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Anosmia é a perda total ou parcial do olfato
afasia é um distúrbio da linguagem causado por lesão cerebral, que compromete a fala, a compreensão, a leitura ou a escrita, sem afetar a inteligência.
disartria é a dificuldade de articular palavras devido a problemas musculares ou neurológicos, mantendo intacta a compreensão e a linguagem.
 Afasia → o cérebro não consegue formar ou entender palavras. O problema é na linguagem. Ex.: você sabe o que quer falar, mas não consegue colocar em palavras ou entender o que os outros falam.
 Disartria → o cérebro sabe o que quer falar, mas os músculos da boca, língua e laringe não obedecem direito. O problema é na fala. Ex.: a pessoa pensa a frase correta, mas sai enrolada ou difícil de entender.
ataxia é a falta de coordenação dos movimentos voluntários, causada por alterações no cerebelo, tronco cerebral ou vias sensoriais, resultando em marcha instável, desequilíbrio e dificuldades motoras.
apraxia é a dificuldade em realizar movimentos voluntários coordenados, apesar de força, coordenação e compreensão preservadas.
agnosia é a incapacidade de reconhecer objetos, pessoas, sons ou cheiros, apesar da percepção sensorial intacta.
🔹 Alterações associadas à COVID-19
	Sistema afetado
	Manifestações clínicas
	Mecanismos principais
	Exames/Laboratório
	Respiratório
	Tosse seca, febre, dispneia, hipoxemia, SRAG
	Infecção alveolar direta, inflamação, microtromboses pulmonares
	O₂ 3,5g/24h, edema, hipoalbuminemia, dislipidemia
	Corticoides, imunossupressores, controle do edema e pressão
DENGUE
 Agente: Vírus da família Flaviviridae, gênero Flavivirus.
 Sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4.
Vírus se multiplica nas células dendríticas e linfócitos.
Fase febril (1–7 dias):
· Febre alta súbita; dor retro-orbital; Mialgia, artralgia (“febre quebra-ossos”); Cefaleia, exantema (rash cutâneo); Náuseas e vômitos
Fase crítica (após febre, 3º–7º dia):
· Possível choque por extravasamento plasmático
· Hemorragias (petéquias, gengivorragia, epistaxe)
· Dor abdominal intensa e contínua
Fase de recuperação:
· Reabsorção do extravasamento plasmático
· Melhora gradual do quadro clínico
 Hemograma: leucopenia, trombocitopenia, hemoconcentração
 Hematócrito: aumento indica extravasamento
 Transaminases: AST/ALT elevadas
 Sorologia ou PCR: confirmação do vírus (DEN IgM/IgG ou PCR)
Fluxograma de manejo: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/classificacao_risco_manejo_paciente_dengue.pdf
MORTE 
 Rigidez cadavérica: endurecimento progressivo dos músculos (inicia 2–4h após morte, máximoem 12h).
 Livores: manchas arroxeadas na pele devido à gravidade (começa 20–30min após morte, fixação 6–12h).
 Algor mortis: resfriamento do corpo (1–2°C/hora até atingir a temperatura ambiente).
Elisabeth Kübler-Ross, os cinco estágios do luto/morte (também aplicáveis ao próprio processo de enfrentamento da morte pelo paciente) são:
 Negação: recusa em aceitar a realidade da morte; sentimento de incredulidade.
 Raiva: frustração, ressentimento ou revolta diante da situação inevitável.
 Negociação: tentativas de adiar a morte ou encontrar “acordos” com a vida, Deus ou destino.
 Depressão: tristeza profunda, sensação de perda, luto e desânimo.
 Aceitação: reconhecimento da realidade da morte, com serenidade e preparação emocional.
Amitriptilina Em doses baixas também poderá reduzir dores;
Metformina Entre os efeitos colaterais mais comuns estão a diarreia, náuseas e um gosto metálico na boca
	Classificação
	Tipo
	Descrição/Exemplo
	Quanto à origem
	Somática
	Decorre de lesão em tecidos moles (pele, músculo, ossos, tecido conjuntivo). Ex: fratura, entorse.
	
	Visceral
	Originada em órgãos internos; difusa, mal localizada, pode ser referida. Ex: cólica biliar, apendicite.
	
	Neuropática
	Lesão ou disfunção no sistema nervoso periférico ou central. Ex: neuralgia pós-herpética, neuropatia diabética.
	
	Psicogênica
	Relacionada a fatores emocionais/psiquiátricos, sem causa orgânica evidente. Ex: transtornos somatoformes.
	Quanto ao tempo
	Aguda
	Início súbito, duração curta, geralmente relacionada a lesão tecidual. Ex: pós-operatório.
	
	Crônica
	Persiste > 3-6 meses, podendo estar associada a doenças crônicas. Ex: fibromialgia, lombalgia crônica.
	Quanto ao mecanismo fisiopatológico
	Nociceptiva
	Estímulo de nociceptores por lesão tecidual. Inclui dor somática e visceral.
	
	Neuropática
	Alterações no nervo, medula ou cérebro. Pode ser em queimação, choque, formigamento.
	
	Mista
	Combina mecanismos nociceptivos e neuropáticos. Ex: dor oncológica.
	Componentes da experiência dolorosa
	Sensitivo-discriminativa
	Localização, intensidade, duração, características físicas (pressão, calor, frio).
	
	Afetivo-motivacional
	Envolve emoções: medo, angústia, sofrimento, reações autonômicas.
	
	Cognitivo-avaliativa
	Significado atribuído à dor, avaliação pessoal, contexto de vida.
Morte encefálica 🧠
Caso a doação não seja autorizada, a equipe responsável deverá suspender a ventilação mecânica,  uma vez que o suporte vital não é mais justificado.
O objetivo do processo doação-transplante é aproveitar ao máximo o potencial de doadores e realizar transplantes de órgãos e tecidos para beneficiar os receptores, sem uma porcentagem específica como meta.
Pré-requisitos para iniciar protocolo
· Idade ≥ 7 dias de vida.
· Causa do coma conhecida e irreversível.
· Ausência de fatores confundidores (hipotermia 6 mmHg → Sobrecarga volêmica, insuficiência cardíaca direita, hipertensão pulmonar, tamponamento cardíaco.
	Diminuição da PVC
	0–4 → baixo risco5–6 → médio risco≥7 → alto risco
	Monitoramento rotineiro (0–4)Reavaliação urgente (5–6)Acionamento de resposta rápida / UTI (≥7)
	qSOFA (Quick Sepsis-Related Organ Failure Assessment)
	Adultos com suspeita de sepse
	FR ≥ 22, PAS ≤ 100 mmHg, Glasgow 38°C ou 90 bpm
	Frequência respiratória
	> 20 rpm ou PaCO₂ 12.000/mm³ ou 10% de formas imaturas (bastonetes)
Paco2 normal: entre 35 e 45 mmHg
	Tipo de Veneno
	Cobras Comuns no Brasil
	Fisiopatologia
	Sinais e Sintomas
	Hemotóxico / Hemorrágico
	Jararaca, Bothrops, Surucucu
	Atua no sistema circulatório → destrói células, coagulação intravascular, hemorragias locais e sistêmicas
	Dor intensa, edema, equimoses, hematomas, sangramentos, necrose local, hipotensão, hemorragia gengival e urinária
	Neurotóxico
	Coral-verdadeira (Micrurus)
	Bloqueio neuromuscular → paralisia ascendente, bloqueio respiratório
	Fraqueza muscular, ptose, dificuldade para falar e engolir, dispneia, paralisia respiratória, risco de insuficiência respiratória
	Miotóxico / Citotóxico
	Algumas Bothrops e Tropidolaemus
	Destruição de células musculares → rabdomiólise, mioglobinúria
	Dor e fraqueza muscular, urina escura, insuficiência renal aguda
	Neuro-hemo-toxico
	Algumas espécies exóticas ou misturas regionais
	Combinação de efeitos hemotóxicos e neurotóxicos
	Sintomas mistos: hemorragias + paralisias + dor local
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