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Bioquímica Clínica 
Biomarcadores Cardíacos → Diagnóstico do IAM 
 • Doenças cardiovasculares = principais causas de mortalidade e morbidade no 
Brasil. Fatores genéticos e ambientais. 
 • Ferramentas utilizadas para identificar com mais precisão indivíduos de alto 
risco, diagnosticar com maior rapidez, servir como auxílio no tratamento e na determinação do 
prognóstico. 
 • Medidos no sangue circulante ou em outros meios. 
 
Marcadores Cardíacos Ideais → 
 Alta sensibilidade e especificidade Meio estável em um longo período 
 Aparece rapidamente com a presença da patologia 
 Permanece alterado por vários dias Não existe o marcador ideal, pode ser encontrado e 
liberado rapidamente, ideal usar a positividade de vários marcadores. 
 
 Vários marcadores combinados conseguem fechar o diagnóstico. 
 Doenças que também danificam o músculo esquelético aumentam marcadores. 
 
Biomarcadores de diagnóstico: 
 • Desidrogenase Lática (LDH) e Transaminases (TGO) Fígado 
 Se elevam em condições de estresse em excesso ao miocárdio 
 Foram muito recomendados nos dias de hoje devido à sua baixa especificidade em relação 
ao isoformos de troponina. 
 
Creatinofofoquinase (CK) 
 • Isoformas → CK total, CK-MB. 
 • Marcador usado para diagnóstico laboratório 
 
Realizar as dosagens: 
 • Concentrações se elevam a partir de 1h do caro, pico em 24h, retornando a 
normalidade em 48h. 
 • Desvantagem: presente no músculo cardíaco e esquelético. 
 • CK-MB/CK total → diferencia lesão tecidual de lesão cardíaca. 
 • Em alguns idosos com prognóstico maior risco de morte do que em pacientes 
em que CK-MB não se eleva. 
 
- Mioglobina 
 • Proteína ligadora de O₂ contida no músculo estriado (cardíaco e esquelético). 
 • Função fisiológica incerta, podendo servir de reservatório de O₂, tamponar 
concentrações de hipóxia extremas. 
 • Inúmera musculação cardíaco e esquelético → elevação. 
 • Marcador tardio. 
 • Grande valor preditivo negativo quando dosado em 3–6h do início dos 
sintomas. 
 
- IAM: elevação de até 10x valor normal (Baixa especificidade). 
 
- Troponinas → liberadas de C.S. quando ocorre dano no coração. 
 Altamente específicas para detecção de dano celular. 
 
• Biomarcador de eleição para o diagnóstico do IAM. 
 • Subunidades: I (TnI), ligadas à inibição; T (TnT), inibidor de actina; e C (TnC), 
ligadora ao Cálcio e reguladora de sua concentração. 
 
• A TnT e a TnI → padrões-ouro no diagnóstico do IAM. 
 • Sua interpretação independe dos níveis de CK-MB e do eletrocardiograma → 
Para maior especificidade. 
 
 Basta uma valor único elevado ou uma variação de pico com dosagens seriadas para que o 
diagnóstico seja estabelecido. 
 “O diagnóstico só é fechado após confirmação anatomopatológica como a angina.” 
 
al do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) até a década de 1990. 
 Hoje é troponina biomarcador de escolha. 
Biomarcadores 
 • CK-MB 
Marcador mais específico que a CK total 
 Dosagens seriadas aumentam sensibilidade 
 Ela isolada não fecha diagnóstico. 
 
 Troponina T 
 • Utilidade: diagnóstico do IAM e estimativa de angina estável. 
 • Aparece 4–6h após IAM, pico em 12h, permanece por até 7 dias elevado. 
 • Desvantagem: pouco específica (presente no tecido muscular de 
regeneração), elevada em insuficiência renal, pneumonias, DM, maioria dos testes não é 
quantitativo → A ultrassensível é quantitativa para dosagem bioquímica por eletroquímica ou 
imunoensaio. 
 
 Troponina I 
 • Sensibilidade absoluta para IAM em dosagens limitadas múltiplas, mais 
específica para lesão miocárdica, determinação de risco em angina instável. 
 • Aparece 4–6h após dor, pico em 12h, retorna ao normal em 7 dias. 
 • Desvantagem: sensibilidade menor que mioglobina, pois não se eleva em 
menos de 6h. → Conjunto: CKT, CK-MB e TnI.

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