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Mayná Bandeira Koch HM/EC 5 DIAGNÓSTICO CLÍNICO SINDRÔMICO Proposta da atividade • Os grupos deverão ler os casos a seguir, identificando os problemas biopsicossociais de cada pessoa. • A partir dos problemas, procurem descrever um ou dois diagnósticos sindrômicos, que permitam incluir o máximo dos agravos. • Após a definição dos sindrômicos, aprofundem com os possíveis diagnósticos diferenciais. • Façam sempre o movimento de apontar o que fala a favor ou contra cada diagnóstico. • Identifiquem quais elementos da anamnese, do exame clínico, da epidemiologia e dos exames complementares poderão auxiliar na confirmação ou não de cada diagnóstico. Ao descreverem um diagnóstico sindrômico, procurem utilizar elementos que o qualifiquem: • Se agudo ou crônico. • Se abrupto ou gradual. • Se localizado ou sistêmico. • Qual órgão ou sistema é o mais afetado? • Se inflamatório, febril, doloroso, etc Caso 01 - Miguel Miguel tem 12 anos, mora em Palhoça, é bem brincalhão e gosta de correr, andar de bicicleta, jogar bola e nadar. Agora com a pandemia, ele reduziu um pouco as atividades, mas ainda joga bola com os amigos em um campinho perto de uma matagal.Hoje ele chega no serviço de saúde, acompanhado por sua mãe Lorena, por estar com dor forte e inchaço apenas no joelho direito. Ele informa que dói ao mexer o joelho, mas nega febre. Segundo a mãe, ele se queixou dessa dor desde ontem de noite, mas não estava inchado. Quando foi acordar hoje estava assim, e o trouxe para a unidade de saúde. Caso 02 - Marilda Marilda tem 28 anos, é programadora de jogos em Florianópolis, dedicada, trabalha virando a noite muitas vezes, para entregar os softwares dentro do prazo. Bebe café e redbull regularmente para ajudar a se manter acordado. Faz uso de lentes corretivas para miopia, tendo sua última avaliação com oftalmologista há dois anos. É sedentária. Vem hoje em consulta por dor de cabeça em peso, em um lado apenas, há dez dias, que começou fraquinha, mas que veio aumentando e agora está bem forte, atrapalha ler e fazer suas outras atividades. Nega febre ou vômitos, mas se sentiu um pouco enjoada há poucos dias. Faz uso de anticoncepcional oral, há oito meses. Caso 03 - Laerte Laerte tem 40 anos, é dentista em São José, e tem atendido muitas pessoas mesmo durante a pandemia. Atende especialmente os casos de urgência (dentes quebrados ou canal). Trabalha de segunda a sábado, e quando tem uma folga, fuma uns dez cigarros por dia. De noite toma sua cervejinha, mas ultimamente aumentou para seis latas a noite, para dar conta do estresse. É sedentário. Hoje procurou serviço de teleconsulta por estar com febre há três dias, que não melhora com dipirona; cansaço pelo corpo (sente um pouco de falta de ar apenas se fizer algo mais extenuante), náuseas, seu paladar está meio alterado, e não tem certeza, mas acha que seus olhos estão um pouco amarelos. Faz uso regular de ibuprofeno e diclofenaco para as dores de coluna (por causa da posição no trabalho). image1.jpg image2.jpg