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Uma nutrição animal mal planejada pode levar a diversos impactos negativos. Vamos analisar as opções:
Considerando os impactos mais diretos e geralmente negativos de uma nutrição mal planejada, a resistência bacteriana é uma preocupação significativa, especialmente em cenários de produção intensiva onde a saúde do rebanho é crucial e o uso de antimicrobianos pode ser exacerbado por falhas nutricionais.
a. Alta digestibilidade dos nutrientes: Isso é um impacto positivo, não negativo.
b. Precocidade animal: Dependendo do contexto, pode ser um objetivo da produção animal (acelerar o crescimento), mas uma precocidade desequilibrada ou alcançada às custas da saúde do animal pode ser negativa. No entanto, comparado às outras opções, não é o impacto mais diretamente negativo de uma nutrição não planejada corretamente.
c. Uniformidade de carcaça: Isso é um impacto positivo, desejado na produção animal.
d. Resistência bacteriana: Uma nutrição inadequada pode comprometer o sistema imunológico dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infecções e, em casos de uso indiscriminado de antibióticos para compensar deficiências nutricionais ou sanitárias, pode contribuir para o desenvolvimento de resistência bacteriana.
Resposta: d. Resistência bacteriana.
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há 12 meses

Analisando as opções apresentadas, podemos observar que: a) Alta digestibilidade dos nutrientes: Isso é um impacto positivo, não negativo. b) Precocidade animal: Embora possa ser um objetivo, uma precocidade desequilibrada pode ter efeitos negativos, mas não é o impacto mais diretamente negativo. c) Uniformidade de carcaça: Isso é um impacto positivo e desejado na produção animal. d) Resistência bacteriana: Este é um impacto negativo significativo, pois uma nutrição inadequada pode comprometer a saúde do animal e contribuir para o desenvolvimento de resistência bacteriana, especialmente em contextos de uso excessivo de antimicrobianos. Portanto, a resposta correta é: d) Resistência bacteriana.

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Vamos analisar cada afirmação para identificar a incorreta:
Portanto, a afirmação incorreta é a que diz que quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.
a. No caso dos ruminantes, a produção de metano corresponde em média a uma perda energética de 6% da energia bruta ingerida. Esta afirmação está correta. A metanogênese ruminal é uma via metabólica que resulta em perda de energia para o animal.
b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes. Esta afirmação está incorreta. Se a dieta contém mais ingredientes pouco digestíveis, significa que menos nutrientes serão absorvidos e, consequentemente, maior será a proporção de energia perdida nas fezes.
c. A digestibilidade verdadeira será sempre maior que digestibilidade aparente. Esta afirmação está correta. A digestibilidade verdadeira considera apenas a porção da excreção de um nutriente que não é de origem endógena, enquanto a digestibilidade aparente inclui as perdas endógenas, o que a torna menor.
d. Para aves, a energia digestível não é usual em virtude da dificuldade de se separação de fezes da urina, utilizando-se então, para aves e suínos, a energia metabolizável. Esta afirmação está correta. A energia metabolizável (EM) é mais utilizada para aves e suínos porque a urina e as fezes são excretadas juntas, dificultando a medição da energia digestível.
Resposta: b. Quanto maior a inclusão de ingredientes pouco digestíveis na dieta, menor será a proporção de energia perdida nas fezes.

A água embutida (ou água virtual) nos alimentos refere-se à água utilizada em todo o processo de produção do alimento, mas a questão parece se referir mais diretamente à água presente nos alimentos em si. Vamos analisar as opções:
Portanto, a afirmação verdadeira é que a quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.
a. A água embutida nos alimentos é constante e independe do tipo de alimento. Esta afirmação é falsa. A quantidade de água embutida e o teor de água em um alimento variam enormemente dependendo do tipo de alimento.
b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento. Esta afirmação é verdadeira. Por exemplo, frutas e vegetais perdem água durante a maturação excessiva ou o armazenamento inadequado, enquanto grãos podem absorver ou perder umidade dependendo das condições de armazenamento.
c. O teor de água nos alimentos concentrados é maior após a colheita. Esta afirmação é falsa. Alimentos concentrados (como grãos e sementes oleaginosas) são geralmente submetidos a processos de secagem após a colheita para reduzir seu teor de umidade e permitir o armazenamento seguro, prevenindo o crescimento de fungos e bactérias.
d. A água embutida nos alimentos é irrelevante para o consumo total de água. Esta afirmação é falsa. A água embutida nos alimentos, especialmente na produção de carne e laticínios, representa uma parcela significativa do consumo total de água de uma população ou indivíduo.
Resposta: b. A quantidade de água nos alimentos é afetada pela maturação e armazenamento.

Um baixo pH no rúmen (acidose ruminal), causado por uma dieta rica em grãos (que são rapidamente fermentáveis e produzem muito ácido), tem várias consequências negativas.
Portanto, a redução da população de bactérias celulolíticas é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen.
a. Maior produção de ácido propiônico: Embora o ácido propiônico seja um produto da fermentação ruminal, o baixo pH de dietas ricas em grãos geralmente favorece a produção de outros ácidos (como o ácido láctico) e pode alterar o balança dos ácidos graxos voláteis (AGV) de forma desfavorável. Além disso, o foco do problema é o pH baixo em si.
b. Aumento na produção de acetato: O acetato é o principal AGV produzido em dietas ricas em volumosos. Dietas ricas em grãos e um baixo pH tendem a diminuir a proporção de acetato em relação ao propiônico e ao butirato, e aumentar o risco de acúmulo de lactato.
c. Aumento na eficiência da digestão de carboidratos: Um baixo pH ruminal diminui a eficiência da digestão de carboidratos, especialmente os fibrosos, pois afeta negativamente as bactérias que digerem a celulose.
d. Redução da população de bactérias celulolíticas: Esta é uma das principais e mais prejudiciais consequências do baixo pH no rúmen. As bactérias celulolíticas (que digerem a fibra) são muito sensíveis à acidez. Um pH baixo inibe seu crescimento e atividade, comprometendo a digestão da fibra e podendo levar a distúrbios digestivos.
Resposta: d. Redução da população de bactérias celulolíticas.

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