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O professor e o Ensino
Superior
Autora
Marta Thiago Scarpato
139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 26/06/2025 21:42 - 139
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Objetivos
Neste conteúdo analisaremos o papel do professor e sua atuação no Ensino Superior com base
na legislação que rege a educação no Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBEN nº 9.394/1996), enfatizando a importância de uma formação específica e pedagógica
para um ensino de qualidade.
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O professor do Ensino Superior e
a legislação
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O professor do ensino superior e a legislação
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/362644350".
O magistério é uma profissão que historicamente foi marcada pela precondição da vocação
(Fernandes, 2002), acreditando-se que, para ser professor, bastava esse fator. Essa visão está
totalmente equivocada, pois essa é uma profissão como qualquer outra, que exige estudo e
conhecimento. Para ser exercida, é necessário haver formação, afinal, ninguém nasce
professor, mas pode se tornar um, o que exigirá muito estudo e reflexão. Nessa profissão, são
fundamentais uma formação específica e uma formação pedagógica.
Figura – O professor
Fonte: SaMBa/Shutterstock.
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A formação específica é o domínio de um conteúdo de um campo científico. Por exemplo, um
professor de História da Arte deve saber sobre arte, história e a influência da arte na vida das
pessoas, entre outros conhecimentos. Já a formação pedagógica é aquela voltada para
compreender o papel do professor, a função da escola, o processo de ensinar e de como os
alunos aprendem, como se pode ensiná-los e avaliá-los, entre outros aspectos.
Como nos lembra Libâneo (2007):
Para se ensinar matemática a João, eu preciso:
- saber matemática;
- saber como se ensina matemática, como ajudo João a pensar com o modo próprio de
pensar e operar mentalmente a matemática;
- saber em que contexto sociocultural e institucional João vive: como esse contexto
influi na sua aprendizagem e como esse contexto pode ser modificado.
O “saber matemática” é a formação específica que o professor teve enquanto se formava
nessa área de conhecimento; já “saber como se ensina matemática”, “conhecer o João” e
“conhecer o seu contexto sociocultural” estão atrelados à formação pedagógica.
Todo professor precisa ter clareza do seu papel em sala de aula como agente de
transformação social, alguém que pode ajudar as pessoas a se transformarem e a
transformarem o meio em que vivem. Mas precisa compreender, principalmente, o verdadeiro
sentido de ensinar e aprender diante de toda a complexidade que existe nesse processo.
A didática é uma das disciplinas pedagógicas que mais contribuem para essa formação dos
professores que atuam nos diferentes níveis de ensino, da Educação Básica ao Ensino
Superior. Porém há algumas questões para se refletir sobre a formação pedagógica dos
professores no nosso país.
A lei que rege a educação no país, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, nº
9.394/1996), no Título VI – Dos Profissionais da Educação –, traz definições sobre a formação
dos profissionais da Educação Básica. Vale lembrar que isso se refere à atuação do professor
nos níveis da Educação Infantil ao Ensino Médio. O art. 61, parágrafo único, apresenta
(Brandão, 2010):
Art. 61. […] § único. A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às
especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes
etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos:
I – a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos
fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho;
II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e
capacitação em serviço (grifos nossos).
Esse artigo da LDBEN, ao afirmar o “conhecimento de suas competências de trabalho” e a
“associação entre teorias e práticas”, salienta a importância de o professor desenvolver,
durante sua formação, habilidades para ser competente na tarefa de ensinar e compreender
como os alunos aprendem. Isso é uma formação pedagógica que pode ser aprendida, refletida
nos cursos de licenciatura com as disciplinas pedagógicas e, depois de formado, enquanto
exerce sua profissão, conforme vai construindo sua identidade docente. A LDBEN pontua esses
aspectos referindo-se ao professor que atuará na educação básica.
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E sobre a atuação do professor do Ensino Superior? O que a lei apresenta?
No Título V, Capítulo IV – Da Educação Superior –, o art. 52 salienta apenas que as instituições
de Ensino Superior (IES) deverão ter “II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação
acadêmica de mestrado ou doutorado; III - um terço do corpo docente em regime de tempo
integral” (Brandão, 2010).
Percebemos que não há uma menção quanto à importância de uma formação pedagógica para
o professor atuar nesse nível de ensino, somente quanto ao percentual de mestres e/ou
doutores que a IES precisa ter para ser reconhecida. Ainda na LBDEN: “Art. 66. A preparação
para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente
em programas de mestrado e doutorado” (Brandão, 2010, grifos nossos).
O fato de um professor ter titulação de mestre e/ou doutor nem sempre indica que ele refletiu
sobre o processo de ensinar e aprender enquanto cursava a pós-graduação, até porque a
maioria dos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil não oferece uma disciplina
voltada para a formação pedagógica. Formam-se, na maioria das vezes, pesquisadores, não
professores que saberão compreender a complexidade de uma sala de aula, o que é um
problema muito sério e que deveria ser revisto nesses programas. É preciso ser um professor
pesquisador como apontado por Freire (2019, p. 29):
[…] Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque
indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho,
intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e
comunicar ou anunciar a novidade.
Essa postura de professor pesquisador exige a investigação, a inquietude epistemológica e a
compreensão do que é ensinar e aprender.
Alguns estudos apontam que, no Ensino Superior, até por esse descuido legal, ocorre a
admissão de professores com formação, ao nível de pós-graduação, específica da área de
atuação, desconsiderando a sua formação pedagógica. Para ilustrar, tomemos como exemplo
um advogado bacharel em Direito e, por ter cursado um bacharelado, não teve nenhuma
disciplina pedagógica em sua formação. Depois, fez mestrado e/ou doutorado também em
Direito, tendo uma ótima formação específica na sua área. Se vier a ministrar aulas no Ensino
Superior, até porque a titulação o permite, esse professor pode nunca ter refletido sobre como
devemos ensinar ou como os alunos aprendem.
Para ser professor no Ensino Superior, é necessária a formação específica, mas a formação
pedagógica é fundamental. Quando um professor não a teve em seus cursos de graduação
e/ou pós-graduação, ela pode ser oferecida pelas IES em cursos de capacitação, reuniões em
que se discutirão questões relacionadas ao ensinar e ao aprender.
Para saber mais sobre a formação pedagógica do professor universitário, recomendamos a leitura
complementar a seguir: scielo.br [http://www.scielo.br/pdf/aval/v21n3/1982-5765-aval-21-03-00691.pdf] .
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A não exigência legal da formação pedagógica dos docentes nas IES pode gerar sérias
consequências no processo de ensino-aprendizagem, porque dar aula não é simplesmente
entrar em sala de aula e despejar um conteúdo aos alunos.
Figura – Interesse no aprender
Fonte: Tonucci (1997).
Um professor do Ensino Superior sem a formação pedagógica acaba tendo dificuldade em
compreender a complexidade do processo de ensino-aprendizagem, o papel que ele exerce
nesse processo e o ato político implícito no ato de ensinar. É necessária uma consciência do
papel político que há em sala de aula.
O professor, ao entrar em sala de aula para ensinar uma disciplina, não deixa de ser um
cidadão, alguém que faz parte de um povo, de uma nação, que se encontra em um
processo histórico e dialético, que participa da construção da vida e da história do seu
povo. […] E isso não se desprega de sua pele no instante em que ele entra em sala de
aula (Masetto, 2002, p. 23).
Muitas vezes, esse professor sem formação pedagógica acabará ministrando suas aulas nos
modelos dos mestres que teve enquanto foi aluno na graduação e/ou na pós-graduação.
Esses modelos copiados podem, muitas vezes, estar equivocados e ser questionados.
Enquanto ministra aulas, um professor deve refletir sobre o que é ensinar e como os alunos
aprendem, estar aberto e repensar seus posicionamentos.
Parafraseando Freire (1994), que aos 74 anos dizia que, até aquele momento, quando entrava
em sala de aula, aprendia a dar aula, podemos começar a perceber o quanto nos tornamos
professores e devemos procurar compreender, por exemplo, aquele aluno que chegou atrasado
para o início da aula ou que não conseguiu trazer o trabalho solicitado para aquele dia por ter
passado as noites com o filho hospitalizado.
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Recapitulando
Este conteúdo apresentou a necessidade de o professor estar em constante processo de
formação para conseguir exercer sua função pedagógica, tornando o processo de ensino-
aprendizagem eficaz e atingindo os objetivos de uma educação crítica, humana e democrática.
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Autoria
Autora
Doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC-SP) – 2002 a 2006. Mestrado em Educação Física (Educação Motora) pela
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 1996 a 1999. Graduação em Pedagogia com
habilitação em Orientação Educacional e Supervisão Escolar pela PUC-SP – 1990 a 1993.
Marta Thiago Scarpato
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Glossário
A epistemologia é a ciência que estuda a teoria do conhecimento. A inquietude epistemológica
é uma busca pelo conhecimento, e está associada ao perfil do professor pesquisador. Fonte:
elaborado pela autora (2024).
Vocação é um termo derivado do verbo no latim vocare, que significa “chamar”. É uma
inclinação, uma tendência ou habilidade que leva o indivíduo a exercer determinada carreira ou
profissão. Vocação é uma competência que estimula as pessoas para a prática de atividades
associadas aos seus desejos de seguir determinado caminho. Por extensão, vocação é um
talento, uma aptidão natural, um pendor, uma capacidade específica para executar algo que vai
lhe dar prazer. Fonte: significados.com.br/vocacao
[https://www.significados.com.br/vocacao/] .
Inquietude epistemológica
Vocação
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Bibliografia
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Vozes, 2004.
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GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. 23. ed.
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Bibliografia Clássica
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VASCONCELLOS, C. dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 14. ed. São Paulo:
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WALLON, H. As origens do caráter na criança. São Paulo: Nova Alexandria, 1995b.
WALLON, H. Evolução psicológica da criança. Lisboa: Edições 70, 1995a.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 34. ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2019.
Bibliografia Geral
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