Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

R
E
S
ID
Ê
N
C
IA
 M
U
L
T
IP
R
O
F
IS
S
IO
N
A
L
 D
E
 U
R
G
Ê
N
C
IA
 E
 E
M
E
R
G
Ê
N
C
IA
 E
M
 U
T
I 
-
H
R
S
J
 
IZ
A
B
E
LL
A
 S
A
N
T
O
S 
R
1 
FI
SI
O
T
E
R
A
P
IA
 
 DIAGNÓSTICO
CINÉTICO-FUNCIONAL
EXAMES
LABORATORIAIS
 Segundo Costa et al (2016) para definir um tratamento adequado e
individualizado para o paciente, o fisioterapeuta precisa ter
conhecimento acerca de exames laboratoriais que complementam o
diagnóstico a fim de delimitar a melhor abordagem terapêutica a ser
executada.
 
 Exame utilizado a fim de avaliar a fisiologia e o comportamento
das células sanguíneas e que se divide da seguinte forma: 
Eritrograma: estudo das hemácias, apresenta informações
quantitativas de eritrócitos (hemácias), hematócrito, dosagem de
hemoglobina e índices hematimétricos. 
Leucograma: contagem global e específicas dos leucócitos, São
células de defesa do nosso organismo. 
Plaquetometria: estudos das plaquetas — os menores elementos
figurados encontrados no sangue, sendo o principal mecanismo de
coagulação.
 
TEP / TVP
PLAQUETOMETRIA
Anticoagulacao plena associada ao uso de meias de compressão = indicação para deambular 
 Objetiva avaliar a presença de alterações 
patológicas do sistema eritropoético. 
Hematócrito e hemoglobina: são analisados em conjunto. Quando
estão reduzidos, indicam anemia, isto é, baixo número de eritrócitos
no sangue. Quando estão elevados indicam policitemia, ou seja,
excesso.
O hematócrito é o percentual do sangue que é ocupado pelos
eritrócitos (hemácias). Um hematócrito de 45% significa que 45% do
sangue é composto por eritrócitos. Os outros 55% são água e
substâncias diluídas. A falta de eritrócitos prejudica o transporte de
oxigênio, já o excesso deixa o sangue muito espesso, atrapalhando
seu fluxo e favorecendo a formação de coágulos.
Função de transportar a hemoglobina, que por sua vez, é
responsável por carregar o oxigênio desde os pulmões até os
tecidos.
 O aumento do conteúdo hemoglobínico ocorre em condições
que produzem policitemia, como: 
Enfisema pulmonar;
Cardiopatias; 
Empiema; 
Envenenamento por óxido de carbono; 
Desidratação grave, resultante de processos diarreicos, vômitos e
queimaduras…
 
A diminuição do conteúdo hemoglobínico geralmente é acompanhada
de diminuição do número de hemácias e tem importância nos
diagnósticos de anemia.
 É uma proteína conjugada, é a substância responsável pela
coloração vermelha da hemácia, cuja função é transportar oxigênio e
gás carbônico pelo corpo humano. É expressa em gramas por 100mL
de sangue (g/dL).
 É o valor percentual de hemácias em 100mL de sangue.
O aumento do hematócrito ocorre quando há policitemias,
diminuição da tensão de oxigênio no sangue e desidratação
grave.
 Sua diminuição ocorre com a redução do número de hemácias,
nos casos de anemias, descompensações cardíacas, gravidez e
administração excessiva de líquidos, que acarreta hemodiluição.
 É o método utilizado para determinar a quantidade de leucócitos
presentes em 1 milímetro cúbico (mm³) de sangue. 
Quando o número é 10.000 por mm³ de sangue, denomina-se
leucocitose, frequentemente relacionada a processos infecciosos,
leucemias, necrose tecidual, entre outras condições..
 Contagem do número de plaquetas, conhecido também como
trombócitos, responsável pela coagulação.
Trombocitose: o aumento do número de plaquetas e pode ser causado
por grandes estímulos medulares, hemorragias, esplenectomia,
transfusão de sangue, estados infecciosos (sepse, erisipela,
tuberculose, febre reumática), entre outros.
Trombocitopenia: é a diminuição do número de plaquetas e pode ser
causado por: sofrimento medular com baixa produção de plaquetas;
pneumonia; febre tifóide; leucemias; desnutrição exagerada; sarampo;
meningite; uso de anticoagulantes; entre outro.
É o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das
proteínas (principal fonte de excreção do nitrogênio) e na disseminação
dos aminoácidos. Produzida no fígado, passa para a circulação
sanguínea onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo
suor, pelo trato gastrintestinal e pelo rim. Sua concentração varia em
indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores, como grau de
hidratação, dieta proteica e função renal. É utilizada em conjunto com a
creatinina na avaliação do funcionamento renal.
Valores abaixo, indicam dieta com baixo percentual de proteínas,
exemplo: dieta pobre em proteinas, insuficiência hepática aguda, entre
outros.
Valores acima, indicam que está sendo produzido demais ou filtrado de
menos, sendo caracterizado como uremia, exemplos: desidratação,
hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, entre outros.
 É um produto metabólico formado pela descarboxilação da
creatina-fosfato no músculo, tendo, portanto, relação direta com a
massa muscular. A concentração de creatinina sérica só se torna
anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons já
estiverem comprometidos.
Valores abaixo podem ser ocasionados por: perda de massa muscular,
com provável desnutrição, doença hepática grave, baixa estatura e
gravidez.
Valores acima podem ser causados por: diminuição do fluxo sanguíneo
renal (insuficiência cardíaca congestiva, choque, desidratação);
insuficiência renal por decréscimo da filtração glomerular; obstrução do
trato urinário; intoxicação por metanol; uso de medicamentos
(metildopa, trimetropima, hidantoína, cefalosporina e ácido ascórbico).
 É o cátion presente em maior quantidade no líquido extracelular,
onde participa da contração muscular e transmissão dos impulsos
nervosos. Está diretamente relacionado com a distribuição da água no
organismo, pois define a osmolaridade do líquido extracelular.
 É o Principal cátion no meio intracelular, as variações das
concentrações de potássio prejudicam a capacidade de contração
muscular.
ESV: extrassístole ventricular
TV: taquicardia ventricular 
FV: fibrilação ventricular 
BAVT: bloqueio artrioventricular
 É o quinto componente mineral mais abundante no organismo,
encontrado nas cartilagens, nos dentes e principalmente nos ossos.
Exerce importante papel nas seguintes situações:
● Contração e relaxamento do miocárdio;
● Coagulação sanguínea;
● Ossificação;
● Manutenção da integridade da membrana celular;
● Mecanismo de ação de alguns hormônios;
● Ativação de algumas enzimas.
 É o principal ânion extracelular e representa a maioria dos
componentes osmoticamente ativos do plasma. Sendo assim, está
envolvido na manutenção da pressão osmótica e no balanço
hidroeletrolítico. A maior parte do cloro ingerido é absorvida, e o
excesso é excretado na urina.
 Atua como cofator essencial para enzimas ligadas à respiração
celular, à glicólise e ao transporte (através da membrana) de outros
cátions (cálcio e sódio). É essencial para preservação da estrutura
molecular de ácido desoxirribonucleico (DNA), ácido ribonucleico
(RNA) e ribossomos. O magnésio ingerido é absorvido pelo intestino
delgado e excretado pela urina.
 Em adultos, cerca de 85% desse elemento estão presentes no
esqueleto. O restante é principalmente combinado com lipídios,
proteínas, carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas
com importante papel, como fosfolipídios, ácidos nucleicos,
fosfoproteínas e compostos de alta energia, envolvidas na integridade
celular (estocagem e troca de energia).
 É o padrão-ouro para avaliação dos distúrbios ácido-básicos. 
Diz respeito a um exame invasivo que avalia as concentrações de
oxigênio, a ventilação alveolar e o estado acidobásico do paciente
crítico. 
Sendo assim, os valores gasométricos são importantes quando o
quadro clínico do paciente sugere uma anormalidade na oxigenação,
na ventilação e no estadoacido-básico.
Apresenta limitaçõesApresenta limitações 
Dor: pode diminuir PaO2 e a saturação O2;
Excesso de heparina na seringa/bolhas de ar: aumenta a PaO2/
diminui paCO2/ diminui pH;
Hipotermia: diminui o pH;
Hipertermia aumenta pH.
Permite avaliar os seguintes itens:
pH arterial;
Pressão parcial de dióxido de carbono (PaCO2);
Concentração de bicarbonato (HCO3);
Excessos de base (BE);
Pressão parcial de oxigênio (PaO2);
Saturação arterial de oxigênio (SaO2)
ARTERIALARTERIAL
A eliminação respiratória do dióxido de carbono (CO2) é o grande
regulador da concentração do ácido carbônico no organismo.
Quando a eliminação de CO2 nos alvéolos pulmonares está reduzida,
ele acumula-se no sangue e, em consequência, aumenta a quantidade
de ácido carbônico e de íons hidrogênio livres, consequentemente o pH
se reduz, acarretando em uma acidose de natureza respiratória.
 Quando a eliminação de CO2 nos alvéolos é excessiva, sua
quantidade e, consequentemente, a quantidade de ácido carbônico do
sangue estão diminuídas. Essas circunstâncias dão origem à alcalose
de natureza respiratória. Em função da menor quantidade de íons
hidrogênio livres, o pH se eleva
Ocorre em uma das quatro circunstâncias a seguir:
Quadros de hipotensão arterial grave;
Choque de todos os tipos;
Parada cardiorespiratória.
 Em geral, ocorre em uma das duas circunstâncias a seguir:
Quando há excesso de produção de ácidos fixos, não voláteis,
como ácido láctico ou ácidos cetônicos;
Quando há ingestão de substância ácida;
Quando os ácidos fixos não podem ser eliminados, em função da
insuficiência renal;
Quando há perda excessiva de bases, como na obstrução
intestinal alta e nas diarreias intensa.
 É um distúrbio pouco frequente na prática clínica. Em geral,
ocorre em uma das duas circunstâncias a seguir:
Quando há BE, normalmente por administração intempestiva de
bicarbonato de sódio, para corrigir acidose preexistente;
Quando há perda de ácidos fixos, como na estenose pilórica, em
que o ácido clorídrico do estômago é perdido por vômitos.
Valores 100 mmHg como hiperóxia.
 No que diz respeito a saturação arterial de oxigênio (SaO2), é
considerado insaturação quando o paciente apresenta SaO2 acidose metabólica
CO2 aumentado= >acidose respiratória
Alcalose com: - HCO3 aumentado=> alcalose metabólica
CO2 diminuido=> alcalose respiratório
3° passo: calcular a compensação esperada:
#Acidose metabólica-> calcular o PCO2 esperado
pCO2 esperado= [(1,5XHC03)+8 +- 2]
Se pC02 encontrado= esperado=> acidose metabólica simples
Se pCO2 encontrado esperado= acidose metabólica e respiratória
(mista)
RECONHECER 
O DISTÚRBIO 
RECONHECER 
A CAUSA 
CALCULAR 
COMPENSAÇÃO 
# Acidose respiratória (aguda X crônica)
— AR aguda: HCO3 aumenta 1mEq/l para cada aumento de 10mmHg
de pCO2
—- AR crônica: HCO3 aumenta 3,5mEq/l para cada aumento de
10mmHg de pCO2
-Se HCO3 encontrado= esperado=> acidose respiratória simples
-Se HCO3 encontrado> esperado=> acidose respiratória+ alcalose
metabólica
- Se HCO3 encontrado acidose respiratória e
metabólica (acidose mista)
# Alcalose metabólica
Para cada 10mEq/l de aumento de HCO3 espera-se um aumento
de 7mmHg no pCO2
-Se pC02 encontrado= esperado= alcalose metabólica simples
-Se pCO2 encontrado>esperado= alcalose metabólica com acidose
respiratória
- Se pCO2 encontrado alcalose metabólica e
respiratória (mista)
# Alcalose respiratória (Aguda X Crônica)
- Alcalose resp aguda: para cada 10mmHg de redução do pCO2,
redução de 2m=q/ de HeO3
- Alcalose resp crônica: para cada 10mmHg de redução do pCO2,
redução de 4mEq/l de HO3
-Se HCO3 encontrado= esperado=> alcalose respiratória simples
-Se HCO3 encontrado> esperado=> alcalose respiratória e
metabólica (mista)
-Se HCO3 encontrado

Mais conteúdos dessa disciplina