cosmecêutico
	4) Shampoo para os fios
	5) Condicionador
	6) Iontoforese com ionto
	Iontoforese com ionto é um recurso eletroestético utilizado na terapia capilar e age como controlador de queda (ativos).
	7) Massagem capilar
	Protocolos de tratamentos
	Conteúdo interativo
	Tricoses com crescimento excessivo de pelos
	Primárias
	Secundárias
	Atenção
	Verificando o aprendizado
	Existem vários tipos de alopecia e cada um apresenta uma característica, permitindo ao profissional identificá-lo pelo seu formato ou acometimento. A alopecia que se inicia pelas regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo é classificada como:
	A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser desenvolvida por homens (de forma mais severa) ou mulheres (forma mais branda), sendo de ordem fisiológica. Em muitos casos, inicia-se pela perda acentuada dos fios e diminuição da densidade capilar. As alternativas abaixo relatam processos que identificam a instalação ou o acometimento da calvície androgenética, EXCETO:
	3. Conclusão
	Considerações finais
	Podcast
	Conteúdo interativo
	Explore+
	Referências

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