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Se em dentes naturais tiver contato, vai levar a uma abalo oclusal sendo necessário um ajuste oclusal. !!! Os movimentos mandibulares são divididos em cinco tipos, sendo eles: ROTAÇÃO TRANSLAÇÃO PROTRUSÃO RETRUSÃO LATERALIDADE O movimento de abertura da cavidade oral é dividido em dois tempos, sendo o primeiro o movimento de ROTAÇÃO e TRANSLAÇÃO. ROTAÇÃO: É o processo de girar em torno do seu próprio eixo. No sistema mastigatório, a rotação ocorre quando a boca abre e fecha em torno de um ponto fixo os dentes podem ser separados e novamente ocluídos sem que haja mudança de posição de côndilo. TRANSLAÇÃO: A translação é definida como um movimento no qual cada ponto do objeto que se move tem simultaneamente a mesma velocidade e direção. Quando a mandíbula se move para frente como na protusão, os dentes e côndilos se movem na mesma direção e na mesma extensão. PROTRUSÃO: É o movimento da mandíbula para anterior com a translação de ambos os côndilos, com ou sem contato dentário. No movimento de protrusão o ligamento esfenomandibular é responsável por limitar a protrusão de ir além do limite. Se faz protusão com contato topo a topo (maxilar e mandibular) se chama GUIA ANTERIOR/ GUIA INSICIVA, os dentes posteriores desocluem. Essa é a oclusão normal em um paciente com dente. RETRUSÃO: Movimento posterior de mandíbula, sendo reverso ao movimento de protrusão. Não existe movimento de retrusão puro (repouso). É o movimento da mandíbula realizado para direita ou para esquerda do plano sagital mediano. LADO DE TRABALHO X LADO BALANCEIO Lado de trabalho é o lado para o qual a mandíbula se movimenta onde o alimento é triturado. Lado balanceio é o oposto GUIA CANINA PADRÃO DE DESOCLUSÃO IDEAL É o movimento que acontece do côndilo do lado de trabalho, onde ele sofre rotação durante a lateralidade (movimento de bannett). No lado balanceio o côndilo movimenta-se para frente, para baixo e para dentro. (ângulo de bannett). Movimentos Mandibulares Abertura bucal Abertura Bucal Protrusão e retrusão Lateralidade RELAÇÃO CÊNTRICA (RC): É a posição mais confortável do côndilo em relação a maxila, sendo ela uma posição fisiológica, não forçada que independe totalmente da presença dos dentes. NÃO HÁ CONTATO DENTÁRIO EM RC. MÁXIMA INTERCUSPIDAÇÃO HABITUAL (MIH): É uma posição clínica, onde ambas as arcadas dentárias apresentam equilíbrio em função dos conjuntos de contatos entre os dentes. A máxima intercuspidação ela depende da forma e localização dos dentes nos arcos, atividade dos músculos elevadores e o côndilo está posicionado corretamente. OCORRE MAIOR NÚMERO DE CONTATOS DENTÁRIOS. DIMENSÃO VERTICAL DE REPOUSO (DVR): É um estado de equilíbrio estático mandibular de ligamentos e músculos elevadores e depressores. Posição relaxada, ou seja, o côndilo está centralizado dentro da eminência articular. DIMENSÃO VERTICAL DE OCLUSÃO (DVO): É a altura facial mantida pelos dentes, em especial os posteriores quando em MIH. A ausência severa de dentes posteriores pode diminuir essa distância. Diminuição da DVO: Mandíbula avança maxila classe III. Aumento da DVO: Maxila avança mandíbula Classe II ESPAÇO FUNCIONAL LIVRE (EFL): Dimensão vertical de repouso, equilíbrio entre o movimento de abertura e fechamento da boca. Existem dois tipos de oclusão: OCLUSÃO MUTUAMENTE PROTEGIDA: Um grupo de dentes protege o outro em determinadas situações de contato. Dentes posteriores em MIH protegem os anteriores, por aguentarem uma maior carga. Quando realizados movimentos de lateralidade e protrusão, vai ocorrer a desoclusão portanto os anteriores protegem os posteriores. OCLUSÃO BILATERAL BALANCEADA: Usada em pt, onde durante os movimentos excêntricos da mandíbula (protusão e lateralidade) deve haver no mínimo três pontos de contato, um anterior e dois posteriores. Posições mandibulares Dimensão vertical SE ESTOU EM DVR CONSEQUENTEMENTE ESTOU EM RC. SE TENHO DVO CONSEQUENTEMENTE ESTOU EM MIH. Tipos de oclusão Desoclusão dos dentes em lateralidade, feita exclusivamente pelo canino, e todos os demais dentes ficam sem contato. Ou seja, os caninos promovem o contato dentário de lado a lado Há inúmeros parâmetros para oclusão ideal, porém também há a oclusão fisiológica que funciona mesmo não sendo ideal e sem causar problemas no sistema estomatognático. Contatos bilaterais simultâneos Movimentos mandibulares livres, sem interferências oclusais Saúde dos componentes do sistema estomatognático Contatos interproximais estabelecidos Forças oclusais direcionadas ao longo eixo do dente Linha média coincidente Sobreposição dos dentes superiores MIH dos dentes Overjet de 1 a 2mm e overbite de 2 a 3 mm Relação molar em classe I Curva de spee, antero-posterior Curva de Wilson, de um lado a outro OCLUSÃO NORMAL/ CLASSE I: A cúspide MV, do 1 molar superior oclui no sulco principal da face vestibular do 1 molar inferior. Ausência de problemas dentários localizados a frente do 1 molar permanente. MÁ OCLUSÃO CLASSE DE ANGLE: Cúspide MV do 1 molar superior oclui no sulco principal da face vestibular do 1 molar inferior. Os problemas dentários estão localizados a frente do 1 molar permanente Apinhamento MÁ OCLUSÃO CLASSE II DE ANGLE: Cúspide MV do primeiro molar superior permanente oclui a frente do sulco principal da face vestibular do primeiro molar inferior MÁ OCLUSÃO CLASSE III DE ANGLE: A cúspide MV do primeiro molar superior permanente oclui atrás do sulco principal da face vestibular do primeiro molar permanente inferior. Oclusão Ideal – Parâmetros Má Oclusão RELAÇÃO MOLAR EM CLASSE CÚSPIDES DE FUNCIONALIDADE São as cúspides responsáveis por triturar o alimento, sendo elas mais arredondadas. Vestibulares- Inferiores Palatinas- Superiores CÚSPIDES DE BALANCEIO Não se tocam, sendo elas cuspides maiores e pontiagudas. São responsáveis pela proteção, mantendo o bolo alimentar em posição (oclusal), protegem os tecidos moles, proporcinam estabilidade a mandíbula e controlam a mastigação SULCOS Ajudam na desoclusão do movimento de lateralidade. CONTATO POR TRIPOIDISMO: Cada cúspide toca em três pontos antes da fossa que ela vai ocluir – ideal. CONTATO POR DIPOIDISMO: Normalmente ocorre em prés-molares CONTATO POR MONOPOIDISMO: 1 contato – Menos ideal 2 x 1 – DOIS CONTATOS NO DENTE ANTAGONISTA Molares- uma cúspide na fossa outra na crista Pré-molares- sempre na crista Quando esse contato 2x1 é perdido, ocorre perca de contenção posterior então os dentes anteriores começam a receber forças verticais e horizontais – perca de oclusão mutuamente protegida. Resultado: mobilidade dental INFERIORES EM RELAÇÃO AOS SUPERIORES: CV- Cúspide vestibular CMV- Cúspide Mesio Vestibular CVM- Cúspide Vestibular Meio/Mediano CDV- Cúspide Disto Vestibular CM- Crista Marginal FC- Fosseta Central CV DO 1PMI oclui sobre a CM MESIAL DO 1PMS. CV DO 2PMI oclui sobre a CM DISTAL DO 1PMS E MESIAL DO 2PMS CMV DO 1M INF oclui sobre a CM DISTAL DO 2PMS, E MESIAL DO 1MS. CVM DO 1MI oclui sobre a FC DO 1MS CMV DO 2MI, oclui sobre a CM DISTAL DO 1MS E MESIAL DO 2MS CDV 2MI, oclui sobre a FC DO 2MS CUSPÍDES DE BALANCEIO CUSPÍDE DE FUNCIONALIDADE TIPOS DE CONTATO OCLUSÃOTIPO CÚSPIDE Pontos de Contato SUPERIORES EM RELAÇÃO AOS SUPERIORES CP- Cúspide palatina CML- Cúspide mésio lingual CDL- Cúspide disto lingual CP DO 1PMS oclui sobre a CM DISTAL 1PMI E MESIAL 1PMI CP DO 2PMI oclui sobre a CM DISTAL DO 2PMI E MESIAL DO 1MI CML 1MS oclui sobre a FC DO 1MI CDL DO 1MS oclui sobre a CM DISTAL DO 1MI E MESIAL DO 2MI CML DO 2MS oclui sobre a FC 2MI CDL DO 2MS oclui sobre a CM DISTAL DO 2MI O preparo dental é a etapa do tratamento protético que reduz a estrutura dental por meio de desgastes seletivos de esmalte e dentina com a finalidade de receber um material restaurador PRINCÍPIOS MECÂNICOS: Retenção, estabilidade, rigidez estrutural, integridade marginal, localização/ tipo do término cervical. A RETENÇÃO é a propriedade de resistir ao deslocamento, quando submetido a uma força de tração. Retenção por fricção: Contato entre as paredes axiais da superfície interna da prótese e a superfície externa do dente preparado – Área de contato entre o dente e a prótese. Ângulos vivos, causam uma ótima retenção da prótese, porém quando cimentados o cimento não consegue escoar, já ângulos arredondados possuem uma retenção ideal e ainda permitem que o cimento escoe com uma maior facilidade, conferindo distribuição igual de forças para a prótese A ESTABILIDADE é um princípio que está relacionado com a altura e largura do preparo responsável por prevenir o deslocamento, quanto maior a área de superfície maior a retenção da peça. A altura deve ser maior que a largura- Aumento de estabilidade em preparos curtos = confecção de canaletas. RIGIDEZ ESTRUTURAL, o preparo deve ser confeccionado com a espessura o suficiente para que o material restaurador resista a carga mastigatória. Sendo elas as coroas metálicas, metalocerâmicas e coroas cerâmicas. INTEGRIDADE MARGINAL: A linha de término do preparo é uma região crítica. A prótese deve estar bem adaptada com a região cervical e com uma linha mínima de cimento, caso haja alguma desadaptação, pode ocorrer, acúmulo de alimentos e bactérias culminando para uma inflamação gengival. PRINCÍPIOS BIOLÓGICOS- Preservação do órgão pulpar e da saúde periodontal. PRINCÍPIOS ESTÉTICOS Preparo Dental PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO Existem 5 diferentes tipos de términos cervicais sendo eles: Chanfrado, chanferete, degrau ou ombro, ombro arredondado e ombro biselado. Atualmente os utilizados são o CHANFRADO E CHANFERETE. CHANFRADO- Porção cervical tem forma de um segmento de círculo, é indicado para todo tipo de prótese. A parede axial e a gengival é feita por um segmento de círculo. -Coroa metalocerâmica CHANFERETE- É um tipo de término em que a junção entre a parede axial e a gengival é feita por um segmento de círculo de PEQUENA dimensão, sendo aproximadamente metade do chanfrado. -Prótese total unitária metálica -Face lingual de metalocerâmicas Outros: OMBRO ARREDONDADO- É um tipo de término em que o ângulo entre as paredes gengival e axial do preparo é de aproximadamente 90 graus. -Coroas de porcelana pura em ombro estético em porcelana OMBRO BISELADO: É um tipo de término onde tenho o ângulo de 90 graus entre a parede axial e cervical com um biselamento da aresta cavosuperficial. Tanto o ombro quando o ombro biselado necessita de um desgaste bem acentuado. O bisel deve apresentar uma inclinação de 45 graus para que ocorra um bom selamento marginal e escoamento do cimento. -Coroas metalocerâmicas com ligas de ouro TÉRMINOS CERVICAIS Técnicas do Preparo Dentário TÉCNICA DA SILHUETA- DENTES ANTERIORES DENTE QUE VAI SER PREPARADO 23. 1. CONFECÇÃO DO SULCO MARGINAL, BROCA POSICIONADA A 45 GRAUS (1012,1014) O sulco marginal- É realizado nas faces vestibulares e lingual até chegar próximo ao contato do dente vizinho, caso não haja contato proximal o sulco deverá se estender para as faces proximais. A profundidade do sulco é de 0,7mm, metade do diâmetro da ponta diamantada é conseguida introduzindo a ponta diamantada a 45 graus em relação a superfície desgastada. Com a ponta diamantada ogival (2214, 2135) são feitos sulcos correspondentes ao diâmetro da ponta diamantada (1,2 mm) dois nas proximais e um no meio, os sulcos devem ser realizados seguindo o plano de inclinação dessas faces, os sulcos vestibulares e linguais são feitos na mesma direção. Com a mesma ponta diamantada, faz-se a união dos sulcos das faces vestibular, incisal e lingual, mantendo-se a relação de paralelismo previamente obtida. Nesta fase acentua-se o desgaste de 1,2 mm no terço cervical e lingual o desgaste deve ser de 0,6 mm. Para obtenção de um término cervical chanfrado o primeiro ponto de atenção é o posicionamento da ponta diamantada. Posicionamento correto: Deve ser feito deixando apenas metade do diâmetro da ponta diamantada em contato com a com o dente e a outra metade fora do dente. NÃO se deve encostar a ponta diamantada nas paredes axiais para execução desse procedimento. 2. CONFECÇÃO DE SULCOS DE ORIENTAÇÃO, VESTIBULAR, LINGUAL E INCISAL. 3. UNIÃO DOS SULCOS DE ORIENTAÇÃO VISTAS DA COROA PREPARADA 4. PREPARO SUBGENGIVAL CHANFRADO POSICIONAMENTO DA BROCA PREPARO CONCLUIDO Os preparos para coroas cerâmicas em dentes posteriores seguem a mesma sequência técnica e são realizados com as mesmas pontas diamantadas descritas para os anteriores. Qualquer tipo de tratamento com prótese de um ou mais elementos, em dentes e implantes exige a confecção de restaurações provisórias. Possuem funções de: -Condicionamento da gengiva ao redor -Promoção do contato interproximal -Estética e conforto -Serve de base e proteção para o preparo dental -Preservação da vitalidade pulpar Características que as coroas provisórias devem apresentar: -Proteção pulpar -Proteção periodontal -Função oclusal -Facilidade de limpeza -Margens bem delimitadas -Resistência e retenção MÉTODOS DE CONFECÇÃO: As técnicas diretas são recomendadas em casos de coroa unitária, já as indiretas em casos que envolvam mais de uma coroa. DIRETAS (Clínico) INDIRETAS (Clínico+ laboratório) Dentes de estoque Molde de silicone Resina acrílica (téc da bolinha) Molde de alginato Moldagem prévia É indicado para dentes anteriores. Utiliza-se dentes pré- fabricados que são desgastados até que se adaptem ao preparo. Essa técnica permite que o provisório pronto em uma única sessão, algo essencial para situações em fique que o atendimento é realizado em caráter de urgência. TÉCNICA DA SILHUETA- DENTES POSTERIORES 1. CONFECÇÃO DO SULCO MARGINAL 2. CONFECÇÃO DE SULCOS DE ORIENTAÇÃO 3. UNIÃO DOS SULCOS + ACABAMENTO E PREPARO SUB Coroas provisórias DENTES DE ESTOQUE 1. DENTES DE ESTOQUE 2. PREPARO PRONTO A seleção do dente de estoque deve ser feita com base no tamanho, forma e cor dos dentes adjacentes. O próximo passo é a reconstrução da face palatina, a palatina é reconstruída por acrécimo de resina acrílica autopolimerizavel, para isso é fundamental que o preparo e tecidos moles adjacentes esteja vaselinado A coroa provisória é removida para rembasamento e levemente desgstada em suas faces internas, para criar espaço para acréscimo de resina acrílica e cimentação. REQUISITOS PARA UM BOM PREPARO: PERIODONTAIS: Adaptação marginal e facilidade de limpeza MECÂNICOS:Estabilidade de posição, resistência estrutural e retenção Ausência de restaurações provisórias: -Comprometimento do preparo e integridade dental - Limitações mastigatórias, dor e desconforto 3. SELEÇÃO DO DENTE 4. MEDIÇÃO DO DENTE PARA TRANSFERENCIA NA FACETA 5. DESGASTE DA CERVICAL PALATINA COM UMA FRESA, PARA ADAPTAÇÃO DO DENTE NO PREPARO 7. PROVA PARA VERIFICAR ADAPTAÇÃO 8. APLICAÇÃO DE VASELINA 9. ADIÇÃO DE ACRÍLICO NA FACE PALATINA 10. REEMBASAMENTO DA COROA 11. POLIMENTO São indicados para coroas clínicas com um grande grau de destruição e que necessitam de um tratamento protético Após o prepraro da estrutura coronal remanescente, caso chegue a conclusão de que não existe estrutura dentária suficiente para resistir as forças mastigatórias deve-se realizar o tratamento endodôntico. Os pinos tem função de retenção para o núcleo em dentes que apresentam uma quantidade reduzida de remanescente dentário, sendo estes tratados endodonticamente. Os núcleos de preenchimento são necessários para reconstrução do remanescente dental destruído eles atuam proporcionando retenção adequada para receber uma restauração Realizado pelo dentista diretamente no dente do paciente. materiais que podem ser utilizados: Metal, fibra de vidro ou carbono, cerâmica. São pré-fabricados, com tamanhos e formatos definidos Não necessita de etapas laboratoriais Cimentados no conduto radicular Retentores para o núcleo de preenchimento SEQUÊNCIA CLÍNICA 1. Remoção do cimento da câmara pulpar O pino intrarradicular deve atingir dois terços do comprimento total do remanescente dentário, deixando uma quantidade mínima de 4mm de material obturador para garantir uma vedação nessa região. O comprimento adequado do pino no interior do conduto proporciona uma distribuição mais uniforme das forças oclusais ao longo de toda superfície. 2. Aplicação de silano + cimentação A superfície do pino é limpa com uma bolinha de algodão embebida de álcool, e a seguir recebe multiplas camadas de silano (AGENTE DE UNIÃO- PROSIL) , seguidas de suaves jatos de ar. Feito isso é feito a execução dos procedimentos adesivos na superfície dental, o condicionamento ácido deve ser realizado em toda a superfície que receberá o Pinos Intrarradiculares & Núcleos A desvitalização do dente deve ser evitada ao máximo, pois o preparo para a colocação de pino intracanal, seja metálico ou fibra de vidro, enfraquece a estrutura dentária da raiz remanescente tornando o dente mais suscetível a fraturas. SISTEMAS DE PINOS E NÚCLEOS DIRETOS adesivo, ciemnto e compósito durante a construção do núcleo. 2.1 Proteção dos dentes adjacentes 2.2 Ácido- utilizado para limpar. Após 15 segundos o ácido deve ser lavado abundantemente. 2.3 Secagem- Feito com papel absorvente 2.4 Adesivo