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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: AVALIAÇÃO CLINICA/ PSICOSSOCIAL 
 
 
NOME DO ALUNO: ANA CARLA DA COSTA VIEÍRA 
 
 
 
R.A: 2213549 POLO: ARARIPINA-PE 
 
 
DATA: 01/05/2023 
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TÍTULO DO ROTEIRO: AVALIAÇÃO CLINICA/ PSICOSSOCIAL 
 
 
- INTRODUÇÃO: Avaliação clinica psicossocial em enfermagem, trata-
se de instrumentalizar o enfermeiro para a compreenção da 
enfermagem como prática social. Proporcionando o dessenvolvimento 
de habilidades para avaliar o ser humano em seu aspecto psicossocial 
em atendimento pré- hospitalar. 
Abordaremos a seguir como e feito a lavagem de mãos, técnica de calçar luva 
estéril, sinais vitais, dados antropométricos, avaliação neurológica, avaliação 
cabeça e pescoço, avaliação cardioarculatória, avaliação respiratória, avaliação 
abdominal, exame clínico das mamas, exame clínico dos orgão ginitais 
externos feminino e masculino e avaliação do sistema urinário. 
 
 
 – No polo Unip Araripina-PE nos dias 20/04 e 27/04, tivemos aulas práticas 
ministradas pela professora Sabrina Alencar, sobre os respectivos assuntos 
citados acima, vimos como e feito todo o processo desde a higienização até 
o exame clínico fisíco psicossocial, dessenvolvendo conhecimentos, 
habillidades e atitudes para avaliar o ser humano em seu aspecto clínico. 
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RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
 
Aula 01 
Roteiro 01 
 
 
1. Higienização das mãos/ Técnica de calçar luva estéril 
Estudos realizados pela organização mundial da saúde em 2006 
evidenciam que a prática da higienização das mãos reduz significamente 
a transmissão de micro-organismos, e assim diminui a incidência das 
infecções previnientes, reduzindo a morbimortalidade em serviços a 
saúde. Devem higienizar as mãos todos os profissionais que trabalham 
em serviço a saúde e mantém contato direto ou indireto com o pacientes, 
atuem na manipulação de medicamentos, alimentos e material estéril. 
Além de familiares, acompanhantes e visitantes. A OMS (Organização 
Mundial da Saúde), preconiza os cinco principais momentos da 
assistência ao paciente, para os quais o profissional de saúde deverá 
higienizar, impreterivelmente, as suas mãos. 
• Veja a seguir os cinco principais momentos da assistência ao 
paciente. (Observe a figura abaixo). 
 
 
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A eficácia da higienização simples das mãos, com água e sabonete, 
depende da técnica e do tempo gasto durante o procedimento. Tem a 
finalidade de remover micro-organismos que colonizam as camadas 
superficiais da pele, assim como o suor a oleosidade e as células mortas, 
retirando a sujidade propícia á permanência e á proliferação de micro- 
organismos, com duração entre quarenta e sessenta segundos. Esse 
nível de descontaminação é suficiente para os contatos sociais em geral e 
para a maioria das atividades práticas nos serviços de saúde. 
• Observe na imagem abaixo como se faz a higienização das mãos. 
 
 
 
 
1.1 Higienização antisséptica das mãos 
Tem a finalidade de promover a remoção de sujidades e de micro-organismos com 
um antisséptico, reduzindo a carga microbiana das mãos. O procedimento deve ter 
duração de vinte a trinta segundos. 
• Veja na imagem a seguir de como e feita a higienização antisséptica. 
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 1.2 Antissepsia cirúrgica ou preparo pré-operatório das mãos 
 
Tem a finalidade de eliminar a microbiota transitória da pele e reduzir a 
microbiota residente, além de proporcionar efeito residual na pele do 
profissional. A duração do procedimento é de três a cinco minutos para a 
primeira cirurgia e de dois a três minutos para as cirurgias subsequentes. 
• Veja a seguir passo a passo de como se faz a antissepsia cirúrgica 
1. Abrir a torneira, molhar as mãos, antebraços e cotovelos; 
2. Recolher, com as mãos em concha, o antisséptico e espalhar 
nas mãos, antebraço e cotovelo. No caso de escova 
impregnada com antisséptico, pressione a parte da esponja 
contra a pele e espalhe por todas as parte; 
3. Limpar sob as unhas com as cerdas da escova. 
4. Friccionar as mãos, observando espaços interdigitais e 
antebraço, de três a cinco minutos, mantendo as mãos acima 
dos cotovelos. 
5. Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos 
para os cotovelos, retirando todo resíduo do produto. Fechar a 
torneira com o cotovelo, joelho ou pés, se a torneira não 
possuir fotossensor 
6. Enxugar as mãos em toalhas ou compressas estéreis, com 
movimentos compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo 
pelo antebraço e cotovelo, atentando para utilizar as diferentes 
dobras da toalha ou compressa para regiões distintas. 
 
 
 
 
 
 
 
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➢ Observe a imagem abaixo. 
 
 
 
 
 
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1.3 Técnica de calçar luva estéril 
➢ Materiais necessários; 
Pares de luvas estéreis numeradas como 6.0, 6.5, 7.0, 7.5, 8.0, 8.5 e 9.0; 
pode variar de acordo com o fabricante 
➢ Indicação 
 Manuseio de material esterilizado que precise permanecer sem contaminação 
 Ao realizar técnicas assépticas 
 
1.4 Procedimento 
 
 
✓ Selecionar o material conforme o tamanho adequado 
 
✓ Retirar adornos 
 
 
✓ Higienizar as mãos 
 
✓ Posicionar o material em superfície segura 
 
✓ Abrir o pacote da luva, sem tocar nas luvas 
 
✓ Com a mão dominante, retirar a luva pegando pela parte interna do 
punho 
 
✓ Calçar a luva na mão dominante, atentando-se para não contaminar a 
parte externa 
 
✓ Colocar a mão enluvada dentro da dobra do punho da outra luva 
 
✓ Calçar a luva na mão não dominante atentando para não contaminar 
a não enluvada 
 
✓ Ajeitar as luvas externamente com as mãos enluvadas 
 
✓ Após o uso: 
 
 
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✓ . Retirar a luva de uma das mãos puxando-a, externamente pelo 
punho, sobre a mão, virando-a pelo avesso 
 
✓ Na sequência, introduzir os dedos da mão já sem luva dentro do 
punho, puxar, virando-a do avesso 
✓ Desprezar as luvas no lixo infectante 
✓ Lavar as mãos 
 
• Observe a imagem abaixo 
 
 
http://enfermagemcontinuada.blogspot.com.br/2011/03/tecnica-de-calcar-luva-esteril.html
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Aula 01 
Roteiro 02 
 
 
2. Sinais Vitais 
 São indicadores do estado de saúde e da garantia das funções 
circulatórias, respiratória, neural e endócrina do corpo. Podem servir 
como mecanismos de comunicação universal sobre o estado do paciente 
e da gravidade da doença 
Verificação de: Temperatura, pulso e frequência cardíaca, respiração, 
pressão arterial, dor. 
Materias necessários para a verificação; Bandeja de aço inoxidável, 
Álcool 70%, algodão ou gaze, papel e caneta, relógio com ponteiro de 
segundos, termômetro digital, escalas de dor, estetoscópio, 
esfigmomanômetro. 
Procedimento: Lavar as mãos, em seguida reunir os materiais 
necessários, colocar a bandeja com os materiais na mesa ou cabeceira 
do paciente e explicar todo o procedimento ao paciente. 
 
2.1Temperatura 
A temperatura corporal é um parâmetro fisiológico controlado 
rigorosamente pelo organismo humano. Existe uma variação de 0,2° a 
0,4° Celsius (°C) para mais ou para menos de 37 °C para manutenção 
das funções metabólicas. Para avaliar a temperatura corporal, é 
necessário utilizar um termômetro. Pode-se avaliar a temperatura nos 
seguintes locais; 
• Cavidade oral: colocar o termômetro embaixo da língua, orientar a 
pessoa a fechar os lábios e aguardar de três a cinco minutos; 
• cavidade retal: introduzir termômetro específico para essa região, 
com a devida lubrificação, de 3 a 4 cm do ânus. A pessoa deve 
estar em decúbito lateral. Permanência do termômetro por três 
minutos; 
• Região axilar: para colocação do termômetro, a região deve estar 
livre de umidade para não interferir na medida. Período de 
ç 
permanência do termômetro: de cincoa sete minutos; 
• Pavilhão auricular: recurso tecnológico especial – mais utilizado 
em unidade de terapia intensiva. 
 
2.2 Valores de Referência 
✓ Hipotermia: abaixo de 36°C 
✓ Normotermia: entre 36°C e 36,8°C 
✓ Febrícula: entre 36, 9°C e 37,4°C 
✓ Estado febril: entre 37,5° e 38°C 
✓ Febre: entre 38°C e 39°C 
✓ Pirexia ou Hipertermia: entre 39,1°C e 40°C 
✓ Hiperpirexia: acima de 40°C 
 
 2.3 Procedimento 
✓ Lavar as mãos 
✓ Posicionar o paciente de forma confortável 
✓ Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool 70% 
✓ Se necessário, enxugar a axila do paciente com a própria 
roupa ou papel toalha 
✓ Colocar o termômetro na região axilar com o bulbo em 
contato direto com a pele do paciente, posicionando o 
membro sobre o tórax 
✓ Aguardar sinal sonoro do termômetro 
✓ Retirar o termômetro 
✓ Proceder à leitura e anotar o valor obtido 
✓ Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool 70% 
✓ Guardar o mesmo na embalagem de segurança (caixinha) 
✓ Lavar as mãos 
✓ Anotar o valor obtido 
ç 
2.4 Pulso 
Para a verificação do pulso, com a devida observação do 
número e das características dos batimentos cardíacos 
refletidos nas artérias, devemos utilizar as polpas dos dedos 
indicador e médio para proceder a palpação de uma artéria, em 
geral a artéria radial, para, durante um minuto, realizarmos as 
observações. pertinentes. Além da verificação do pulso radial, 
podemos verificar o pulso braquial, femoral, carotídeo, pedioso, 
tibial posterior e poplíteo. As características do pulso a serem 
observadas são: 
• Intensidade (cheio ou filiforme); 
• Ritmicidade (regular ou irregular); 
• Simetria (iguais em ambos os membros). 
 2.5 Valores de Referência e Padrões 
• Normocardia: 60 a 100 bpm 
• Taquicardia: > de 100 bpm 
• Bradicardia: de 100 bpm 
• BRADICARDIA:do braço no ponto médio 
entre acrômio e olecrano. 
2. Selecionar o manguito de tamanho adequado ao braço: 
3. Colocar o manguito, sem deixar folgas, de 2 a 3 cm 
acima da fossa cubital. 
4. Centralizar o meio da parte compressiva do manguito 
sobre a artéria braquial. 
5. Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso radial 
(observar com que pressão de insuflação do manguito 
o pulso radial cessa). 
6. Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a 
campânula ou o diafragma do estetoscópio sem 
compressão excessiva. 
7. . Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o 
nível estimado da PAS obtido pela palpação do pulso 
radial. 
8. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 
mmHg por segundo). 
9. Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase I 
de Korotkoff) após aumentar ligeiramente a velocidade 
de deflação. 
10. Determinar a PAD no desaparecimento dos sons 
11. Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último 
som para confirmar seu desaparecimento e depois 
proceder à deflação rápida e completa 
12. Se os batimentos persistirem até o nível zero, 
determinar a PAD no abafamento dos sons e anotar 
valores da PAS/PAD/zero. 
13. Realizar pelo menos duas medições, com intervalo em 
torno de um minuto. Medições adicionais deverão ser 
realizadas se as duas primeiras forem muito diferentes. 
ç 
Caso julgue adequado, considere a média das 
medidas. 
14. Medir a pressão em ambos os braços na primeira 
consulta e usar o valor do braço onde foi obtida a maior 
pressão como referência. 
15. nformar o valor de PA obtido para o paciente. 
16. . Anotar os valores exatos sem “arredondamentos” e o 
braço em que a PA foi medida. 
 
6. Dor 
A dor é uma sensação desagradável que sinaliza lesões reais ou 
possíveis. A dor é o motivo mais comum pelo qual as pessoas 
procuram assistência médica. A dor pode ser aguda ou leve, 
constante ou intermitente, latejante ou estável. Às vezes, pode 
ser muito difícil descrever a dor. Podendo ser classificada como: 
- Dor Aguda 
 - Dor Crônica (acima de 6 meses) 
 - Dor Recorrente (períodos de curta duração e que se 
repete com frequência) 
 
6.1 Intensidade 
 -Leve 
 - Moderada 
 - Intensa 
 - Muito intensa 
6.2 Duração 
-Contínua 
- Cíclica ou periódica: duração de cada crise e intervalos. 
6.3 Técnica 
• Lavar as mãos 
ç 
• Posicionar o paciente de forma confortável 
• Explicar o procedimento 
• Questionar e anotar conforme verbalização do paciente 
as características da dor: 
 
➢ Data de início (quando) 
➢ Localização (onde), se necessário fazer uso do diagrama 
corporal (abaixo) o Intensidade (quanto), usar escalas de 
dor 
➢ Qualidades (como) 
➢ Periodicidade e duração dos episódios 
➢ Fatores de melhora e piora ƒ 
➢ Sintomas associados 
➢ Efeitos sobre as atividades da vida diária 
➢ Anotar os resultados 
 
 
 
 
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 Aula 01 
Roteiro 03 
 
 
7. Dados antropométricos 
A antropométria é a medida das dimensões físicas de uma pessoa. 
Inclui, peso, circunferência abdominal,altura, Índice de Massa 
Corporal (IMC), percentual de gordura e índice de padrão de 
crescimento. Esses parâmetros são fundamentais para a avaliação 
do paciente em algumas unidades de atendimento, tais como 
pediatria, endocrinologia, nefrologia, obstetrícia e cardiologia. 
 
7.1 ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC) 
 
ç 
7.2 Materiais Necessários 
7.3 Altura e Peso 
• Balança: 
-Mecânica com regra antropométrica 
-Digital com regra antropométrica 
• Estadiômetro 
- para mensurar com exatidão a altura do paciente 
- Papel Toalha 
 
Procedimento 
✓ Lavar as mãos 
✓ Forrar o piso da balança com papel toalha 
✓ Pedir ao paciente para retirar o calçado, o roupão 
ou excesso de roupa, carteira, celular, entre outros 
✓ Auxiliá-lo a subir na balança 
✓ Destravar a balança e deslocar o massor do 
quilograma até o valor do peso estimado do 
paciente – quando do tipo mecânica 
✓ Deslocar o massor do grama até o valor do peso 
estimado do paciente – quando do tipo mecânica 
✓ Registrar o peso do paciente 
✓ Auxiliá-lo a virar de costas para a régua 
antropométrica (antropômetro) 
✓ Orientar e auxiliar o paciente em relação ao 
posicionamento adequado (cabeça reta, olhando 
para o horizonte 
✓ Posicionar o antropômetro de maneira que a barra 
toque na parte superior da cabeça e registrar a 
altura 
ç 
✓ Higienizar as mãos 
✓ Proceder à anotação de enfermagem 
 
 
 Aula 02 
Roteiro 04 
 
8. Avaliação Neurológica 
Exame neurológico é uma avaliação clínica, não invasiva, que 
busca identificar e dimensionar transtornos que afetam o 
sistema neurológico. 
- Observa-se: 
• Identificação de disfunções no sistema nervoso 
• Efeitos da disfunção na vida do paciente 
• Detecção de situações de risco de vida 
- O exame neurológico serve para constatar anormalidades no 
sistema neurológico, indicando lesões e patologias. 
• O paciente poderá ser examinado: 
- Deitado 
- Sentado 
 - Em pé 
 
 8.1 Materiais Necessários 
• Lanterna 
• Pupilômetro 
• Escala de coma de Glasgow 
• Escala de força muscular 
 
ç 
 8.2 Avaliação do Nível de Consciência 
• Despertar 
• Estado de vigília 
• estar acordado 
• Linguagem 
• Memória 
• Crítica 
• Perceptividade 
• Reatividade (variável quando há perda da consciência) 
 
Avaliação do Nível de Consciência /Escala de Coma de Glasgow 
• Visa diminuir a subjetividade 
• Padronizar os registros 
• Linguagem uniforme 
• Registro simples e fácil 
• Avalia a consciência por meio de 3 indicadores: 
- Abertura ocular = AO 
- Melhor resposta verbal = MRV 
- Melhor resposta motora = MRM 
- Reatividade pupilar 
 
8.3 Procedimento 
O exame é composto, basicamente, por anamnese e avaliação 
física. A ideia é que, ao final da avaliação, seja possível 
descrever um exame físico neurológico abrangente e identificar 
anormalidades que sinalizem comprometimento neurológico. 
• Verificar fatores que interferem com a comunicação, 
capacidade de resposta e outras lesões. 
• Observar a abertura ocular, o conteúdo do discurso e os 
ç 
movimentos dos hemicorpos direito e esquerdo. 
-Estimular 
• Estimulação sonora: ordem em tom de voz normal 
ou em voz alta 
• Estimulação física: pressão na extremidade dos 
dedos, trapézio ou incisura supraorbitária 
 - Pontuar de acordo com a melhor resposta observada 
 - Analisar a reatividade pupilar 
- Subtrair a nota obtida anteriormente pelo valor obtido 
na reatividade pupilar 
 
 
ç 
8.4 Procedimento: 
✓ Entrar no quarto/enfermaria já observando o paciente 
✓ Aproximar-se do paciente 
✓ Avaliar se houve abertura ocular espontânea 
✓ Se abertura ocular espontânea, dar continuidade ao 
exame, verificar o nível de orientação (tempo, espaço 
e em relação a si mesmo) 
✓ Realizar perguntas pontuais com intuito de verificar a 
memória, atenção, concentração e linguagem 
 
➢ Caso o paciente não apresente abertura ocular 
espontânea; 
 
• Iniciar o estímulo auditivo, com tom de voz normal 
• Se obtiver resposta verbal do paciente, avaliar o 
nível de orientação (tempo, espaço e em relação a 
si mesmo) 
• Realizar perguntas pontuais com intuito de verificar 
a memória, atenção, concentração e linguagem 
 
➢ Ausência de resposta com estímulo auditivo, usando 
tom de voz normal 
 
• Aumentar o tom de voz 
• Se não houver resposta aplicar estímulo, 
como bater de palmas ou estalar os dedos 
• Avaliar se o paciente responde, se sim, 
mensurar o nível de orientação (tempo, 
espaço e em relação a si mesmo) 
 
➢ Caso o paciente não apresente resposta ao 
estímulo auditivo 
 
• Tentar estímulo tátil, ao tocar o braço do 
paciente 
• Se não houver resposta,aplicar o estímulo 
ç 
doloroso no leito ungueal ou região esternal 
• Em ambos, exercer pressão sobre o local 
• Se obtiver resposta verbal do paciente, 
avaliar o nível de orientação (tempo, espaço e 
em relação a si mesmo) 
 
➢ Avaliar a resposta motora do paciente 
O adequado é que o cliente obedeça aos comandos do 
enfermeiro em relação à movimentação dos membros. 
Entretanto, existem situações em que não haverá tal 
movimentação, nestes casos, ao aplicar o estímulo doloroso, 
averiguar se: 
Dirige a mão em direção ao estímulo doloroso, na ausência de resposta 
verificar se: 
 
• Flexiona o braço rapidamente, mas não apresenta 
movimentação anormal 
• Flexiona os braços e cotovelos, apresenta 
predominantemente movimentação anormal 
(decorticação) 
• Extensão dos braços (descerebração) 
• Não movimenta braços ou pernas e não existe fator 
interferindo a atividade motora. 
 
➢ Os estímulos que obtiveram a melhor resposta do 
paciente devem ser marcados em cada um dos três 
tópicos da escala. Se algum fator impede a vítima de 
realizar a tarefa, deve-se marcar como não testável (NT). 
Somar as notas obtidas nos três tópicos. 
 
 Análise da reatividade pupilar 
Suspender cuidadosamente as pálpebras do paciente e 
direcionar um foco de luz para os seus olhos. Registrar a nota 
correspondente à reação ao estímulo. Subtrair a nota obtida 
anteriormente pelo valor obtido na reatividade pupilar e 
registrar a nota obtida pelo paciente. 
ç 
➢ Por exemplo; 
Nota do paciente na ECG for igual a 6, considerando a 
AO; MRV e MRM e a reação das pupilas for igual a 2. 
Nesse caso, a ECG com reação pupilar será de 6 menos 
2, ou seja, 4 pontos. 
 
AVALIAÇÃO PUPILAR 
A avalição das pupilas se dá com auxílio de lanterna e 
pupilômetro. Durante avaliação é fundamental comparar uma 
pupila com a outra. Deve ser realizado observando: 
• Diâmetro 
• Forma 
• Fotorreatividade 
 Diâmetro 
• Varia de 1 a 9 mm 
• Padrão = 2 a 6 mm 
• Diâmetro médio = 3,5 mm 
• Midríase = 7 a 9 mm 
• Miose = 1 mm 
 Simetria 
• Isocóricas = diâmetros iguais 
• Anisocóricas = diâmetros diferentes 
 Formato 
• Redondas – fisiológico 
• Ovoides - Hipertensão craniana 
• Buraco de fechadura – Cirurgia de catarata 
• Irregulares – Trauma de órbita 
 
 Procedimento 
✓ Posicioná o paciente de maneira confortável 
✓ Explicar o procedimento ao paciente, e Certificar-se que o 
ambiente esteja claro 
✓ Posicionar o pupilômetro paralelo ao globo ocular D do 
paciente 
✓ Encontrar a medida que corresponda ao diâmetro da 
pupila do paciente 
ç 
✓ Aproveitar e verificar o formato da pupila 
✓ Anotar as informações 
✓ Proceder da mesma maneira do lado E 
✓ Aproveitar e verificar o formato da pupila 
✓ Anotar as informações 
✓ Solicitar que o cliente feche os olhos 
✓ Posicionar a lanterna ligada paralela ao globo ocular D 
✓ Pedir para o paciente abrir os olhos 
✓ Imediatamente posicionar a lanterna sobre os olhos 
✓ Verificar se houve reação pupilar ao estímulo luminoso, 
sendo esperado a constrição da pupila 
✓ Realizar o mesmo procedimento na pupila do olho E 
✓ Anotar as informações 
 
 TESTE ROMBERG 
Avalia o equilíbrio, o sinal de Romberg indica que há lesão no 
cordão posterior evidenciado por meio da perda o equilíbrio 
 
➢ Observe a imagem abaixo, de como ocorre o 
procedimento 
 
ç 
Teste inedex nariz 
Testar coordenação nas extremidades superiores 
Técnica 
• Explicar o procedimento para o paciene 
• Solicitar que o mesmo fique em pé 
• Pedir para estender os membros superiores lateralmente 
• Orientar o mesmo a tocar a ponta do nariz com o 
indicador, alternando lado D/E 
• Uma mão de cada vez, acelerando o movimento 
• Posteriormente com olhos fechados 
 
 Teste de força muscular 
Verificar a dependência ou independência do paciente para 
realizar atividades físicas. Comparar um membro com o membro 
do lado oposto do corpo. Nesse exame, o paciente procura fazer 
movimentos, com oposição aplicada pelo examinador. Não 
havendo indicios de doenças que justifique exame 
particularizado de determinados segmentos, esse exam é 
realizado rotineiramente de modo global. 
 
• Abrir e fechar as mão 
• Estender e flexionar o antebraço 
• Abduzir e elevar o braço 
• Flexionar e estender a perna e o pé. 
 
 
ç 
AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE 
 
➢ Avalia-se se os receptores sensitivos do corpo 
(dermátomos) transmitem impulsos para o córtex 
sensitivo. 
 
• Solicitar que o paciente feche os olhos 
• Encostar gaze ou algodão seco na superfície 
corporal 
• Verificar se o paciente refere a percepção dos 
estímulos 
• Comparar o hemicorpo direito com o esquerdo 
• Solicitar que o paciente feche os olhos 
• Encostar e comprimir levemente um objeto de 
ponta romba na superfície corporal 
• Verificar se o paciente refere a percepção dos 
estímulos 
• Comparar o hemicorpo direito com o esquerdo 
• Solicitar que o paciente feche os olhos 
• Encostar um tubo de ensaio contendo água fria e 
água quente na superfície corporal 
• Verificar se o paciente refere a percepção dos 
estímulos 
• Comparar o hemicorpo direito com o esquerdo 
 
 
 
Aula 02 
Roteiro 05 
 
9. Avaliação cabeça e pescoço 
Avalição dos órgãos do sentido, os quais são de importância para o 
indivíduo proteger-se das ameaças externas mediante a visão, audição, 
olfato e paladar. 
-Primeiramente o enfermeiro deve reunir os materiais e logo em seguida, 
higienizar as mãos, garantindo um ambiene adequado. 
-O enfermeiro deverá explicar todo o procedimento ao paciente. 
ç 
Posicionando o paciente quando possível deitado 
-O enfermeiro deverá utilizar técnicas de inspeção e palpação 
 
9.1 Materiais Necessários 
- Lanterna 
-Pupilômetro 
-Espátula 
-Otoscópio 
 
O enfermeiro deverá observar a posição ideal para a cabeça, que poderá 
ser ereta, Equilibrio e sem movimentos anormais. Observando a postura, 
tiques e Inflamação das meninges. 
 
9.2 Crânio 
-Tamanho 
 Varia com a idade e biotipo adequado para idade 
• Microcefalia ƒ 
• Macrocefalia 
 
 - Couro cabeludo 
 Higiene 
 Distribuição do cabelo 
• Quantidade de cabelo 
• Coloração do cabelo 
• Descamação o Seborreia o Parasitose 
• Lesões localizadas 
• Saliências (abaulamento) ƒ 
• Cistos sebáceos ƒ 
• Tumores ósseos ƒ 
• Hematomas ƒ 
ç 
• Depressão 
 
 9.3 Face 
 Coloração; Palidez , Icterícia , Cianose - Manchas localizadas, 
 9.4 Olhos 
Pálpebras avaliar; Abertura, fechamento, Mobilidade do globo ocular 
(laterais, para cima e para baixo), Presença de edema palpebral, 
Presença de processos inflamatórios folículos pilosos e glândulas 
sebáceas 
9.5 Pupilas 
- Diâmetro e Forma; Posicionar o pupilômetro paralelo ao globo ocular D do 
paciente, encontrar a medida que corresponda ao diâmetro da pupila do 
paciente, verificar o formato da pupila e anotar as informações. E proceder 
da mesma maneira do lado E 
 
Diâmetro 
▪ Varia de 1 a 9 mm 
▪ Padrão = 2 a 6 mm 
▪ Diâmetro médio = 3,5 mm ƒ 
▪ Midríase = 7 a 9 mm 
▪ Miose = 1 mm 
▪ Isocóricas = diâmetros iguais 
▪ Anisocóricas = diâmetros diferentes 
 -Simetria (forma) 
▪ Redonda – fisiológico ƒ 
▪ Ovoides - Hipertensão craniana ƒ 
▪ Buraco de fechadura – Cirurgiade catarata ƒ 
▪ Irregulares – Trauma de órbita 
-Reação à Luz; Pedir que o paciente fecha os olhos, posicionando a 
lanterna ligada paralela ao globo ocular. Pedir parra o paciente abrir os 
ç 
olhos e imediatamente posicionar a lanterna sobre os olhos e verificar se 
houve reação pupilar ao estímulo luminoso, sendo esperado a constrição 
da pupila e realizar o mesmo procedimento da pupila no lado E. 
 
9.6 Nariz 
Materiais: 
• Otoscópio/lanterna 
• Espátula 
 
 -Forma e Tamanho: 
Poderão ser alteradas no caso de traumatismo, tumores e Doenças 
endócrinas. 
-Exame endonasal (verificar): 
Podem verificar pelos, epistaxe, Secreção mucopurulenta, crostas, Septo 
nasal. 
 
-Investigando hipersensibilidade dos seios paranasais 
Avaliado por meio da técnica de palpação 
 
9.7 Seios frontais e maxilares 
Pressionar o osso frontal com os polegares sobre as sobrancelhas, 
pressionar os seios maxilares com os polegares, fazendo movimentos 
para cima, se sensibilidade, sugestivo de sinusite. 
 
9.8 Ouvidos 
Observar pavilhão auricular, forma e tamanho se tem deformidades 
congênitas ou deformidades adquiridas como, nódulos, tumorações, 
hematomas. Realizar o procedimento com o auxílio de um espéculo ou 
otoscópio. Detectar precença de corpos estranhos, processos 
inflamatórios, Furunculose ou otorragia. 
ç 
9.9 Boca 
 A avaliação da boca será realizado com ajuda de uma espátula, se 
necessário com a ajuda da lanterna, observando a coloração da cavidade 
e o hálito. Observar as deformarções congênitas como, Lesões 
herpéticas, Edema ou Ulcerações. Avaliar coloração das gengivas, Avaliar 
se há Presença de infecções nos dentes, Cáries, Formatos, sangramento 
ou lesões. Já a língua e avaliada apartir do dorso ,nela o enfermeiro 
observa, Amigdalite aguda, Processos purulentos, Abcessos amigdalianos 
e Cáseos. 
 
10. Pescoço 
O pescoço deve ser avaliado nas seguintes posições; vertical, 
mobilidade, Inclinações, rigidez de nuca. O enfermeiro deverá fazer 
inspeções na presença de cicatrizes, lesõe e tumorações. A palpação no 
trajeto do pescoço tem o intuito de identificar linfonodos ingurgitados, 
glândula tireoide, forma, consistência e se há presença de nódulos. 
 
 
Aula 02 
Roteiro 06 
 
Avaliação Cardiocirculatória 
Avaliar por meio das técnicas de inspeção, palpação e ausculta o aparelho 
circulatório. Identificar características fisiológicas e possíveis alterações 
no aparelho cardiocirculatório. Primeiramente o enfermeiro deve reunir os 
materiais e higienizar as mãos, garatir um ambiente adequado e 
pocisionar o paciente explicando todo o procedimento ao paciente. Em 
seguida o enfermeiro irá utilizar técnicas de inspeção, palpação e 
ausculta. 
 
Materiais Necessários: 
• Estetoscópio 
ç 
• Algodão 
• Álcool 70% 
 
 Inspeção e Palpação 
 -Posicionamento do cliente no leito 
• Parece tranquilo ou inquieto? 
• Apresenta dispneia ou cansaço ao responder as perguntas? 
• Qual sua posição? 
 
 
 Avaliação geral do tórax 
• Coloração (manchas, palidez) 
• Condições da Pele 
• Movimentos torácicos (será focado na avaliação respiratória) 
• Pigmentação 
• Simetria 
• Irregularidades (massas, hematomas, cistos) 
 
 Inspeção do Precórdio 
• Posicionar o paciente em decúbito dorsal, com tórax exposto 
• O profissional sempre deve se posicionar à direta do paciente 
Observar: 
• Se é possível visualizar o ictus cordis ou choque de ponta 
▪ Pulsações epigástricas ƒ 
▪ Pulsações supraesternais 
Palpação do Precórdio 
Pode ser feita juntamente com a inspeção a fim de determinar a presença de 
pulsações normais e anormais. 
ç 
Ausculta Cardíaca 
-Realizar com auxílio do estetoscópio - face diafragmática 
- Posicionar o paciente em decúbito dorsal ou sentado 
- Preferencialmente com o tórax desnudo 
- Ausculta-se na área onde a audibilidade do ruído das valvas é melhor a avaliar 
se: 
• Rítmico ƒ 
• Arrítmico ƒ 
• Normofonéticas ƒ 
• Batem em 2 tempos (TUM e TÁ) ƒ 
• Ausência de sopro ƒ 
• Presença de sopro 
 
 
 
 
 
 
 
ç 
 Aula 02 
Roteiro 07 
 
AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA 
A avaliação respiratória completa é composta por anamnese, exame físico 
e exames complementares, quando necessário. Tudo começa com uma 
análise do histórico do paciente, incluindo sintomas atuais, patologias 
crônicas e uso de medicamentos. Em seguida, deve-se avançar para 
a avaliação física, que oferece diversos sinais relevantes para o 
diagnóstico; 
• Inspeção: coloração da pele, circulação colateral, abaulamentos, 
retrações, formato do tórax (deformidades, assimetria),frêquencia 
respiratória , presença de ritmos anormais ou esforço, retração dos 
espaços intercostais, uso de musculatura acessória. 
• Palpação da traquéia e parede torácica: verificar se há massas, 
lesões, fístulas, trechos doloridos ou com alta sensibilidade, frêmito 
tátil ou vocal 
• Percussão: indispensável na identificação de líquidos ou partes 
sólidas nos pulmões. Órgãos saudáveis emitem o som claro 
pulmonar, que é claro, com timbre grave e oco. Ruído hipersonoro, 
surdo e seco, ou suave e de alta frequência indicam condições 
como pneumotórax, pneumonia e derrame pleural. 
• Ausculta: ruídos adventícios, a exemplo dos estertores ou 
crepitantes e subcrepitantes. Ou mesmo sons anormais como 
roncos, sibilos e atrito pleural. 
 
Anamnese: Ao posicionar o paciente, e explicar o procedimento ao 
paciente, o enfermeiro deve conversar, observar se o paciente faz uso de 
tabagismo, por quanto tempo ele faz uso, quantos ele consome por dia. 
Se o paciente há queixas de tosse se sente dor torácica, perguntar a 
quanto tempo ele vem sentindo essa dor. Perguntar também sobre o 
histórico familiar desse paciente, se alguem da familía sofre de asma, 
fibrose. 
ç 
 
 
-O enfermeiro deve-se avaliar o formato do tórax, se ele esta normal, 
tonel,escavado, carinado. Observar a simetria, condição da pele, 
coloração se há manchas, se esta palida. Ver se a irregularidades nesse 
paciente como, massas, hematomas, cistos. 
Palpação Técnica 
O enfermeiro deve Espalmar as mãos sobre o tórax do paciente 
encostando os dedos polegares e observar o distanciamento dos 
polegares com o movimento de inspiração e reaproximação com a 
expiração. 
➢ Observe as Imagens 
 
ç 
Frêmito Toracovocal 
Denomina-se frêmito torácico uma sensação vibratória que se percebe ao 
palpar a superfície do tórax de um indivíduo. Quando a vibração é 
produzida no momento em que ele fala, chama-se frêmito toracovocal ou 
no momento em que ele respira (frêmito pleural e frêmito brônquico). 
- O enfermeiro deve proceder com as palmas das mãos sobre o tórax 
anterior e posterior e realizar a palpação: 
• Região anterior do tórax (4 pontos, do ápice para base, 
bilateralmente, comparando a região correspondente) 
• Região posterior do tórax (5 pontos, do ápice para base, 
bilateralmente, comparando a região correspondente) 
-Enfermeiro solicitar que o paciente verbalize: um, um, um ou trinta e três, 
trinta e três... Avaliando a transmissão da vibração do movimento do ar 
através da parede torácica durante a fonação 
 
 
Percussão 
Percussão é uma técnica convencional da fisioterapia respiratória 
que consiste em movimentos rítmicos e sincronizados sobre o tórax do 
paciente, na área de projeção pulmonar, com o intuito de mobilizar a 
secreção. 
-O enfermeiro deve posicionar a polpa digital do dedo indicador e médio 
ç 
no espaço intercostal da região que será avaliada, com a mão dominante 
realizando movimento em “martelo” e movimentar o punho para proferir o 
golpe. 
 
Claro pulmonar 
-Sons que indicam alterações 
• Maciço ƒ 
• Submaciço ƒ 
• Hipersonoridade ƒ 
• Timpânico 
 
 
AUSCULTA 
O enfermeiro aorealizar o exame deve se colocar atrás do paciente. Ele 
deve estar com o tórax despido, e respirar pausada e profundamente. 
Orienta-se ao paciente que inspire o ar pelo nariz e o solte pela boca, 
entreaberta, sem emissão de ruídos neste processo. Então, utiliza-se 
o estetoscópio (da forma correta: headsets e olivas para a frente) e, com o 
diafragma, inicia-se a ausculta no dorso e, se necessário, na região 
ventral, posicionando o diafragma a quatro dedos transversos abaixo das 
clavículas, preferencialmente fazendo a ausculta em “barra grega”, 
visando fazer um estudo auscultatório comparativo e simétrico dos 
hemitórax. 
- Para um adulto em repouso, a frequência respiratória normal fica entre 
ç 
12 e 20 rpm, isto é, movimentos respiratórios por minuto. 
Murmúrio vesicular (MV) 
 - Sons que indicam alterações ƒ 
• Creptações/estertores 
• Roncos ƒ 
• Sibilos 
 
 
Aula 02 
Roteiro 08 
 
AVALIAÇÃO ABDOMINAL 
O enfermeiro deve investigar o inicio, a duração e a a intensidade dos 
sintomas que esse paciente se encontra observar se ele se encontra com 
febre, se está com decolaração de mucosa. Perguntar a ele com está 
seus hábitos alimentares, se houve alteração no peso, se apresenta 
Náuseas, dor. 
 
 - Divisão em Quadrantes 
• Uma linha horizontal e uma vertical que cruzam 
perpendicularmente na cicatriz umbilical. 
• Quadrantes superior direito e esquerdo ƒ 
• Quadrantes inferior direito e esquerdo 
 
ç 
 
 
 
Ausculta abdominal 
Procedimento: 
1. Deve ser realizada logo após a inspeção abdominal, para que as 
manobras de palpação e percussão não influenciem no peristaltismo 
2. Usa-se o diafragma do estetoscópio, colocado nas diversas regiões do 
abdome. 
3. Devem-se ouvir ruídos hidroaéreos a cada 5-10 segundos, de localização 
variável e inesperada. No silêncio abdominal, deve-se auscultar pelo 
menos um minuto. 
4. Os ruídos podem ser aumentados (ex: diarréia), peristaltismo de luta 
(obstrução intestinal) ou diminuído e abolido (íleo paralítico). 
 
I. Palpação do Abdome (Superficial) 
Procedimento: 
1. Com uma mão espalmada, inicie a palpação superficial do abdome, 
observando atentamente, mas de forma discreta, a fácies do seu paciente. 
2. Inicie em um ponto do abdome e vá progredindo a palpação de forma 
ç 
contígua e uniforme, até examinar toda a superfície do abdome e 
terminando no ponto onde iniciou a palpação. 
3. Avalie a defesa abdominal para distinguir contratura abdominal voluntária 
da involuntária: para cessar a contração voluntária, desvie a atenção do 
paciente: converse outros assuntos, solicite que inspire e expire de forma 
rítmica ou peçalhe para flexionar as pernas. Empregue a manobra bi 
manual para localizar defesa localizada da parede abdominal (com ambas 
as mãos espalmadas e colocadas longitudinalmente, uma de cada lado e 
paralelas à linha alba, ir palpando em sentido craniocaudal. Enquanto uma 
das mãos palpa uma região suspeita, a outra palpa a região contralateral 
equivalente, em movimentos alternados e comparativamente). O abdome 
sem defesa é dito livre. 
4. Identifique e examine os pontos dolorosos abdominais: xifoidiano, 
epigástrico, cístico ou biliar, esplênico, ureterais, apendicular . 
5. Verifique o sinal de Murphy: ao comprimir o ponto cístico, pede-se ao 
paciente para inspirar profundamente. Nesta hora, o diafragma abaixará o 
fígado, fazendo com que a vesícula biliar alcance a extremidade do seu 
dedo. Nos casos de colecistite, esta manobra induz dor intensa obrigando 
ao paciente interromper subitamente a inspiração. Este sinal não é 
patognomônico de doença na vesícula biliar. 
 
II. Palpação profunda 
 
6. Repita o procedimento iniciando no mesmo ponto em que começou a 
palpação superficial, desta vez aprofundando mais a mão e tentando 
identificar órgãos e massas (ou tumorações). 
7. Utilize uma ou duas mãos (uma sobre a outra) para a palpação. 
8. Ao encontrar órgãos e massas, observe se há dor e as suas 
características semiológicas. 
 
 
 
ç 
Aula 02 
Roteiro 09 
 
Exame Clínico das Mamas 
O exame das mamas divide-se em inspeção estática, dinâmica e 
palpação. Na inspeção estática, coloca- -se a paciente sentada de frente 
para o observador, com o tórax desnudo, e membros superiores relaxados 
ao lado do corpo. Anotamos após a observação, alterações de pele, 
pigmentações, cicatrizes, simetria, contornos, retrações e abaulamentos, 
dando atenção especial às aréolas e papilas. No caso de adolescentes ou 
pacientes com suspeitas sindrômicas, avalia-se o estágio do 
desenvolvimento mamário de acordo com a classificação dos estágios de 
Tanner. 
CLASIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS DE TANNER 
 
 
 
 
ç 
Na inspeção dinâmica a realização de manobras é para realçar possíveis 
retrações e abaulamentos, que podem sugerir ou não processos malignos, 
bem como, verificar o comprometimento dos planos musculares, cutâneo 
e gradil costal. São realizadas as manobras solicitando à paciente que 
eleve lentamente as mãos sobre a cabeça e em seguida baixar e 
pressionar com as mãos as asas do osso ilíaco bilateralmente, para 
contrair a musculatura peitoral. A manobra de inclinação do tronco para 
frente com os braços abertos é útil em pacientes com mamas grandes ou 
pendulares e para melhor observação de retração do complexo 
areolopapilar, que pode sugerir malignidade. 
A palpação envolve as mamas, axilas e fossas supra e infraclaviculares. 
Deve ser realizada com a paciente em decúbito dorsal, os braços 
estendidos para trás da cabeça. Com a face palmar da mão, percorrer os 
quadrantes mamários no sentido horário da porção mais externa a mais 
interna, até chegar à porção central da mama, onde está o complexo 
areolopapilar. Pode-se complementar a palpação em caso de dúvida, 
utilizando a técnica com as polpas digitais em compressões superficiais, 
médias e profundas. Para se palpar a cadeia axilar esquerda, o braço 
esquerdo do examinador apoia o braço esquerdo da paciente que deve 
estar fletido e em ângulo de 90 graus com o tórax. Com a mão direita o 
examinador palpa a cadeia axilar, nos diferentes níveis, bem como as 
fossas infra e supraclaviculares. Para se palpar a cadeia axilar direita, 
fazemos o oposto, e o examinador utiliza a mão esquerda para a 
palpação. 
A expressão papilar deverá ser realizada rotineiramente se houver história 
de secreção espontânea ou presença de nódulos, devendo ser registrado 
a cor, consistência, quantidade e local exato. 
 
ç 
Aula 02 
Roteiro 10 
 
EXAME CLÍNICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS FEMININOS 
Para o exame da genitália externa, coloca-se a mulher adequadamente 
em posição ginecológica pedindo a ela que deslize para a ponta na mesa 
de exame até as nádegas ultrapassarem um pouco a margem da mesa. 
As coxas devem manter-se em flexão, abdução e rotação externa na 
altura dos quadris, cobrindo a paciente da metade do abdome até os 
joelhos, e a cabeça apoiada em um travesseiro. Antes de se iniciar o 
exame, o examinador deve explicar cada etapa do procedimento, se 
posiciona sentado de frente para a genitália, com auxílio de foco luminoso 
já posicionado, mãos enluvadas, evitando movimentos inesperados ou 
bruscos, agindo sempre de maneira delicada e observando as reações da 
paciente. 
 
 
O exame da vulva consiste na inspeção do monte de Vênus, os grandes 
lábios e o períneo. Quando se afasta os grandes lábios, se inspeciona os 
pequenos lábios lateralmente, o clitóris, o meato uretral, o vestíbulo vulvar, 
o hímen ou carúnculas himenais e a fúrcula vaginal. 
A palpação da glândula de Bartholin está indicada se houver uma história 
de processo infeccioso ou cístico. Realiza-se introduzindo o dedo 
indicador na vagina, próximo à extremidade posterior do introito e o 
polegar por fora da parte posterior dos grandes lábios. No caso de 
ç 
adolescentes ou pacientes com suspeitas sindrômicas,avalia-se a 
presença de pilificação de acordo com os estágios de Tanner. Na 
inspeção do monte de Vênus observar a distribuição pilosa, que deve ser 
triangular com a base voltada superiormente, mesmo nas pacientes que 
realizam depilação. Diante da queixa de prurido, deve-se afastar lesão 
dermatológica. Nos grandes lábios observar a presença de lesões 
granulomatosas, herpéticas, condilomatosas, alterações de cor vulvar, 
doenças epiteliais não neoplásicas ou lesões suspeitas de malignidade. 
Nos pequenos lábios avaliar simetria e coloração, pois são estrogênios 
dependentes, bem como podem ser sede de lesões infecciosas e 
malignas. No clitóris observar o tamanho, pois normalmente mede 1 cm. 
No meato uretral notar a presença ou não de carúncula uretral. O 
vestíbulo vulvar é o espaço limitado anteriormente pelo clitóris, 
lateralmente pelos pequenos lábios e posteriormente pela fúrcula vaginal, 
onde estão localizados os orifícios da uretra, das glândulas de Skene e da 
vagina, que também podem apresentar lesões infecciosas, malignas, 
distopias genitais, leucorreias. O hímen separa o vestíbulo vulvar da 
vagina, podendo estar íntegro ou roto, formando as carúnculas himenais. 
A fúrcula vaginal resulta da fusão dos grandes lábios na região mediana 
posterior. O períneo é a região entre a fúrcula vulvar e o ânus, 
necessitando ser avaliado a presença de cicatrizes, pois pode ter sido 
rompido em parto transpélvico. Para complementar a inspeção, realiza-se 
a inspeção dinâmica através da manobra de Valsalva, para avaliar 
distopias genitais e incontinência urinária. 
 
 
Aula 02 
Roteiro 11 
 
Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos 
O exame da genitália externa masculina pode causar ansiedade no 
paciente, assim como nas alunas e até em alguns alunos do sexo 
masculino. Essa ansiedade é uma reação normal; às vezes o paciente 
pode ter uma ereção, e nessas circunstâncias o médico deve terminar o 
exame sem dar importância ao fato. Em outras ocasiões, o paciente 
ç 
masculino pode se recusar a ser examinado por uma mulher; da mesma 
forma, uma mulher pode se recusar a fazer seu exame pélvico por um 
homem; Em ambos os casos, a vontade e os direitos do paciente devem 
ser respeitados, solicitando a ajuda de um colega. A ordem a seguir para 
o exame da genitália externa é: 
 
-Inspeção externa do cabelo, pênis e escroto. 
- Palpação de nódulos regionais, pênis, testículos, epidídimo e cordão 
espermático. 
- Controle do estado dos orifícios herniários. 
- Exame retal, para avaliar o tônus do esfíncter anal, a bolha retal, a 
próstata e a presença de sangue oculto na matéria fecal. 
 
 
 
O exame genital é feito com a paciente deitada e depois em pé, para 
verificar se há hérnias e a presença de uma varicocele. São utilizadas 
luvas de borracha, caso contrário, a higiene manual antes e após o exame 
é um bom hábito. 
Inspeção e Palpação 
O desenvolvimento sexual deve ser avaliado, observando as 
características dos pelos púbicos e genitais. 
ç 
Pênis 
No pênis são observadas as características da pele, sua forma e 
tamanho. O paciente é solicitado a retrair o prepúcio; em caso de falta de 
higiene, um material cremoso, branco-amarelado, denominado smegma, 
será observado no sulco balanopreputial. A glande deve ser comprimida 
para produzir a abertura do orifício uretral, de onde nenhuma secreção 
deve fluir. 
Escroto 
 A cor e a textura da pele escrotal devem ser inspecionadas, e os 
testículos e o epidídimo também devem ser palpados com o polegar, o 
indicador e o dedo médio. A forma, tamanho, superfície e consistência 
serão levados em consideração; é normal que essa palpação produza dor 
visceral. Os cordões espermáticos também serão palpados. Para 
confirmar a normalidade dos testículos, pode-se usar a transiluminação, 
para a qual, em ambiente escuro, um poderoso feixe de luz é direcionado 
através do escroto. Em condições normais, o conteúdo permite a 
transiluminação. 
O paciente é solicitado a realizar manobras de Valsalva e os orifícios 
herniários são palpados. Sem saliências ou palpação das vísceras 
abdominais no triângulo da fraqueza inguinal, no orifício superficial do 
canal inguinal ou no orifício crural. 
 
 
ç 
Para palpar a abertura superficial do canal inguinal, o dedo indicador do 
examinador é inserido no escroto e, puxando a pele com o dedo, palpa o 
orifício externo do canal inguinal, identificando o cordão espermático, o 
tamanho e o perímetro do anel superficial e a área do triângulo de 
Hesselbach 
Exame retal 
É uma manobra de extrema utilidade pelas informações que fornece, e 
nunca deve ser omitida no exame físico de homens com mais de 40 
anos. Assim como no exame genital, a atitude profissional do médico é 
muito importante neste exame; O objetivo da manobra deve ser explicado 
ao paciente e, desta forma, ele sentirá apenas um leve desconforto. Para 
a realização do toque retal, o paciente deve assumir as seguintes 
posições: a posição preferida pela maioria dos examinadores, 
principalmente em idosos ou idosos, é o decúbito lateral esquerdo, com a 
perna esquerda parcialmente fletida e a direita francamente fletida, a 
esquerda braço cruzado sob o peito e o braço direito pendurado sobre a 
mesa. Outra posição que pode ser útil é a posição joelho-ombro, em que o 
paciente repousa ambos os joelhos separadamente na mesa de exame e 
o ombro esquerdo, com o braço esquerdo por baixo, também se apoia no 
explorador de mesa; os tornozelos e pés estendem-se para fora da mesa 
Também pode ser realizado com o paciente em pé. Na beira da cama ou 
maca, o paciente, em pé, apoia as mãos ou cotovelos na cama. A região 
deve ser bem iluminada para visualizar adequadamente a região anal. Em 
condições normais, a pele perianal é mais pigmentada. 
O enfermeiro, com a mão direita enluvada, insere o dedo indicador 
lubrificado através do esfíncter anal, enquanto a mão esquerda separa a 
nádega. O esfíncter anal se fecha ao redor do dedo explorador e começa 
palpando as faces laterais e posteriores do reto, que deve ter uma 
superfície lisa e pode conter matéria fecal. Em seguida, a parede anterior 
do reto é palpada para avaliar as características da próstata, sua forma, 
lobos e sulco mediano, tamanho, limites, superfície, consistência e 
sensibilidade, levando em consideração que sua palpação pode despertar 
o desejo de urinar. O dedo do examinador deve ser retirado suavemente, 
ç 
observando os restos do material para verificar a presença de sangue nas 
fezes. O paciente recebe gaze para remover o excesso de vaselina. 
 
Aula 02 
Roteiro 12 
 
Avaliação do Sistema Urinário 
A avaliação do sistema urinário físico é dirigido aos ângulos costovertebrais, 
abdome, reto, região inguinal e genitais. Em mulheres com sintomas urinários, 
geralmente é feito exame pélvico. 
 
Ângulo costovertebral 
A dor surgida após percussão com o punho na região lombar, flancos e no 
ângulo formado pelo 12º arco costal e espinha lombar (dolorimento 
costovertebral) pode indicar pielonefrite, cálculos ou obstrução do trato urinário. 
 
Abdome 
Abaulamento visível do abdome superior é um achado extremamente raro e 
inespecífico de massa renal ou abdominal. Som maciço à percussão no 
abdome inferior indica distensão vesical; normalmente, mesmo uma bexiga 
cheia não pode ser percutida acima da sínfise púbica. A palpação da bexiga, 
algumas vezes, é utilizada para confirmar distensão e retenção urinária. 
 
Reto 
Durante o toque retal, pode-se detectar prostatite através do encontro de uma 
próstata dolorosa e edemaciada. Nódulos focais e áreas pouco endurecidas 
devem ser distinguidas de câncer da próstata. A próstata pode estar 
simetricamente aumentada, fibroelástica e não dolorosa na hipertrofia benigna 
da próstata. 
 
Exame de urina é fundamental para a avaliação de doenças urológicas. Os 
exames de imagem (p. ex., ultrassonografia,TC, ressonância nuclear 
magnética) são solicitados com frequência. Para análise do sêmen, 
ver Distúrbios espermáticos. 
ç 
O teste de antígeno do tumor de bexiga para carcinoma de células transicionais 
do trato urinário é mais sensível que a citologia urinária para detectar cânceres 
de baixo grau; não é sensível o suficiente para substituir o exame endoscópico. 
A citologia urinária é o melhor exame para detectar câncer de alto grau. 
O antígeno prostático específico (PSA, prostate-specific antigen) é uma 
glicoproteína de função desconhecida produzida pelas células epiteliais 
prostáticas. Os níveis podem estar elevados em câncer de próstata e em 
algumas doenças comuns não neoplásicas (p. ex., hipertrofia benigna da 
próstata, infecção, trauma). Mede-se o PSA para detectar recidiva de câncer 
após tratamento; seu uso generalizado para a triagem de câncer é controverso. 
 
Procedimento 
Enfermeiro perguntar a paciente se sente dores nas costas, presença de febre 
nos últimos dias, sensação de urgência para urinar, Queimação, dor, urgência 
miccional ou hesitação para urinar. Ao realizar a inspeção ver como esta a cor 
da urina, aspecto, dor, Verificar insuficiência renal observar edema: 
• Periorbitalƒ 
• Sacral 
• Extremidades 
• Mudança na coloração da pele 
• Turgescência da pele 
• Estado mental 
• Peso 
• Débito urinário 
 
Percussão 
Percussão da Bexiga: 
• Sua realização se dá na região suprapúbica – 5 cm acima da sínfise 
púbica 
• Percussão direta ou indireta 
- Timpânico - padrão ƒ 
- Maciço – bexiga cheia 
 
Percussão Renal: 
• Posicionar o paciente sentado ou em pé 
ç 
• Utilizar superfície ulnar do punho parcialmente fechado 
• Percutir a parte posterior do tórax sobre o ângulo costovertebral na 
linha escapular 
• Se houver sensibilidade SINAL DE GIORDANO + (positivo) 
 
 
 
Palpação Renal 
• Posicionar o paciente em decúbito dorsal e relaxado; ƒ 
• Joelhos fletidos; 
• Enfermeiro – sentado ao lado do leito, próximo ao lado que deseja palpar 
– lombocostal; 
• Uma mão fica na região posterior do abdome; 
• utra mão fica sobre o abdome – flanco; 
• Durante a inspiração - Realizar pressão contra o flanco com intuito de 
tentar sentir o polo inferior do rim. 
 
ç 
REFERÊNCIAS: 
[1]. https://ava.ead.unip.br 
[2]. https://bvsms.saude.gov.br/higienizacao-das-maos-na-assistencia-a-saude/ 
[3]. https://portaltelemedicina.com.br/o-que-e-anamnese-e-como-e-feita 
[4]. https://www.uol.com.br/ 
 
 
 
https://ava.ead.unip.br/
https://bvsms.saude.gov.br/higienizacao-das-maos-na-assistencia-a-saude/
https://portaltelemedicina.com.br/o-que-e-anamnese-e-como-e-feita
https://www.uol.com.br/
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