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Anatomia do aparelho locomotor
Introdução
Diagnóstico: 
Inspeção estática: Comparar os lados (simetria)
Dinâmica;
Palpação;
Teste especiais.
Estruturas:
Coluna:
Discopatias:
Core: Músculos abdominais, região lombar, pelve e quadril.
Ombros:
· Função: levar a mão
Instabilidade x Degenerativo:
Instabilidade:
	Instabilidade Glenoumeral:
	Instabilidade Anterior Traumática
	É a incapacidade dos estabilizadores estáticos e dinâmicos de manter a cabeça umeral centrada na glenóide;
	Episódio inicial traumático;
Unilateral;
Lesão de Bankart;
Geralmente cirúrgico.
	Traumático:
	Atraumático:
	
	Competência dos estabilizadores que, num trauma são lesadores levando a luxações recorrentes;
	Incompetência dos estabilizadores conseguindo o paciente luxar espontaneamente sem um episódio inicial traumático.
Luxação sem trauma importante;
Multiligamentar;
Bilateral;
O paciente luxa e reduz sozinho;
Responde a reabilitação;
Não tem bom resultado com cirurgia.
	
· Manobras de Redução: para luxação
Sinal da tecla:
Sinal da dragona:
Degenerativo: 
Rotura do Manguito Rotador:
Definição: Tem componente degenerativo geralmente com um desencadeante traumático;
Pode ter fatores extrínsecos como artrose acromioclavicular e formato curvo do acrômio.
Epidemiologia: > 40 anos;
Quadro Clínico:
Dor na elevação (ppte arco do supra);
Dor noturna;
Dor na rotação interna;
Perda de força.
EF: testes provocativos de Neer, Howkins;
Testes deficitários de Jobe, Patte, Speed
 
Imagem:
RX: pode mostrar elevação da cabeça nos casos mais avançados;
USG: bom e barato. Examinador dependente;
RM: padrão ouro. Bom para planejar cirurgia.
Tratamento:
Fisioterapia (3 a 4 meses): impactos e lesões parciais;
Corticoides;
Cirurgia (na falha do conservador);
· Em roturas totais em pacientes 70 anos: tendência conservadora pela menor demanda;
· > 80 anos: lesão do manguito como parte do envelhecimento esperada.
Articulações: junção entre 1 ou + ossos.
Mobilidade ativa: paciente fazendo o movimento sozinho;
Passiva: você fazendo o movimento;
Cotovelo:
É uma articulação tipo uma chave inglesa
· Extensão (0° ou 180°);
· Flexão (150° a 160°);
· Pronação (90°);
· Supinação (90°). 
Sujeito a muita tendinite e Epicondilite lateral 
 Teste Mill
Epicondilite Lateral
Mão: 
Motricidade: 
· Nervo mediado = movimento de pinça;
· Nervo do radio = sinal de joia;
· Nervo ulnar.
Zonas de sensibilidade:
Síndrome do turno do carpo: parestesia noturna e dor na mão 
· Teste – tinel e phalen.
Phalen
Tinel
Punho: 
· Flexão palmar (90°);
· Extensão dorsal ou dorsiflexão (70°);
· Desvio lateral ou radial ou adução (20°);
· Desvio cubital ou medial ou abdução (30°).
Quadril:
Antigravitacionais:
Teste de Thomas:
Trendelemburg:
Patologias:
Bursite trocanteriana:
Síndromes glúteas - Dores miofasciais 
Articulações Sacroilíacas:
Gaenslen
Patrick Fabere
Osteoartrose do quadril: 
Classificação: primária ou secundária;
· Primária: 50 a 80 anos (comum em lombar e joelho);
· Secundária: pega mias jovens. Sequela de Perthes, LCQ, EFP, Osteonecrose, Traumas.
Características: Início insidioso e piora progressiva de dor e desconforto articular. Ritmo mecânico (quando caminha dói);
Fatores de risco: atrofia da musculatura (quadríceps e glúteos), obesidade, atividade ocupacional, trauma repetido mínimo de repetição, fatores nutricionais, história familiar.
Quadro clínico:
Dor tipo mecânica inguinal ou na face medial da coxa;
Limitação da ADM, principalmente abdução e rotação interna;
Dor na caminhada mais longa, sentar-se em local baixo, calçar sapatos, subir degraus;
Diminuição de força e hipotrofia muscular;
Marcha claudicante (Diminuição de força e hipotrofia muscular);
Pode haver trendelemburg por fraqueza do GM;
A dor pode ser irradiada para a coxa e o joelho (cuidado, diferencial).
Imagem:
 
Tratamento: mudanças de hábitos de vida 
Perda de peso;
Fortalecimento muscular (bicicleta);
AINH, corticoides;
Uso de bengala;
Protetores condrais: UCII, colágeno hidrolisado, glicosamina/condroitina;
Viscosuplementação com ácido hialurônico;
Cirurgias: artroplastia.
Osteonecrose do Quadril:
Epidemiologia:
Adultos jovens de 30 a 50 anos;
Queixa clínica:
Dor no quadril na carga (mecânica);
Dor no quadril na mobilização;
Teste: Posição antálgica (teste de Thomas +).
Associação: uso crônico de corticoides, insuficiência renal, abuso de álcool.
Exame de imagem:
Rx: aparece alterações na cabeça femoral com as semanas;
Cintilografia: detecta precocemente, mas não é específica;
RM: é o padrão ouro de detecção precoce (1 a 3 dias);
CT: pode ajudar a ver a extensão do dano da cabeça femoral.
Tratamento:
Retirada de carga e fisioterapia;
Descompressão;
Anti reabsortivos (bisfosfonados);
Prótese do quadril.
Osteoporose:
Epidemiologia: Lugar de muita fratura – comum em jovem (criança) e idoso;
Fraturas definidoras de osteoporose: 
1. Fratura do punho
2. Do unho proximal 
3. Do quadril
4. Colo do fêmur.
Tratamento:
Suplementação de Ca++ Reposição de Vitamina D;
Suplementação de magnésio e vitamina K2;
Exercícios resistidos e de carga;
Tratamento da sarcopenia;
Anti reabsortivos (bisfosfonados, denosumabe);
Formadores de osso (análogos do PTH, teriparatida).
Sarcopenia:
Tratamento:
Exercícios Resistidos;
Suplementação protéica;
Suplementação hormonal.
Músculos Biarticulares:
Teste de Ely:
Joelho: 
Sinal da baioneta
Ligamentos colaterais:
Comum lesões na prática esportiva;
Comum lesões nos stress em varo e valgo; 
Geralmente são de tratamento conservador, com potencial de cicatrização em 6 a 8 semanas;
Usa-se órteses, muletas, bengalas e restrição parcial da atividade.
Valgo X Varo:
Valgo:
Varo:
 
Trauma: Mecanismo de trauma
Entorse no pé de apoio;70% sem contato;
30% com contato;
50% associação com lesão meniscal.
Impotência imediata;
Hemartrose precoce;
Estalo;
Lesão do LCA (Ligamento Cruzado anterior)
70% na prática esportiva;
75% sem contato com adversário;
Estalo, incapacidade imediata, derrame;
Evolução com falseios e entorses;
Com os entorses, lesões associadas de meniscos e condrais, condenando o joelho a artrose precoce.
Gaveta anterior: Exame para cruzado interior;
Gaveta posterior: Para cruzado posterior.
Reconstrução do LCA: salvar meniscos e joelhos
Reconstruir rapidamente LCA em jovens (enxerto);
Suturar o menisco sempre que possível;
Retirar o mínimo possível nas meniscectomias;
Tratar prioritariamente de maneira conservadora a meniscopatia na terceira idade.
Tratamento:
	Cirúrgico:
	Conservador:
	Mais jovens (menos de 30 anos em geral);
Com mais idade que desejam continuar com a prática esportiva de contato e giro (futebol, luta, esportes radicais);
Sedentários que têm instabilidade na vida diária após reabilitação.
	Maiores de 30-40 anos que não desejam mais fazer esportes de contato e giro;
Fisioterapia por um período de 3 a 6 meses.
Meniscopatia degenerativa:
Idade: > 40 anos;
Consequência: resultar em artrose na terceira idade;
Localização: Mais comum no menisco medial e associada ao joelho em varo
· Desequilíbrios mecânicos e traumas podem estar associados.
Testes: Smile
Apley
Mc Murray
Tratamento: 
Fisioterapia: 3 a 4 meses (conservador);
Cirurgia: na falha do conservador
· Retirar o mínimo do menisco, para remover a dor, logo que a remoção total resulta em artrose.
Artrose do Joelho:
Epidemiologia: 
Doença mais frequente do sistema musculoesquelético;
Aumento exponencial com o envelhecimento populacional (comum acima dos 50 anos);
75% no compartimento medial do joelho, 48% no femoropatelar e 26% no lateral;
Compartimento medial é o que suporta mais carga, o lateral mais deslizamento e o fêmoropatelar chega a suportar 7X o peso do corpo durante o salto.
Associação: sobrepeso e obesidade.
Quadro Clínico:
Dor de caráter mecânico (com o uso);
Deformidade;
Limitação de movimento;
Crepitação;
Derrames;
Espasmos e atrofia muscular.
Exames:
RX: redução do espaço articular, esclerose subcondral, cistos subcondrais, osteofitose.
Tratamento: Mudança de hábitos
Perda de peso;
Fortalecimentomuscular (bicicleta);
AINH, corticoides;
Protetores condrais: UCII, colágeno hidrolisado, glicosamina/condroitina;
Viscosuplementação com ácido hialurônico;
Cirurgias: artroplastia e osteotomia.
Tornozelo:
Teste de Thompson – para tendão de Aquiles 
Pé: 
Tipos:
Pé plano:
Pé cavo:
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