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Resenha: Dermatologia e Cuidados com Feridas
A prática dermatológica moderna extrapola o diagnóstico de doenças cutâneas: inclui avaliação, manejo e prevenção de feridas agudas e crônicas. Esta resenha expositivo-informativa e instrutiva procura integrar conhecimentos sobre fisiologia da cicatrização, opções terapêuticas, críticas às abordagens comerciais e orientações práticas, oferecendo ao leitor — profissional ou leigo interessado — um roteiro aplicável e seguro.
Fisiologia e classificação
A cicatrização ocorre em fases: hemostasia, inflamação, proliferação e maturação. Interrupções em qualquer etapa, por fatores locais (isquemia, contaminação) ou sistêmicos (diabetes, desnutrição), convertem lesões agudas em crônicas. Clinicamente, classifica-se feridas como agudas (trauma cirúrgico recente) ou crônicas (úlceras venosas, arteriais, por pressão, neuropáticas). O reconhecimento correto guia escolhas terapêuticas.
Avaliação clínica crítica
A avaliação deve ser sistemática: história (tempo, comorbidades, medicamentos), exame local (tamanho, profundidade, tecido de base: granulação, necrose, biofilme) e testes complementares quando indicado (hemoglobina, glicemia, proteína, cultura em casos selecionados, doppler arterial/venoso). Uma resenha eficaz argumenta que muitos recursos tecnológicos são úteis, mas o exame clínico permanece insubstituível. Investir tempo na avaliação reduz tratamentos inadequados e custos.
Terapias e produtos: revisão crítica
O mercado oferece curativos tradicionais (gaze, fita) e avançados (hidrocoloides, hidrogéis, espumas, filmes, alginatos), além de terapias adjuvantes (curativos impregnados com prata, terapia por pressão negativa, fatores de crescimento, pele bioengenheirada). Hidrocolóides e espumas mantêm ambiente úmido favorável; alginatos controlam exsudato intenso; hidrogéis reidratam leitos secos. Contudo, críticas importantes: muitas tecnologias têm evidências limitadas ou específicas para tipos de ferida; o uso indiscriminado onera sem benefício. Curativos com prata reduzem carga bacteriana, mas não substituem desbridamento e podem ser desnecessários em feridas sem sinais de contaminação.
Desbridamento e controle de infecção
O desbridamento (mecânico, enzimático, autolítico, cirúrgico) é central para remover tecido necrosado e biofilme. A escolha depende do paciente e da ferida. Antibióticos sistêmicos são indicados quando há infecção clínica (eritema progressivo, dor, calor, febre, celulite), não como profilaxia rotineira. Antissépticos tópicos requerem seleção cuidadosa; alguns atrasam a cicatrização se usados indiscriminadamente.
Abordagem multidisciplinar e fatores sistêmicos
Dermatologistas atuam em conjunto com cirurgiões, endocrinologistas, nutricionistas e fisioterapeutas. Controlar glicemia, corrigir anemia, otimizar nutrição, manejar edema e eliminar pressão são ações que mais influenciam o resultado do que trocas frequentes de curativos. A resenha impõe uma crítica à prática fragmentada: intervenções isoladas raramente resolvem feridas complexas.
Instruções práticas — passo a passo (ferida superficial não infectada)
1. Higienize mãos e área com solução salina estéril ou soro fisiológico. Evite água e sabonetes agressivos diretamente na ferida.
2. Remova detritos e crostas soltas com compressa e solução salina; se houver tecido necrosado extenso, consulte profissional para desbridamento.
3. Aplique curativo que mantenha umidade equilibrada: hidrocoloide ou espuma para exsudato moderado; hidrogel para tecido seco.
4. Fixe curativo sem compressão excessiva; observe sinais de isquemia distal.
5. Troque curativo conforme exsudato e integridade, sem rotina diária obrigatória — muitas vezes 2–3 dias é suficiente.
6. Isole indicação de antimicrobiano tópico apenas em contaminação evidente; procure avaliação médica ante sinais de infecção.
7. Reavalie semanalmente e documente tamanho/profundidade e resposta.
Inovações e telemedicina
Terapias como pressão negativa e enxertos bioengenheirados ampliaram opções para feridas refratárias. A telemedicina facilita monitoramento, triagem e prevenção de agravamentos em locais remotos, mas não substitui avaliação presencial para desbridamento ou suspeita de infecção grave.
Conclusões e recomendações práticas
- Priorize avaliação clínica e correção dos fatores sistêmicos antes de tecnologias caras.
- Use curativos que equilibrem umidade; selecione de acordo com exsudato e tecido de base.
- Desbridamento é vital; faça-o cedo quando indicado.
- Reserve antimicrobianos sistêmicos para infecções documentadas; antissépticos devem ser usados com critério.
- Encaminhe ao especialista quando: falha de cicatrização em 4 semanas, sinais de infecção profunda, isquemia crítica ou necessidade de desbridamento cirúrgico.
Esta resenha combina fundamentos científicos e orientações práticas para otimizar a assistência ao paciente com feridas, defendendo uma prática baseada em evidências, senso crítico sobre produtos e ênfase na abordagem multidisciplinar.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
1) Quando devo procurar um dermatologista por uma ferida?
Procure se a ferida não melhora em 2–4 semanas, apresenta dor crescente, sinais de infecção, sangramento persistente ou ocorre em paciente com diabetes/insuficiência vascular.
2) Qual curativo é melhor para úlceras venosas?
Espumas e hidrocolóides para exsudato moderado/alto, com terapia compressiva associada; alginatos se houver muito exsudato.
3) Antissépticos tópicos atrapalham cicatrização?
Alguns sim (p.ex. povidona iodada concentrada, clorexidina em altas concentrações); usar com critério e preferir solução salina para limpeza rotineira.
4) Quando usar antibiótico sistêmico?
Somente se houver infecção clínica evidente (eritema em expansão, dor, calor, febre, celulite) ou cultura que justifique, nunca de forma rotineira.
5) Telemedicina substitui consulta presencial?
Serve para triagem, monitoramento e orientação, mas não substitui avaliação presencial quando há necessidade de desbridamento, cultura ou sinais de infecção grave.
1. Qual a primeira parte de uma petição inicial?
a) O pedido
b) A qualificação das partes
c) Os fundamentos jurídicos
d) O cabeçalho (X)
2. O que deve ser incluído na qualificação das partes?
a) Apenas os nomes
b) Nomes e endereços (X)
c) Apenas documentos de identificação
d) Apenas as idades
3. Qual é a importância da clareza nos fatos apresentados?
a) Facilitar a leitura
b) Aumentar o tamanho da petição
c) Ajudar o juiz a entender a demanda (X)
d) Impedir que a parte contrária compreenda
4. Como deve ser elaborado o pedido na petição inicial?
a) De forma vaga
b) Sem clareza
c) Com precisão e detalhes (X)
d) Apenas um resumo
5. O que é essencial incluir nos fundamentos jurídicos?
a) Opiniões pessoais do advogado
b) Dispositivos legais e jurisprudências (X)
c) Informações irrelevantes
d) Apenas citações de livros
6. A linguagem utilizada em uma petição deve ser:
a) Informal
b) Técnica e confusa
c) Formal e compreensível (X)
d) Somente jargões

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