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Princípios em Portos e Aeroportos Profª: Maria Victória Leal de Almeida Nascimento Princípios em Portos e Aeroportos Pontuação: 30 PEX Dias: 25/05 à 29/05 Horário: 10:00h às 12:00h Pré-requisito: concluinte e pré-concluinte 2 Princípios em Portos e Aeroportos 3 Data Conteúdo Aula 1 25/05/2020 Introdução a Portos I Aula 2 26/05/2020 Introdução a Portos II Aula 3 27/05/2020 Introdução a Aeroportos I Aula 4 28/05/2020 Introdução a Aeroportos II Aula 5 29/05/2020 Atividade Avaliativa Princípios em Portos e Aeroportos Aula 2 – Introdução a Portos II Profª: Maria Victória Leal de Almeida Nascimento Conteúdo Levantamento Hidrográficos Engenharia Portuária Processo de Escolha de Localização de Portos Obras de Acostagem de Navio Obras de Proteção Defensas e Acessórios de Amarração de Navios Construção de Obras Marítimas e Portuárias 5 Levantamento Hidrográfico • Levantamentos hidrográficos são estudos realizados na área marítima, fluvial, lacustre, canais naturais ou artificiais navegáveis, que tenha como objetivo a obtenção de dados de interesse a navegação aquaviária. • Esses dados podem ser constituídos por informações de batimetria, da natureza e configuração do fundo marinho, de direção e força das correntes, da altura e frequência das marés ou do nível das águas, localização de feições topográficas e objetos que sirvam de auxílio à navegação. 6 Levantamento Hidrográfico • Os dados obtidos a partir deste tipo de levantamento podem ser empregados para atualização das cartas e publicações náuticas. • Para a realização de Levantamentos Hidrográficos é necessário o conhecimento das normas estabelecidas na NORMAM-25. • Para uma empresa privada realizar um levantamento hidrográfico é necessário a realização de um cadastramento junto ao Centro de Hidrografia da Marinha. • Para os órgãos públicos é necessário apenas a informação oficial registrando a intenção de fazer o levantamento. 7 Levantamento Hidrográfico As profundidades encontradas são utilizadas para representar as curvas isobatimétricas e construir os Modelos Digitais de Profundidades (MDPs). • A batimetria pode ser definida como o conjunto de princípios, métodos e convenções utilizadas para determinar a medida do contorno, da dimensão e da posição relativa da superfície submersa dos mares, rios, lagos, represas e canais. • As superfícies náuticas são utilizadas para vários fins como recreação, comércio, transporte, operação militar, necessitando dessa forma um conhecimento das regiões. • Com o processo de batimetria é elaborado curvas batimétricas parecida com uma espécie de curva de nível do fundo do mar. 8 Levantamento Hidrográfico Batimetria 9 Levantamento Hidrográfico • A hidrografia é o ramo da ciência que trata da medição e descrição das características dos mares e áreas costeiras. • O principal objetivo do levantamento hidrográfico é a criação das cartas náuticas, sendo responsabilidade da Marinha do Brasil a sua criação e atualização. • A Marinha também é responsável por estabelecer as normas técnicas concernentes às cartas náuticas. 10 Levantamento Hidrográficos UTILIZAÇÕES • Obras portuárias, na construção de novos portos e na dragagem dos mesmos; • Locação de pontes, balizas, gasodutos, e cabos telefônicos transoceânicos; • Exploração de petróleo e outros recursos naturais; • Preservação ambiental; • Pesquisas; • Acompanhamento de processos de erosão ou assoreamento; • Construção e atualização de cartas náuticas; • Medição de vazão e cotas dos rios; • Processos de mineração. 11 Dúvidas 12 Engenharia Portuária • No momento em que o homem começou a explorar o mundo em seu redor e tomou contato com os mares e rios, sonhou ir cada vez mais longe e conquistar novos territórios por necessidades de sobrevivência ou poder civilizacional. • Criou embarcações primitivas, cavadas em troncos retirados à floresta virgem e aprendeu a beneficiar das condições que a natureza lhe proporcionava: marés, correntes e ventos. 13 Engenharia Portuária • Depois de dominadas as condições de navegação, estudou as formas mais seguras de acostagem e de desembarque de pessoas e mercadorias. • Surgem, assim, as primeiras concepções de estruturas acostáveis, que estimularam uma emergente economia mercantil. • De fato, o mais notável resultado deste tipo de economia foi a expansão marítima que o levou a percorrer e conhecer todos os mares do planeta. 14 Engenharia Portuária Atualmente, ao falar de engenharia portuária ficamos envolvidos em tudo o que se refere ao planejamento, estudo, projeto e construção de, por exemplo: • Canais de navegação em portos; • Estruturas “offshore” relativamente bem protegidas de ventos e ondas; • Sistemas de apoio à aproximação de navios a um porto; • Estruturas que facilitem a atracação de navios, transferência de passageiros e a movimentação e armazenamento de mercadorias; 15 Engenharia Portuária Atualmente, ao falar de engenharia portuária ficamos envolvidos em tudo o que se refere ao planejamento, estudo, projeto e construção de, por exemplo: • Estruturas de proteção como quebramares e molhes; • Edifícios para as autoridades portuárias, alfândegas, transferência de passageiros e bens da terra para os navios; • Portos de recreio; • Infraestruturas de abastecimento a navios, nomeadamente eletricidade, água, combustíveis e serviços de manutenção. 16 Engenharia Portuária Processo de Escolha de Localização de Portos Obras de Acostagem de Navio Obras de Proteção Defensas e Acessórios de Amarração de Navios Construção de Obras Marítimas e Portuárias 17 Processos de Escolha de Localização de Portos • O local de implantação da estrutura portuária poderá oferecer condições mais ou menos favoráveis já que a sua escolha é deliberada por imposições distintas relacionadas com condições do “hinterland”: localização das vias de comunicação terrestres, das infraestruturas industriais e dos fatores de produção. • A escolha desse local pode oferecer boas condições de abrigo e proteção à ação do mar, ou por outro lado exigir obras especiais de defensa. 18 Processos de Escolha de Localização de Portos • As condições ideais de localização correspondem sempre à possibilidade de ser encontrada uma bacia abrigada e com fundos a cotas suficientes para permitir o acesso dos navios ou embarcações, sem obras adicionais de dragagem ou quebramento de rocha. • No caso de não existirem tais condições naturais, torna-se essencial realizar obras adicionais de abrigo, como molhes e quebramares, além de serviços de dragagem que, muitas vezes, representam investimentos da mesma ordem de grandeza ou mesmo superiores aos investimentos correspondentes às estruturas de acostagem. 19 Processos de Escolha de Localização de Portos • No caso de não serem encontradas condições adequadas para implantação das obras na região costeira, recorre-se às chamadas instalações “offshore”, nas quais os navios operam praticamente com os seus próprios recursos, mediante apoio de sistemas auxiliares de bóias de fixação. • É o caso de certos terminais petroleiros em mar aberto. 20 Obras de Acostagem de Navio • Cabe certamente ao projetista escolher, dentre as inúmeras possibilidades existentes, da que melhor se enquadre nas circunstâncias inerentes a cada situação e dos riscos que ele concorde em assumir, ao serem integradas algumas das funções distintas em elementos estruturais únicos. • As soluções com estruturas de atracação e amarração diferenciadas garantem, em geral, mais segurança às obras, uma vez que os danos que podem ocorrer resultantes de acidentes ficam restringidos a determinados elementos discretos. 21 Obras de Proteção • A localização mais interessante das obras de acostagem, certamente é numa bacia “fechada”, sem necessidade de obras de proteção. • No caso de tal não ser possível, como ocorre nos terminais em mar aberto, são previstas obras especiais de proteção, tais como molhes em enrocamento ou diquesrefletores das ondas. • As diferentes possibilidades de concepção de obras acostáveis e de proteção são extremamente variadas e dependem de muitos fatores, como a morfologia das costas, a direção das ondas e dos ventos, etc. 22 Obras de Proteção • No caso do cais acostável ser implantado numa linha de costa sensivelmente retilínea podemos garantir a sua proteção contra a ação das ondas, por uma linha de molhes, formando um segmento trapezoidal. 23 Obras de Proteção • Caso seja viável conceber uma solução típica de um terminal do tipo “offshore” no qual um posto de atracação é protegido por um molhe em “L” o acesso à linha de costa é assegurado por uma longa ponte de acesso, podendo esta assumir configurações diversas. 24 Obras de Proteção • A seguir é apresentada uma solução dita "estuarina" ou construída em canal aberto desde a linha da costa. • Esta solução é muitas vezes adotada em zonas de estuários. 25 Dúvidas 26 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios NATUREZA DOS ESFORÇOS DE ACOSTAGEM E AMARRAÇÃO • Os navios e embarcações, sob a ação da água/mar, estão sujeitos a movimentos que deverão ser do conhecimento do projetista de obras de acostagem. • Um corpo flutuante (navio) é um sólido com seis graus de liberdade, três translações e três rotações. 27 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios NATUREZA DOS ESFORÇOS DE ACOSTAGEM E AMARRAÇÃO • Tendo como referencial um sistema de eixos ortogonais (x,y,z), consideram-se os seguintes movimentos: Deslocamento (“surge”): translação ao longo do comprimento do navio, segundo o eixo “x”; Abatimento (“sway”): translação num plano horizontal, segundo o eixo “y”; Arfagem (“heave”): translação num plano vertical, segundo o eixo “z” Balanço (“roll”): rotação em torno do eixo “x”; Caturro (“pitch”): rotação em torno do eixo dos “y”; Cabeceio (“yaw”): rotação em torno do eixo dos “z”. 28 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios NATUREZA DOS ESFORÇOS DE ACOSTAGEM E AMARRAÇÃO 29 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios NATUREZA DOS ESFORÇOS DE ACOSTAGEM E AMARRAÇÃO • Na situação de projetista de obras portuárias, interessa conhecer, pelo menos em ordem de grandeza alguns destes movimentos, de forma a poder fixar certos parâmetros de projeto que poderão ter implicações nos dispositivos de fixação dos navios atracados. • Dentre os parâmetros mais importantes para o projeto estrutural das obras portuárias e acostáveis estão os esforços correspondentes à acostagem e à amarração dos navios e embarcações. 30 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios DEFENSAS • Nas manobras de acostagem, quando o navio choca com as defensas, deforma-as (incluí-se também a deformação da própria estrutura) até que a velocidade do seu ponto de contato se anule. • No momento do choque, parte da energia é restituída ao navio, fazendo com que mude instantaneamente os seus parâmetros de velocidade e forma de movimento, sendo parte da energia cinética inicial do navio utilizada na deformação das defensas. • A deformação máxima das defensas está associada a um esforço que deve ser absorvido pela estrutura de acostagem, sendo valor de elevada relevância para o projeto. 31 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios DEFENSAS De modo geral, agrupam-se as defensas em três categorias: elásticas, de gravidade e de tipos diversos. a) Defensas Elásticas • A maior parte das variantes de defensas elásticas preconiza o emprego de elementos de borracha, submetida a processos tecnológicos especiais, destinados a dar-lhe resistência à ação da água do mar, existindo diversos modelos desenvolvidos e patenteados por fabricantes. 32 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios DEFENSAS b) Defensas de Gravidade • O princípio das defensas de gravidade consiste em transformar a energia de impacto da embarcação em trabalho de elevação do centro de gravidade de um peso. 33 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios DEFENSAS c) Outros Tipos de Defensas • Nesta categoria, referem-se apenas as defensas pneumáticas, hidropneumáticas e de proteção de estacas. • As defensas pneumáticas constam de bolsões de borracha cheios de ar, que se interpõem entre o navio e o cais, podendo a absorção de energia chegar a valores muito elevados, com forças relativamente baixas sobre a estrutura e o navio. • As defensas hidropneumáticas baseiam-se em princípio análogo, incluindo, porém, juntamente com o ar, água ou espuma no interior do bolsão. 34 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios ACESSÓRIOS DE AMARRAÇÃO DE NAVIOS • Os métodos utilizados na amarração dos navios têm por finalidade eliminar ou balizar os seus movimentos. • Alguns tipos mais comuns de linhas de amarração, podendo, para efeitos práticos, considerá-los atuando no plano horizontal, apesar de possuírem também inclinações verticais. 35 Defensas e Acessórios de Amarração de Navios ACESSÓRIOS DE AMARRAÇÃO DE NAVIOS Existem assim três tipos principais de cabos de amarração de navios: • Cabos lançantes, com a finalidade principal de resistir às forças das correntes, com os navios sensivelmente alinhados com a direção das mesmas; • Cabos transversais, destinados principalmente a resistirem às forças transversais do vento; • “Springlines”, que têm a finalidade complementar de absorver, tanto as forças longitudinais, como as forças transversais. 36 Construção de Obras Marítimas e Portuárias ANÁLISE DOS CONDICIONAMENTOS • Após analisar o projeto de execução, devem-se estudar todos os aspectos que possam vir a condicionar a execução dos trabalhos das obras a realizar. • Mencionam-se apenas os condicionamentos específicos que podemos encontrar nas obras marítimas, sendo eles os que se referem à navegação ou flutuação de embarcações e plataformas e sobre os processos construtivos específicos destas obras. 37 Construção de Obras Marítimas e Portuárias ANÁLISE DOS CONDICIONAMENTOS • Prazos • Disponibilidade de Equipamentos de Trabalho • Materiais Mais Importantes • Clima Marítimo e Meteorologia • Condicionamentos Ambientais • Condicionamentos Arqueológicos • Segurança • Licenças e Autorizações • Instalações e Infraestruturas • Acessos • Interferência com as Populações Vizinhas 38 Construção de Obras Marítimas e Portuárias ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHOS • Memória Descritiva do Empreiteiro • Mobilização e Montagem de Equipamentos • Contratação de Subempreiteiros • Atividades em Espera • Volumes de Obra • Atribuição de Recursos • Dependência Entre Tarefas • Procedimentos Específicos de Produção 39 Construção de Obras Marítimas e Portuárias DRAGAGENS E QUEBRAMENTO DE ROCHA • A dragagem é uma técnica de engenharia que consiste em remover solos, sedimentos ou rocha do fundo de zonas portuárias, rios, canais ou portos com o objetivo de: Conseguir calados de serviço, devendo as profundidades finais ser, pelo menos, as previstas no projeto; é de notar que os taludes nos limites das zonas dragadas apenas serão estáveis a longo prazo; Obter materiais para aterros, devendo os materiais extraídos satisfazer as especificações exigidas para esse feito; 40 Construção de Obras Marítimas e Portuárias DRAGAGENS E QUEBRAMENTO DE ROCHA • A dragagem é uma técnica de engenharia que consiste em remover solos, sedimentos ou rocha do fundo de zonas portuárias, rios, canais ou portos com o objetivo de: Sanear terrenos pouco competentes; esta situação ocorre principalmente quanto é necessário realizar fundações diretas em locais onde temos materiais com pouca capacidade resistente ou muito deformáveis; Eliminar materiais contaminados ou contaminantes da água, fazendo posterior descarga em locais destinados a esse efeito. 41 Construção de Obras Marítimas e Portuárias DRAGAGENS 42 Construção de Obras Marítimas e Portuárias ATERROS • Os aterros vulgarmente são formados por materiais de vários tipos com a função de criar, altear ou regularizar um local, criando uma plataforma utilizável. • Quando falamos em aterros em obrasmarítimas, estes nascem normalmente em zonas inundadas ou de influência de marés. • Geralmente gastam milhares ou mesmo milhões de metros cúbicos de material, sendo necessárias milhares de viagens de caminhão ou batelões/dragas, pelo que se utiliza mais material disponíveis na proximidade do local de utilização. 43 Construção de Obras Marítimas e Portuárias ATERROS Quando se criam aterros em zonas marítimas, é normal encontrar-se no fundo materiais com pouca consistência como lodos, que por razões econômicas e/ou ambientais, não costumam ser removidos previamente. Os aterros podem ser classificados como: • Aterros com materiais de empréstimo; • Aterros com dragados; • Aterros especiais. 44 Construção de Obras Marítimas e Portuárias QUEBRAMARES DE TALUDE E MISTOS Estas estruturas são construídas normalmente em mar aberto com o objetivo de dar abrigo a uma determinada zona, podendo ser construídas com recurso a materiais naturais ou pré-fabricados de concreto. 45 Construção de Obras Marítimas e Portuárias QUEBRAMARES DE TALUDE E MISTOS Os quebramares devem ser estruturalmente estáveis não só depois de estarem concluídos, mas também durante todas as suas fases construtivas, sendo necessário que em qualquer momento se verifique que: • As cargas sob as fundações são compatíveis com a capacidade resistente do solo; • Os efeitos da ondulação sobre a estrutura são admissíveis; • Os taludes e altura de queda do material nas fases construtivas asseguram a estabilidade ao deslizamento. 46 Construção de Obras Marítimas e Portuárias QUEBRAMARES DE PAREDE VERTICAL • De uma forma resumida, os quebramares de parede vertical são estruturas de concreto que se apoiam num prisma de fundação em enrocamento, no fundo do mar, tendo uma plataforma de circulação e um muro de coroamento. 47 Construção de Obras Marítimas e Portuárias MUROS DE GRAVIDADE • Os muros de gravidade são formados por elementos de concreto armado, fundados num prisma de fundação com o objetivo de conter e suportar as ações exercidas por um aterro. • Na maior parte dos casos, por blocos de concreto pré- fabricados, assentes num prisma de fundação em tudo idêntico aos construídos no âmbito dos muros de gravidade com aduelas ou caixotões. 48 Construção de Obras Marítimas e Portuárias MUROS DE GRAVIDADE O prisma de fundação, nestes muros, deve ter as seguintes características: • Ter capacidade de absorver grandes ações; • Para essas cargas deformar-se de forma aceitável e controlada; • Ser capaz de resistir a efeitos hidrodinâmicos e não sofrer erosão; • Ter uma superfície o mais regular possível. 49 Construção de Obras Marítimas e Portuárias MUROS DE GRAVIDADE Os muros de gravidade podem ainda ser formados por uma concreto, betonada “in situ”, sendo recomendados nos seguintes casos: • Existência de terreno de fundação com boas capacidades resistentes e pouco deformáveis; • Em zonas bem abrigadas da ação do mar; • Em ambientes pouco agressivos quimicamente; • Quando a profundidade não é superior a 10m; • No caso de não ser possível armazenar blocos, ou dispor de equipamentos de transporte ou movimentação dos pré- fabricados. 50 Dúvidas 51 Vídeo 52 Dúvidas 53 Obrigada! Profª Maria Victória Leal de Almeida Nascimento E mail: maria.nascimento@unifavip.edu.br 54