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<p>Por: Tamires Paiva</p><p>@tamipaivas</p><p>Resumos de</p><p>Procedimento clínico de impressão utilizado para obtenção do molde.</p><p>*Anatômica, preliminar ou de estudo *Funcional, secundária ou de trabalho</p><p>Produto de uma moldagem, é a Reprodução/Cópia em negativa da arcada</p><p>dentária e de estruturas vizinhas, para obtenção de um modelo.</p><p>Cópia/Réplica positiva da estrutura bucal obtida em gesso.</p><p>Obtido a partir da moldagem anatômica, onde</p><p>se tem visão da área basal e tecidos circunvizinhos com a inclusão de todas as estruturas de</p><p>interesse (é realizada com a moldeira de estoque).</p><p>Dispositivo utilizado para levar o material de moldagem à boca.</p><p>Existem 2 tipos:</p><p>Moldeira de estoque: pré fabricada, de metal ou de plástico, disponível de forma padronizada.</p><p>Moldeira individual: confeccionada especialmente para cada paciente, feita em resina acrílica</p><p>sobre o modelo anatômico, tem melhor adaptação e fidelidade na reprodução de detalhes.</p><p>Obtido a partir da moldagem funcional e,</p><p>que será a Cópia mais próxima do real, rico em detalhes, determinando a área basal (é</p><p>realizado com uma moldeira individual).</p><p>@tamipaivas</p><p>Dentossuportada</p><p>Prótese Fixa</p><p>Dentomucossuportada</p><p>Prótese Removível</p><p>Mucossuportada</p><p>Prótese Total</p><p>(suporte)</p><p>Indicação: Dependem do tamanho e localização do espaço edêntulo (protético)</p><p>Espaço</p><p>protético</p><p>Pôntico</p><p>Pilares ou Suportes</p><p>@tamipaivas</p><p>Ceyton Nuck – Dentes de hipopótamo e dentes naturais</p><p>Palassy – Fábrica de dentes de Porcelana</p><p>Willians – Preocupação estética</p><p>Dentist’ suplly – Individualizou os modelos de Willians</p><p>Charles Godyer Jr. – Borracha vulcanizada (vulcanite) por volta de 1927 –</p><p>Resinas Acrílicas</p><p>Substituição do vulcanite pela resina acrílica para as bases das PTs</p><p>- Resinas termopolimerizáveis resilientes</p><p>- Escalas de cores para resina gengival e dental</p><p>- Polimerização em forno de microondas</p><p>- Uso de injetoras sob pressão</p><p>@tamipaivas</p><p>É uma peça protética que visa substituir todos os dentes de um indivíduo</p><p>e tecidos circunvizinhos</p><p>@tamipaivas</p><p>Executada somente um</p><p>arco e articulada com</p><p>os dentes naturais</p><p>antagonistas</p><p>(Superior ou Inferior)</p><p>Executada</p><p>simultaneamente na</p><p>maxila e na mandíbula</p><p>(Superior e Inferior)</p><p>@tamipaivas</p><p>Dentes perdidos – processo de atrofia (sem função)</p><p>Raustia & Salonen (1997) Bassi et al (1999) e Dias et al (2003)</p><p>– Anabolismo (aumento de cálcio)</p><p>– Anabolismo e Catabolismo (menopausa na mulher)</p><p>- Anabolismo e Catabolismo (no homem)</p><p>Catabolismo maior do que o Anabolismo (osteoporose na</p><p>mulher), aceleração da migração de cálcio (reabsorção óssea acelerada com a</p><p>perda dos dentes)</p><p>Prognóstico e Planejamento em PT</p><p>@tamipaivas</p><p>Função mastigatória restaurada, velocidade de reabsorção óssea alveolar</p><p>A cada 5 anos para manter este processo sob controle</p><p>Resina acrílica - que toma a forma do rebordo residual do paciente</p><p>É adaptada ao rebordo residual por 2 motivos:</p><p>Menor trauma a fibromucosa</p><p>Conforto para paciente</p><p>Mastigatórias, fonéticas, estética e demais funções do sistema estomatognático</p><p>@tamipaivas</p><p>Está ligada à área basal do rebordo residual (área que</p><p>pode e deve ser recoberta pela base da prótese total)</p><p>(adesão, coesão, pressão atmosférica, etc)</p><p>Obedece aos princípios de oclusão</p><p>Ocorre quando músculos, bochechas, língua, etc,</p><p>auxiliam na retenção</p><p>Encaixes (raízes e implantes)</p><p>Ex: Overdentures ou sobredentaduras</p><p>@tamipaivas</p><p>Está associado à estabilidade e a retenção adequada. Quanto mais extensa a</p><p>área recoberta pela base de prótese, maior será a retenção, a estabilidade e a distribuição das</p><p>forças mastigatórias, auxiliando na conservação do tecido ósseo de suporte, diminuindo o grau</p><p>de reabsorção óssea da região.</p><p>Depende da delimitação correta da área basal, dimensão vertical e relação</p><p>central, montagem dos dentes artificiais. O arranjo e forma deve permitir liberdade de</p><p>movimento para a mandíbula nos movimentos excêntricos. A prótese deve estar bem adaptada à</p><p>mucosa para permitir conforto ao paciente (sensação de justeza).</p><p>Está diretamente relacionado com a posição dos dentes na articulação das palavras</p><p>(silabas dentolinguais e dentolabiais). A PT não deve interferir ou modificar a dicção, é normal</p><p>certa dificuldade inicial devido a diminuição do espaço da boca, imobilizando parcialmente a</p><p>língua, mas em poucos dias ela se acomoda melhorando a dicção e ajuda na estabilização da PT.</p><p>É a maior preocupação do paciente, por esta razão deve-se devolver o máximo da</p><p>harmonia facial que pode ser conseguida por meio de:</p><p>- Montagem dos dentes: cor, formato, tamanho, disposição no arco (ex. desalinhados)</p><p>- Gengiva artificial: caracterização, pigmentação</p><p>@tamipaivas</p><p>Dente natural 100%</p><p>Prótese fixa 80%</p><p>Prótese parcial removível 50%</p><p>Prótese total 20%</p><p>Retenção: é a capacidade da prótese de</p><p>resistir ao deslocamento vertical durante</p><p>a fisiologia.</p><p>Estabilidade: é a capacidade da prótese</p><p>de resistir ao deslocamento horizontal</p><p>durante a fisiologia, frente a forças</p><p>oblíquas.</p><p>@tamipaivas</p><p>Perda do osso alveolar: resta somente osso basal</p><p>- Invaginação dos lábios</p><p>- Aproximação do mento e da base do nariz</p><p>- Queilite angular (saliva anda por capilarização e fica parada em lugares escuros)</p><p>@tamipaivas</p><p>1. Verificar aspectos faciais</p><p>(pele, suporte labial, linha média, perfil,</p><p>grau de abertura de boca);</p><p>2. Avaliação das próteses existentes</p><p>(grau de higiene, área chapeável,</p><p>características dos dentes, presença ou</p><p>não de desgastes, relação oclusal, altura</p><p>incisal, linha do sorriso, cor, forma e</p><p>tamanho dos dentes com a forma do</p><p>rosto, dimensão vertical);</p><p>3. Avaliação muscular e da ATM;</p><p>1. Espaço protético</p><p>2. Relação entre rebordos e sua altura</p><p>3. Tamanho dos arcos (M, P ou G)</p><p>4. Forma do arco (triangular, ovóide ou</p><p>quadrado)</p><p>5. Fibromucosa (firme ou flácida)</p><p>6. Freios e bridas</p><p>7. Tuberosidades</p><p>8. Tórus</p><p>9. Zona de selamento posterior</p><p>10. Sensibilidade do palato (palpação)</p><p>11. Tamanho da língua</p><p>12. Saliva (fluida ou viscosa, quantidade)</p><p>@tamipaivas</p><p>Ausência de patologias</p><p>Ausência de hiperplasias do tecido mole</p><p>Ausência de espículas ósseas</p><p>Espessura e altura do rebordo</p><p>observar as estruturas, presença de variações;</p><p>presença de irregularidades;</p><p>presença de freios, bridas e tecidos com</p><p>mobilidade excessiva;</p><p>@tamipaivas</p><p>Maxila</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7 8</p><p>9</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>1. Freio labial superior</p><p>2. Inserção do músculo orbicular sup (fundo de sulco)</p><p>3. Rugosidades palatinas</p><p>4. Arco anterior (vestibular)</p><p>5. Freio lateral</p><p>6. Ligamento pterigomandibular</p><p>7. Limite entre palato duro e palato mole</p><p>8. Região post daming ou selamento posterior</p><p>9. Forame palatino maior ou posterior</p><p>10. Tuberosidade</p><p>11. Inserção do músculo bucinador</p><p>12. Crista do rebordo</p><p>13. Papila incisiva ou forame palatino anterior</p><p>14. Região possível de tórus palatino</p><p>15. Rafe palatina ou sutura intermaxilar</p><p>16. Fóveas ou fovelas palatinas</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>@tamipaivas</p><p>Mandíbula</p><p>1. Freio labial</p><p>2. Arco anterior (inserção músculo orbicular inf)</p><p>3. Sulco vestibular (fundo de sulco)</p><p>4. Linha oblíqua externa</p><p>5. Linha milohióidea (linha obliqua interna)</p><p>6. Crista do rebordo alveolar</p><p>7. Freio lingual</p><p>8. Linha de fundo de sulco (sulco lingual)</p><p>9. Papila retromolar</p><p>10. Região do trígono retromolar</p><p>11. Inserção do músculo masseter</p><p>12. Freio lateral</p><p>13. Região do forame mentual</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>10</p><p>12</p><p>13</p><p>11</p><p>@tamipaivas</p><p>- Região da crista alveolar</p><p>- Suporta cargas mastigatórias no sentido vertical</p><p>- Abaixo da principal ao longo das vertentes V e L do rebordo</p><p>- Absorve cargas mastigatórias no sentido vertical</p><p>- É a faixa de 2 a 3mm da mucosa que contorna toda área basal</p><p>- Vedamento periférico (adesão, coesão e pressão atmosférica)</p><p>Maxila: linha post daming</p><p>Mandíbula: atrás da papila piriforme, na papila e antes dela</p><p>- Resistência às forças de alavanca</p><p>Maxila: rafe palatina, situada na abóbada palatina</p><p>Mandíbula: forame mentoniano, porção posterior da linha obliqua interna</p><p>- Rebordo alveolar em forma de lâmina</p><p>De acordo com a distribuição das forças mastigatórias sobre a maxila e mandíbula,</p><p>existem 5 zonas diferentes de muita importância na confecção</p><p>da PT:</p><p>@tamipaivas</p><p>MandíbulaMaxila</p><p>@tamipaivas</p><p>Eleva-se a moldeira, afastando-se o</p><p>lábio superior, para verificar sua</p><p>perfeita adaptação.</p><p>A borda posterior da moldeira deve</p><p>coincidir com a linha de dicagem</p><p>posterior, tocando ambos os sulcos</p><p>pterigomaxilares.</p><p>Maneira correta de segurar a</p><p>moldeira e introduzi-la na boca</p><p>do paciente.</p><p>@tamipaivas</p><p>1. Exame Clínico + Anamnese</p><p>2. Moldagem anatômica (obtenção do modelo anatômico/estudo)</p><p>- Alginato: moldeira perfurada rasa</p><p>- Silicone leve + pesada: moldeira perfurada rasa</p><p>- Godiva: moldeira lisa</p><p>- Vazamento: gesso tipo III</p><p>Finalidade: confecção da moldeira individual com cabo</p><p>3. Moldagem funcional (obtenção do modelo funcional/trabalho)</p><p>- Realizar selamento periférico: godiva em bastão</p><p>- Pasta zincoeugenólica</p><p>- Silicone (somente leve): aplicar adesivo na moldeira para adesão</p><p>- Vazamento: Gesso tipo IV</p><p>Finalidade: confecção da base de prova: moldeira individual sem cabo</p><p>4. Relação Maxilo-Mandibular</p><p>- Confecção dos Planos de orientações – (Rolete de cera utilizando Cera 7)</p><p>- Registro da DVO e colocar o paciente em RC</p><p>- Linhas de referência (linha alta do sorriso, linha dos caninos e linha média)</p><p>- Escolha dos dentes (cor, tamanho e formato)</p><p>- Montagem dos dentes em cera (oclusão)</p><p>5. Prova dos dentes</p><p>- Se aprovado pelo paciente é enviado para Acrilização</p><p>6. Entrega</p><p>7. Ajustes @tamipaivas</p><p>É aquela que visa obter uma cópia da conformação geral da área basal e dos tecidos</p><p>circunvizinhos no estado dinâmico, e um afastamento da mucosa móvel.</p><p>- Obter modelo anatômico ou de estudo</p><p>- Delimitar área basal</p><p>- Verificar a necessidade ou não de cirurgia protética</p><p>- Confeccionar a moldeira individual</p><p>1. Seleção da moldeira de estoque</p><p>- Espessura entre tecido e parede da moldeira: 3mm</p><p>- Perfurada rasa (alginato e silicone) - Lisa (material: godiva de alta fusão - desuso)</p><p>2. Seleção do material de moldagem</p><p>- Alginato – hidrocoloide irreversível (mais utilizado)</p><p>- Silicone leve + pesada (paciente com fibrose gengival)</p><p>- Godiva de alta fusão – anelástico (em desuso pelo risco de infecção cruzada)</p><p>3. Prova e ajuste da moldeira de estoque</p><p>4. Individualização da moldeira de estoque (cera utilidade)</p><p>5. Manipulação do material de moldagem e carregamento da moldeira</p><p>6. Moldagem propriamente dita:</p><p>- Introdução, centralização, aprofundamento, manutenção e remoção</p><p>7. Avaliação do molde (verificar necessidade de segunda camada ou repetição)</p><p>8. Lavagem e desinfecção do molde (borrifar hipoclorito 1%)</p><p>9. Vazamento do gesso (tipo III)</p><p>Moldagem</p><p>com alginato</p><p>Moldagem com</p><p>godiva de alta fusão</p><p>Individualização</p><p>com cera utilidade</p><p>Vazamento</p><p>do gesso</p><p>@tamipaivas</p><p>Alginato de sódio ou potássio (reagente)</p><p>Sulfato de cálcio (reagente)</p><p>Fosfato de sódico (retardador)</p><p>Diatomita e Óxido de zinco (carga)</p><p>Fluoreto de potássio e</p><p>de titânio (acelerador do gesso)</p><p>Gluconato de clorexidina (antimicrobiano)</p><p>Glicol orgânico (alginatos dust free)</p><p>Corantes e aromatizantes</p><p>Presa rápida (1 a 2 min)</p><p>Presa normal (2 a 4,5 min)</p><p>Homogeneizar recipiente antes do uso, esperar assentar a sílica, e então</p><p>dosar o pó com medidor fornecido pelo fabricante e colocar sobre a água já</p><p>dosada em um gral, devendo ser incorporado cuidadosamente com uma</p><p>espátula plástica, evitando a incorporação de bolhas de ar à mistura;</p><p>Realizar uma espatulação vigorosa (pressionar contra as paredes do gral)</p><p>até a mistura permanecer homogênea (massa deve estar lisa e cremosa);</p><p>Acondicionar o material por toda a moldeira em porção única (para evitar</p><p>bolhas), levar a boca do paciente e fazer ligeira compressão, remover da boca</p><p>com um só golpe (sem movimentos laterais);</p><p>Lavar em água corrente (deixar cair água sobre a mão, nunca diretamente no</p><p>molde), desinfectar o molde borrifando hipoclorito de sódio a 1% aguardar 10</p><p>min (não imergir), lavar e fazer o vazamento. *Vazar o mais rápido possível,</p><p>caso não consiga de imediato, acondicionar na cuba umidificadora fechada</p><p>(podendo permanecer por até 30 min) vazar molde com gesso indicado;</p><p>Separar do gesso em no máximo 30 a 60 min.</p><p>baixa resistência ao rasgamento (a moldeira do alginato</p><p>deve ter espessura de material de no mínimo 3mm);</p><p>a resistência à ruptura ou rasgamento aumenta quando o</p><p>molde é removido abruptamente (ele não adere fortemente aos tecidos);</p><p>não reproduz detalhes da mesma forma que outros</p><p>elastômeros (importante manusear o material corretamente);</p><p>sujeito a sinérese – contração - embebição -</p><p>expansão (usar cuba umidificadora a fim de reduzir sua alteração dimensional)</p><p>Indicações: Moldagens totais,</p><p>moldagem anatômica em PT,</p><p>moldagem para PPR</p><p>Após o recebimento do molde de alginato ou silicone, é confeccionado o modelo</p><p>anatômico.</p><p>É a extensão máxima do rebordo alveolar remanescente onde será apoiada a</p><p>prótese total, visando retenção e conforto ao paciente, quanto maior a área</p><p>basal, maior a retenção.</p><p>Lápis vermelho: delimita-se todo o fundo de sulco</p><p>Lápis preto: delimita-se a área basal</p><p>- Arcos anterior e médio: 2 mm aquém da linha do fundo de sulco</p><p>- Arco posterior: a área basal é quase coincidente com a linha de fundo de sulco</p><p>Após terminar a delimitação, reforçar com lápis grafite para ficar bem visível</p><p>1. Fazer a análise do molde e sua desinfecção</p><p>2. Vazar o molde com gesso (tipo III)</p><p>3. Aguardar o tempo de presa</p><p>4. Retirar o modelo do molde de alginato ou silicone</p><p>5. Fazer análise do modelo e recorte estético</p><p>6. Delimitar a área basal com lápis cópia Região muito</p><p>importante para</p><p>retenção da PT</p><p>@tamipaivas</p><p>Sulfato de cálcio hemi-hidratado</p><p>Podem ter acréscimos:</p><p>Sulfato de potássio</p><p>(cristaliza + rápido)</p><p>Cloreto de sódio</p><p>(fornece ponto adc de cristalização)</p><p>Citrato de potássio e bórax</p><p>(retardadores)</p><p>Goma arábica c/ óxido de cálcio</p><p>Goma arábica c/ carbonato de cálcio</p><p>(diminuir quantidade de água)</p><p>exigem uma quantidade certa de água para uma</p><p>quantidade de pó, ou seja, um correto proporcionamento que é sempre</p><p>calculado sobre a quantidade de 100g de pó. Essa relação é extremamente</p><p>importante nos gessos, pois altera seu tempo de presa e compromete as</p><p>propriedades físicas e químicas desse material;</p><p>ocorre de maneira inversa, ou seja, a mistura do</p><p>sulfato de cálcio hemi hidratado com a água tem como consequência, a</p><p>formação do sulfato de cálcio di-hidratado com a liberação de calor;</p><p>acontece durante a cristalização, é proporcional ao tipo de</p><p>partícula do pó (mais uniforme, menor expansão) é influenciada também pela</p><p>quantidade de água na relação A/P (maior volume, maior expansão);</p><p>Descompactar o gesso do pote, pesar na balança medida que se deseja, pó é</p><p>adicionado lentamente sobre a água. Deve-se espatular vigorosamente para</p><p>garantir o molhamento de todo o pó (pressionar a massa contra as paredes do</p><p>gral de borracha), até obter uma massa lisa e homogênea;</p><p>Uma vez espatulados, estão prontos para utilização e se apresentam com</p><p>baixa viscosidade, de modo que são aplicados lentamente no interior do molde</p><p>pelas extremidades posteriores e em pequenas porções com uma espátula 36,</p><p>(pode-se utilizar um vibrador de bancada, onde uma vez apoiado o molde, este</p><p>vibra, levando o gesso a escoar mais rapidamente no interior do molde -</p><p>favorecendo o escoamento e eliminando bolhas de ar - evitar vibração intensa,</p><p>para não ocorrer o inverso) Com porções maiores, completar o molde c/</p><p>espessura mínima de 1mm. Conserva-los em superfícies planas e imóveis;</p><p>Gral de</p><p>borracha</p><p>Vibrador</p><p>de gesso</p><p>Modelos de estudo e planejamento</p><p>Preenchimento de muflas</p><p>Modelos preliminares em PT</p><p>Fixação de modelo em articulador</p><p>Modelos de estudo</p><p>Montagem em articulador</p><p>de alta precisão</p><p>Modelos para confecção</p><p>de aparelhos ortodônticos</p><p>Placas de clareamento</p><p>Placas interoclusais</p><p>Modelos de alta precisão</p><p>Confecção de troqueis</p><p>Confecção de modelos para</p><p>confecção de provisórios</p><p>Placas prensadas</p><p>Núcleos fundidos</p><p>Prótese totais, parciais e</p><p>sobre implantes</p><p>0,60 = 60ml - 100g</p><p>Apresenta partículas maiores</p><p>e mais irregulares;</p><p>0,20 – 0,30%</p><p>0,30 = 30ml - 100g 0,22 = 22ml - 100g</p><p>0,08 – 0,10% 0,05 – 0,07%</p><p>Apresenta partículas menores</p><p>e mais regulares</p><p>1. Iniciar a demarcação da área basal que, deverá situar-se cerca de</p><p>2mm, no arco anterior e médio, aquém da linha do fundo de sulco.</p><p>2. Arco posterior quase coincidente com a linha do fundo de sulco.</p><p>3. Iniciar a demarcação da área basal contornando freios e bridas.</p><p>União do arco anterior:</p><p>- Unir os contornos do freio labial, mediano e laterais.</p><p>Arco médio e posterior:</p><p>Papila incisiva</p><p>Região Post Damming ou Selamento posterior:</p><p>- Localiza-se no limite entre palato duro e palato mole, une a tuberosidade direita e esquerda</p><p>incorporando as fóveas palatinas, como também a rafe mediana.</p><p>Quanto mais horizontal for a inclinação do palato mole, em relação ao palato duro, mais posterior poderá</p><p>ser a delimitação (clinicamente, está diretamente relacionado com a tolerância do paciente à náuseas)</p><p>- Após freios laterais, a linha limite da área basal se aproxima da linha do fundo de sulco, seguindo em</p><p>direção ao arco da tuberosidade, onde se contorna, quase coincidindo com a linha do fundo de sulco.</p><p>Arco anterior</p><p>Arco médio</p><p>Rafe mediana</p><p>Forame palatino post</p><p>Tuberosidade</p><p>Fóveas palatinas</p><p>Rugosidades palatinas</p><p>Arco posterior</p><p>Post daming</p><p>@tamipaivas</p><p>1. Iniciar pelo contorno das inserções dos freios labial, lingual,</p><p>laterais e bridas cicatriciais.</p><p>União do arco anterior:</p><p>- Unir os contornos do freio lábia, mediano e laterais, deixando</p><p>aproximadamente 2mm aquém da linha do fundo de sulco.</p><p>Arco médio:</p><p>- Após as inserções tendinosas do bucinador, a linha limite da área</p><p>basal fica mais próxima da linha de fundo de sulco (1mm),</p><p>acompanhando a linha oblíqua.</p><p>Papila retromolar</p><p>Arco posterior:</p><p>- Segue pela linha oblíqua e depois praticamente coincide com a linha do fundo de sulco, englobando</p><p>totalmente a papila retromolar, previamente analisada por ocasião do exame clínico.</p><p>Região lingual:</p><p>- Região posterior, há a linha milohióidea que dará o limite da área basal, e na região anterior, há o freio</p><p>lingual. Interligam-se os 2 segmentos respeitando a margem de 2mm aquém da linha do fundo de sulco.</p><p>Linha área basal</p><p>Linha obliqua</p><p>Linha fundo de sulco</p><p>Linha milohióidea</p><p>Freio labial inf</p><p>Linha de Pound</p><p>(crista rebordo)</p><p>Freio lateral</p><p>Linha de maior esforço</p><p>@tamipaivas</p><p>Feito sob o modelo anatômico/estudo,</p><p>Todas as área descritas abaixo devem ser aliviadas com cera 7</p><p>1. Olhar o modelo em 45°:</p><p>- Áreas não observadas são retentivas, portanto devem ser aliviadas.</p><p>- Com auxilio da espátula 24 torna-se a verificação mais fácil, coloca-se a espátula perpendicular ao modelo, se</p><p>houver espaço entre eles, será uma retenção.</p><p>1. Rugosidades palatinas</p><p>2. Cordão fibroso anterior (se tiver)</p><p>3. Papila incisiva</p><p>4. Forame palatino posterior</p><p>5. Rafe mediana evidenciada</p><p>6. Vertente vestibular do rebordo</p><p>(quando apresentar inclinação menor</p><p>que 90º em relação ao fundo de sulco)</p><p>7. Áreas de tuberosidades</p><p>(quando retentivas)</p><p>1. Região forame mentoniano</p><p>2. Região posterior da linha oblíqua</p><p>3. Rebordo (lâmina de faca)</p><p>4. Cordão fibroso (se tiver)</p><p>5. Vertentes V e L</p><p>(quando apresentar inclinação menor</p><p>que 90º em relação ao fundo de sulco)</p><p>@tamipaivas</p><p>Moldeira ideal:</p><p>- Feita em resina acrílica quimicamente ativada</p><p>(RAAQ) e incolor.</p><p>- Espessura uniforme de 2 mm respeitando a</p><p>delimitação da área basal com transparência para</p><p>verificar isquemias, se presentes durante a prova;</p><p>Desinclusão: Remover moldeira do modelo</p><p>Acabamento: Maxi Cutt para recorte das bordas</p><p>Polimento: Tiras de lixa (mandril) pontas de borracha</p><p>Sequência: Cinza, verde e amarelo</p><p>Feita sobre o modelo anatômico já delimitado e</p><p>aliviado em cera, para obtenção do molde funcional.</p><p>Maxila</p><p>Cabo localizado na crista do rebordo alveolar</p><p>centralizado na linha mediana, características:</p><p>- Altura de 1,5 a 2,0 cm</p><p>- Largura de 1,0 cm</p><p>- Espessura 0,5 cm</p><p>- Inclinação de 45°</p><p>Mandíbula</p><p>Cabo central 90° e 2 cabos laterais (batoques)</p><p>que vão servir de apoio digital durante a</p><p>moldagem funcional, localizados na região de</p><p>pré molares equidistantes, características:</p><p>- Altura de 1,0 cm</p><p>- Largura de 1,0 cm</p><p>- Espessura 0,5 cm</p><p>Maxila</p><p>Mandíbula</p><p>Ao chegar do laboratório: desinfecção com álcool 70%</p><p>@tamipaivas</p><p>- Confecção de moldeiras individuais e placas bases para prova dos dentes em</p><p>boca, até a confecção da base da prótese propriamente dita;</p><p>- Moldagem intracanal para confecção de um núcleo metálico fundido;</p><p>- Prótese unitárias, parciais ou totais;</p><p>- Dentes de estoque e placas de bruxismo, etc</p><p>Isolar o molde com Cel-Lac, após medir o pó e o líquido, a manipulação</p><p>deve ser realizada em um frasco com tampa (pote Paladon), incorporar o pó</p><p>ao líquido (aglutinação e saturação);</p><p>Logo, quando se mistura o líquido e o pó, a resina está na fase arenosa (o</p><p>aspecto físico lembra areia da praia em meio a água do mar), tampar o pote;</p><p>. Aberto o pote, a 2ª etapa é a fase fibrilar (ao se comprimir pequena porção</p><p>entre os dedos e ao separá-los, observa a formação de pequenas fibras “teias</p><p>de aranha”), o material se adere à espátula ou a luva de;</p><p>Na fase plástica, ocorre a união das pérolas de resina</p><p>Ao evoluir na polimerização, atinge a fase borrachoide (material tem</p><p>comportamento elástico), durante a transição para a próxima fase, ocorre</p><p>grande liberação de calor > 100º C (reação exotérmica);</p><p>A última fase é a rígida, onde o material já adquiriu propriedades</p><p>mecânicas satisfatórias;</p><p>Monômero</p><p>(metacrilato de metila)</p><p>Hidroquinona</p><p>(inibidor)</p><p>Dimetil p-toluidina, amina</p><p>(acelerador)</p><p>Plastificante</p><p>Glicol-etileno-dimetacrilato</p><p>(agente de ligação cruzada)</p><p>Polímero acrílico</p><p>ou copolímero</p><p>(polimetracrilato de metila)</p><p>Peróxido de benzoíla</p><p>(iniciador)</p><p>Pigmentos (TiO2)</p><p>Corantes, opacificadores</p><p>e plastificantes</p><p>Fibras orgânicas coradas</p><p>Es</p><p>p</p><p>á</p><p>tu</p><p>la</p><p>3</p><p>6</p><p>D</p><p>a</p><p>p</p><p>p</p><p>en</p><p>Pote Paladon</p><p>umedecimento</p><p>reticulação, formação de fibrilas (membra teias de aranha)</p><p>união de pérolas, massa plástica</p><p>memória elástica do gel (não é possível modelar)</p><p>inflexibilidade e resistência mecânica</p><p>mistura entre pó e líquido;</p><p>precisam ser submetidas</p><p>ao calor na forma de “banho-maria”;</p><p>DEIXAR COM ÁGUA POR 30 MIN E DESTACAR COM A ESPÁTULA</p><p>É uma moldagem que reproduz os movimentos das inserções musculares (língua, bochecha,</p><p>lábios, freios), tem como objetivo copiar com fidelidade todos os detalhes anatômicos da área</p><p>basal, utilizando uma moldeira individual confeccionada previamente.</p><p>- Obter modelo funcional ou de trabalho</p><p>Este é o modelo em que dará continuidade à confecção da prótese total</p><p>1. Seleção do material de moldagem</p><p>-</p><p>*Recomenda-se a aplicação tópica de vaselina na pele do rosto e lábios do paciente</p><p>antes da moldagem com pasta zincoeugenólica.</p><p>2. Prova e ajuste da moldeira (freios, fundo de sulco V e L – Maxi Cut)</p><p>3. Fazer selamento periférico com Godiva em bastão (correção da borda da</p><p>moldeira em altura e espessura)</p><p>aplicar adesivo na moldeira para retenção do silicone</p><p>Nesta moldagem é utilizado somente a Pasta Leve</p><p>4. Manipulação do material de moldagem e carregamento da moldeira</p><p>5. Moldagem propriamente dita:</p><p>- Introdução, centralização, aprofundamento, manutenção e remoção</p><p>6. Avaliação do molde (verificar necessidade de segunda camada ou repetição)</p><p>7. Lavagem e desinfecção do molde (borrifar hipoclorito 1%)</p><p>Molde com silicone: descanso do molde no mínimo 40min para recuperação elástica</p><p>9. Vazamento: Gesso (tipo IV)</p><p>Selamento periférico</p><p>(godiva em bastão)</p><p>Moldagem com</p><p>pasta zincoeugenólica</p><p>Moldagem</p><p>com silicone</p><p>Modelo funcional</p><p>@tamipaivas</p><p>Preparar o paciente passando vaselina em seus lábios</p><p>e tecidos ao redor da boca;</p><p>Dosar as pastas em quantidades iguais em</p><p>comprimento sobre a placa de vidro (recomendado</p><p>envolver a placa com uma folha de sulfite para facilitar</p><p>limpeza após uso) ou bloco de papel impermeável;</p><p>Misturar as pastas com espátula de aço flexível (36),</p><p>por aproximadamente 1 min ou até a obtenção de uma</p><p>coloração uniforme;</p><p>Carregar a moldeira individual preparada;</p><p>Com pressão delicada, assentar a moldeira na boca</p><p>para registrar as inserções musculares (30 a 45s);</p><p>bastante satisfatória</p><p>Óxido de zinco: 87%</p><p>Óleo mineral: 13%</p><p>medida mensurada no terço médio da face, agora</p><p>é levada ao terço inferior (base do mento à base do</p><p>nariz);</p><p>A diferença entre a DVR e a DVO determina o Espaço Funcional Livre (EFL) e tem aprox. 3 mm</p><p>(anotar resultado na ficha do paciente)</p><p>Resultado desta medida, segundo Willis, corresponde à altura da</p><p>@tamipaivas</p><p>A relação cêntrica é uma posição maxilo mandibular eleita para muitos trabalhos de</p><p>reabilitação dentária por uma posição imutável, fisiológica e reproduzível (pois independe de</p><p>contatos dentários).</p><p>- É a relação na qual os côndilos estão na posição mais anterior e posterior da fossa articular, apoiados na</p><p>vertente posterior da eminência articular.</p><p>- Os discos articulares se interpõem corretamente e os ligamentos e músculos estão em equilíbrio.</p><p>Na clínica: pedir para paciente descruzar os braços e os pés, pedir para paciente colocar a ponta da língua</p><p>no palato e fechar a boca (não podemos exercer pressão na mandíbula);</p><p>Requisitos para obtenção da RC:</p><p>- DVO estabelecida</p><p>- Bases estáveis</p><p>- Paciente calmo e sem dor (DTM)</p><p>- Instruções devem ser dadas de maneira clara e</p><p>segura</p><p>Biológicas: falta de coordenação do paciente e</p><p>resiliência da mucosa.</p><p>Psicológicas: estado de ansiedade do paciente</p><p>Mecânica: falta de estabilidade da base de prova</p><p>Métodos fisiológicos:</p><p>- Deglutição (Shanahan, 155)</p><p>- Inclinação da cabeça para trás (Boyanov, 1970)</p><p>- Levantamento da língua seguida de travamento</p><p>da boca (Nars e Griffiths, 1973)</p><p>Métodos mecânicos</p><p>- Extra-bucal (Gysi, 1910)</p><p>- Intra-bucal (Phillips, 1930)</p><p>- Pressão no mento (Fountain, 1961)</p><p>- Guiado não-forçado (Celenza, 1973)</p><p>- Manipulação bilateral (Dawson, 1989)</p><p>@tamipaivas</p><p>- Dispositivo confeccionado nos</p><p>ICS com finalidade de desocluir</p><p>os dentes e desprogramar o</p><p>padrão de atividade</p><p>neuromuscular evitando que</p><p>ocorram interferências oclusais,</p><p>possibilitando uma melhor</p><p>manipulação da mandíbula.</p><p>- Resina acrílica (1,2 mm)</p><p>Melhor técnica</p><p>Paciente na posição horizontal com</p><p>a cabeça para trás, para evitar a</p><p>ação muscular com a boca aberta</p><p>no máximo 1 cm. O polegar direito</p><p>é colocado na região cervical dos</p><p>incisivos inferiores, enquanto os</p><p>outros três dedos firmam o mento.</p><p>No arco superior, o polegar e o</p><p>indicador da mão esquerda</p><p>apoiam-se na região cervical dos</p><p>caninos, com leve pressão e, com</p><p>movimentos oscilatórios, manipula-</p><p>se delicadamente a mandíbula</p><p>para RC, até a observação do</p><p>primeiro contato.</p><p>- Paciente colocado numa posição</p><p>reclinada na cadeira e deve ficar o</p><p>mais relaxado possível. A cabeça é</p><p>posicionada entre os braços e o</p><p>peito do operador para oferecer</p><p>estabilidade. Os polegares são</p><p>postos sobre o queixo e os demais</p><p>dedos suportam o corpo da</p><p>mandíbula. Com leve pressão dos</p><p>polegares para baixo e pressão</p><p>dos dedos para cima, a mandíbula</p><p>é delicadamente manipulada com</p><p>peq. movimentos oscilatórios, para</p><p>a posição de relaxamento cêntrica.</p><p>O paciente relaxado, vai fechando</p><p>a boca até que o contato inicial</p><p>seja sentido.</p><p>Em Máxima Intercuspidação Habitual (MIH), em Relação Cêntrica (RC)</p><p>@tamipaivas</p><p>Fossa mandibular</p><p>Zona bilaminar</p><p>Compartimento</p><p>sinovial inferior</p><p>Compartimento</p><p>sinovial</p><p>superior</p><p>Disco articular Feixe superior do</p><p>músculo</p><p>pterigóideo lateral</p><p>Eminência</p><p>articular</p><p>Feixe inferior do</p><p>músculo pterigóideo</p><p>lateral</p><p>@tamipaivas</p><p>- Resistência dos tecidos de suporte</p><p>- Estabilidade das bases de prova</p><p>- A ATM e suas associações com os mecanismos neuromusculares</p><p>- A pressão aplicada ao fazer o registro</p><p>- A técnica utilizada e a associação de dispositivos de registro</p><p>- A habilidade do CD</p><p>- A saúde e cooperação do paciente</p><p>- O relacionamento maxilo mandibular</p><p>- A postura do paciente</p><p>- As características e tamanho dos rebordos residuais</p><p>- A quantidade e características da saliva</p><p>- O tamanho e a posição da língua</p><p>- Trauma nos tecidos de suporte</p><p>- Reabsorção óssea</p><p>- Perda de retenção</p><p>- Desconforto</p><p>- Desarmonia oclusal</p><p>- Côndilo na posição súpero-anterior</p><p>- Relação músculo-esqueletal estável</p><p>- Discos interpostos em equilíbrio</p><p>- Ortopédica</p><p>- Oclusal</p><p>- Músculo-esquelética</p><p>@tamipaivas</p><p>Estética branca: dentes</p><p>Estética vermelha: gengiva</p><p>Estética negra: corredor bucal</p><p>Depois de marcadas as linhas de referência no plano de orientação (linha mediada, linha alta do</p><p>sorriso e linha dos caninos), deve-se selecionar o tamanho, forma, modelo e cor dos dentes</p><p>artificiais a serem colocados.</p><p>Existem três formas básicas de dentes:</p><p>- Quadrado: Linhas externas praticamente paralelas;</p><p>- Ovóide: Linhas externas arredondadas com convergência para cervical e incisal e ângulos incisais</p><p>discretos;</p><p>- Triangular: Linhas externas convergentes para cervical e com ângulos incisais pronunciados.</p><p>@tamipaivas</p><p>DENTE QUADRADO DENTE OVÓIDE DENTE TRIANGULAR</p><p>É a posição que ocorre o maior número de contatos dentários,</p><p>e na maioria absoluta, não coincide com a relação cêntrica.</p><p>- Os movimentos mandibulares iniciam e terminam nesta posição;</p><p>- Côndilo com ligeira rotação</p><p>- Mínima desoclusão dos dentes (EFL)</p><p>- Esse espaço deve ser respeitado em reabilitações para não gerar</p><p>uma infraoclusão (diminuindo o terço inferior da face) ou</p><p>supraoclusão (aumentando o terço inferior da face)</p><p>- Postura do paciente pode alterar esse espaço</p><p>- Posição em que coincide a RC com a MIH (raro – posição ideal)</p><p>- Posição ideal, pois não há prematuridade, permitindo a posição ideal dos côndilos,</p><p>eficiência na mastigação, melhor direcionamento das cargas oclusais e funcionamento</p><p>ideal dos músculos.</p><p>@tamipaivas</p><p>- Também chamado de túnel de sombra, é um critério chave para se criar um sorriso natural, é</p><p>influenciado pela posição dos caninos, pois o canino é um dente chave no estabelecimento do</p><p>formato da arcada durante a montagem dos dentes.</p><p>Avalia-se o espaço entre a vestibular dos dentes posteriores</p><p>e a mucosa jugal (bochecha)</p><p>- A ideia é fazer uma gradação de visualização dos dentes ao longo do corredor bucal;</p><p>- Quando os arcos dentários se separam e os lábios se distendem durante o sorriso,</p><p>geram-se espaços negativos ou fundos escuros da boca;</p><p>1. O primeiro localiza-se na região anterior e propicia um destaque dos dentes anteriores;</p><p>2. O segundo localiza-se entre a superfície externa dos dente superiores e os cantos direito e</p><p>esquerdo da boca, formando o corredor bucal;</p><p>Ausência de</p><p>corredor bucal</p><p>@tamipaivas</p><p>É um aparelho destinado a fixação dos modelos,</p><p>que registra as posições maxilo-mandibulares e</p><p>reproduz os movimentos mandibulares.</p><p>- É um instrumento que possibilita reproduzir, com</p><p>um grau aceitável de precisão, as relações</p><p>naturais das faces oclusais e seus movimentos.</p><p>Classificação:</p><p>- Totalmente ajustáveis</p><p>- Semi-ajustáveis</p><p>- Não ajustáveis (charneiras)</p><p>reproduzir posições e movimentos</p><p>mandibulares, diagnóstico das relações oclusais e</p><p>planejamento e elaboração do tratamento.</p><p>@tamipaivas</p><p>são instrumentos rígidos, possuem os movimentos limitados.</p><p>Possuem a guia condilar retilínea, portanto não reproduzem os movimentos de rotação e</p><p>translação do côndilo com exatidão.</p><p>- Somente movimento de</p><p>abertura e fechamento;</p><p>- Obtenção de próteses</p><p>imprecisas do ponto de vista</p><p>oclusal;</p><p>- Simulam alguns movimentos</p><p>mandibulares, permitem ajustes das</p><p>guias condilares, guia incisal e ângulo</p><p>de Bennett, possuem arco facial;</p><p>ARCON: possui esferas condilares ramo inf.</p><p>NÃO ARCON: possui esferas condilares no</p><p>ramo superior.</p><p>- Permitem ajustes precisos,</p><p>por exemplo, na distância</p><p>intercondilar;</p><p>Ajustes permitidos:</p><p>1. Distância intercondilar (P, M, L)</p><p>2. Guia condilar</p><p>3. Ângulo de Bennett</p><p>@tamipaivas</p><p>Arco facial</p><p>Olivas</p><p>Garfo ou</p><p>Forquilha</p><p>Junta</p><p>universal</p><p>Relator</p><p>nazium</p><p>Usado para registrar a posição espacial da arcada superior do paciente e transferir ao</p><p>articulador essa posição para a montagem do modelo superior.</p><p>Braços</p><p>Arco facial: transfere a posição maxilar</p><p>do paciente para o articulador;</p><p>Garfo ou Forquilha: registra a posição</p><p>maxilar durante a montagem do arco</p><p>facial;</p><p>Olivas</p><p>Relator nazium</p><p>@tamipaivas</p><p>Ramo superior</p><p>Pino incisal</p><p>Guia incisal</p><p>Ramo inferior</p><p>Placa de</p><p>montagem</p><p>Corpo</p><p>Poste</p><p>condílico</p><p>Guia condilar (média 30º)</p><p>Parafuso de</p><p>travamento da guia condilar</p><p>Placa fixadora</p><p>de modelo</p><p>Em um movimento protuso, o côndilo move-</p><p>se para baixo e para frente, este movimento</p><p>forma com o plano horizontal, um ângulo:</p><p>Corpo: alojam os ramos e guias condilares;</p><p>Ramos: fixam as placas de montagem</p><p>Placas de montagem: fixam os modelos</p><p>Guias: condilar e incisal</p><p>Pino incisal: mantém a altura entre os ramos</p><p>@tamipaivas</p><p>Lado de trabalho</p><p>Movimento de trabalho</p><p>(movimento de Bennett)</p><p>Posterior</p><p>Anterior</p><p>Trajetória de balanceio</p><p>Lado de não trabalho</p><p>(balanceio)</p><p>Trajetória de protusão</p><p>Ângulo entre as trajetórias</p><p>de protusão e balanceio</p><p>(Ângulo de Bennett)</p><p>Detalhe do</p><p>movimento</p><p>de Bennett</p><p>Em lateralidade, o côndilo de balanceio faz um trajeto para dentro, para baixo</p><p>e para frente, formando com o plano sagital um ângulo: Ângulo de Bennett</p><p>Desoclusão pelo canino</p><p>Lado direito: trabalho</p><p>Lado esquerdo: balanceio</p><p>@tamipaivas</p><p>Para facilitar a montagem, usa-se uma plataforma de montagem</p><p>(mesa de montagem) que deve ser fixada no ramo inf. do articulador.</p><p>1. O modelo funcional superior deve ter retenções na sua base (maxi cut ou</p><p>brocas) e estar hidratado por cerca de 15 minutos;</p><p>2. Colocar o plano de orientação finalizado sobre o modelo funcional;</p><p>3. Centralizar o conjunto (plano de orientação e modelo funcional superior)</p><p>sobre a plataforma de montagem;</p><p>4. Estabiliza-se com auxilio de elásticos ou cera 7 fundida;</p><p>5. O articulador deve ser ajustado com valores médios que serão:</p><p>- Ângulo de trajetória condilar: 30º</p><p>- Ângulo de Bennett: 15º</p><p>- Distância intercondilar na posição M (média) ou 2</p><p>- 2 postes condílico na posição M (média) ou 2</p><p>- Colocar o pino guia incisal na marca mediana e fixa-lo, isto será indicativo</p><p>do paralelismo entre os ramos sup e inf do articulador</p><p>6. Manipular uma porção de gesso comum, com consistência cremosa</p><p>(pequena quantidade);</p><p>7. Levantar um pouco o ramo superior do articulador e colocar uma pequena</p><p>porção de gesso sobre a placa de fixação;</p><p>8. Colocar outra camada de gesso sobre a base do modelo;</p><p>9. Fechar o ramo superior para o encontro das 2 porções de gesso (manter</p><p>estável com o auxílio de um elástico);</p><p>10. Aguardar a cristalização do gesso.</p><p>@tamipaivas</p><p>1. Fixar os plano de orientação sup e inf, com a ajuda de grampos;</p><p>- Obter a RC e MIH</p><p>2. Remover a plataforma de montagem e colocar a placa fixadora de modelo</p><p>no ramo inferior do articulador;</p><p>3. Colocar o articulador na posição invertida;</p><p>4. O modelo funcional inferior deve ter retenções na sua base e estar</p><p>previamente hidratado por cerca de 15 minutos;</p><p>5. Colocar os planos fixados no modelo superior;</p><p>6. Colocar o modelo inferior no plano inferior;</p><p>7. Estabilizá-los com elásticos;</p><p>- Observar se há espaço suficiente entre a placa de fixação e a base do</p><p>modelo inf, caso contrário, cria-se o espaço, desgastando a base do modelo.</p><p>8. Manipular uma porção de gesso comum com consistência cremosa;</p><p>9. Primeiro colocar pequena camada de gesso na placa de fixação, depois na</p><p>base do modelo, em quantidade suficiente para que possam se unir;</p><p>10. Estabilizar os ramos com elástico, mas observar se os postes condílico</p><p>estão encostando no ângulo interno da caixa que simula a fossa mandibular;</p><p>11. Aguardar a cristalização do gesso;</p><p>12. Após cristalização, procede-se ao acabamento final dos modelos sup e</p><p>inf, preparando uma nova porção de gesso e promovendo um aspecto</p><p>estético ao conjunto;</p><p>13. Limpar todo e qualquer resíduo de gesso no articulador.</p><p>Articulador invertido</p><p>@tamipaivas</p><p>1. Traçar as linhas-guia</p><p>sobre a superfície oclusal do</p><p>arco inferior.</p><p>2. Retirar a base de prova</p><p>superior e identificar no</p><p>modelo a papila incisiva, tanto</p><p>no modelo como na base de</p><p>prova, marcando-a com lápis-</p><p>tinta.</p><p>3. Recortar e retirar uma porção</p><p>de cera na região</p><p>correspondente aos dentes</p><p>anteriores, do lado palatino.</p><p>(A remoção da porção de cera na</p><p>região anterior do arco, vista por</p><p>palatino, facilita a visualização da</p><p>papila incisiva, marcada na base de</p><p>prova e também da posição dos</p><p>dentes)</p><p>@tamipaivas</p><p>4. Incisivo Central:</p><p>Retirar uma porção de cera do arco</p><p>de oclusão, na região correspondente</p><p>a um dos incisivos centrais, cortando</p><p>a cera exatamente no risco marcado</p><p>na linha mediana. Verificar, por</p><p>transparência, se através da base de</p><p>prova pode-se visualizar a papila</p><p>incisiva; se isso não ocorrer, fazer</p><p>uma pequena perfuração na base de</p><p>prova, exatamente sobre ela.</p><p>5. A superfície mesial deverá</p><p>estar tangenciando a linha</p><p>mediana e o eixo axial de sua</p><p>coroa, ligeiramente</p><p>convergindo no sentido</p><p>cervicoincisal.</p><p>A borda incisal deverá tocar a</p><p>borda do arco de oclusão</p><p>inferior por vestibular,</p><p>6. Incisivo Lateral: vertical</p><p>acompanhando o canino.</p><p>O colo cervical visto por vestibular de</p><p>tal modo que a sua superfície ficará</p><p>ligeiramente mais deprimido em</p><p>relação ao central.</p><p>A coroa deverá sofrer uma ligeira</p><p>inclinação para mesial e poderá estar</p><p>alinhada com o central, sobrepassando-</p><p>o por vestibular ou por lingual.</p><p>A borda incisal não tocará o arco de</p><p>oclusão inferior, ficando ligeiramente</p><p>mais elevada que a do central.</p><p>@tamipaivas</p><p>7. Canino:</p><p>O colo cervical por V ficará</p><p>ligeiramente mais para V e mais</p><p>saliente (para fora). A ponta estará</p><p>voltada para dentro e tocando a</p><p>borda V do arco de cera inferior.</p><p>A superfície M deverá sobressair</p><p>por trás do incisivo lateral,</p><p>mostrando pelo menos, sua face V.</p><p>8. Terminada a montagem de</p><p>um lado, seja o direito ou o</p><p>esquerdo, monta-se o lado</p><p>oposto, iniciando-se pelo</p><p>incisivo central, e seguindo as</p><p>recomendações já descritas.</p><p>9. Verifica-se a situação</p><p>correta da papila incisiva em</p><p>relação aos incisivos centrais.</p><p>@tamipaivas</p><p>10. Em caso de dúvida - ou para</p><p>se certificar da correção quanto</p><p>à seleção dos dentes e posição</p><p>estética, convém fazer uma</p><p>prova estética no paciente, com</p><p>os anteriores superiores</p><p>montados de canino a canino.</p><p>11. Primeiro Pré-molar</p><p>A posição por vestibular será</p><p>vertical acompanhando o</p><p>canino de tal modo que a sua</p><p>superfície V esteja alinhada em</p><p>harmonia com o canino.</p><p>12. A inclinação da coroa no</p><p>sentido mesiodistal será</p><p>vertical, ou ligeiramente</p><p>inclinada para distal.</p><p>@tamipaivas</p><p>13. Segundo Pré-molar</p><p>Sua montagem, segue o mesmo</p><p>procedimento do primeiro pré-</p><p>molar. Naturalmente, a</p><p>comparação será feita com o</p><p>primeiro pré-molar e não com o</p><p>canino, quanto à posição por</p><p>vestibular.</p><p>14. Primeiro Molar</p><p>O procedimento para sua montagem</p><p>é semelhante ao dos pré-molares, já</p><p>descrito, sem esquecer que as</p><p>cúspides deverão tocar o plano de</p><p>oclusão. As inclinações desse plano</p><p>deverão ser rigorosamente</p><p>obedecidas, para que o resultado</p><p>seja uma perfeita harmonia das</p><p>inclinações, tanto dos dentes quanto</p><p>de suas cúspides.</p><p>15. Segundo Molar</p><p>Segue a mesma</p><p>característica do primeiro</p><p>molar, sendo que a cúspide</p><p>distovestibular, ao tocar o</p><p>plano inferior, o faz sobre a</p><p>linha-guia anteroposterior,</p><p>numa tendência de fechar o</p><p>arco superior em seu</p><p>extremo mais posterior.</p><p>@tamipaivas</p><p>1.Incisivos Centrais</p><p>Corta-se a cera exatamente na</p><p>linha transversa e retira-se a</p><p>porção vestibular.</p><p>A remoção da cera na porção</p><p>anterior do arco inferior visa uma</p><p>melhor orientação para a</p><p>montagem dos incisivos inferiores.</p><p>2. Posiciona-se o incisivo central</p><p>direito, obedecendo as regras já</p><p>mencionadas e tangenciando a</p><p>linha mediana que passa entre os</p><p>incisivos centrais superiores.</p><p>3. Posiciona-se o incisivo</p><p>central esquerdo seguindo as</p><p>mesmas recomendações.</p><p>A inclinação vestíbulo-lingual</p><p>dos incisivos centrais inferiores</p><p>será orientada pela linha</p><p>transversa traçada na porção</p><p>anterior do arco mandibular.</p><p>@tamipaivas</p><p>4. Incisivos Laterais</p><p>Esses são um pouco maiores</p><p>que os centrais e costuma-se</p><p>posicioná-los com uma leve</p><p>giroversão, para melhor efeito</p><p>estético ou um pouco</p><p>deprimido por lingual, ou</p><p>saliente por vestibular.</p><p>5. Caninos</p><p>Em prótese total não há "proteção</p><p>canina". Se os caninos trespassam os</p><p>superiores, no sentido vertical, travam</p><p>os movimentos laterais, gerando</p><p>um</p><p>fulcro de alavanca, tendendo ao</p><p>deslocamento das próteses totais.</p><p>Visto por V, a vertente anterior do</p><p>canino inferior toca o ângulo distal do</p><p>incisivo lateral superior e a vertente</p><p>posterior toca a vertente anterior do</p><p>canino superior.</p><p>6. Em oclusão central, as bordas</p><p>dos incisivos inferiores não</p><p>devem tocar a superfície</p><p>palatina dos superiores.</p><p>@tamipaivas</p><p>7. Primeiro Molar</p><p>Retira-se a porção de cera do arco</p><p>equivalente ao espaço desse dente.</p><p>Após sua colocação, verifica-se o</p><p>perfeito "engrenamento" de suas</p><p>cúspides com as cúspides do</p><p>primeiro molar superior. A posição</p><p>de verticalidade desse dente estará</p><p>automaticamente determinada</p><p>quando todas as cúspides tocarem</p><p>o dente antagonista, tanto por</p><p>vestibular como por lingual.</p><p>8. Segundo Pré-molar</p><p>Após a retirada da porção de</p><p>cera anterior ao primeiro</p><p>molar, posiciona-se o dente, e</p><p>verifica-se a oclusão de suas</p><p>cúspides, que dará também a</p><p>posição de verticalidade desse</p><p>dente. A ponta da cúspide,</p><p>vista por vestibular, coincide</p><p>com as duas cúspides dos pré-</p><p>molares antagonistas</p><p>9. Segundo Molar</p><p>Retira-se a porção de cera</p><p>posterior ao primeiro molar,</p><p>posiciona-se o dente,</p><p>alinhando-o como os dois já</p><p>montados nesse hemiarco.</p><p>Verifica-se a oclusão central</p><p>com o dente antagonista, o que</p><p>dará sua posição de</p><p>verticalidade.</p><p>@tamipaivas</p><p>10. Segundo molar inferior</p><p>não pode ultrapassar a linha</p><p>frontal anterior da papila</p><p>retromolar (já traçada</p><p>anteriormente no modelo)</p><p>11. Primeiro Pré-molar</p><p>Esse dente é o último a ser</p><p>montado, para compensar todas</p><p>as variações de sobremordida e</p><p>saliência dos dentes anteriores,</p><p>quando então será desgastado</p><p>(por mesial ou distal) para</p><p>ajustar-se ao espaço restante.</p><p>12. Em prótese total os dentes</p><p>se tocarão "em grupo" no lado</p><p>de trabalho. Do lado de "não</p><p>trabalho" (balanceio) os</p><p>dentes superiores e inferiores</p><p>ficarão o mais próximo</p><p>possível.</p><p>@tamipaivas</p><p>- Áreas retentivas da fibromucosa:</p><p>Tuberosidades</p><p>Rebordo súpero-anterior</p><p>Região milohióidea</p><p>Região V dos pré molares inferiores</p><p>- Sobre extensão da região V ou L</p><p>- Inserções musculares</p><p>- Abrir e fechar a boca – verificação da MIH</p><p>- Limite palato duro e palato mole (náuseas)</p><p>- Salivação (hipossalivação – diminuição da retenção)</p><p>- Retenção</p><p>No momento da adaptação não será feito nenhum ajuste,</p><p>somente após 3 dias.</p><p>1. Primeiro: ajustam-se as bordas;</p><p>2. Segundo: ajusta-se a oclusão;</p><p>@tamipaivas</p><p>- Mínimo de contatos</p><p>- Contatos simultâneos</p><p>- Respeito as VIPS (suporte) e LIVS (balanceio)</p><p>- Contatos puntiformes</p><p>- Lado de trabalho</p><p>- Lado de balanceio</p><p>- Protusão</p><p>- Deixar a prótese mergulhada na água</p><p>- Deve-se orientar da necessidade da remoção noturna (permitindo que os tecidos subjacentes</p><p>as prótese não fiquem sobre a ação dos microorganismos associados a ela) principalmente em</p><p>pacientes com remanescentes dentários no arco oposto, o que favorece problemas periodontais</p><p>- Não usar pasta dental (usar sabonete líquido neutro)</p><p>- 1 a 2x na semana, colocar 1 colher de sopa de água sanitária em 1 copo com água e colocar a</p><p>prótese, depois de retirar, lavar bem para não ficar resíduos do produto</p><p>VIPS (cúspides de suporte)</p><p>Vestibular Inferior Palatina Superior</p><p>LIVS (cúspides de balanceio)</p><p>Lingual inferior, Vestibular Superior</p><p>@tamipaivas</p><p>- Molde imperfeito</p><p>- Vazamento inadequado</p><p>- Desgastes do modelo durante a fase no laboratório</p><p>- Alterações durante a prensagem</p><p>- Base e bordas</p><p>- Estética</p><p>- Oclusão</p><p>- Retenção e adaptação</p><p>- Fonética</p><p>Espessura do palato da PT</p><p>Rugosidades palatinas</p><p>Disposição dos dentes anteriores</p><p>As áreas a serem desgastadas podem ser marcadas com lápis cópia ou podem ser</p><p>utilizados materiais de alto escoamento (pasta branca da pasta zincoenólica), pedindo</p><p>para o paciente morder um rolo de algodão, estas podem ser visualizadas com</p><p>facilidade.</p><p>@tamipaivas</p><p>Sugestões:</p><p>@tamipaivas</p><p>tamirespaiiva@hotmail.com</p><p>1. Fundamentos de Prótese Total / José Cerratti Turano, Luiz Martins Turano, Marcello Villas-Bôas</p><p>Turano. - 9.ed. - São Paulo : Santos, 201 O. 571 p. : il.</p><p>2. Aulas Ministradas pelo Professor Pedro Duarte, ano de 2022 pela Universidade Cidade de São</p><p>Paulo – UNICID</p><p>Atenção:</p><p>É PROIBIDA A VENDA E COMPARTILHAMENTO DESSE RESUMO SEM AUTORIZAÇÃO</p><p>LEI nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.</p><p>Slide 1: PRÓTESE TOTAL</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64</p><p>Slide 65</p><p>Slide 66</p><p>Slide 67</p><p>Slide 68</p><p>Slide 69</p><p>Slide 70</p><p>Slide 71</p><p>Slide 72</p>um fulcro de alavanca, tendendo ao deslocamento das próteses totais. Visto por V, a vertente anterior do canino inferior toca o ângulo distal do incisivo lateral superior e a vertente posterior toca a vertente anterior do canino superior. 6. Em oclusão central, as bordas dos incisivos inferiores não devem tocar a superfície palatina dos superiores. @tamipaivas 7. Primeiro Molar Retira-se a porção de cera do arco equivalente ao espaço desse dente. Após sua colocação, verifica-se o perfeito "engrenamento" de suas cúspides com as cúspides do primeiro molar superior. A posição de verticalidade desse dente estará automaticamente determinada quando todas as cúspides tocarem o dente antagonista, tanto por vestibular como por lingual. 8. Segundo Pré-molar Após a retirada da porção de cera anterior ao primeiro molar, posiciona-se o dente, e verifica-se a oclusão de suas cúspides, que dará também a posição de verticalidade desse dente. A ponta da cúspide, vista por vestibular, coincide com as duas cúspides dos pré- molares antagonistas 9. Segundo Molar Retira-se a porção de cera posterior ao primeiro molar, posiciona-se o dente, alinhando-o como os dois já montados nesse hemiarco. Verifica-se a oclusão central com o dente antagonista, o que dará sua posição de verticalidade. @tamipaivas 10. Segundo molar inferior não pode ultrapassar a linha frontal anterior da papila retromolar (já traçada anteriormente no modelo) 11. Primeiro Pré-molar Esse dente é o último a ser montado, para compensar todas as variações de sobremordida e saliência dos dentes anteriores, quando então será desgastado (por mesial ou distal) para ajustar-se ao espaço restante. 12. Em prótese total os dentes se tocarão "em grupo" no lado de trabalho. Do lado de "não trabalho" (balanceio) os dentes superiores e inferiores ficarão o mais próximo possível. @tamipaivas - Áreas retentivas da fibromucosa: Tuberosidades Rebordo súpero-anterior Região milohióidea Região V dos pré molares inferiores - Sobre extensão da região V ou L - Inserções musculares - Abrir e fechar a boca – verificação da MIH - Limite palato duro e palato mole (náuseas) - Salivação (hipossalivação – diminuição da retenção) - Retenção No momento da adaptação não será feito nenhum ajuste, somente após 3 dias. 1. Primeiro: ajustam-se as bordas; 2. Segundo: ajusta-se a oclusão; @tamipaivas - Mínimo de contatos - Contatos simultâneos - Respeito as VIPS (suporte) e LIVS (balanceio) - Contatos puntiformes - Lado de trabalho - Lado de balanceio - Protusão - Deixar a prótese mergulhada na água - Deve-se orientar da necessidade da remoção noturna (permitindo que os tecidos subjacentes as prótese não fiquem sobre a ação dos microorganismos associados a ela) principalmente em pacientes com remanescentes dentários no arco oposto, o que favorece problemas periodontais - Não usar pasta dental (usar sabonete líquido neutro) - 1 a 2x na semana, colocar 1 colher de sopa de água sanitária em 1 copo com água e colocar a prótese, depois de retirar, lavar bem para não ficar resíduos do produto VIPS (cúspides de suporte) Vestibular Inferior Palatina Superior LIVS (cúspides de balanceio) Lingual inferior, Vestibular Superior @tamipaivas - Molde imperfeito - Vazamento inadequado - Desgastes do modelo durante a fase no laboratório - Alterações durante a prensagem - Base e bordas - Estética - Oclusão - Retenção e adaptação - Fonética Espessura do palato da PT Rugosidades palatinas Disposição dos dentes anteriores As áreas a serem desgastadas podem ser marcadas com lápis cópia ou podem ser utilizados materiais de alto escoamento (pasta branca da pasta zincoenólica), pedindo para o paciente morder um rolo de algodão, estas podem ser visualizadas com facilidade. @tamipaivas Sugestões: @tamipaivas tamirespaiiva@hotmail.com 1. Fundamentos de Prótese Total / José Cerratti Turano, Luiz Martins Turano, Marcello Villas-Bôas Turano. - 9.ed. - São Paulo : Santos, 201 O. 571 p. : il. 2. Aulas Ministradas pelo Professor Pedro Duarte, ano de 2022 pela Universidade Cidade de São Paulo – UNICID Atenção: É PROIBIDA A VENDA E COMPARTILHAMENTO DESSE RESUMO SEM AUTORIZAÇÃO LEI nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998. Slide 1: PRÓTESE TOTAL Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72