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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA – UNAMA - BR
FISIOTERAPIA – EAD
MAT: 01164039
ALUNO : MAURÍCIO DOS SANTOS SAMPAIO JÚNIOR
FISIOTERAPIA EM NEUROLOGIA
VIVÊNCIA PRÁTICA DA DISCIPLINA
A viiência se deu na clínica escolas Integradas – UNAMA BR, no período de 21 a 23 de Outubro do ano corrente, sendo conduzidas pela preceptora Larissa de Oliveira Bahia, CREFITO – 341326.1.F.
No primeiro momento, foi conduzida uma atividade de integração entre os alunos participantes da vivência, posteriormente uma explanação sobre o processo organizacional de conduta de atendimento da clínica, sobre as ferramentas e possibilidades da participação prática para alguns atendimentos, tendo em vista, que a clínica oferta o serviço à comunidade.
No segundo encontro, a preceptora usou a estratégia de formar duplas e apresentou alguns casos que já estavam sendo conduzidos na clínica e pediu para que a dupla escolhesse um e avaliássemos a conduta e evolução do paciente. 
Portanto, minha dupla pegou um caso de uma paciente que havia sido acometida com AVC hemorrágico a uns dois meses atrás, já havia passado em outras clínicas, contudo, nunca conseguiu continuar seu tratamento.
No terceiro momento, foi solicitado pela preceptora que conduzíssemos as atividades e aplicando a conduta que estudamos para aplicar na paciente.
Desta feita, diante de um quadro de hemiplegia superior e inferior, dor grau 4 na escala EVA nas articulações dos joelho e ombro do lado direito, adotamos uma abordagem de mobilidade articular para ganho de ADM nestas articulações, paciente posicionado em decúbito dorsal, usando estratégia do côncavo e convexo e decoaptação, melhorando a artrocinemática, otimizando assim seus micromovimentos e promovendo analgesia na paciente.
Por fim, avaliamos a força da paciente para membros superiores e inferiores, tendo a escala de avaliação da força muscular voluntária com graus que vão de 0 a 5, obtivemos a resposta aos testes para membro superior grau 3, vence a gravidade mas quando aplica a resistência não consegue, para membros inferiores e grau 4, onde pelo menos há uma reação a resistência imposta pelo examinador.
Por fim, ao final da vivência, comentou sobre as condutas, fez algumas correções nas abordagens, principalmente aos grupos que adotaram atividades cinesiológicas e atribuiu sua avaliação nas fichas avaliativas que conduziram o processo.

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