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PATOLOGIA GERAL
DEGENERAÇÃO CELULAR E NECROSE
LESÃO CELULAR
• Células estressadas excessivamente • Incapacidade de
adaptação • Exposição a agentes lesivos • Anomalias
internas graves • DNA e/ou proteínas aberrantes;
LESÃO
Reversível;
Irreversível;
TAXA METABÓLICA DO TECIDO:
FÍGADO x CORAÇÃO x CERÉBRO
LESÕES CAUSAM LIBERAÇÃO DE
ENZIMAS
INCAPACIDADE DAS MITOCÔNDRIAS REASSUMIREM FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA E
GERAR ATP;
ALTERAÇÕES DE MEMBRANAS DE LISOSSOMOS;
LOCAL DA LESÃO
Sistemas celulares mais vulneráveis à agressões:
CAUSAS DAS LESÕES
Hipóxia ou anóxia:
Privação de oxigênio;
HIPÓXIA ESTAGNANTE
Diminuição ou
interrupção de fluxo
sanguíneo;
Isquemia;
Interrupção da irrigação sanguínea ;
HIPÓXIA HIPÓXICA
Baixa tensão de O2 no sangue circulante;
Diminuição de trocas gasosas nos pulmões;
Causas:
Ar com pouco oxigênio;
Lesão pulmonar;
HIPÓXIA ANÊMICA
Biaxa tensão de oxigênio no sangue;
Diminuição da capacidade de transporte de oxigênio
pelo sangue;
Anemias graves, envevenamentos cianetos ou nitrato e
nitrito;
CONSEQUÊNCIAS DA HIPÓXIA
Falta O2, age sobre mitocôndria, diminui síntese de ATP;
Bloqueio do transporte ativo de íons sódio e potássio;
Retenção de água e tumefação celular;
Indução de glicólise anaeróbica:
Metabolismo anaeróbico: glicogênese: ácido láctico: diminui
PH:lesão membrana lisossomo: liberação de enzimas lis.:
autólise;
Deslocamento de ribossomos:
Reduz sintese proteíca: acúmulo intracelular de lipídios e
cessação de atividades metabólicas;
LESÕES REVERSÍVEIS
Injúria celular reversível (Robbins et alii, 1986; Slauson &
Cooper, 1984);
Degeneração e infiltração (Denominações clássicas);
Distrofias (Dahme & Schröder, in Kitt & Schulz, 1985);
LESÕES REVERSÍVEIS
Alterações do metabolismo celular ou tissular,
usualmente reversíveis (ainda que o ponto de não
retorno seja indefinido e o grau de reversibilidade varie
conforme o tipo e a intensidade do processo) ocorrendo
perda da habilidade de manter o estado de homeostase
normal ou adaptado;
Acrescentar o sufixo "OSE" ao termo designativo do
órgão ou tecido afetado;
DIFERENCIAL ENTRE
DEGENERAÇÃO E INFILTRAÇÃO
Degeneração: Célula lesada, em hipobiose, não metaboliza os
metabólitos que normalmente recebe, com consequente
acúmulo dos mesmos patologicamente no citoplasma;
Infiltração: Célula normal, que submetida a um excessivo
aporte de metabólitos (que ultrapasse sua capacidade de
metabolização), apresenta no seu citoplasma um acúmulo
patológico destes metabólitos;
CLASSIFICAÇÃO
Os processos degenerativos e
infiltrativos podem ser agrupados
e classificados de acordo com a
natureza química da substância que
se acumula na célula e/ou interstício
lesados (Critério de LETTERER);
TUMEFAÇÃO CELULAR AGUDA
Hidropsia celular, Edema
intracelular
Acúmulo intracelular de água (hiperhidratação celular), consequência de desequilíbrios no controle do gradiente osmótico à
nível de membrana citoplasmática e nos mecanismos de absorção e eliminação de água e eletrólitos intracelulares;
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TUMEFAÇÃO TURVA
Tecido opaco;
Acúmulo intracelular de água e migração de Ca+ para
interior;
Tumefação turva ou Degeneração granular ou
Degeneração albuminosa ou ainda grânulo-albuminosa;
Distribuição do excesso de água é homogênea;
Mais precoce, mais aguda, mais comum, mais reversível,
menos grave e por vezes confundida com autólise;
DEGENERAÇÃO HIDRÓPICA
Degeneração hidrópica ou vacuolar ou balonosa ou
ainda globulosa;
Água acumulada disposta em compartimentos no
citoplasma da célula;
Estágio mais avançado da mesma tumefação turva;
CARACTERÍSTICAS
MACROSCÓPICAS
Aumento de volume e peso da víscera (tumefação,
cápsula tensa, consistência pastosa, superfície de corte
proeminente);
Palidez (compressão vascular pelas células tumefeitas)
e/ou coloração acinzentada clara (lembrando o aspecto
de "cozido");
CARACTERÍSTICAS
MICROSCÓPICAS
Exame à fresco:
Citoplasma opaco, granuloso, turvo, refringente ("efeito
tyndal");
Transparência diminuída mascarando o núcleo (Razão
para o batismo com o termo "Tumefação turva", por
VIRCHOW);
CARACTERÍSTICAS
MICROSCÓPICAS
Exame de rotina:
Aumento do volume celular, com alteração da proporção
citoplasma/núcleo e vacuolização citoplasmática que aumenta de
volume, frequência e intensidade de acordo com o estágio da
lesão;
Tumefação turva: vacúolos (organelas distendidas ou rompidas)
pequenos;
Degeneração hidrópica vacuolar: água compartimentalizada;
Pode ocasionar ruptura celular (necrose coliquativa, base para a
formação de vesículas nas viroses epiteliotrópicas vesiculares);
CARACTERÍSTICAS ULTRAESTRUTURAIS
Tumefação mitocondrial e cristólise (com diminuição da
fosforilação oxidativa e da síntese de ATP);
Dilatação das cisternas e fragmentação do Retículo
Endoplasmático e do Complexo de Golgi, lise do protoplasma
(Ý citosol);
Perda das especializações superficiais da membrana celular
(cílios, microvilosidades, desmossomos) e alteração nos
contornos celulares, desagregação ribossômica do RER (com
diminuição da síntese protéica);
Ruptura da membranas formando as "Figuras de Mielina" no
citosol;
Tumefação e ruptura lisossomica e / ou formação de
autofagossomas;
CAUSAS
Hipóxia, infecções bacterianas e virais, hipertermia,
intoxicações endógenas e exógenas, etc;
LOCAIS MAIS AFETADOS
Pele, mucosas, túbulos renais, pelve, ureteres,bexiga,
álveolos e endotélios;
Vesiculação do epitélio;
LESÃO POR REPERFUSÃO
Liberação abrupta de radicais livres por chegada de o2;
AGENTES QUÍMICOS
Substâncias tóxicas;
Venenos;
Toxinas;
Ação:
Direta;
Indireta;
LESÕES POR RADICAIS LIVRES
Reações catalíticas;
Inflamações;
Ações:
Peroxidação de lipídios de
membranas;
Modificação de proteínas;
Lesões no DNA;
Destruição de radicais:
Antioxidantes;
Enzimas;
OUTRAS CAUSAS DE LESÃO
Agentes físicos;
Agentes infecciosos;
Distúrbios genéticos;
Distúrbios nutricionais;
INFILTRAÇÃO GLICOGÊNICA
Acúmulo anormal intracelular de glicogênio, reversível,
consequência de desequilíbrios na síntese ou
catabolismo do mesmo;
Pouco significativas. Sem lesão aparente
macroscopicamente ou um discreto aumento de volume
e palidez;
INFILTRAÇÃO GLICOGÊNICA
Único carboidrato evidenciável histologicamente;
INFILTRAÇÃO GLICOGÊNICA
Rins: "Nefrose glicogênica" (ou de ARMANNI-EPSTEIN);
HE: vacúolos citoplasmáticos semelhantes aos das
Degenerações hidrópica ou vacuolar e/ou da esteatose;
INFILTRAÇÃO GLICOGÊNICA
Colorações especiais: grânulos intracitoplasmáticos,
principalmente nas células epiteliais da porção distal dos túbulos
contornados proximais e, as vezes, na porção ascendente da Alça
de Henle;
No fígado: infiltração intracitoplasmática e intranuclear ("núcleos
perfurados da diabete" ou "Infiltração glicogênica de ASKANAZY");
CARACTERÍSTICAS
ULTRAESTRUTURAIS
O glicogênio aparece na forma de "Rosetas
citoplasmáticas" ou no interior de fagossomos;
CAUSAS
Hiperglicemias: Alimentares, por lesão no SNC por narcóticos, por
adrenalina ou glucagon ou aloxane, por hiperadrenocorticismo ou
por diabete melito;
Glicogenoses ou tesaurismoses glicogênicas ou ainda doença do
armazenamento do glicogenio: 6 síndromes de origem genética
(geralmente gen autossômico recessivo ou gen ligado ao
cromossoma X) determinando deficiências de enzimas que
condicionarão defeitos na síntese e/ou na degradação do
glicogenio;
Exemplos:
Doença de VON GIERKE [I] - Deficiência de Glicose 6 Fosfatase; Doença de POMPE
[II] - Deficiência de Amilo 1-4 Glicosidase ou de Glicosidase lisossomica; Doença de McARDLE [V] - Deficiência de Fosforilase muscular;
MECANISMOS
Diabete melito e demais hiperglicemias;
Glicogenoses;
Defeito na síntese ou na degradação do glicogenio
determinando:
Forma anormal de glicogenio sintetizada não consegue ser
metabolizada;
Falta uma ou mais enzimas que metabolizem o glicogenio normal;
INFILTRAÇÃO GORDUROSA
Presença de adipócitos no estroma;
Órgãos ou tecidos que normalmente não tem;
Marmoreio;
Idosos e obesos;
ESTEATOSE
Acúmulo anormal reversível de lípideos no citoplasma
de células parenquimatosas (principalmente de túbulos
renais, hepatócitos, e fibras do miocárdio - células que
normalmente metabolizam muita gordura);
Formando vacúolos (pequenos e múltiplos ou único e
volumoso) em consequência de desequilíbrios na
síntese, utilização ou mobilização;
Metamorfose gordurosa, deposição ou transformação
gordurosa, "degeneração e infiltração gordurosa",
adipose degenerativa, lipofanerose e lipose celular
TRIGLICERÍDEOS NO CITOPLASMA SEM SER ADIPÓCITOS
Características macroscópicas
Aumento de volume,diminuição de consistência (órgão mais
pastoso), aumenta friabilidade e amarelamento, além da presença de
gorduras emulsionadas na faca ao corte;
Fígado: aumento de volume e peso (as vezes de 1,5 para 3 a 6 Kg, no
ser humano) com bordas abauladas e consistência amolecida,
coloração amarelada, superfície externa lisa e brilhante, e superfície de
corte untuosa, sem marcação lobular;
Coração: músculos papilares, determinando o aparecimento de listas
amareladas ("tipo coração tigrado") quando focal. Todo amarelado e
flácido quando difusa;
Rins: aumento de volume, palidez e amarelamento;
Características microscópicas
Vacuolização citoplasmática;
Hepatócitos: Vacúolos pequenos e múltiplos (fase mais precoce)
que podem se coalescer formando um único e
volumoso, deslocando o núcleo para a periferia ("Célula em anel
de sinete"), as vezes levando inclusive à ruptura celular formando
os "Cistos gordurosos“;
Quando afetando a região periportal e justasinusoidal, não tem
significado ou está associado à tóxicos;
Quando periacinar ("centrolobular") decorre geralmente de hipóxia
e quando panlobular é causada principalmente pela diabete
canina e acetonemia bovina;
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Características microscópicas
Epitélio dos túbulos renais e nas fibras do miocárdio: pequenos e
múltiplos;
No processamento de rotina (e utilizando-se de HE), o álcool e o
xilol dissolvem os lípides tornando o lipossomo um vacúolo vazio
(espaço claro = imagem negativa do lípide). Para confirmação do
lípide intracelular o melhor é usar microtomia de congelação e
corantes lipossolúveis como:
Sudam III - laranja avermelhado;
Sudam IV - Vermelho escarlate;
Ácido ósmico - negro;
Sulfato azul do Nilo - Violeta azulado (predomínio de ácidos graxos) ou
violeta avermelhado (predomínio de gordura neutra);
CARACTERÍSTICAS ULTRAESTRUTURAIS
"Lipossomos" = pequenos grânulos densos, as vezes em
contato com o RE, que podem se coalescer formando
"lipossomos gigantes“;
ETIOPATOGENIA
Lipólise excessiva;
Hipóxia;
Substâncias e plantas tóxicas;
Esteatose miocardíaca: Intoxicações, leucemias, anemia
aplástica, difteria;
Esteatose renal: Hiperlipemias, intoxicações principalmente por
tetracloreto de carbono (Cl4C) e plantas tóxicas;
ESTEATOSE HEPÁTICA
Interferência com a dispersão micelar das gorduras
intracitoplasmáticas: (discutível, JONES & HUNT, 1983);
Por Deficiência de fosfolípides e/ou de proteínas: por
destruição enzimática (ex: fosfolipase do Clostridium welchii)
ou por intoxicação (CL4C).
Por deficiência de aminoácidos lipotróficos (metionina, inositol,
colina, propriotenina, vitamina B12 e ácido fólico): que
determinarão ß da síntese de fosfolipídeos e Ý da esterificação
de ácidos graxos em triglicérides.
Por hipóxia, deficiência protéica na dieta, ou por excesso de
colesterol e gorduras na dieta.
ESTEATOSE HEPÁTICA
Aumento quantitativo da gordura intracelular sem
aumento correspondente de fosfolípides e proteínas:
Por aumento da síntese lipídica a partir de acetatos ou pela
esterificação dos ácidos graxos em triglicérides por Ý dos alfa
glicerofosfatos;
Por aumento do aporte de lípides nas dietas hiperlipemicas ou
por mobilização excessiva de lípides do tecido adiposo (na
diabete canina, acetonemia bovina, corticoidoterapia.
intoxicação alcóolica, inanição, dietas policarenciais
["Kwashiokor"] e doenças consumptivas (Tbc, Ca);
ESTEATOSE HEPÁTICA
Bloqueio na utilização de lípides:
Por interferência na conversão de ácidos graxos em fosfolipídeos (na
deficiência de aminoácidos lipotróficos e/ou síntese de proteína
aceptora de lípides ["Apoproteína"] como conseqüência do
desacoplamento ribossômico no RE [nas intoxicações por toxinas,
Cl4C, P, Puromicina, Etionina, Tetraciclina, etc);
Por bloqueio na utilização e oxidação de lípides por interferência com
co-fatores essenciais para a oxidação de ácidos graxos de cadeia
longa [Carnitidina favorece a penetração de ácidos graxos nas
mitocôndrias, onde ocorre a oxidação][Toxina diftérica e fitotoxinas];
Por bloqueio na união lípide - apoproteína ou na secreção de
lipoproteínas do hepatócito [ácido orótico];
ESTEATOSE HEPÁTICA
Envolvido no metabolismo de lipídeos;
AGL transformado em triglicerideos;
Apenas transportados para fora se forem transformados
em apoproteína;
OUTROS ACÚMULOS INTRACELULARES
NÃO ESTEATÓTICOS DE LÍPIDES:
Lipidoses:
Lipofagia macrofagocitária: "Células esponjosas" (em necroses);
Lipoidose arterial: Colesterol nas fibras lisas da íntima de grandes
artérias na aterosclerose;
Xantomatose: Colesterol e ácidos graxos nos histiócitos
formando nódulos ou placas no tecido subcutâneo e
tendões;
Lipidoses Generalizadas: Desvios metabólicos congênitos,
caracterizados pela deposição intracelular de lípides
complexos, afetando principalmente as células do SNC
coração, rins, retina, etc..., em conseqüência de ausência de
enzimas lisossomicas responsáveis pela correta
metabolização (refletem mutações em muitos loci).
Exemplos: Esfingoliposes, gangliosidoses;
TRANSFORMAÇÃO OU
"DEGENERAÇÃO" MUCÓIDE
Alteração Mixomatosa, Transformação ou
Entumescimento Mucóide (ou da Substância
Fundamental), Edema Mucoso, ou ainda Distrofia
Mucosa do Tecido Conjuntivo;
TRANSFORMAÇÃO OU
"DEGENERAÇÃO" MUCÓIDE
Alteração real ou aparente da Substância Fundamental Amorfa,
que se apresenta entumecida, basófila, metacromática, com
dissociação das fibras colágenas, e com fibroblastos
apresentando núcleos hipercromáticos e estrelados;
Devido ao aumento da síntese ou à despolimerização incipiente
resultando no aparecimento de material de aspecto mucóide;
Processo agudo e reversível, sendo encontrado mais
freqüentemente nos ligamentos, tendões, meniscos, duramater
espinhal;
Hiper e hipotireoidismo (com formação do "Mixedema" na
derme);
TRANSFORMAÇÃO OU
"DEGENERAÇÃO" MUCÓIDE
Histoquímica:
PAS amilase negativa (diferencial com Infiltração Glicogênica),
Azul de Metileno Policromo, Azul de Toluidina em pH 3,5 e Azul
de Alcian;
Degeneração Mucóide Epitelial
Aumento intracelular e/ou intersticial de mucinas e
mucopolissacárides neutros (Eosinofilia! ¹ do conceito clássico);
Em conseqüência do aumento da função secretora dos epitélios
mucíparos, vistos nas inflamações agudas catarrais dos sistemas
respiratório, digestório e genital; ou nas neoplasias
mucossecretoras (Carcinoma colóide, cistadenoma e
cistadenocarcinoma mamários e gastrointestinais) onde a falta deacesso aos ductos resultam em acúmulo intracelular ("Célula em
anel de Sinete!") ou mesmo intersticial de mucina;
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Atrofia Serosa ou Mucosa da
Gordura
A inanição prolongada ou doença crônica caquetizante ocasiona a
mobilização das gorduras corporais determinando a
"Saponificação nos adipócitos", principalmente nos sulcos
coronarianos, nos músculos esqueléticos, no mesentério e no
omento;
Estes tecidos tendem a assumir um aspecto macroscópico
gelatinoso, translúcido, aquoso e mucoso característico;
Microscopicamente: proliferação de tecido conjuntivo de
características embrionárias, com matriz basófila (MPS Ac) e
fibrilas em arranjos cruzados além de fibroblastos com núcleo
hipercromático estrelado;
PROTEÍNA- HIALINA
Qualquer alteração intra ou extra
celular com aparência vitrea,
homogênea e eosinofílica
(rosada);
Proteína na forma de gotículas
arredondadas eosinofílicas no
citoplasma ou núcleo;
PROTEÍNA- HIALINA
Tubulos contorcidos proximais em proteinúria;
Reabsorção por pinocitose;
PROTEÍNA- HIALINA
Plasmócitos produzindo IG;
Corpúsculo de Russel;
PROTEÍNA- HIALINA
Intestino de leitões;
Corpúsculos de inclusão;
HIALINA EXTRACELULAR
Produzida na célula e armazenada externamente;
Fibrina;
Cicatrizes antigas;
DEGENERAÇÃO POR AMILOIDE
Amiloidose;
Acúmulo anormal de proteínas amiloides nos tecidos e órgãos do
corpo;
Interfere na função normal das células e pode levar à
degeneração tecidual;
Distúrbio imunológico;
DEGENERAÇÃO POR AMILOIDE
Microscopia:
Substância extracelular amorfa, eosinofílica e hialina
comprimindo e causando atrofia nas células vizinhas;
OBRIGADA!