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Unidade 3 – Fluidos Corporais
✅ Tópico 1 – Introdução aos Fluidos Corporais
· Fluidos corporais são líquidos produzidos no corpo humano, essenciais para a homeostase e para diagnósticos laboratoriais.
· Principais fluidos: líquido cefalorraquidiano, sinovial, seminal, amniótico, líquidos serosos (pleural, pericárdico e peritoneal), suor e secreções respiratórias.
· Eles podem ser classificados em dois compartimentos:
· Intracelular: 55% da água corporal (rico em potássio e fosfato).
· Extracelular: 45% da água corporal (rico em sódio e cloro).
· As análises desses líquidos envolvem exames bioquímicos, citológicos, microbiológicos e imunológicos, sendo cruciais no diagnóstico de infecções, inflamações e hemorragias.
✅ Tópico 2 – Líquido Cefalorraquidiano (LCR) e Líquido Sinovial
🔹 Líquido Cefalorraquidiano (LCR)
· Produção: ocorre nos plexos coroides dos ventrículos cerebrais (70%) e pelo epitélio ependimário (30%).
· Funções: proteção mecânica, transporte de nutrientes, remoção de resíduos e proteção imunológica do SNC.
· Coleta: feita por punção lombar, essencial no diagnóstico de meningites, hemorragias e doenças neurológicas.
· Alterações laboratoriais:
· Meningite bacteriana: leucócitos altos (neutrófilos), proteínas altas, glicose baixa, lactato >35 mg/dL.
· Meningite viral: leucócitos altos (linfócitos), proteínas moderadas, glicose e lactato normais.
· Meningite tuberculosa: leucócitos altos (linfócitos/monócitos), proteínas altas, glicose baixa, lactato >25 mg/dL.
· Meningite fúngica: leucócitos altos (linfócitos/monócitos), proteínas altas, glicose baixa ou normal, lactato >25 mg/dL.
🔹 Líquido Sinovial
· Fluido viscoso presente nas articulações móveis (diartroses), produzido pela membrana sinovial.
· Funções: lubrificação, nutrição, absorção de impactos e proteção mecânica.
· Análise: macroscópica (aspecto, viscosidade, cor) e microscópica (células, cristais, mucina).
· Classificação segundo alteração patológica:
· Normal
· Não inflamatório (ex.: osteoartrite)
· Inflamatório (ex.: artrite reumatoide)
· Séptico (ex.: infecção bacteriana)
· Hemorrágico (ex.: trauma, coagulopatias).
✅ Tópico 3 – Líquido Seminal e Líquido Amniótico
🔹 Líquido Seminal
· Produzido pelas glândulas seminais, próstata e glândulas bulbouretrais.
· Composição: 1% espermatozoides, 45-85% fluido das glândulas seminais (rico em frutose), 23% fluido prostático e 1% das glândulas bulbouretrais.
· Funções: transporte, nutrição e proteção dos espermatozoides.
· Análises laboratoriais:
· Macroscópica: volume, cor, viscosidade, pH.
· Microscópica: contagem, morfologia, motilidade, vitalidade dos espermatozoides.
· Aplicação: avaliação de fertilidade e diagnóstico de doenças do aparelho reprodutor masculino.
🔹 Líquido Amniótico
· Envolve e protege o feto durante a gestação.
· Formação: inicialmente por difusão do plasma materno, posteriormente pela urina fetal e secreções pulmonares do feto.
· Funções: proteção mecânica, controle da temperatura, desenvolvimento pulmonar e muscular do feto.
· Análise laboratorial:
· Avaliação de maturidade pulmonar fetal (teste de fosfatidilglicerol e relação lecitina/esfingomielina).
· Detecção de infecções e anomalias cromossômicas (amniocentese).
· Aspecto: deve ser límpido; alterações na cor e turbidez indicam patologias como infecções, sofrimento fetal ou incompatibilidades.
✅ Conclusão da Unidade 3
· O estudo dos fluidos corporais é fundamental na prática laboratorial e clínica.
· A análise correta desses líquidos permite diagnosticar doenças graves como infecções, meningites, infertilidade, artrites e distúrbios fetais.
· É essencial domínio dos aspectos anatômicos, fisiológicos e laboratoriais para garantir diagnósticos precisos e tratamentos eficazes.
🔬 Tópico 1 – Análise Química da Urina
A análise química da urina utiliza tiras reagentes, que são rápidas, simples e econômicas.
Permite avaliar parâmetros como: pH, proteínas, glicose, cetonas, sangue, bilirrubina, leucócitos, nitrito e urobilinogênio.
É essencial realizar controle de qualidade, garantindo armazenamento adequado das tiras e análise da amostra em até 2 horas (ou após atingir temperatura ambiente se refrigerada).
🔸 Principais parâmetros:
pH: varia de 4,6 a 8,0; reflete distúrbios ácido-básicos.
Proteínas: presença anormal chama-se proteinúria, indicando possíveis lesões renais ou outras condições como infecções, inflamações e síndromes como nefropatia diabética.
Glicose: sua presença (glicosúria) ocorre quando há glicemia alta (>160-180 mg/dL) ou lesão tubular.
Cetonas: surgem na urina por queima de gordura, comuns no diabetes descompensado, jejum, vômitos e exercícios intensos.
Bilirrubina e Urobilinogênio: alterações indicam doenças hepáticas, obstrução biliar ou hemólise.
Sangue: detecta hematúria (hemácias), hemoglobinúria (hemoglobina livre) e mioglobinúria.
Leucócitos: indicam inflamação ou infecção do trato urinário.
Nitrito: sugere infecção urinária por bactérias redutoras de nitrato.
🔬 Tópico 2 – Sedimentos Urinários
Sedimentoscopia: exame microscópico que identifica elementos figurados presentes na urina.
🔸 Elementos observados:
Hemácias: presença indica hematúria, relacionada a infecções, cálculos, traumas ou glomerulopatias.
Leucócitos: leucocitúria sinaliza inflamações ou infecções urinárias.
Células epiteliais:
Escamosas: indicam contaminação na coleta.
De transição: provenientes da bexiga e pelve renal.
Tubulares: indicam lesão renal (necrose tubular, pielonefrite, rejeição de transplante).
Cristais: podem ser normais (oxalato de cálcio, ácido úrico, fosfatos) ou patológicos (cistina, tirosina, leucina, colesterol).
Cilindros: formados nos túbulos renais, importantes indicadores de disfunções:
Hialinos: comuns em pouca quantidade.
Granulares: comuns em inflamações renais.
Hemáticos: indicam sangramento no néfron.
Leucocitários: associados à pielonefrite.
Epiteliais: sinalizam necrose tubular.
Céreos: indicam insuficiência renal crônica.
Gordurosos: associados à síndrome nefrótica.
⚠️ Tópico 3 – Doenças Urinárias e Metabólicas
A urinálise permite detectar e acompanhar:
Doenças renais: glomerulonefrites, pielonefrites, síndrome nefrótica, insuficiência renal.
Infecções urinárias: bacterianas, fúngicas e virais.
Doenças metabólicas: diabetes mellitus, cistinúria, síndrome nefrótica, distúrbios hepáticos e hemolíticos.
A presença de microalbuminúria é um importante sinal precoce de lesão renal, principalmente na nefropatia diabéticas. 🔬 Tópico 1 – Análise Química da Urina
A análise química da urina utiliza tiras reagentes, que são rápidas, simples e econômicas.
Permite avaliar parâmetros como: pH, proteínas, glicose, cetonas, sangue, bilirrubina, leucócitos, nitrito e urobilinogênio.
É essencial realizar controle de qualidade, garantindo armazenamento adequado das tiras e análise da amostra em até 2 horas (ou após atingir temperatura ambiente se refrigerada).
🔸 Principais parâmetros:
pH: varia de 4,6 a 8,0; reflete distúrbios ácido-básicos.
Proteínas: presença anormal chama-se proteinúria, indicando possíveis lesões renais ou outras condições como infecções, inflamações e síndromes como nefropatia diabética.
Glicose: sua presença (glicosúria) ocorre quando há glicemia alta (>160-180 mg/dL) ou lesão tubular.
Cetonas: surgem na urina por queima de gordura, comuns no diabetes descompensado, jejum, vômitos e exercícios intensos.
Bilirrubina e Urobilinogênio: alterações indicam doenças hepáticas, obstrução biliar ou hemólise.
Sangue: detecta hematúria (hemácias), hemoglobinúria (hemoglobina livre) e mioglobinúria.
Leucócitos: indicam inflamação ou infecção do trato urinário.
Nitrito: sugere infecção urinária por bactérias redutoras de nitrato.
🔬 Tópico 2 – Sedimentos Urinários
Sedimentoscopia: exame microscópico que identifica elementos figurados presentes na urina.
🔸 Elementos observados:
Hemácias: presença indica hematúria, relacionada a infecções, cálculos, traumas ou glomerulopatias.
Leucócitos: leucocitúria sinaliza inflamações ou infecções urinárias.Células epiteliais:
Escamosas: indicam contaminação na coleta.
De transição: provenientes da bexiga e pelve renal.
Tubulares: indicam lesão renal (necrose tubular, pielonefrite, rejeição de transplante).
Cristais: podem ser normais (oxalato de cálcio, ácido úrico, fosfatos) ou patológicos (cistina, tirosina, leucina, colesterol).
Cilindros: formados nos túbulos renais, importantes indicadores de disfunções:
Hialinos: comuns em pouca quantidade.
Granulares: comuns em inflamações renais.
Hemáticos: indicam sangramento no néfron.
Leucocitários: associados à pielonefrite.
Epiteliais: sinalizam necrose tubular.
Céreos: indicam insuficiência renal crônica.
Gordurosos: associados à síndrome nefrótica.
⚠️ Tópico 3 – Doenças Urinárias e Metabólicas
A urinálise permite detectar e acompanhar:
Doenças renais: glomerulonefrites, pielonefrites, síndrome nefrótica, insuficiência renal.
Infecções urinárias: bacterianas, fúngicas e virais.
Doenças metabólicas: diabetes mellitus, cistinúria, síndrome nefrótica, distúrbios hepáticos e hemolíticos.
A presença de microalbuminúria é um importante sinal precoce de lesão renal, principalmente na nefropatia diabéticas.