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 UNIVERSIDADE NILTON LINS 
CURSO DE PSICOLOGIA 
JOÃO VICTOR RISUENHO ALBUQUERQUE
O USO DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL EM PACIENTES COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL
MANAUS
2021
JOÃO VICTOR RISUENHO ALBUQUERQUE  
O uso da terapia cognitivo comportamental em pacientes com transtorno de ansiedade social. 
Projeto da disciplina de tcc I apresentado como requisito para obtenção da nota Institucional solicitado pelo professor Dacir Martins de castro do curso de Psicologia da Universidade Nilton Lins. 
 MANAUS
2021
SUMÁRIO
1. TEMA	5
2. DELIMITAÇÃO DO TEMA	5
3. OBJETIVOS	5
3.1 GERAL	5
3.2 ESPECÍFICOS	5
4. PROBLEMA	6
5. QUESTOES NORTEADORAS	6
6. JUSTIFICATIVA	6
7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA	7
7.1 Teoria de Base	7
7.2 Revisão da Literatura	..9
7.3 transtorno de ansiedade social. 	..9
7.4 o tratamento do transtorno de ansiedade social na terapia cognitiva comportamental...,..........................................................................................13
7.5 técnicas cognitivas comportamentais no tratamento do transtorno de ansiedade social	.16
8. METODOLOGIA	20
8.1 Tipo de Pesquisa	20
8.2 Criterio de inclusão	Erro! Indicador não definido.20
8.2 criterio de exclusao	Erro! Indicador não definido.20
8.2 amostra	Erro! Indicador não definido.21
8.4 Instrumentos da pesquisa	Erro! Indicador não definido.22
8.5 Tratamentos e Análise de Dados	Erro! Indicador não definido.21
9.CRONOGRAMA .22
10. ORÇAMENTO	22
11.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	23
APÊNDICE	
ANEXO	
PROJETO DE PESQUISA 
 1 TEMA 
Transtorno de ansiedade social  
2 DELIMITAÇÃO DO TEMA  
O uso da Terapia cognitivo comportamental em pacientes com transtorno de ansiedade social. 
3 OBJETIVOS 
3.1. Geral 
Investigar o uso da terapia cognitivo comportamental no transtorno de ansiedade social  
3.2. Específicos 
➢ Identificar o sofrimento psíquico envolvido no transtorno de ansiedade social  
➢ Investigar os aspectos comportamentais e cognitivos no transtorno de ansiedade social 
➢ Verificar quais técnicas cognitivas comportamentais são eficientes para a fobia social  
➢ Pontuar a terapia cognitiva comportamental com o transtorno de ansiedade social e sua eficácia no tratamento.
4. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA 
O termo ‘‘fobia social’ ’ou conhecido também como transtorno de ansiedade social é utilizado e nomeado para a ansiedade intensa em ocasiões que testam o desempenho, o que acarreta uma perda de oportunidades e sofrimento. Os indivíduos diagnosticados como fóbicas sociais oferecem uma hipersensibilidade a críticas, quando se trata de si tem uma avaliação negativa, assim como apresentam sentimentos de inferioridade (GUILHARDI,2004).
Segundo Beck (2013) considera que perdura uma vulnerabilidade cognitiva em indivíduos com fobia social, estes indivíduos distorcem seu desempenho assim como diversas situações sociais, dessa forma o medo central é o de expor suas fraquezas, ou de ser o alvo das atenções de outras pessoas, e ser avaliado de forma desfavorável.
Sabendo disso questiona-se: qual a importância do uso da terapia cognitivo comportamental em pacientes com transtorno de ansiedade social? 
5. QUESTÕES NORTEADORAS: 
➢ Qual o sofrimento psíquico envolvido no transtorno de ansiedade social? 
➢ Quais os aspectos cognitivos e comportamentais no transtorno de ansiedade social? 
➢ Quais técnicas são utilizadas na ansiedade social e seu tratamento? 
➢ Qual a importância e eficácia da terapia cognitiva no transtorno de ansiedade social e seu tratamento? 
6. JUSTIFICATIVA. 
A partir de questões vivenciadas no local de estágio no Sepa no semestre passado, surgiu uma curiosidade do acadêmico em pesquisar um pouco mais sobre transtorno de ansiedade, algo que sempre lhe chamou atenção. 
E conforme as leituras, percebeu os diferentes tipos de transtornou de ansiedade cada um com suas particularidades, sendo assim o acadêmico se atraiu com o transtorno de ansiedade social, um transtorno que ao mesmo tempo que é muito conhecido e pouco falado. 
Então através de artigos o acadêmico pode relacionar e perceber que a terapia cognitivo comportamental está entre os tratamentos eficazes para ansiedade social, algo que podemos considerar recente visto que a fobia social foi muito negligenciada até decidirem que é um transtorno independente visto que e fácil de confundir com outros transtorno que tem os sintomas parecidos. 
Este projeto de pesquisa é de grande relevância acadêmica, pois o mesmo poderá ser usado futuramente em uma pesquisa mais aprofundada na área, nesse projeto validam-se questões de uma maior cientificidade no processo do profissional da área de psicologia, visto que maior será o leque quanto a adoção de técnicas de aprendizagem que levem a compreensão a processos e uso da terapia cognitivo comportamental no transtorno de ansiedade social. Sendo estes entendidos podem ser continuamente aperfeiçoados e aplicados nas áreas: escolar, social, clínica, hospitalar, saúde e comunitária. 
Surgiu através de uma curiosidade, mas que agora está em sintonia com uma relevância acadêmica a respeito do tema escolhido, para que possa entender melhor sobre esse transtorno e o uso da terapia cognitivo comportamental tais como suas técnicas no tratamento. 
7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
7.1 Teoria de Base 
Este projeto visa ter uma discussão sobre o transtorno de ansiedade social na teoria cognitivo comportamental. 
A TCC (terapia cognitiva comportamental) é uma psicoterapia de curta  duração, e estruturada, voltada para o aqui e agora, ou seja, o presente, a qual  é regressa para a alteração de comportamentos e pensamentos considerados  disfuncionais e soluções de problemas O tratamento por meio da TCC é fundamentado em uma compreensão ou conceituação  individual de cada paciente, o terapeuta procura produzir, por assim dizendo,  várias formas de mudanças cognitivas para uma mudança no sistema de crenças  e pensamentos para gerar modificações comportamentais e emocionais  duradouras(BECK, 2013). 
O modelo cognitivo foi construído por Aaron Beck de acordo com análises para entender e explanar melhor os processos psicológicos na depressão, usando a teoria freudiana de depressão como hostilidade retro fletida reprimida teve como objetivo de provar sua eficácia .A pesquisa foi para outro ramo já que beck percebeu que os sonhos dos pacientes deprimidos não era exatamente aquilo que estava , percebeu que os temas dos sonhos eram consistentes com as coisas que aconteciam na vigília, então entendeu-se que os sonhos poderiam ser pensamentos como uma espécie de espelho do indivíduo, baseado isso com a pesquisa sistemática e observações clínicas, sugeriu-se que os sintomas da depressão especificamente poderiam ser explicados em termos cognitivos das situações que seriam atribuídas a ativação de uma representação negativa a respeito de si, do mundo pessoal e do futuro a tríade cognitiva ( ITO,et al, 2008).
 \Na teoria cognitiva comportamental identifica-se três níveis do cognitivo que são 1) pensamentos automáticos, os pensamentos automáticos caem rapidamente e gera uma interpretação e significado dos acontecimentos experienciados pelo individuo 2) crenças nucleares são cristalizadas e se desenvolvem durante a infância por meio das relações com outras pessoas e situações significativas 3) crenças intermediarias, os pensamentos, são pressupostos como se ou então (BECK,2013). 
Nesse sentido, a determinação do que os indivíduos sentem não é a situação, o que determina o que é sentindo é a forma de interpretação dos contextos e fatos específicos, e quando se depara com novas circunstâncias, o pensamento tenta arrancar as experiencias cognitivas percebidas de cada acontecimento para transformá-la em padrões gerais de interpretação, criando estruturas e padrões da percepção e interpretação da experiencia denominados padrões. 
Conhecidos como esquemas ou crenças pela Terapia Cognitiva, essas estruturas são os padrõesorientadores da percepção e interpretação da experiência, A metáfora cartesiana '‘Penso, logo existo” elucida adequadamente a maneira pela qual nosso pensamento opera (GUILHARDI,2004, p 279). 
Portanto, para a psicopatologia será consecutivamente considerada resultante das crenças ou pensamentos exorbitantemente disfuncionais e distorcidos, que tem a capacidade de influência sobre o comportamento e humor do indivíduo, falando de uma maneira mais leiga “bagunçando “com sua percepção da realidade, por esse motivo sua identificação e modificação são subsídios essenciais para o tratamento, fazendo a redução dos sintomas (GUILHARDI, 2004). 
Ao oferecer uma estrutura, permitindo com que o paciente se acostume à  estas técnicas, se adaptar ao modelo cognitivo advém a ser o básico para  qualquer finalidade que o terapeuta cognitivo comportamental possa a aderir em  uma posição mais interventiva e colaborativa no artifício psicoterapêutico, dessa  forma o terapeuta se torna um colaborador que, ao lado de seu paciente, irá  atuar de forma conjunta em todo o artifício terapêutico ,em um processo como  e conhecido e chamado de empirismo colaborativo(KNAPP, 2004). 
Terapeuta e paciente no processo terapêutico começam então a atuar colaborativamente, uma cooperação em conjunto no empreendimento terapêutico, como uma equipe de trabalho, nesta relação, deve-se deixar claro que o vínculo terapêutico é muito importante e fundamental de mudança, já que por meio dele e possível uma aderência de ativação comportamental e ao tratamento (KNAPP, 2004). 
Os dados colhidos na observações e avaliação assim como e os objetivos  trazidos pelo paciente, permitem que o terapeuta possa realizar uma  formulação cognitiva, essa formulação o leva a abranger e compreender os  problemas e dificuldades demonstrado pelo paciente através do modelo  cognitivo, o que autoriza que as intervenções sejam refletidas e elaboradas com  base nas características individuais em cada caso , essa formulação cognitiva  e sempre revisada para adicionar novos dados que poderão surgir, as  intervenções propostas e realizadas tem como objetivo colocar à amostra as crenças disfuncionais e pensamentos , dessa forma o terapeuta e paciente  desenvolvem tarefas ,para testar o funcionamento das interpretações que o  paciente o faz da realidade (BECK, 2013).
7.2 Revisão de Literatura 
7.3 transtorno de ansiedade social. 
Os transtornos de ansiedade de uma maneira geral estão entre os mais comuns e muitas vezes são julgados errados, o que acaba por deixando de serem tratados, da mesma forma ocorre com o transtorno de Ansiedade Social conhecido como Fobia Social, é querendo ou não é o terceiro mais prevalente entre os transtornos existentes e o transtorno de ansiedade mais comum no mundo (CLARCK; BECK ,2012). 
A ansiedade social é um tormento que pode ser doída no momento que o indivíduo tende a se apresentar ou estar na presença de outras pessoas ou qualquer outro tipo de interação  social , a maioria das pessoas ocasionalmente sentem ansiedade social de forma  rápida e provisória e sem ou quase nada de comprometimentos em suas vidas,  mas se tratando da fobia social ou conhecido como transtorno de ansiedade social (TAS) isso é bem diferente,  especificamente alguns parâmetros, já que é estabelecido através de critérios  com um diagnóstico oficial então necessita de parâmetros (CLARK; BECK,  2012). 
O DSM-5 caracteriza a ansiedade social (fobia social) como um medo constante e elevado de uma ou mais situações sociais ou e com sua performance. A pessoa tem  muito medo de um modo a mostrar e de agir com seus sintomas de ansiedade  elevados que lhe sejam embaraçosos e humilhantes na frente das outras  pessoas, e a exposição à situação social especifica ou não , provoca uma  resposta de uma elevada ansiedade , que pode ou não chegar a um ataque de pânico  em alguns casos , então dessa forma a pessoa evita as situações ou as  suporta com medo e intenso sofrimento , sabendo disso a fobia social apresenta  muita interferência nas rotinas acadêmicas e trabalho ou qualquer meio e social  pode haver um sofrimento marcante por ter a fobia, esses indivíduos oferecem  dificuldades em situações que tenham que ser avaliado em desempenho, como por exemplo o medo  restrito de se apresentar ou a falar em público, ou indicar medo associado a diferentes situações sociais referente a tudo e todos (AMERICAN  PSYCHIANTRIC ASSOCIATION, 2014). 
 Esses indivíduos caracterizam-se em um alarme da avaliação negativa por outras pessoas, o que causa um sentimento de constrangimento, humilhação e vergonha, e são extremamente autocríticos e inibidos em diversas situações sociais, comportando-se, com dificuldades em articularem-se verbalmente de maneira tensa e rígida ocasionando prejuízos no desempenho social (CLARCK; BECK,2012). 
Demorou muito tempo para que a Fobia Social fosse considerada como  uma patologia, e diversos motivos contribuíram para que tenha acontecido isso,  falta de informação de maneira adequada sobre a fobia social, e falta de opções e adequações para o tratamento, essa patologia é constantemente relacionada com outros  transtornos, como por exemplo, ansiedade generalizada, fazendo com que a  fobia social esteja posta sempre em segundo lugar como condição de  diagnóstico por sua semelhança com outras patologias (CABALLO, 2003). 
A fobia social é um transtorno que causa sofrimento ao indivíduo, principalmente nos casos de fobia social generalizada, a causa mais grave e intensa de  pacientes que sofrem ,e que possuem algo em comum, que é a esquiva das  situações de exposição por medo de julgamento e de ser humilhado na frente das pessoas e por  acharem que não terão a capacidade para lhe darem bem nas situações que  terão que atuar em público, como por exemplo comer na frente das 3 outras  pessoas, o que gera um fechamento para o sofrimento (D’EL REY; FREEDNER,  2006).  
A fobia social é vista como um transtorno comum na população, e suas formas de tratamentos é relacionada à TCC (terapia cognitivo comportamental) por ser reconhecida por ser rápida em alteração dos pensamentos automáticos e suas crenças, com suporte da técnica de exposição ao vivo, restruturação da cognição. treinamento de habilidades, e técnicas de relaxamento (D’EL REY; FREEDNER, 2006).
Segundo as conjecturas do modelo cognitivo de Clark e Wells, quando  mediante a uma situação social uma pessoa fóbica se entra em contato ela  estabelece e cria estratégias para evitar e enfrentar tais situações que são  percebidas como fonte de perigo algo bem semelhante ao transtorno do pânico  já que ela percebe primeiramente as suas manifestações fisiológicas e  comportamentais, o uso dessas estratégias de evitação desadaptativas se torna  um ciclo vicioso como ansiedade = evitação = mais ansiedade , o que pode  favorecer o prolongamento desse transtorno (SPURR;STOPA, 2003). 
Sob este aspecto a ansiedade está acompanhante as representações  percebidas internamente, que funcionam de forma essencial para a sustentação  de crenças presentes no transtorno , nesse sentido, a ansiedade social é  resultante de acumens negativos , ou seja, de uma interpretação totalmente  errada da pessoa com relação a si e ao outro, mas que para ele está correto,  explanadas pelas crenças em ter um péssimo desempenho ou impróprio na  frente de outras pessoas ou em diversas situações sociais (HOFMANN;  DIBARTOLO, 2000). 
O padrão de comportamento dos indivíduos com fobia social é  caracterizado por um medo e um anseio de evitar as situações sociais em que  ele tenha que se expor ou acha que irá ter que se expor , pois o temor da crença  nuclear na ansiedade social é o de ser o único foco das atenções e com isso  ser exposto suas fraquezas e como consequência disto, ficar mal por ter seu  desempenho avaliado negativamente pelas pessoas presentes no local, esse  comportamento tem como estratégia desadapatativa de enfrentamento  acompanhante à evitação e a autopercepção de perigo que requer uma proteção  imediata(STRAVYNSKI;BOND;AMADO,2004).  
Os indivíduos com fobia social, são além disso críticos com relação a si e ajuízam as situações com componentes mais negativos são totalmente catastróficos, desse modo, ao fazerem as suas avaliações negativas, comprovam-se em fazer julgamentos externos idealizados, baseados em avaliações comparações de competência social ou pessoal acompanhantes a uma amostra elevada de exigência da sociedade (HOFMANN; DIBARTOLO, 2000).
Entretanto, algo que deve ser importante mencionar e que relacionado à  abrangência dos aspectos cognitivos da ansiedade social é um comportamento  de segurança, já que se refere ao uma forma de comportamento evitativo  mediante a uma ameaça que distinguem a amortecer a exposição às situações  de interações sociais alcançadas, já que eles antecipam muito antes de  acontecer tal ameaça , podemos compreender que a utilização desse  comportamento de segurança, tem sido notado como um importante fator de  conservação da fobia social, por evitar que as situações temidas aconteçam de  verdade , embora a assimilação de condutas de segurança seja considerada um  artefato importante para as intervenções no comportamento da ansiedade  social, pouca se fala ou se dá atenção tem sido dada à estimativa dessas  estratégias de garantia utilizadas por estes pacientes já que sempre vem em  cunho negativo (GOUVEIA;CUNHA;SALVADOR,2003).  
Segundo Clarck e Beck (2012) os indivíduos com ansiedade social são  propensos a sentir que as outras pessoas diferentes os julguem de forma  negativa, fazendo com que esses pensamentos distorcidos gerem uma alta ansiedade e que  muitas vezes embaraçar-se a concretização do comportamento social, gerando  como podemos dizer , desta maneira um círculo vicioso, de ansiedade +  ansiedade + evitação , eles também apresentam esperanças não realistas sobre  suas desenvolturas para lidar com as diversas situações onde ocorra uma  expectativa de ocorrerem acontecimentos sociais negativos e sentem-se  fixamente criticados ou reprovados por todos ao seu redor, dessa forma  podemos dizer que há uma deficiência no processamento da informação nos  indivíduos com ansiedade social. 
7.4.o tratamento do transtorno de ansiedade social na terapia cognitiva comportamental.
A Teoria Cognitivo-comportamental conhecida também como (TCC) foi formulada por Aaron Beck na em 1960, ele é considerado o percursor a criar  métodos de intervenções cognitivas e teorias comportamentais para transtornos  emocionais, algo bem revolucionário em sua época ,por esse motivo o  nascimento da teoria foram reformulados através de apreciações psicanalíticos  e influenciado por diversos analistas pós-freudianos já que estavam em alta na época ,Beck concentrou seus estudos nos transtornos de ansiedade e  depressão (WRIGTH; BASCO; THASE, 2008). 
A terapia cognitivo comportamental enfatiza as estratégias que  proporcionam formas práticas de avaliar as cognições e  facilitar a restruturação cognitiva e promover autodescoberta ajudando o  paciente a torna-se o seu próprio terapeuta, a companhia entre terapeuta e mantida  de forma colaborativa nas mais variadas técnicas cognitivas comportamentais  sendo a psicoeducação um aspecto proeminente , essa atitude colaborativa e muito  encorajada a partir da habilidade centrais do terapeuta que envolvem escuta, empatia e uso do questionamento socrático (NADIO;QUEVEDO;SILVA, 2014) 
A terapia cognitiva comportamental tomou um grande impulso nas últimas décadas no tratamento da fobia social, foram delineadas estratégias e abordagens de tratamento detalhado, e emergiram estudos sistemáticos completos sobre o tema (NADIO; QUEVEDO; SILVA, 2014) 
O indivíduo com fobia social interpreta as situações de forma negativa, e  por isso se sente inseguro e as evita como consequência disso, as distorções da  realidade caracterizadas por pensamentos automáticos provocam ansiedade  que atrapalham o desempenho social do indivíduo, além de se sentirem  extremamente criticados pelos outros ,a o tratar o paciente ansioso o terapeuta  tem como meta leva-lo a buscar interpretações alternativas para suas  percepções catastróficas e busca capacita-lo a avaliar os eventos com mais  realismo , neutralizando o sentimento de perigo (NADIO;QUEVEDO;SILVA,  2014) 
Segundo Beck (2013) nos diz que é necessária um ensino do paciente  referente ao seu transtorno, de um jeito que evite o uso de geringonças e rótulos,  ou seja, não pondo dificuldades , tentando fazer com que haja esperança no  paciente mostrando-o que ele não está só ,que ele não é o único que enfrenta a  mesma dificuldade em relação ao TAS ( transtorno de ansiedade social) também  há uma necessidade de se dialogar com o paciente a sobre uma possível  probabilidade de tratamento farmacológico e ou de um aliciação da família no  processo para servir de apoio nesse processo, também há importância na  psicoeducação, já que , está no esclarecimento, principalmente dos principais contextos envolvidos no tratamento para o paciente, já que que a TCC é colaborativa o que permite que o paciente possa notificar e participar ativamente do processo. Além disso a terapia cognitivo comportamental é apontada para metas, por esse motivo, os objetivos clínicos do tratamento devem ser feitos entre terapeuta e paciente de maneira colaborativa, geralmente as metas e objetivos mais frequentes abarcam a diminuir a ansiedade antecipatória, intrínsecas aos pensamentos negativistas e sintomas fisiológicos que amparam as crenças disfuncionais e a esquiva fóbica, e desenvolver habilidades sociais. 
Alguns elementos importantes no tratamento da fobia social , sendo o  primeiro , grande parte das intervenções abordam a psicoeducação, o paciente  aprende sobre o modelo cognitivo e como se relaciona em seu transtorno ,  segundo, a maior parte das intervenções inclui o reconhecimento das emoções  , e o treinamento do manejo do mesmo, o terceiro , é importante que o paciente  possa reconhecer suas cognições em situações que provocam ansiedade e no  quarto identificar esses pensamentos distorcidos e substitui-los por outros mais  funcionais, reduzindo a ansiedade, e quinto ,dar-se ênfase as estratégias  práticas e exposições , tanto imaginaria como (in vivo) durante os quais o  paciente em novas habilidades cognitivas e emocionais , o sexto, envolve o  desenvolvimento de técnicas de automonitoramento e auto reforço  (NADIO;QUEVEDO;SILVA, 2014). 
7.5 técnicas cognitivas comportamentais no tratamento do transtorno de ansiedade social. 
As técnicas cognitivas incluem a modificação do auto processamento e a restruturação cognitiva, o auto processamento pode ser feito por meio de intervenções que mudam o foco da atenção de si mesmo para o ambiente, o terapeuta deve ser capaz de criar tarefas que seja possível demonstrar isso ao paciente, após a tarefa o paciente é encaminhado a estabelecer pensamentos mais racionais a respeito de sua atuação social (KNAPP, 2004). 
Segundo Knapp (2004) as técnicas de restruturação cognitiva contêm uma porção de componentes comportamentais oque e muito crucial para os pacientes com ansiedade social, pois a experimentação comportamental e a chave para a desconfirmação das crenças centras negativas perante si, então é elaborado de tal forma que os pacientes participem em atividades que irão desfazer suas crenças distorcidas. 
A técnica de reestruturação cognitiva busca provocar diretamente as crenças brutas ou disfuncionais, modificando-as por outras crenças mais adaptativas, a técnica é sobreposta tanto nos pensamentos que ocorrem anterior a situação social que ocorrem durante e após a situação amedrontadora ocorrida (BECK,2013). A reestruturação cognitiva envolve a detecção de pensamentos distorcidos da crença central do paciente, fazendo com que o terapeuta tenha uma maior compreensão sobre o funcionamento cognitivo do paciente, um diário ou agenda deve ser utilizado para ajudar o paciente a registrar seus pensamentos automáticos distorcidos e como sente-se em uma determinada situação social ,o paciente é encaminhado a notar estes pensamentos, de modo a perceber suas distorções e corrigi-la (ITO;ROSO;TIWARI;KENDALL;ASBAHR ,2008).
Uma vez identificados os pensamentos distorcidos, é possível encontrar a crença central subjacente que gerou e mantém tais pensamentos, bem como as crenças condicionais e estratégias compensatórias que o paciente utiliza para lidar com sua crença. Para isso, questiona-se o paciente a respeito do significado dos pensamentos que ele identificou: “O que significa esse pensamento para você, o que quer dizer a seu respeito? A modificação das crenças condicionais, das estratégias compensatórias, bem como da crença central, é feita utilizando-se diferentes procedimentos que devem ser escolhidos de acordo com as características e objetivos de cada caso (ITO et al, 2008).
Nas técnicas comportamentais tem que estar em concordância com as cognitivas para que o trabalho ocorra bem, as mais usadas são: exposição, manejo de ansiedade e treinamento de habilidades sociais devem estar associadas as cognitivas para um resultado mais benéfico e duradouro do tratamento com fóbicos sociais (KNAPP, 2004). A exposição requer do paciente uma imaginação ou um confronte real aos estímulos temidos, portanto e construído junto com o paciente uma lista de situações temidas, do item que varia do que causa menos ansiedade ao que causa muita ansiedade e desconforto, geralmente esse conforto vem ao falar em público, conversar com outras pessoas , comer, beber em público, essa exposição no inicio e feita junto ao terapeuta , ate que esteja apto com a habituação dessa ansiedade, depois que ocorre a exposição prologada e repetida é quando as situações não apresentam mais altos níveis de ansiedade e desconforto, então passa-se ao próximo item da lista de situações escolhidas no inicio anteriormente, isso ocorrera ate que o paciente possa enfrentar todos os itens da lista escolhida de forma hierárquica com significativa redução do desconforto e ansiedade( KNAPP, 2004).
As técnicas de manejo da ansiedade podem ser usadas em adjacente  com a exposição, elas incluem treinamento de respiração e relaxamento assim  como, redirecionamento da atenção, os pacientes com fobia social podem ser  orientados a desenvolver a técnica de relaxamento de grupos muscular,  basicamente o paciente pratica o relaxamento muscular progressivo, primeiro  com o terapeuta, depois de forma independente essa técnica tem como objetivo  o alivio e diminuição dos sintomas ansiosos e fisiológicos (KNAPP, 2004). 
O treino de relaxamento, tem o objetivo principal de dar possibilidade ao paciente de chegar um estado de calma física e mental, essa técnica, no tratamento da ansiedade social, tem como objetivo arranjar e fazer com que o paciente aprenda a pegar suas respostas fisiológicas da ansiedade e controla-la, podendo utilizar-se por meio do relaxamento muscular e controle da respiração dessa forma as técnicas de relaxamento, são uma das principais ferramentas no tratamento do TAS (transtorno de ansiedade social), permitindo que paciente tenha uma maior autoridade de si em situações ansiosas adversas, o que pode  servir como respaldo e parâmetro enquanto ao uso de outras técnicas  comportamentais (KNAPP, 2004). 
As técnicas de relaxamento amparam o paciente a dominar se seus sintomas fisiológicos durante ou antes ou os eventos temidos, a  principal técnica de relaxamento utilizada é o RP ou relaxamento progressivo  aconselham-se que devam ser usadas pois as técnicas de relaxamento são  adequadas a pacientes com ansiedade social que oferecem intensos sintomas  ansiosos e fisiológicos ,as técnicas de relaxamento provocam a exposição do  paciente à situação temida de forma segura , porém não são eficazes  isoladamente no tratamento , por isso a necessidade de tratar com técnicas  cognitivas (KNAPP, 2004). 
As técnicas de relaxamento no geral são uteis para a diminuição da ansiedade além de que favorecem a percepção do autocontrole da ansiedade, a mais utilizada é a de Jacobson, que diz para que o paciente passe a observar cada grupo muscular de maneira a identificar a tensão (ITO et al, 2008).
Segundo Caballo (1996) as habilidades sociais são um adjacente de  comportamentos que são dados por um indivíduo com capacidade suficiente  para expressar suas opiniões ,seus sentimentos, atitudes, acatando o direito  dos outros e os próprios, em diferentes contextos interpessoal, o que proporciona  em geral e uma a resolução ou amenização dos problemas rápidos da situação  e a redução da probabilidade de futuros problemas as habilidades sociais são  como condutas passíveis de observação ou encobertos, que bancam parte do  repertório social do indivíduo perante as ações de situações interpessoais. 
Para Del Prette (1999) as habilidades sociais são de uma forma geral um conjunto de disparidade classes de comportamentos sociais, emitidos e aprendidos pelo indivíduo perante as ações de um caso específico, entende-se por demanda a ocasião a qual se espera um apurado desempenho social em relação a uma ou mais pessoas. THS ou Treinamento de Habilidades Sociais, tem como objetivo disponibilizar ao paciente com ansiedade social um aparato de comportamentos considerados adaptados socialmente, por esse motivo, a utilização do THS tem sido aconselhada para indivíduos que tenham apresentado bastante dificuldade nas habilidades sociais, pois o THS mostrou-se eficiente na redução dos níveis de ansiedade ocorridos no interpessoal, se tornou indicado a esses indivíduos.
 Devido a conduta deles de apresentarem comportamentos indesejados (  desadaptativos) que, por sua vez, acrescentam as possibilidades de avaliações  negativas pelas outras pessoas, levando a esses indivíduos ao fortalecimento  negativo da autoimagem e catastrofização, por esse motivo há uma baixa  habilidade social notada nestes indivíduos, pode ser por conta da falta de  conhecimento, inibição comportamental ,falta de habilidade e evitação,  resultantes de seu próprio quadro de ansiedade (Del Prette & Del Prette, 2010).  
Mas então para qual finalidade serve? A meta principal é equipar ao paciente um repertório de extenso e de vários comportamentos sociais adaptativos, para que acabe por diminuir a sensação de raiva e impotência, considerando sempre o grupo social em que está inserido e as características do paciente, as principais dificuldades pelos pacientes com ansiedade social incluem: estabelecer ,iniciar, mudar o assunto se necessário ,manter e finalizar uma conversa, tolerar silêncios, manter o foco e o interesse no assunto, , estabelecer e manter amizades entre outros ( CABALLO; ANDRES ,1997).
Portanto, THS o treinamento de habilidades  sociais ,aponta , e tem como desígnio a superação de déficits no desempenho  social através de um de repertório socialmente desejado , através de  procedimentos clínicos e educativos , geralmente os programas diversos de  THS colocam diversos comportamentos socialmente competentes e adaptativos  ,como por exemplo , a mais popular como a de estar sensível às contingências,  as quais agem como condições para uma seleção de comportamentos  funcionais, para que o indivíduo possa a advir com os processos de interação  social , dessa forma os treinamentos de habilidades sociais agenciam as conduta  descritivas e discriminativo e, por consequência , promovem um conhecimento  adequado de seu desempenho e das contingências relacionadas, assim como  expande as escolhas de resposta do indivíduo, o que possibilita em maior grau  uma a superação de comportamento-problema (Del Prette ; Del Prette, 2010). 
Segundo Knapp (2004) o treinamento de habilidades tem como objetivo prover ao paciente um repertorio novo comportamental amplo e socialmente adaptado, sendo planejado de forma específica em cada caso, o ths envolve exposição a situações sociais temidas, conforme a ansiedade social diminuí a atuação social melhora, existe um protocolo a ser seguido dessa forma existem 4 competências a ser seguidas: 
1) educativo. 
2) treinamento de habilidades sociais. 
3) exposição gradual e sistemática. 
4) prática programada.Para Knapp (2004) para o aumento e eficácia do tratamento, a uma ênfase maior em algumas etapas como: redirecionar a atenção auto focada, trabalhar de forma contínua durante toda a terapia as distorções cognitivas com desconfirmação das crenças centrais de avaliação negativa de sua interação verbal e desempenho sociais, identificar recursos da saúde e reforçá-lo para aumentar a autoestima, trabalhar os componentes de segurança, promover treinamento de habilidades sociais , identificar objetivos irreais como “nunca mais ficar ansioso antes de uma performance, exposição e fundamental.
Há também a exposição, essa a exposição e pelas situações temidas de uma maneira não tão forte , para que possa haver uma redução da ansiedade e do comportamento do ansioso fóbico, pode ser feita por meio de um confronto das situações ao vivo no imaginário , o terapeuta e paciente identificam as diversas situações consideradas causadoras e geradoras de ansiedade, as situações são classificadas de forma hierárquica de acordo com o grau de ansiedade, começando pelas situações que causam pouca ansiedade, até as mais amedrontadoras a serem enfrentadas, sendo assim o paciente é apontado a enfrentar as situações que está no início desta lista e exercitar-se de maneira repetida até que sua ansiedade diminua ,que se chama como habituação (ITO et al, 2008).
A técnica de exposição ao vivo, consiste em buscar um confronto com situações reais que gerem ansiedade no tratamento da ansiedade social algumas dificuldades na realização da terapia de exposição são esperadas, já que algumas situações geradoras de ansiedade são imprevisíveis e de pouca duração, o que pode impedir ou dificultar a ocorrência da habituação, por esse motivo e importante ter cuidado na lista de formulação na hora de definir a hierarquia das situações (ITO et al, 2008).
8.MATERIAIS E METODOS
8.1 Tipo de pesquisa
O procedimento adotado para essa pesquisa, foi utilização da pesquisa bibliográfica, realizada por meio de recursos digitais na revisão de literatura, como livros, artigos e periódicos científicos, contemporâneos e clássicos que abordam a temática da ansiedade social. Esse tipo de pesquisa fornece um instrumental analítico para todo tipo de pesquisa, o que equivale a dizer que uma pesquisa dessa natureza pode preceder outra, mais descritiva ou explicativa, valendo-se de um aprofundamento na área ou tema específico em que se deseja pesquisar (VERGARA ,2006)
Segundo Gil (2002) a pesquisa bibliográfica dá acesso ao pesquisador há vários recursos para análise, justamente por possuir uma fonte cientifica ilimitada, podendo ser usada para a obtenção de dados de diferentes localidades tornando-a mais rica e ampla e menos restritivas. Quanto a abordagem será utilizada o processo de pesquisa qualitativa que não requer o uso de métodos e técnicas mais restritivas como estatísticas, além de ser considerado um método científico eficaz para analisar fenômenos psicológicos que são de natureza subjetiva (PRODANOV; FREIITAS, 2013).
8.2 Critério de inclusão
Artigos ou periódicos publicados entre 2000 e 2021, artigos ou periódicos publicados que contenham download gratuito, artigos ou periódicos publicados que descrevam, no seu texto sobre ansiedade social e terapia cognitivo comportamental. 
8.3 critérios de exclusão
Artigos ou periódicos publicados em língua diferente do português ou inglês, artigos ou periódicos que não estejam disponíveis na integra.
8.4 Amostra
Foram utilizadas em grande maioria publicações científicas de Psicologia, sobretudo da Terapia cognitivo comportamental e ansiedade social. Segundo Prodanov e Freitas (2013) a pesquisa bibliográfica elaborada por um material já publicado, constituído de revistas, livros, periódicos e artigos científicos, jornais, internet, tem como objetivo colocar em contato o pesquisador com todo material sobre o assunto de pesquisa
Portanto, tais recursos foram retirados dos sites Scielo e Google Acadêmico, que disponibilizam materiais científicos sobre o tema, bem como, da biblioteca universitária Aderson Dutra, localizada na Av. Professor Nilton Lins, no 3.259, Parque das Laranjeiras, em de Manaus-AM. Assim como, do acervo pessoal de livros pessoal do acadêmico.
8.5Tratamento e análise de dados
Será utilizada a Análise de Conteúdo desenvolvida por Bardin, comumente empregada em pesquisas qualitativas no campo da psicologia, por admitir que sejam feitas modificações no material pesquisado, por meio da pesquisa bibliográfica utiliza-se como recurso o embasamento dos autores afim de que sejam atingidos os objetivos da pesquisa. As técnicas de análise de comunicação visam obter por meio de procedimentos objetivos e sistemáticos a descrição de um conteúdo das mensagens sendo esses quantitativos ou não, permitindo que de inferência a conhecimentos relativos à produção destas mensagens (BARDIN, 1979).
Segundo Minayo (2013) a análise de conteúdo e dividida em 3 etapas sendo essas: pré-análise, exploração do material e por último tratamento dos resultados obtidos assim como interpretação, sendo assim a pré-analise é a etapa de coleta de dados a serem analisados, assim como a leitura flutuante, onde os pesquisador tem uma abundância de conteúdo para levantar hipóteses e preparar-se para a análise.
Na segunda etapa sendo essa a exploração do material, por meio de uma classificação dos dados divide-se por categorias através de palavras-chave, que permitam retirar a essência do enunciado, e na terceira etapa é a de inferências e interpretações pelo pesquisador, o pesquisador procura validar novas informações com base no material extraído dando uma nova aparência (MINAYO, 2013). 
9 CRONOGRAMA 
	ATIVIDADES
	2021
	
	Jan
	Fev
	Mar
	Abr
	Mai
	Jun
	Ago
	Set
	Out
	Nov
	Dez
	Escolha do tema
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	
	Formulação dos objetivos e hipóteses
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	Levantamento Bibliográfico
	
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão da Literatura
	
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	Coleta de dados
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	Redação final
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	Revisão ortográfica
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
10 ORÇAMENTO DA PESQUISA
	DESCRIÇÃO
	QUANTIDADE
	VALOR UNITÁRIO
(R$)
	VALOR TOTAL
(R$)
	MATERIAIS DE CONSUMO
	
	
	
	Livros Físicos 
	4
	140.00
150.00
95.00
185.00
	570.00
	Caneta
	02
	1.00
	2.00
	notebook
	
	1.900
	 1.900
	
	Total de Despesas
	R$ 2,472.00
11. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION et al. DSM-5: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Artmed Editora, 2014.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo, Ltda, 1997.
BECK, Judith S. Terapia Cognitiva teoria e Prática. Porto Alegre: Artmed, 2013. 
CABALLO, V. E O treinamento em habilidades sociais manual de técnicas de terapia e modificação do comportamento. São Paulo:  Santos, 1997. 
CLARK, D.A.; BECK, A.T. Terapia cognitiva para os transtornos de ansiedade. Porto Alegre, Artmed, 2012. 
D’EL REY, Gustavo. J. F.; FREEDNER, Jonathan. J. Depressão em Pacientes com Fobia Social. Psicol. Argum., Curitiba, 2006. 
DEL PRETTE, A; DEL PRETTE, Z. A. P. Habilidades sociais e análise do comportamento. Santo André: ESETec, 2010. 
DEL REY, D. J. F.; PACINI, C. A. Terapia cognitivo–comportamental da fobia social.Revista Psicologia em Estudo, Maringá,2006.  
GIL, A. C. Como classificar as pesquisas. Como elaborar projetos de pesquisa, 2002, v. 4, n. 44-45.
GOUVEIA, J. Pinto, CUNHA, Marina.I, SALVADOR, M.Ceu. Avaliação da fobia social por meio de questionários de autorrelato. Behavioural and Cognitive  Psychotherapy, 2003. 
GUILHARD, Abreu. Terapia comportamental e cognitivo-comportamental práticas clínicas. São Paulo: Roca, 2004. 
HOFMANN, S. G., DIBARTOLO, P. M. Um instrumento para autoavaliações durante a fala em público. Behaviour Therapy,, Junho 2000. disponível em: :http://pepsic.bvsalud.org/pdf/cclin/v13n1/v13n1a03.pdf . acesso em 12 junho de 2021.
ITO, M, Ligia; ROSO, Mireia; TIWARI, Shilpee; KENDALL, Philip; ASBAHR, Fernando. Terapia cognitivo comportamental da fobia social. São Paulo. 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbp/a/8jL85kwBNNpFkYv5w5DDnKq/?lang=pt.Acessado em 14 de junho de 2021.
KNAPP, Werner P. Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed, 2004. 
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 13.  ed. São Paulo: Hucitec, 2013.
NADIO, A. E; QUEVEDO, J; SILVA, A.G. Transtorno de ansiedade social teoria e clínica. Porto Alegre: Artmed, 2014.
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: métodose técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Humburgo: Feevale, 2013.
SPURR, J.M.STOPA.L. A perspectiva do observador sob os efeitos da ansiedade social no desempenho. Behavior reserch, 2003. Disponivel em:https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000244&pid=S1516-4446201000040001900060&lng=. Acesso em 12 de junho de 2021.
STRAVYNSKI, A., Bond, S, AMADO, D.Causas cognitivas da fobia social uma  avaliação cirtica, Clinical Psychology Review ,2004. 
VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006
WRIGTH, J. H.; BASCO, M.R.; THASE, M.E. Princípios básicos da terapia cognitivo-comportamental, Porto Alegre: Artmed, 2008.

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