Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

1) Puérpera (06H após o parto) de parto vaginal apresenta ao exame clínico obstétrico 
pressão arterial de 160x100 mmHg, pulso de 94 BPM, lóquios fisiológicos, cefaleia frontal, 
apresentou durante o pré-natal Doença hipertensiva específica da gestação leve sendo 
equilibrada por alfa-metildopa. Qual a medicação a ser prescrita? 
 
 
2) Gestante primigesta chega na emergência da maternidade com pressão arterial de 
200/110mm/hg, pulso 99 bpm, incursões respiratórias de 28 por minuto. Relata vista turva e 
epigastralgia 35 semanas gestacionais pela primeira usg 34 semanas gestacionais pela 
regra de naguelle fundo uterino de 36 cm. Mucosas algo ictéricas últimas consultas de pré 
natal há 32 dias sem relato de hipertensão até então. Qual a conduta? 
 
3) O sulfato de magnésio é utilizado na pré eclâmpsia severa, e ou na eclâmpsia. Qual a 
sua ação medicamentosa? 
 
4) Gestante chega à maternidade com pressão arterial de 200/120 MMHG, em uso de 
alfametildopa em dosagem plena relatando epigastralgia e visão turva. Diagnostico e 
conduta? 
 
5) Quais são os exames de rotina na admissão da gestante em trabalho de parto 
fisiologico? Quais os exames de rotina na internação de gestante com doença hipertensiva 
na gestação? 
 
 
6) A doença hipertensiva especifica da gestação tem 3 elementos clinicos e laboratorial 
para o seu diagnóstico. Quais são? 
 
7) Gestante com 35 semanas dá entrada na maternidade com pressão arterial de 190 x 120 
mm/hg relatando epigastralgia, cefaleia (pan), diplopia e mal estar. Está em 시 uso de 
alfametil-dopa (dosagem plena), hidralazina (50 mg/ dia). Qual a conduta? 
 
 
8) Quais os exames de rotina para uma paciente com DHEG? 
 
 
9) Gestante hipertensa 200/120 mmHg com 36 semanas realiza exame de cardiotocografia 
basal cujo resultado revela traçado de padrão liso ou terminal A ausculta dos BCF mostra 
140 bpm. Refere dor epigástrica em barra, turvação visual com pontos luminosos. Queixa-se 
também de náuseas. Qual a hipótese diagnóstica e a droga utilizada no seu tratamento, 
qual a conduta obstétrica? 
 
10) Paciente gestante com 35 semanas de entrada na maternidade com turvação visual, 
dor epigástrica em barra, náuseas, escotomas cintilantes e edema generalizado. 
Metrossístoles ausentes. BCF: 136 bpm. Gesta 1 para 0. PA: 180X110 mmHg. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
 
B) Qual o tratamento obstétrico? 
 
 
 
 
11) Paciente gestante com 38 semanas chega a maternidade com queixas de cefaleias, 
escotomas Mg 504 e hichalazinacintilantes, dor epigástrica em barra, turvação visual. 
Hipertensa PA 180/110, em tratamento para doença hipertensiva especifica da gravidez, 
fazendo uso de metil dopa 250 mg 8/8 horas e hidralazina 50mg 8/8 horas. Qual hipótese 
diagnóstica e conduta obstétrica? 
 
 
 
12) Gestante primigesta é atendida na maternidade com idade gestacional de 34 
semanas, sem uso de medicações, apresentando PA= 180 x 120 mm/Hg, com leve turvação 
visual, nega escotomas cintilante e cefaleia. Neste caso, além de proteinúria de 24 horas, 
que outros exames devem ser solicitados? 
A) Coagulograma, ECG, fosfatase alcalina, hemograma 
B) Bilirrubinas, transaminases, hemograma, função renal 
C) Fosfatase alcalina, ECG, função renal, hemograma 
D) Função renal, hemograma, coagulograma e fosfatase alcalina 
 
13) Em pacientes com pré- eclâmpsia grave, o diagnóstico de sindrome HELLP completa é 
confirmado quando encontramos: 
A) Leucocitose, hemólise e trombocitopeni 
B) Leucocitose, CIVD. Proteinúria 
C) Hemólise, trombocitopenia enzimas elevadas e hepáticas 
D) Hemoconcentração, oligúria e enzimas hepáticas elevadas 
 
14) Na prevenção e tratamento da crise convulsiva da eclâmpsia e da crise hipertensiva 
normalmente associada a esta patologia, devemos empregar como drogas de eleição: 
A) sulfato de magnesio e nifedipina 
B) sulfato de magnésio e hidralazina 
C) difenilhidantoina e hidralazina 
D) carbamazepina e nifedipina 
E) Diazepam e metildopa 
 
15) Qual a função do sulfato de magnésio na pré-eclâmpsia? 
 
16) Qual a droga de escolha para gestante hipertensa no pré-natal? 
 
17) Qual droga de escolha na crise hipertensiva? 
 
18) Como é administrada a hidralazina? 
 
19) Gestante de 34 semanas, deu entrada na unidade com quadro hipertensivo, 160x100. 
Qual a conduta? 
 
ABORTAMENTO E SANGRAMENTOS DE PRIMEIRO TRIMESTRE 
1) Gestante da entrada na maternidade com 18 semanas gestacionais. Ao realizar USG 
apresenta ausência dos batimentos cárdio fetais. Conduta? 
 
 
2) Abortamento inevitável em uma gestante de 6 semanas. Qual a conduta? 
 
3) O que é ovo cego? 
 
 
4) No abortamento retido com 12 semanas gestacionais qual a conduta a ser adotada 
quando o colo se encontra fechado? 
 
 
5) Gestante com 6 semanas gestacionais relata traços de sangue em casa. Ao realizar 
fechamos o diagnostico de aborto. Qual a conduta? 
 
 
6) Gestante com 6 semanas chega a maternidade com colo fechado e sangramento em 
"dedo de luva". Faz ultrassonografia na unidade e apresenta ausência de batimentos cárdio 
fetais. Qual a conduta? 
 
 
7) Gestante com 7 semanas chega a maternidade com vômitos, defesa abdominal, traços 
de sangue ao toque, pressão arterial de 100 x 60 mm/hg, pulso de 130 bpm. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
8) Paciente com 6 semanas de gestação dá entrada na maternidade com dor em baixo 
ventre, sangramento em dedo de luva, apresenta dor com irradiação em hipocôndrio 
direito e sinais de irritação peritoneal. Hemodinamicamente estável. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
 
9) Paciente da entrada na maternidade com dor abdominal (a descompressão súbita) 
com irradiação ao ombro direito, teste positivo (fração beta do hormônio gonadotrófico). 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
10) Paciente dá entrada na maternidade trazida pelo SAMU em choque hipovolêmico. 
Apresenta exame beta hcg positivo. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
11) Paciente chega ao pré natal na 21ª semana de gravidez com queixas de abortamentos 
tardios de repetição (gesta 5, para 1, aborto 3). Refere que todos os fetos nasceram mortos, 
edemaciados. Exames: glicemia 91, hto 36, leucometria 8700, eas: 1 a 3 piócitos por campo. 
Grupo sanguíneo: b neg. Toque: colo uterino fechado. Ausência de sangue a luva. Medida 
do colo uterino ao usg: 4,0 cm. Coombs indireto 1/32. 
Diante do exposto, qual a melhor conduta para o caso? 
A) Coombs indireto de 4/4 semanas para avaliação fetal. 
B) Emprego de imunoglobulina anti rh para evitar iso imunigação. 
C) Realização de cirurgia de cerclagem do colo uterino antes de novo episódio 
D) Realização de dopplervelocimetria fetal para avaliação do comprometimento deste 
E) Realização de teste de kleihauer. 
 
12) Gestante 18 semanas da entrada com bcf negativo no ultrassom, colo fechado. Qual 
conduta? 
 
13) Paciente com dor a descompressão, sinais de choque, atraso menstrual de 2 meses. 
Qual conduta? 
 
14) Podemos pesquisar a presença de incompetência ístmico-cervical, quando no exame 
de ultrassonografia ocorre o encurtamento do colo uterino para: 
A) Mais de 4,0 cm 
B) Menos de 4,0 cm 
C) Menos de 2,5 cm 
D) Mais de 2,5 cm 
 
15) Qual a diferença clínica entre o abortamento incompleto e o completo? 
 
16) Quais as principais causas de abortamentos de repetição? 
 
17) Durante uma consulta pré-natal, paciente com 12 semanas, refere que esta é sua 
quarta gestação e que nas anteriores apresentou perda fetal quando atinge 5 meses de 
gravidez. Relata que os fetos nascem vivos, geralmente após a rotura da bolsa amniótica. O 
pré-natalista solicita á paciente exame de ultrassonografia que evidencia encurtamento do 
colo uterino pra 2,0 cm. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
 
18) Gestante com 6 semanas chega a maternidade com colo fechado e sangramentoem 
"dedo de luva". Faz USG na unidade e apresenta ausência de BCF, Qual a conduta? 
 
19) Paciente da entrada na maternidade com amenorréia de aproximadamente 2 meses 
com quadro de abdome agudo. ВЕТА НCG +. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
PUERPÉRIO 
1) No puerpério a palpação uterina se torna fácil de maneira a podermos identificar o 
globo de segurança de pinard. 
A) Explique o que é o globo de segurança de pinard; 
B) Qual a mudança anatômica que facilita essa palpação? 
 
2) Paciente com 28 semanas gestacionais, primigesta, rh -, esposo rh +, coombs direto 
negativo puerpério de 28 hs. Qual a conduta? 
 
3) Qual a importância do rh negativo no puerpério? 
 
4) Uma puérpera de parto vaginal com fórcipe e episiotomia há 7 dias refere febre e 
sangramento vaginal aumentado e com odor fétido há dois dias. Ao exame físico 
apresenta-se em regular estado geral, prostada, t. Ax 38,7°, pulso radial com 110 bpm, pa: 
110/60 mmhg. O fundo uterino encontrasse à 2 dedos acima da cicatriz umbilical, doloroso 
à palpação e discretamente amolecido. Presença de lóquios aumentados e com aspecto 
purulento. Pergunta-se: 
A) Qual a principal hipótese diagnóstica? 
B) Diante deste diagnóstico, qual é a antibioticoterapia padrão ouro para o caso? 
C) Após o início do tratamento a paciente apresentou melhora do quadro infeccioso, mas 
manteve surtos de febre e calafrios. Nesta situação, qual a possível hipótese diagnóstica? 
 
5) Uma das etapas obrigatórias no pós-parto imediato é a revisão da face materna 
placentária. Qual o objetivo? 
 
7) Descreva o mecanismo da Hemostasia Viva de Pinard. 
8) No puerpério fisiológico (24h) como iremos encontrar o útero ao exame físico. 
 
9) Qual a melhor prevenção da mastite? 
 
12) Puérpera de 18 horas com rh - e pai com rh -. Qual a conduta? 
 
13) Puérpera de 23 horas pós parto vaginal apresenta lóquios de aspecto rutilante com 
útero acima da cicatriz umbilical, pressão arterial de 70/40 mm/hg, pulso de 121 bpm, 
mucosas hipocoradas. Qual a conduta? 
 
 
14) Puérpera de parto normal ocorrido há 10 dias, chega ao pronto socorro com febre de 
38° C, dor abdominal, fácies tóxica. Apresenta-se no local da episiotomia com rubor, calor, 
drenando secreção com odor fétido pela ferida operatória. Pergunta-se: 
A) Hipótese diagnostica. 
B) Conduta clínica e cirúrgica. 
 
15) Cite os principais tipos de infecções puerperal: 
 
16) Paciente chega ao pronto socorro relatando parto normal há 4 dias. Refere dor pélvica, 
falta de apetite. Apresenta-se com febre (38°) e secreção acastanhada com odor fétido no 
canal vaginal. Toque vaginal: colo dilatado, com sub involução uterina. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
 
B) Qual a conduta? 
 
17) Paciente multípara, com 24 horas pós parto, apresentasse com temperatura axilar de 
37,4 C, FC: 85 bpm, fundo de útero na cicatriz umbilical, colo dilatado para 2cm, lóquios 
vermelhos e leucócitos: 20.000 sem desvio. 
A) Qual a principal hipótese diagnóstica? 
B) Qual a conduta a ser orientada para a paciente? 
 
18) O principal agente etiológico envolvido na mastite puerperal é: 
A)Staphylococcus aureus. 
B) Streptococcus beta hemolítico 
C) Enterococo 
D) Klebsiella 
 
19) O principal fator de risco associado com a endometrite puerperal é: 
A) Infecção pelo HIV 
B) Extração manual da placenta Cesariana 
C) Cesariana. 
D) Obesidade 
 
20) O fator de predisposição mais comum para infecções do trato urinário adquiridas no 
hospital é: 
A) procedimento cirúrgico. 
B) utilização de antibióticos 
C) idade cateterismo vesical 
D)Cateterismo vesical 
E) diabetes mellitus 
 
21) Como você orientaria uma puérpera sobre a prevenção de mastite e anticoncepção? 
 
22) Puérpera, 24 horas pós-parto apresentou 1 episódio de febre há 2 horas atrás. Qual a 
conduta? 
 
 23) Puérpera, 48 horas pós-parto, apresenta sangramento em sangue vivo. Qual a 
conduta? 
 
 
TRABALHO DE PARTO 
1) Gestante de 29 semanas gestacionais (g i, p 0, a 0) é admitida com 5 cm de dilatação 
com metros sístoles esparsas com duração fugaz ao exame especular apresenta um colo 
com aspecto tracomatoso (com sangramento em dedo de luva) apresenta líquido 
amniótico de aspecto claro sem a presença de grumos. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
2) Gestante com 16 à com 16 anos, g I p 0, compareceu maternidade com queixas de 
perdas líquidas vaginais. Nega outras queixas. Pela realização de exame de ultrassonografia 
de primeiro trimestre encontra-se no momento com 35 semanas e 6 dias realizou-se exame 
especular sendo visualizada a saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo 
uterino. Pergunta-se: 
A) Qual a principal hipótese diagnóstica? 
B) Cite 3 fatores de risco para o caso acima. 
 
C) Diante deste diagnóstico, qual a conduta a ser indicada? 
 
3) Paciente gesta 3, para 2, procura o serviço de emergência de uma maternidade 
apresentando perda líquida vaginal há três horas. Refere estar com 33 semanas de 
gravidez. Nega dores abdominais e refere que seu bebê está se movimentando bem. 
Pergunta-se: 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual os exames a serem utilizados para avaliação das condições maternas e fetais de 
vitalidade? 
C) Qual a conduta preconizada para o caso? 
 
4) Gestante de 40 semanas e 4 dias (pela ultrassonografia realizada no primeiro trimestre da 
gestação), 40 semanas e 5 dias pela data da (última menstruação) G3-P2-А- 0, duas 
primeiras gestações por parto cesáreo, relata dor em baixo ventre. Ao exame físico 
apresenta colo alto posterior, altura de fundo de útero de 42cm, batimentos cárdio fetais de 
142bpm. Na terceira etapa da manobra de Leopold apresenta edema em região ístmica. 
TP 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
 
 
5) A rotura prematura das membranas ovulares é responsável por 1/3 dos partos pre- termos 
e contribui para o aumento da mortalidade perinatal. No manejo da rotura prematura das 
membranas ovulares, deve-se: 
A)avaliar a possibilidade de placenta prévia total, quando a perda de líquido amniótico é 
acompanhada por sangramento (hemoámnio) 
B) adotar conduta expectante, instituir tocolíticos e corticoterapia para a maturação 
pulmonar, quando a rotura ocorrer até a 22 semana de gestação 
C) realizar o toque vaginal ao menos 1 vez a cada dois dias para avaliar as condições do 
colo uterino quando a rotura ocorrer entre a 24ª e 33% semanas de gravidez 
D) realizar a indução do parto quando a idade gestacional for superior a 34°/35º semanas 
E) acompanhar o índice do volume do líquido amniótico com amniocentese 
 
6) O trabalho de parto é uma síndrome, quais os 3 elementos que compõem essa síndrome 
ao exame obstétrico? 
 
7) Gestante com 37 semanas chega na maternidade com colo dilatado para 3cm, longo, 
posterior, com feto não insinuado e fundo uterino de 39cm, sem perdas líquidas. Ao realizar 
CTG encontramos metros sístoles irregulares e batimentos cardíacos fetais de 199 ВРМ. 
Conduta? 
 
8) Você está na admissão e a gestante relata que veio a maternidade porque esta com 
41/42 semanas is (g ii pоa i). Ao avaliar os exames complementares e ao examina-la 
encontra bcf + 140 bpm, altura de fundo uterino de 38 cm, colo algo posterior e algo 
apagado. Confirma a informação da paciente, que no momento relata não estar sentindo 
nada. Qual a conduta? 
 
10) Gestante com 41/42 semanas chega à maternidade sem queixas solicita avaliação do 
curso gestacional. Após avaliação da idade gestacional pela ultrassonografia realizada 
com 7 semanas confirmamos a idade gestacional referida. Ao exame físico encontramos 
altura do fundo uterino com 48 centímetros colo fechado sem perdas e feto flutuante. Qual 
a conduta? 
 
11) Gestante com 39 semanas, gesta 5, para 4 (1 cesárea e 3 partos normais), aborto 0, 
encontra-se há 18h em trabalho de parto. Paciente com planejamentofamiliar realizado 
para possível laqueadura tubária. Na avaliação do partograma, encontra-se com 
dilatação do colo uterino de 8,0 cm há 4h e a apresentação fetal está no plano -2 de dele. 
Paciente com fáscies de sofrimento, metros sístoles presentes, intensas, e muito dolorosas. 
Evidencia-se a palpação dos ligamentos redondos. Subitamente a paciente apresenta 
quadro de dor aguda lancinante e percebe-se a parada das contrações uterinas com a 
melhora acentuada da dor. Toque vaginal: não se consegue palpar a apresentação fetal e 
a ausculta dos batimentos cárdio fetais é duvidosa. Paciente começa a apresentar palidez 
cutâneo mucosa e sangramento vaginal. Foi submetida a cesariana de urgência. Pergunta-
se: 
A) Qual a hipótese diagnóstica? 
 
B) Explique a parada das contrações e a não identificação da apresentação fetal. 
C) Qual a conduta obstétrica mais bem indicada para o caso durante a realização da 
cesariana, visando o futuro reprodutivo e novas complicações? 
 
12) Gestante com 39 semanas g iii pii a o. Chega à maternidade com 2 cm de dilatação 
bolsa integra apresentação cefálica com feto insinuado e metros sístoles com duração de 
60". Realiza cardiotocografia onde apresenta bcf de 99 batimentos por minuto. 
A) Qual a hipótese diagnostica? 
B) Qual a conduta? 
 
15) Paciente gestante com 38 semanas chega na maternidade com queixa de perdas 
liquidas vaginais (bolsa estourou). Qual exame inicial deve ser feito para a confirmação 
diagnóstica tendo em vista não dispor o médico de ultrassonografia? 
 
16) Qual a diferença entre contração de Braxton Hicks e as metros sístoles do trabalho de 
parto? 
 
18) Qual a diferença entre primípara e a secundípara no que tange ao trabalho de parto 
quanto a dilatação do colo uterino? 
 
19) Gestante da entrada na maternidade em período expulsivo com feto morto de 25 
semanas. A declaração de óbito é responsabilidade de quem? 
 
20) Gestante com 28 semanas de gravidez, sem pré-natal chega à emergência da 
maternidade dor abdominal, duas contrações uterinas em 10 minutos e disúria. No exame 
de toque vaginal evidencia-se a presença de colo uterino dilatado para 7,0 cm. BCF: 140 
bpm. EAS: 35 piócitos por campo. Presença de cilindros piocitários. Hematócrito 32% Hb: 
10.6. 
A) Hipótese diagnostica. 
B) Conduta para o caso: 
 
21) Em qual manobra de Leopold conseguimos identificar as contrações? 
 
22) Durante o trabalho de parto através de qual manobra de Leopold conseguimos achar o 
foco de ausculta?] 
 
23) No pré-parto, paciente com 5cm de dilatação, feto insinuado, bolsa integra, contrações 
1 em 12 minutos. Paciente apresenta sinal de Bandl. Qual conduta? 
 24) Num trabalho de parto, a altura da apresentação estando a -1cm da espinha ciática, 
estamos nos referindo ao plano de: 
A) Jacob-Dublin 
C) De-Lee Hodge 
D) Simpson 
 
25)Numa gestante a identificação de esfregação vaginal em aspecto de folha de 
samambaia numa observação microscópica sugere: 
A) Ovulação 
B) Infecção Amniorrexe prematura 
D) Ameaça de abortamento 
 
26) Gestante em trabalho de parto apresenta insinuação com o osso parietal anterior. Trata-
se de caso de: 
A) Sinclitismo 
B) Assinclitismo anterior 
C) Assinclitismo posterior 
D) Restituição 
 
27) A relação das partes fetais entre si denomina-se: 
A) Apresentação 
B) Atitude 
C) Posição 
D) Insinuação 
 
28) Defina tríplice gradiente descendente. 
 
 
29) A segunda etapa da manobra de Leopold tem quais finalidades práticas? 
 
 
30) Podemos enumerar como sinais e sintomas característicos do diagnóstico do trabalho 
de parto: 
 
 
31) Caracteriza o 4º período do trabalho de parto.