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Exame Físico das Mamas 1. Inspeção Posições para inspeção: Sentada: com braços ao longo do corpo, elevados acima da cabeça, pressionados sobre a cintura/quadris, e inclinada para frente (se necessário). Em pé: em frente ao examinador e, se possível, diante de um espelho. Aspectos observados: Simetria das mamas Contorno e volume Alterações de pele: retrações, edema, "aspecto em casca de laranja", hiperemia, ulcerações, lesões, cicatrizes. Alterações do mamilo: inversão, desvio, ulceração, descamação, presença de secreção espontânea. Presença de abaulamentos, nódulos visíveis ou retrações Presença de veias superficiais dilatadas 2. Palpação Paciente deitada Colocar uma das mãos atrás da cabeça do lado que está sendo examinado, para melhor exposição da mama. Palpar com a polpa dos dedos, em movimentos circulares, em toda a extensão da mama, incluindo quadrantes superiores, inferiores, medial e lateral, além da região retroareolar e prolongamento axilar. Técnicas de palpação: Movimentos circulares, verticais ou radiais ("em espiral" do centro para a periferia). Palpar delicadamente, buscando nódulos, áreas endurecidas, dor, alterações de consistência, calor local. Características a serem avaliadas em nódulos: Localização do mamilo) Tamanho (em centímetros) Consistência (firme, endurecida, cística) Mobilidade (fixo ou móvel) Limites (definidos ou não) Sensibilidade à palpação Palpação da aréola e do mamilo: Compressão suave do mamilo para verificar presença e tipo de secreção (cor, quantidade, espontânea ou provocada). 3. Palpação das Cadeias Linfonodais Axilas: investigar linfonodos axilares (níveis I, e III) Fossa supraclavicular e infraclavicular Região cervical lateral 4. Observações Complementares Realizar o exame físico em ambas as mamas e comparar lateralmente. Repetir palpação em posição sentada se necessário, especialmente em mamas volumosas. Resumo Estruturado 1. Inspeção: simetria, contornos, pele, mamilos, abaulamentos/retrações. 2. Palpação: toda a mama, aréola, mamilo; avaliar nódulos e secreção. 3. Palpação de linfonodos: axilares, supraclaviculares, cervicais. 4. Registro dos achados: localização, tamanho, consistência, mobilidade, limites dos nódulos; características da pele e mamilo; presença de dor ou secreção.GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA TEMA: Vulvovaginites e cervicites favorecer ao trabalho de parto prematuro, sendo também fator de risco para aquisição de HIV. VAGINOSE BACTERIANA epitélio escamoso da vagina é rico em DIAGNÓSTICO glicogênio e este serve de substrato para os Seu diagnóstico exige 3 de 4 critérios de Amsel. lactobacilos de Doderlein, que convertem glicose em ácido lático, criando um ambiente vaginal ácido Critérios de Amsel (pH de 4 a 4,5). Acidez junto com o peróxido de 1) Corrimento branco-acinzentado, fino, hidrogênio também produzido pelos lactobacilos, homogêneo ajuda a manter uma flora vaginal normal e inibe o 2) pH vaginal > 4,5 crescimento dos organismos patogênicos. 3) Teste das aminas (Whiff test) (+) 4) Clue cells (células-alvo/chave) A vaginose bacteriana é a vulvovaginite mais comum, sendo cerca de 50% dos casos. Há uma diminuição dos lactobacilos, que leva a uma diminuição de peróxido de hidrogênio. Com isso há uma proliferação de bactérias gram negativas anaeróbias facultativas que produzem aminas voláteis levando a um aumento do pH vaginal (> 4,5). Essas bactérias anaeróbias (Gardnerella vaginalis, Mobiluncus Bacterioides species, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum) já fazem parte da flora vaginal normal, mas na vaginose estão aumentadas em mais de dez vezes. Importante: apenas células-alvo sem outros Importante prestar atenção que não há critérios significa presença de Gardnerella sem processo inflamatório como na candidíase e vaginose! tricomoníase, então a paciente tem menos queixas TRATAMENTO irritativas. Metronidazol 500mg vo 12/12h 7 dias QUADRO CLÍNICO Evitar álcool (até 24h após) efeito antabuse Em metade dos casos é assintomático. Tratar gestante sintomática Quando os sintomas aparecem, os mais comuns são Clindamicina via vaginal ou oral. corrimento vaginal aumentado com odor de peixe, mais evidente após coito e na menstruação PARCEIROS NÃO PRECISAM SER TRATADOS (sêmen e sangue tem pH mais básico que o vaginal). A vaginose isolada não causa disúria, dispareunia, prurido queimação ou inflamação CANDIDÍASE vulvo-vaginal, ou altera colo uterino. COMPLICAÇÕES É a segunda vulvovaginite mais comum, mas Não é considerada uma DST, mas pode pode ser bastante sintomática e acaba levando a favorecer aparecimento de DIP, herpes, paciente a procurar atendimento médico no início gonorreia, e tricomoníase. Além disso, pode do quadro. 1 Este material é elaborado de forma colaborativa, sendo vedadas práticas que caracterizem plágio ou violem direitos autorais e/ou de propriedade intelectual.GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA A Candida albicans pode fazer parte da flora Lembrar: pH 4,5. casos recorrentes 2 Este material é elaborado de forma colaborativa, sendo vedadas práticas que caracterizem plágio ou violem direitos autorais e/ou de propriedade intelectual.GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Tratamento: Medidas de higiene, modificação do vestuário, banhos de assento, tratar verminoses (SOS) CLIQUE AQUI E AVALIE ESTE RESUMO TRATAMENTO POLÍTICA DE USO Este material é elaborado de forma colaborativa, Todas as pacientes devem ser tratadas, sendo vedadas práticas que caracterizem plágio ou mesmo assintomáticas; violem direitos autorais e/ou de propriedade Os parceiros(as) devem ser tratados e intelectual. Qualquer prática dessa natureza ou avaliados contrária aos Termos de Uso da Comunidade MedQ Metronidazol 500mg 12/12h 7 dias ou pode ser denunciada ao setor responsável pelo canal Tinidazol de suporte. Não utilizar tratamento tópico! Vaginose Vulvovagin. Corrimento Exames pH e Tratamento Bacteriana KoH pH > VAGINOSE Acinzentado, Clue-cells 4,5 Metronidazol homogêneo (+) pH TRICOMONÍA Amarelo- Protozoá 4,5 esverdeado, Metronidazol SE rio móvel bolhoso (+) INFOMAÇÕES IMPORTANTES Vulvovaginites inespecíficas: É a mais comum na infância falha na higiene, uso de fraldas... Sem agente específico! COMUNIDADE medQ Diagnóstico de exclusão: exame físico, exame à fresco e EPF Trichomonas vaginalis MUNID me 3 Este material é elaborado de forma colaborativa, sendo vedadas práticas que caracterizem plágio ou violem direitos autorais e/ou de propriedade intelectual.mandras de Realizaba em tempo Geralmente, realizabo a Semana gestacional Fetal Avalia Apresentação Fetal Sitvação Fetal apresentação Posição Fetal: LONGITUDINAL TRANSVERSAL Relação entre porso Feto e labo no Da mãe orientação Feto no em relação à pelve materna Principais tipos de posição: ba apresentação Avalia livre ou encaixaba está a parte Feto Posição Descrição que se apresenta na pelve materna. Dorso à esquerda (DE) o dorso do feto está voltado para Avaliano no 3° tempo manobra o lado esquerdo da mãe. Permite se está encaixado, Dorso à direita (DD) dorso do feto está voltado para ou móvel o lado direito da mãe. Grau de Mobilidade Significado Termo utilizado Anterior Dorso voltado para frente (parede abdominal da mãe). Muito móvel A apresentação ainda "Alta" ou "flutuante" não se fixou na pelve Posterior Dorso voltado para as costas da mãe (coluna vertebral materna). Parcialmente móvel A apresentação está "Insinuada" começando a se insinuar na pelve Apresentação Fetal: Parte 00 corpo Fetal que ocupa polo inferior útero Imóvel A apresentação está "Fixada" ou "encaixada" Avaliaba no tempo manobra encaixada na pelve que parto está próximo Tipo de Apresentação Descrição Cefálica A cabeça está voltada para baixo, próxima à pelve materna. É a mais comum tempo palpação uterino Pélvica (ou podálica) As nádegas ou pés estão voltados para objetivo: qual parte DO Feto está no DO útero baixo. Definir a apresentação Fetal (cepálica, pélvica, Córmica (transversa) o feto está deitado transversalmente, e o Apresentação pélvica: se uma massa arredondada, Dura ombro ou dorso pode ocupar o canal de e regular, a cabeça Fetal parto. Apresentação cefálica: Sente. se uma massa volumosa, irregular e menos irregular, indicando as região pelvica 00 Fet Apresentação Ausência De estrutura arredondada e dura De massa irregular e volumosa (pelve) no Fundo uterino Consistência menos CEFÁLICA PÉLVICA CÓRMICA Fetal Avaliar se Feto está em situação longituoinal, transversa on Avaliaba no tempo oa manobra CEFÁLICA PÉLVICA CÓRMICA1° Posicionar as mãos lateralmente na parte Superior DO útero uterino) Palpar com ambas as mãos, De Forma limites estrutura Fetal presente no uterino. A manobra de Leopold deve ser realizada em 4 tempos 3° tempo: avaliação da parte fetal que se apresenta no estreito superior da pelve e sua mobilidade 4° pelve materna Confirmar se a apresentação está encaixaba na pelve e estimar nível be pa apresentação A manobra de Leopold deve ser realizada em 4 tempos tempo: reconhecimento da parte fetal que ocupa fundo uterino Determinar a Fetal Apresentação encaixaba: encontram resistência e 2° tempo Palpação laterais não conseguem penetrar objetivo: Determinar a posição Fetal Apresentação não Encaixaba: convergem e pene. Em que está e em que tram profundamente. estão os pequenos segmentos Fetais Determinar a insinvação Fetal, colocando as sobre Fetal: laoo com Superficie regular, resistente e continua as em Direção às escavas membros Fetais: Pequenas saliências e irregulares e abarcanoo polo Fetal Estabilizar um útero com uma mãos Palpar, com a outra o lado oposto, Fundo uterino polo inferior 00 3:) Estabilize outro ba útero com uma mão Palpar, com a outra lado oposto, Fundo uterino até polo inferior 00 Sempre Comparar um labo com outro Sentir a tensão abdominal e bolsões para beterminar a quantibabe De aminiótico A manobra de Leopold deve ser realizada em 4 tempos 4° tempo: verificar a insinuação fetal Resumo tempo tempo Avalia uterino Avaliar Fetal A manobra de Leopold deve ser realizada em 4 tempos 2° tempo: identificação do lado do dorso fetal e quantidade de líquido amniótico 3° Da parte inferior obsetivo: qual parte está na apresentação pelve) e sua tempo tempo Apresentação cerálica: Sente- se uma estrutura bura, arredonda e móvel, Avaliar apresentação Fetal Avaliar Insinuação Avaliar mobilibooe Fetal a cabeça Fetal Apresentação pélvica: uma estrutura mais mole, irregular e menos movel, Indicando a pelve Fetal Com polegar e os buas em Forma be logo acima púbica, palpando a parte inferior 00 útero. Tentar movimentar lateralmente essa parte retal, para avaliar se Fixa ou movel.CÁLCULO DA Data Provável do Parto (DPP) Para DUM em janeiro, fevereiro ou março: DUM: Data da Última Menstruação Somar +7 ao dia Somar +9 ao mês Manter ano Para DUM de abril a dezembro: Somar +7 ao dia Diminuir -3 ao mês Somar +1 ao ano ATENÇÃO Caso número de dias seja > que número de dias do mês, passar os dias excedentes para mês seguinte. INSTITUTO BRASILEIRO SALVE DE ENFERMAGEM ESTE POSTEXAME Citopatologico COLO 100 útero FICHA AMBULATORIAL DA MULHER Nome: No prontuário: 4. MATERIAL Profissão: Estado civil: Idade: Data hora: 4.1 Camisola/Avental Naturalidade: Procedência: Cor: 4.2 Lençol Queixa Principal: Antecedentes Ginecológicos e Sexuais 4.3 Escova endocervical Hist. Doença Atual: Menarca: DUM: 4.4 Espátula de Ayre Ciclos 4.5 Espéculo descartável P, M ou G Dismenorreia: 4.6 SPM: Lâmina de vidro com uma extremidade fosca para identificação e bordas lapidadas Método anticoncepcional: 4.7 Lápis preto 2 para identificação da lâmina Corrimento: 4.8 Luvas de procedimento 1° coito: No parceiros: 4.9 Papel lençol Coito anal: Orgasmo: 4.10 Caixa para acondicionar as lâminas Antecedentes Mórbidos Pessoal (P) e Familiar (F) Antecedentes Obstétricos 4.11 Fixador (álcool 95%) Cardiovasculares: Gesta: Aborto: 4.12 Pinça Cheron, se necessário Parto transpélvico: Cesárea: Endócrinas/ metabólicas: Intercorrências: 4.13 Gaze, se necessário Ectópica: Vacinação: 1° parto: Último parto: 4.14 Solução fisiológica 0,9%, se necessário Alergias: Aleitamento: Viroses: Medicamentos em uso: DSTs: Cirurgia/ transfusão: Tabagismo: Etilismo: Drogas: Sintomas urinários: Colocando especulo Câncer: Outros: Sintomas intestinais: Peso: Altura: IMC: PA: CA: MMII: MAMAS Inspeção estática: Vagina: EXAME ESPECULAR Inspeção dinâmica: Colo: Palpação: Muco cervical: Aréola papila: Colposcopia: Axilas fossas: VULVA PERÍNEO Pilosidade: TOQUE Assoalho pélvico: Lábios: Vagina: Clitóris: Meato uretral: Colo: Gl. Bartholin/ Skene: Himen: Útero: Estática pélvica: Anexo D: Incontinência urinária: Anexo E: Reto: Abdome: Paramétrios: Histerometria: cuello la matriz (abertura Impressão diagnóstica: de matriz) Tratamento: El cuello de la matriz generalmente es de este EXAME DE PCCU- DESCRIÇÃO HMA: Coleta ectocervical DUM, RELAÇÃO SEXUAL FLUXO MENSTRUAL, IST ULTIMA PCCU ) y EXAME FISICO: INSPEÇÃO VULVAR: Pilificação: distribuição de pelos adequada para a idade Grandes lábios: conformação normal, eutrófico, sem lesões ou edemas, simétricos Pequenos lábios: conformação normal, eutrófico, sem lesões ou edemas, simétricos a Clitoris: pequeno, eutrófico, sem sinais de inflamação Uretra: sem sinais de irritação Glândulas de Bartholin: não palpáveis, sem sinais de inflamação Himen: roto Perda urinária: ausente Procidência: procidências vaginais anterior e posterior ausentes. EXAME ESPECULAR: Vagina: normocorada, ausência de lesões ou abaulamentos, muco cervical de aspecto fisiológico, pregueamento preservado. Colo uterino: transverso, zona de transformação não visualizada. Ausência de secreção patológica CONCLUSÃO: REALIZADO A COLETA DO MATERIAL CITOLOGIA ONCOLOGICA DO endocenical COLO UTRINO E ENCAMINHADO AO LABORATORIO. Aplicar spray apósBUSCA ATIVA de mulheres entre 25 e 64 anos Divulgação Reuniões Outros VD CE Grupos na UBS com a serviços de ACS, comunidade divulgação Técnicos/ Aux. Enf Enfermeira(o) Médico, Outros Avaliar os exames de citologia oncótica anteriores Refere que realizou Apresenta apenas Apresenta 02 ou Nunca realizou exame, mas não um resultado mais resultados exame tem resultado de citologia normal, consecutivos, realizado há mais de sendo todos de 01 ano citologia normal Realizar 0 mais breve possível a coleta Orientar retorno a cada 03 anos. Legenda: ACS: Agente Comunitário de Saúde CE: Consulta de Enfermagem CM: Consulta médica UBS: Unidade Básica de Saúde VD: Visita Domiciliar *Grupos: Grupos de educação em salas de espera, grupos de educação em saúde. Fonte: Secretaria de Estado da Saúde (SES)/SP, 2016Fluxograma para RESULTADO NORMAL e alterações benignas Registrar 0 resultado livro padronizado pode ser também em prontuário e no livropadronizado médico e o enfermeiro são responsáveis pelo uma planilha em formato digital para no serviço registro do resultado no prontuário e controle da unidade. livro/planilha Avaliar o laudo (médico ou enfermeiro) Dentro dos limites Alterações Celulares Benignas da Normalidade Relativas ou Reparativas Repetir Inflamação Metaplasia Atrofia com exame em 1 ano. Após Escamosa Imatura Reparação Radiação inflamação 2 resultados normais consecutivos, orientar para realizar a cada Possui Orientações de enfer- 3 anos. agentes magem. Encaminhar Microbiológicos e/ou a consulta médica queixa de Leucorreia? Não Sim Repetir exame Seguir fluxo para em 1 ano. Após 2 resul- resultados com acha- tados normais conse- dos microbiológicos cutivos, orientar para realizar a cada 3 anos. RESULTADO COM AMOSTRA INSATISFATORIA FAZER NOVA COLETA RESULTADO COM AMOSTRA LIMITADA COM REPRESENTAÇÃO APENAS DO EPITÉLIO ESCAMOSO REPETIR COLETA EM 1 ANO Fonte: Fonte: Secretaria de Estado da Saúde (SES)/SP, 2016Fluxograma para resultado de exames com alterações Pré-Malignas ou Malignas o médico e o enfermeiro são responsáveis pelo o livro padronizado pode ser também Registrar resultado em pron- registro do resultado no prontuário e uma planilha em formato digital para tuário e no livro padronizado livro/planilha controle da unidade. no serviço Avaliar o laudo (médico ou enfermeiro) Atipias de Significado Inde- Atipias de Significado Indeter- Orientações de Lesão Intra terminado em células esca- minado em: Epitelial de Alto Grau mosas possivelmente não Lesão Epitelial de alto grau CA Micro Invasor neoplásicas, ou Lesão Intra- Células Escamosas Não CA Epidermoide Invasor Epitelial de Baixo Grau se pode afastar Lesão de Alto Grau Células Glandulares Células de origem Indefinida Repetir 0 exame Consulta médica prioritária Encaminhar prioritariamente em 6 meses para solicitação de exames para consulta médica complementares A SOLICITAÇÃO DE COLPOSCOPIA DEVE SER REALIZADA PELO MÉDICO OU ENFERMEIRA(O) Fonte: Secretaria de Estado da Saúde (SES)/SP, 2016Fluxograma para resultado de exames associados aos achados microbiológicos Registrar resultado em prontuário o livro padronizado pode ser também e no livro padronizado pelo serviço o médico e o enfermeiro são responsáveis pelo uma planilha em formato digital para registro do resultado no prontuário e controle da unidade. livro/planilha Avaliar o laudo (médico ou enfermeiro) Cocos Chlamydia sp; Candidíase; Lactobacillus sp Actinomyces sp; Trichomoníase; Herpes Vírus Vaginose Bacteria- na ou Gardnerose Mulher Sim Orientações de refere queixas ? enfermagem conforme Prot Saúde Mulher (em revisão). Enc a cons. Médica Não Repetir exame em 1 ano. Após 2 resultados normais consecutivos, orientar para realizar a Encaminhar para cada 3 anos Ver Protocolo de Saúde CONSUL MÉDICA da Mulher (em revisão) Fonte: Secretaria de Estado da Saúde (SES)/SP, 2016Quadro 1. Condutas de acordo com o resultado de um exame citopatológico do colo do útero. Resultado Recomendação Normal ou alterações celulares benignas Seguir a rotina de rastreamento. Atipias de Em células PossivelmenteRetal Quando fazer exame? Posição Genupeitoral TT Tiver histórico Sofrer de sintomas For de raça negra. Tiver um nível familiar do trato urinário. de testosterona de problemas muito elevado. na próstata. Praticar hábitos For obeso. Estiver exposto Tiver diabetes de alimentação a produtos tóxicos. (relevante quanto pouco saudáveis. à Hiperplasia Benigna da Próstata). Posição de Sims Instituto da Próstata POSIÇÕES 1) decúbito lateral 2) abaixado 3) posição génito-cubital 4) posição ginecológica; wiki How 1 Explique o procedimento e veja se paciente dá consentimento. Se você é profissional da saúde e vai fazer exame do toque retal em alguém, o primeiro passo é explicar ao paciente todo procedimento. Depois, ele deve dar 0 seu consentimento (se necessário, por escrito). Explique o procedimento dizendo algo como "Nesse exame, eu vou colocar uma luva e inserir um dedo no seu reto em busca de anomalias. Você pode sentir um pouco de pressão ou desconforto, mas tudo dura só um ou dois minutinhos". [2] wiki How 3 Tranquilize o paciente e peça para ele se deitar de lado. o toque retal pode ser uma experiência complicada não só para quem recebe, mas também para quem faz. Sendo assim, é muito importante que você tranquilize paciente durante todo Depois de explicá-lo de forma geral, peça para a pessoa abaixar a calça e a roupa intima e se deitar de lado (se com lado esquerdo apoiado na maca), dobrar os joelhos e colocar as mãos perto da barriga ou seja, ficar quase em posição fetal. Na sequência, cubra-a com uma manta ou toalha e coloque uma almofada macia debaixo das nádegas. Também dá para fazer exame com paciente de pé. No geral, mulheres devem ficar deitadas. mas com os pés apoiados em estribos, enquanto fazem um exame pélvico. Homens, por sua podem optar por ficar levantados caso estejam De todo How modo, deitar-se de lado costuma ser a opção mais Muitas pessoas preferem fazer exame com médicos ou enfermeiros do mesmo 2 Higienize as mãos e coloque luvas. Antes de fazer qualquer tipo de exame você precisa higienizar as mãos para não transferir ou parasitas ao gênero: homens com mulheres com mulheres etc. A escolha é mais comum é usar água morna e mas também vale a pena passar em gel. Em paciente tem direito de pedir para ser acompanhado por uma pessoa de confiança seguida, seque bem a pele e calce um par de luvas médicas de nitrila ou sem durante exame. exame de toque retal costuma ser feito por enfermeiros, clínicos gerais, ginecologistas Se feche as cortinas em volta do paciente para deixá-lo mais à vontade. ou proctologistas. A proctologia é ramo da medicina que trabalha com aparelho digestivo terminal, ou seja, intestino grosso, reto ePETROLEUM JELLY wiki How wiki How 4 Aplique um lubrificante morno no seu indicador. Tente esquentar lubrificante de leve antes de passá-lo no seu indicador. Isso vai deixar paciente muito mais confortável (ou 6 Veja se há qualquer anomalia. Depois de inserir o indicador no reto, mexa-o de leve e tente encontrar qualquer anomalia, como caroços, pontos duros ou macios ou fissuras. Gire melhor, menos desconfortável). Tenha cuidado, pois a pessoa pode contrair até se o dedo em sentido horário e anti-horário para sentir toda a circunferência interna da área. Caso lubrificante estiver em temperatura ambiente que dificultaria todo exame. Lembre-se de que seu objetivo é deixar a região relaxada ao máximo. paciente seja homem, sinta também a próstata pela parede do reto. Comece na parte dianteira da glândula, que tem dois lóbulos com uma espécie de falha no meio. Alguns profissionais aplicam anestesia na região para reduzir desconforto durante toque retal. Isto é muito comum, por exemplo, quando esfincter está muito contraído Se a próstata do paciente estiver saudável, ela vai estar macia e não causar dor durante ou enfermeiro ou médico tem dedos longos. contato. Você pode comprar um aparelho para esquentar lubrificante em qualquer loja de Se paciente sentir dor quando você encostar na próstata, pode ser que haja algum equipamentos médicos, mas dá para colocar a maioria desses produtos no micro-ondas tumor benigno, uma infecção ou até câncer. por 20 ou 30 segundos. Diga ao paciente que é normal ele ter a sensação de que está urinando quando você apertar a próstata a partir do canal anal. BLADDER RECTUM wiki How wiki How Insira dedo no canal anal do paciente devagar. Depois de lubrificar dedo com gel 7 Tire dedo do reto e limpe a área quando você terminar. Depois do exame, tire 5 indicador do canal anal do paciente e veja se há sangue ou muco. Em seguida, limpe morno, afaste as nádegas do paciente e insira indicador com calma. Peça para a pessoa lubrificante em volta do ânus, descarte a luva e higienize as mãos. Deixe que a pessoa termine respirar fundo nesse momento, pois assim ela vai relaxar esfincter. Você também pode girar de se limpar e se vestir sozinha. pulso de um lado a outro e ver se isso facilita a introdução. Na hora de tirar a luva, coloque indicador da outra mão (que está limpo) por baixo do Antes de inserir dedo, veja se há alguma anomalia no ânus, como hemorroidas (vasos punho e puxe material para cima, em direção à ponta dos seus dedos. sanguíneos inchados), rugas, erupções cutâneas ou fissuras (rasgos no tecido). exame em si não deve causar sangramento. Se você notar sangue na luva, pode ser sinal de hemorroidas ou outro problema interno. Depois de inserir indicador no reto, peça para paciente contrair esfincter para você Após exame, pergunte ao paciente que ele está sentindo principalmente se sentir tônus anal (a força). estava nervoso antes. Além disso, peça para ele se sentar devagar para não ficar tonto ou fraco. Por último, coloque-o em observação por alguns minutos. 1) Prostata de volume compativel com a idade, superficie lisa, sem suco mediano preservado, indolor à palpação. Sugere 2) de volume preservado, consistência endurecida, superficie irre. presença de em lobo diveito, à palpação. Suco mediano peuco Sugere malignibabeToque Retal COSTA E SILVA, I.T. Noções de Coloproctologia: Toque Retal. Módulos de Coloproctologia. Disciplina de Cirurgia do Sistema Digestório, Anexos e Parede Abdominal. Universidade Federal do Amazonas. Disponível Acesso em: 30/7/2019. Afasta-se a nádega direita para expor a região orificial. A geléia é aplicada sobre o orificio dedo palpador deve ser adequadamente lubrificado com geléia hidrossolúvel. anal e exerce-se pressão firme mas delicada sobre o orificio, até que a resistência esfinctérica seja vencida. A região perianal também deve ser palpada previamente ao toque retal. & Com o dedo introduzido no canal anal, percebe-se circunferencialmente o tônus esfinctérico, Toca-se, a seguir, anteriormente a próstata, no homem, e o colo do útero, na mulher. Nesta, o revestimento do canal anal e o revestimento retal. Palpa-se o aparelho esfinctérico, que é também, examina-se o septo retovaginal à procura de sinais de retocele. Por fim, o dedo melhor percebido lateral e posteriormente, pois anteriormente, no canal anal alto, perde-se em examinador enluvado, ao ser retirado do paciente, é examinado à procura de evidências de sua inserção pubiana. Palpa-se o cóccix posteriormente, com movimento de pinça entre o 1° e anormalidades (muco, sangue, pus, etc.) o 2° quirodáctilos. 3. Em que consiste um Toque Rectal considerado normal? Um exame de Toque Rectal considerado normal é aquele que não detecta anomalias. Isto significa que não são identificadas grandes diferenças na próstata em relação aos parÂmetros e padrões normais: Tamanho aproximado de uma noz; Superfície lisa e regular; Sem nódulos ou pontos de dor; Consistência elástica. Para quem já realizou Toque Rectal noutras ocasiões e já conhece a anatomia da própria próstata pode usar esses dados como referência nestes casos, um exame normal é aquele que não identifica diferenças consideráveis desde a última vez em que foi realizado. Ainda assim, não se esqueça que algumas alterações são habituais, como por exemplo aumento ligeiro de tamanho com o avançar da idade.Toque retal com alteração suspeita PSA disponível? Solicitar PSA Sim Veríficar PSA tal PSA ≥ 4 ng/ml Alteração no TR é OU entre 2-4 altamente suspeita com fatores duro ou de risco? assimetria acentuada) Indicar biópsia Não prostática guiada por US transretal Encaminhar Avaliação ao urologista individualizada; para avaliação possível e seguimento seguimento Situação Conduta recomendada Toque retal alterado, com ou sem PSA Solicitar biópsia transretal da próstata elevado guiada por ultrassonografia Toque alterado, mas PSA normal Indicação de biópsia se achado sugestivo de neoplasia (nódulo duro, assimetria marcante) Toque alterado em paciente com Em geral, não se indica biópsia, pois o comorbidades graves ou expectativa de vidaÚLCERAS GENITAIS ÚLCERA AGENTE CARACTERÍSTICAS TRATAMENTO IMAGEM SÍFILIS Treponema Única; Penicilina PRIMÁRIA Pallidum Benzatina (CANCRO Indolor; DURO) Ulcera de borda endurecida com fundo limpo, de profundidade moderada; Cancro duro Sifilis primária Cancro duro - Sifilis primária Adenopatia local (uni ou bilateral); Sem fistulização. HERPES Vírus Herpes Múltiplas; Aciclovir ou simples (HSV) Valaciclovir Dolorosas; Úlceras vesiculares de bordas definidas com fundo limpo, de profundidade superficial; Herpes (vesiculas) Herpes (exulcerações) Adenopatia bilateral; Sem fistulização. CANCRO Haemophylus Múltiplas; Azitromicina MOLE Ducreii Dolorosas; Úlceras de borda saliente, fundo sujo e friável, de profundidade moderada; Adenopatia unilateral; Podem fistuliza por um orifício único LINFOGRA Clamídia Única; Doxiciclina NULOMA Trachomatis VENÉREO Indolor; Úlcera pequena ou pápula, de profundidade superficial; Adenopatia inguinal crônica, unilateral e dolorosa; Fistulização por múltiplos orifícios (bico de regador). Figura 12. Linfonodos inguinais superficiais e profun- dos bilaterais inflamados em paciente com linfogranu- loma Fonte: https://www.uptodate.com/con-DONOVAN Klebsiella Múltiplas; Azitromicina OSE Granulomatis ou doxaciclin Indolor; Úlceras com bordas planas e bem delimitadas, com fundo granuloso e friável (lesões em espelho), profunda. Sem adenopatia; Sem fistulização.Geriatrica Ampla que é na AGA: Teste de equilíbrio e marcha de Tinetti Pontuação Total Interpretação Risco de Quedas e risco 25 28 pontos Equilíbrio e marcha normais Baixo risco de quedas 19 24 pontos Alterações moderadas Risco moderado 12cm (1 ponto) Sem suporte base estreita (2 pontos) 6. Teste dos três tempos (pés juntos) Socioambientais Começa cair (0 ponto) examinador empurra levemente Agarra ou balança (braços) (1 ponto) do que deve ficar de pés juntos Equilibrado (2 pontos) 7. Olhos fechados (pés juntos) instável (0 ponto) Equilibrado (1 ponto) e Passos descontinuos (0 ponto) 8. Girando (desequilibrios) (1 ponto) Estável (equilibrado) (2 pontos) Inseguro (erra a distância, cai na cadeira) (0 ponto) 9. Sentando Usa os ou movimentação abrupta (1 ponto) movimentação suave (2 pontos) PONTUAÇÃO DO EQUILÍBRIO: (essa parte tem pontuação total de 16 pontos) ATIVIDADE AVALIAÇÃO Equilibio, mobilidade e risco de quedas Imediatamente após dizer comando qualquer hesitação ou múltiplas tenta- 10. Iniciação da marcha tivas para iniciar (0 ponto) Sem hesitação (1 ponto) Perna direita em balanceio b) Perna esquerda em balanceio Não passa membro esquerdo (0 ponto) Não passa membro direito (0 ponto) Passa membro esquerdo (1 ponto) Passa membro direito (1 ponto) AVALIAÇÃO DA MARCHA Pontuação Descrição da Performance Interpretação Clínica Levanta-se sem usar os braços, Mobilidade normal. Baixo risco de anda de forma estável e segura. Instruções: pessoa idosa de (com ajuda do examinador) caminha sozinha no corredor ou na no seu ritmo depois rápido, num ritmo seguro (com dispositivos de auxilio marcha usuais). 11. Comprimento altura do passo direito não se afasta completamente esquerdo não se afasta completa- do solo com passo (0 ponto) mente do solo com passo (0 ponto) Pé direito se afasta completamente do Pé esquerdo se afasta completamente solo ponto) do solo ponto) Passos direito esquerdo desiguais estimado (0 ponto) 12. Simetria do passo Passos direito e esquerdo parecem iguais (1 ponto) 13. Continuidade do passo Parada ou descontinuidade entre passos (0 ponto) Passos parecem continuos (1 ponto) Get up and go test 14. Desvio da linha reta distância Desvio marcado (0 ponto) estimada aproximadamente, 3m Desvio leve ou moderado ou usa dispositivo de auxilio à marcha (1 ponto) de comprimento por 30cm de largura Caminha em linha reta sem dispositivo de à marcha (2 pontos) Oscilação marcada ou usa dispositivo de à marcha (0 ponto) 1 Sem oscilação, mas com flexão dos joelhos ou dor ou afasta os braços en- quedas. 15. Tronco quanto anda (1 ponto) Leve hesitação, usa os braços para Sem sem flexão, sem uso dos braços e sem uso de dispositivo de auxilio Mobilidade quase normal. Risco à marcha (2 pontos) 2 ajudar, mas sem perda de leve. Calcanhares afastados (0 ponto) 16. Base de apoio equilíbrio. Calcanhares quase se tocando durante a marcha (1 ponto) Levanta-se com dificuldade, PONTUAÇÃO DA MARCHA: (essa parte tem pontuação total de 12 pontos) Mobilidade comprometida. Risco 3 marcha instável, curva ou retorno moderado. PONTUAÇÃO TOTAL: (o teste tem pontuação total de 28 pontos - soma das pontuações do Equilibrio e da Marcha) inseguros. INTERPRETAÇÃO DO Menor que 19 alto risco de quedas Dificuldade em quase todas as Mobilidade bastante prejudicada. 4 fases, instabilidade acentuada. Risco alto. Incapaz de realizar teste sem Dependência funcional. Muito alto 5 assistência física. risco. Sarcopenia Força muscular avaliada pelo dinamômetro, com 3 medidas com intervalo de 60 segundos, Stand without using arms walk m turn around no, membro superior dominante com paciente sentado. Sit down walk back 20 Kg para mulheres 30 Kg para homens normais. Knees at 45° SARC-F FERRAMENTA DE RASTREIO DO RISCO DE SARCOPENIA COMPONENTE QUESTÃO PONTUAÇÃO Qual dificuldade que tempara Nenhuma Força levantar carregar Alguma 2 Timed up and go test (TUG) Tempo (segundos) Interpretação Nenhuma 0 Apoio Qual dificuldade que tempara Alguma Mobilidade normal. Pessoa independente, com boa na marcha atravessar Multa com apoloMoCA (Montreal Cognitive Característica Mini-Cog Cognitiva Assessment) Avaliar de forma abrangente a Avaliar rapidamente a função função cognitiva (memória, Objetivo cognitiva, com foco em memória e e humor atenção, linguagem, orientação, orientação. cálculo, etc.). Tempo de Aplicação Aproximadamente 10-15 Aproximadamente 3-5 minutos Pontuação Máxima 30 pontos. 5 pontos. Orientação, Memória, Atenção, Memória de curto prazo (3 palavras Componentes Avaliados Linguagem, Cálculo, Abstração, serem lembradas) e desenho de Cognição Capacidade de um relógio (desenho e Profissionais de saúde ou mesmo Profissionais de saúde treinados Mini Exame do Estado Mental (MEEM) avalia os principais parâmetros da função cognitiva. Aplicação realizado por familiares ou Orientação, memória, retenção de dados (evocação), linguagem, nomeação, repetição, comando verbal, (médicos, psicólogos, enfermeiros). leitura, ordem escrita, cópia do desenho. Pontuação 26: função cognitiva Pontos de corte consideram a escolaridade. Pontuação 0-1: risco de normal cognitivo significativo ontuaçãoMONTREAL COGNITIVE ASSESSMENT (MOCA) Nome: Data de nascimento: PHO-2 Versão Experimental Brasileira Escolaridade: Data de avaliação: Sexo: Idade: Ao longo das últimas 2 (duas) semanas, com que frequência você foi incomodado por VISUOESPACIAL EXECUTIVA Copiar Desenhar um REL ÓGIO Pontos algum dos seguintes problemas? cubo (onze horas e dez minutos) pontos) Mais da Quase E A Nenhuma Vários dias metade todos os vez Fim dos dias dias 5 1. Pouco interesse ou prazer em 2 0 1 2 3 fazer as coisas 1 2. Sentindo-se triste, deprimido ou 0 1 2 3 Início sem esperança D 4 3 A PHQ-2 score ranges from 0-6. A score of 3 is the optimal cutpoint when Contorno Números Ponteiros using the PHQ-2 to screen for depression. If the score is 3 or greater, major NOMEAÇÃO depressive disorder is likely. Sensoriais ] Visual e auditivo. MEMÓRIA Leia lista de Rosto Veludo Igreja Margarida Vermelho sujeito de repeti Sem tentativa Pontus Escala Optométrica de Snellen. faça duas tentativas ção Teste do sussurro. Fora campo visual. Cerca de 30 cm. Evocar após tentativa ATENÇÃO de números sujeito repetir em dem direta 21854 (1 númer por segundo) sujeito deve repetir a em dem indireta 742 Leia série de sujeito deve bater com mão (na mesa) cada que ouvir a Não se atribuem pontos se erros. FBACMNAAJKLBAFAKDEAAAJAMOFAAB /1 Subtração de 7 começando pelo 100 ] 93 86 79 72 ] 65 /3 ou 5 subtrações corretas: 3 pontos; 2 ou corretas 2 correta 1 0 correta ponto LINGUAGEM Repetir: Eu somente sei que é João ajudado hoje. [ ] gato sempre se esconde embaixo do quando cachorro está na sala. [ ] verbal: dizer maior número possível de palaur as que comecem pela F (1 minuto). (N /1 ABSTRAÇÃO ex. entre banana e fruta trem bicicleta relógio /2 EVOCAÇÃO Deve recor dar Rosto Veludo Igreja Margarida Vermelho TARDÍA /5 as as [ ] Pontuação SEM PISTAS [ ] [ ] apenas para evocação BRASIL Pista de categoria OPCIONAL SEM PISTAS Pista de escolha ORIENTAÇÃO Dia do mês Mês ] Ano Dia da semana ] Lugar Cidade /6 Nasreddine MD www.mocatest.org TOTAL Adicionar pt se 12 anos /30 Versão experimental Brasileira: Ana Luisa Rosas Sarmento de escolaridade Paulo Henrique Ferreira Bertolucci José Roberto Wajman Capacidade (UNIFESP-SP 2007) Humor ESCALA DE DEPRESSÃO GDS Escala de Lawton e Escala de Pfeffer INSTRUÇÕES Aplicar questionário computando as respostas que indicam como a pessoa tem se sentido na última semana. Itens avaliados: telefone, compras, Assinalar SIM ou NÃO. Cada resposta deverá ser pontuada conforme indicativo ao lado. o resultado final será a soma das 15 respostas. tarefas domésticas, transporte etc. Questão Resposta Pontuação Resposta Pontuação 1. Está satisfeito (a) com a sua vida? SIM 0 NÃO 1 2. Interrompeu muitas de suas atividades? SIM 1 NÃO 0 3. Acha sua vida vazia? SIM 1 NÃO 0 4. Aborrece-se com frequência? SIM 1 ) 0 5. Sente-se bem com a vida na maior parte do tempo? SIM 0 NÃO 6. Teme que algo ruim lhe aconteça? SIM 1 NÃO 0 7. Sente-se alegre a maior parte do tempo? SIM 0 1 NÃO Atividades de Vida Diária Instrumentais NÃO 1 NÃO 8. Sente-se desamparado com frequência? SIM 1 0 9. Prefere ficar em casa a sair e fazer coisas novas? SIM 1 NÃO 0 10 Acha que tem mais problemas de memória que as outras pessoas? SIM 1 NÃO 0 11. Acha que é maravilhoso estar vivo (a)? 0 NÃO Básica (autocuidado) SIM 1 12. Sente-se inútil? SIM 1 NÃO 0 13. Sente-se cheio (a) de energia? SIM 0 NÃO 1 14. Sente-se sem esperança? SIM 1 NÃO ) 0 15. Acha que os outros têm mais sorte que você? SIM 1 NÃO 0 TOTAL Escalas de Katz INTERPRETAÇÃO Itens avaliados: comer, vestir, banho, 0 a 5 pontos: indica quadro 6 a 10 pontos: indica quadro de 11 a 15 pontos: indica quadro de psicológico normal. depressão leve. depressão transferir, continência etc. 4. PERSONAL HEALTH QUESTIONNARIE 9 (PHQ9) Nas últimas duas semanas com que frequência você ficou Nenhum Menos de Mais uma Quase incomodado com esses sintomas? dia (0) uma semana semana (1) (2) dias ABVDs Escala be katz Pouco interesse ou prazer nas atividades Sentindo se pra baixo, deprimido ou sem esperança BANHO: A avaliação da atividade "BANHAR SE é considerada em relação ao uso do chuveiro, da banheira e ao ato de 1 esfregar se em qualquer uma dessas situações Dificuldade pra pegar no sono ou permanecer dormindo, ou SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL dormiu demais VESTIR: Para avaliar função considera-se ato de pegar as roupas no bem como ato de se vestir 2 propriamente dito, incluindo se fechos Calçar sapatos está da cansado ou pouca energia SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL Teve falta de apetite ou comeu demais BANHEIRO: A função "USAR o BANHEIRO" compreende ato de if ao banheiro para excreções, higienizar se arrumar as próprias Dependentes são aqueles que recebem qualquer direto ou que não desempenham a função, Sentiu-se mal consigo mesmo ou se achou um fracasso ou 3 incluindo uso de "papagaios" ou "comadres"(neste caso considerar como ajuda decepção SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL Dificuldade de se concentrar nas coisas TRANSFERÊNCIA: A função "TRANSFERÊNCIA" é avaliada pelo movimento desempenhado pelo idoso para sair da cama Lentidão para se movimentar ou falar ou ficou agitado demais, sentar se em uma cadeira Dependentes são as pessoas que recebem qualquer (parcial ou total) em andando de um lado para outro qualquer das SEM AJUDA AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL Pensou em se ferir de alguma maneira ou achou melhor estar CONTINÊNCIA: termo refere ao ato inteiramente autocontrolado de eliminação de urina e A morto dependência está relacionada presença de incontinência total ou parcial em qualquer uma das Qualquer tipo de controle externo como enemas, cateterização ou uso regular de caracteriza a pessoa como dependente (neste caso avaliar necessidade de auxilio para realização de um desses procedimentos) SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL o ponto de corte da escala PHQ9 é a pontuação maior ou igual a 10. Leve: 10 a 14 pontos ALIMENTAÇÃO: função ALIMENTAR relaciona se ao ato de dirigir comida do prato (ou similar) boca ato de cortar alimentos ou prepará los está excluído da avaliação. Dependentes são as pessoas que recebem qualquer assistência Moderado: 15 a 19 pontos - Grave: 20 a 27 pontos Aqueles que não se alimentam sem ajuda ou que utilizam sondas para se alimentarem são considerados SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL COM AJUDA TOTAL para todas as atividades Dependente para atividades Dependente para CINCO atividades Dependente para UMA atividade Dependente para QUATRO atividades Dependente para TODAS atividades DependenteAIVDs Escala de Lawton: 9 a 27 pontos. 9 pontos (dependência total), 10-15: grave, 16-20 moderada, 21-25: leve e 25-27: independente. Suporte disponível: familiar, social e financeiro. Difícil avaliação. APGAR DA FAMÍLIA Apgar da e dos amigos. SEM AJUDA: Significa que idoso consegue realizar atividade sem nenhum Itens COM AJUDA significa que idoso só consegue realizar a atividade se receber auxilio parcial de outra NÃO Significa que idoso depende totalmente de outra pessoa para desempenho da atividade INTERPRETAC DO ESCORE TOTAL 2 0 o (a) Sr(a) consegue usar telefone? 1 funcionalidade familiar SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE Moderada familiar O(a) Sr(a) consegue a locais distantes, usando algum transporte, sem necessidade de planejamentos especiais? 2 2 0 SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE Elevada disfunção O(a) Sr(a) consegue fazer compras? problemas. 3 SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE 3) Estou satisfeito(a) com maneira como minha 2 0 O(a) Sr(a) consegue preparar suas próprias apoia desejos de iniciar ou buscar 4 SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE novas atividades procurar novos caminhos ou O(a) Sr(a) consegue arrumar casa? 5 SEM AJUDA NÃO CONSEGUE 4) Estou satisfeito(a) com a maneira pela qual minha 2 0 COM AJUDA PARCIAL demonstra afeição reage minhas O(a) Sr(a) consegue fazer trabalhos manuais domésticos, como pequenos reparos? 6 emoções, tais como mágoa ou amor SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE 5) Estou satisfeito(a) com maneira pela qual minha 2 0 O(a) Sr(a) consegue lavar e passar sua roupa? 7 familia eu compartilhamos tempo SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE Subtotal (a) Sr(a) consegue tomar seus remédios na dose e horários corretos? 8 Total SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE 9 (a) Sr(a) consegue cuidar de suas finanças? SEM AJUDA COM AJUDA PARCIAL NÃO CONSEGUE Escala be PreFFer Polifarmacio 6 pontos: Uso de 5 ou mais Nem sempre polifarmácia é iatrogenia. Medicações inapropriadas: uso de anti-hipertensivos, levando a hipotensão postural risco de quedas perda da funcionalidade. NUNCA NUNCA FEZ NECESSITA NÃO É Risco-benefício. MAS MAS COM E TERIA É CAPAZ DE AJUDA PODERIA FA. CAPAZ QUESTÕES ALGUMA FICULDADE DE FAZER PARA FAZER DE FAZER ZER AGORA FICULDADE AGORA 0 ponto 0 ponto 1 ponto 1 ponto 2 pontos 3 pontos Quadro III Medicamentos associados com risco de queda no idoso 1. A pessoa idosa capaz de cuidar do seu próprio dinheiro? 2.A pessoa idosa capaz de fazer as compras sozinha (por exemplo, de Antihistamínicos comida roupa)? Antihipertensicos 3.A pessoa idosa é capaz de esquentar água para café ou chá apagar fogo? Antipsicóticos Antidepressicos 4.A pessoa idosa é capaz de preparar comida? Benzodiazepinicos 5.A pessoa idosa é capaz de se manter Digoxina a par dos acontecimentos do que se passa na vizinhança? Diuréticos 6.A pessoa idosa capaz de prestar Laxativos atenção, entender discutir um programa de rádio, televisão ou um artigo do jornal? Relaxantes musculares 7. A pessoa idosa capaz de lembrar Vasodilatadores de compromissos acontecimentos familiares? 8.A pessoa idosa capaz de cuidar de seus próprios medicamentos? Comorbidades 9. A pessoa idosa é capaz de andar pela vizinhança e encontrar o caminho de volta para casa? 10. A pessoa idosa é capaz de Quadro Comorbidades no idoso cumprimentar seus amigos adequadamente? 11. A pessoa idosa capaz de ficar Diabetes melitus sozinha em casa sem problemas? Doença pulmonar Doença vascular periférica Estado Nutricional Doenças músculo-esqueléticas Doenças renais Doenças hepáticas Doenças valvares degenerativas Imc Circunferência abdominal Doenças neoplásicas Depressão Rejeição IMC CLASIFICAÇÃO Dificuldades de locomoção Doenças neurológicas 27 Excesso de peso Risco de Circunferência Abdominal complicações metabólicas Homem Mulher Baixo riscoExame abdominal Divisao do abdome SINAL DE BLUMBERG SINAL SEMIOLÓGICO CARACTERIZADO POR DOR À DESCOMPRESSÃO Regiões do abdome BRUSCA DA PAREDE ABDOMINAL NO PONTO APENDICULAR, INDICATIVO DE APENDICITE. 1. Hipocôndrio direito 2. Epigástrio 1 2 3 3. Hipocôndrio esquerdo 4. Flanco direito 4 5 6 5. Mesogástrio 6. Flanco esquerdo 7. Fossa Ilíaca direita 789 AÇÃO PROTEGIDA POR DIREITOS (LEI 2022 CHRISTIANE CHRISTIANE RIBEIRO DOR DESCOMPRESSÃO SÃO 8. Hipogástrio 9. Fossa esquerda AO PONTO DE MCBURNEY Ponto de Mcburney de murphy Avalia inflamação vesicula biliar (colecistite como encontrar: É positivo quando a inspiração é palpar a espinha antero-superior pela intensa a hipoconorio 2" uma linha reta 100 ponto até umbigo Direito. 3: Divioir a linha em 3 partes iguais 4: ponto Mcburney corresponde ao tergo ba linha Imaginaria Paciente em Decubito borsal com Joelhos 2) Palpar o ponto cistico- interseção entre a linha Memiclavicular e costal bireito 3) Pebir para o paciente inspirar profunbamente 4) Comprimir o ponto cístico 5) se Houver colecistite, paciente interromperá a respiração onto umbigo Ponto cístico 2 1 3 espinha ilfaca EDsimple superior Avalia bor em Fossa ilíaca Direita Quando boloroso a Descompressão Brusca, Sugere Apenbicite Sinal de Sinal de para avaliar apenoicite aguba Sinal clinico irritação Peritoneal 1) Paciente em Dorsal com paciente em Dorsal 2) com os Fletibos, a Fossa ilíaca 2) Palpar ponto mcburney apendicular 3) paciente relatar Dor em Fossa ilíaca Direita, 3) observar se paciente sente à Descompressão abrupta nal será positivo, apenoicite. 4) Sinal positivo quanoo paciente sente bor à abrupta A Dor se pelo be Ar ba FiE à FID quanioo há aSinal de Rovsing Sinal do obturador Paciente em DD usabo para avaliar Pressione FIE Paciente em borsal DOR EM FID Realizar Flexão passiva Da perna e bireita Realizar rotação interna (empurrar torno. zelo para kora e Joelho sugestivo de Sinal é positivo quando paciente sente no hipogástrico apendicite aguda Fossa Sinal do obturador Paciente em DD Sunal do 1. Flexão da perna e coxa D 2. Rotação interna do quadril Avalia peritonite, como a apenoicite + Dor no hipogástrio Jécnica passiva Sugere Paciente em lateral apendicite aguda promove uma 100 membro (empurrar a perna para trás) positivo se paciente bor no quodronte inferior bireito, sugerindo retrocecal. de piparote Sinal do Psoas para ascite Paciente em DLE Hiperextensão MID Paciente em Decribito Dorsal para colocar na linha Examinanor beve colocar a na Flanco 100 paciente Examinador oeve promover Golpes em piparote no Flanco Direito paciente Sinal positivo, sente. se a transmissão 00 liqui 100 (vibração) no Flanco Pesquisa de ascite Ativa Manobra de piparote Paciente em DD 1) Paciente em Lateral 2) Paciente elevar a coxa bireita contra resistência Mão do paciente na linha mediana do abdome 3) 0 Exominabor aplicar resistência a coxa (empurrar para baixol Examinador com mão em FE 4) Resultabo positivo se paciente sentir no quadrante Golpes em piparote no FD rior bireito vibração sentida em flanco esquerdo Sinal do Psoas Paciente em DLE indicativo de ascite Hiperextensão MID Flexão resistida Sinal de macicez movel Paciente em borsal Realizar percurssão Flancos Paciente em Decubito Lateral Esqueroo Realizar percursão Flancos be cima para baixo observar a be som timpanico para macigo Paciente em lateral pireito Realizar percursão Flancos be cima para baixo observar a transição be som timpanico para macigo Sinal positivo quando a be som timpânico para maciço Se a macicez De posi para ascite ascitePesquisa de ascite Sinal de Giordano Manobra de macicez móvel Paciente sentado Paciente em DD Punhopercussão lombar 1. Percuta flancos sugestivo de pielonefrite ou litíase renal Pesquisa de ascite Manobra de macicez móvel Paciente em DD 1. Percuta flancos Maciço na presença de ascite Timpânico 2. Paciente em DLE Timpânico Por gravidade, líquido ascítico se acumula na parte inferior Timpânico 3. Percussão de cima para baixo Macico Som timpânico-maciço Pesquisa de ascite Manobra de macicez móvel Paciente em DD 1. Percuta flancos Maciço na presença de ascite 2. Paciente em DLE Por gravidade, líquido ascítico se acumula na parte inferior 3. Percussão de cima para baixo Som timpânico-maciço 4. Repetir em DLD Sinal de usabo para avaliar pielonefrite ou litíase renal 1) Paciente 2) Percurtir, com punho, ângulo costovertebral ângulo entre a ultima costela e a Obs: a ser Feita com a ulnar 100 punho 3) sinal sevá positivo se paciente bor à percurssão. costovertebral costela 12. costela Rim VISTA POSTERIORSINAL DE BLUMBERG SINAL DE PSOAS SINAL DE PIPAROTE Posiciona-se p paciente em Sinal semiológico Paciente em decúbito dorsal; decúbito lateral esquerdo, e caracterizado por dor à examinador faz pequenos examinador deve realizar descompressão brusca golpes com a ponta dos dedos a hiperextensão e adução da parede abdominal no (como petelecos) enquando a passiva do membro inferior ponto de McBurney outra mão fica posicionada no direito lado oposto às batidas Em caso de dor: sinal Mão contralateral capta os Ponto dE McBurney positivo choques das ondas líquidas Indica apendicite aguda ocasionadas pelos piparotes Linha ligando a cicatriz umbilical com a espinha ilíaca ântero-superior MANOBRAS ESPECIAIS SINAL DE ROVSING Palpação no quadrante inferior esquerdo e dor SINAL DO OBTURADOR SINAL DE MURPHY SINAL DE GIORDANO referida no quadrante inferior SINAL DE MACICEZ MÓVEL Paciente em decúbito dorsal, Paciente suspende a Dor à punho percussão direito faz-se a flexão passiva da inspiração por dor à na região lombar Percussão nos flancos direito e Ordenha o intestino grosso, a perna sobre a e da compressão do rebordo Sinal de Giordano partir do colo sigmoide, esquerdo e mesogastro com coxa sobre a pelve, então costal direito (local onde positivo indica grande retrogradamente, em direção paciente em decúbito drosal e procede-se com uma rotação se encontra a vesícula probabilidade de doença depois em decúbito lateral. ao cólon descendente, interna da biliar) renal Dorsal: macicez nos flancos e transverso e finalmente Positivo quando refere-se dor Indicativo de colecistite ascendente. timpanismo do mesogastro no hipogastro Lateral esquerdo: timpanismo no FD e mesogastro, macicez no FE