Prévia do material em texto
A B C D E 1 Marcar para revisão Na História da Doença Atual (HDA), o questionamento de fatores objetivos para premeditar uma conduta terapêutica deve ser privilegiado. Sinais ou sintomas precisam ser questionados ou serem direcionados, questionamentos para eles. A tosse seca é uma informação que nos tranquiliza, em parte, pois não havendo produção de secreção, uma futura infecção ou dispneia ligada à obstrução pode ser pelo menos momentaneamente desconsiderada. Mas, no caso de ser produtiva, esta premissa não é verdadeira. A qualidade e coloração da secreção pode ser um fator preocupante. Uma secreção mucopurulenta sugere um princípio infeccioso. Na inspeção, este tipo de secreção é de coloração amarelada avermelhada clara como saliva acinzentada esverdeada 2 Marcar para revisão Ruídos produzidos pelo pulmão, podem direcionar o examinador para a recomendação de uma determinada conduta terapêutica, se identificados corretamente. O estetoscópio é a melhor ferramenta para identificar esta condição. O pulmão emite sons; normais e ruídos adventícios. Alguns destes sons por apresentarem sonoplastia de difícil reprodução, dificultam o entendimento do universitário quando são aprendidos na universidade e se tornam um problema na vida profissional. No entanto, outros podem ser de mais fácil identificação pela comunidade acadêmica, por 00 hora : 29 min : 34 seg Ocultar Questão 1 de 10 Respondidas (10) Em branco (0) Finalizar prova 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SM1 Fisioterapia Respiratória A B C D E A B C serem ensinados a partir de exemplos simples, considerados como padrão. Um destes é o de associar um determinado ruído adventício ao de se oferecer atrito com a ponta dos dedos a uma mecha de cabelo. Esse ruído adventício é o: ronco sibilo estertor subcreptante estertor creptante murmúrio vesicular 3 Marcar para revisão A inspeção do tórax é um ato puramente observatório. No entanto, podemos suspeitar de uma realidade diagnóstica, certificar-nos de um excesso de trabalho muscular respiratório, além de possibilitar a execução de uma fácil avaliação dos movimentos torácicos, oportunamente verificando a frequência da respiração. Portanto, a inspeção do tórax é um procedimento inquestionavelmente necessário. Ao detectar uma depressão dinâmica dos espaços intercostais, em pacientes adultos, portadores de transtornos respiratórios e em pacientes neonatos enfermos, estaríamos diante de: Um tórax em barril. Um pectus carinatum. Uma tiragem intercostal. D E A B C D E Um pectus escavatum. Do uso de músculos acessórios da respiração. 4 Marcar para revisão Na ausculta pulmonar, o conhecimento dos sons pulmonares normais e anormais (ditos: ruídos adventícios), um bom estetoscópio e uma boa capacidade auditiva, são elementos necessários para o diagnóstico correto e a melhor conduta a ser tomada. Alguns ruídos adventícios apresentam sonorização similar, no entanto condutas antagônicas. Um exemplo é o sibilo, um som auscultado que é similar a um piado ou miado de gato. Assinale a opção que indica o que representa este achado auscultatório. Presença de secreção nas vias aéreas de caráter muito fluído quando auscultados na inspiração. Presença de secreção fluída nas vias aéreas quando auscultados na expiração. Presença de espasmos brônquicos quando auscultados na inspiração. Presença de secreção de caráter muito espessa quando auscultados na expiração. Presença de espasmos brônquicos quando auscultado na expiração. 5 Marcar para revisão O Tempo Expiratório Forçado (TEF) não apresenta relevante valor diagnóstico, quando comparado à CVF, o VEF1 e a relação VEF1/CVF. Porém, sua identificação no traçado gráfico produzido pela espirometria complementa algumas informações, de forma visual, dando bases para uma possível confirmação A B C D E diagnóstica. É uma afirmação consistente de ser aceita sobre o TEF: Seu aumento sempre representa um distúrbio ventilatório. Representa o tempo entre o início súbito da expiração forçada e o platô da curva volume- tempo alcançado. Na curva volume-tempo, através dele, pode ser observado evidentemente o grau de esforço do paciente. É definido como um tempo gasto desde o VEF1 medido ao final da CVF medida. Representa o tempo entre o final da expiração forçada e o declínio do traçado da curva, durante uma manobra de capacidade vital forçada. 6 Marcar para revisão A curva fluxo-volume é igualmente precisa quando comparada à curva volume-tempo, para o registro dos volumes respiratórios a serem avaliados pela espirometria. Mesmo sendo assim considerada, os procedimentos para a construção do registro gráfico são um tanto diferentes, em comparação à curva volume-tempo. Considerando que se deva, corretamente, instruir o examinado a respeito de como irá realizar a manobra respiratória para a construção da curva fluxo-volume, analise a sequência disponibilizada abaixo: (......) O examinado, imediatamente após ao término da expiração longa, rápida e forçada (......) O examinado realiza uma pausa pós-inspiratória. (......) Realiza uma inspiração rápida de forma profunda e com o máximo esforço possível. (......) O examinado inspira profundamente com o bocal ainda longe da boca. (......) O examinado expira rápida e forçadamente. Agora assinale a alternativa que corresponde à sequência temporal correta dos procedimentos acima: A B C D E A B C D E 4 - 2 - 3 - 5 - 1. 2 - 1 - 3 - 5 - 4. 5 - 1 - 2 - 4 - 3. 1 - 2 - 4 - 3 - 5. 4 - 2 - 5 - 1 - 3. 7 Marcar para revisão Os distúrbios ventilatórios podem ser avaliados pela sua gravidade em: leve, moderado e grave. A avaliação do grau presente em um paciente restritivo depende da análise da CVF. O valor da CVF observado, para a determinação da severidade do distúrbio restritivo, deve ser computado analisando-se a % do previsto. Em um paciente portador de distúrbio ventilatório restritivo, o valor abaixo que confirma um grau moderado de restrição é indicado quando: A CVF apresentar um % do previsto de 70%. A CVF apresentar um % do previsto de 60%. A CVF apresentar um % do previsto de 45%. A CVF apresentar um % do previsto de 55%. A CVF apresentar um % do previsto de 50%. 8 Marcar para revisão A asma pode ser desencadeada por inúmeros fatores, sendo em muitos casos de origem alérgica. Diante A B C D E A B C disto, assinale a alternativa correta. A asma alérgica é o tipo de asma menos comum e se inicia na vida adulta, sendo desencadeada exclusivamente por alérgenos ambientais. O exercício físico não pode ser considerado como fator desencadeante de asma. Na asma alérgica, pode não haver broncoespasmo. Pacientes com asma alérgica podem ter crises desencadeadas por fatores ambientais, como a exposição a poluentes atmosféricos. A asma ocorre apenas por origem alérgica. 9 Marcar para revisão A atelectasia é um quadro clínico onde a totalidade ou parte do pulmão fica sem ar e entra em colapso. Sobre a atelectasia, assinale a alternativa correta. A atelectasia de reabsorção é uma condição que ocorre quando uma obstrução impede que o ar chegue às vias aéreas distais do parênquima pulmonar. A atelectasia por compressão é uma condição que ocorre quando uma obstrução impede que o ar chegue às vias aéreas distais do parênquima pulmonar. A atelectasia por contração é uma condição que ocorre quando ocorre uma broncoconstrição que facilita que o ar chegue às vias aéreas distais. D E A B C D E A atelectasia por contração é uma condição que ocorre quando uma obstrução impede que o ar chegue às vias aéreas distais do parênquima pulmonar. A atelectasia de reabsorção é uma condição que ocorre quando uma desobstrução que facilita que o ar chegue às vias aéreas distais do parênquima pulmonar. 10 Marcar para revisão Diversos fatores estão relacionados a etiologia do enfisema pulmonar. Marque a alternativa que corresponde ao principal fator. Persistênciade infecções respiratórias Causas imunológicas recorrentes Fumaça do tabaco Poluentes do ar Causas respiratórias indefinidas