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RESUMO
O lúpus é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva ou mais rapidamente e variam com fases de atividade e de remissão. Ele se apresenta de quatro formas: o lúpus discoide, o lúpus eritematoso sistêmico, o lúpus induzido por drogas, e o lúpus eritematoso neonatal (LEN). No tratamento da doença, o interesse pelo uso de fitoterápicos e produtos naturais como recursos terapêuticos vem crescendo estando relacionada a decepção no tratamento com a medicina convencional, efeitos indesejados, impossibilidade de cura, entre outros, fazendo com que a indústria farmacêutica utilize metabólitos secundários isolados de plantas como fontes naturais de novos fármacos e medicamentos. A folha de Eriobotrya japonica (Thunb.) Lindl, conseguiu demonstrar a presença de antioxidantes: fenóis, flavonoides, triterpenos (incluindo ácido ursólico) e polissacarídeos; efeito anti-inflamatório e analgésico; anti-hiperglicémico e antialérgico; atividades anticancerígenas e atividade anti-osteoporose, demonstrando que esta planta medicinal pode atenuar em qualquer estágio, os sintomas da doença do Lúpus. Assim, com o desenvolvimento de um novo fármaco, o objetivo do trabalho é demonstrar que o uso fitoterápico colabora para que o tratamento traga um grande benefício aos pacientes, não apresentando efeitos colaterais, sendo de baixo custo e de fácil aquisição, tornando mais acessível e possuindo ampla aceitação por parte da população.

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