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Questões resolvidas

Vamos analisar cada afirmação para identificar a incorreta:
Portanto, a afirmação incorreta é a que diz que quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
a. No caso dos ruminantes, a produção de metano corresponde em média a uma perda energética de 6% da energia bruta ingerida. Esta afirmação está correta. A metanogênese ruminal é uma via metabólica que resulta em perda de energia para o animal.
b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes. Esta afirmação está incorreta. Se a dieta contém mais ingredientes pouco digestíveis, significa que menos nutrientes serão absorvidos e, consequentemente, maior será a proporção de energia perdida nas fezes.
c. A digestibilidade verdadeira será sempre maior que digestibilidade aparente. Esta afirmação está correta. A digestibilidade verdadeira considera apenas a porção da excreção de um nutriente que não é de origem endógena, enquanto a digestibilidade aparente inclui as perdas endógenas, o que a torna menor.
d. Para aves, a energia digestível não é usual em virtude da dificuldade de se separação de fezes da urina, utilizando-se então, para aves e suínos, a energia metabolizável. Esta afirmação está correta. A energia metabolizável (EM) é mais utilizada para aves e suínos porque a urina e as fezes são excretadas juntas, dificultando a medição da energia digestível.
Resposta: b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.

A água embutida (ou água virtual) nos alimentos refere-se à água utilizada em todo o processo de produção do alimento, mas a questão parece se referir mais diretamente à água presente nos alimentos em si. Vamos analisar as opções:
Portanto, a afirmação verdadeira é que a quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
a. A água embutida nos alimentos é constante e independe do tipo de alimento. Esta afirmação é falsa. A quantidade de água embutida e o teor de água em um alimento variam enormemente dependendo do tipo de alimento.
b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento. Esta afirmação é verdadeira. Por exemplo, frutas e vegetais perdem água durante a maturação excessiva ou o armazenamento inadequado, enquanto grãos podem absorver ou perder umidade dependendo das condições de armazenamento.
c. O teor de água nos alimentos concentrados é maior após a colheita. Esta afirmação é falsa. Alimentos concentrados (como grãos e sementes oleaginosas) são geralmente submetidos a processos de secagem após a colheita para reduzir seu teor de umidade e permitir o armazenamento seguro, prevenindo o crescimento de fungos e bactérias.
d. A água embutida nos alimentos é irrelevante para o consumo total de água. Esta afirmação é falsa. A água embutida nos alimentos, especialmente na produção de carne e laticínios, representa uma parcela significativa do consumo total de água de uma população ou indivíduo.
Resposta: b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.

Um baixo pH no rúmen (acidose ruminal), causado por uma dieta rica em grãos (que são rapidamente fermentáveis e produzem muito ácido), tem várias consequências negativas.
Portanto, a redução da população de bactérias celulolíticas é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen.
a. Maior produção de ácido propiônico: Embora o ácido propiônico seja um produto da fermentação ruminal, o baixo pH de dietas ricas em grãos geralmente favorece a produção de outros ácidos (como o ácido láctico) e pode alterar o balança dos ácidos graxos voláteis (AGV) de forma desfavorável. Além disso, o foco do problema é o pH baixo em si.
b. Aumento na produção de acetato: O acetato é o principal AGV produzido em dietas ricas em volumosos. Dietas ricas em grãos e um baixo pH tendem a diminuir a proporção de acetato em relação ao propiônico e ao butirato, e aumentar o risco de acúmulo de lactato.
c. Aumento na eficiência da digestão de carboidratos: Um baixo pH ruminal diminui a eficiência da digestão de carboidratos, especialmente os fibrosos, pois afeta negativamente as bactérias que digerem a celulose.
d. Redução da população de bactérias celulolíticas: Esta é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen. As bactérias celulolíticas (que digerem a fibra) são muito sensíveis à acidez. Um pH baixo inibe seu crescimento e atividade, comprometendo a digestão da fibra e podendo levar a distúrbios digestivos.
Resposta: d. Redução da população de bactérias celulolíticas.

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Questões resolvidas

Vamos analisar cada afirmação para identificar a incorreta:
Portanto, a afirmação incorreta é a que diz que quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
a. No caso dos ruminantes, a produção de metano corresponde em média a uma perda energética de 6% da energia bruta ingerida. Esta afirmação está correta. A metanogênese ruminal é uma via metabólica que resulta em perda de energia para o animal.
b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes. Esta afirmação está incorreta. Se a dieta contém mais ingredientes pouco digestíveis, significa que menos nutrientes serão absorvidos e, consequentemente, maior será a proporção de energia perdida nas fezes.
c. A digestibilidade verdadeira será sempre maior que digestibilidade aparente. Esta afirmação está correta. A digestibilidade verdadeira considera apenas a porção da excreção de um nutriente que não é de origem endógena, enquanto a digestibilidade aparente inclui as perdas endógenas, o que a torna menor.
d. Para aves, a energia digestível não é usual em virtude da dificuldade de se separação de fezes da urina, utilizando-se então, para aves e suínos, a energia metabolizável. Esta afirmação está correta. A energia metabolizável (EM) é mais utilizada para aves e suínos porque a urina e as fezes são excretadas juntas, dificultando a medição da energia digestível.
Resposta: b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.

A água embutida (ou água virtual) nos alimentos refere-se à água utilizada em todo o processo de produção do alimento, mas a questão parece se referir mais diretamente à água presente nos alimentos em si. Vamos analisar as opções:
Portanto, a afirmação verdadeira é que a quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
a. A água embutida nos alimentos é constante e independe do tipo de alimento. Esta afirmação é falsa. A quantidade de água embutida e o teor de água em um alimento variam enormemente dependendo do tipo de alimento.
b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento. Esta afirmação é verdadeira. Por exemplo, frutas e vegetais perdem água durante a maturação excessiva ou o armazenamento inadequado, enquanto grãos podem absorver ou perder umidade dependendo das condições de armazenamento.
c. O teor de água nos alimentos concentrados é maior após a colheita. Esta afirmação é falsa. Alimentos concentrados (como grãos e sementes oleaginosas) são geralmente submetidos a processos de secagem após a colheita para reduzir seu teor de umidade e permitir o armazenamento seguro, prevenindo o crescimento de fungos e bactérias.
d. A água embutida nos alimentos é irrelevante para o consumo total de água. Esta afirmação é falsa. A água embutida nos alimentos, especialmente na produção de carne e laticínios, representa uma parcela significativa do consumo total de água de uma população ou indivíduo.
Resposta: b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.

Um baixo pH no rúmen (acidose ruminal), causado por uma dieta rica em grãos (que são rapidamente fermentáveis e produzem muito ácido), tem várias consequências negativas.
Portanto, a redução da população de bactérias celulolíticas é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen.
a. Maior produção de ácido propiônico: Embora o ácido propiônico seja um produto da fermentação ruminal, o baixo pH de dietas ricas em grãos geralmente favorece a produção de outros ácidos (como o ácido láctico) e pode alterar o balança dos ácidos graxos voláteis (AGV) de forma desfavorável. Além disso, o foco do problema é o pH baixo em si.
b. Aumento na produção de acetato: O acetato é o principal AGV produzido em dietas ricas em volumosos. Dietas ricas em grãos e um baixo pH tendem a diminuir a proporção de acetato em relação ao propiônico e ao butirato, e aumentar o risco de acúmulo de lactato.
c. Aumento na eficiência da digestão de carboidratos: Um baixo pH ruminal diminui a eficiência da digestão de carboidratos, especialmente os fibrosos, pois afeta negativamente as bactérias que digerem a celulose.
d. Redução da população de bactérias celulolíticas: Esta é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen. As bactérias celulolíticas (que digerem a fibra) são muito sensíveis à acidez. Um pH baixo inibe seu crescimento e atividade, comprometendo a digestão da fibra e podendo levar a distúrbios digestivos.
Resposta: d. Redução da população de bactérias celulolíticas.

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Questão 1: Função da Água no Organismo Animal
A água desempenha diversas funções cruciais no organismo animal. Vamos analisar as opções:
· a. Proteção do sistema nervoso: A água atua como um amortecedor e lubrificante, protegendo o cérebro e a medula espinhal.
· b. Regulação da pressão osmótica intracelular: A água é fundamental para manter o equilíbrio osmótico dentro das células, regulando a entrada e saída de substâncias.
· c. Transporte de ondas sonoras: A água, como meio físico, permite a propagação de ondas sonoras, mas essa não é uma função desempenhada pela água no organismo animal no sentido biológico e fisiológico que as outras opções representam.
· d. Catalisação de reações metabólicas: A água não catalisa reações metabólicas; ela é o meio onde essas reações ocorrem e pode participar como reagente ou produto, mas não como catalisador. As enzimas são os catalisadores biológicos.
Portanto, a função que não é desempenhada pela água no organismo animal, no contexto das opções apresentadas, é a catalisação de reações metabólicas.
Resposta: d. Catalisação de reações metabólicas.
Questão 2: Impacto Negativo da Nutrição Animal Mal Planejada
Uma nutrição animal mal planejada pode levar a diversos impactos negativos. Vamos analisar as opções:
· a. Alta digestibilidade dos nutrientes: Isso é um impacto positivo, não negativo.
· b. Precocidade animal: Dependendo do contexto, pode ser um objetivo da produção animal (acelerar o crescimento), mas uma precocidade desequilibrada ou alcançada às custas da saúde do animal pode ser negativa. No entanto, comparado às outras opções, não é o impacto mais diretamente negativo de uma nutrição não planejada corretamente.
· c. Uniformidade de carcaça: Isso é um impacto positivo, desejado na produção animal.
· d. Resistência bacteriana: Uma nutrição inadequada pode comprometer o sistema imunológico dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infecções e, em casos de uso indiscriminado de antibióticos para compensar deficiências nutricionais ou sanitárias, pode contribuir para o desenvolvimento de resistência bacteriana.
Considerando os impactos mais diretos e geralmente negativos de uma nutrição mal planejada, a resistência bacteriana é uma preocupação significativa, especialmente em cenários de produção intensiva onde a saúde do rebanho é crucial e o uso de antimicrobianos pode ser exacerbado por falhas nutricionais.
Resposta: d. Resistência bacteriana.
Questão 3: Alimentos Concentrados Proteicos
Os alimentos concentrados proteicos são definidos pela sua composição nutricional.
· a. Alimentos com 15 a 20% de proteína bruta: Essa faixa pode englobar alguns concentrados, mas não é a definição mais precisa para concentrados proteicos, que geralmente possuem teores mais elevados.
· b. Alimentos com baixos teores de fibra bruta e cerca de 50% de proteína bruta: Embora alguns alimentos concentrados proteicos possam ter baixos teores de fibra bruta e altos teores de proteína (como farinha de soja), a porcentagem de 50% pode ser muito específica e nem sempre aplicável a todos os concentrados proteicos.
· c. Alimentos com menos de 18% de fibra bruta e menos de 20% de proteína bruta: Esta descrição é mais característica de concentrados energéticos (que têm baixa fibra) ou de volumosos de boa qualidade (que têm menos de 20% de proteína, mas não são concentrados).
· d. Alimentos com menos de 18% de fibra bruta e mais de 20% de proteína bruta: Essa é a definição mais aceita e abrangente para alimentos concentrados proteicos. Eles são concentrados em nutrientes (baixa fibra) e têm um teor de proteína bruta significativamente alto.
Resposta: d. Alimentos com menos de 18% de fibra bruta e mais de 20% de proteína bruta.
Questão 4: Conversão Alimentar de Frango de Corte
A conversão alimentar é a relação entre a quantidade de alimento consumido e o ganho de peso. Para calcular a conversão alimentar, dividimos a quantidade de ração consumida pelo ganho de peso.
· Ração consumida: 10 kg
· Ganho de peso: 2,5 kg
Conversão Alimentar = Ganho de PesoRac¸​a˜o Consumida​=2,5 kg10 kg​=4
Isso significa que são necessários 4 kg de ração para cada kg de peso que o frango ganha.
Resposta: d. são necessários 4 kg de ração para cada kg de peso que o ganha.
Questão 5: Afirmação Incorreta sobre Nutrição Animal
Vamos analisar cada afirmação para identificar a incorreta:
· a. No caso dos ruminantes, a produção de metano corresponde em média a uma perda energética de 6% da energia bruta ingerida. Esta afirmação está correta. A metanogênese ruminal é uma via metabólica que resulta em perda de energia para o animal.
· b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes. Esta afirmação está incorreta. Se a dieta contém mais ingredientes pouco digestíveis, significa que menos nutrientes serão absorvidos e, consequentemente, maior será a proporção de energia perdida nas fezes.
· c. A digestibilidade verdadeira será sempre maior que digestibilidade aparente. Esta afirmação está correta. A digestibilidade verdadeira considera apenas a porção da excreção de um nutriente que não é de origem endógena, enquanto a digestibilidade aparente inclui as perdas endógenas, o que a torna menor.
· d. Para aves, a energia digestível não é usual em virtude da dificuldade de separação de fezes da urina, utilizando-se então, para aves e suínos, a energia metabolizável. Esta afirmação está correta. A energia metabolizável (EM) é mais utilizada para aves e suínos porque a urina e as fezes são excretadas juntas, dificultando a medição da energia digestível.
Portanto, a afirmação incorreta é a que diz que quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
Resposta: b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
Questão 6: Via Metabólica que Não Produz ATP
Vamos analisar as vias metabólicas mencionadas:
· a. Glicólise: É a quebra da glicose em piruvato, resultando na produção líquida de 2 ATP e 2 NADH. Produz ATP.
· b. Via das pentoses-fosfato: É uma via alternativa para o metabolismo da glicose que gera NADPH e precursores para a síntese de nucleotídeos, mas não tem como função principal a produção de ATP. Embora algumas etapas possam estar ligadas indiretamente à produção de ATP via outras vias, ela própria não é uma via geradora de ATP.
· c. Ciclo do ácido cítrico (Ciclo de Krebs): É uma via central no metabolismo aeróbico que gera GTP (que pode ser convertido em ATP), NADH e FADH2, que por sua vez geram muito ATP via cadeia de transporte de elétrons. Produz ATP (indiretamente).
· d. Gliconeogênese: É o processo de síntese de glicose a partir de precursores não carboidratos. É uma via que consome ATP, e não o produz.
Portanto, a via metabólica que não resulta na produção de ATP é a Via das pentoses-fosfato.
Resposta: b. Via das pentoses-fosfato.
Questão 7: Consumo de Dieta para Exigência de Mantença
Para calcular a quantidade de dieta que o animal precisa consumir para atender sua exigência diária de mantença, basta dividir a exigência de mantença pela concentração de Energia Líquida de Manutenção (ELm) da dieta.
· Exigência de mantença: 5,40 Mcal/dia
· Concentração de ELm da dieta: 2,25 Mcal/kg de matéria seca (MS)
Consumo diário de dieta = Concentrac¸​a˜o de ELmExigeˆncia de Mantenc¸​a​=2,25 Mcal/kg MS5,40 Mcal/dia​=2,4 kg MS/dia
Resposta: c. 2,4 kg.
Questão 8: Eficiência Alimentar de Frango de Corte
A eficiência alimentar é o inverso da conversão alimentar e representa a quantidade de peso ganho por unidade de ração consumida.
Do exemplo da Questão 4, temos:
· Ganho de peso: 2,5 kg
· Ração consumida: 10 kg
Eficiência Alimentar = Rac¸​a˜o ConsumidaGanho de Peso​=10 kg2,5 kg​=0,25 kg de peso/kg de rac¸​a˜o
Isso significa que esse frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida.
Resposta: a. esse frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida.
Questão 9: Água Embutida nos Alimentos
A águaembutida (ou água virtual) nos alimentos refere-se à água utilizada em todo o processo de produção do alimento, mas a questão parece se referir mais diretamente à água presente nos alimentos em si. Vamos analisar as opções:
· a. A água embutida nos alimentos é constante e independe do tipo de alimento. Esta afirmação é falsa. A quantidade de água embutida e o teor de água em um alimento variam enormemente dependendo do tipo de alimento.
· b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento. Esta afirmação é verdadeira. Por exemplo, frutas e vegetais perdem água durante a maturação excessiva ou o armazenamento inadequado, enquanto grãos podem absorver ou perder umidade dependendo das condições de armazenamento.
· c. O teor de água nos alimentos concentrados é maior após a colheita. Esta afirmação é falsa. Alimentos concentrados (como grãos e sementes oleaginosas) são geralmente submetidos a processos de secagem após a colheita para reduzir seu teor de umidade e permitir o armazenamento seguro, prevenindo o crescimento de fungos e bactérias.
· d. A água embutida nos alimentos é irrelevante para o consumo total de água. Esta afirmação é falsa. A água embutida nos alimentos, especialmente na produção de carne e laticínios, representa uma parcela significativa do consumo total de água de uma população ou indivíduo.
Portanto, a afirmação verdadeira é que a quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
Resposta: b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
Questão 10: Consequência do Baixo pH no Rúmen
Um baixo pH no rúmen (acidose ruminal), causado por uma dieta rica em grãos (que são rapidamente fermentáveis e produzem muito ácido), tem várias consequências negativas.
· a. Maior produção de ácido propiônico: Embora o ácido propiônico seja um produto da fermentação ruminal, o baixo pH de dietas ricas em grãos geralmente favorece a produção de outros ácidos (como o ácido láctico) e pode alterar o balanço dos ácidos graxos voláteis (AGV) de forma desfavorável. Além disso, o foco do problema é o pH baixo em si.
· b. Aumento na produção de acetato: O acetato é o principal AGV produzido em dietas ricas em volumosos. Dietas ricas em grãos e um baixo pH tendem a diminuir a proporção de acetato em relação ao propiônico e ao butirato, e aumentar o risco de acúmulo de lactato.
· c. Aumento na eficiência da digestão de carboidratos: Um baixo pH ruminal diminui a eficiência da digestão de carboidratos, especialmente os fibrosos, pois afeta negativamente as bactérias que digerem a celulose.
· d. Redução da população de bactérias celulolíticas: Esta é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen. As bactérias celulolíticas (que digerem a fibra) são muito sensíveis à acidez. Um pH baixo inibe seu crescimento e atividade, comprometendo a digestão da fibra e podendo levar a distúrbios digestivos.
Resposta: d. Redução da população de bactérias celulolíticas.

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