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REBILITAÇÃO TRAUMATO-ORTOPÉDICA 
E TERAPIA MANUAL DOS MEMBROS 
SUPERIORES
Profa. Me. Renata Soraya
@renatasorayac
@tetradom
Caminho metodológico
Lesões traumáticas
Fraturas
Luxações
Lesões degenerativas
Síndromes 
Compressivas
Lesões tendíneas e 
miotentíneas
Sobre Mim...
Conceitos gerais de lesão e suas características e
conseqüências clínicas; lesões traumáticas e
degenerativas dos complexos do Ombro e MMSS.
Assistência fisioterapêutica
Fraturas de escápula
• Avulsão em pontos de inserção muscular
• Secundários a luxações gleno umerais
Pouco frequentes em geral poli 
traumatizados
Sem desvio - Maioria
Só as articulares demandam 
maior cuidado clínico
Trauma direto
Fraturas de Escápula
CLASSIFICAÇÃO DE 
ZDRAUKOVIC
Tipo I - Fraturas do 
corpo.
Fraturas de Escápula
Tipo II - Fraturas de apófises
• Acrômio: Mecanismo luxação superior
• Coracóide: Fratura por avulsão
Fraturas de Escápula
• Tipo III - Fraturas do ângulo súpero-lateral, incluindo 
colo e glenóide.
Fraturas de clavícula
• Freqüentes em várias faixas etárias, inclusive na 
infância
• Geralmente bom prognóstico a curto prazo
• Mecanismo: trauma direto ou queda com apoio da 
mão
Classificação para fraturas de clavícula
Grupo I - Fraturas do 
terço médio (75%) 
Grupo II - Fraturas do 
terço distal (20%)
Grupo III - Fraturas do 
terço proximal (5%) 
Tratamento clínico
• Conservador, a menos que: 
lesão vascular, lesão ligamentar 
completa, pseudo-artrose, lesão 
partes moles, expostas
• Complicações – síndrome do 
desfiladeiro torácico é a mais 
comum
Fisioterapia
✓O que tenho de problemas?
✓Dor/ Edema
✓Contratura muscular antálgica
✓Complicações gleno-umerais/ escapulares
✓Mudanças no padrão respiratório
✓Alterações posturais
Como solucionar?
• Analgesia (recursos?)
• Liberar ADMs (clavicular, escapular e umeral), 
Como?
• Alongamentos (Forma X tolerância)
• Respiração: Falaremos adiante
• Consciência/esquema postural (Como ativá-
lo?)
Técnicas de mobilização clavicular
Mobilização global da esterno clavicular 
(EC) Técnica de inferiorização da EC
Técnica de decoptação da ECTécnica de posteriorização da EC 
Técnicas de mobilização escápulo
torácicas 
Liberação do bordo medial
Músculos chave 
▪ Ecom, trapézio, elevador, escaleno e peitoral
menor
▪ Inibição do trapézio, grande dorsal e rombóides
• Músculo energia
• Pompage
• Técnica de Jones (gatilho)
Tratamento 
• Padrão respiratório
• Respiração 
diafragmática
• Liberação do diafragma
• Pompage dos 
escalenos, peitoral 
menor, trapézio e 
elevador da escápula, 
ECOMs
Tratamento
• Reeducação postural para prevenção de 
posturas viciosas
• Mobilidade e estabilidade global de tronco 
(PNF)
• Força nos MMSS (se houver deficit)
• Prevenção de complicações cervicais e gleno-
umerais
• Senso proprioceptivo/ Controle de tronco
Lesões Associadas
Lesões nervosas (Proximais)
• Axilar (deltóide e Redondo 
menor)
• Plexo Braquial
• Supra escapular (SE e IE)
• Músculo-cutâneo (bíceps e 
coraco)
Lesões vasculares
•A. circunflexa umeral 
anterior e posterior, 
suprem o manguito 
• Mecanismo lesional
• Trauma direto, queda 
ao solo com apoio da 
mão ou cotovelo, crise 
convulsiva, choque 
elétrico, metástase 
óssea, lesão por PAF
JOVENS X IDOSOS
Diagnóstico
• Dor aguda, edema, creptação local, impotência
funcional, equimose (24 a 36h), posição
antálgica
• RX (AP, escapular e axial – série trauma do
serviço)
• US, DOPPLER, TC, RNM.... Vai depender do
acesso e das complicações de partes moles
associadas
Classificação
• Uma Parte 
• Duas partes
• Três partes
• Quatro partes
• Fratura–luxação
Tratamento Clínico
• Não desviadas, repouso do membro com tipóia
ou velpeau, 7-20 dias, controle radiológico,
encaminhamento à reabilitação
• Para as fraturas desviadas, tenta-se a redução
incruenta, seguida de imobilização. Quando as
fraturas são irredutíveis e para as fraturas em 3
e 4 partes , o tratamento é cirúrgico. Para as
fraturas em 4 partes, PODE ser realizada a
prótese de ombro.
Fisioterapia (vamos discutir?) 
• OBJETIVOS
• Debelar quadro álgico
• Recuperar ADM (cintura escapular, ombro, 
cotovelo, mão)
• Recuperar força
• Prevenir/ minimizar risco de complicações
• Tratar lesões associadas (quais as mais 
comuns?)
TÉCNICAS DE MOBILIZAÇÃO ARTICULAR 
GLENO-UMERAL
liberação da 
cápsula posterior
Tratar lesão de 
superioridade
Decoaptação lateral
Decoaptação lateral liberação das rotações
Trhust para lesão de 
superioridade do 
úmero
Técnica de 
decoaptação posterior
Outras Técnicas
• Liberação sentado e 
de pé
• Stretching de Deltóide
Outras Técnicas
• Stretching de 
Subescapular, do infra 
espinhoso e peitoral
Síndrome do impacto
Impacto sub-acromial primário e/ ou secundário (pós
anteriorização da cabeça umeral) envolvendo a arco
mole, contra o arco duro
Biomecânica da lesão
• Os movimentos globais do complexo do ombro são
somatórios de angulações de todas as articulações
do complexo.
• Disfunções de uma delas pode alterar a
biomecânica, gerando distúrbios.
Fatores Que Desencadeiam Queixas Álgicas:
• Trauma
• Hipo vascularização do supra
• Impacto subacromial primário
• DISCINESE (?)
Fatores que minimizam o 
impacto
• A báscula lateral (binário serrátil + trapézio 
superior)
• A rotação externa da cabeça
• A estabilização do manguito (principalmente 
do subescapular) 
• A descida (deslizamento) da cabeça para baixo 
associada ao rolamento na elevação e ou 
abdução
Tipos de acrômio e 
repercussões
Como se manifesta?
• Tendinites (agudas ou crônicas, rupturas , 
calcificações...) do Supra espinhoso
• (+) bursites
• (+) CLB (tendinites,
espessamentos e 
subluxações...)
• (-) subescapular
• (-) Infra-espinhoso
3 fases de Neer
• Fase 1: edema 
+hemorragia 
reversíveis.
• Fase 2: fibrose e 
tendinite do manguito.
• Fase 3: ruptura , sinais 
de degeneração óssea e 
subcondral
Quadro clínico
• Dor, arco doloroso
(70- 120º), creptação
(lesão da bursa),
atrofia, força
diminuída
• Edema, impotência
Funcional,
comprometimento de
outras articulações
Diagnóstico
• RX – Imagem em espelho, sinais de artrose, formato 
do acrômio, espaço sub-acromial, contornos, 
esclerose sub- condral.
• US e RNM – Reações de lesão ou infamação de SE, 
edema, rupturas, calcificações
DIAGNÓSTICO
• Coluna cervical 
• História clínica
• Inspeção (sinais, simetria, avaliação postural...)
• Palpação :Bursa sub-acromial, AAC, LAC, CLB, 
tendão do supra, esterno-clavicular, bordos 
escapulares, tônus , temperatura...
• #Testes irritativos
• #Testes de força
• #Testes de instabilidade
• #Testes de envolvimento vascular ou neurológico
Testes Clínicos. Ainda 
vale?
Funcionalidade
Resumindo...
Vilões
✓Atitudes posturais
✓Falhas do Manguito
✓Lesões de 
superioridade
✓Restrições 
miofasciais e 
articulares
✓Quem são eles?
Mocinhos
✓Rotação externa 
funcional
✓Depressão da cabeça
✓Báscula lateral
✓Liberação das outras 
articulações do 
complexo
✓O que fazer para 
solucionar?
Tratamento
• Fisioterapêutico
• Cirúrgico
• Pós Cirúrgico
POMPAGE/ LIBERAÇÃO MIOFASCIAL
Exemplos de exercícios
Exemplos de Exercício nessa 
fase?
• A evidência para o exercício como a estratégia de gestão mais importante para SSP 
está aumentando e se fortalecendo. Pesquisas contínuas são necessárias para 
identificar se existe uma dose ideal e tipo de exercício. Atualmente, não é possível 
afirmar que um programa de exercícios é mais adequado que outro. No entanto, 
uma forte recomendação pode ser feita para incluir a terapia manual como uma 
intervenção adjunta ao exercício. Evidências conflitantes cercam a eficácia da 
terapia multimodal e injeção de corticosteróides. Outras intervenções não 
cirúrgicas comumente prescritas, como ultrassom, laser de baixa potência e TOC, 
carecem de evidências de eficácia. (2020)
GIRD- você conhece?
• O Déficit de Rotação Interna da Glenoumeral
(GIRD) é a alteração biomecânica maisfrequente em atletas "overhead". Como testa,
Re?
• Contratura da Cápsula posterior
• Adaptações ósseas ligadas à atividades
forçadas desde à infância
• Hipertrofia/ contratura/ encurtamento dos
rotadores externos
Como minimizar?
• MT e Ses 3X/semana (por 6 semanas) em mulheres 
de 32 a 42 anos com dor cervical e ombro: redução 
da dor e melhora da postura e da função, com 
redução ângulos cervical e do ombro. Os achados 
mostraram que melhora na função foi 
estatisticamente mais eficaz no Grupo 1 do que no 
Grupo 2. 
Luxação Gleno Umeral
Conceito
• É a perda de relação anatômica entre a cavidade 
glenóide e a cabeça do úmero.
Apresentação clínica
1) Traumática
2) Não-traumática
3) Recidivante
50% dos casos. A instalação do quadro depende de alguns
fatores:
a) idade do paciente - talvez o mais importante;
b) Intensidade do trauma inicial;
c) Tipo e tempo de duração da imobilização;
d) Reabilitação funcional(Ocorrer e ser ou não ser bem
coordenada)
Por que ocorre?
ANATOMIA FUNCIONAL
Características biomecânicas relevantes:
• Articulação + INSTÁVEL do corpo, Por que?
Elementos estabilizadores
PASSIVOS
• Labrum glenoideo, cápsula articular, 
ligamentos, bursa sub-acromial, pressão 
negativa intra articular
ATIVOS
• Manguito rotador (SE, IE e SE) e CLB
CLASSIFICAÇÃO
1) Luxação escápulo-umeral anterior
2) Luxação escápulo-umeral posterior
3) Luxação inferior
4) Luxação superior
Luxação anterior
• 85% dos casos e pode
ser de vários subtipos.
• Trauma direto e violento
em direção póstero-
anterior
• Abd +RE
• Queda acompanhada de
movimento rotacional,
podendo determinar a
ruptura do labrum (lesão
de Bankart) e dos
ligamentos gleno-
umerais, que compõem
a cápsula articular.
Luxação Anterior
• A) normal
• B)Luxado 
Anteriormente
• C)Reduzido e 
apresentando as 
lesões de Hill 
Sacks(1) e 
Bankart(2)
Luxação posterior
• Incidência rara (quadros de 
choque elétrico ou crise 
epilética). Rotadores 
internos contraídos 
intensamente. Trauma direto 
na direção Antero Posterior.
• Poderemos ter: ruptura da 
cápsula posterior, cabeça na 
parte posterior da glena e 
lesão de Hill Sacks invertida
Luxação inferior
• Cabeça do úmero 
fica alojada ou 
deslocada para axila
• Mecanismo Lesional: 
Força com o braço 
em máxima abdução 
ou Paralisia (+)
• Fácil redução: peso 
do membro, na 
Traumática
Luxação superior
• Fratura de acrômio
associada na maioria dos
casos
• Lesão do manguito rotador
provável
• A força da gravidade
determinará a redução
(Também o peso do braço).
• Mecanismo Lesional força
axial/ longitudinal
• Tipo Raro
DIAGNÓSTICO
a)mecanismo de lesão inicial
Traumático, atraumático, voluntário, etc
b)posição do braço ao ser deslocado
RE + ABD = luxação anterior
RI + AD = luxação posterior
ABD acima de 100º = luxação inferior
c) Redução e imobilização: tipo e tempo
d) mecanismo de recorrência (quando há)
e) sinais e sintomas de lesões neurológicas
f)Extensão das limitações físicas do paciente
Lesões anatômicas associadas
LESÃO DE BANKART
• Presente em 85% dos casos de luxações 
recidivantes
• Desinserção da porção antero-inferior do 
labrum, da cápsula articular e/ ou rebordo 
glenoideo
• Um dos sinais sugestivos de indicação 
cirúrgica
LESÃO DE HILL SACHS
• Afundamento do osso cortical do canto supero-
lateral da cabeça umeral. O tamanho da lesão é 
Proporcional a quantidade de recidivas
• A rotação faz com que o osso cortical pouco 
condensado da cabeça seja impactado contra o 
osso muito condensado da glena anterior
FRATURAS
Acomete cerca de 10% dos casos de luxação 
(relativo ao tipo)
• Extravasamento de ar 
e contraste pelo 
labrum confirmando 
bankart.
• Do lado oposto 
pequena lesão de Hill 
sachs
1-Lesão de hill sachs invertida 
2-Hill Sachs 
3-Bankart
4- Fraturas de glena
LESÕES DE MANGUITO
• Acomete principalmente pacientes maiores de 
40 anos
• Com a idade os tecidos se tornam mais rígidos, 
oferecendo menor resistência ao trauma
LESÕES VASCULO-NERVOSAS 
• Neuropraxias, axonotmeses, neurotmeses
(ENMG)
• Lesões vasculares pouco comuns
Tratamento 
Conservador
• Cirúrgico
• Vamos discutir????
• Tem déficit de ADM? Manipula-se?
Fraturas de diáfise
• Localizada entre a borda superior da inserção 
do peitoral MAIOR e o limite inferior da crista 
supracondiliana. 
• Acima ou abaixo da inserção do deltóide 
(prognóstico)
• Classificação
Tratamento
• Conservador (se não: patológica, exposta ou lesões 
associadas!)
• Tala “pinça de confeiteiro” (2 a 4 meses) ou Tipóia, gesso 
pendente, Velpeau, talas plásticas, tração esquelética.
• Transversas demandam um olhar...
Tratamento
Cirúrgico
• Fixador interno (fraturas fechadas, com
cavalgamento, interposições musculares,
lesões vasculares ou do radial, parkinsonianos,
fraturas patológicas)
• Fixador externo (fraturas complexas,
cominutas, lesões de partes moles – curativos,
retalhos, enxertos)
Cuidados : NERVO RADIAL
Complicações
Gerais
Edema, desvios angulares, retardo de consolidação, 
pseudo-artrose, Rigidez articular, infecção, lesões 
do radial (praxia ou tmese), lesão da artéria 
braquial
Como minimizar?
• Exercícios nas adjacentes e melhora do retorno 
venoso
• Isométricos na área imobilizada
• Carga de peso longitudinal precoce (com critérios)
Fisioterapia
• OBJETIVOS
• Debelar quadro álgico
• Recuperar ADM (cintura escapular, ombro, 
cotovelo, mão)
• Recuperar força
• Prevenir/ minimizar risco de complicações
• Tratar lesões associadas (quais as mais 
comuns?)
Cotovelo
Classificação de Mason para 
fraturas de cabeça e colo de rádio
Tipo I - Sem deslocamento ou minimamente deslocada
• Limitação da prono supinação por dor aguda e/ou 
edema 
• Deslocamento intra-articular menor que 2 mm
Tipo II - Fratura deslocada
• Movimento limitado mecanicamente ou por 
incongruência. 
• Sem cominuição severa (pode ser fixado através de 
redução aberta e fixação interna)
Tipo III - Severa cominuição
• Não reconstrutível. 
• Requer excisão para o movimento.
Sobre prognóstico desse tipo de lesão ler: 
http://www.scielo.br/pdf/rbort/v46n4/05.pdf
Fraturas de antebraço
Monteggia
Fraturas de Galeazzi
• Fratura do rádio associada à luxação da 
articulação rádio ulnar distal.
• Fratura do rádio mais freqüente na junção do 
terço médio e distal. ML- queda com o braço em 
pronação e o pulso em extensão.
• Redução incruenta (não cirúrgica) é 
recomendada na maioria dos casos
Classificação
• (A) Tipo I - Fratura-luxação no terço distal do
antebraço com deslocamento posterior do rádio,
provavelmente representa um dano em supinação.
• (B) Tipo II - Lesão de Galeazzi clássica, com fratura
radial na junção dos terços médio e distal com rádio
deslocado anteriormente, está envolvido
provavelmente o mecanismo de pronação.
Complicações
• Pseudo artrose (redução inadequada, retirada 
precoce da síntese, infecção e diástase dos 
fragmentos)
• Consolidação viciosa ( +++ ulna)
• Sinostose rádio ulnar (na fixação externa e na 
miosite ossificante)
• Seqüelas musculares
• Seqüelas nervosas
• Como tratar/Prevenir?
Fraturas de Colles
• Deformidade em dorso de garfo (c/ desvio radial da 
mão)
• TTO: redução, imobilização gessada (4/5 semanas)
• Lesões do mediano, grandes desvios são indicação 
cirúrgica 
Fratura de Smith
• Também chamada de 
“Colles reverso”
• TTO: imobilização em 
leve extensão e 
supinação do 
antebraço (6 
semanas).
Exame radiológico
Fratura de Chauffeur
• Fratura do processo 
estilóide do rádio
• Mecanismo: desvio 
radial forçado do 
punho
• TTO: redução e fixação 
per cutânea por fios de 
kirschner.
Fratura de escafóide
• Muitas vezes não diagnosticada facilmente.
• RX: repetido com 2 a 3 semanas
• Muitas vezes confundida com distensão ou 
contusão do punho.
• TTO: gesso mesmo na suspeita: 4 a 6 semanas 
sendo nas 1ªs cotovelo, punho mão e polegar. 
Depois o cotovelo pode ser deixado livre. O 
punho permanece até calcificação. Ou Fixação 
interna
Fisioterapia• Especificidade da mão
• As pinças
• Mobilidade osso a osso
• Coordenação e destreza
• Força e sensibilidade
Músculo-
energia para 
pronadores e 
supinadores
Mobilização de 
cabeça do rádio
Técnica de “Biscuit Braking”
USANDO A FLEXÃO E EXTENSÃO DO PUNHO, 
REALIZA MOVIMENTOS EM “OITO” 
MOBILIZANDO A MÃO E O PUNHO
Técnica articulatória para ossos da mão
EXTENSÃO DO PUNHO E MOBILIZAÇÃO DOS 
OSSOS DA 1ª E 2ª FILEIRAS DO CARPO
DEDOS ENTRELAÇADOS
Técnica de stretching para o retináculo 
flexor do carpo
LIBERA A ARTICULAÇÃO 
ANTERIORMENTE SEPARANDO 
ESCAFÓIDE DO PISIFORME E 
LIBERANDO O TÚNEL CARPIANO
Mobilização da ulna distal
ÚTIL: PÓS FRATURAS DE 
COLLES E/OU SMITH 
CONSOLIDADAS
RECURSOS ELETROTERMOFOTO 
TERAPÊUTICOS
• Quais e com quais objetivos e 
parâmetros??
• E no tratamento cirúrgico o que muda??
Epicondilite lateral e medial
• A causa mais comum de dor no cotovelo (a
lateral)
• Cotovelo do Tenista ou do Golfista. Outro termo
utilizado é a tendinose, com alterações
degenerativas e fibrose dos tendões
• Inflamação na inserção dos supinadores e
extensor do punho e dedos/ ou dos flexores
• Prevalência 3ª e 4ª décadas de vida, doença
ocupacional
Fisiopatologia
• Movimentos repetitivos causam lesões e
rupturas microscópicas da região com
necrose por falência do aporte sanguíneo
• QP: dor que piora aos esforços e se localiza no
epicôndilo lateral com irradiação para o
antebraço, punho e eventualmente para mão
Diagnóstico
• Essencialmente clínico: dor aguda à palpação do 
epicôndilo, edema local
• RX: diagnóstico de exclusão, pode identificar 
osteófitos e lesões degenerativas
• USG: edema + inflamação e ruptura
• Testes Clínicos: Phalen, phalen invertido, Cozen, 
Mill
Tratamento clínico
• TOC: existe muita controvérsia sobre sua real eficácia.
Além disso, a heterogeneidade quanto a frequência,
energia e número de pulsos utilizados, dificulta os
resultados;
• Infiltrações de corticoides são muito empregadas, mas
também controversas;
• Ao se comparar o uso da TOC com infiltração local de
corticóide, a infiltração mostrou-se mais efetiva;
• Uso de Braces para estabilização
Tratamento fisioterapêutico
• US (parâmetros??)
• Laser
• Flexibilização tecidual 
(liberação miofascial, 
alongamento, 
crochetagem, etc)
• Treinamento excêntrico
Stretching dos 
músculos 
epicondileanos
Cotovelo em 
pronação e 
apoiado . 
Possibilidades?
Mobilização articular da 
ulna em flexão de 
cotovelo
Posição básica para 
mobilização do 
cotovelo?
Mobilização em lateralização e medialização da 
ulna com o cotovelo em extensão
Músculo-
energia para 
extensores e 
flexores
Thrust em 
extensão
Jones no 
epicôndilo
Síndrome de quervain
síndromes neurocompressivas do 
membro superior 
• São comuns na clínica médica e na reabilitação
• Entre as causas estão os fatores traumáticos e
ocupacionais. Entre os nervos do MS mais
acometidos estão o mediano, radial e ulnar.
• Como resultado, o nervo perde sua mobilidade
ao longo do canal neural devido à formação de
tecido fibroso, provocando dores crônicas,
parestesia e paresia (CUNHA et al, 2014).
Síndrome do túnel do carpo
A Síndrome do Túnel do Carpo 
• Dor e “formigamento” dos dedos e das mãos,
frequentemente com piora noturna ou matinal;
• Doença compressiva mais comum (4% a 5% da
população), sobretudo entre 40 e 60 anos, sexo
feminino, bilateral em quase metade dos casos
• A compressão se faz no túnel duro e inelástico onde
passam 9 tendões e o nervo (mediano). O canal tem em
média, 3cm de largura. Formado por pequenos ossos do
carpo, que servem de base, e um ligamento transverso,
que compõe o teto do túnel.
Causas
• Todas as situações que provocam aumento do tecido
sinovial, que reveste os tendões e serve para nutri-los,
causas traumáticas, inflamatórias, tumorais ou
medicamentosas, aumentam também a pressão dentro
desse canal
• Trabalho manual com movimentos repetidos (L.E.R)
• Alterações hormonais como menopausa e gravidez
• Diabetes mellitus, por causa da alteração do tecido
sinovial e neuropatia periférica
• Artrite reumatóide, doenças da tireóide dentre outras.
Diagnóstico: Testes Clínicos, emg, usg
Teste de tensão para os mmss
• O examinador realiza
Abdução, rot. externa,
extensão de punho,
supinação de antebraço
• Gradativamente vai
estendendo o cotovelo, sem
perder os outros parâmetros
• Se tolerar roda a cabeça
contra lateralmente
• A mesma posição para
Mobilização Neural
tratamento
Clínico
Cirúrgico
Fisioterapêutico
síndrome do túnel cubital
• É a segunda neuropatia compressiva mais comum do
MS, após a síndrome do túnel do carpo;
• Etiologia: fraturas-luxações do cotovelo, anomalias
congênitas, alterações metabólicas, osteoartrite e
estresse valgo, entre outras;
• Quadro clínico: dor, parestesia, déficit sensorial
intermitente no território do ulnar, que se acentuam
com a abdução do ombro e flexão do cotovelo
Diagnóstico
Sinal de Wartenburg: 5o dedo abduzido
quando em repouso (déficit na adução).
Sinal de Fromet: ao segurar um papel, o
paciente com nervo ulnar íntegro é capaz de
usar o adutor do polegar (A); quando há
déficit, o paciente faz compensação com o
flexor longo do hálux, território de inervação
do mediano (B)
Exames Complementares
• Rx de cotovelo: para excluir deformidade, osteófitos e
instabilidade decorrente de trauma.
• USG: exame dinâmico, pode evidenciar compressão e
subluxação do nervo ulnar com a flexão do antebraço.
• ENMG: importante para confirmar o diagnóstico clinico.
Queda na velocidade de condução do nervo na região
do cotovelo abaixo de 50 m/s é diagnóstico. Pacientes
com sintomas leves podem ser falso negativo, porém
em paciente com sintomas graves, a ENMG pode
sugerir o prognóstico
A Síndrome de Guyon
• Neuropatia compressiva do nervo ulnar
• LER pouco descrita na literatura, porém de importância
clinica pelos distúrbios funcionais e sensitivos que
provoca
• Causada por qualquer alteração que leve a um
estreitamento da passagem do nervo pelo canal de
Guyon. Alterações estas variadas, mas na sua maioria
relacionadas ao trabalho.
A Síndrome de Guyon
Causas
Não-ocupacional
a) Traumatismo - as contusões sobre a região hipotenar
b) Processo expansivo tipo lipoma e cisto
c) Tumefação edematosa devido artrite ou osteoartrite
d) Trombose da artéria cubital
Ocupacional
Uso de ferramentas, instrumentos de trabalho ou
atividades que comprimam mecanicamente a base da mão,
Vibração, movimentos repetitivos com força associada
Sintomas
• Queixas de alteração de
sensibilidade no 4º e 5º dedo com
ou sem presença marcante de dor e
hipoestesia.
• Alterações de força e dificuldades
de mobilidade da mão (intrínsecos).
• Força de preensão e pinça
diminuídas.
• Fraqueza e hipotrofia muscular,
sensação de frio e intolerância ao
calor distribuídos na região cubital
da mão.
Síndrome Compartimental
Fluídos se acumulam em compartimentos Miofasciais
Comum: perna, antebraço, mão e coxa. 6 Ps:
Pain, dor. Pressure, edema com tensão. Paresia, Parestesia
ou anestesia. Pulso, invariavelmente presente. Pink,
coloração rósea do membro
RENATA SORAYA
Distrofia simpático-reflexa
Síndrome Dolorosa Complexa Regional
1-2% Desenvolve Dor e Impotência Funcional 
do Membro Atingido.
Dor desproporcional à gravidade da lesão e 
muitas vezes a fratura pode não ocorrer.
• Dor, eritema, edema, hiperestesia da 
região. Passada a fase inicial, pode haver 
rigidez articular, atrofia muscular e perda 
da função.
• Rx mostra grave osteoporose de desuso.
• PREVENÇÃO é a Chave!!!
RENATA SORAYA
A Síndrome Complexa de Dor Regional 
de tipo I (SCDR I) 
• Dor intensa que acomete uma extremidade do corpo,
sem etiologia definida
• 1994 (Associação Internacional para o Estudo da Dor -
IASP), numerosos nomes (Distrofia Simpático Reflexa,
Causalgia, Algodistrofia ou Atrofia de Sudeck):
Estaabeleceu critérios para o diagnóstico e classificou:
• Tipo I. Conhecida como síndrome de DSR. Doença ou
lesão que não afetou diretamenteos nervos (90% dos
casos)
• Tipo II. Conhecida como causalgia, esse tipo sucede
lesões distintas aos nervos
Prevalência
• Sexo feminino, a partir da quarta década, em apenas
um membro
• 57% no primeiro mês pós-lesão. MMSS / MMII
• Sinais e sintomas sensitivos, neurovegetativos e
motores. Dor em queimação, latejamento ou peso,
intensa e espontânea e hiperalgesia.
• Espasmos musculares, limitação na ADM, tremores,
déficit de força, distonia, edema, mudança na
temperatura e coloração da pele. Alterações tróficas
como retração tendínea e ligamentar e amiotrofia na
fase crônica. Preensão e função de pinça, comumente
estarão comprometidos.
• Fase 1 (aguda) - Até três meses. Os sintomas incluem dor, 
edema, calor na parte afetada e sudorese. Pode haver o 
crescimento mais rápido das unhas e pelos da mão. 
• Fase 2 (distrófica) - Até doze meses. Edema constante, as 
pregas cutâneas podem desaparecer, a temperatura da 
pele cai, unhas quebradiças. Dor difusa, a rigidez articular 
maior e sensibilidade ao toque.
• Fase 3 (atrófica) - Após um ano. Pele pálida ou descorada, 
seca e brilhante. As articulações extremamente rígidas, a 
dor é menos intensa e a recuperação da mobilidade 
articular é menos provável.
RENATA SORAYA
Tratamento
• Bloqueio do sistema nervoso neurovegetativo simpático
• Tratamento farmacológico, bloqueios anestésicos,
terapia psíquica e comportamental, programa de
educação cognitivo comportamental em dor crônica,
neurocirúrgico funcional, neurólise, descompressão,
tratamento fisioterapêutico e terapêutico ocupacional.
• Diante da complexidade, observa-se a necessidade de
uma atenção multidisciplinar
RENATA SORAYA
RENATA SORAYA

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