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Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 1/8 ALESBELL ALVES CAMPELLO Avaliação Online - Capitulos/Referencias 1,2,3,4,5,6 (Curso Online - Automático) Atividade finalizada em 30/11/2025 12:40:53 (4213396 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: HISTÓRIA DA ÁFRICA [1736230] - Avaliação com 20 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - 1,2,3,4,5,6] Turma: Segunda Graduação: Licenciatura em História p/ Licenciados - Grupo: MAIO/2025 - SGice0A220525 [174630] Aluno(a): 91190136 - ALESBELL ALVES CAMPELLO - Respondeu 20 questões corretas, obtendo um total de 50,00 pontos como nota [353897_389 94] Questão 001 Entre os séculos VIII e XVII, a África ao sul do deserto do Saara era habitada por vários povos negros africanos, cada um com seu jeito próprio de ser. Alguns desses povos construíram impérios e reinos prósperos e organizados, como o Império do Mali e o Reino do Congo. Há poucos documentos escritos sobre o Mali; os vestígios arqueológicos (vasos, potes, panelas, restos de alimentos e de fogueiras) também são reduzidos. Dentro do contexto da história africana e de alguns impérios como o Mali, conferia-se a importância notável aos griots, que: Representavam o grupo majoritário na sociedade, pois, como guerreiros, cuidavam da segurança e das estratégias de guerra. X Eram os indivíduos que tinham o compromisso de preservar e transmitir histórias, fatos históricos, os conhecimentos e as canções de seu povo. Eram os líderes religiosos, que baseados em conhecimentos ancestrais, ainda mantêm intacta a religião de seus antepassados. Faziam parte do grupo minoritário que cuidavam das transações comerciais, especialmente do comércio de ouro. Detinham o poder entre as mais variadas tribos por serem os únicos proprietários de terras, responsáveis por distribuir o trabalho e a produção.
 [353897_393 07] Questão 002 “Pode ser que, no futuro, haja uma história da África para ser ensinada. No presente, porém, ela não existe; o que existe é a história dos europeus na África. O resto são trevas [...]”. (Hugh Trevor-Hoper – renomado professor da Universidade de Oxford do século XX ). No trecho acima, fica evidente a/o: Identidade dos grupos étnicos africanos. X Eurocentrismo do autor. Etnicidade dos países africanos. Africanidade do autor. Americanização da África. [353897_389 89] Questão 003 No século XIX, sobrepondo-se aos dogmas religiosos que reinavam até então, teorias com status científico reforçavam às desigualdades entre os seres humanos, e por meio do conceito de raça classificaram a humanidade em diferentes raças biológicas organizadas hierarquicamente, na qual o branco ocupava uma posição superior. Esses tipos de teorias raciais baseavam-se nos postulados do chamado: Etnocentrismo. Afrocentrismo. Etnicidade. X Racismo científico. Pan-africanismo. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 2/8 [353897_390 19] Questão 004 No início de 2003, após debates em âmbito nacional, houve alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação com a sanção da conhecida Lei nº 10.639, determinando que: X seja obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos oficiais de Ensino Fundamental. fique a cargo de cada estabelecimento a inclusão do 20 de novembro como "Dia Nacional da Consciência Negra. não seja obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos oficiais de Ensino Fundamental. os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito do Ensino Médio nas áreas de educação artística. os conceitos de ancestralidade, luta, sedução, jogo e território devem ser evitados como pilares de uma ciência africana [353897_393 24] Questão 005 (UFG) Leia o texto a seguir: Por mais que retrocedamos na História, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um país criança envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreendê-lo devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e as leis morais. HEGEL, Georg W. F. Filosofia de la historia universal. Apud HERNANDEZ, Leila M.G. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. p. 20-21. [Adaptado] O fragmento é um indicador da forma predominante como os europeus observavam o continente africano no século XIX. Essa observação relacionava-se a uma definição sobre a cultura, que se identificava com a ideia de: liberdade religiosa, manifesta na relativização dos padrões éticos europeus. X progresso social, materializado pelas realizações humanas como forma de se opor à natureza. respeito às tradições, associado ao reconhecimento do valor do passado para as comunidades locais. tolerância cívica, verificada no respeito ao contato com o outro, com vistas a manter seus hábitos. autonomia política, expressa na escolha do homem negro por uma vida apartada da comunidade. [353897_390 20] Questão 006 O termo minoria no Direito não compreende grupos de poucas pessoas como se poderia supor baseado apenas no sentido literal da palavra. O número de envolvidos nos grupos não é pré-requisito uma vez que o termo remete à marginalização em razão de diversos aspectos que determinados grupos sofrem. Sendo assim, as “minorias” podem variar de sociedade para sociedade. No caso brasileiro, pode-se considerar como grupos minoritários: Mineiros. X Descendentes quilombolas. Estudantes universitários. Comunidade japonesa. Descendentes alemães. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 3/8 [353897_390 18] Questão 007 Em 09 de Janeiro de 2003 o Congresso Nacional decretou e o Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva sancionou a Lei de nº 10.639. Esta, altera a Lei nº 9.394/96 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”. A respeito da Lei 10.639/03 e os debates acerca dela é correto afirmar que: X Sobre a questão, cabe desconstruir que foi uma ação de cima para baixo, ou seja, do governo para a sociedade. O Movimento Negro contemporâneo (e parceiros da luta antirracista) tem sido o protagonista desse debate, durante décadas. Ativistas estiveram (e estão) comprometidos (as) com ações pedagógicas de valorização da cultura negra, tanto no espaço formal quanto no informal de educação. No processo, ainda que relativamente lento de implementação da Lei por todo o país, vale destacar a institucionalização dos NEABs (Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro- brasileiros) em todos os campi das Universidades Públicas e Institutos Federais do Brasil. Por meio dos mesmos, estudantes e pesquisadores tem se lançado nos temas das relações raciais, da história da população negra e pensado pedagogias de combate ao racismo. A aprovação da Lei pode ser considerada um avanço no que se refere à luta para combater os imaginários e práticas racistas. Celebrar o dia da consciência negra na escola, como cumprimento da legislação, supera a política de revisão dos conteúdos curriculares, pois consegue efetivamente, gerar a valorização da diversidade cultural na formação do Brasil e a afirmação da identidade negra. Segundo o artigo 26 A, acrescido à Lei nº 9394/96 por conta da Lei 10.639/03, tornou- se obrigatório o estudo sobre “História e Cultura Afro-Brasileira” nas escolas da rede pública de todo o país. Além disso, cabe aos historiadores, nos conteúdos curriculares de História do Brasil a obrigatoriedade, já para os demais profissionais da educação, é opcional o trabalho com a temática em questão. Esta política educacional também tem sido um instrumento para se repensar o currículo escolar brasileiro e as relações raciais no país, entendendo, assim, a Educação como único caminho para o combate ao racismo e à discriminação racial, ou seja, para a construção de uma sociedadeque reconheça a contribuição de todos (as). [353897_389 87] Questão 008 “[...] surgiu de um sentimento de solidariedade e consciência de uma origem comum entre os negros do Caribe e dos Estados Unidos. Ambos estavam envolvidos numa luta semelhante contra a violenta segregação racial. Essa solidariedade que marcou a segunda metade do séc. 19 propôs a união de todos os povos da África como forma de potencializar a voz do continente no contexto internacional”. (Artigo disponível em: http://www.palmares.gov.br/?p=26286) O texto acima discorre sobre: Eurocentismo. Afrocentrismo. Etnocentrismo. X Pan-africanismo. Negritude. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 4/8 [353897_390 10] Questão 009 O Brasil é uma país extraordinariamente africanizado. E só a quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e de viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a outra costa atlântica podem-se facilmente reconhecer os brasileirismos. SILVA, A. C. O Brasil, a África e o Atlântico no século XIX. Estudos Avançados. 1994, p 39- 40. Considerando o diálogo atlântico estabelecido entre europeus, africanos e brasileiros entre os séculos XVI e XVIII, referido no mapa e no fragmento do texto, avalie as afirmações a seguir: I- Os portugueses, pioneiros nas expedições de exploração da costa atlântica africana, desde o início estavam interessados no comércio de escravos, que seriam vendidos, inicialmente, na Europa e depois nas ilhas atlânticas, no Caribe e na América Espanhola. 
 II- A multiplicação das rotas comerciais transatlânticas estabelecidas pelos europeus ao longo dos séculos XVI e XVIII, favoreceu o crescimento de cidades do interior africano, visto que muitos povos buscavam nessa região, refúgio diante das capturas ou do aprisionamento por guerra para o comércio de escravos. 
 III- Os intercâmbios produzidos pelo comércio atlântico promoveram a mútua influência entre Brasil e África, como pode ser comprovado pelos laços estabelecidos entre comerciantes baianos e africanos da Costa da Mina, em virtude do interesse desses últimos no tabaco produzido na Bahia. 
 IV- O aumento da produção açucareira no século XVII desencadeou uma demanda considerável por escravos que, nesse período, foram fornecidos pelos portos da Costa da Mina e de Angola, estreitando ainda mais as relações desses com Salvador e Rio de Janeiro. EÌ• correto apenas o que se afirma em II e IV. I. X III e IV. II. I e III. [353897_389 96] Questão 010 São Impérios, Estados e/ou Reinos localizados próximos ao Rio Nilo: Mali, Songhai e Egito. Gana, Mali e Axum. Swahali, Gana e Kush.. X Egito, Axum e Kush. Egito, Monomotapa, Axum. [353898_389 98] Questão 011 “A monarquia de Gao sob os askiya, herdeira de longa tradição de governo, fundava-se nos valores islaÌ‚micos e consuetudinaÌ•rios. Segundo os antigos costumes sudaneses e songhai, o toi (rei) era o pai do povo, dotado de poderes semissagrados, fonte de fecundidade e prosperidade. Quem dele se aproximasse, tinha de se prostrar em sinal de veneração. JaÌ• a tradição islaÌ‚mica estipulava que o monarca de Gao, muçulmano desde o seÌ•culo XI, devia governar segundo os preceitos do Corão. Estas duas tradições combinavam-se; dependendo da personalidade do soberano, predominava uma ou outra”. (CISSOKO. SeÌ•keÌ•neÌ• Mody. HistoÌ•ria Geral da AÌ•frica : AÌ•frica do seÌ•culo XII ao XVI. BrasiÌ•lia: UNESCO, 2010, vol. IV:p. 218) O texto acima acerca dos Songhais nos permite concluir que: Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 5/8 Os Songhais fundamentavam-se somente em valores tradicionais africanos. O toi, espécie de rei dos Songhais, era um título simbólico, uma vez que dependia dos sacerdotes para governar. Quando os europeus chegaram na região, os Songhais ainda não haviam sido convertidos ao Islã. O rei dos Songhais era importante politicamente não tendo nenhum tipo de importância sagrada. X O Estado Songhai combinava a influência islâmica e os valores tradicionais. [353898_389 91] Questão 012 “A África tem uma história” é assim que o historiador Joseph Ki-Zerbo abriu sua introdução à coleção História da África editada pela UNESCO a partir de trabalhos discutidos em seminários de 1960. A visão da História da África do projeto: Negava à África uma história e aos africanos o papel de sujeitos de sua própria história. Concebia à história da África um viés marcado pelo eurocentrismo, por uma defesa da importância e legitimidade do papel do africano na sua história. Concedia aos europeus um papel de destaque no processo de independência colonial no período contemporâneo. Resguardava aos africanos e europeus papeis equivalentes na luta e exploração dos recursos naturais africanos. X Resguardava à África e aos africanos um papel importante na construção e atuação da sua própria história e na história da escravidão moderna. [353898_390 14] Questão 013 A charge acima satiriza: Os movimentos de independência africano. X A partilha da África pelas potência europeias. Os planos de desenvolvimento para a África. A presença portuguesa na África. A participação da África na II Guerra Mundial. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 6/8 [353898_389 90] Questão 014 Desenho retratando três distinções do crânio para fundamentar as teorias que determinavam a existência de espécies humanas diferentes. O desenho acima retrata as variações dos formatos do crânio de indivíduos caucasianos, negroides e mongoloides. Tais distinções foram utilizadas no século XIX e XX para respaldar teorias raciais que: Eram explicações científicas que estabeleceram as bases atuais da comprovação hierárquica entre as raças humanas. X Seriam uma suposta comprovação científica da hierarquia de determinadas raças em detrimento de outras. Seriam a explicação cientificamente postulada na qual se estabelecia a igualdade de todos as raças humanas. Eram o principal questionamento do racismo científico que operou nos séculos XIX e XX. Eram uma iniciativa científica para principalmente se confirmar a legitimidade de dogmas religiosos na explicação da origem da humanidade. [353898_389 99] Questão 015 Sobre Gana, “hipóteses estapafúrdias foram levantadas pelos primeiros historiadores ocidentais que se interessaram pelo Estado negro. Ventilou-se a possibilidade de que sua fundação fosse obra de judeus siírios fugidos de perseguições romanas na Cirenaica (região da atual Líbia), no séc II d.C. As origens do reino são mais simples e menos fantasiosas”. (MAESTRI, MaÌ•rio. HistoÌ•ria da AÌ•frica negra preÌ•-colonial. Porto Alegre: Merca- do Aberto, 1988. p. 15). Com base na afirmação apresentada acima, é possível concluir que: Gana estava localizada na África do Norte, próximo à Líbia, por isso suas origens poderia estar relacionada às perseguições romanas nessa região. Gana teria sido fundada por árabes que fugiam das perseguições romanas. De acordo com os primeiros historiadores ocidentais não se tem como compreender as origens da fundação de Gana. Os primeiros historiadores ocidentais se esforçaram por compreender a história de Gana na sua importância local. X Os primeiros historiadores ocidentais buscaram desqualificar os feitos africanos atribuindo-os a europeus ou a não-negros. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 7/8 [353899_389 92] Questão 016 O historiador senegalês Cheik Anta Diop é um importante nome da historiografia africana. A sua tese acerca do Egito Faraônico foi a base do movimento conhecido como Afrocentrismo e centrava-se principalmente em: Questionar a veracidade dos estudos europeus acerca das independências africanas. Reinterpretar a história acerca da presença europeia na África subsaariana. X Defender que a grande civilização sobre a qual os gregos e romanos se apoiaram era uma civilização negra. Construir uma história africana isenta e imparcial. Confrontar a historiografia até o momento produzida acerca da África subsaariana. [353899_390 01] Questão 017 “Por voltade 1860, Alexander Merensky, um missionário luterano alemão, ouviu de um chefe tribal que ao norte de Limpopo, no centro dos xonas, havia uma cidade de pedra. Em 1871, o geólogo alemão, Karl Mauch, realizou a primeira viagem de estudos científicos à região e três anos depois publicou suas conclusões, que foram divulgadas em uma revista alemã de razoável circulação. O edifício elíptico, na sua opinião, seria uma réplica do palácio onde a rainha de Sabá teria ficado hospedada quando viajara à Palestina. Contudo, a respeito dos construtores, não discorreu muito, limitou-se a dizer que deviam ser desbravadores oriundos de uma civilização da Antiguidade, conhecedora do legado bíblico. Em 1891, Theodore Bent, pago por Cecil Rhodes para investigar o Grande Zimbábue, concluiu, com base em cálculos geodésicos que ele foi obra dos fenícios. Seu livro com tais conclusões foi um sucesso de vendas. A partir de então, investigadores europeus passaram a procurar vestígios que comprovassem a teoria fenícia. (Cf. Gonçalves, José Henrique Rollo. Quem construiu o Zimbábue? In: Diálogos. DHI/UEM, v. 8, n. 1, 2004.). As hipóteses dos investigadores europeus no século XIX acerca das construções do Grande Zimbábue, nos permitem concluir que: Os europeus se interessavam muito pelo interior africano e pela história local. X Muitos cientistas europeus não concebiam que os africanos fossem capazes de planejar e executar obras tão grandiosas. Os cientistas europeus sempre procuraram compreender a realidade local africana e investigá-la. Os povos locais africanos sempre foram sujeitos de sua própria história e reconhecidos pelos ocidentais como tais. Os relatos bíblicos eram muito importantes para as sociedades africanas locais no período da construção do Grande Zimbábue. [353899_390 17] Questão 018 Ideologicamente, para justificar a “Partilha da África”, potências europeias utilizavam- se de discursos que desenhavam os africanos como “inferiores” e e os europeus, enquanto povos “superiores”, teriam a missão de civilizá-los. A corrente ideológica, com base científica, que mais se destacou nessa época foi: Antropologia cultural. Existencialismo. Pan-africanismo. Microbiologia. X Darwinismo social. Pincel Atômico - 07/12/2025 13:00:07 8/8 [353899_390 16] Questão 019 Acerca na presença europeia na África, julgue os itens a seguir: I - As sociedades africanas passaram por profundas transformações entre os séculos XIX e XX, sobretudo em consequência de dois fenômenos: o colonialismo e a descolonização. II - O imperialismo estabeleceu novo paradigma de exploração colonial no continente africano, pautado a partir de então pela noção de ocupação efetiva e formalizado pela Conferência de Berlim. III - O processo de implementação do colonialismo na África se deu de forma homogênea, tendo sido definido consensualmente na Conferência de Berlim pelas potências europeias. IV – Não se verificou muita resistência africana ao avanço e consolidação do colonialismo europeu na África. III e IV. X I e II II e IV II, apenas. I, II e IV. [353899_390 09] Questão 020 “A escravidão pauta-se por diversas relações de dominação e subordinação do outro, tornando-o servil, escravizando-o de várias maneiras. A que submeteu os africanos no século XV tem diferenças flagrantes em relação àquela que existia anteriormente na Europa e àquela que geralmente se menciona quando se trata da África anterior aÌ€ conquista europeia”. (MEILLASSOUX, Claude. Antropologia da Escravidão: o ventre de ferro e dinheiro. Trad. L. Magalhães, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.). De acordo com o texto conclui-se que: X Muitas sociedades africanas praticavam tipos específicos de escravidão diferente em vários aspectos daquela instituída a partir do século XV. As sociedades africanas desconheciam a escravidão antes da chegada dos europeus. Na África sempre houvera a escravidão tal como a instituída na época moderna. Os europeus apenas reproduziram a forma de escravidão institucionalizada anteriormente na própria Europa. Os europeus somente aproveitaram da escravidão existente na África anteriormente a sua chegada.