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A eficiência alimentar é o inverso da conversão alimentar e representa a quantidade de peso ganho por unidade de ração consumida.
Isso significa que esse frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida.
Ganho de peso: 2,5 kg
Ração consumida: 10 kg
Resposta: a. esse frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida.
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Desafios Para o Conhecimento

há 12 meses

Respostas

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há 12 meses

A eficiência alimentar é realmente o inverso da conversão alimentar. Se um frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida, isso significa que a conversão alimentar é de 4:1 (ou seja, 4 kg de ração para 1 kg de peso ganho). No seu exemplo, se o frango ganhou 2,5 kg de peso e consumiu 10 kg de ração, a eficiência alimentar pode ser calculada como: Eficiência alimentar = Ganho de peso / Ração consumida = 2,5 kg / 10 kg = 0,25. Portanto, a afirmação está correta: esse frango ganha 0,25 kg de peso para cada kg de ração consumida.

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Vamos analisar cada afirmação para identificar a incorreta:
Portanto, a afirmação incorreta é a que diz que quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
a. No caso dos ruminantes, a produção de metano corresponde em média a uma perda energética de 6% da energia bruta ingerida. Esta afirmação está correta. A metanogênese ruminal é uma via metabólica que resulta em perda de energia para o animal.
b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes. Esta afirmação está incorreta. Se a dieta contém mais ingredientes pouco digestíveis, significa que menos nutrientes serão absorvidos e, consequentemente, maior será a proporção de energia perdida nas fezes.
c. A digestibilidade verdadeira será sempre maior que digestibilidade aparente. Esta afirmação está correta. A digestibilidade verdadeira considera apenas a porção da excreção de um nutriente que não é de origem endógena, enquanto a digestibilidade aparente inclui as perdas endógenas, o que a torna menor.
d. Para aves, a energia digestível não é usual em virtude da dificuldade de se separação de fezes da urina, utilizando-se então, para aves e suínos, a energia metabolizável. Esta afirmação está correta. A energia metabolizável (EM) é mais utilizada para aves e suínos porque a urina e as fezes são excretadas juntas, dificultando a medição da energia digestível.
Resposta: b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.

A água embutida (ou água virtual) nos alimentos refere-se à água utilizada em todo o processo de produção do alimento, mas a questão parece se referir mais diretamente à água presente nos alimentos em si. Vamos analisar as opções:
Portanto, a afirmação verdadeira é que a quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
a. A água embutida nos alimentos é constante e independe do tipo de alimento. Esta afirmação é falsa. A quantidade de água embutida e o teor de água em um alimento variam enormemente dependendo do tipo de alimento.
b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento. Esta afirmação é verdadeira. Por exemplo, frutas e vegetais perdem água durante a maturação excessiva ou o armazenamento inadequado, enquanto grãos podem absorver ou perder umidade dependendo das condições de armazenamento.
c. O teor de água nos alimentos concentrados é maior após a colheita. Esta afirmação é falsa. Alimentos concentrados (como grãos e sementes oleaginosas) são geralmente submetidos a processos de secagem após a colheita para reduzir seu teor de umidade e permitir o armazenamento seguro, prevenindo o crescimento de fungos e bactérias.
d. A água embutida nos alimentos é irrelevante para o consumo total de água. Esta afirmação é falsa. A água embutida nos alimentos, especialmente na produção de carne e laticínios, representa uma parcela significativa do consumo total de água de uma população ou indivíduo.
Resposta: b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.

Um baixo pH no rúmen (acidose ruminal), causado por uma dieta rica em grãos (que são rapidamente fermentáveis e produzem muito ácido), tem várias consequências negativas.
Portanto, a redução da população de bactérias celulolíticas é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen.
a. Maior produção de ácido propiônico: Embora o ácido propiônico seja um produto da fermentação ruminal, o baixo pH de dietas ricas em grãos geralmente favorece a produção de outros ácidos (como o ácido láctico) e pode alterar o balança dos ácidos graxos voláteis (AGV) de forma desfavorável. Além disso, o foco do problema é o pH baixo em si.
b. Aumento na produção de acetato: O acetato é o principal AGV produzido em dietas ricas em volumosos. Dietas ricas em grãos e um baixo pH tendem a diminuir a proporção de acetato em relação ao propiônico e ao butirato, e aumentar o risco de acúmulo de lactato.
c. Aumento na eficiência da digestão de carboidratos: Um baixo pH ruminal diminui a eficiência da digestão de carboidratos, especialmente os fibrosos, pois afeta negativamente as bactérias que digerem a celulose.
d. Redução da população de bactérias celulolíticas: Esta é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen. As bactérias celulolíticas (que digerem a fibra) são muito sensíveis à acidez. Um pH baixo inibe seu crescimento e atividade, comprometendo a digestão da fibra e podendo levar a distúrbios digestivos.
Resposta: d. Redução da população de bactérias celulolíticas.

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